Moana: Disney anuncia versão live-action da animação
O CEO Bob Iger anunciou, durante uma reunião de acionistas da Disney nesta segunda-feira (3/4), que a empresa fará uma versão live-action de “Moana – Um Mar de Aventuras” (2016). O anúncio foi acompanhado por um vídeo especial de Dwayne “The Rock” Johnson, apresentando o projeto. Johnson, que deu voz a Maui na animação, retornará ao papel do grandioso semideus do vento e do mar na nova versão. Além disso, o astro também servirá como produtor junto com Auli‘i Cravalho, que dublou Moana na animação. O ator também usou o Twitter para confirmar a produção. “É uma honra dizer que estamos levando a bela história de Moana em live-action para os cinemas!”, escreveu o ator. “Maui mudou minha vida (sinto sua falta, vovô) e estou honrado em fazer parceria com Disney para contar nossa história através do reino da música e dança que, no fundo, é quem somos como povo polinésio”. Ele complementou: “Esta história é minha cultura e é emblemática da graça e força guerreira de nosso povo. Eu uso esta cultura com orgulho na minha pele e na minha alma, e esta oportunidade única na vida de me reunir com Maui, inspirado pela mana e pelo espírito do meu falecido avô, High Chief Peter Maivia, é algo muito profundo para mim”. Jared Bush, que escreveu o roteiro do longa original, retomará sua função no remake. Nenhum diretor ainda está envolvido no projeto. “Moana” inspirou-se nos mitos polinésios ao contar a história de uma jovem que parte em uma missão para salvar seu povo. Durante a jornada, Moana conhece o poderoso semideus Maui, que a guia em sua busca para se tornar uma mestre. Juntos, eles navegam pelo oceano em uma viagem cheia de aventuras. O filme foi um sucesso de público e crítica, gerando mais de US$ 665 milhões em todo o mundo e ganhando uma indicação ao Oscar de Melhor Filme de Animação, mas acabou perdendo para outra produção da Disney, “Zootopia” (2016). A Disney foi pioneira na estratégia de refazer seus desenhos clássicos em live-action. Alguns filmes, como “A Bela e a Fera” (2017) e “Aladdin” (2019), tornaram-se grandes sucessos de bilheteria. Mas vale lembrar que a estratégia também rendeu insucessos, com alguns títulos sendo despejados diretamente em seu serviço de streaming, o Disney+. Ainda não há previsão de estreia para o live-action de “Moana”. Veja o vídeo do anúncio oficial feito por Dwayne Johnson.
Chris Hemsworth enfrenta luta insana no primeiro teaser de “Resgate 2”
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Resgate 2”, que apresenta uma sequência insana de lutas enfrentadas pelo ator Chris Hemsworth (“Thor: Amor e Trovão”) em meio à fuga de uma prisão tumultuada. Tentando ajudar uma mulher (Tinatin Dalakishvili, de “Medeya”) a escapar, ele precisa lutar contra prisioneiros rebelados e a repressão de uma tropa de choque, levando e distribuindo golpes violentos sem parar. “Resgate 2” vai continuar a história do primeiro filme, que terminou com – spoiler! – o personagem de Hemsworth morto. Mas, como diria Mark Twain, tudo aparentemente não passou de notícias exageradas, como explica o teaser. Quem assina o roteiro – e a explicação para o milagre – é o mesmo roteirista do primeiro filme, o cineasta Joe Russo (que codirigiu “Vingadores: Ultimato” com seu irmão Anthony Russo). Ele também produz o longa ao lado do irmão. Já a direção segue a cargo de Sam Hargrave, assistente dos Russo nos dois últimos filmes dos Vingadores, que estreou como diretor solo no “Resgate” original. Fenômeno do streaming, o primeiro filme teria sido vista por 90 milhões de assinantes em seu primeiro mês na Netflix. A sequência vai estrear em 16 de junho. E só na Netflix, como destaca a prévia.
Besouro Azul: Estreia de Bruna Marquezine em Hollywood ganha primeiro trailer
A Warner divulgou o primeiro trailer de “Besouro Azul”, filme que apresenta um novo super-herói da DC e marca a estreia de Bruna Marquezine (“Maldivas”) em Hollywood. A brasileira tem destaque no vídeo. Além de ser a responsável por entregar o besouro alienígena, é a única que parece saber o que está acontecendo. Na trama, após ela entregar o artefato – numa embalagem de hamburger – para Jaime Reyes, o personagem de Xolo Maridueña (“Cobra Kai”), pedindo para protegê-lo, o rapaz tem uma surpresa ao abrir o pacote em casa e se transformar no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que a Inteligência Artificial tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem. A produção é centrada na terceira e mais recente versão do Besouro Azul nos quadrinhos, o que torna “Besouro Azul” o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. Esse detalhe faz diferença, como fica claro na piada que encerra a prévia e chama Batman de fascista. O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como vilã. A estreia acontece em 17 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Estrela de “Round 6” define primeiro filme da carreira
A atriz e modelo sul-coreana Hoyeon, indicada ao Emmy por seu papel em “Round 6”, fará sua estreia nos cinemas. Ela foi escalada em “Hope”, um thriller de elenco internacional dirigido por Na Hong-Jin. Ela vai se juntar ao casal Michael Fassbender e Alicia Vikander (ambos de “A Luz Entre Oceanos”) no primeiro projeto do aclamado diretor sul-coreano desde o sucesso sobrenatural “O Lamento”, de 2016. Hoyeon interpretará uma policial no filme, que vai acompanhar os residentes da cidade portuária de Hopo Port, local onde foi feita uma misteriosa descoberta. Em pouco tempo, os moradores se veem em uma luta desesperada pela sobrevivência contra algo que nunca foi visto antes. “Hoyeon tem tudo a ver com o que imaginei para [a personagem] Sung-Ae”, disse o diretor em comunicado. “Sua energia ousada e brilhante será uma grande fonte de força para o filme”. Casting adicional e pré-produção estão em andamento para as filmagens que ocorrerão ainda este ano na Coreia. Segundo informações, Fassbender e Vikander, que são casados, falarão em inglês no filme, marcando seu segundo trabalho em conjunto após atuarem juntos em “A Luz Entre Oceanos”. Hoyeon já era uma modelo famosa antes de se tornar a primeira artista de língua não-inglesa a ganhar o prêmio de Melhor Atriz em Série Dramática no SAG Awards por “Round 6”. Ela também foi a primeira coreana indicada a Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática no Emmy Awards. Depois desse feito, as principais agências de Hollywood disputaram sua preferência para representá-la. Além de “Hope”, Hoyeon será vista em breve na série de suspense “Disclaimer”, da Apple TV+, desenvolvida por Alfonso Cuaron, e também fará parte do elenco do filme “The Governesses”, de Joe Talbot, junto com Lily-Rose Depp e Renate Reinsve, mas, embora anunciadas antes, estas filmagens só começarão após a conclusão dos trabalhos de “Hope”. .
Lady Gaga filma nas escadarias de “Coringa” para a continuação
Lady Gaga, que vive a Arlequina na continuação de “Coringa”, foi fotografada filmando uma cena na escadaria em que o personagem-título, vivido por Joaquin Phoenix, dançou no longa de 2019. Embora sua personagem não tenha sido oficializada, há fartas evidências de que ela está interpretando a Dra. Harley Quinzel, a popular Arlequina dos quadrinhos, desenhos e filmes da DC. A continuação também traz de volta inclui Joaquin Phoenix como Coringa, e ainda inclui Catherine Keener (“Corra!”), Brendan Gleeson (“Os Banshees de Inisherin”) e Zazie Beetz, que retorna do primeiro filme. Dirigida pelo mesmo diretor de “Coringa”, Todd Phillips, a sequência é batizada em inglês (e francês”) de “Joker: Folie à Deux” e tem estreia marcada para 3 de outubro de 2024 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Lady Gaga filming on the Joker stairs for ‘JOKER 2’ pic.twitter.com/Fa1lYG7oAt — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) April 1, 2023
“Dungeons & Dragons” estreia em 1º lugar nos EUA
A fantasia “Dungeons & Dragons: Honra entre Rebeldes” estreou no topo das bilheterias dos Estados Unidos e Canadá neste fim de semana. A produção da Paramount fez US$ 38,5 milhões entre sexta e domingo (2/4), o suficiente para superar “John Wick 4: Baba Yaga” e liderar o ranking. O filme de grande orçamento baseado no jogo de tabuleiro “Dungeons & Dragons” superou as expectativas, já que analistas apontavam uma estreia de US$ 30 milhões, mas ainda precisará ter um bom desempenho de abril e maio para se pagar e lançar uma nova franquia cinematográfica, após ter custado US$ 150 milhões apenas de produção – sem P&A (cópias e publicidade). A favor da adaptação do jogo da Hasbro estão críticas excelentes, que lhe renderam 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, e uma nota A- do público no Cinemascore. O fim de semana do feriado de Páscoa também pode favorecer seu faturamento. O lançamento também teve um bom desempenho no exterior, estreando com US$ 33 milhões em 60 territórios. A soma das bilheterias doméstica e internacional é de US$ 71,5 milhões. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley. Especialistas em comédia, eles dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, que foi um fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Além disso, escreveram roteiros de vários sucessos, inclusive de blockbusters de ação como “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Já o elenco reúne Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Sophia Lillis (“It – A Coisa”), Regé-Jean Page (“Bridgerton”), Justice Smith (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Hugh Grant (“The Undoing”). Na trama, Pine interpreta o mentor de um grupo de ladrões que se junta para impedir a destruição do mundo, após ajudarem os vilões, como Grant, a roubaram o que precisavam para realizar seus planos malignos. A estreia no Brasil está marcada para a próxima semana, em 15 de abril. “John Wick 4”, que estreou com uma bilheteria avassaladora de US$ 73,8 milhões no último fim de semana, caiu 62% para US$ 28,2 milhões em sua segunda semana, totalizando US$ 122,9 milhões no mercado interno. A soma mundial, por sua vez, está em US$ 245 milhões. Em 3º lugar na América do Norte, “Pânico VI” fez mais US$ 5,3 milhões, totalizando US$ 98,2 milhões no mercado interno. A estreia do drama religioso “His Only Son” ficou em 4º, com US$ 5,2 milhões, e “Creed III” fechou o Top 5 com US$ 5 milhões, totalizando US$ 148.6 milhões no mercado interno e US$ 258,5 milhões mundiais. 1 | DUNGEONS & DRAGONS: HONRA ENTRE REBELDES | 2 | JOHN WICK 4 – BABA YAGA | 3 | PÂNICO VI | 4 | HIS ONLY SON | 5 | CREED III |
Ryuichi Sakamoto, vencedor do Oscar por “O Último Imperador”, morre aos 71 anos
O músico japonês Ryuichi Sakamoto, vencedor do Oscar por “O Último Imperador” (1987), faleceu aos 71 anos. Ele morreu na terça-feira (28/3) de câncer, mas o anúncio foi feito apenas neste domingo (2/4) pela gravadora Avex em uma declaração no Twitter que agradece às equipes médicas do Japão e dos EUA, e pede que os fãs respeitem a privacidade de sua família neste momento. “Enquanto se tratava do câncer descoberto em junho de 2020, Sakamoto continuou a criar obras em seu estúdio em casa sempre que sua saúde permitia. Ele viveu com música até o fim”, disse a declaração. Durante a carreira, ele trabalho em mais de 40 filmes, incluindo “O Último Imperador” (1987), “Furyo, em Nome da Honra” (1983) e “O Regresso” (2015). Além do Oscar, Sakamoto também recebeu dois Globo de Ouro, um Grammy e um BAFTA. Nascido em Tóquio em 1952, filho de uma designer de roupas e de um editor literário, Sakamoto cresceu cercado por música, arte e cultura. Ele começou a tocar piano aos 3 anos e frequentou a mesma pré-escola famosa pela sua liberalidade e criatividade que Yoko Ono frequentou. Enquanto estudava na Universidade de Artes de Tóquio, ele descobriu a música eletrônica. Já trabalhando como músico de sessão antes de receber seu mestrado, Sakamoto tornou-se membro fundador do trio Yellow Magic Orchestra em 1978. O grupo foi pioneiro na música eletrônica e no uso de sintetizadores, influenciando diversas gerações de artistas e bandas, como Daft Punk, Aphex Twin e Radiohead, entre outros. Paralelamente, ele seguiu carreira solo e seu disco “B-2 Unit”, de 1980, é apontado como um divisor de águas. Sua música “Riot in Lagos”, que mistura batidas eletrônicas dançantes com elementos da música tradicional japonesa, teve um grande impacto no subgênero do hip-hop conhecido como electro e também no techno, sendo citada como influência por artistas como Kurtis Mantronik e Afrika Bambaataa. Ao longo carreira, Sakamoto lançou mais de 20 álbuns solo. Em 1983, ele iniciou a atividade pela qual ficou mais famoso, ao compor a trilha de “Furyo, em Nome da Honra” (1983), filme do cineasta Nagisa Oshima passado num campo de concentração japonês da 2ª Guerra Mundial, que destacava David Bowie como um dos prisioneiros. Sakamoto também apareceu em cena como um comandante da prisão, contracenando com Bowie. A música-tema, “Forbidden Colors”, acabou virando hit, numa parceria com o cantor David Sylvian, da banda britânica de synthpop Japan. Sakamoto voltou a interpretar um oficial do Exército Imperial Japonês novamente em “O Último Imperador” de Bernardo Bertolucci. O épico suntuoso venceu nove Oscars, incluindo Melhor Filme, Diretor e Trilha Sonora Original, que Sakamoto concebeu em parceria com David Byrne e Cong Su, além de Globos de Ouro nas mesmas categoriais. O compositor voltou a trabalhar novamente com Bertolucci em “O Céu que nos Protege” (1990), que lhe rendeu seu segundo Globo de Ouro. Em 1992, Sakamoto compôs a música para a cerimônia de abertura das Olimpíadas de Barcelona. E passou o resto da década criando de forma prolífica, trabalhando com músicos de todo o mundo em gêneros diversos, além de compor trilhas para a minissérie “Wild Palms” (1993), de Oliver Stone, e para o suspense “Olhos de Serpente” (1998), de Brian de Palma. No fim da década, ainda surpreendeu ao alcançar o topo das paradas de sucesso japonesas com uma música de seu álbum “BTTB”, após ela ser um comercial de bebida energética. A música, “Energy Flow”, foi a primeira faixa instrumental a liderar as paradas do Japão em todos os tempos. Além de músico, Sakamoto também foi um ativista político engajado contra a energia nuclear e o armamentismo. Após os desastres de Fukushima em 2011, ele se tornou uma voz proeminente nos protestos antinucleares do país. Sakamoto teve um casamento breve em seus dias de estudante, do qual teve uma filha, e um mais longo com a musicista Akiko Yano em 1982, que durou uma década e gerou outra filha, Miu Sakamoto, que se tornou uma cantora pop de sucesso no Japão. Depois disso, casou-se pela última vez com sua empresária Norika Sora em 1990, tendo mais dois filhos. Diagnosticado com câncer de garganta em estágio 3 em junho de 2014, ele foi obrigado a realizar a primeira grande pausa em sua carreira. Pouco mais de um ano depois, ele anunciou que havia se recuperado e trabalharia no filme de Yoji Yamada, “Living With My Mother”, que se tornou a indicação do Japão para o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira de 2015. No mesmo ano, também compôs a trilha sonora do western de vingança “O Regresso”, de Alejandro González Iñárritu, recebendo indicações ao Globo de Ouro, Grammy e BAFTA. Sakamoto também participou do júri do Festival de Cinema de Berlim em 2018. Uma das histórias mais curiosas da fase final de sua carreira foi revelada naquele ano. O compositor teria achado a música de seu restaurante japonês favorito em Manhattan, Nova York, tão ruim, que entrou em contato com o chef e ofereceu-se para criar uma playlist. Ele continuou a fazer o mesmo para um novo bar e restaurante que o chef abriu, sem receber qualquer pagamento ou crédito por isso. Lembre algumas músicas de sua carreira:
Sharon Acker, atriz do clássico “À Queima Roupa”, morre aos 87 anos
A atriz canadense Sharon Acker faleceu em 16 de março, aos 87 anos de idade, em um asilo de Toronto. Sua filha, Kim Everest, diretora de elenco, confirmou a notícia neste sábado (1/4). Acker tinha uma longa carreira no cinema, televisão e teatro. Ela nasceu em Toronto em 2 de abril de 1935 e foi adotada aos 9 anos de idade. Depois de estudar em escolas públicas, ela estudou arte e se formou em 1953. Seu primeiro papel veio logo em seguida, como a professora Mrs. Stacey em uma adaptação de “Anne of Green Gables” de 1956, produzida pelo canal CBC. Após isso, ela juntou-se à companhia Stratford Shakespeare Festival, onde atuou em diversas peças, contracenando com William Shatner, que futuramente reencontraria numa participação na série “Jornada nas Estrelas” (Star Trek). Acker viajou para a Europa para se apresentar com a companhia Stratford e permaneceu lá para fazer sua estreia no cinema na produção britânica “Lucky Jim” (1957). Os produtores britânicos a consideraram “encantadora e atraente” e a contrataram por sete anos. No entanto, ela terminou o contrato após se casar e ter um filho. Ao voltar ao Canadá, ela apareceu com frequência na aclamada série “Festival”, da CBC. Em 1961, ela interpretou Lady MacDuff ao lado de Sean Connery e Zoe Caldwell em uma adaptação de “Macbeth” em cinco partes, dirigida por Paul Almond. A atuação chamou atenção do diretor John Boorman, que a contratou para seu primeiro papel nos Estados Unidos, no filme “À Queima Roupa”, de 1967. Acker coestrelou o clássico neonoir no papel da esposa infiel de Lee Marvin, e foi parar na capa da revista Time, ao lado da atriz Angie Dickinson (sua irmã no filme), para promover o lançamento da produção. Depois disso, ela foi uma presença constante na TV dos EUA, com participações especiais em episódios de “James West”, “Agente 86”, “O Rei dos Ladrões”, “Lancer”, “Jornada nas Estrelas”, “Gunsmoke”, “Missão Impossível”, “Mod Squad”, “Barnaby Jones”, “San Francisco Urgente”, “Arquivo Confidencial”, “O Incrível Hulk”, “Supermáquina” e muitas outras atrações entre os anos 1960 e 1980. Em 1973, ela entrou no elenco fixo de “The New Perry Mason”, um reboot da série clássica “Perry Mason”, com Monte Markham no papel principal, como a assistente do advogado Della Street. Entretanto, a atração não passou da 1ª temporada. No cinema, ela também apareceu no drama “Don’t Let the Angels Fall” (1969), exibido no Festival de Cannes, na comédia “Pela Primeira Vez… Sem Pijamas” (1969) e no terror “Parabéns para Mim” (1981). Sua última aparição nas telas foi na longeva novela “The Young and the Restless” em 1992, aposentando-se logo depois. Ao deixar Hollywood para trás, ela voltou para o Canadá com seu segundo marido, Peter Elkington, para morar em uma casa de campo em Muskoka, Ontário, com as duas filhas e continuar sua paixão pela arte por meio de pintura e escultura.
Netflix vai produzir menos filmes originais por ano
Depois de dois anos lançando um filme original novo por semana, a Netflix reduzirá a produção de filmes em 2023, combinando unidades e reduzindo o número total de títulos lançados. De acordo com a Bloomberg, a empresa centralizará a tomada de decisões com a reestruturação. As equipes que trabalham em projetos menores (com orçamento de até US$ 30 milhões) e a unidade que produz filmes de médio orçamento (até US$ 80 milhões) serão combinadas. As divisões operavam basicamente de forma independente, com os executivos fazendo filmes sem consultar seus superiores. A reestruturação resultará em um “pequeno” número de cortes de empregos e na saída de dois executivos notáveis, Lisa Nishimura e Ian Bricke, que deixarão a empresa após mais de uma década. A Netflix expandiu seus esforços de desenvolvimento de filmes depois que estúdios começaram a criar seus próprios serviços de streaming em vez de licenciar seus filmes para a empresa. Além das unidades que trabalham em filmes de baixo e médio orçamento, a Netflix tem uma outra divisão que desenvolve projetos de grande orçamento. Não está claro se esse último grupo também será afetado pela reestruturação. O chefe de filmes da Netflix, Scott Stuber, decidiu reduzir o número de títulos lançados este ano para garantir que a divisão esteja produzindo projetos de alta qualidade. Apesar do grande número de títulos lançados anualmente pela Netflix, apenas alguns ganharam prêmios ou alcançaram milhões de horas de streaming com impacto cultural similar ao de alguns dos maiores sucessos de bilheteria. Segundo a página Top 10 da empresa, seus filmes mais assistidos em 2021 e 2022 foram “Alerta Vermelho”, “Não Olhe para Cima” e “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”. Stuber não disse quantas pessoas perderão seus empregos na reestruturação, mas os números devem ser menores do que os cortes de empregos que aconteceram na empresa no ano passado. A Netflix implementou cortes de empregos antes de muitos de seus concorrentes no espaço de filmes, TV e entretenimento. A HBO e a HBO Max tiveram que demitir alguns membros da equipe de produção como parte de uma grande reestruturação da Warner Bros. Discovery em agosto, enquanto a Disney anunciou recentemente que está demitindo 7 mil trabalhadores, incluindo aqueles envolvidos em mídia e distribuição. A Netflix lançou mais filmes originais do que qualquer outra empresa de Hollywood nos últimos tempos, produzindo mais de 50 projetos por ano. Reduzir o número de lançamentos visa produzir mais títulos de alta qualidade, como “Roma” e “Sem Novidades no Front”, que ganharam Oscars.
Novo filme de Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio será lançado no Festival de Cannes
“Killers of the Flower Moon”, o novo filme dirigido por Martin Scorsese e estrelado por Leonardo DiCaprio, terá première mundial no Festival de Cannes deste ano. A exibição acontecerá em 20 de maio na mostra competitiva, colocando o longa na disputa pela prestigiada Palma de Ouro, honraria máxima do evento francês. A seleção também marca a volta de Scorsese à competição, que ele venceu com “Taxi Driver” em 1976. A última vez que o diretor disputou o prêmio do festival foi em 1986, com “Depois de Horas”. A inclusão do filme produzido pela Apple TV+ na mostra oficial acontece depois de Cannes impedir que produções da Netflix disputassem a premiação. Desde 2018, o festival barra da seleção da Palma de Ouro filmes que não sejam lançados no cinema. Nesta semana, a Apple anunciou que lançaria “Killers of the Flower Moon” no circuito cinematográfico em 6 de outubro, com ampliação de circuito em 20 de outubro, antes da disponibilização no serviço de streaming Apple TV+. Apesar de ser uma novata em comparação com seus concorrentes de streaming, a Apple já ganhou o Oscar de Melhor Filme com “No Ritmo do Coração” em 2021, que adquiriu no Festival Sundance por US$ 25 milhões. Com “Killers of the Flower Moon”, a empresa amplia sua participação na indústria cinematográfica, uma vez que o filme foi inteiramente produzido (e não adquirido) por ela. A confirmação da première em Cannes vem poucos dias após a notícia de que Apple pretende investir US$ 1 bilhão na produção de filmes que serão exibidos nas salas de cinema, antes de disponibilizá-los no streaming. Scorsese e DiCaprio começaram a desenvolver seu filme há sete anos. Ele é uma adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A obra foi lançada no Brasil com o título de “Assassinos da Lua das Flores”. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 e o roteiro foi escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”). A trama gira em torno do massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. “Quando li o livro de David Grann, imediatamente comecei a vê-lo – as pessoas, as configurações, a ação – e eu sabia que tinha que transformar isso em um filme”, disse Scorsese em um comunicado antigo sobre o projeto. “Estou muito empolgado por trabalhar com Eric Roth e me reunir com Leo DiCaprio para trazer essa história americana verdadeiramente inquietante para a tela”, acrescentou ele. “Killers of the Flower Moon” é a sexta parceria entre o diretor e DiCaprio, após “Gangues de Nova York” (2002), “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados (2006), “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013). O elenco ainda inclui Robert De Niro (“O Irlandês”), transformando o longa na primeira parceria de DiCaprio e De Niro dirigida por Scorsese, que tem os dois atores como maiores parceiros de sua carreira. Além da dupla famosa, também participam da produção Lily Gladstone (“Billions”), Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”), Tantoo Cardinal (“Stumptown”), Pat Healy (“Station 19”), Louis Cancelmi (“Billions”), Gary Basaraba (“Suburbicon”), Tatanka Means (“The Son”), Scott Shepherd (“X-Men: Fênix Negra”), Cara Jade Myers (“Rutherford Falls”) e os músicos Sturgill Simpson (“A Caçada”) e Jason Isbell (“Squidbillies”).
Filmes novos: “Tetris”, “Mistério em Paris 2” e as estreias de streaming da semana
Os 10 melhores filmes que chegam ao streaming nesta semana se dividem entre metade de destaques de serviços de assinatura e metade de lançamentos de VOD, nas locadoras digitais. Desta vez, os títulos mais esperados são de plataformas tradicionais, Apple TV+ e Netflix. Confira abaixo o Top 10 dos lançamentos para ver no cinema de casa. | TETRIS | APPLE TV+ A história da origem do famoso jogo Tetris é transformada numa comédia de ação muito divertida, com direito a perseguições e conspirações políticas. Escrito por Noah Pink (criador da série “Genious”) e dirigido por Jon S. Baird (“Stan & Ollie”), o filme conta a história real de Henk Rogers (Taron Egerton, de “Rocketman”), o sujeito responsável por colocar o “Tetris” dentro do console Game Boy e transformar o combo num fenômeno de vendas. Com 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a trama mostra Rogers envolvido em negociações com oficiais da União Soviética, batalhas legais e até espionagem, enquanto tenta trazer o criador do jogo, o russo Alexey Pajitnov (Nikita Efremov, de “Syostry”), para os Estados Unidos. O elenco ainda conta com Toby Jones (“O Pálido Olho Azul”), Roger Allam (“Endeavour”), Anthony Boyle (“The Plot Against America”), Togo Igawa (“Invasão”), Ken Yamamura (“Pássaro do Oriente”), Ben Miles (“The Crown”) e Matthew Marsh (“Knightfall: A Guerra do Santo Graal”). | MISTÉRIO EM PARIS | NETFLIX A continuação mediana da comédia “Mistério no Mediterrâneo” (2019) volta a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston, que desta vez se transformam em verdadeiros heróis de ação, envolvidos em tiroteios, perseguições e explosões. A trama se passa quatro anos após o primeiro filme, e acompanha o casal Nick e Audrey Spitz (Sandler e Aniston), que agora são detetives em tempo integral, mas lutam para fazer sua agência decolar. Certo dia, eles são convidados para celebrar o casamento do amigo Maharaja (Adeel Akhtar) em sua ilha particular. Porém, o noivo é sequestrado durante a cerimônia, transformando cada convidado, membro da família e até a própria noiva em suspeitos, num mistério que conduz até a capital francesa. Mistério em Paris” foi mais uma vez escrito por James Vanderbilt, mas a direção agora é de Jeremy Garelick (“Padrinhos Ltda.”). Já o elenco conta ainda com Mark Strong (“Shazam!”), Mélanie Laurent (“Oxigênio”), Jodie Turner-Smith (“Queen & Slim”) e John Kani (“Pantera Negra”). Ainda assim, a crítica norte-americana achou medíocre (51%). | KILL BOKSOON | NETFLIX O thriller de ação sul-coreano apresenta elementos similares à franquias como “John Wick” e “Nikita”, ao mostrar uma sociedade secreta de assassinos em luta contra um ex-colega, além de cenas de lutas muito bem coreografadas. No filme dirigido por Byun Sung-hyun (“O Impiedoso”), Gil Boksoon (Jeon Do-yeon, de “Golpe de Sorte”) leva uma vida dupla como mãe solteira e lendária assassina de aluguel numa renomada agência de matadores. Mas embora seja experiente na arte de matar, Boksoon ainda tem muito o que aprender como mãe. Para melhorar seu relacionamento com a filha, ela decide não renovar o contrato de trabalho e se aposentar. Mas, em sua última missão, a assassina descobre um segredo que a leva a quebrar sua maior regra: sempre terminar o serviço. Agora, ela precisará fugir não apenas da agência onde trabalhava, mas também de toda a máfia de assassinos de aluguel. Fãs de “John Wick” vão adorar. | RYE LANE: UM AMOR INESPERADO | STAR+ A comédia romântica da estreante Raine Allen-Miller é uma simpaticíssima história de girl meets boy (garota encontra garoto) com sotaque, ambientação e o melhor estilo britânico, além de impressionantes 99% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. O enredo acompanha Yas (Vivian Oparah) e Dom (David Jonsson), dois jovens de 20 e poucos anos, que estão se recuperando de fins amargos de relacionamentos e se conectam ao longo de um dia agitado no sul de Londres – ajudando um ao outro a lidar com seus ex-pesadelos e potencialmente restaurando a fé de ambos no amor. | PLEASE BABY PLEASE | MUBI O primeiro longa de Amanda Kramer (diretora de clipes da atriz Maya Hawke) é um musical underground com abordagem e estilo similar aos filmes de John Waters (“Hairspray”) e videoclipes. Os protagonistas são os recém-casados Suse e Arthur, que se tornam a perigosa obsessão de uma gangue que desperta um dilema adormecido sobre a identidade sexual do casal. Divisivo, o filme não é para todos, mas cinéfilos adoram e chegou a ser premiado no L.A. Outfest, um dos festivais de cinema LGBTQIAP+ mais influentes do mundo. Apesar de ser uma produção bastante indie, atraiu nomes conhecidos para seu elenco, como Andrea Riseborough (indicada ao Oscar 2023 por “To Leslie”), Harry Melling (da franquia “Harry Potter”) e Demi Moore (“Striptease”). | DESAPEGA! | VOD* A comédia brasileira destaca as atrizes Gloria Pires e Maisa como mãe e filha. Após sete anos de luta contra seu vício em compras, a personagem de Gloria lidera um grupo de apoio a compradores compulsivos, é bem sucedida como organizadora pessoal e está começando um novo romance com o personagem de Marcos Pasquim (“Malhação”). Nada parece ser capaz de abalá-la, até ela receber a notícia de que sua filha única (papel de Maisa) tem planos de sair de casa para estudar no exterior, fazendo tudo que parecia superado voltar com força. O elenco conta ainda com Malu Valle, Wagner Santisteban, Polly Marinho, Carol Bresolin e Rodrigo Fagundes. E é exatamente esse núcleo de compradores compulsivos que alimenta as principais piadas do longa dirigido por Hsu Chien (“Quem Vai Ficar com Mário?”). | AS HISTÓRIAS DE MEU PAI | VOD* A nova comédia francesa que volta a juntar o diretor Jean-Pierre Améris com o ator Benoît Poelvoorde após “Aluga-se uma Família” (2015) e “Românticos Anônimos” (2010) é um pouco mais dramática que o costume. A história se passa nos anos 1960 e acompanha uma criança de 11 anos que idolatra o pai e suas histórias mirabolantes de guerra. Até o dia em que o pai o recruta para uma missão crucial para o futuro da França: assassinar o presidente Charles De Gaulle. | TRALALA | VOD* A comédia musical francesa acompanha Tralala, um cantor das ruas de Paris que leva a sério a mensagem “Acima de tudo, não seja você mesmo”, deixada por um jovem desconhecida. Quando uma senhora de 60 anos o confunde com seu próprio filho, desaparecido há 20 anos nos Estados Unidos, ele decide assumir o papel. O filme tem direção de Arnaud Larrieu e Jean-Marie Larrieu, e marca a terceira colaboração da dupla com Mathieu Amalric. A anterior tinha sido há nove anos, em “O Amor é um Crime Perfeito”, que também contou com Maïwenn em seu elenco. Além dos dois, a produção traz Mélanie Thierry (“O Teorema Zero”), Denis Lavant (“Holy Motors”) e Josiane Balasko (“Tá Tudo Incluído!”). | ANGÉLICA | VOD* O drama argentino gira em torno da mulher do título, que aos 40 anos não consegue encarar as mudanças em sua vida causadas pela perda da mãe, de quem cuidava. Escondida de sua irmã, ela decide permanecer morando na sua casa de infância, que está prestes a ser demolida, escondendo-se armada no sótão, enquanto a equipe de demolição derruba as paredes. O segundo longa de Delfina Castagnino (“Lo que Más Quero”) venceu o Festival de Mar Del Plata e traz em seu elenco Cecilia Rainero (“Um Crime em Comum”), Andrea Garrote (“Relatos Selvagens”), Antonio Grimau (“Barra Bravas”) e Diego Cremonesi (“Vermelho Sol”). | DEMON SLAYER: MUGEN TRAIN | VOD* O primeiro longa da franquia animada japonesa virou um blockbuster recordista de bilheteria. A trama é baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge desde 2016 e transformado num anime três anos depois, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, em sua estreia em longa-metragem. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, que mataram quase toda sua família e contaminaram sua irmã para transformá-la numa criatura maligna. Por coincidência, o segundo longa da saga também foi lançado no Brasil nesta semana nos cinemas. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
Roteirista de “Avatar 2” vai escrever “Quarteto Fantástico”
A Marvel quer uma nova história para seu filme do Quarteto Fantástico. O estúdio contratou Josh Friedman, roteirista do blockbuster “Avatar: O Caminho da Água”, para escrever o filme que introduzirá os heróis no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), após três filmes na antiga 20th Century Fox. Inicialmente, Jeff Kaplan e Ian Springer (do vindouro “K-Pop: Lost in America”) eram os nomes escolhidos para tocarem o roteiro do filme. A dupla, que costuma trabalhar junta em comédias, teve seus nomes relacionados ao projeto em setembro do ano passado. Não há detalhes sobre o motivo da mudança nem sobre a trama do longa, que será dirigido por Matt Shakman (“WandaVision”). O elenco ainda não foi confirmado, mas pode contar com o ator John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”), que apareceu como um Reed Richards de outra dimensão em “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. A estreia está marcada para 14 de fevereiro de 2025.
Lilo & Stich: Disney encontra intérprete da Lilo de carne e osso
A Disney definiu a atriz que viverá a Lilo na versão live action de “Lilo & Stich”. A jovem estreante Maia Kealoha foi escolhida para viver a menina havaiana, que trava amizade com um pequeno alienígena, originalmente criado para ser uma força de destruição. “Lilo & Stitch” foi o primeiro filme escrito e dirigido por Chris Sanders e Dean DeBlois, que depois criaram “Como Treinar Seu Dragão” (2010). O filme rendeu duas sequências lançadas no mercado de vídeo, além de três séries animadas diferentes – para os EUA, o Japão e a China. Desenvolvida para a Disney+, a versão live-action também inclui Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) em um papel ainda não revelado e o próprio Chris Sanders repetindo seu papel dos desenhos, como a voz de Stich – que será, naturalmente, criado por animação computadorizada. A direção do longa está a cargo de Dean Fleischer Camp (“Marcel the Shell with Shoes On”) e a previsão de estreia é para maio de 2024. LILOOOO 🌺🛸 De acordo com o The Hollywood Reporter, a mini querida Maia Kealoha será a nossa Lilo no live-action de 'Lilo & Stitch'! Via: https://t.co/ml6XXl7z2Y pic.twitter.com/L529w07FY4 — Disney Live-Actions Brasil 🧚🏾♀️🧜🏾♀️ (@DisneyLABR) March 31, 2023












