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    Estreias | “Napoleão” e “Ó Pai, Ó 2” chegam aos cinemas

    23 de novembro de 2023 /

    O épico “Napoleão” e a comédia brasileira “Ó Pai, Ó 2” são os principais lançamentos desta quinta (23/11) nos cinemas, chegando em 900 e 500 telas, respectivamente. Ambos enfrentam percalços. O longo filme de Ridley Scott recebeu críticas pouco entusiasmadas nos EUA. Já a produção estrelada por Lázaro Ramos enfrenta um suposto boicote de bolsonaristas. Ainda assim, tem uma das maiores estreias nacionais do ano – esgotou ingressos em Salvador. Apesar dos dois títulos serem as prioridades do circuito exibidor, a programação soma ao todo 10 estreias na semana. Confira abaixo todas as novidades.   NAPOLEÃO   O novo épico de Ridley Scott marca um reencontro com Joaquin Phoenix, 23 anos após “Gladiador”. O ator (hoje mais lembrado por “Coringa”) encarna Napoleão desde sua ascensão como jovem tenente, mostrando sua habilidade em navegar e manipular o cenário político e social da França revolucionária em sua caminhada para assumir o título de imperador. Mas embora concentre-se na trajetória política e militar, o longa também mergulha na relação tumultuada de Napoleão com a Imperatriz Josephine, interpretada por Vanessa Kirby (“Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um”), numa dinâmica que oscila da paixão intensa a confrontos tempestuosos. Notável pela execução técnica, o filme apresenta cenas espetaculares de batalhas com uma combinação de som impactante e coreografia intrincada, capturando o caos e a precisão das estratégias de Napoleão. Os detalhes de figurino e design de produção meticulosamente elaborados são outros destaques da produção grandiosa. Mas todo esse apuro esbarra na opção do diretor em retratar um Napoleão caricatural, sujeito a pitis e frases infantis, que não parece fazer justiça ao papel histórico do personagem. Ele é apresentado como uma figura ambígua, capaz de estratégias geniais, mas que também demonstra enorme instabilidade emocional diante de desastres, como a lendária derrota em Waterloo. Além disso, a importância de Josephine é bastante minimizada, num retrato muito superficial da imperatriz. Os críticos franceses odiaram – chamaram o filme de “Barbie e Ken sob o Império”, indicando a artificialidade nas representações dos protagonistas, além de francófobo. Os críticos anglófilos acharam mais satisfatório. Basicamente, os 62% de aprovação no Rotten Tomatoes devem-se ao visual das batalhas. São seis ao todo, só que as mais de duas horas e meia de projeção garantem muitas cenas apressadas e cheias de imprecisões históricas entre elas. Vale lembrar que Scott ameaça lançar uma versão do diretor com quatro horas.   Ó PAÍ, Ó 2   A aguardada continuação do filme de 2007, estrelado por Lázaro Ramos, traz de volta os personagens icônicos e o mundo colorido do Pelourinho, em Salvador. Quinze anos após os eventos originais, o longa reencontra o personagem Roque (Ramos) gravando uma música que ele acredita ser o próximo sucesso do verão. Contudo, a trama sobre uma guinada para um desafio comunitário: o bar de Neuzão (Tânia Tôko), um local querido e central para os moradores do cortiço, foi vendido para um comerciante devido a dívidas acumuladas. Com isso, Roque e outros moradores do cortiço – incluindo Yolanda (Lyu Arisson), Reginaldo (Érico Brás), Maria (Valdineia Soriano) e mãe Raimunda (Cássia Vale) – se mobilizam para organizar um evento em homenagem a Yemanjá, com o objetivo de arrecadar fundos suficientes para saldar as dívidas do bar e recuperá-lo. Paralelamente, Dona Joana (Luciana Souza), ainda atordoada pela perda de seus filhos Cosme e Damião, vagueia pelo Pelourinho, trazendo para casa jovens em situação de rua, num retrato da dor das mães pretas diante das tragédias urbanas. Ao contrário do primeiro longa que tinha uma atmosfera mais festiva, a continuação adota um tom mais sério e reflexivo, abordando temas como a luta coletiva, a resistência e os desafios enfrentados pela comunidade afro-brasileira. Equilibrando momentos de humor com uma análise crítica da realidade vivida pelos personagens, o filme de Viviane Ferreira (“O Dia de Jerusa”) representa um amadurecimento da narrativa original, misturando comédia com comentários sociais relevantes. Só que, ao ir além do entretenimento, “O Pai, Ó 2” provoca desafetos. Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro lançaram uma campanha de boicote, sua terceira iniciativa do gênero contra o cinema brasileiro – curiosamente, todas visando obras protagonizadas por negros. “Marighella”, de Wagner Moura, virou a maior bilheteria brasileira de 2021, enquanto “Medida Provisória”, dirigido pelo próprio Lázaro Ramos, tornou-se a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. Lançado uma semana antes em Salvador, “O Pai, Ó 2” esgotou todas suas sessões de pré-estreia na capital baiana.   NÃO TEM VOLTA   A comédia de ação brasileira coloca o romance de Manu Gavassi (“Maldivas”) e Rafael Infante (“Vai que Cola”) à prova de maneiras extremas. Após o término do relacionamento, Henrique (Infante), incapaz de superar a separação, contrata uma empresa de assassinos de aluguel para tirar sua própria vida. Contudo, as coisas tomam um rumo inesperado quando Gabriela (Gavassi) retorna e deseja reatar o namoro, levando Henrique a uma corrida contra o tempo para cancelar o contrato que assinou. Dirigido por César Rodrigues (“Lulli”) e escrito por Fernando Ceylão (“Dissonantes”), o filme mistura comédia, romance, ação e drama de uma forma que se destaca entre as comédias brasileiras, com bônus para a química entre Gavassi e Infante, ponto forte do filme. Ela interpreta uma mulher independente e focada em sua carreira, enquanto ele traz à vida um personagem que, apesar de suas falhas e inseguranças, evolui ao longo da trama. O humor não abusa de piadas forçadas, e as cenas de ação são bem integradas à história. Mas não se pode dizer que seja uma obra totalmente original. Cinéfilos devem lembrar da premissa muito parecida da comédia clássica francesa “Fabulosas Aventuras de um Playboy”, estrelada por Jean Paul Belmondo e Ursula Andress em 1965.   O PEQUENO CORPO   A estreia da diretora Laura Samani apresenta uma jornada emocionante e mística no nordeste da Itália no início do século 20. A protagonista Agata, interpretada pela impressionante Celeste Cescutti, enfrenta uma tragédia pessoal quando seu filho nasce morto. Dominada pelo desespero e contra os desejos do marido, Agata descobre uma igreja distante que, segundo rumores, pode conceder um fôlego de vida ao seu filho para um batismo salvador. Determinada, ela inicia uma jornada arriscada, enfrentando adversidades e encontrando personagens desafiadores, incluindo um homem trans que se torna seu companheiro de viagem. A narrativa mergulha em temas de folclore e misticismo, entrelaçados com a influência do catolicismo na região. A obra explora conceitos como redenção, superstição e autonomia feminina, tudo ambientado em um cenário marcado por tonalidades terrosas e uma abordagem de realismo mágico. O trabalho rendeu reconhecimento para Samani no prêmio David di Donatello (o Oscar italiano), como Melhor Diretora Estreante, e na premiação da Academia Europeia, como Descoberta da Crítica.   CULPA E DESEJO   A cineasta Catherine Breillat (“Uma Relação Delicada”) retorna ao cinema após uma década, ainda disposta a desafiar tabus e convenções sociais. Seu novo filme é uma versão francesa do premiado thriller dinamarquês “Rainha de Copas” (2019) e se concentra em Anne (Léa Drucker), uma advogada bem-sucedida especializada em casos de abuso sexual, que vive com seu marido rico (Olivier Rabourdin) e suas filhas adotivas gêmeas em uma casa idílica nos arredores de Paris. A chegada de Théo (Samuel Kircher), filho adolescente de um casamento anterior do marido, após ser expulso da escola, desencadeia uma tensão sedutora na casa, que evoluiu para algo proibido. Ela se envolve em um caso ilícito com o jovem problemático, ameaçando o refúgio burguês que construiu para si mesma. A adaptação tem uma abordagem mais sutil e reflexiva que os trabalhos mais polêmicos da diretora. Ainda assim, evita o moralismo convencional e o melodrama do filme original, não rotulando claramente nenhum dos personagens como vilão pedófilo ou vítima infantil desprovida de consentimento. Breillat opta por cenas de sexo mais longas e com closes nos rostos, destacando a linha tênue entre racionalidade e luxúria. A performance de Drucker é central para o filme, retratando Anne como uma mulher complexa, que oscila entre múltiplos aspectos de sua personalidade, e se torna aquilo contra o qual ela lutou profissionalmente. A obra é marcada por escolhas estilísticas que refletem a dualidade da personagem principal, incluindo a trilha sonora, com faixas de Kim Gordon, ex-integrante do Sonic Youth, que criam a imagem de uma mulher desafiadora. Embora esses elementos estabeleçam parcialmente o comportamento de Anne, o filme se destaca não apenas pelo seu tema provocativo, mas também pela maneira como explora a ambiguidade moral, as complexidades do desejo e do autoengano.   DE VOLTA A CÓRSEGA   A diretora e roteirista francesa Catherine Corsini, conhecida por seus dramas focados em personagens femininas, conta a história de uma mulher negra, Khedidja (interpretada por Aissatou Diallo Sagna), e suas duas filhas, Jessica (Suzy Bemba) e Farah (Esther Gohourou), que retornam à Córsega após eventos traumáticos do passado. A narrativa, ambientada em paisagens deslumbrantes, acompanha a chegada da família na ilha, onde Khedidja assume um emprego de verão como babá para um casal rico, interpretado por Virginie Ledoyen e Denis Podalydès. A trama se desenrola em torno dos desafios e descobertas das três mulheres da família. Jessica, agora uma jovem de 18 anos, se destaca nos estudos e recebe uma oferta para estudar em Paris, enquanto Farah, aos 15 anos, revela-se uma adolescente rebelde e hedonista. Ela se envolve em um conflito com um jovem racista na praia e adota uma postura vingativa que traz consequências inesperadas. Mas Jessica também arranja problemas, ao desenvolver uma relação sexual com Gaia (Lomane de Dietrich), a filha teimosa e independente dos empregadores de sua mãe. Para complicar, tensões emergem à medida que Jessica descobre mais sobre a história familiar, ocultações e mentiras de Khedidja, resultando em conflitos intensos entre mãe e filhas. A obra lida com temas como identidade, pertencimento e preconceitos enfrentados pelas mulheres negras na sociedade francesa, mas sem fazer disso o foco central da narrativa. Em vez disso, mostra uma família tentando superar uma perda e reconciliar-se com erros do passado, com um olhar introspectivo sobre suas lutas internas e os laços familiares, enriquecido pela bela cinematografia que realça a beleza natural da Córsega.   MEU NOVO BRINQUEDO   Remake da comédia francesa “Le Joet” de 1976, cuja história é mais conhecida por outro remake, o americano “O Brinquedo” (1982) com Richard Pryor, o filme conta a história de um Sami, vigia noturno pobre (interpretado por Jamel Debbouze), que muda completamente de vida quando é escolhido pelo filho de seu chefe, o homem mais rico da França (Daniel Auteuil), como seu novo “brinquedo” de aniversário. Ele aceita essa situação humilhante por necessidade financeira, já que sua esposa está grávida e enfrenta o desemprego. O filme explora temas como dignidade humana e a moralidade de vender-se pelo melhor preço, refletindo assim um aspecto político e social frequentemente presente no cinema francês, mesmo em comédias. O diretor James Huth (“Luke Lucky”) junta na produção dois dos atores mais renomados do cinema francês recente, Daniel Auteuil (“Belle Époque”) e Jamel Debbouze (“Asterix nos Jogos Olímpicos”), e também introduz reflexões sobre o impacto das mídias sociais na construção da imagem pública, um elemento moderno que diferencia o remake das versões anteriores.   CASAMENTO GREGO 3   A comédia escrita, dirigida e estrelada por Nia Vardalos continua a saga da família Portokalos, iniciada com o sucesso surpreendente de “Meu Casamento Grego” há duas décadas. Neste terceiro filme, Toula (Vardalos) e sua família enfrentam a perda do patriarca Gus (Michael Constantine), e em sua homenagem viajam para a Grécia para visitar sua cidade natal. Ao longo da trama, são introduzidos diversos pequenos conflitos familiares, que rapidamente se resolvem, enquanto Toula, outrora o foco da franquia, se vê relegada a um papel secundário entre os demais Portokalos – incluindo a nova geração representada por sua filha, Paris (Elena Kampouris). Além de atuar, Vardalos assume pela primeira vez a direção da franquia, mas falha em manter a coesão narrativa e o charme do filme original – a produção independente mais-bem sucedida de todos os tempos. Embora tente explorar temas de união familiar e herança cultural, acaba se perdendo em clichês e soluções simplistas para...

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  • Filme

    Tim Allen confirma que Disney prepara “Toy Story 5”

    23 de novembro de 2023 /

    No início deste ano, o CEO da Disney, Bob Iger, anunciou o desenvolvimento de um novo filme da franquia “Toy Story”, juntamente com novas sequências das franquias “Frozen” e “Zootopia”, e agora Tim Allen confirmou que tanto ele quanto Tom Hanks foram contatados pela Disney para fazer “Toy Story 5”. A revelação esclarece uma dúvida, ao indicar que o novo filme não será um derivado, mas uma continuação da história central. Durante uma participação no programa “The Tonight Show”, a voz oficial de Buzz Lightyear revelou: “Eles entraram em contato comigo e com o Tom para reprisarmos os papéis. Eles não estão dizendo nada sobre isso… Você se pergunta se quatro foram demais. Será que cinco será demais?” Allen também acrescentou: “De acordo com os rumores, o escritor que está trabalhando nisso escreveu um dos melhores filmes da série e disse: ‘Se eu não acertar, não farei’. Pode ser uma forma muito interessante de reunir tudo.” Vale lembrar que “Toy Story 4” foi lançado nos cinemas em 2019 e foi bem recebido tanto pela crítica quanto pelo público, arrecadando mais de US$ 1 bilhão em bilheteria global. O filme estabeleceu um recorde na época como o maior lançamento de um filme animado, com uma arrecadação global de US$ 244,5 milhões. Na época, muitos fãs estavam preocupados que um quarto filme pudesse estragar o final perfeito criado pela Pixar em “Toy Story 3” (que também ultrapassou US$ 1 bilhão em vendas de ingressos e venceu o Oscar de Melhor Animação), mas isso não se confirmou, já que “Toy Story 4” também foi muito bem recebido. Uma coisa é certa: a Pixar está em busca de um grande sucesso nas bilheteiras, e “Toy Story 5” parece ser uma escolha lógica no papel, pelo menos. O estúdio teve um desempenho abaixo do esperado nas bilheteiras em 2022 com “Lightyear” e só se recuperou ligeiramente com “Elementos” neste ano.

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  • Filme

    Melissa Barrera se manifesa após ser demitida de “Pânico 7”

    22 de novembro de 2023 /

    A estrela da franquia “Pânico” Melissa Barrera compartilhou nas redes sociais suas primeiras declarações após ter sido demitida do sétimo filme da franquia de terror. A Spyglass Media demitiu a atriz por seus diversos posts favoráveis aos palestinos na Faixa de Gaza, em meio à guerra entre Israel o grupo terrorista Hamas. Em comunicado emitido na terça-feira (21/11), o estúdio caracterizou o conteúdo como antissemita. “Em primeiro lugar, condeno o antissemitismo e a islamofobia. Condeno o ódio e o preconceito de qualquer tipo contra qualquer grupo de pessoas”, escreveu Barreira em seu Instagram, em resposta à alegação. “Como latina, uma mexicana orgulhosa, sinto a responsabilidade de ter uma plataforma que me permite o privilégio de ser ouvida e, portanto, tenho tentado usá-la para aumentar a conscientização sobre questões que me interessam e para emprestar minha voz àqueles que estão em necessidade”, continuou. “Todas as pessoas nesta terra – independentemente da religião, raça, etnia, género, orientação sexual ou estatuto socioeconómico – merecem direitos humanos iguais, dignidade e, claro, liberdade.” “Acredito que um grupo de pessoas NÃO é a sua liderança e que nenhum órgão governamental deve estar acima das críticas”, ela seguiu, referindo-se a postagens em que ela criticou o governo israelense. “Rezo dia e noite para que não haja mais mortes, que não haja mais violência e que haja coexistência pacífica. Continuarei a falar em nome daqueles que mais precisam e continuarei a defender a paz e a segurança, os direitos humanos e a liberdade. O silêncio não é uma opção para mim.”   O que aconteceu? A atriz publicou dezenas de postagens desde o início da guerra em 7 de outubro, condenando a reação desproporcional de Israel ao ataque do Hamas em seu território. Apesar de lamentar as perdas de vidas israelenses, ela ressalva que “Gaza está sendo tratada atualmente como um campo de concentração”. “Encurralar todos juntos, sem ter para onde ir, sem eletricidade, sem água… As pessoas não aprenderam nada com a nossa história. E assim como nossas histórias, as pessoas ainda assistem silenciosamente a tudo acontecer. Isso é genocídio e limpeza étnica”, ela protestou. Em comunicado à imprensa, o estúdio Spyglass foi duro ao explicar a razão da demissão: “A posição da Spyglass é inequivocamente clara: temos tolerância zero ao antissemitismo ou ao incitamento ao ódio sob qualquer forma, incluindo falsas referências ao genocídio, depuração étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse flagrantemente a linha do discurso de ódio”. Os fundadores da Spyglass, Gary Barber e Roger Birnbaum, são judeus – como boa parte dos executivos de Hollywood. Um dia após essa nota, veio a notícia de que atriz Jenna Ortega também saiu de “Pânico 7”. Oficialmente, o afastamento se deu por conflito de agenda com as gravações da 2ª temporada de “Wandinha”. Entretanto, a decisão veio à tona em meio a rumores de que ela se demitiria em solidariedade. Christopher Landon, diretor do vindouro filme, lamentou o desdobramento pelo X (antigo Twitter). “Esta é minha posição: tudo é uma droga. Parem de gritar. Esta decisão não foi minha”, escreveu. Mas em seguida a postagem foi apagada.   Próximo filme O sétimo “Pânico” será dirigido por Christopher Landon, conhecido por “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020). Ele será o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. Com a saída das duas atrizes principais, a produção precisará recomeçar do zero, com um novo roteiro e elenco. Ainda não há qualquer previsão para o lançamento de “Pânico 7”.

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  • Filme

    Jamie Foxx é processado por importunação sexual

    22 de novembro de 2023 /

    O ator Jamie Foxx virou alvo de um processo por importunação sexual nesta quarta-feira (22/11). A ação foi aberta por uma mulher não identificada que supostamente foi agredida sexualmente em um bar de cobertura em Nova York em 2015. A mulher alega que Foxx a levou para um canto isolado do lounge da cobertura Catch NYC, esfregou seus seios e a apalpou sob a calcinha contra sua vontade.   O que aconteceu? Segundo a ação, a mulher e uma amiga estavam sentadas em uma mesa próximos de Foxx e Mark Birnbaum, dono do bar. Por volta da 1h, a amiga da mulher se levantou e pediu para tirar uma foto com Foxx. Foxx concordou e eles tiraram várias fotos. Então, o ator começou a elogiar a mulher, dizendo “Uau, você tem aquele corpo de supermodelo” e “Você cheira tão bem”. O processo também afirma que ele disse que ela se parecia com a atriz Gabrielle Union. A seguir, a ação descreve que o ator pegou a mulher pelo braço e a conduziu para uma parte mais isolada da cobertura, onde apalpou seus seios por baixo do top curto que estava usando. Ela teria sido pega de surpresa e tentou se afastar, mas Foxx então enfiou as mãos nas calças dela e “colocou os dedos” em suas partes íntimas. O documento afirma que um segurança testemunhou a apalpação, mas não interveio. Nesse ínterim, a amiga da mulher apareceu e Foxx parou de tocá-la, indo embora do local.   Busca por indenização Ela agora busca indenização por dor, sofrimento emocional, ansiedade e humilhação. Ela ainda revela que sua região íntima ficou dolorida e teve que procurar tratamento médico em decorrência da agressão. O processo também nomeia Birnbaum e Catch NYC como réus, alegando que eles permitiram o ataque e não supervisionaram adequadamente seus funcionários. O processo é um dos muitos movidos sob a Lei de Sobreviventes Adultos de Nova York, que abriu uma janela de um ano para registrar acusações de abuso sexual que teriam sido prescritas. Nesta quarta, o cantor Axl Rose, da banda Guns N’ Roses, também foi alvo de um processo por abuso sexual em Nova York.

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  • Filme

    CCXP 23 | Warner trará Zendaya, Timothée Chalamet, Jason Momoa e Chris Hemsworth a SP

    22 de novembro de 2023 /

    A Warner Bros. anunciou nesta quarta-feira (22/11) que trará diversos astros internacionais ao Brasil durante a CCXP 23, que ocorre entre os dias 30 de novembro e 3 de dezembro na São Paulo Expo. Entre os artistas confirmados estão Zendaya, Timothée Chalamet, Jason Momoa, Patrick Wilson, Chris Hemsworth, Austin Butler, Anya Taylor-Joy, Florence Pugh e Yahya Abdul Mateen I. O estúdio trará as estrelas para promover os longas “Aquaman 2: O Reino Perdido”, “Duna: Parte 2”, “Furiosa” e “Godzilla e Kong: O Novo Império”. Mas Chalamet deve fazer jornada dupla com o filme “Wonka”. Além disso, a cantora Sandy participará da apresentação como parte do elenco de “Evidências do Amor”, aposta nacional da Warner. Ela e o diretor Pedro Antônio estarão em um painel no primeiro dia do evento (30/11) para promover o longa, que tem lançamento previsto para 22 de fevereiro de 2024. No mesmo dia, Anya Taylor-Joy, Chris Hemsworth e o cineasta George Miller farão a primeira apresentação internacional do filme “Furiosa”, que estreia em 23 de maio no Brasil. Mas o principal dia do estúdio no evento será o encerramento (3/12), marcado por três painéis: “Godzilla e Kong: O Novo Império”, com a presença do diretor Adam Wingard (o filme tem previsão de estreia para 11 de abril); “Aquaman 2: O Reino Perdido”, com os atores Jason Momoa, Patrick Wilson e Yahya Abdul Mateen II, além do diretor James Wan (estreia em 20 de dezembro); e “Duna: Parte Dois”, que reunirá Timothée Chalamet, Zendaya, Austin Butler, Florence Pugh e o diretor Denis Villeneuve estarão (estreia em 14 de março).

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  • Filme

    Após demissão de Melissa Barrera, Jenna Ortega desiste de “Pânico 7”

    22 de novembro de 2023 /

    Após a demissão de Melissa Barrera por apoiar a causa Palestina, a atriz Jenna Ortega também está fora de “Pânico 7”. Oficialmente, o afastamento se deu por conflito de agenda com as gravações da 2ª temporada de “Wandinha”. Entretanto, a notícia chega um dia após sua colega da franquia ser demitida e em meio a rumores de que ela se demitiria em solidariedade. Em comunicado à imprensa, o estúdio Spyglass explicou que decidiu demitir Barrera porque as postagens da atriz foram interpretadas como antissemitas. “A posição da Spyglass é inequivocamente clara: temos tolerância zero ao antissemitismo ou ao incitamento ao ódio sob qualquer forma, incluindo falsas referências ao genocídio, depuração étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse flagrantemente a linha do discurso de ódio”, disse a companhia. Os fundadores da Spyglass, Gary Barber e Roger Birnbaum, são judeus – como boa parte dos executivos de Hollywood. Christopher Landon, diretor do vindouro filme, lamentou o desdobramento pelo X (antigo Twitter). “Esta é minha posição: tudo é uma droga. Parem de gritar. Esta decisão não foi minha”, escreveu. Mas em seguida a postagem foi apagada.   Próximo filme O sétimo “Pânico” será dirigido por Christopher Landon, conhecido por “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020). Ele será o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. Com a saída das duas atrizes principais, a produção precisará recomeçar do zero, com um novo roteiro e elenco. Ainda não há qualquer previsão para o lançamento de “Pânico 7”.

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  • Filme

    Netflix revela volta de Eddie Murphy à franquia “Um Tira da Pesada”

    21 de novembro de 2023 /

    A Netflix divulgou a primeira foto de Eddie Murphy de volta ao papel de Axel Foley em “Um Tira da Pesada 4”. A imagem mostra o protagonista com as mãos para cima, vestindo uma jaqueta do Detroit Lions, diante de duas policiais nervosas e com um grupo de curiosos atrás dele gravando o incidente em seus telefones. A continuação se passa quase 30 anos após o terceiro filme da franquia. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. Todos eles mostraram o policial de Detroit Alex Foley viajando a Los Angeles para resolver casos interestaduais. O resto do elenco e equipe Quatro atores dos filmes originais também voltarão na continuação: Judge Reinhold e John Ashton, que viveram os detetives Billy Rosewood e o Sargento Taggart, ajudantes atrapalhados de Foley em Los Angeles; Paul Reiser, o parceiro original de Foley em Detroit, chamado Jeffrey Friedman; e Bronson Pinchot, que viveu Serge, um funcionário atrevido de galeria de arte. Eles se juntarão a novos personagens interpretados por Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”), Taylour Paige (“Zola”) e Kevin Bacon (“Guardiões da Galáxia: Especial de Festas”), que não tiveram seus papéis divulgados. A continuação foi escrita por Will Beall (“Aquaman”) e tem direção de Mark Molloy, que assina seu primeiro longa-metragem após ganhar vários prêmios por seu trabalho em publicidade. Já a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. O projeto foi acelerado após Eddie Murphy estrelar com sucesso outra sequência dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que virou um dos filmes mais vistos da Amazon Prime Video. O lançamento vai acontecer em 2024 na Netflix, mas ainda não há data marcada para a estreia. He's back. Axel Foley returns in 2024! pic.twitter.com/IQkJBvq2QF — Netflix (@netflix) November 21, 2023

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    Melissa Barrera é demitida de “Pânico 7” por apoiar Palestina

    21 de novembro de 2023 /

    A atriz Melissa Barrera foi demitida de “Pânico 7”, continuação da franquia de terror, atualmente em desenvolvimento. A produtora Spyglass teria tomado a decisão após postagens de apoio à Palestina no Instagram pessoal da atriz. Os fundadores da Spyglass, Gary Barber e Roger Birnbaum, são judeus – como boa parte dos executivos de Hollywood. Em seu Instagram, ela publicou mensagens oficiais das Nações Unidas e argumentou que nem todo palestino era do Hamas, assim como nem todo israelense era favorável às ações do governo de direita do país. Ela postou vídeos de políticos europeus, apelos de judeus famosos e até um sobrevivente do Holocausto comparando os ataques de Israel na Faixa de Gaza a genocídio. Persistente, publicou dezenas de Stories sobre o tema, sempre pedindo o fim do massacre e paz na região. Em seus posts, ela se esforçava para não generalizar, entretanto, segundo o site Deadline, sua posição foi considerada antissemita pelos responsáveis por sua demissão. A gota d’água teria sido uma insinuação de que judeus controlam a mídia. “Eu tenho procurado vídeos e informações sobre os palestinos há duas semanas ou mais, seguindo relatos etcs. Por quê? Porque a mídia ocidental só mostra o outro lado. Por que eles fazem isso, deixarei que vocês deduzam por conta própria”, ela escreveu.   Próximo filme O sétimo “Pânico” será dirigido por Christopher Landon, conhecido por “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020). Ele será o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. A data de “Pânico 7” ainda não foi divulgada.

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    Novo filme de Superman define intérprete de Jimmy Olsen

    21 de novembro de 2023 /

    O diretor James Gunn definiu o intérprete de Jimmy Olsen, fotógrafo do Planeta Diário e melhor amigo de Clark Kent em “Superman: Legacy”. O escolhido foi o ator Skyler Gisondo, conhecido pelas séries “Santa Clarita Diet” e “The Righteous Gemstones”. O ator já tem experiência em filmes de super-heróis, tendo vivido o irmão de Gwen Stacy (Emma Stone) nos filmes de “O Espetacular Homem-Aranha”. A produção também definiu a atriz e modelo portuguesa Sara Sampaio (“A Sombra”) como Eve Teschmacher, a assistente letal do vilão Lex Luthor.   Recomeço da DC nos cinemas “Superman: Legacy” será o primeiro filme do reboot cinematográfico da DC, e também marcará o primeiro projeto de James Gunn como diretor de cinema e co-diretor da DC Studios. Escrito e dirigido por Gunn, o filme tem seu elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião, Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível e Anthony Carrigan (“Barry”) como o Metamorfo. Além destes, a atriz venezuelana María Gabriela De Faría (da série “Deadly Class”) foi anunciada na quarta-feira passada (15/11) como intérprete da vilã Angela Spica, a Engenheira, e Nicholas Hoult estaria em negociação final para viver Lex Luthor. Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A trama seria inspirada em “Superman: Grandes Astros”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. Recentemente, James Gunn também sugeriu influência de “Superman: As Quatro Estações”, que conta a adolescência de Clark Kent na cidade de Smallville. Essa minissérie escrita por Jeph Loeb e desenhada por Tim Sale também é considerada a maior influência na série “Smallville”. A estreia de “Superman: Legacy” está marcada para julho de 2025.

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    Ralph Macchio e Jackie Chan vão estrelar novo “Karatê Kid”

    21 de novembro de 2023 /

    Jackie Chan e Ralph Macchio, que estrelaram filmes de “Karatê Kid” com décadas de diferença, vão reprisar seus personagens populares num novo filme da icônica franquia de artes marciais. O diretor Jonathan Entwistle, conhecido por séries adolescentes como “I’m Not Okay with This” e “The End of the F***ing World”, está à frente do filme, que vai fundir a trilogia original dos anos 1980 com o reboot de 2010. O roteiro é de Rob Lieber, da franquia “Pedro Coelho”, mas detalhes do enredo, especialmente como os dois atores se juntam, estão sendo mantidos em sigilo. Macchio, o Karatê Kid original, e Chan, o mentor do segundo, se juntaram num vídeo para divulgar a produção e anunciar o início de uma busca pelo próximo Karatê Kid. Aparentemente, a trama vai acompanhar um novo adolescente que encontra força e direção por meio das artes marciais e de um mentor duro, mas sábio. A Sony agendou a estreia para 13 de dezembro de 2024 nos EUA.

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    “Creed 4” é confirmado com direção de Michael B. Jordan

    20 de novembro de 2023 /

    O produtor Irwin Winkler anunciou a produção de “Creed IV”, que voltará a ser estrelado e dirigido por Michael B. Jordan. Windler deu a notícia em participação no evento Contenders Film, realizado em Los Angeles, quando revelou também que o longa já tem história definida e deve começar a ser rodado no fim de 2024. “Agora estamos planejando fazer Creed 4. Temos uma trama muito boa. Nos atrasamos por conta da greve [de Hollywood], assim como todo mundo, mas devemos entrar em pré-produção em cerca de um ano”, Winkler revelou no evento do site americano Deadline. Michael B. Jordan fez sua estreia na direção em “Creed III” (2023), primeiro filme derivado de “Rocky” sem a participação de Sylvester Stallone como Rocky Balboa. Stallone se afastou do spinoff justamente por conta das tensões entre ele e Winkler, detentor dos direitos da franquia. Nos dois primeiros “Creed”, lançados em 2015 e 2018, Rocky chegou a aparecer como mentor e treinador do jovem boxeador Adonis Creed, vivido por Jordan. Em fevereiro passado, Jordan já havia expressado seu desejo de fazer um novo filme, enfatizando sua intenção de criar seu próprio universo Creed. “Eu tenho o desejo de expandir o CreedVerso de maneira razoável, mas definitivamente espero explorar outras histórias dentro do universo de Creed, com certeza”, falou à imprensa na época.

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    Jason Bourne vai ganhar mais um filme

    20 de novembro de 2023 /

    A Universal Pictures está desenvolvendo um novo filme da franquia “Jason Bourne” e já contratou o diretor alemão Edward Berger, de “Nada de Novo no Front”, para comandar a produção. Ainda em estágios iniciais de desenvolvimento, o projeto não possui um roteiro definido e nem confirmou volta de Matt Damon, astro da franquia dos anos 2000. Damon interpretou Bourne em uma trilogia de filmes de 2002 a 2007, e depois reprisou o papel no filme homônimo de 2016. Baseados nos romances do falecido autor Robert Ludlum, os filmes acompanham um agente secreto que perde a memória e é caçado pelo governo pelos segredos comprometedores que pode revelar. Além dos filmes de Damon, Jeremy Renner estrelou um spinoff, “O Legado Bourne”, em 2012. Berger foi indicado ao Oscar pelo roteiro de “Nada de Novo no Front”. O longa alemão venceu quatro troféus, incluindo o de Melhor Filme Internacional, no Oscar 2023

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    Ator de X-Men negocia viver Lex Luthor no novo filme de Superman

    20 de novembro de 2023 /

    Plot twist no Universo Cinematográfico da DC (DCU). O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”), que foi cotado para viver Superman no novo filme da DC, abriu negociações para estrelar a produção como seu vilão principal, Lex Luthor. Segundo o site The Hollywood Reporter, as conversas começaram antes mesmo da greve dos atores em Hollywood. Já na época em que disputava o papel do herói, muitos apontavam que o ator também era considerado para o papel de Luthor. Procurado, o estúdio Warner Bros. não quis comentar a notícia.   Recomeço da DC nos cinemas “Superman: Legacy” será o primeiro filme do reboot cinematográfico da DC, e também marcará o primeiro projeto de James Gunn como diretor de cinema e co-diretor da DC Studios. Escrito e dirigido por Gunn, o filme tem seu elenco liderado por David Corenswet (“Pearl”) como Clark Kent/Superman e Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Meisel”) como a repórter Lois Lane, além de outros super-heróis da Liga da Justiça nunca antes vistos no cinema: Nathan Fillion (“The Rookie”) como Guy Gardner, um dos Lanternas Verdes da Terra, Isabela Merced (“Transformers: O Último Cavaleiro”) como a Mulher-Gavião, Edi Gathegi (“Vingança e Castigo”) como o Senhor Incrível e Anthony Carrigan (“Barry”) como o Metamorfo. Além destes, a atriz venezuelana María Gabriela De Faría (da série “Deadly Class”) foi anunciada na quarta-feira passada (15/11) como intérprete da vilã Angela Spica, a Engenheira, Conforme a primeira sinopse da Warner Bros., o longa contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. A trama seria inspirada em “Superman: Grandes Astros”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. Recentemente, James Gunn também sugeriu influência de “Superman: As Quatro Estações”, que conta a adolescência de Clark Kent na cidade de Smallville. Essa minissérie escrita por Jeph Loeb e desenhada por Tim Sale também é considerada a maior influência na série “Smallville”. A estreia de “Superman: Legacy” está marcada para julho de 2025.

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