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Filme

Primeiro trailer de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” revela participações de Hulk e Justiceiro

Novo filme do MCU traz parcerias inéditas, muitos vilões e transformação do herói após feitiço de esquecimento

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18 de março de 2026
Filme

Distopia brasileira “Corrida dos Bichos” ganha primeiro teaser

Estrelado por grande elenco, thriller com direção de Fernando Meirelles e Ernesto Solis é ambientado no futuro do Rio de Janeiro

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17 de março de 2026
Filme

“Duna: Parte 3” ganha trailer com Timothée Chalamet careca e Robert Pattinson vilão

Capítulo final da trilogia dirigida por Denis Villeneuve mostra expansão da guerra intergaláctica e pistas sobre a "conclusão épica" da franquia

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17 de março de 2026
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    Festival de Gramado inicia 51ª edição com várias novidades

    12 de agosto de 2023 /

    Um dos mais tradicionais festivais de cinema no Brasil, o Festival de Gramado, inicia sua 51ª edição neste sábado (12/8), com uma programação repleta de atrações e novidades. Este ano, os organizadores do festival apostam em uma programação em diferentes formatos. A ausência de filmes estrangeiros, que faziam parte do line-up do festival desde 1992, marca uma seleção totalmente nacional, com reforço na seleção de documentários, que disputarão prêmios exclusivos. Além disso, pela primeira vez, haverá o lançamento de uma série: “Cangaço Novo”, que estreia na Amazon Prime Video no dia 19.   Filme de abertura A abertura do evento traz a exibição fora de competição do documentário “Retratos Fantasmas”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, que narra a história do centro da cidade do Recife, com foco nos cinemas de rua que marcaram o local ao longo do século 20. Além da celebração da cinefilia, também aborda questões políticas e culturais, como o constante assédio da especulação imobiliária nas grandes cidades brasileiras – tema que Mendonça abordou num de seus filmes mais conhecidos, “Aquarius”, estrelado por Sonia Braga em 2016. O documentário, que foi aplaudido de pé no Festival de Cannes e selecionado para o Festival de Toronto, será seguido pela exibição de curtas e do longa “Angela”, de Hugo Prata, na mostra competitiva.   Cinebiografia de Ângela Diniz “Angela” é uma cinebiografia de Ângela Diniz, estrelada por Isis Valverde. A socialite mineira foi vítima de feminicídio em 1976, em um caso que chocou o Brasil. O crime cometido por Raul “Doca” Street tornou-se um divisor de águas no movimento feminista e no Direito brasileiros. Durante o julgamento do assassino, que deu quatro tiros no rosto da companheira, a defesa alegou “legítima defesa da honra” para tentar absolvê-lo do caso. Ele alegou ter matado “por amor”. O argumento gerou polêmica. Militantes feministas organizaram um movimento cujo slogan – “quem ama não mata” – tornou-se, anos mais tarde, o título de uma minissérie da Globo. Até o grande poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) se manifestou: “Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras”, referindo-se à estratégia da defesa de culpabilizar Angela Diniz por seu próprio assassinato. A tese da “legítima defesa da honra” constava no Código Penal da época, mas mesmo assim Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão. Na década seguinte, a nova Constituição, elaborada ao fim da ditadura, acabou com essa desculpa para o feminicídio, mas só agora, em agosto de 2023, o STF (Supremo Tribunal Federal) a tornou oficialmente inconstitucional.   Outros títulos em destaque A lista de produções selecionadas também incluem outra cinebiografia: “Mussum — O Filmis”, dirigido por Sílvio Guindane, que traz Ailton Graça como o músico e comediante Mussum, um dos integrantes do grupo Os Originais do Samba e do humorístico “Os Trapalhões”. A mostra competitiva de ficção ainda traz “Uma Família Feliz”, thriller dirigido por José Eduardo Belmonte e estrelado por Grazi Massafera, “O Barulho da Noite”, drama do Tocantins sobre infância roubada, dirigido por Eva Pereira, “Mais Pesado É o Céu”, novo drama de Petrus Cariry, e “Tia Virgínia”, de Fabio Meira e estrelado por Vera Holtz.   Homenagens femininas Em um feito inédito, a edição de 2023 do Festival de Gramado vai homenagear exclusivamente mulheres que contribuíram significativamente para o cinema brasileiro. A produtora Lucy Barreto receberá o Troféu Eduardo Abelin, a atriz Ingrid Guimarães será agraciada com o Troféu Cidade de Gramado, Laura Cardoso e Léa Garcia serão homenageadas com o Troféu Oscarito, e Alice Braga contemplada com o Troféu Kikito de Cristal. Lucy Barreto, mineira de Uberlândia, é uma das produtoras mais ativas do cinema brasileiro. Com uma carreira que remonta ao final dos anos 1960, Barreto é reconhecida por sua contribuição à indústria audiovisual nacional e internacional, tendo produzido importantes obras do cinema brasileiro como “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “O Quatrilho” (1995), e “Flores Raras” (2013). Com uma carreira de mais de 35 anos e inúmeros sucessos no teatro e na televisão, Ingrid Guimarães foi responsável por uma revolução comerial no cinema nacional com a trilogia “De Pernas Pro Ar” (2010-2019), um dos maiores sucessos cinematográficos do século, além de ter participado do primeiro “Minhã Mãe É uma Peça” (2013) e de comédias como “Fala Sério, Mãe” (2017), que consolidaram seu nome entre os mais populares do cinema brasileiro. A veterana atriz Laura Cardoso, de 95 anos e mais de sete décadas dedicadas à atuação, é uma pioneira na televisão brasileira. Estreou em 1952 e coleciona prêmios até hoje. No cinema, participou de clássicos como “Corisco, O Diabo Loiro” (1968), “Tiradentes, O Mártir da Independência” (1977) e “Terra Estrangeira” (1995). Seu trabalho mais recente é a comédia “De Perto Ela Não é Normal” (2020). Também com vasta experiência, Léa Garcia está com 90 anos e soma mais de 100 produções no cinema, teatro e televisão. Peça fundamental na quebra da barreira dos personagens até então destinados a atrizes negras, ela se destacou em novelas como “Selva de Pedra” (1972), “Escrava Isaura” (1976), “Xica da Silva” (1996) e “O Clone” (2001). Além disso, já foi premiada no próprio Festival de Gramado com “Filhas do Vento” (2004) e os curtas “Hoje tem Ragu” (2008) e “Acalanto” (2013). Mais jovem da lista, aos 40 anos Alice Braga é mais vista em Hollywood que no Brasil. Sobrinha da famosa Sonia Braga, ela estourou com “Cidade de Deus” (2002) e, desde então, já participou de 40 produções, atuando ao lado de nomes como Will Smith, Anthony Hopkins, Margot Robbie, Ben Affleck e Matt Damon. Mas nem por isso abandonou a terra natal, encontrando tempo para filmar obras como “Entre Idas e Vindas” (2016) e “Eduardo e Mônica” (2020). O Festival de Gramado acontece até o próximo dia 19, quando serão entregues os troféus Kikitos.

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    Linda Haynes, atriz de “A Outra Face da Violência”, morre aos 75 anos

    12 de agosto de 2023 /

    Linda Lee Sylvander, conhecida durante sua carreira de atriz como Linda Haynes, faleceu em 17 de julho em Summerville, Carolina do Sul (EUA), aos 75 anos. A notícia de sua morte só chegou ao conhecimento público na sexta (11/8). A família não divulgou a causa, mas afirmou que ela morreu “pacificamente”.   Monstros, blaxploitation e vingança Nascida em 4 de novembro de 1947, em Miami, Flórida, Linda Haynes mergulhou no mundo do entretenimento de forma não convencional, estreando no cinema em 1969 como uma médica de minissaia no filme de monstro japonês “Latitude Zero”, do mestre dos kaijus Ishirô Honda, diretor do “Godzilla” original. Em seguida, ela integrou o elenco do clássico da blaxploitation “Coffy – Em Busca de Vingança” (1973), lutando contra Pam Grier, antes de chamar atenção dos diretores da Nova Hollywood. Ela se destacou nos policiais “Jogos de Azar” (1974), de Robert Mulligan, e “A Piscina Mortal” (1975), de Stuart Rosenberg – filme estrelado por Paul Newman – , antes de fazer seu trabalho mais conhecido, como uma garçonete cansada do mundo no thriller de vingança “A Outra Face da Violência” (1977), escrito por Paul Schrader após “Taxi Driver” (1972), de Martin Scorsese, e “Trágica Obsessão” (1976), de Brian De Palma.   Elogios de Quentin Tarantino Quentin Tarantino, que tem “A Outra Face da Violência” entre seus filmes favoritos, elogiou o trabalho de Haynes no longa, declarando: “A atuação do filme para mim é Linda Haynes como Linda Forchet! Ela estava em um dos filmes menos conhecidos do primeiro festival QT [que ele organiza], ‘Jogos de Azar’, ela estava em ‘Coffy’ de Pam Grier… ela era a garota que alcança o afro de Grier quando ela tem as navalhas ali e ‘aaaahhhh’. Mas Linda Forchet é minha personagem feminina favorita em um filme de Paul Schrader… Ela tem aquele olhar que Ava Gardner conseguiu, sabe, desleixada, mas levou anos para Ava fazer isso, e Linda Haynes fez isso naturalmente. E eu digo isso de uma maneira positiva.” Apesar dos elogios de Tarantino, a carreira da atriz foi curta. Ela só fez mais três trabalhos após “A Outra Face da Violência”, incluindo várias cenas de nudez no exploitation de prisão feminina “Experiências Humanas” (1979) e o papel de prostituta num novo policial de Stuart Rosenberg, “Brubaker” (1980), com Robert Redford, despedindo-se com o telefilme premiado “Jim Jones: A Tragédia da Guyana” (1980), cansada de personagens degradadas.   Final da vida Após encerrar sua carreira de atriz, Haynes passou a trabalhar como secretária jurídica em um escritório de advocacia na Flórida. Seu filho único, Greg Sylvander, acrescentou no Facebook: “Encontro paz em saber que minha mãe estava em paz e teve uma vida linda nesses últimos anos junto com seus netos. Vamos sentir muita falta da minha mãe.”

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    Itália oferece palco, mas Mark Zuckerberg duvida que Elon Musk encare luta

    11 de agosto de 2023 /

    O dono do X, Elon Musk, e o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, já tem lugar para se enfrentar, numa possível luta de artes marciais mistas (MMA). A ideia, que começou como uma provocação, ganhou corpo e agora envolve até o governo italiano. Musk publicou em sua plataforma X (ex-Twitter) que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, aprovou um “local épico” para o confronto no país. Ele também afirmou que a luta seria gerenciada pelas fundações dele e de Zuckerberg, sem envolvimento da empresa de Dana White, presidente do UFC. A transmissão do possível confronto seria realizada no X e nas plataformas da Meta, filmado no estilo da “Roma antiga” e respeitando o “passado e o presente” da Itália. O lucro obtido com o evento seria revertido para causas sociais, segundo Musk.   O local e a data A luta não deve acontecer no Coliseu, em Roma. O ministro da Cultura da Itália, Gennaro Sangiuliano, confirmou que o evento resultará em “uma grande doação a dois importantes hospitais pediátricos italianos para a modernização de instalações e pesquisas científicas para combater doenças”. Apesar de Musk ter ventilado o local, ainda não se sabe se o confronto realmente ocorrerá e quando isso poderia acontecer. Zuckerberg publicou no “Threads” que não conseguiu confirmação de uma data após sugerir 26 de agosto como possibilidade.   Ceticismo de Zuckerberg Zuckerberg também se mostrou cético em relação à realização da luta. Em resposta a Musk, o CEO da Meta, que é lutador de jiu jitsu, escreveu no Threads: “Não vou prender fôlego esperando por Elon, mas compartilharei detalhes da minha próxima luta quando estiver pronto”. Sua proposta para o confronto também é diferente, descartando organização por suas fundações. “Quando eu competir, quero fazer isso de uma maneira que destaque os atletas de elite no topo do jogo. Você faz isso trabalhando com organizações profissionais como o UFC ou ONE para realizar isso bem e criar um ótimo card”. O dono do Facebook, do Instagram e do Threads reforçou sua disposição para a luta, mas não esconde sua frustração com a falta de acordo sobre os detalhes. Ele escreveu no Threads: “Se ele [Musk] concordar com uma data real, você ouvirá de mim. Até então, por favor, assuma que qualquer coisa que ele diz não foi acordada”. A troca de palavras entre os bilionários sugere que a luta está longe de acontecer, e os comentários de Zuckerberg indicam que Musk pode estar agindo por conta própria.   Desculpa para “adiamento” Elon Musk, por sua vez, sugeriu que a luta poderia ser adiada por meses devido a uma cirurgia necessária em seu ombro. Ele anunciou que precisaria fazer exames para verificar um problema na região do pescoço e que talvez precisasse passar por uma cirurgia. Essa revelação adicionais trazem mais incerteza ao evento, já envolto em dúvidas, demonstrando que a bravata de Musk ao desafiar Zuckerberg para uma luta pode ficar apenas da boca para fora.   A rivalidade Os dois grandes empresários do setor tecnológico defendem visões opostas de mundo, da política à Inteligência Artificial. As tensões entre eles aumentaram em julho, quando a Meta lançou o Threads, uma rede social concorrente do Twitter, agora renomeado X. Segundo a revista “Forbes”, tanto Mark Zuckerberg quanto Elon Musk estão no top 10 de pessoas mais ricas do planeta. Musk ocupa a 1ª colocação do ranking com uma fortuna avaliada em US$ 224,2 bilhões, enquanto Zuckerberg ocupa a 8ª colocação, com seu patrimônio avaliado em US$ 106,7 bilhões.

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    Primeiras impressões de “Besouro Azul” celebram “vitória massiva da DC”

    11 de agosto de 2023 /

    O esperado filme “Besouro Azul”, que marca a estreia de Bruna Marquezine (“Maldivas”) em Hollywood, já está rendendo comentários nas redes sociais, após suas primeiras sessões para a imprensa. De um modo geral, as opiniões são positivas, destacando uma sólida história de origem de super-herói, com uma performance vencedora de Xolo Maridueña (“Cobra Kai”) no papel título e uma celebração calorosa da cultura latina. Dirigido por Angel Manuel Soto, o filme segue o adolescente Jaime Reyes (Xolo Maridueña), que ganha uma armadura superpoderosa após interagir com um escaravelho alienígena. É o primeiro filme da DC a se concentrar em um super-herói latino, e os comentários vem exaltando às diversas referências à cultura latina, como o Chapolin Colorado. “Este é o trabalho de cineastas que conhecem e se preocupam com a América Latina”, disse um dos críticos. Os elogios também se estendem ao elenco, à ação, à forma como a família do herói é enfocada, à trilha sonora eletrônica e ao humor do roteiro, embora haja observações sobre a existência de piadas bobas. A opinião predominante parece ser que o filme é um acerto muito necessário à DC após os fracassos recentes de crítica e bilheteria de “Adão Negro” e “The Flash”.   Elogios à representação latina Brandon Davis, do site ComicBook, foi quem admitiu que algumas partes eram “bobas ou infantis”, mas acrescentou que “o traje prático é incrível”. Ele ainda elogiou a “representação latina incrível”, o destaque “dado à família e as sólidas cenas de ação. No geral, é divertido”. Steven Weintraub, da Collider, também ficou agradavelmente surpreso com o que viu, elogiando o diretor Angel Manuel Soto por adicionar “seu próprio tempero ao gênero de super-heróis” e por destacar a cultura e os valores familiares latinos: “Feliz em informar que o ‘Besouro Azul’ de Angel Manuel Soto foi muito melhor do que eu esperava. Ele adicionou seu próprio tempero ao gênero de super-heróis, fazendo o filme se concentrar em uma família unida e na cultura latina. É divertido, extremamente engraçado, e ele conseguiu algumas piadas que me surpreenderam.” Umberto Gonzalez, do The Wrap, celebrou o “Besouro Azul” por ser “incrivelmente bom e único”, especificamente apontando a trilha sonora do filme e destacando a diversidade incluída para a comunidade latina: “‘Besouro Azul’ está aqui e os latinos finalmente têm um super-herói próprio refletido na tela grande. O filme é tão incrivelmente bom, tão único e entrega em todas as frentes, dando ao gênero de super-heróis o tão necessário sazón! A trilha sonora inspirada em Tangerine Dream também é incrível!” Fico Cangiano, da CineXpressPR, chamou “Besouro Azul” de “um ótimo momento no cinema”, elogiando a cultura latina trazida à vida e descrevendo-o como “uma introdução fantástica a Jaime Reyes”: “Feliz em informar que o ‘Besouro Azul’ de Angel Manuel Soto é definitivamente um ótimo momento no cinema! Não é apenas uma introdução fantástica a Jaime Reyes como personagem/herói, mas também uma carta de amor à cultura latina, que se concentra na família como sua base.”   Elogios ao elenco Griffin Schiller, apresentador do Film Speak, colocou o filme em um pedestal como “uma vitória massiva para a DC” e elogiou a performance de Xolo Maridueña como o ponto central da história: “‘Besouro Azul’ é uma vitória massiva para a DC e uma introdução elétrica ao primeiro herói do [novo] DCU. A performance carismática e estelar de Xolo Maridueña ancora com confiança esta jornada íntima de synthwave de família, herança e propósito. Uma abordagem fresca e cativante da história de origem!” O site Cine Movie TV também destacou o elenco, incluindo na lista elogios à atriz brasileira. “Xolo Maridueña arrasa, Bruna Marquezine também, George Lopez é hilário e Adriana Barraza arrasa como ‘Nana’. Leve toda a família e traga lenços.”   Expectativas e data de estreia A DC espera que “Besouro Azul” rompa a fadiga dos super-heróis e tenha um desempenho melhor do que as recentes decepções. O filme chega aos cinemas na próxima quinta-feira (17/8) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja o trailer do filme.

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    Terminam as filmagens do longa do Chico Bento

    11 de agosto de 2023 /

    O filme do Chico Bento, que tem o título completo de “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, encerrou suas filmagens na manhã desta sexta-feira (11/8). E para marcar a ocasião, a produção liberou novas imagens com o protagonista, interpretado por Isaac Amendoim, e os vilões Dotô Agripino (Augusto Madeira) e Genesinho (Enzo Henrique). Além deles, o elenco destaca Anna Julia Dias como Rosinha, o interesse amoroso de Chico; Pedro Dantas como Zé Lelé, o primo e melhor amigo do personagem; Lorena de Oliveira como Tábata, a melhor amiga de Rosinha; e a dupla Davi Okabe e Guilherme Tavares como Hiro e Zé da Roça. O longa é ambientado na Vila da Abobrinha, cidade fictícia dos quadrinhos de Mauricio de Sousa, que foi recriada em Bragança Paulista e Itatiba, no interior de São Paulo. Na trama, a turma vai se unir para salvar a goiabeira maraviósa de Nhô Lau em uma história escrita por Elena Altheman (“Use Sua Voz”) e Raul Chequer (“Choque de Cultura”), e dirigida por Fernando Fraiha (“Bem-Vinda, Violeta!”).   Primeira versão live-action de Chico Bento A Mauricio de Sousa Produções revelou que o personagem ganharia seu próprio live-action numa cena pós-créditos exibida em “Turma da Mônica: Lições” (2021). O anúncio do pequeno Isaac como o protagonista foi feito em março deste ano pelo próprio Mauricio de Sousa. O personagem foi criado pelo desenhista em 1961, inspirado em um tio-avô. Nos últimos anos, as histórias da Turma da Mônica ganharam ainda mais destaque pelas adaptações em live-action iniciadas em “Turma da Mônica: Laços” (2019). Desde então, o diretor Fernando Fraiha atuou como produtor na franquia. Além do primeiro filme, ele também produziu “Turma da Mônica: Lições” (2021) e “Turma da Mônica: A Série” (2022). Agora, ele assume a responsabilidade de dirigir o retrato inédito do Chico Bento no filme “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, que ainda não tem previsão de estreia.

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    Estreias: “Aranhaverso”, comédias pro Dia dos Pais e as novidades do streaming

    11 de agosto de 2023 /

    A mais recente animação do Homem-Aranha finalmente chega no cinema em casa, enquanto as plataformas de streaming lançam filmes inéditos para adolescentes e fãs do cinema de ação. Entre gritos de terror, explosões e beijos, a programação digital também reserva duas comédias para comemorar o Dia dos Pais em família. Confira abaixo os 10 principais lançamentos online da semana.   HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO | VOD*   Com duração de 2 horas e 20 minutos, a nova adaptação dos quadrinhos da Sony/Marvel é a animação mais longa já produzida em Hollywood. E também uma das mais bonitas já feitas, graças ao visual extremamente colorido – inspirado tanto nos quadrinhos quanto na pop art. Continuação de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, a produção traz uma nova aventura de Miles Morales (voz original de Shameik Moore) e Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld). Convidado por Gwen a conhecer o centro do Aranhaverso, onde todos os Homens-Aranhas de diferentes realidades convivem, Miles também reencontra o Peter Parker (Jake Johnson) do primeiro filme, que agora tem uma filha, e descobre o que todos, menos ele, têm em comum: uma tragédia em suas histórias de origem. Ao perceber que a tragédia em sua família está prestes a acontecer, Miles decide impedi-la, o que o coloca contra o Homem-Aranha 2099, dublado por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), para quem uma mudança na linha do tempo poderia acabar com o Aranhaverso. Inconformado, Miles prefere fazer seu próprio destino, originando o conflito da trama, que ainda inclui um vilão capaz de viajar pelo multiverso. Mas o que mais chama atenção no longa é que cada personagem tem seu próprio estilo visual, muitos deles contrastantes, que ainda assim combinam maravilhosamente bem com a narrativa. A direção está a cargo do trio formado por Kemp Powers (roteirista e co-diretor de “Soul”), o português Joaquim dos Santos (“Avatar: A Lenda de Korra”) e Justin K. Thompson (especialista em backgrounds que trabalhou em “Star Wars: Clone Wars”). Eles substituem o trio original vencedor do Oscar de Melhor Animação, formado por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman. Já o roteiro ficou a cargo dos produtores do primeiro longa, Phil Lord e Chris Miller, junto com David Callaham (“Mulher-Maravilha 1984”).   VERMELHO, BRANCO E SANGUE AZUL | AMAZON PRIME VIDEO   Adaptação do best-seller de Casey McQuiston, a comédia romântica traz Taylor Zakhar Perez (“A Barraca do Beijo 3”) como Alex Claremont-Diaz, filho da presidente dos Estados Unidos, e Nicholas Galitzine (“Cinderela”) na pele do príncipe britânico Henry. Os dois têm muito em comum: beleza estonteante, carisma inegável, popularidade internacional e um total desdém um pelo outro. Separados por um oceano, sua rivalidade nunca foi um problema, até que um desastroso – e muito público – confronto em um evento real se torna alimento para tabloides, potencialmente colocando em risco as relações entre os Estados Unidos e a Grã-Bretanha no pior momento possível. Para controlar os danos, suas famílias poderosas forçam os dois rivais a uma “trégua” encenada. Mas o que a princípio começa como uma amizade falsa e instagramável se transforma em algo mais significativo do que Alex ou Henry poderiam imaginar. Logo Alex se vê envolvido em um romance secreto com um Henry surpreendentemente desajeitado, o que pode complicar a campanha de reeleição de sua mãe e implodir de vez as relações entre as duas nações. Direção e roteiro são assinados pelo dramaturgo Matthew López (“The Inheritance”), vencedor do Tony, que faz sua estreia em longas-metragens. A produção é de Greg Berlanti (o criador do “Arrowverso” e diretor de “Com Amor, Simon”), e o elenco coadjuvante traz Uma Thurman (“Kill Bill”) como presidente dos EUA, além de Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Sarah Shahi (“Adão Negro”), Rachel Hilson (“Com Amor, Victor”), Stephen Fry (“Sandman”), Ellie Bamber (“Willow”) e Thomas Flynn (“Bridgerton”).   ZOEY 102 | PARAMOUNT+   Jamie Lynn Spears (a irmã de Britney) volta ao papel de Zoey Brooks, 15 anos após o final da série da Nickelodeon, para o primeiro filme derivado da atração. Na trama, os personagens já passaram da adolescência e encaram os desafios da vida adulta. Após anos afastados desde o fim do Ensino Médio, todos se reúnem para celebrar um casamento: de Quinn (Erin Sanders) e Logan (Matthew Underwood). Mas alguns casais não permaneceram juntos ao final da série, como Zoey e Chase (Sean Flynn). Para evitar a saia justa, Zoey decide contratar um namorado fictício para acompanhá-la e evitar que encontre o ex-namorado solteira. Com uma proposta nostálgica, a trama também promete revelar os destinos de outros personagens queridos, como Michael Barrett (Christopher Massey), melhor amigo de Chase. Além disso, Abby Wilde e Jack Salvatore voltam como Stacey Dillsen e Mark Del Figgalo, respectivamente. Mas nem todos integrantes do elenco original estarão presentes no longa. Por mais que sua ausência já fosse esperada, a atriz Alexas Nikolas realmente não aparece na produção. Nos últimos anos, ela relatou diversas acusações de abuso infantil contra o criador do seriado, Dan Schneider. Na série, ela deu vida à Nicole Bristow, colega de quarto e melhor amiga de Zoey até a 2ª temporada. Outros personagens ausentes são Lola Martinez, interpretada por Victoria Justice, e o ator indicado ao Oscar Austin Butler, que interpretou James Garret. Enquanto Justice entrou na série na 2ª temporada como nova colega de quarto de Zoey, o intérprete de Elvis no cinema foi o interesse amoroso da protagonista na 4ª e última temporada. Além dos rostos conhecidos, o filme apresentará novos personagens. Thomas Lennon (“Reno 911!”) será Kelly Kevyn, o chefe de Zoey, enquanto Owen Thiele (“Theater Camp”) assumirá o papel de Archer March, um amigo próximo da protagonista. Por fim, Dean Geyer (“A Praia Assassina”) será Todd, o namorado de mentira de Zoey. É importante ressaltar que Dan Schneider, criador da série original, não está envolvido na produção. Responsável por outros programas de sucesso do canal, como “Drake & Josh” e “Brilhante Vitória”, ele permanece afastado de todos os projetos da Nickelodeon/Viacom após sofrer uma série de acusações de assédio sexual e moral.   AGENTE STONE | NETFLIX   O thriller de ação estrelado e produzido por Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) investe em cenas intensas, explosões e muita tensão para introduzir a história de uma agência secreta de espionagem, que usa tecnologia avançada para impedir ameaças potenciais à segurança global. Entretanto, enquanto os agentes comemoram seus feitos, são inesperadamente derrotados por uma hacker. Inconformada, a protagonista resolve agir mesmo sem o apoio do computador conhecido como Coração, contando com sua habilidade e seus parceiros de confiança para derrotar os inimigos. O elenco também conta com Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”), Matthias Schweighöfer (“Army of the Dead”), Jing Lusi (“Podres de Ricos”), Paul Ready (“The Terror”) e a indiana Alia Bhatt (“RRR: Revolta, Rebelião, Revolução”) como a antagonista. O filme é uma tentativa clara da Netflix de estabelecer uma nova franquia de ação estrelada por grandes estrelas, por isso apela para sequências ao estilo de James Bond, mas com uma mulher maravilha no centro de tudo. Gadot é a força motriz da trama, com Dornan mostrando tons de cinza sob a aparência descontraída de seu personagem. A química natural entre os dois carrega o filme, mas não é suficiente para diferenciá-lo de uma versão genérica de 007/Missão: Impossível. O roteiro é do autor de quadrinhos Greg Rucka (“The Old Guard”) e de Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”), e a direção é de Tom Harper (“The Aeronauts”). E todo esse esforço acabou destruído pela crítica nos EUA, com apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes.   DEMONÍACA | VOD*   O terror explora a angústia de uma família em uma fazenda remota no Texas. A trama começa quando os irmãos Louise (Marin Ireland, de “The Umbrella Academy”) e Michael (Michael Abbott Jr., de “Amor Bandido”) visitam a fazenda da família, onde seu pai está à beira da morte. A mãe os recebe com relutância, alertando sobre uma força diabólica que tomou posse da casa. Com o tempo, eles percebem que algo sinistro realmente se apoderou dos pais, manifestando-se através de visões perturbadoras e eventos cada vez mais violentos. A sensação de abandono da fazenda e o vazio entre os membros da família formam um cenário perfeito para o mal, que cresce mais audaz e inquietante conforme o filme avança. A direção é de Bryan Bertino, que ganhou notoriedade em 2008 com seu trabalho de estreia “Os Estranhos”. Agora, o diretor retorna às suas raízes do horror, aplicando uma abordagem sombria e minimalista como em seu filme anterior. Ele evita o uso excessivo de trilhas sonoras estridentes ou clichês visuais, optando por um estilo de direção que induz medo de maneira mais sutil e impactante. A obra mantém uma consistência estilística com “Os Estranhos”, evidenciando o comprometimento do diretor com um horror niilista e implacável.   O JUIZO | VOD*   O terror brasileiro chama atenção por ser uma produção em família, dirigida por Andrucha Waddington (“Sob Pressão”), escrita por sua esposa Fernanda Torres (autora de “Os Outros”) e estrelada por seu filho, Joaquim Torres Waddington (“Diário de um Confinado”), e até sua sogra famosa, Fernanda Montenegro (“Doce de Mãe”). Trata-se de uma história de maldição sobrenatural com raízes na escravidão, que até lembra as tramas dos antigos quadrinhos de Júlio Shimamoto. Em crise no casamento devido ao alcoolismo e por ter perdido o emprego, Augusto Menezes (Felipe Camargo, de “Santo Maldito”) decide se mudar com esposa (Carol Castro, de “Maldivas”) e filho (Joaquim Torres Waddington) para uma fazenda herdada de seu avô. O que ele não imaginava era que a propriedade fosse assombrada por Couraça (o rapper Criolo) e Ana (Kênia Bárbara, de “Os Outros”), escravos decididos a se vingar dos antepassados de Augusto.   MEU PAI É UM PERIGO | VOD*   A comédia de Dia dos Pais gira em torno dos problemas de relacionamento entre um filho adulto (Sebastian Maniscalco, de “Green Book: O Guia”) e seu pai (Robert De Niro, de “O Irlandês”). A trama acompanha Sebastian, um sujeito que está prestes a visitar a família rica da sua namorada (Leslie Bibb, de “O Legado de Júpiter”). Sem ter onde deixar o pai idoso, ele acaba levando-o na viagem. Uma vez lá, o pai parece fazer de tudo para envergonhar o filho – até matar o pavão de estimação da família da nora, para servi-lo no jantar. Mas, aos poucos, os dois começam a criar uma conexão que não existia antes. Considerado sem graça pela maioria da crítica, o filme dirigido por Laura Terruso (“Dançarina Imperfeita”) ainda conta com Kim Cattrall (“How I Met Your Father”), Anders Holm (“Inventando Anna”), David Rasche (“Succession”) e Brett Dier (“Jane the Virgin”) no elenco.   PAPAI É POP | AMAZON PRIME VIDEO   Outra comédia de Dia dos Pais, a produção brasileira traz o ator Lázaro Ramos aprendendo a ser pai. Ele vive Tom, um homem comum que vê sua vida mudar com o nascimento da filha. Ao lado da esposa Elisa (Paolla Oliveira), precisa aprender na prática como cuidar da bebezinha e, em meio a situações da vida cotidiana, passar por uma transformação radical para se tornar um pai presente. Baseado no livro homônimo de Marcos Piangers, o filme mostra a diferença entre teoria e prática em relação à paternidade – e vai fundo no didatismo. O roteiro é de Ricardo Hofstetter (“Malhação”) e a direção de Caito Ortiz (do divertido “O Roubo da Taça”).   FERVO | STAR+   A comédia brasileira tem praticamente a premissa da série “Ghost” (Paramount+). Um casal se muda para uma nova casa, sem saber que ela é assombrada, e começa a interagir com os fantasmas, que são mais divertidos que assustadores. O diferencial nacional é que a casa costumava ser um local de “fervo” LGBTQIAP+ e agora reúne drag queens do além. Além disso, o enredo é estruturado a base de esquetes, que possibilitam um desfile enorme de convidados especiais – de Paulo Vieira a Marcelo Adnet. A direção é de Felipe Joffily, que na semana passada lançou outra comédia nos cinemas, “Nas Ondas da Fé”. Já o elenco...

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  • Filme

    Apesar do que diz Gal Gadot, não há planos para “Mulher-Maravilha 3”

    10 de agosto de 2023 /

    Recentemente, a atriz Gal Gadot, que interpretou a personagem icônica Mulher-Maravilha em vários filmes da Warner Bros., fez declarações sugerindo que “Mulher-Maravilha 3” estava em desenvolvimento. Em uma entrevista para o site ComicBook, Gadot expressou seu amor pela personagem e afirmou: “O que ouvi de James [Gunn] e de Peter [Safran] que vamos desenvolver ‘Mulher-Maravilha 3’ juntos”. A atriz reforçou essa afirmação em um perfil publicado pela revista Flaunt, onde disse que foi convidada para uma reunião com James Gunn e Peter Safran. Gadot citou: “E o que eles me disseram, e estou citando: ‘Você está em boas mãos. Vamos desenvolver ‘Mulher-Maravilha 3’ com você. [Nós] amamos você como Mulher-Maravilha – você não tem nada com que se preocupar’. Então, o tempo dirá.”   Fontes do estúdio contradizem Gadot No entanto, fontes do estúdio com conhecimento da situação disseram à Variety que essa não é a realidade. De acordo com as fontes, um terceiro filme de “Mulher-Maravilha” não está em desenvolvimento na DC Studios, e Gunn e Safran não têm planos neste momento para qualquer projeto de “Mulher-Maravilha” no novo DCU (Universo Cinematográfico da DC), além da série “Paradise Lost”, um prólogo previamente anunciado para a plataforma Max. As fontes acrescentaram que nada foi prometido a Gadot em relação a “Mulher-Maravilha 3”, e que não houve discussão definitiva sobre a continuação da Mulher-Maravilha no novo DCU. O site Deadline corroborou a informação.   Trajetória da Mulher-Maravilha Gadot assumiu o papel de Mulher-Maravilha em “Batman v Superman: Origem da Justiça”, de Zack Snyder, antes de protagonizar seus dois filmes solo, “Mulher-Maravilha” e “Mulher-Maravilha 1984”, além da “Liga da Justiça”. Ela e a diretora Patty Jenkins estavam desenvolvendo “Mulher-Maravilha 3” juntas antes de Gunn e Safran serem nomeados os novos chefes da DC Studios. Em dezembro passado, a notícia de que “Mulher-Maravilha 3” havia sido descartado foi acompanhada pela saída pública de Jenkins do projeto. Na época, houve especulações de que ela havia rejeitado os esforços para remodelar “Mulher-Maravilha 3” de modo que se encaixasse no novo DCU. O roteiro não agradou a Warner.   Único projeto relacionado à heroína Em janeiro passado, quando Gunn e Safran fizeram sua primeira apresentação dos projetos do DCU para a imprensa, os chefes do DC Studios anunciaram uma única produção relacionada à Mulher-Maravilha: “Paradise Lost”, uma série descrita por Safran como tendo o estilo de “Game of Thrones” e ambientada na ilha de Themyscira, antes do nascimento de Diana, a Mulher-Maravilha.

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    Lula recria foto de Anitta em visita ao Rio

    10 de agosto de 2023 /

    Em uma visita repleta de compromissos ao Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma referência descontraída à cantora Anitta. Ao lado do prefeito Eduardo Paes (PSD), Lula posou em frente a um ônibus BRT, imitando uma pose icônica da cantora na capa do single “Girl from Rio”, de 2021. A imagem rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais. A referência à imagem de lançamento da música “Girl from Rio” não foi apenas uma coincidência. A canção de Anitta é uma homenagem à “Garota de Ipanema” e faz referência à origem da cantora, nascida na Zona Norte do Rio. Na foto com Lula, o ônibus aparece com o letreiro escrito “Lula from Zona Oeste”, enquanto o motorista aparece “fazendo o L”, símbolo associado ao presidente.   Investimentos em mobilidade urbana A foto ajudou a divulgar que governo federal fará o repasse de R$ 3 bilhões em recursos para a construção de um anel viário na região e para a compra de veículos do sistema BRT. A parceria entre o governo federal e a prefeitura carioca prevê ainda investimento de R$ 1,8 bilhão para fomentar a recuperação do Sistema BRT, além de R$ 820 milhões para a construção do anel viário no bairro de Campo Grande. Além dos projetos de mobilidade urbana, Lula se comprometeu com Paes a destravar o avanço do plano de mobilização da zona portuária do Rio. O presidente também participou da cerimônia de início das obras do Anel Viário de Campo Grande e da assinatura de contrato de financiamento para requalificação do sistema BRT. A agenda do presidente no Rio de Janeiro incluiu ainda a participação no ato nas obras do IMPA Tech, futura sede do novo programa de graduação do Instituto de Matemática Pura e Aplicada – IMPA, no Porto Maravilha. Na sexta-feira (10/8), a previsão é que o petista lance o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal programa de infraestrutura do governo, no Theatro Municipal, com a presença em peso de ministros e governadores. BRT from Rio – @eduardopaes feat. Lula 📸@ricardostuckert pic.twitter.com/L70iKFI1vQ — Lula (@LulaOficial) August 10, 2023

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    Filme brasileiro é selecionado para os festivais de Toronto e San Sebastián

    10 de agosto de 2023 /

    O drama brasileiro “Pedágio”, dirigido por Carolina Markowicz, foi selecionado para os festivais de Toronto, no Canadá, e San Sebastián, na Espanha. A seleção em Toronto marca a volta da diretora ao evento canadense. No ano passado, Carolina apresentou seu longa de estreia “Carvão” no mesmo festival. O elenco principal da única produção brasileira no evento destaca Maeve Jinkings e Thomás Aquino (ambos de “Os Outros”), Kauan Alvarenga (que trabalhou no curta “O Órfão”, da diretora), Aline Marta Maia (“Carvão”) e Isac Graça (da série portuguesa “Três Mulheres”).   Trama controversa e atual Maeve Jinkings também estrelou “Carvão” e volta a trabalhar com a cineasta no papel de Suellen, uma funcionária de pedágio nas cercanias de Cubatão, São Paulo, que certo dia percebe que pode usar seu trabalho para fazer uma renda extra. Mas tudo por uma causa nobre: conseguir pagar um caríssimo tratamento para o que considera ser um grande problema do seu filho, “seu jeito diferente”. Trata-se da infame cura gay, oferecida por um famoso pastor estrangeiro. O filme retrata a opressão e violência sofrida pela população LGBTQIA+ e apresenta o drama com humor ácido. A diretora e roteirista Carolina Markowicz comentou sobre a relevância do tema: “O fosso conservador que vivemos nos últimos tempos serviu para deixar bem à vontade cada indivíduo que se achasse no direito de proferir críticas e até agressões à população LGBTQIA+”. Rodado em Cubatão, o filme tem produção da Biônica Filmes, O Som e a Fúria e Globo Filmes.   Na corrida pelo Oscar O Festival de Toronto acontece de 7 a 17 de setembro, enquanto o de San Sebastián é realizado de 22 a 30 de setembro. Além da seleção nos prestigiados eventos internacionais, “Pedágio” está em busca de uma vaga no Oscar. O filme está inscrito entre os longas brasileiros que tentarão uma vaga na disputa de melhor filme internacional em 2024.

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    Jogador de game vira piloto de corridas no trailer de “Gran Turismo”

    10 de agosto de 2023 /

    A Sony divulgou o novo trailer de “Gran Turismo – De Jogador a Corredor”, filme em que jogadores do game “Gran Turismo” entram em carros velozes de corridas reais. O detalhe mais interessante da produção é que ela não é uma adaptação literal do jogo do PlayStation, mas um filme baseado numa história improvável, mas autêntica, de um jogador adolescente, cujas habilidades no game o fizeram entrar em corridas pra valer, vencer uma série de competições e se tornar um verdadeiro piloto profissional. A prévia conta como um executivo de marketing criou um projeto para que os melhores jogadores de “Gran Turismo” tivessem a chance de competir em corridas de verdade, contando apenas com um piloto aposentado para lhes ensinar a diferença entre simulação e realidade. O melhor competidor do grupo acabou escolhido para entrar no time da Nissan. O papel principal é vivido por Archie Madekwe (“See”) e o elenco também destaca David Harbour (“Stranger Things”) como seu mentor e Orlando Bloom (“Carnival Row”) na pele do executivo que vê potencial comercial no novo piloto. O filme tem direção de Neill Blomkamp (“Distrito 9”), roteiro da dupla Jason Hall (“Sniper Americano”) e Zach Baylan (“King Richard: Criando Campeãs”), e ainda inclui os atores Djimon Hounsou (“Shazam!”), Daniel Puig (“Naomi”), Josha Stradowski (“A Roda do Tempo”), Thomas Kretschman (“Vingadores: Era de Ultron”) e a ex-Spice Girl Geri Halliwell. A estreia está agendado para 10 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira o trailer abaixo em duas versões: legendada e dublada em português.

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    Netflix revela fotos do novo terror do diretor de “A Maldição da Residência Hill”

    10 de agosto de 2023 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e a data de estreia da nova minissérie de terror do diretor Mike Flanagan. Após “O Clube da Meia-Noite” (2022), ele volta ao tema das casas mal-assombradas, que geraram suas melhores séries, “A Maldição da Residência Hill” (2018) e “A Maldição da Mansão Bly” (2020), para adaptar o clássico da literatura gótica “A Queda da Casa Usher”, de Edgar Allan Poe. Além de produzir e escrever, Flanagan também dirige quatro dos oito episódios da nova atração. Publicado em 1893, o conto de Poe é um mergulho na loucura, isolamento e identidades metafísicas, que gira em torno de uma visita à casa de Roderick Usher, onde os moradores encontram-se sob uma estranha maldição. A obra já ganhou várias adaptações no cinema. A mais antiga foi produzida em 1928 com roteiro do mestre do surrealismo Luis Buñuel. A mais famosa chegou aos cinemas em 1960, com o título brasileiro de “O Solar Maldito” e é considerada a obra-prima da carreira do diretor Roger Corman e do ator Vincent Price. A nova versão se passa nos dias atuais e, portanto, sofreu uma grande adaptação. Os oito episódios seguem os implacáveis ​​irmãos Roderick (Bruce Greenwood, de “Star Trek”) e Madeline Usher (Mary McDonnell, de “Battlestar Galactica”), que transformaram sua empresa Fortunato Pharmaceuticals em um império de riqueza, privilégio e poder. Mas os segredos do passado vêm à tona quando os herdeiros da dinastia Usher começam a morrer nas mãos de uma misteriosa mulher. As imagens destacam o resto do elenco, que inclui alguns conhecidos das obras anteriores de Flanagan, como Carla Gugino (“A Maldição da Residência Hill”), Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”), Kate Siegel (“A Maldição da Residência Hill”), T’Nia Miller (“A Maldição da Mansão Bly”), Katie Parker (“A Maldição da Mansão Bly”), Zach Gilford (“Missa da Meia-Noite”), Annabeth Gish (“Missa da Meia-Noite”), Michael Trucco (“Missa da Meia-Noite”), Samantha Sloyan (“Missa da Meia-Noite”), Rahul Kohli (“Missa da Meia-Noite”), Carl Lumbly (“Doutor Sono”), Robert Longstreet (“Doutor Sono”), Kyleigh Curran (“Doutor Sono”), Ruth Codd (“O Clube da Meia-Noite”), Sauriyan Sapkota (“O Clube da Meia-Noite”), Crystal Balint (“O Clube da Meia-Noite”), Aya Furukawa (“O Clube da Meia-Noite”), Matt Biedel (“O Clube da Meia-Noite”) e Igby Rigney (“O Clube da Meia-Noite”), além dos “novatos” Mark Hamill (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Paola Nuñez (“Bad Boys Para Sempre”), Willa Fitzgerald (“Pânico: A Série”), Malcolm Goodwin (“iZombie”) e Daniel Jun (“The Expanse”). A estreia foi marcada para 12 de outubro.

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    Filhas estrelam nova comédia de Adam Sandler. Veja o trailer

    10 de agosto de 2023 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!”, novo filme de Adam Sandler, que surpreendentemente é uma comédia teen. A prévia mostra o ator assumindo papel de coadjuvante, como pai da verdadeira protagonista da história, uma adolescente judia de 15 anos que, em plena expectativa para seu bar mitzvah, flagra sua melhor amiga beijando seu crush. A crise se instala, levando ao fim da amizade e deixando a festa por um fio. O detalhe é que a intérprete da filha do comediante é sua filha real, Sunny Sandler, e o elenco ainda inclui sua irmã mais velha, Sadie, como irmã no filme. Além delas, Idina Menzel (“Desencantada”) vive a mãe e Samantha Lorraine (“The Walking Dead: Um Novo Universo”) é a melhor amiga traíra. As duas filhas de Sandler já aparecem nos filmes do comediante há vários anos, mas sempre em papéis pequenos. “Você Não Tá Convidada pro Meu Bat Mitzvá!” marca suas primeiras atuações de destaque, especialmente da caçula, que vive a protagonista do longa. Escrito por Alison Peck (“Dançarina Imperfeita”) e a estreante Fiona Rosenbloom, o filme tem direção de Sammi Cohen (“Crush”) e chega em 25 de agosto à Netflix.

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    Filme sobre assassinato de Angela Diniz ganha trailer com Isis Valverde

    10 de agosto de 2023 /

    A Downtown Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Angela”, filme sobre o assassinato de Angela Diniz estrelado por Isis Valverde (“Simonal”). A prévia mostra os abusos sofridos pela socialite antes de ser assassinada pelo próprio marido. O crime cometido por Raul “Doca” Street tornou-se um divisor de águas no movimento feminista e no Direito brasileiros. Durante o julgamento do assassino, que deu quatro tiros no rosto da companheira em dezembro de 1976, no auge de uma discussão na Praia dos Ossos, em Búzios, Rio de Janeiro, a defesa alegou “legítima defesa da honra” para tentar absolvê-lo do caso. Ele alegou ter matado “por amor”. O argumento gerou polêmica. Militantes feministas organizaram um movimento cujo slogan – “quem ama não mata” – tornou-se, anos mais tarde, o título de uma minissérie da Globo. Até o grande poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) se manifestou: “Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras”, referindo-se à estratégia da defesa de culpabilizar Angela Diniz por seu próprio assassinato. A tese da “legítima defesa da honra” constava no Código Penal da época, mas mesmo assim Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão. Na década seguinte, a nova Constituição, elaborada ao fim da ditadura, acabou com essa desculpa para o feminicídio, mas só agora, em agosto de 2023, o STF (Supremo Tribunal Federal) a tornou oficialmente inconstitucional. O filme tem direção de Hugo Prata (“Elis”) e traz Gabriel Braga Nunes (“Verdades Secretas”) no papel de Doca Street, além de Bianca Bin, Emílio Orciollo Netto, Chris Couto, Gustavo Machado, Carolina Manica e Alice Carvalho. Produção é da Bravura Cinematográfica, com coprodução da Star Productions e distribuição da Downtown Filmes, “Angela” estreia nos cinemas em 31 de agosto. Entretanto, não será a única produção sobre o mesmo tema. O assassinato de Angela Diniz também é material especulado para duas minisséries – uma assinada por Bruno Barreto (“O Hóspede Americano”) para a Globoplay e outra em desenvolvimento por Andrucha Waddington (criador de “Sob Pressão) pela Conspiração Filmes. A morte da socialite voltou a despertar interesse devido ao sucesso do recente podcast “Praia dos Ossos”, que, por sinal, será adaptado nas séries. O famoso crime dos anos 1970 se junta a outras produções de “true crime” brasileiros, que ganharam impulso com o sucesso dos filmes sobre Susanne von Richthofen, vivida por Carla Dias em lançamentos da Amazon Prime Video.

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