Militares britânicos participam das filmagens de Rogue One, primeiro spin-off de Star Wars
As filmagens do próximo filme do universo “Star Wars”, o spin-off “Rogue One: A Star Wars Story”, estão acontecendo a todo vapor nos arredores do Elstree Studios, na Inglaterra. E após as primeiras imagens do set começarem a circular, surgiu a notícia de que, entre a multidão de figurantes da produção, foram escalados 40 militares britânicos. Eles participaram de uma megaoperação de combate já filmada – as fotos abaixo dão uma ideia do que esperar, com stormtroopers mortos, uma carcaça de espaçonave destruída e um bunker. A ideia partiu do diretor Gareth Edwards (“Godzilla”), que pretende aproximar a sci-fi de um longa de guerra. A trama de “Rogue One: A Star Wars Story” vai se passar entre os eventos mostrados nos filmes “Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith” (2005) e “Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança” (1977), focando-se na missão de um comando rebelde que pretende impedir a construção da temida Estrela da Morte. O filme será estrelado por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Mads Mikkelsen (série “Hannibal”), Alan Tudyk (série “Firefly”), Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”) e Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”). A estreia está agendada para 16 de dezembro de 2016, um ano após o lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”
Equipe de Jurassic World parabeniza Star Wars por quebrar seu recorde mundial de bilheteria
Isto é que é levar na esportiva. O produtor Frank Marshall publicou em seu Twitter uma arte em que a equipe de “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” parabeniza “Star Wars: O Despertar da Força” por quebrar o seu recorde de maior bilheteria mundial de estreia em todos os tempos. A arte mostra um dinossauro colocando uma medalha de ouro no droid BB-8. O sétimo longa da franquia espacial arrecadou US$ 529 milhões no mundo todo e se tornou o filme que mais faturou em seu fim de semana de estreia. O recorde anterior, que pertencia ao filme dos dinossauros da Univesral, era de US$ 524 milhões. A homenagem foi assinada por Marshall, pelo diretor Colin Trevorrow, pelo produtor Steven Spielberg e pela Universal Pictures. Vale lembrar que Spielberg é amigo de longa data de George Lucas, o criador de “Star Wars” e que Trevorrow será o diretor do final da nova trilogia espacial, “Star Wars – Episódio IX”, que tem estreia agendada para 2019. Ou seja, todos ficaram felizes.
Star Wars arrasa recordes, conquistando a maior bilheteria mundial de estreia de todos os tempos
Os números das bilheterias de “Star Wars: O Despertar da Força” não param de impressionar, derrubando um recorde atrás do outro. Com a contagem final confirmada, agora é oficial: o novo “Star Wars” conquistou a maior bilheteria mundial de estreia em todos os tempos. Ao todo, o filme dirigido por J.J. Abrams arrecadou US$ 529 milhões nos cinemas de todo o mundo, superando por uma pequena margem o antigo recordista, “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros”, que fez US$ 524 milhões em junho passado. O mais impressionante é que, ao contrário de “Jurassic World”, “Star Wars: O Despertar da Força” ainda não estreou na China, segundo maior mercado cinematográfico do planeta. A Disney deixou o país por último, com lançamento por lá somente em janeiro. Isto porque, graças ao comunismo, a China é um dos poucos lugares do mundo que não exibiu a trilogia original, tornando o desafio do marketing ainda maior. Mesmo assim, a estreia chinesa pode impulsionar o longa para novos recordes. A conquista da Terra aconteceu após “Star Wars” superar outro recorde de “Jurassic World”, o de maior estreia da história dos EUA. Com US$ 238 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição, a sci-fi da Disney deixou bem para trás os dinossauros da Universal, que faturaram US$ 208 milhões no mercado doméstico americano. Outros recordes conquistados incluem a maior pré-venda de ingressos e o maior faturamento de primeiro dia de exibição nos EUA. No Brasil, “Star Wars: O Despertar da Força” rendeu a maior arrecadação de dia de estreia de 2015 (R$ 9,5 milhões), mas não superou as bilheterias dos primeiros fins de semana de “Velozes e Furiosos 7” e “Os Vingadores – A Era de Ultron”. Ao todo, o filme fez R$ 33,6 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz nos cinemas brasileiros.
Joy, Carol, Creed, Brooklyn, O Quarto de Jack, Steve Jobs e outros filmes cotados para o Oscar vazam na internet
Os grupos hackers Hive-CM8 e Evo vazaram na internet uma nova leva de filmes cotados para o Oscar 2016. Desta vez, apenas “Joy – O Nome do Sucesso” ainda não foi exibido nos cinemas americanos. Mas alguns dos demais, como “Carol”, “Steve Jobs”, “O Quarto de Jack”, “Brooklyn” e “Creed – Nascido para Lutar”, permanecem inéditos em vários países, inclusive no Brasil. O vazamento acontece poucos dias após a aparição de cópias piratas de “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, e “O Regresso”, de Alejandro González Iñárritu, ambos ainda inéditos nos EUA. Na ocasião, o Hive-CM8 proclamou, em mensagem nos fóruns piratas, que iria disseminar mais 39 screeners de filmes da temporada de premiações. Segundo o site Variety, a cópia pirata de “O Regresso” já foi baixada mais de 739 mil vezes, enquanto mais 539 mil pessoas fizeram o download de “Os Oito Odiados”. O novo filme de Sylvester Stallone, “Creed”, também já aparece na lista, com 499 mil acessos. Os filmes foram distribuídos via torrents e em serviços de armazenamento de arquivos, linkados por sites especializados em pirataria. As cópias são todas provenientes de ‘screeners’, que é como são chamados os DVDs enviados para a imprensa (atualmente raros) e para os eleitores dos troféus de melhores do ano (screeners mais comuns), como o Globo de Ouro e o Oscar. Para evitar esse tipo de vazamento, os screeners costumam ter marcas d’água que identificam os destinatários das cópias físicas, servindo para localizar a fonte da pirataria. Diante do tamanho do vazamento, uma investigação criminal deve ser iniciada nos próximos dias.
Conheça os cartazes do Festival de Berlim 2016
A organização do Festival de Berlim divulgou os pôsteres de sua 66ª edição. As belas artes mostram ursos soltos na capital da Alemanha, fazendo bom uso do mascote da competição. Confira abaixo. O evento, que acontece de 11 a 21 de fevereiro, será aberto pela exibição de nova comédia dos irmãos Coen, “Ave, César!”, passada na Era de Ouro de Hollywood e com um elenco repleto de estrelas, como George Clooney, Scarlett Johansson, Josh Brolin, Channing Tatum, Jonah Hill, Tilda Swinton e Ralph Fiennes. A competição pelo Urso de Ouro destaca em sua seleção o drama britânico “Genius”, de Michael Grandage, centrado na história do editor literário Max Perkins (1884-1947), e “Midnight Special”, primeira sci-fi do diretor Jeff Nichols (“Amor Bandido”), que traz Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como um pai em fuga com seu filho, após o governo americano descobrir que o menino tem poderes especiais. Entre os filmes já divulgados, também se encontram “Alone in Berlin”, do ator e diretor francês Vincent Perez (“O Segredo”), “Boris sans Béatrice”, do canadense Denis Côté (“Vic+Flo Viram um Urso”), e “Zero Days”, novo documentário de Alex Gibney (vencedor do Oscar por “Taxi to the Dark Side”), sobre a origem dos hackers e as ameaças cibernéticas para economia mundial. Outros três documentários também foram anunciados em apresentação especial, fora de competição. Dois deles reverenciam artistas: “The Music of Strangers: Yo-Yo Ma and the Silk Road Ensemble” e “The Seasons in Quincy: Four Portraits of John Berger”, codirigido pela atriz Tilda Swinton (“O Grande Hotel Budapeste”). O terceiro é “Where to Invade Next”, de Michael Moore (“Fahrenheit 11 de Setembro”), já exibido no Festival de Toronto.
Roteirista de Jurassic Park vai escrever remake de A Noiva de Frankenstein
A Universal contratou o roteirista David Koepp (“Operação Sombra – Jack Ryan”) para escrever o remake de “A Noiva de Frankenstein”. Segundo o site Variety, o estúdio buscou alguém com experiência em franquias para fortalecer seu projeto de criar um universo compartilhado de monstros. Koepp assinou as histórias que lançaram as franquias “Missão Impossível”, “Jurassic Park” e “Homem-Aranha”. Ainda de acordo com o Variety, a contratação também serviria de chamariz para Angelina Jolie, que o estúdio quer convencer a estrelar e até dirigir o longa, após ter amargado um prejuízo de US$ 40 milhões ao aceitar produzir “À Beira-Mar”. Os planos do remake estão em desenvolvimento desde 2009. Na época, Neil Burger (“Divergente”) foi cotado para a direção, mas não há informações sobre se ele continua envolvido no projeto, que fará parte do universo de monstros da Universal, supervisionado pelos roteiristas Alex Kurtzman (“Além da Escuridão – Star Trek”) e Chris Morgan (“Velozes & Furiosos 7”). O filme original, dirigido por James Whale, mostrava a tentativa do Dr. Frankenstein para dar a seu monstro uma companheira. O resultado marcou época, assim como o penteado da atriz Elsa Lancaster. Considerado o melhor de todos os filmes góticos da Universal, “A Noiva de Frankenstein” acabou inspirando várias refilmagens, sendo a mais famosa “A Prometida” (1985) em que o cantor Sting deu vida a Jennifer Beals. Mais recentemente, a 2ª temporada da série “Penny Dreadful” referenciou a mesma trama.
I Am a Hero: Veja o primeiro trailer da adaptação premiada do mangá de zumbis
A Toho Pictures divulgou o trailer de “I Am a Hero”, filme japonês de zumbis, que venceu o prêmio do público no Festival Internacional de Cinema Fantástico de Stiges em 2015. A prévia mostra como um desenhista de mangás se vê enfrentando monstros reais para se tornar um herói como os personagens de seus quadrinhos. A direção é de Shinsuke Sato, responsável por levar o mangá “Gantz” para os cinemas. A história, por sinal, também é uma adaptação de quadrinhos japoneses, criada por Kengo Hanazawa (autor de “Boys on the Run”, filmado em 2010). A trama acompanha Hideo Suzuki (Yô Ôizumi, de “Kitaro”), um arte-finalista frustrado de mangás, preso a um emprego de salário baixo e sonhos irrealizados. Solitário e ignorado por todos, ele vê sua vida mudar quando uma epidemia zumbi irrompe no Japão, e ele descobre sua capacidade para a sobrevivência, ajudando, no processo, vários desconhecidos que o tomam por herói. A estreia está marcada para 23 de abril no Japão.
Love & Friendship: Kate Beckinsale e Chloë Sevigny aparecem nas fotos da nova adaptação de Jane Austen
A Westerly Films divulgou as primeiras fotos de “Love & Friendship”, adaptação de “Lady Susan”, uma das obras menos conhecidas da escritora Jane Austen (“Orgulho & Preconceito”), com direção do cultuado cineasta indie Whit Stillman (“Descobrindo o Amor”). As fotos destacam Kate Beckinsale (franquia “Anjos da Noite”) e Chloë Sevigny (série “American Horror Story”) em trajes de época. As duas atrizes trabalharam anteriormente com o diretor em “Os últimos Embalos da Disco” (1998). Ambientado no final do século 18, o filme acompanha a bela viúva Lady Susan Vernon (Beckinsale), que decide visitar os parentes de seu falecido marido para se distanciar dos rumores sobre seus relacionamentos coloridos. Mas ao chegar na opulenta propriedade decide garantir um novo marido para si mesmo e também para sua filha relutante, Frederica (Morfydd Clark, da série “New Worlds”). O elenco também inclui Stephen Fry (trilogia “O Hobbit”), Xavier Samuel (“Corações de Ferro”), Jemma Redgrave (série “Doctor Who”) e Emma Greenwell (série “Shameless”). “Love & Friendship” terá sua première mundial em 23 de janeiro, dentro da programação do Festival de Sundance.
Greta Gerwig aparece nas primeiras fotos da continuação de Bem-Vindo à Casa de Bonecas
A Annapurna Pictures divulgou as duas primeiras fotos de “Wiener-Dog”, novo comédia indie de Todd Solondz (“Dark Horse”). As imagens destacam a atriz Greta Gerwig (“Mistress America”) e o cãozinho do título. A trama acompanha um cachorrinho dachshund, o “salsicha” do título em inglês, que transforma a vidas das pessoas que cruzam seu caminho. Mas fãs de “filmes de cachorro” devem se precaver, pois Solondz tem a tendência de embarcar em tramas sombrias. Além disso, a história é sequência direta do cultuado “Bem-Vindo à Casa de Bonecas”, com Gerwig no papel de Dawn Wiener, interpretada por Heather Matarazzo na porrada de 1995. Além de Gerwig, o elenco inclui Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ellen Burstyn (“Interestelar”), Zosia Mamet (série “Girls”), Julie Delpy (“Antes da Meia-Noite”) e Tracy Letts (série “Homeland”). “Wiener-Dog” terá première mundial em 22 de janeiro, na programação do Festival de Sundance.
O Regresso e Os Oito Odiados vazam na internet antes da estreia
Dois dos filmes mais esperados da temporada de premiações vazaram na internet antes de suas estreias oficiais. Curiosamente, ambos são westerns: “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, e “O Regresso”, de Alejandro González Iñárritu. As cópias já estão circulando nos sites de torrent e arquivos piratas, e provém de screeners (DVDs enviados para avaliação da crítica e/ou eleitores de prêmios). O responsável pelo vazamento de “Os Oito Odiados” ainda tripudiou, em mensagem nos fóruns piratas, dizendo ter mais 39 screeners para distribuir. “Os Oito Odiados”, por sinal, enfrentou vazamentos desde sua concepção, quando a primeira versão do roteiro foi parar na internet e quase fez o diretor desistir de sua filmagem. Além de afetar as bilheterias, as cópias de qualidade inferior prejudicam a própria percepção dos filmes, que foram feitos para telas grandiosas e projeção em alta resolução. Tarantino, inclusive, preparou uma versão especial para exibição em 70mm. Por sua vez, o filme estrelado por Leonardo DiCaprio pode resultar numa premiação inédita para o diretor de fotografia Emmanuel Lubezki, que é favorito ao Oscar da categoria. Caso vença, será o primeiro a conseguir a façanha em três filmes consecutivos. As estreias dos dois filmes estão marcadas para 25 de dezembro nos EUA, em lançamento limitado para viabilizar suas condições de candidatos ao Oscar 2016. Ambos terão o circuito ampliado a partir de janeiro. No Brasil, “Os Oito Odiados” estreia em 7 de janeiro e “O Regresso” no dia 21 do mesmo mês.
Bilheterias: Star Wars mostra sua Força com a maior estreia da história do cinema americano
A Força despertou, deixando o público de cinema em frenesi nos EUA. Até o Presidente Barack Obama interrompeu mais cedo uma entrevista coletiva com a desculpa de que precisava assistir ao novo “Star Wars”. O resultado foi recorde atrás de recorde de arrecadação. Após registrar a maior pré-venda de ingressos e o maior faturamento de primeiro dia de exibição, “Star Wars: O Despertar da Força” somou US$ 238 milhões para se tornar a maior bilheteria de fim de semana de estreia da América do Norte. Em todos os tempos. A empolgação deixou para trás o antigo recordista, “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”, que também neste ano faturou US$ 208 milhões. Apesar da grande expectativa gerada pela estreia de “Star Wars”, algumas produções se arriscaram a dividir a mesma data de lançamento. O resultado previsto se confirmou, com bilheterias fracas, mas também rendeu algumas surpresas no Top 10 da semana. O melhor desempenho ficou com o lançamento infantil “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que estreou em 2º lugar, mas numa galáxia muito distante de “Star Wars”, com faturamento de US$ 14,4 milhões. A comédia “Irmãs”, que junta as comediantes Tina Fey e Amy Poehler, abriu logo atrás, com US$ 13,4 milhões em 3º lugar. Com isso, após quatro semanas consecutivas no topo das bilheterias, “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” caiu para 4º, seguido pelo spin-off de “Rocky”, “Creed: Nascido para Lutar”, no final do Top 5. As maiores surpresas, porém, ficaram para o fundo do tacho, abaixo do naufrágio de “No Fundo do Mar”, que de uma semana para a outra caiu do 2º para o 8º lugar. É que o Top 10 da semana se fecha com dois lançamentos indianos, uma verdadeira raridade nos EUA, que costuma ser avesso a sucessos estrangeiros. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir as 10 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA ” state=”closed”] BILHETERIA: TOP 10 EUA [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] 1. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 238 milhões Total EUA: US$ 238 milhões Total Mundo: US$ 517 milhões 2. Alvin e os Esquilos: Na Estrada Fim de semana: US$ 14,4 milhões Total EUA: US$ 14,4 milhões Total Mundo: US$ 14,4 milhões 3. Irmãs Fim de semana: US$ 13,4 milhões Total EUA: US$ 13,4 milhões Total Mundo: US$ 15,2 milhões 4. Jogos Vorazes: A Esperança – O Final Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 254,4 milhões Total Mundo: US$ 595,5 milhões 5. Creed: Nascido para Lutar Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 87,9 milhões Total Mundo: US$ 95,5 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 6. O Bom Dinossauro Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 96,5 milhões Total Mundo: US$ 189,6 milhões 7. Krampus – O Terror do Natal Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 34,8 milhões Total Mundo: US$ 47,6 milhões 8. No Coração do Mar Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 68,2 milhões 9. Dilwale Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 1,8 milhão Total Mundo: US$ 1,8 milhão 10. Bajirao Mastani Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 1,6 milhão Total Mundo: US$ 1,6 milhão [/symple_column] [/symple_toggle]
Novo Star Wars supera expectativas e se mostra à altura da trilogia original
A fascinação do público por “Star Wars” pode ser facilmente medida em (grandes) números. Uma das franquias mais admiradas e bem-sucedidas do cinema, “Star Wars” tornou-se, desde a estreia, em 1977, do então “Guerra nas Estrelas”, um sucesso não apenas no cinema, mas um fenômeno em termos de comercialização de produtos que vão desde action figures, passando por camisetas, cobertores e sandálias e tudo o que você puder imaginar. Ainda que presentes no imaginário popular há quase 40 anos, a saga foi aos poucos perdendo o encanto e a magia que encantou crianças, jovens e adultos neste período, muito por conta das versões plastificadas, artificiais e medíocres entregues por George Lucas nos prólogos que estrearem entre 1999 e 2005. Anunciado desde a compra da LucasFilm pela Disney, este “O Despertar da Força” vinha sendo aguardado com uma expectativa incomensurável, fosse pela direção de J.J, Abrams (um diretor talentoso que já havia ressuscitado “Star Trek”, uma franquia tão amada quanto), pelo roteiro co-escrito por Lawrence Kasdan (um mestre do assunto, responsável por “Caçadores da Arca Perdida” e “O Império Contra-Ataca”, consideradas até hoje como duas das melhores aventuras de todos os tempos) como pelo retorno aos efeitos práticos e cenários verdadeiros, bem diferentes dos prólogos, que o tempo tratou de aproximar dos videogames. O fato é que, passada a euforia de estreia, é absolutamente correto afirmar que “O Despertar da Força” não apenas honra toda a trilogia original como é uma das aventuras mais aprazíveis, emocionantes, divertidas e eficientes de todo o ano, além de, mesmo com diversas falhas pontuais, um triunfo em seu aspecto mais crucial, o de trazer ao espectador aquela sensação de encantamento que até hoje coloca “Star Wars” como algo bem maior que uma simples franquia cinematográfica. “O Despertar da Força” é simplesmente a continuação de “Star Wars” que todos desejavam, um retorno a um universo familiar e conhecido, mas que revela diversas surpresas, revelações e choques capazes de abalar até o mais frio dos espectadores. A trama faz questão de trabalhar com os cânones da saga de forma respeitosa. Até demais, em alguns aspectos. Mesmo os espectadores mais desatentos perceberão que este “Episódio VII” nada mais é do que uma refilmagem pouco disfarçada do “Episódio IV”, o primeiro “Guerra nas Estrelas”. Há a jovem solitária que vive no deserto e que encontra um pequeno robô – o simpático, carismático e divertido BB-8 – que carrega consigo uma mensagem secreta que deve ser entregue à Resistência Rebelde. A jovem conta com a ajuda de diversos amigos e de um mentor, ao mesmo tempo em que são perseguidos por um cavaleiro de roupas negras – isso sem contar a ameaça de uma nova e poderosa estação espacial. Não faltam nem o resgate nesta mesma estação e um ataque de caças na conclusão. Se a plot não faz questão de inovar – talvez como homenagem, talvez como falta de ousadia – o roteiro de Kasdan e Abrams faz com que este seja um problema facilmente contornável, graças a um trabalho excepcional no desenvolvimento e na apresentação de personagens e de situações que – ainda que continuem referenciando diversos elementos da saga – são capazes de elevar-se acima da mera referência e se tornem releituras carregadas de força e intensidade dramática. Sim, o filme é um “fan service” descarado (ainda que de forma muito mais sutil e inteligente do que, por exemplo, “Jurassic World”), mas tão bem feito que transcende esse reducionismo. Além do roteiro que foge das explicações óbvias e das redundâncias que abundaram nos prólogos, boa parte do sucesso do filme se deve à direção inspirada de J.J Abrams, que entrega aqui aquele que é o seu melhor trabalho, um filme com um ritmo empolgante, com um humor que funciona e não soa deslocado, com sequências de ação acachapantes e com diversos momentos que já podem se posicionar entre os mais admiráveis e emblemáticos da saga, como a impactante sequência da ponte – uma (outra) referência a “O Império Contra-Ataca” – um momento tão bem estruturado e encenado que Abrams mereceria nossos aplausos apenas por tê-lo feito com a importância e com o peso exigidos. Abrams recupera a estética original estabelecida no “Episódio IV” – com suas naves envelhecidas e enferrujadas, suas transições que lembram animações de PowerPoint, a trilha sonora de John Williams, os efeitos sonoros de Ben Burtt. A pegada pé no chão é tão convincente que os poucos momentos em que o filme parece não funcionar ocorrem justamente com a entrada de criaturas digitais, como a Maz Tanaka de Lupita N´yongo e do Supremo Líder Snoke de Andy Serkis. Outro ponto da modernidade estampada neste “Episódio VII” é a escolha de seus protagonistas. Em um ano em que tivemos a força de uma Imperatriz Furiosa, a inteligência de uma Ilsa Faust e o altruísmo de Katniss, é um deleite perceber que todas elas apenas estavam abrindo espaço para a jovem Rey – talvez uma protagonista bem mais interessante que Luke Skywalker no filme de 1977. Interpretado pela gracinha Daisy Ridley, Rey segue, inicialmente, os mesmos passos do jovem Skywalker, mas sua narrativa e seu crescimento dentro da trama são desenvolvidos com muito mais consistência. E, sim, temos uma garota protagonizando “Star Wars”. Até por conta disso, fica evidente que o arco do personagem Finn (Jon Boyega, aproveitando a oportunidade com sangue nos olhos) é bem mais frágil: um stormtrooper com crise de consciência que resolve abandonar a Primeira Ordem, uma espécie de reboot do Império Galáctico. Da mesma forma, o carismático Poe Dameron de Oscar Isaac – o melhor piloto da galáxia de todos os tempos! – é outro personagem que clama por mais espaço nos próximos episódios. Do lado dos vilões, Adam Driver arrisca em transformar seu Kylo Ren em uma versão mais jovem de Darth Vader, tão poderosa quanto, mas repleto de dúvidas e questionamentos. Ao lado de Rey, Kylo Ren é com certeza um dos mais complexos personagens desta nova saga, uma figura ao mesmo tempo ameaçadora e trágica, que sofre justamente com a tentação de não cair para o lado luminoso da Força. Driver dá vida a um vilão tão interessante que seus primeiros cinco minutos em tela ofuscam todas as aparições do jovem Darth da segunda trilogia. Entre os veteranos, é um deleite em todos os sentidos reencontrar estes personagens 30 anos mais velhos – e mais experientes. Com um bem aproveitado tempo em tela, é possível afirmar que Han Solo e Rey são o coração e a alma deste novo “Star Wars”. O veterano ator tira sua carranca mal-humorada e restabelece Solo no panteão dos grandes personagens do cinema. Já Carrie Fisher demonstra com dignidade o peso dos anos e da experiência que transformaram a Princesa em General Leia, carregando consigo uma dor e uma resignação tocantes. De Mark Hammil e seu Luke Skywalker não podemos falar muito. Escondido em toda a divulgação do filme, Skywalker transformou-se, assim como seus colegas de luta, em uma figura mítica e lendária. Não por acaso, o filme gira todo em torno de sua busca, e sua presença, mesmo quando apenas mencionada, traz novamente ao filme aquele viés épico e grandioso que tanto admiramos na primeira trilogia. Concluindo com aquele que é provavelmente o plano mais belo, interessante e promissor de todos os seis filmes anteriores, “O Despertar da Força” consegue se mostrar superior até ao excruciante hype que o precedia. Para além da memória afetiva e da expectativa, é uma obra carregada de nostalgia que chega derrubando todas as portas com um olhar moderno e relevante: um blockbuster honesto e autêntico em suas premissas, feito para entreter os fãs e converter novas gerações à saga que começou a muito tempo atrás numa galáxia muito distante.
Jesse Eisenberg encarna Lex Luthor em nova foto de Batman vs. Superman
A Warner Bros. divulgou uma nova foto de Jesse Eisenberg (“Truque de Mestre”) como Lex Luthor. Ele interpreta um Luthor jovem e milionário em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, e será o principal adversário dos super-heróis na produção. Clique na imagem acima para ampliá-la em tela inteira. Além de Henry Cavill (“Homem de Aço”) como Superman e Ben Affleck (“Argo”) como Batman, o elenco também destaca Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”) como Mulher-Maravilha. O roteiro foi escrito por David Goyer (“O Homem de Aço”) e revisado por Chris Terrio (“Argo”), e a direção é de Zack Snyder (“O Homem de Aço”). “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” tem estreia marcada para 24 de março no Brasil, um dia antes do seu lançamento nos EUA.












