Batman vs. Superman é sério, sombrio e violento. Em suma, não é um filme da Marvel
O trailer que contava mais ou menos o resumo da história prometia algo pavoroso. E aquele resumo é mesmo o que é mostrado no cinema. Mas “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, o novo filme de super-heróis de Zack Snyder, não é tão ruim quanto algumas (a maioria das) críticas prometem. Seu “pecado”, aparentemente, é não ser um filme da Marvel. De modo geral, o filme segue a linha das adaptações dos quadrinhos da DC Comics dos últimos anos, com histórias mais dramáticas e épicas, que privilegiam os aspectos mais sombrios dos quadrinhos. Tal preferência se manifesta até na escolha de filtros e uma palheta de cores mais escura, além de trilha sonora triste e efeitos visuais de fim de mundo. É, de fato, grande o contraste com a leveza das aventuras da Marvel/Disney. E isso é bem demarcado logo nos créditos de abertura, que resumem as memórias do trauma de infância de Bruce Wayne, na noite em que ele perdeu seus pais durante um assalto em uma rua mal iluminada. Por sinal, os créditos iniciais – elemento tão elegante e em falta no cinema atual -, revelam uma preocupação em reintroduzir Bruce Wayne para situá-lo nesse “novo” universo compartilhado com Superman, incorporando-o aos eventos mostrados no último ato de “O Homem de Aço” (2013), também de Snyder. Ou seja, toda aquela destruição causada durante a luta entre Superman (Henry Cavill) e o General Zod (Michael Shannon), que causou controvérsia entre os fãs dos quadrinhos, devido aos milhares de mortes que resultariam de tamanha violência, não só foi levada em consideração como virou o marco da animosidade inicial entre os dois heróis, fornecendo a motivação que faz Batman (Ben Affleck, muito bem no papel) encarar o kryptoniano como uma ameaça para a humanidade. Além disso, a intervenção de Lex Luthor contribui para que os dois se confrontem, por mais que suas motivações não sejam muito bem exploradas, o que tornam o vilão o ponto mais fraco do filme. Ainda assim, Jesse Eisenberg constrói uma imagem até simpática de menino mimado para seu Luthor, fugindo dos estereótipos de supervilões chatos e histéricos. Tanto é que apenas em determinado momento o público o vê como alguém desprezível de verdade. O clima sombrio também se manifesta na personalidade dos protagonistas. Bruce Wayne, em conversa com seu mordomo e parceiro Alfred (Jeremy Irons), afirma ser mesmo um criminoso. E esse seu aspecto fica ainda mais marcante durante seu combate com Superman, uma figura que também é (quase) contaminada pelo ódio generalizado. “Não há como escapar da maldade” (ou algo assim), ele afirma em uma sequência, em conversa rápida com Lois Lane (Amy Adams). Lois, inclusive, é quem mais surpreende na trama. Como está encantadora! Ela se revela tão heroína quanto a Mulher Maravilha (Gal Gadot, deslumbrante), apesar de ser apenas uma jornalista, que por acaso é namorada do sujeito mais poderoso da Terra. Quanto à famosa amazona dos quadrinhos, sua aparição é relativamente pequena, embora crie frisson ao surgir em cena, para ajudar os heróis a enfrentar o supervilão Apocalipse – isso só é spoiler para quem não viu o trailer, veiculado à exaustão desde o ano passado. E a música-tema da Mulher Maravilha é tão linda quanto ela. Quem tem/teve um pouco de contato com os quadrinhos nas últimas décadas sabe que Apocalipse é um monstrengo marcante na história do Homem de Aço, e não apenas por ser praticamente indestrutível. Por isso, imaginava-se que ele se tornaria o grande estraga-prazeres de “Batman vs. Superman”. Felizmente, não é bem isso que acontece. Afinal, quem acompanhou a pancadaria de Superman contra Zod no filme anterior já sabe o que esperar agora, ainda que no novo filme tudo seja mais épico e dramático. Com tanta luta, há quem possa reclamar da falta de diálogos mais bem trabalhados, mas Snyder preferiu centrar o seu filme na ação, em especial no embate entre os dois heróis. E não dá para dizer, sinceramente, que cometeu um erro por conta disso. Inclusive, ver o filme em IMAX 3D torna a experiência ainda mais intensa, mal dando para perceber a passagem de suas duas horas e meia de duração. (Há várias cenas filmadas com câmeras IMAX, e dá para percebê-las com a mudança frequente da janela de aspecto.) E por mais que Superman seja essa criatura extraordinária de bondade, um deus vivendo entre os homens e o coração da história, é Bruce Wayne/Batman quem conduz o tom do filme. A inspiração, desde sua amargura solene, sua idade mais avançada e até do uniforme mais escuro do Batman, vem claramente de “Cavaleiro das Trevas”, a graphic novel de Frank Miller. E isso diferencia bastante o personagem de suas encarnações anteriores, menos circunspectas, dando-lhe contornos bem interessantes. Ao final, o herói de Gotham City é quem sai como verdeiro vencedor de “Batman vs. Superman”, embora seja possível atribuir sua vitória a um conjunto de condução narrativa (com duas sequências de sonho fantásticas), excelente elenco de apoio, promessa de uma Liga da Justiça muito interessante para os próximos filmes, uma Mulher Maravilha linda, forte e enigmática, um trabalho de direção de arte e figurinos deslumbrantes, efeitos especiais de ponta (mesmo com o CGI do Apocalipse) e cenas de ação muito boas – inclusive com maior agilidade do Batman, em comparação com os outros filmes do personagem. Por outro lado, quem tem cisma com o Zack Snyder vai continuar encontrando os mesmos defeitos de sempre, podendo reduzir “Batman vs. Superman” apenas a um exercício épico de destruição exagerada, preenchido por diálogos medíocres e mais efeitos que profundidade. Mas, convenhamos, em seus filmes os super-heróis não ganham um assistente mirim como em “Homem de Ferro 3”, que a maioria da crítica aplaudiu. Ao menos, Snyder leva o gênero a sério. A questão, na verdade, parece se resumir ao quão sério devem ser os filmes de super-heróis. E positivamente “Batman vs. Superman” não tem piadinhas, como a maioria dos filmes da Marvel.
Invocação do Mal 2: Veja fotos e o novo trailer assustador da continuação
A Warner Bros divulgou novas fotos e o segundo trailer de “Invocação do Mal 2”, continuação do terror de 2013. A prévia é repleta de sustos. O lado negativo é que tira a surpresa de momentos cruciais. De todo modo, revela que a nova investigação, supostamente real, de Lorraine e Ed Warren, o casal de investigadores paranormais vividos no cinema por Vera Farmiga e Patrick Wilson, nada mais é que uma artimanha do além para matar o incômodo Warren. Desta vez, eles investigam a famosa assombração de Enfield, que aflige uma família em Londres, especialmente a filha Janet (Madison Wolfe, de “O Herdeiro do Diabo”), aterrorizada por um poltergeist. Novamente escrito pelos irmãos Chad e Corey Hayes, “Invocação do Mal 2” ainda traz de volta o diretor James Wan, que retomar o terror após bater recordes de bilheteria com seu primeiro filme de ação, “Velozes & Furiosos 7”. A estreia está marcada para 9 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
O Caçador e a Rainha do Gelo: Cena do filme mostra Charlize Theron contra todo o elenco
A Universal Pictures divulgou uma cena inédita de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que mostra a Rainha Ravenna, personagem de Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), enfrentando o resto dos protagonistas: o Caçador (Chris Hemsworth, de “Os Vingadores”), a Rainha do Gelo (Emily Blunt, de “Sicario”) e a guerreira Sara (Jessica Chastain, de “A Colina Escarlate”), usando seus poderes para criar diversos efeitos visuais. Prólogo de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme conta a “origem” do Caçador e explica o motivo do ódio entre as duas irmãs que disputam o reino encantado da produção. “O Caçador e a Rainha do Gelo” marca a estreia na direção de Cedric Nicolas-Troyan, diretor assistente e supervisor de efeitos visuais do longa original. O lançamento está marcado para 21 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Jonah Hill e Miles Teller enriquecem com a guerra em trailer de comédia
A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer de “War Dogs”, nova comédia estrelado por Jonah Hill (“Anjos da Lei”) e Miles Teller (“Quarteto Fantástico”), com direção de Todd Phillips, o responsável pela trilogia “Se Beber, Não Case!”. Baseado em fatos reais, a prévia mostra como dois jovens inexperientes venceram uma concorrência do Pentágono e se tornaram reis da indústria bélica, transportante armas para as tropas americanas no Iraque. “War Dogs” revela como os dois amigos se valeram de uma iniciativa do governo americano, que permitia que pequenas empresas fizessem contratos com o exército, para, no início dos anos 2000, aproveitarem as guerras no Afeganistão e no Iraque para arrecadarem uma fortuna com o fornecimento de armas. O roteiro foi escrito por Jason Smilovic (“Xeque-Mate”), a partir de um artigo da revista Rolling Stone, intitulado “Arms and the Dudes” (“Armas e os Caras”, em tradução literal), de Guy Lawson. A produção é do ator Bradley Cooper (igualmente da trilogia “Se Beber, Não Case!”), que também faz participação especial no longa. O filme estreia em 19 de agosto nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Batman vs. Superman bate recorde de bilheteria em estreia no Brasil
O filme “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” registrou uma estreia recorde no Brasil. De acordo com o site Deadline, apenas a bilheteria do dia de lançamento, na quinta-feira (24/3), arrecadou R$ 12,9 milhões, o que representa a maior abertura da história da Warner Bros. no país. O resultado era esperado, tendo em vista que sua distribuição também foi a mais ampla da história da Warner no Brasil. O filme monopolizou 45% de todo o parque exibidor nacional, chegando a mais de 1,3 mil salas de cinema. No resto do mundo, o filme também vem registrando bilheterias significativas. Até sexta, o mercado internacional já rendia US$ 89 milhões para a produção. Além do Brasil, a estreia também foi recorde do estúdio na China, Índia e Japão. Curiosamente, quantia similar, US$ 82 milhões, foi arrecada nos cinemas dos EUA na sexta-feira (25/3), dia da estreia oficial no país. O sucesso de público também demonstra que os super-heróis são invulneráveis à crítica. “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” foi desancado por resenhas demolidoras – que até renderam um vídeo hilário com Ben Affleck – , marcando apenas 29% de aprovação no levantamento do site Rotten Tomatoes. Mas sua exibição continua lotando cinemas. O levantamento oficial da opinião do público americano, pesquisada pelo CinemaScore, deve ser divulgado no domingo. Aproveite e leia a crítica da Pipoca Moderna.
As Tartarugas Ninja 2: Novo trailer destaca vilões e o velho truque do vórtice apocalíptico
A Paramount Pictures divulgou o novo trailer (ainda sem legendas) de “As Tartarugas Ninja 2 – Fora das Sombras”, continuação do filme de 2014. O título alude ao reconhecimento das Tartarugas como “super-heróis”, após saírem do anonimato, levando adiante sua luta contra o crime. A prévia, por sinal, reforça a linhagem heroica ao lançar mão do velho truque do vórtice apocalíptico, visto em “Os Vingadores”, “Quarteto Fantástico” e até na série “The Flash”. Ele é usado de forma gratuita e sem qualquer outra conexão com as demais cenas do vídeo, que, na verdade, serve para destacar a sensualidade de Megan Fox, a participação de Stephen Amell (série “Arrow”) como o herói Casey Jones e a participação dos vilões favoritos da séria animada, os mutantes Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (Stephen Farrelly) – os dois personagens também ganharam pôsteres. Tudo ao som de “No Sleep Til Brooklyn”, dos Beastie Boys, porque, afinal, o moicano de Bebop, a máscara de Jason, quer dizer, de hóquei de Casey, assim como as próprias Tartarugas, são mesmo nostalgia dos anos 1980. Com roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec (que pelo primeiro filme foram indicados ao Framboesa de Ouro) e direção de Dave Green (“Terra para Echo”), “As Tartarugas Ninja 2” estreia em 3 de junho nos EUA e duas semanas depois, em 16 de junho, no Brasil.
Trailer do Lego Batman ganha versão dublada
A Warner Bros. divulgou a versão dublada do primeiro trailer da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). A prévia zoa da seriedade de Batman, com uma introdução do herói fazendo beatbox, além de mostrá-lo de cueca e máscara. Curiosamente, o trecho do beatbox não foi dublado, mas legendado, criando um contraste entre a voz marcante de Will Arnett, que já foi Batman no filme anterior, e seu dublador nacional. Além dele, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) como Alfred, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Batman Lego” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Os Dez Mandamentos chega a 10 milhões de espectadores
Relançado nos cinemas com cenas extras para a Semana Santa, “Os Dez Mandamentos – O Filme” alcançou a marca histórica de 10 milhões de espectadores. Apesar do aumento de público, o filme permanece como a terceira maior bilheteria do cinema nacional, marca atingida em fevereiro. “Os Dez Mandamentos” está atrás apenas de “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (com 10,7 milhões) e “Tropa de Elite 2” (com 11,1 milhões de espectadores). A edição diferenciada, que estreou na quinta-feira (24/3), voltou a levar o público ao cinema, desta vez ver cenas inéditas da 2ª temporada da novela, exibida pela rede Record. Por sua vez, a 2ª temporada da novela começará a ser exibida em 4 de abril. Além disso, uma continuação/spin-off será lançada sob o título de “A Terra Prometida”, acompanhando a história de Josué (Sidney Sampaio) a partir de 28 de junho.
Netflix vai gastar quase US$ 100 milhões para produzir novo filme de Will Smith
O serviço de streaming Netflix vai produzir o próximo filme de Will Smith. E, para isso, financiará um orçamento de quase US$ 100 milhões. Depois de duas semanas de negociações e um concorrido leilão com múltiplos estúdios de Hollywood, a empresa cobriu as ofertas da concorrência e adquiriu os direitos da produção, intitulada “Bright”. O filme é um thriller policial que mistura elementos fantásticos, com roteiro de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e direção de David Ayer (“Corações de Ferro”). A produção marcará a segunda parceria entre o diretor e o astro Will Smith, após rodarem o vindouro “Esquadrão Suicida”, que tem estreia marcada para 4 de agosto. Além de Smith, o ator Joel Edgerton (“Êxodo: Deuses e Reis”) também está em negociações para participar do projeto. “Bright” contará a história de um policial que vive em um mundo de fantasia, onde os seres humanos co-existem com fadas e Orcs. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobrirão as despesas de filmagens. Trata-se, definitivamente, do maior projeto da história da Netflix até o momento, superando os US$ 60 milhões investidos na produção de “War Machine”, filme que será dirigido por David Michod (“The Rover – A Caçada”) e estrelado e produzido por Brad Pitt (“A Grande Aposta”). As filmagens de “Bright” estão marcadas para setembro em Los Angeles e ainda não há previsão de estreia. Não se sabe também se o filme passará nos cinemas, mas é certo que terá lançamento simultâneo para os assinantes do Netflix em todo o mundo.
Mogli – O Menino Lobo ganha pôsteres e fotos especiais com os personagens e seus dubladores
A Disney divulgou sete pôsteres de personagens e seis fotos especiais de “Mogli – O Menino Lobo”. As fotos trazem os dubladores originais ao lado de seus personagens no filme, destacando o realismo dos animais que vem marcando a divulgação do longa-metragem. No filme, o jovem estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade, intérprete de Mogli, é o único ator real da produção. Os demais personagens foram criados por computação gráfica. Mas em contraste ao apuro com que eles se movimentam e interagem, a trama mantém o principal elemento de fantasia da história clássica: os bichos são falantes. O elenco de dubladores, por sinal, é repleto de feras. Inclui Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Revolution”) e Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”), o único ausente na sessão fotográfica. O filme adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre o menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último longa produzido por Walt Disney. A nova versão tem direção de Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Críticas negativas de “Batman vs. Superman” deixam Ben Affleck em silêncio
Os cinemas estão lotados, mas a crítica internacional tem sido implacável com “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça”. Tanto que o assunto virou tema de piada viral. Um vídeo editado e postado no canal Sabconth, do YouTube, destaca a reação – ou falta dela – de Ben Affleck, diante de uma pergunta sobre as críticas negativas. Enquanto Henry Cavill tenta responder, Affleck simplesmente encara o vazio com um olhar inconsolável, que ganha mais impacto com a adição de uma trilha, o clássico “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel. Veja abaixo o som do silêncio de Batman.
Mulher Maravilha: Veja a primeira foto das amazonas do filme
A Warner Bros. divulgou, via revista Entertainment Weekly, a primeira imagem das amazonas de Themyscira, a mitológica ilha habitada pelas guerreiras do filme “Mulher-Maravilha” (clique para ampliá-la). A foto mostra Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) à frente, como a Princesa Diana, acompanhada por Menalippe (Lisa Loven Kongsli, de “Força Maior”), que nos quadrinhos é oráculo das amazonas, sua mãe, a rainha Hipólita (Connie Nielsen, de “Ninfomaníaca”), e sua tia, a brava general Antiope (Robin Wright, da série “House of Cards”). Escrito por Jason Fuchs (“Peter Pan”) e dirigido por Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), o filme vai mostrar a origem da heroína e como a princesa Diana deixou a ilha mitológica para se integrar ao mundo dos homens, durante a 1ª Guerra Mundial, e se tornou a Mulher Maravilha. A estreia está marcada para 22 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Festival É Tudo Verdade 2016 terá 22 estreias mundiais
A organização do festival É Tudo Verdade anunciou a programação de sua 21ª edição. Serão, ao todo, 85 títulos, dentre os quais 22 são estreias mundiais. Os filmes serão exibidos entre 7 e 17 de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro, com entrada gratuita. O primeiro documentário a vencer o Festival de Berlim, “Fogo no Mar” (“Fuocoammare”, no original), de Gianfranco Rosi, vai abrir o festival em São Paulo, no dia 7 de abril. O filme aborda o impacto da onda de refugiados sobre o cotidiano da pequena ilha mediterrânea de Lampedusa, visto pelos olhos do pré-adolescente Samuele. O cineasta italiano já havia vencido o Festival em Veneza em 2013 com outro documentário, “Sacro GRA”. Já a abertura carioca do É Tudo Verdade acontece um dia depois, em 8 abril, com a exibição de outro filme: a estreia mundial de “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana”, de Paola Ribeiro e Cláudio Lobato. O longa resgata o movimento de “poesia marginal” do coletivo de poetas Nuvem Cigada, da Zona Sul do Rio nos anos 1970, em plena ditadura militar. Por meio de livros mimeografados e encontros híbridos, entre “happenings” e saraus, batizados de “Artimanhas”, uma nova geração lançou-se na literatura nacional: Bernardo Vilhena, Chacal, Charles, Ronaldo Santos, além do próprio diretor Cláudio Lobato, entre outros. Após as sessões de abertura para convidados, os dois filmes serão exibidos em projeções abertas ao público dentro da programação do festival, que fará ainda uma retrospectiva da obra do diretor Carlos Nader. Haverá também uma mostra especial com documentários sobre Olimpíadas e sessões dedicadas aos cineastas Chantal Akerman, Ruy Guerra, Claude Lanzmann e Haskell Wexler. Em nota, o fundador e diretor do festival, Amir Labaki, afirmou ser “um privilégio apresentarmos uma safra tão excepcional, tanto da produção brasileira, quanto internacional, com a marca muito expressiva de 22 estreias mundiais”. “Foi um processo de seleção particularmente difícil, devido à alta qualidade e ao recorde de inscrições, superando 1,7 mil títulos dos cinco continentes”, completou. Confira, abaixo, a lista dos filmes selecionados para o festival. FESTIVAL É TUDO VERDADE 2016 Competição brasileira: longas ou médias-metragens “Cacaso na corda bamba”, de José Joaquim Salles e Ph Souza Cícero Dias, o compadre de Picasso”, de Vladimir Carvalho “Galeria F”, de Emília Silveira “Imagens do Estado Novo 1937-45”, de Eduardo Escorel “Jonas e o circo sem lona”, de Paula Gomes “Manter a linha da cordilheira sem o desmaio da planície”, de Walter Carvalho “O futebol”, de Sergio Oksman Competição internacional: longas ou médias-metragens “327 cadernos”, de Andrés Di Tella (Argentina/Chile) “Anos claros, de Frédéric Guillaume (Bélgica) “Catástrofe”, de Alina Rudnitskaya (Rússia) “Chicago boys”, de Carola Fuentes e Rafael Valdeavellano (Chile) “Gigante”, de Zhao Liang (França) “Kate interpreta Christine”, de Robert Greene (EUA) “No limbo”, de Antoine Viviani (França) “Nuts!”, de Penny Lane (EUA) “Paciente”, de Jorge Caballero Ramos (Colômbia) “Sob o sol”, de Vitaly Mansky (Rússia/Letônia/Alemanha/República Checa/Coreia do Norte) “Tudo começou pelo fim”, de Luis Ospina (Colômbia) “Um caso de família”, de Tom Fassaert (Holanda/Bélgica/Dinamarca) Competição brasileira: curtas-metragens “A culpa é da foto”, de Eraldo Peres, André Dusek e Joédson Alves “Abissal”, de Arthur Leite “Aqueles anos em dezembro”, de Felipe Arrojo Poroger “Buscando Helena”, de Roberto Berliner e Ana Amélia Macedo “Fora de quadro”, de Txai Ferraz “O oco da fala”, de Miriam Chnaiderman “Praça de guerra”, de Edi Junior “Sem título # 3 : E para que poetas em tempo de pobreza?”, de Carlos Adriano “Vida como rizoma”, de Lisi Kieling Competição internacional: curtas metragens “A visita”, de Pippo Delbono (França) “Caracóis”, de Grzegorz Szczepaniak (Polônia) “Carmen”, de Mariano Samengo (Argentina) “Cosmopolitanismo”, de Erik Gandini (Suécia) “Eu tenho uma arma”, de Ahmad Shawar (Palestina) “Fatima”, de Nina Khada (Alemanha) “Munique 72 e além”, de Stephen Crisman (EUA) “O atirador de elite de Kobani”, de Reber Dosky (Holanda) Programas especiais “Cidadão rebelde”, de Pamela Yates (EUA) “Claude Lanzmann: Espectros do Shoah”, de Adam Benzine (Canadá/Reino Unido/EUA) “Não pertenço a lugar algum – O cinema de Chantal Akerman”, de Marianne Lambert (Bélgica) “O homem que matou John Wayne”, de Diogo Oliveira e Bruno Laet (Brasil) O estado das coisas “Atentados: As faces do terror”, de Stéphane Bentura (França) “Danado de bom”, de Deby Brennand (Brasil) “Faraóis do Egito Moderno (Mubarak/Nasser/Sadat)”, de Jihan El Tahri (França) “Lampião da esquina”, de Lívia Perez (Brasil) “O deserto do deserto”, de Samir Abujamra e Tito Gonzalez Garcia (Brasil) “Overgames”, de Lutz Dammbeck (Alemanha) “Vida ativa – O espírito de Hannah Arendt, de Ada Ushpiz (Israel/Canadá) Foco latino-americano “Allende meu avô Allende”, de Marcia Tambutti Allende (Chile/México) “Favio, a estética da ternura”, de Luis Rodríguez e Andrés Rodríguez (Venezuela) “Gabo: A criação de Gabriel García Márquez”, de Justin Webster (Espanha/Colômbia) “Toponímia”, de Jonathan Perel (Argentina) Retrospectiva brasileira – Carlos Nader “A paixão de JL” “Carlos Nader” “Chelpa Ferro” “Concepção” “Eduardo Coutinho, 7 de outubro” “Homem comum” “O beijoqueiro: Portrait of a serial kisser” “O fim da viagem” “Pan-cinema permanente” “Preto e branco” “Tela” “Trovoada” Mostra especial: Cinema Olympia “Anéis do mundo”, de Sergey Miroshnichenko (Rússia) “Espírito em movimento”, de Sofia Geveyler,Yulia Byvsheva e Sofia Kucher (Rússia) “Olympia 52”, de Chris Marker (Finlândia/França) “Os campeões de Hitler”, de Jean-Christophe Rosé (França) “Um novo olhar sobre Olympia 52”, de Julien Faraut (França) É tudo verdade no Itaú Cultural “Mataram meu irmão”, de Cristiano Burlan (Brasil) “O longo amanhecer – Cinebiografia de Celso Furtado”, de José Mariani (Brasil) “Rocha que voa”, de Eryk Rocha (Brasil) É tudo verdade no Circuito de Cinema: Cine Olido – Documentários olímpicos brasileiros “As incríveis histórias de um navio fantasma”, de André Bomfim “Bete do peso”, de Kiko Mollica “João do voo – A história de uma medalha roubada”, de Sergio Miranda e Pedro Simão “Maria Lenk, a essência do espírito olímpico”, de Iberê Carvalho “Meninas”, de Carla Gallo “México 1968 – A última Olimpíada livre”, de Ugo Giorgetti “Ouro, suor e lágrimas”, de Helena Sroulevich “Se essa vila não fosse minha”, de Felipe Pena “Reinado Conrad – A origem do iatismo vencedor”, de Murilo Salles É tudo verdade no Circuito SPCine de cinema: CEUS Butantã, Jaçaná, Meninos e Quinta do Sol “Cidade cinza”, de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo (Brasil) “Premê – Quase lindo”, de Alexandre Sorriso e Danilo Moraes (Brasil)












