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Filme

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    Capitão América: Guerra Civil quebra recorde de bilheteria em estreia no Brasil

    2 de maio de 2016 /

    Saíram os números oficiais da bilheteria nacional. “Capitão América: Guerra Civil” vendeu 2,6 milhões de ingressos e faturou R$ 43,8 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição no Brasil, segundo levantamento da empresa de monitoramento comScore. O valor é o maior faturamento de um fim de semana estendido (de quinta a domingo) já registrado no país, superando o antigo recordista, “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” (R$ 39,9 milhões). Vale lembrar que apenas a partir de março de 2014 os filmes passaram a estrear às quintas no Brasil, não mais às sextas, aumentando suas bilheterias de “fim de semana”. O resultado não chega a ser surpresa, tendo em vista que sua distribuição foi uma das maiores de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. Ao todo, “Capitão América: Guerra Civil” foi lançado em 37 países entre quinta e sexta passadas, arrecadando US$ 200,2 milhões no mercado internacional. Com isso, o filme liderou a bilheteria mundial no fim de semana. Na próxima sexta (6/5), a produção chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – , o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso do cinema em 2016. Leia a crítica aqui.

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    Videogame clássico Shinobi vai virar filme

    2 de maio de 2016 /

    Já aposentado das plataformas atuais, um dos títulos mais icônicos da Sega vai virar filme. Trata-se de “Shinobi”, o game de ninjas criado em 1987, que passou por praticamente todos os consoles até se aposentar no Nintendo 3DS, lançado em 2013. A produção está sendo desenvolvido por Marc Platt, responsável por produções como “O Procurado” (2008), baseada nas histórias em quadrinhos de Mark Millar e “Ponte de Espiões, de Steven Spilberg. Em comunicado, ele explicou que a possibilidade de honrar a essência dos jogos e seu amor pelo personagem foi o que o levou a se interessar pela produção. “Amamos os jogos da série Shinobi. E eu acredito que o mundo dos ninjas nunca foi propriamente explorado no cinema. Temos a oportunidade de fazer isso agora, e honrar a essência dos jogos”, declarou. O filme ainda não entrou em fase de gravação e não tem data para ser lançado.

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    Roteirista de Boneco do Mal vai escrever novo filme de Dennis, o Pimentinha

    2 de maio de 2016 /

    A Warner Bros. contratou a roteirista Stacey Menear, do terror “Boneco do Mal” (2016), para escrever uma nova adaptação dos quadrinhos de “Dennis, o Pimentinha”. O projeto está sendo produzido por Gil Netter (“As Aventuras de Pi”) e ainda não tem diretor ou atores contratados. O produtor e a roteirista trabalham atualmente juntos no desenvolvimento da comédia “Mixtape”, sobre uma garota que, após destruir acidentalmente um K7 adorado por sua mãe, vai atrás de todas as músicas obscuras da fita. “Dennis, o Pimentinha” foi criado como tira de jornal em 1951 por Hank Ketcham, que se inspirou em seu filho hiperativo de quatro anos, Dennis. O título original, “Dennis the Menace” (Dennis, a Ameaça), surgiu quando sua mulher se impressionou com a capacidade destrutiva da criança e lhe disse: “Nosso filho é uma ameaça”. Os quadrinhos seguiam as artimanhas do moleque, capaz de enlouquecer os pais e especialmente o vizinho, sua vítima favorita. O personagem fez tanto sucesso que ganhou uma série em 1959, um desenho animado em 1986 e até um filme da própria Warner em 1993, escrito pelo mestre John Hughes (“Esqueceram de Mim”) e estrelado pelo pequeno Mason Gamble e o veterano Walter Matthau (“Um Estranho Casal”) como o vizinho sofredor George Mitchell.

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    Grupo de pressão faz campanha por personagem gay em Star Wars

    2 de maio de 2016 /

    A GLAAD, uma ONG que surgiu em defesa dos direitos homossexuais nos EUA e que virou um dos maiores lobistas da causa LGBT em Hollywood, iniciou uma campanha para a inclusão de personagens gays na franquia “Star Wars”. A pressão teve origem na divulgação do novo relatório anual da ONG, conhecido como Índice da Responsabilidade, sobre a quantidade de personagens gays nos filmes de Hollywood. O mais recente concluiu que nem a Disney nem a Paramount lançaram filmes com gays, lésbicas ou transgêneros em 2015. É um alerta importante para a mudança de atitude da indústria cinematográfica em relação à diversidade sexual. Entretanto, em vez de buscar enquadrar a Disney e a Paramount, a conclusão do relatório foi bizarra: um pedido específico sobre uma franquia já existente. Ou seja, que sejam incluídos gays em “Star Wars”. “Como os projetos de ficção científica têm a oportunidade especial para criar mundos únicos cujas sociedades avançadas podem servir como um comentário sobre o nosso próprio mundo, o lugar mais óbvio em que a Disney poderia incluir personagens LGBT seria o próximo filme ‘Star Wars'”, diz o relatório, lembrando que “Star Wars: O Despertar da Força” “introduziu um novo e diversificado trio central, que dá oportunidade aos criadores para contarem histórias frescas”. O texto concluiu conclamando: “Livros oficiais da franquia já contam com personagens gays e lésbicas que também poderiam ser facilmente incluídos nas histórias dos filmes”. Vale lembrar que no início desse ano, o cineasta J.J. Abrams, responsável por “Star Wars: O Despertar da Força”, afirmou que os próximos episódios de “Star Wars” poderiam contar com personagens gays. Além disso, o ator Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker, afirmou que seu próprio personagem tinha uma sexualidade aberta à interpretação. Em entrevista ao jornal The Sun, o ator ponderou a preferência sexual do herói da franquia. “Me perguntam: ‘Luke poderia ser gay?’ Eu diria que isso deve ser interpretado pelos fãs. Se você acha que Luke é gay, é claro que ele é. Você não deve ter vergonha dele. Julgue Luke pelo seu caráter, não por quem ele ama”, Hamill explicou. Uma discussão também se levantou acerca da relação entre o piloto Poe Dameron (Oscar Isaac) e o desertor Finn (John Boyega). Para algumas pessoas, os dois teriam um romance. Na época, J.J. Abrams não desmentiu e nem confirmou a teoria. Atualmente sendo filmado, “Star Wars: Episódio VIII” tem estreia marcada para dezembro de 2017, com roteiro e direção de Rian Johnson (“Looper”). Antes disso, a franquia ganhará o seu primeiro spin-off, “Rogue One: Uma História Star Wars”, que chega aos cinemas em 15 de dezembro deste ano.

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    LeBron James vai estrelar continuação de Space Jam

    2 de maio de 2016 /

    O jogador de basquete LeBron James, astro do Cleveland Cavaliers, vai estrelar a continuação de “Space Jam: O Jogo do Século”, informou o site The Hollywood Reporter. Mistura de animação e atores reais, o filme de 1996 fez um enorme sucesso ao juntar o mito do basquete Michael Jordan com os personagens dos desenhos “Looney Tunes” — Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Taz, entre outros. A continuação deve ser dirigida por Justin Lin, cineasta responsável por quatro dos sete filmes da franquia “Velozes e furiosos”, que negocia o trabalho com o estúdio Warner, e o roteiro está a cargo de Andrew Dodge (“Palavrões”). Os rumores de que o sucesso dos anos 1990 ganharia uma continuação se arrastam há anos, mas ganharam maior impulso desde julho do ano passado, quando LeBron James e sua empresa, SpringHill Entertainment, assinaram um acordo com a Warner Bros. para desenvolverem projetos conjuntos. Como ator, o craque da NBA só conta com uma pequena participação na comédia “Descompensada” (2015), estrelado por Amy Schumer, em que interpretou a si mesmo. Mas ele já tem experiência com animação, como criador e produtor de “The LeBrons”, série animada patrocinada pela Nike que já dura três temporadas no YouTube.

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    Scarlett Johansson e Zoe Kravitz vão estrelar comédia de humor negro

    2 de maio de 2016 /

    As atrizes Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”) e Zoe Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vão estrelar a comédia de humor negro “Rock That Body”, escrita e dirigida por Lucia Aniello (série “Broad City”), informou o site da revista Variety. O roteiro de Aniello, escrito em parceria com Paul W. Downs (também de “Broad City”), apareceu na Black List de 2015 (a lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood) e motivou uma disputa entre grandes estúdios, que acabou vencida pela Sony Pictures. O filme gira em torno de cinco amigas que alugam uma casa de praia em Miami para um fim de semana de despedida de solteira e, acidentalmente, acabam por matar um stripper. Aniello está em alta em Hollywood. Após ser indicada a prêmio pelo Sindicato dos Roteiristas, por seu trabalho na série “Broad City”, ela lançou sua primeira criação televisiva, a minissérie de comédia sci-fi “Time Traveling Bong”, exibida em abril nos EUA. Ela também está trabalhando no roteiro de um filme derivado da franquia “Anjos da Lei” e fará sua estreia como diretora de cinema em “Rock That Body”. A data de início da produção ainda não foi definida pelo estúdio, que se recusou a comentar sobre o casting.

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    IndieLisboa chega aos 15 anos apontando tendências

    2 de maio de 2016 /

    Um dos maiores eventos de cinema alternativo de Portugal, o festival IndieLisboa terminou este final de semana sua 15ª edição. Entre curtas e longas-metragens, foram exibidos quase 300 filmes ao longo de 11 dias e em quatro espaços principais. O prêmio principal do júri coube ao filme chinês “The Family”, de Shumin Liu, uma obra com mais de quatro horas de duração que tem sido descrita com uma espécie de versão do clássico de Yasujiro Ozu “Era uma vez em Tóquio”. O brasileiro “Mate-me por Favor”, de Anita Rocha da Silva, também concorria à distinção. Ao longo de 15 anos, o festival deixou para trás sua origem humilde, de pequenos ciclos de cinemas de autor entre entusiastas, organizados num mítico e bolorento espaço hoje desaparecido da capital portuguesa – o Cine Estúdio 222. Hoje, segundo dados de um dos diretores e programadores, Carlos Ramos, o IndieLisboa reúne anualmente entre 30 e 40 mil espectadores, gozando de um hype único na cidade. A homenagem principal, na seção Herói Independente, coube ao holandês Paul Verhoeven, de prestígio recentemente “recuperado” pela (ainda) influente revista Cahièrs du Cinema. Já não era sem tempo: Verhoeven, cujo novo filme terá première mundial no Festival de Cannes, beneficiou-se de uma retrospetiva completa onde se puderam visualizar as ousadias temáticas de um cineasta que nunca deixou de ser “indie”, mesmo com grandes sucessos no mainstream. Mas dada a idade avançada (77 anos) e a estreia de “Elle” em Cannes, que inicia em dez dias, ele não pôde comparecer ao evento. O outro homenageado foi o ator francês Vincent Macaigne, presença assídua na produção alternativa do seu país. Já entre as obras mais “midiáticas” e fora de competição estiveram filmes como a aventura militante-feminista de Mia Hansen-Love “L’Avenir” (filme de encerramento) e uma comédia de época de um dos darlings indies, Whit Stilman, “Love & Friendship” (sessão de abertura). O cinema brasileiro teve boa presença: além do filme citado, os lisboetas lotaram a sala para ver “Boi Neon” (exibido fora de competição), mais um ponto para o espantoso currículo do filme de Gabriel Mascaro estreado em Veneza (setembro de 2015). As coproduções também apareceram, seja em bom nível – com o novo filme de Petra Costa (realizado em parceria com Lea Glob), “O Olmo e a Gaivota” – ou nem tanto, como com “Eu Estive em Lisboa e Lembrei de Você”, de José Barahona, filme com vários momentos de amadorismo. De uma maneira muito geral, as misturas de documentário e ficção (ou “ficção do real”, como chamam alguns por aqui) mostram-se uma das abordagens preferidas do festival – seguindo tendências dos eventos internacionais por onde passaram muitas das obras exibidas – caso de Veneza, Sundance e Berlim (particularmente a seção Fórum). A competição internacional do festival não faz distinção entre ficção e documentário, o que cada vez mais se justifica com a predominância dos docudramas nos últimos anos. Houve obras de não-ficção mais tradicionais: em “Flotel Europa” o bósnio Vladimir Tomic faz uma reconstituição da dramática crise de refugiados da guerra do seu país, em 1992, através das filmagens em VHS utilizadas pelos seus amigos e familiares quando foram alojados pelos dinamarqueses no navio que dá nome ao filme. Já em “Kate Plays Christine”, de Robert Greene, que venceu o Prêmio Especial do Júri, é o próprio trabalho de criação que está em questão, mostrando uma atriz preparando-se para viver a trágica figura de uma apresentadora que se suicidou em pleno ar, em 1974. O filme é feliz no retrato do trabalho da construção de uma personagem, mas falha ao dar enorme tempo a pessoas que não fazem a menor ideia de sobre o que estão falando. A mistura de formatos é mais notória em “O Olmo e a Gaivota”, filme que, curiosamente, recebeu o prêmio de Melhor Documentário no Festival do Rio – quando traz, manifestamente, várias situações e diálogos “inventados” para mostrar os desafios da maternidade da sua protagonista. O fato só demonstra o grande embaralhamento dos formatos. Este retrato agridoce da gravidez ficou na lista final como um dos prediletos do público. Em outro destaque da tendência, “In the Last Days of the City”, o egípcio Tamer el Said filmou os tempos antes, durante e depois a Primavera Árabe no Cairo, misturando memória coletiva com invenção, na trajetória de um diretor que tenta fazer um filme sobre a sua família. Por sua vez, o cineasta Roberto Minervini já anda há muito nesta fronteira – desde seu primeiro filme, o belo “Low Tide” (2012). Em “Lousiana – The Other Side” ela volta a um registo semi-documental mostrando o lado negro da América profunda com os seus junkies e chauvinistas políticos do sul. O resultado é intenso. Os ciganos, uma das minorias étnicas mais excluídas da Europa, surgem também no limite da ficção no drama austríaco “Brüder der Nacht” (os protagonistas são reais) e no registro humorístico “Balada de um Batráquio”, curta-metragem documental de “ação” (os “protagonistas” saem invadindo lojas e quebrando sapos de porcelana, símbolo do preconceito, pelas ruas de Lisboa) que rendeu o Urso de Ouro na categoria na última edição do Festival de Berlim. O prêmio da crítica, porém, foi para o norte-americano “Short Stay”, do estreante Ted Fendt, que repesca as noções do “mumblecore”, um dos patriarcas destas tendências de mesclagem de gêneros (o primeiro filme é de 2002), com pobreza de recursos total e atores não profissionais O IndieLisboa também fez um belo apanhado das novas tendências do terror. Há quem associe cinema de terror com execráveis franquias sem qualquer interesse ou qualidade. Mas os não-neófitos bem sabem que muita coisa de valor pode ser feita sob a gigantesca capa do selo “horror”. Não muito respeitosamente, Anita Rocha foi buscar elementos dos slashers mas, menos obviamente, em filmes de terror onde os signos visuais agressivos (sangue, cadáveres) são espelhos do mundo interior para o seu “Mate-me por Favor” – onde o simbolismo serve para retratar o tumultuado processo de coming-of-age da sua protagonista. Mais sutil é “Evolution”, aliás um filme tão etéreo que beira a evanescência. Aqui a francesa Lucille Hadzihalilovic recupera histórias de crianças sinistras e ilhas semi-desertas para fazer um comentário, justamente, sobre a evolução. “A Bruxa”, de Robert Eggers, há pouco tempo estreado no Brasil, investe pelo caminho da reconstituição histórica e no mergulho na mentalidade de uma época, com cuidados redobrados no trabalho de décor deste antigo diretor de arte. Deu certo: do burburinho de Sundance, a bruxa segue assombrando salas e festivais ao redor do mundo… Uma última menção ainda vale para “Sociedade Indiferente” (título que no Brasil se achou mais interessante que “Um Monstruo de Mil Cabezas”), de Rodrigo Plá: somado a outros filmes, fez parte de uma das sessões mais originais e instigantes do IndieLisboa: a Boca do Inferno! Confira abaixo a lista completa dos filmes premiados Vencedores do IndieLisboa 2016 Grande Prêmio de Longa Metragem Cidade de Lisboa Jia/The Family, de Shumin Liu (Austrália, China) Prêmio Especial do Júri Kate Plays Christine, de Robert Greene (EUA) Prêmio do Público de Longa Metragem Le Nouveau, de Rudi Rosenberg (França) Grande Prêmio de Curta Metragem Nueva Vida, de Kiro Russo (Argentina, Bolívia) Prêmio do Público – Curta Metragem Small Talk, de Even Hafnor, Lisa Brooke Hansen (Noruega) Menção Especial de Animação Velodrool, de Sander Joon (Estônia) Menção Especial de Documentário La Impresión de una Guerra, de Camilo Restrepo (Colômbia, França) Menção Especial de Ficção Another City, de Lan Pham Ngol (Vietnã) Melhor Longa Metragem Português Treblinka, de Sérgio Tréfaut (Portugal) Melhor Curta Metragem Português The Hunchback, de Gabriel Abrantes, Ben Rivers (Portugal, França) Prêmio Novo Talento Fnac – Curta Metragem Campo de Víboras, de Cristèle Alves Meira (Portugal) Menção Honrosa Viktoria, de Mónica Lima (Alemanha, Portugal) Prêmio FCSH/NOVA para Melhor Filme na secção Novíssimos Maxamba, de Suzanne Barnard, Sofia Borges (Portugal, EUA) Prêmio RTP para Longa Metragem na Secção Silvestre Eva no Duerme, de Pablo Agüero (França) Prêmio FIPRESCI (Primeiras Obras) Short Stay, Ted Fendt (EUA) Prêmio Format Court (Silvestre Curtas) World of Tomorrow, de Don Hertzfeldt (EUA) Prêmio Árvore da Vida para Filme Português Ascensão, de Pedro Peralta, Portugal Prêmio Árvore da Vida – Menção Honrosa Jean-Claude, de Jorge Vaz Gomes (Portugal) Prêmio IndieJúnior Le Nouveau, Rudi Rosenberg (France) Prêmio do Público – IndieJúnior The Short Story of a Fox and a Mouse, de Camille Chaix, Hugo Jean, Juliette Jourdan, Marie Pillier, Kevin Roger (França) Prêmio Amnistia Internacional Flotel Europa, de Vladimir Tomic (Dinamarca, Sérvia) Prêmio Amnistia Internacional – Menção Honrosa Balada de Um Batráquio, de Leonor Teles (Portugal) Prêmio Culturgest Universidades Flotel Europa, de Vladimir Tomic (Dinamarca, Sérvia) Prêmio Culturgest Escolas Le Gouffre, de Vincent Le Port (França) Prêmio IndieMusic Schweppes Sonita, de Rokhsareh G. Maghami (Alemanha, Suíça, Irã)

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    Paul Rudd será espião dos anos 1940 em filme do roteirista de O Resgate do Soldado Ryan

    2 de maio de 2016 /

    O ator Paul Rudd (“Homem-Formiga”) vai estrelar “The Catcher Was a Spy”, filme de espionagem passado durante a 2ª Guerra Mundial, informou o site Deadline. Ele vai interpretar um advogado que jogou beisebol por 15 anos em grandes times, entre eles o Chicago White Sox, sem que seus colegas de time desconfiassem de sua terceira profissão, como o agente secreto da OSS (a precursora da CIA), que ajudou os EUA a vencer a corrida contra a Alemanha para construir a bomba atômica. O roteiro foi escrito por Robert Rodat (“O Resgate do Soldado Ryan”) e a direção está a cargo de Ben Lewin (“As Sessões”), com produção da PalmStar Media (produtora de “O Maior Amor do Mundo”, que estreou no fim de semana no Brasil).

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    Southside With You: Romance indie sobre Michelle e Barack Obama ganha primeiro trailer

    2 de maio de 2016 /

    A Roadside Attractions divulgou o trailer de “Southside With You”, romance indie sobre o início do namoro dos jovens Michelle Robinson e Barack Obama. A prévia é fofa de doer, acompanhando o primeiro encontro do casal, que começa com a resistência de Michelle, mas termina como um dia perfeito. A trama se passa em 1989, quando Barack trabalhava como associado numa empresa de advocacia em Chicago e tomou coragem de convidar a outra única advogada negra da firma, Michelle Robinson, para um encontro. Os dois visitaram o Instituto de Arte e assistiram ao filme “Faça a Coisa Certa”, de Spike Lee (“Oldboy – Dias de Vingança”), antes de encerrarem o dia com um jantar romântico. “Southside With You” foi escrito e dirigido pelo estreante Richard Tanne e destaca em seu elenco Tika Sumpter (“Policial em Apuros”) como Michelle e Parker Sawyers (“Monstros 2: Continente Sombrio”) como Barack Obama. Exibido no Festival de Sundance, o filme estreia em 26 de agosto nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Tulip Fever: Alicia Vikander vive romance proibido em trailer de drama de época

    1 de maio de 2016 /

    A Weinstein Company divulgou o primeiro trailer do drama de época “Tulip Fever”. A prévia destaca o triângulo amoroso entre o casal formado por Alicia Vikander (“O Agente da UNCLE”) e Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) e o pintor vivido por Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”). Baseado no livro homônimo de Deborah Moggach, o filme se passa em Amsterdam, no ano de 1630, época em que a “tulipomania” estava em alta – período em que flores de tulipa atingiram preços exorbitantes. Na trama, a jovem Sophia (Vikander) tem um romance proibido com o artista (DeHaan) contratado por seu marido (Waltz) para pintar o seu retrato. O elenco também inclui Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Tom Hollander (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Holliday Grainger (“Cinderela”), Jack O’Connell (“Invencível”), Matthew Morrison (série “Glee”), Kevin McKidd (série “Grey’s Anatomy”), David Harewood (série “Supergirl”), a socialite britânica Cressida Bonas e as top models Cara Delevingne (“Cidades de Papel”) e Daisy Lowe (“Sob Pressão”). A adaptação foi escrita pelo dramaturgo Tom Stoppard (“Shakespeare Apaixonado”) e a direção é de Justin Chadwick (“Mandela – O Caminho para a Liberdade”). A estreia está marcada para 15 de julho nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=puqEadT824c

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    Celular: “Zumbis” de Stephen King ganham primeiro trailer

    1 de maio de 2016 /

    A Saban Films divulgou o pôster e o primeiro trailer do terror “Celular”, segunda adaptação de Stephen King estrelada por John Cusack e Samuel L. Jackson após “1408” (2007). A prévia tem clima de filme de zumbis. Na trama, um vírus de celular se espalha entre a população e transforma quem usa o telefone em assassinos enraivecidos. Em meio ao caos, o personagem de Cusack busca encontrar o filho distante e acaba se juntando a um grupo de sobreviventes, enquanto os pseudo-zumbis caçam quem encontram pelo caminho. O roteiro foi escrito pelo próprio King, ao lado de Adam Alleca (“A Última Casa”), com base em seu livro homônimo lançado em 2006 – um ano antes de “The Signal” (2007), um filme com a mesma premissa. O elenco ainda conta com Isabelle Fuhrman (“Jogos Vorazes”), Stacy Keach (“O Legado Bourne”), Griffin Freeman (“Sugar Daddies”) e E. Roger Mitchell (“O Protetor”). A direção é de Tod Williams (“Atividade Paranormal 2″) e a estreia vai acontecer em 8 de julho nos EUA. Não há previsão de lançamento nos cinemas brasileiros.

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    Capitão América: Guerra Civil já lidera a bilheteria mundial

    1 de maio de 2016 /

    O lançamento internacional de “Capitão América: Guerra Civil” rendeu US$ 200,2 milhões e já coloca o filme na liderança da bilheteria mundial em seu primeiro fim de semana em cartaz. A arrecadação aconteceu em 37 países – ou 63% do mercado de cinema mundial – e teve direito a alguns recordes, inclusive no Brasil, onde o filme atingiu a maior bilheteria de estreia de todos os tempos, com estimados US$ 12,3 milhões no fim de semana estendido, segundo o site The Hollywood Reporter. Os valores oficiais do desempenho nacional serão conhecidos na segunda (2/5). No próximo final de semana, “Capitão América: Guerra Civil” chega aos Estados Unidos, onde a Disney espera arrecadar algo em torno de US$ 200 milhões, e também à Rússia e à China, podendo até triplicar sua arrecadação mundial. Com aprovação unânime da crítica – 94% no Rotten Tomatoes – o filme da Marvel pode se tornar o maior sucesso de 2016. Leia a crítica aqui.

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    Mogli lidera bilheterias dos EUA pela terceira semana seguida

    1 de maio de 2016 /

    Como “Capitão América: Guerra Civil” só chega aos EUA no próximo fim de semana, “Mogli, O Menino Lobo” não teve dificuldades em manter a liderança do ranking doméstico pela terceira semana consecutiva, rendendo mais US$ 42,4 milhões para ultrapassar a marca de US$ 250 milhões após 17 dias em cartaz. O desempenho já coloca a produção da Disney como a quarta maior bilheteria da América do Norte em 2016. Todos os demais filmes em cartaz renderam menos de US$ 10 milhões, inclusive o 2º lugar, “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que se agarrou na posição pelo segundo fim de semana. O fato de estar bem posicionado, porém, não disfarça seu fracasso comercial. Em 10 dias, a superprodução orçada em US$ 110 milhões rendeu apenas US$ 33,9 milhões nos EUA, resultado que, ironicamente, sinaliza uma vitória pessoal de Kristen Stewart, que não participou da continuação (como Branca de Neve) por decisão do estúdio Universal. As três estreias da semana tiveram arrecadação pífia. A comédia “Keanu” foi a mais bem rankeada, em 3º lugar com quase a mesma arrecadação da fábula desencantada. Sem previsão de lançamento no Brasil, o filme explora o sucesso televisivo da dupla de humoristas Keegan-Michael Key e Jordan Peele numa história policial sobre um gato roubado. A crítica americana achou engraçado o suficiente para render 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os lançamentos restantes, porém, foi eviscerados. Em 4º lugar, “O Maior Amor do Mundo” é a terceira comédia romântica consecutiva do diretor Garry Marshall passada numa data comemorativa – os títulos originais são bem claros, embora os tradutores brasileiros tentem disfarçar o truque. Acontece que, a não ser para os edipianos, não há nada muito romântico no Dia das Mães, a data que justifica o amontado de histórias paralelas da ocasião, e nem a participação de estrelas do calibre de Julia Roberts, Jennifer Aniston e Kate Hudson impediram o linchamento crítico – apenas 8% de aprovação. Ironicamente, a pior estreia nem se deu tão mal. Afinal, “Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank” devia sair direto em vídeo. Conseguiu embolsar US$ 4,8 milhões e ainda apareceu no Top 10. Um feito para uma animação made in Hong Kong, que explora personagens de videogame e tem direção do responsável pelo abismal “Dylan Dog e as Criaturas da Noite” (2010). Para completar, ainda foi melhor avaliada que o filme estrelado pela atriz e o diretor de “Uma Linda Mulher” (1990), com 18% no Rotten Tomatoes. Tanto “O Maior Amor do Mundo” quanto “Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank” estreiam no Brasil na quinta-feira (5/5). BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 42,4 milhões Total EUA: US$ 252 milhões Total Mundo: US$ 684,7 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 9,39 milhões Total EUA: US$ 33,9 milhões Total Mundo: US$ 130,9 milhões 3. Keanu Fim de semana: US$ 9,35 milhões Total EUA: US$ 9,3 milhões Total Mundo: US$ 9,3 milhões 4. O Maior Amor do Mundo Fim de semana: US$ 8,3 milhões Total EUA: US$ 8,3 milhões Total Mundo: US$ 8,3 milhões 5. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 44,7 milhões Total Mundo: US$ 44,7 milhões 6. Zootopia Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 323,5 milhões Total Mundo: US$ 931,4 milhões 7. Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 8. A Chefa Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 56,1 milhões Total Mundo: US$ 67 milhões 9. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 325,1 milhões Total Mundo: US$ 862,9 milhões 10. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 13,4 milhões Total Mundo: US$ 13,4 milhões

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