PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

“Batman: Parte II” ganha teaser e é adiado para 2028

Primeiras imagens mostram Robert Pattinson como o herói antes de revelar a terceira mudança no calendário

Leia mais
15 de julho de 2026
Filme

Xolo Maridueña retorna como Besouro Azul em “Homem do Amanhã”

Ator de “Cobra Kai” participará da sequência de “Superman”, que já está sendo filmada

Leia mais
15 de julho de 2026
Filme

Jacob Elordi encara o pós-apocalipse no trailer de “Ponto sem Retorno”

Thriller marca volta do diretor Ridley Scott à sci-fi e estreia em agosto nos cinemas

Leia mais
14 de julho de 2026
  • Filme

    Miley Cyrus e Liam Hemsworth fazem visita surpresa à hospital infantil

    30 de dezembro de 2016 /

    Os pacientes de um hospital infantil de San Diego tiveram uma surpresa na quinta-feira (29/12). A estrela pop Miley Cyrus (minissérie “Crisis in Six Scenes”) e seu noivo, o ator Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), passaram pelo Hospital Infantil Rady em San Diego e surpreenderam os pacientes. Um vídeo postado na página do hospital no Facebook mostra o sorrisão das crianças e adolescentes internados diante da visita das celebridades, que tiraram até selfies com eles. A visita foi uma iniciativa da Fundação Hippie feliz, uma organização sem fins lucrativos fundada por Miley Cyrus. A organização trabalha para ajudar a combater a injustiça enfrentada pelos jovens sem teto, jovens LGBTQ e outras populações vulneráveis. O Rady Children’s Hospital postou no Facebook algumas fotos dos noivos durante sua aparição com a seguinte mensagem: “Hoje nós recebemos a especial visita surpresa de duas pessoas que vocês devem reconhecer! Obrigado a Miley Cyrus, Liam Hermsworth e The Happy Hippie Foundation por trazer alegria e risadas para nossos pacientes!” Veja abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    James Mangold detona jornalista que disse que Deadpool apareceria em Logan

    29 de dezembro de 2016 /

    O diretor James Mangold não deixou barato o equívoco do jornalista do site The Wrap que afirmou que Deadpool apareceria no filme “Logan”. Ao manter sua afirmação, após o desmentido do diretor, dizendo não ter escrito que o personagem apareceria ao lado de Wolverine – o texto alega que a suposta participação seria para uma cena extra – , o jornalista tomou uma invertida. “The Wrap não afirmou que Deadpool & Logan apareceriam lado-a-lado”, o autor escreveu. “Porque Deadpool não está no filme, cara. Continue se retratando. #fakenews”, engrossou Mangold. Foi a deixa para os seguidores do diretor de “Logan” lembrarem a má fama do repórter. Antes de ser o mais novo contratado do site The Wrap, Umberto Gonzalez era conhecido como el mayimbe, o maior chutador de notícias de super-heróis da mídia americana. Ele escrevia no Latino Review e chegou a criar o Heroic Hollywood, sites que tiveram suas credibilidades destruídas por matérias seguidas de Gonzalez. Ele geralmente dá um furo, que precisa desmentir no post seguinte para não ser desmentido pelos fatos, e com isso alimenta cliques artificialmente. Às vezes, porém, não dá tempo de se antecipar aos fatos, como na famosa oportunidade em que revelou quem seria o intérprete do herói da franquia “O Espetacular Homem-Aranha”: Josh Hutcherson! – minutos antes de a Sony anunciar Andrew Garfield… Infelizmente, além do Latino Review e do Heroic Hollywood, agora é preciso evitar também as lorotas publicadas no site The Wrap. "@TheWrap has not reported Deadpool & Logan would appear side-by-side." Cause Deadpool ain't in the film, pal. Keep backtracking.#fakenews — Mangold (@mang0ld) December 28, 2016

    Leia mais
  • Filme

    Ben Mendelsohn revela que há várias versões alternativas para as principais cenas de Rogue One

    29 de dezembro de 2016 /

    O ator Ben Mendelsohn, que interpreta o vilão Orson Krennic em “Rogue One: Uma História Star Wars”, disse em entrevista ao site Collider que a quantidade de cenas filmadas e refilmadas no prólogo de “Guerra nas Estrelas” faz com que haja diversas versões completamente diferentes de diversas sequências de ação do filme. “O diretor tinha múltiplas maneiras de enfocar cada cena, por isso criou leituras múltiplas delas. Dependendo do que fosse decidido, haveria um leque de opções para abordar diferentes possibilidades. E eu sei, por ter visto as cenas cruciais durante o processo, que há inúmeras leituras diferentes para ao menos quatro dos principais momentos”, revelou o ator. Ele ainda multiplicou o número de cenas quando perguntado se poderia ser lançada uma edição alternativa de “Rogue One” com o material filmado. “Absolutamente, com enormes diferenças em 20 ou 30 cenas”. Segundo o ator, ver o filme proporcionou diversas surpresas. Ele revelou que as refilmagens serviram para fornecer “pontes” entre trechos de versões completamente diferentes de algumas cenas, possibilitando uma montagem que aproveitou o melhor de cada ideia registrada ao longo da produção. Em resumo: os extras do Blu-ray de “Rogue One” deverão ter farto material, com muitas cenas deletadas e versões alternativas.

    Leia mais
  • Filme

    Ryan Gosling vai viver o astronauta Neil Armstrong em filme sobre o primeiro homem na lua

    29 de dezembro de 2016 /

    Ryan Gosling vai estrelar a cinebiografia do astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua. Segundo o site da revista Variety, o projeto vai voltar a reunir o ator com o diretor Damien Chazelle, após os dois trabalharem junto no premiado musical “La La Land”, ainda inédito no Brasil. A história, que deve se chamar “Fist Man”, é uma produção da Universal Pictures com roteiro de Josh Singer (“Spotlight”), baseado no livro “First Man: A Life Of Neil A. Armstrong”. Descrita como uma história “visceral” e “em primeira pessoa”, o filme vai explorar os sacrifícios de Armstrong e da NASA em uma das missões espaciais mais perigosas da história, que culminou com a chegada da nave Apollo 11 à Lua em 20 de julho de 1969. Segundo a publicação, as filmagens devem começar no segundo semestre de 2017. O restante do elenco e a data de estreia ainda não foram confirmados pela produção. Enquanto isso, o primeiro filme da parceria entre o ator e o cineasta, “La La Land – Cantando Estações”, uma das apostas certas para o Oscar 2017, estreia no Brasil em 19 de janeiro.

    Leia mais
  • Filme

    Que Sean Bean? John Hurt foi o ator que mais morreu na história do cinema

    29 de dezembro de 2016 /

    O ator Sean Bean tem uma fama mórbida, que ganhou ainda mais projeção quando seu personagem, Ned Stark, morreu logo na 1ª temporada de “Game of Thrones”. Por conta disso, vários sites alegam que ele seria o intérprete que mais morreu em suas aparições no cinema e na TV – pauta que, inclusive, voltou à tona nesta semana. Entretanto, isto não é verdade. A honra de ator que mais vezes morreu nas telas cabe ao veterano John Hurt, que, por sinal, teve uma das mortes mais icônicas da história do cinema, como a primeira vítima de “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979). John Hurt morreu nada menos que 43 vezes ao longo de sua carreira, apurou o site Nerdist. Isto é quase o dobro da quantidade de vezes que Sean Bean “bateu as botas”. De cerca de 70 personagens que Bean interpretou, 24 acabaram sem vida. À frente do intérprete de Ned Stark e Boromir (da trilogia “Senhor dos Anéis”) ainda estão dois astros clássicos de filmes de terror: Bela Lugosi, que morreu 36 vezes e mal podia pegar sol sem queimar no papel de Drácula, e Vincent Price, morto 33 vezes, tendo voltado do além em várias destas oportunidades, como nos dois filmes do abominável Dr. Phibes. Portanto, apesar do que espalha a internet, Sean Bean é apenas o quarto ator que mais morreu nos filmes e nas séries. Já a atriz que mais morreu, por incrível que pareça, foi Charlize Theron: nove vezes.

    Leia mais
  • Filme

    James Franco namora Zachary Quinto e se arrepende em trailer de drama polêmico

    29 de dezembro de 2016 /

    A Brainstorm Media divulgou o pôster e o primeiro trailer de “I Am Michael”, drama indie de temática polêmica, que teve première já há dois anos, no Festival de Sundance de 2015. Baseado numa história real, o filme mostra como o personagem do título, vivido por James Franco (“A Entrevista”) começa como ativista gay e termina como evangélico homofóbico. A prévia destaca a vida sexual ativa da fase gay, o relacionamento afetivo com o personagem de Zachary Quinto (franquia “Star Trek”) e sua transformação em crente, salvo da homossexualidade por Deus e o amor de Emma Roberts (série “Scream Queens”). Curiosamente, Franco e Roberts já tinham formado um casal controvertido no drama indie “Palo Alto”, num relacionamento que flertava com a pedofilia. O protagonista de “I Am Michael” é o terceiro personagem gay real vivido por Franco. Michael Glatze foi co-fundador da revista Young Gay America e defensor dos direitos LGBT, antes de se tornar um homem religioso e passar a condenar o homossexualismo como pastor evangélico. Anteriormente, em “Milk – A Voz da Igualdade” (2008), o ator deu vida a Scott Smith, namorado do ativista Harvey Milk (Sean Penn), além de ter encarnado o poeta Allen Ginsberg em “Uivo” (2010). Por sinal, “I Am Michael” é produzido pelo diretor de “Milk”, o cineasta Gus Van Sant. A direção é de Justin Kelly, em sua estreia em longa-metragem. Ironicamente, o tema foi considerado tão polêmico que o filme só vai chegar aos cinemas americanos em 27 de janeiro, três meses após a estreia do segundo longa de Justin Kelly, “King Cobra”, também de temática gay e novamente estrelado por James Franco. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Filme B: “A fragmentação da programação acontece no mundo inteiro e é uma tendência também no Brasil”

    29 de dezembro de 2016 /

    A discrepância entre o números de salas de cinema disponíveis no Brasil e a quantidade de salas ocupadas pelos blockbusters lançou luz sobre uma solução criativa do parque exibidor para driblar a falta de telas no país. Ao passar a exibir mais de um filme por sala, as distribuidoras aumentaram o alcance nacional de seus títulos. Mas criaram novos problemas, como a implosão de um critério importante da contabilização das bilheterias e a diminuição da transparência do circuito. Tudo isso foi detalhado aqui. Responsável por lidar diretamente com os dados dos exibidores, Gustavo Leitão, editor do Filme B, uma das empresas especializadas na análise do desempenho do mercado, respondeu a perguntas por email, contando como está lidando com esse novo e inusitado paradigma. Confira abaixo. Como é feito o levantamento do circuito? São os exibidores ou distribuidores que informam? O nosso Plantão, que é a equipe responsável pela coleta de dados do sistema Filme B Box Office, que trabalha dia e noite, incluindo fins de semana, mantém uma lista atualizada das salas em operação no Brasil. Os exibidores informam as rendas detalhadas dos seus circuitos, portanto sabemos quais são as salas em atividade. O monitoramento também lista as salas fechadas, mesmo que provisoriamente para obras, e as inaugurações e ampliações. Como 3 mil salas conseguem dobrar de tamanho e virar 6 mil salas na contabilidade do circuito? A fragmentação da programação acontece no mundo inteiro e é uma tendência também no Brasil. Por aqui, nos circuitos de arte, constantemente são exibidos até três filmes por sala. Nas redes de perfil mais comercial, essa prática também acontece: filmes infantis pegam os horários vespertinos, enquanto os de perfil adulto ocupam a programação da noite. Ainda há os festivais e as pré-estreias que não são realizadas em todas as sessões das salas. Desde quando a tendência de exibir mais de um filme por sala passou a ser dominante (norma e não exceção) no mercado? Essa tendência se fortaleceu com a digitalização do circuito, que começou a ganhar força no país em 2012 e hoje é uma realidade dominante. A digitalização facilita a operação porque não exige espaço de armazenamento de rolos de filme, os arquivos podem ser facilmente transportados em HDs ou transmitidos por satélite. Isso deu mobilidade para os cinemas programarem muitos filmes e agilidade para trocar títulos de sala e encolher ou expandir o número de sessões. Isto tem relação com o fato de que o parque exibidor cresceu com muito menos força em 2016 do que vinha crescendo nos últimos anos? Não, a fragmentação da programação é uma tendência que tem pouco a ver com o tamanho do circuito. Vivemos em uma época no cinema mundial de superblockbusters que ganham lançamentos muito amplos e conseguem levar muita gente aos cinemas porque se transformam em fenômenos com aura de imperdíveis. Filmes médios e de nicho hoje concorrem mais fortemente com o entretenimento caseiro (e outras formas de diversão) e têm uma brecha menor no circuito tradicional. O digital também facilitou a produção, aumentou a oferta em uma estrutura de escoamento que não cresce na mesma proporção. Tudo isso favorece a programação fragmentada. Ela pode até desagradar algum tipo de espectador, mas ajuda enormemente os cinemas menores do interior, que assim podem oferecer mais variado. O fim de semana passado foi o primeiro em que 3 filmes ocuparam 3 mil salas simultaneamente. Já é sinal de tendência para 2017, ano de muitos candidatos a blockbuster? Difícil precisar se foi mesmo a primeira vez. Teria que fazer uma análise semana a semana dos últimos anos. Mas certamente não é a primeira vez que os circuitos do top 20 do fim de semana somados superam o total de salas no país. Isso acontece continuamente há bastante tempo. O ano que vem deverá repetir essa tendência, já que os blockbusters têm aumentando sua participação – até novembro de 2016, por exemplo, os dez mais (as maiores rendas) cresceram 22,7% em ingressos vendidos na comparação com o mesmo período do ano passado – e os lançamentos têm ultrapassado com frequência as 1.000 salas no primeiro fim de semana. A tendência, dizem os especialistas, é de concentração nas primeiras semanas dos blockbusters (aberturas mais amplas, portanto), com carreiras mais curtas. A prática de exibir mais de um filme por sala ajuda a obscurecer o circuito exibidor, uma vez que um filme exibido em mil salas, com uma sessão por dia em cada sala, teria menos sessões que um exibido integralmente em 300? Isso também não torna sem sentido a informação relativa a arrecadações por sala, visto que embaraça quantas sessões efetivamente um filme tem por sala? A média por sala é um padrão histórico da métrica de desempenho dos filmes que cada vez tem menos relevância. Justamente a fragmentação fez com que esse número perdesse confiabilidade. Como cada mudança deve envolver a rede de exibidores do país inteiro, tecnicamente essa medida por sessão ainda não é possível de coletar. Há uma intenção da Ancine de fazer esse tipo de acompanhamento, mas não sei em que pé está. Da nossa parte, estamos estudando com os agentes do mercado a possibilidade de usar como parâmetro a média por cinema, já empregada nos EUA, que tem mais precisão. Em janeiro, o nosso ranking deve incorporar essa mudança. Deve-se aceitar essa distorção como inevitável, típica do jeitinho brasileiro, ou buscar outra quantificação, como, por exemplo, o número de sessões de um filme em vez do número de salas que ele é exibido? Os parâmetros da métrica do mercado devem acompanhar as mudanças da atividade. Portanto, o ideal é sempre estar atento às informações que têm relevância e as que não servem mais para diagnosticar com precisão o momento. Portanto, sim, como disse antes, estamos estudando outras possibilidades. No levantamento realizado junto ao circuito, há informações sobre quantas cópias são exibidas dubladas? Isso não é um dado relevante, que merece ser mais bem divulgado? Sim, temos levantamento do desempenho dos filmes tanto por tecnologia (2D, 3D, IMAX) como entre dublado e legendado. O mercado tem acesso a todos esses relatórios através do site Filme B Box Office. Já publicamos uma matéria a respeito na Revista Filme B e pontualmente abordamos esses aspectos na análise do ranking do fim de semana no Boletim, são relevantes para um filme específico. Ter cada vez mais filmes por sala, com predomínio de cópias dubladas, é o que se pode esperar do circuito para 2017? Aqui não se pode falar em tendência porque os dois fatores dependem do tipo de filme lançado. Filmes que dividem salas são geralmente aqueles que têm um público mais restrito: de arte, infantis, já em carreira avançada, documentários segmentados… São várias as possibilidades. A dublagem, idem: mais forte nos blockbusters, nas animações. O espectador brasileiro gosta de filmes dublados. Por ano, mais da metade dos ingressos costuma vir desse tipo de sessão. Pode chegar a mais de 70% dependendo do título. Se o mercado só oferece opção de dublados em 70% do circuito, não seria natural que 70% do circuito consumisse dublados? Considera-se neste “gostar de dublados” o fato de que todas as animações são lançadas dubladas e, como se dá no resto do mundo, acabam puxando as maiores bilheterias? Os exibidores e distribuidores sabem o que funciona em cada tipo de filme. Se percebem que para uma animação de perfil infantil a sala com opção dublada está indo melhor que a outra, com versão legendada, naturalmente isso vai influir nesse balanço no próximo lançamento similar. Idem com o 3D. Mercados que aceitam melhor essa tecnologia terão naturalmente mais oferta. Ninguém gosta de perder dinheiro. Os agentes estão sensíveis às demandas do público, que é quem manda no fim das contas. O crescimento dos dublados tem a ver com a expansão do circuito exibidor, que hoje entra em cidade de interior, com a cultura da televisão forte no país, com a recente ascensão da classe C, que passou a frequentar mais o cinema. São vários os fatores.

    Leia mais
  • Filme

    Discrepâncias sangram um dos critérios mais importantes da contabilização das bilheterias no Brasil em 2016

    29 de dezembro de 2016 /

    O relatório semanal de bilheterias do país, divulgado no começo da semana pelo site Filme B, apontou uma discrepância monumental entre número de salas ocupadas por filmes e o número de salas que realmente existem no Brasil. O ranking mostrou que, pela primeira vez, três blockbusters superaram a capacidade de exibição simultânea de todo o circuito nacional, ocupando mais de 3 mil salas. Entretanto, o levantamento oficial da Ancine afirma que o país só possui estas 3 mil salas. E, para ampliar ainda mais o abismo entre as informações, só no Top 10 mapeado pelo Filme B havia ainda outras 1,2 mil salas ocupadas. Em busca das salas invisíveis, enviamos perguntas por email para Gustavo Leitão, editor do Filme B, e as respostas confirmam que não houve um milagre chinês de multiplicação instantânea do circuito. O que foi constatado é que a métrica tradicional, que contabiliza o número de salas utilizadas por cada filme, perdeu totalmente o sentido e a utilidade no país, trocada pelo igualmente tradicional jeitinho brasileiro – que, segundo Gustavo, seria na verdade tendência mundial. Nos dados que os exibidores fornecem ao Filme B (a Ancine tinha um projeto para informatizar isso, de modo a evitar as distorções da informação voluntária), vários filmes aparecem ocupando a mesma sala, com sessões em horários diferentes. Explica-se assim o milagre. Mas esta fragmentação também impede quantificações exatas baseadas em desempenho de filme por sala – um dos rankings mais importantes em levantamentos de bilheteria, usado com destaque nos EUA para identificar fenômenos indies e blockbusters fracassados. Se, por um lado, a iniciativa poderia ter impacto positivo, ao permitir que mais filmes entrem em cartaz simultaneamente, por outro lado significa o fim da transparência. Afinal, um circuito elástico, em que sempre cabe mais um filme na mesma sala, não tem tamanho determinado. Portanto, é inútil contabilizá-lo. A prática só não obscurece completamente o dimensionamento do circuito nacional porque resistem outras constantes, como a venda e o faturamento de ingressos. Ou seja, ainda é possível contabilizar quantas pessoas viram um filme e quanto dinheiro ele fez. Mas se tornou impossível levar em consideração neste desempenho o impacto de sua distribuição. Considere apenas isso: um filme exibido quatro vezes por dia em mil salas deveria ter um desempenho bastante diverso de outro filme também exibido em mil salas, uma vez ao dia, e ainda por cima apenas entre segundas e quartas. Nos relatórios, entretanto, são como se os dois cenários fossem iguais, identificados pela distribuição em mil salas, independente do número de sessões. Um dos feitos mais festejados do ano foi o sucesso de “Shaolin do Sertão”, comédia de Halder Gomes, que quebrou recorde de bilheteria no Ceará. Lançado em 13 de outubro em sete municípios do estado, levou cerca de 45 mil pessoas aos cinemas em seu fim semana de estreia e abriu em 1º lugar em 18 dos 19 cinemas cearenses em que foi exibido, segundo os dados do ComScore. Com 1290 ingressos vendidos por sala, também obteve a melhor média de público do final de semana, superando blockbusters internacionais. Algo que foi celebrado. Até a “fragmentação” do circuito mostrar que não há mais base alguma para se dimensionar – no caso, valorizar – este resultado. A distorção do cenário também facilitaria casos mais complexos, como o de filmes religiosos com ingressos comprados para distribuição entre fiéis, que entretanto manteriam salas vazias, mesmo registrando grande bilheteria. O sucesso supostamente alimentado de forma artificial ficaria mais difícil de ser desmascarado – ou, em seu reverso, ter seu fenômeno comprovado – no contexto da contabilidade “fragmentada” do circuito elástico. Isto talvez não seja relevante para o público em geral, mas para quem trabalha com cinema gera uma lacuna importante de informação. Saiba mais na entrevista como o editor do Filme B, uma das empresas responsáveis pela análise do desempenho do mercado, que explica como o serviço oferecido pelo site está lidando com esse novo e inusitado paradigma. Leia aqui.

    Leia mais
  • Filme

    Zumbis sul-coreanos atacam mais cinemas nas estreias da semana

    29 de dezembro de 2016 /

    Com blockbusters ocupando a maior parte dos cinemas brasileiros, o último fim de semana do ano recebeu apenas três lançamentos. A estreia mais ampla pertence ao terror sul-coreano “Invasão Zumbi”, que apesar do título genérico é um dos melhores terrores do ano. Misturando muita ação, cenas de filme de desastre e zumbis, aproxima-se mais de “Guerra Mundial Z” que dos clássicos de mortos-vivos lentos de George Romero. Boa parte da produção se passa num trem e em estações ao longo da linha férrea, acompanhando os passageiros em fuga no começo de um surto zumbi. Sucesso de crítica, tem 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de ter sido consagrado pelo público como o maior blockbuster da Coréia do Sul em 2016. Alerta: a maioria das cópias distribuídas no país são dubladas em português! Outro filme bastante elogiado, “Animais Noturnos” foi premiado no Festival de Veneza (Grande Prêmio do Juri), recebeu três indicações ao Globo de Ouro e está cotado ao Oscar. Segundo longa dirigido pelo estilista Tom Ford, traz Amy Adams e Jake Gyllenhaal numa trama que combina diferentes períodos e até a leitura do manuscrito de um livro inédito, enquanto a personagem de Adams reflete sobre seu relacionamento com o ex, vivido por Gyllenhaal. O último lançamento é voltado para o “circuito de arte”. O polonês “Estados Unidos pelo Amor”, de Tomasz Wasilewski, foi premiado no Festival de Berlim (Melhor Roteiro) e gira em torno de quatro mulheres que lutam para ser felizes em 1990, logo após a queda do Muro de Berlim, tendo como pano de fundo as incertezas políticas e econômicas do fim da era soviética. Clique nos títulos dos filmes para ver os trailers de cada lançamento.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Pierre Barouh (1934 – 2016)

    29 de dezembro de 2016 /

    Morreu o ator, diretor, cantor e compositor francês Pierre Barouh, que ficou conhecido mundialmente ao cantar a música tema do filme “Um Homem, uma Mulher” (1966). Ele também tinha profunda ligação com a música brasileira. Barouh esteve internado em um hospital de Paris por cinco dias e morreu de insuficiência cardíaca na quarta-feira (28/12), aos 82 anos. Criado nos subúrbios parisienses em uma família judia, ele foi jornalista e atleta, chegando a participar da seleção francesa de vôlei antes de vir pela primeira vez para o Brasil, onde fez amizade com os principais cantores e compositores da bossa nova. O cantor foi considerado uma espécie de embaixador da música brasileira na Europa e chegou a gravar “Noite dos Mascarados”, num dueto com Elis Regina, além de ter feito, em parceria com Baden Powell, o célebre “Samba da Benção”, ou “Samba Saravah” como é conhecido na França, cuja letra homenageia gênios musicais do país, de Pixinguinha a Vinicius de Moraes. “Saravah” também foi título de um documentário que Barouh dirigiu em 1972, sobre os primórdios da bossa nova. Ele comandou outros três filmes, dois deles de ficção, e ainda atuou como ator em 20 produções, inclusive no clássico “Um Homem, uma Mulher”, de Claude Lelouch, e em “Arrastão” (1967), no qual contracenou com brasileiros como Cécil Thiré, Jardel Filho e Grande Otelo. Ele ainda manteve a colaboração com Lelouch (e com o parceiro compositor Francis Lai) ao longo dos anos, seja escrevendo temas de filmes como “A Nós Dois” (1979), “Retratos da Vida” (1981) e “Um Homem, Uma Mulher: 20 Anos Depois”, seja como ator, em “Outro Homem, Outra Mulher” (1977) e “Tem Dias de Lua Cheia” (1990). Às vezes, até as duas coisas, como em “A Coragem de Amar” (2005). Mas apesar dos múltiplos talentos, fez muito mais sucesso como compositor. Suas músicas foram interpretadas por estrelas francesas que marcaram época, como Yves Montand e Francoise Hardy. Confira abaixo cinco gravações clássicas, ressaltando que apenas “Noite dos Mascarados” não é de sua autoria.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Debbie Reynolds (1932 – 2016)

    29 de dezembro de 2016 /

    Morreu a atriz Debbie Reynolds, estrela do clássico “Cantando na Chuva” (1952) e uma das atrizes mais famosas da era de ouro de Hollywood. Ela era mãe da também atriz Carrie Fisher (1956-2016), a Princesa Leia da franquia “Star Wars”, que faleceu um dia antes. “Ela agora está com a Carrie e estamos todos de coração partido”, afirmou seu filho, Todd Fisher, à agência Associated Press. De acordo com ele, a morte de sua irmã foi “demais” para a mãe. Reynolds foi hospitalizada às pressas na quarta (28/12) após sofrer uma emergência médica na casa do filho, em Beverly Hills, onde discutia detalhes do funeral de Carrie Fisher. Seus familiares ligaram para os paramédicos, que a levaram para o hospital Cedars-Sinai, onde ficou internada na UTI, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). Ela não estaria passando bem desde a última sexta-feira (23/12), quando Carrie Fisher sofreu uma parada cardíaca durante um voo de Londres para Los Angeles, que a levou ao hospital e ao falecimento na terça. Nascida Marie Frances Reynolds em El Paso, Texas, a atriz foi descoberta por um caçador de talentos aos 16 anos, enquanto disputava o concurso de Miss Burbank. A contragosto, recebeu seu nome artístico do chefe dos estúdios Warner, Jack Warner, com quem assinou contrato para aparecer em seus primeiros filmes, “Noiva da Primavera” (1948), como figurante, e “Vocação Proibida” (1950), como coadjuvante. Vendo-se sem espaço para crescer no estúdio, ela migrou para a MGM e logo se tornou um dos principais nomes da era de ouro de Hollywood. Foram 20 anos de MGM, mas seu auge se deu logo no início, ao protagonizar, com Gene Kelly, o clássico “Cantando na Chuva” (1952). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o filme a catapultou ao estrelato, colocando seu nome na fachada dos cinemas. A jovem logo se tornou a rainha das comédias românticas, fazendo par com os principais astros da época e até com cantores famosos, como Frank Sinatra em “Armadilha Amorosa” (1955), Bing Crosby em “Prece para um Pecador” (1959) e Eddie Fisher em “Uma Esperança Nasceu em Minha Vida” (1956). Ela acabou se casando com Fisher, o pai de Carrie e Todd. Os dois chegaram a formar um dos casais mais famosos de Hollywood, batizados de “namoradinhos da América”. Mas não durou muito. A separação aconteceu em 1959, em meio a um escândalo midiático: Debbie foi trocada por Elizabeth Taylor. À margem ao escândalo, a carreira de Debbie Reynolds continuou de vento em popa, rendendo clássicos como “Flor do Pântano” (1957), “Como Fisgar um Marido” (1959), “A Taberna das Ilusões Perdidas” (1960) e até a obra-prima western de John Ford, “A Conquista do Oeste” (1961). Pelo desempenho em “A Inconquistável Molly” (1964), em que viveu Molly Brown, sobrevivente de uma inundação e do naufrágio do Titanic, ela recebeu sua única indicação ao Oscar de Melhor Atriz – acabou perdendo para Julie Andrews, por “Mary Poppins”. No mesmo ano, fez um de seus filmes mais divertidos, “Um Amor do Outro Mundo” (1964), que influenciou dezenas de produções sobre trocas mágicas de sexo. A comédia dirigida por Vincent Minelli girava em torno de um homem conquistador que era assassinado por um marido ciumento e tinha uma volta kármica como uma loira, sexy, mas atrapalhada Debbie Reynolds, que não conseguia lidar bem com o fato de ter virado mulher e ser cantada pelo melhor amigo (Tony Curtis). Ela ainda estrelou outras comédias marcantes, como “Divórcio à Americana” (1967) e “Lua de Mel com Papai” (1968), sobre casamentos em crise, antes de se dedicar a fazer números musicais em Las Vegas. Foi trabalhando em Las Vegas que Reynolds quitou uma dívida de US$ 3 milhões decorrente do vício de seu segundo marido, o empresário Harry Karl, em jogos de azar. Os dois foram casados de 1960 a 1973. Mas sua relacionamento com Vegas foi bem mais duradoura. Ela chegou a ter um cassino na cidade, onde passou a expor relíquias de filmes hollywoodianos, que colecionou ao longo de sua vida. Durante muitos anos, a atriz teve uma das maiores coleções de memorabilia da era de ouro do cinema americano, que, devido à dificuldade de preservação, acabou vendendo e doando em tempos recentes. Reconhecida pela boa voz de cantora, ela iniciou uma bem-sucedida carreira de dubladora com a animação “A Menina e o Porquinho” (1973), que levou adiante na versão americana de “O Serviço de Entregas da Kiki” (1989), “Rudolph – A Rena do Nariz Vermelho” (1998) e nas séries animadas “Rugrats – Os Anjinhos” e “Kim Possible”, onde tinha papéis recorrentes. A atriz também apareceu de forma recorrente na série “Will & Grace” e entre seus últimos papéis estão participações na comédia “Como Agarrar Meu Ex-Namorado” (2012) e no premiado telefilme “Minha Vida com Liberace” (2013). Em 2015, ela foi homenageada pelo Sindicato dos Atores dos EUA por sua filmografia de 65 anos e, no começo deste ano, recebeu um prêmio humanitário da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por seu trabalho em prol da conscientização e tratamento de doenças mentais. Ela é uma das fundadoras da instituição de caridade The Thalians. Debbie Reynolds deixa o filho, Todd Fisher, e a neta, a atriz Billie Lourd, filha de Carrie Fisher.

    Leia mais
  • Filme

    Ryan Reynolds e diretor de Logan negam que Deadpool irá aparecer no filme de Wolverine

    28 de dezembro de 2016 /

    Poucos minutos após a divulgação do “furo” do site The Wrap, que afirmou que Deadpool faria uma aparição na cena pós-créditos de “Logan”, o ator Ryan Reynolds e o diretor James Mangold vieram à público negar o rumor. “Infelizmente, não é verdade. O Prisoineiro 24601 está em uma missão solo”, Reynolds tuítou. Já Mangold, que assina a direção de “Logan”, foi mais direto em seu tuite: “Para todo mundo que está enlouquecendo, The Wrap está lidando com notícias falsas. Relaxem.” Recentemente, Ryan Reynolds ensaiou lançar uma campanha para convencer Jackman a coestrelar com ele um filme de Deadpool e Wolverine. A estreia de “Logan” está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e reveja o primeiro trailer legendado aqui.

    Leia mais
  • Filme

    Série The Walking Dead nunca vai ultrapassar a história em quadrinhos, garante o criador

    28 de dezembro de 2016 /

    A lentidão dos episódios recentes de “The Walking Dead” – que tem feito a série perder público, após bater recordes sucessivos de audiência – tem despertado o desejo em muita gente de que a trama acelerasse. Mas isso significaria consumir mais rapidamente a história disponível nos quadrinhos em que a produção é baseada, o que poderia gerar uma situação similar a de “Game of Thrones”, em que os produtores ultrapassaram a trama dos livros. Um fã preocupado com essa possibilidade quis saber do escritor Robert Kirkman, criador dos quadrinhos, qual era a expectativa da série superar os quadrinhos. A resposta de Kirkman foi, em suma: nenhuma. “Levamos seis temporadas para chegar à edição 100, então vai demorar mais uns seis anos para chegar a 200, o que nos levaria até a temporada… 12. E mesmo assim os quadrinhos estarão à frente da série nesse momento”, ele escreveu, na sessão de cartas da publicação. Ou seja, “The Walking Dead” vai continuar em ritmo de zumbi com sua 7ª temporada, a partir do dia 12 de fevereiro. Detalhe: a mais recente edição dos quadrinhos de “The Walking Dead” é a 161, enquanto a série está atualmente chegando na 111 – são exatamente 50 números de diferença.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie