Fernanda Montenegro vai estrelar novo filme de Cláudio Assis
A atriz Fernanda Montenegro vai estrelar o novo filme do diretor Cláudio Assis (“Amarelo Manga”, “Febre do Rato”, “Big Jato”), ao lado do velho parceiro do diretor Matheus Nachtergaele (“Big Jato”) e Cauã Reymond (“Reza a Lenda”). Intitulado “Piedade”, o filme gira em torno de três histórias entrelaçadas, em que os personagens estão desesperados em viver um grande amor, mas não conseguem nem obter a piedade dos outros. Nachtergaele irá viver um funcionário da indústria petroleira de Bauru, Reymond viverá o dono de um cinema pornô e Montenegro será proprietária de um boteco de praia. As filmagens começam neste mês e o longa ainda não tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros.
Sylvester Stallone vai dirigir Adam Driver em filme sobre veterano de guerra
Sylvester Stallone planeja voltar à direção com “Tough As They Come”. E já definiu quem irá estrelar o longa a seu lado: Adam Driver, o Kylo Ren de “Star Wars: O Despertar da Força”. Segundo o site Deadline, “Tough As They Come” será baseado no livro de memórias do sargento Travis Mills. O soldado perdeu os braços e as pernas após uma explosão durante a guerra no Afeganistão, e tenta seguir a vida com próteses implantadas nos membros superiores e inferiores. Adam Driver irá interpretar o protagonista, enquanto Stallone viverá seu sogro. O último filme dirigido pelo astro foi “Os Mercenários”, em 2010.
Woody Harrelson será mentor do jovem Han Solo no próximo spin-off de Star Wars
O ator Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”) está em negociações avançadas com a Disney para interpretar o mentor de Han Solo no spin-off sobre o herói da franquia “Star Wars”. De acordo com o site da revista Variety, os executivos Kathleen Kennedy e Allison Shearmur desejam um ator influente no papel. Quando for confirmado, Harrelson se juntará a Alden Ehrenreich (“Ave César”), que viverá o personagem imortalizado por Harrison Ford, além de Donald Glover (série “Atlanta”) e Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars”, o filme vai se passar antes dos eventos mostrados no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). A direção está a cargo da dupla Phil Lord e Chris Miller (“Anjos da Lei”) e as filmagens devem começar já neste mês de janeiro, para um lançamento previsto em 25 de maio de 2018.
Filme do mangá Fullmetal Alchemist ganha primeira foto oficial
A Warner Bros. do Japão divulgou a primeira foto oficial do filme “Fullmetal Alchemist”, adaptação com atores do famoso mangá/anime criado por Hiromu Arakawa. Os quadrinhos foram publicados entre 2001 e 2010, em mais de 100 capítulos, e seguem uma linha steampunk, com a trama passada durante a revolução industrial, mas num universo alternativo de magia e fantasia. Na trama, depois de perderem sua mãe, Alphonse e Edward Elric tentam trazê-la de volta usando uma técnica proibida de alquimia, mas, para isso, eles precisam dar algo em troca. Como consequência, Ed perde sua perna e Al perde seu corpo. Para impedir que a alma de Al vague incorpórea, Ed sacrifica um braço para prendê-la dentro de uma grande armadura. Visando recuperar seus corpos, os dois irmãos iniciem a busca da lendária pedra filosofal. O mangá fez tanto sucesso que ganhou duas séries animadas e dois longas de animação. “Fullmetal Alchemist” tem direção de Fumihiko Sori, que trabalhou nos efeitos visuais de “Titanic” (1997), e chegará aos cinemas japoneses em 2017. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Rogue One vira a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA
“Rogue One: Uma História Star Wars” precisou apenas de três fins de semana para virar a segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA. O prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) superou “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 408 milhões) e deve deixar para trás “Procurando Dolly” (US$ 486,2 milhões) para bater o recorde de arrecadação entre os filmes lançados no ano passado em, no máximo, mais duas semanas. Atualmente com US$ 440,9 milhões nos EUA, a superprodução de ficção científica também superou a marca de US$ 800 milhões de faturamento em todo o mundo, firmando-se como a 7ª maior bilheteria mundial de 2016. É bem provável que consiga somar mais US$ 75 milhões em todo o mundo, o que deixará para trás “Batman v Superman” (US$ 873,3 milhões) e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (US$ 875,5 milhões) e criará um fato histórico. Caso “Rogue One” atinja o 5º lugar, todas as 5 maiores bilheterias do ano serão do mesmo estúdio: Disney. Atualmente, as quatro maiores bilheterias de 2016 são: “Mogli, O Menino-Lobo” (US$ 966,6 milhões), “Zootopia” (US$ 1 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1 bilhão) e “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,1 bilhão). Confira abaixo o desempenho das dez maiores bilheterias norte-americanas do último fim de semana do ano. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 49,6 milhões Total EUA: US$ 440,9 milhões Total Mundo: US$ 801,9 milhões 2. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 42,8 milhões Total EUA: US$ 180,8 milhões Total Mundo: US$ 284,5 milhões 3. Passageiros Fim de semana: US$ 16,1 milhões Total EUA: US$ 66,1 milhões Total Mundo: US$ 122,9 milhões 4. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: US$ 10,9 milhões Total EUA: US$ 214,2 milhões Total Mundo: US$ 403,3 milhões 5. Tinha que Ser Ele? Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 37 milhões Total Mundo: US$ 52,26 milhões 6. Fences Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 32,8 milhões Total Mundo: US$ 32,8 milhões 7. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 37,2 milhões Total Mundo: US$ 65 milhões 8. Assassin’s Creed Fim de semana: US$ 8,6 milhões Total EUA: US$ 42,4 milhões Total Mundo: US$ 87,32 milhões 9. Manchester à Beira-Mar Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 29,6 milhões Total Mundo: US$ 30 milhões 10. Beleza Oculta Fim de semana: US$ 4,1 milhão Total EUA: US$ 27 milhões Total Mundo: US$ 47 milhões
Retrospectiva: Os 15 piores filmes de 2016
Comédias, filmes religiosos e fantasias infantilóides testaram a fé da crítica na arte cinematográfica em 2016. Ilustrando o abismo do gosto popular, um subproduto listado abaixo acabou virando recorde de “audiência televisiva” no cinema. Mas a internet também responde por alguns dos piores “O Filme” do ano. Felizmente, o público não alimentou os planos de continuação da maioria deles.
Retrospectiva: Os 10 melhores filmes lançados por streaming ou vídeo de 2016
Os serviços de streaming, em especial a Netflix, vem ocupando espaço precioso na distribuição de filmes. Com uma postura agressiva, a plataforma tem intensificado sua disputa com os estúdios tradicionais pelos direitos de produções de festivais. Não por acaso, diversos filmes indies americanos só chegaram ao Brasil por streaming em 2016. Mas o apetite da Netflix parece não ter fronteiras, como demonstra “Divinas”, drama francês que venceu a Câmera de Ouro de Melhor Filme de cineasta estreante do último de Festival de Cannes e que está na disputa do Globo de Ouro 2017 de Melhor Filme Estrangeiro. Para os cinéfilos, o streaming se tornou a única alternativa para apreciar os mais recentes trabalhos do mestre Zhang Yimou, “Voltando para Casa”, e da inglesa Andrea Arnold, “American Honey” – lançado como “Docinho da América” em 30 de dezembro. Mas até o velho DVD ainda serve para trazer ao país títulos cultuados, como a comédia neozelandesa de vampiros “O que Fazemos nas Sombras”, dirigida por Taika Waititi (do vindouro “Thor: Ragnarok”), e o western visceral “Rastro de Maldade”, estrelado por um dos “oito odiados” de Tarantino, Kurt Russell.
Retrospectiva: Os 15 melhores filmes do circuito limitado de 2016
O circuito limitado brasileiro tem a variedade e a qualidade de um festival de cinema permanente, capaz de exibir preciosidades dos mais diferentes países, revelar novos cineastas e renovar o interesse pelos grandes mestres. Mas isso não significa que o público tenha acesso fácil às obras. Poucos cinéfilos podem ter visto os 15 destaques abaixo, já que sua distribuição concentrou-se em São Paulo e no Rio. Para dar a dimensão do problema, “Elle”, de Paul Verhoeven, unanimidade nas mais diferentes listas de melhores do ano, foi distribuído em apenas 29 salas no país. Bem mais que “As Montanhas se Separam”, por exemplo, que chegou em oito salas – apesar de seu diretor, Jia Zhang-Ke, ter sido tema de documentário do brasileiro Walter Salles.
Retrospectiva: Os 15 melhores filmes brasileiros de 2016
O cinema brasileiro chamou mais atenção no tapete vermelho que nas telas em 2016. O protesto da equipe de “Aquarius” no Festival de Cannes, contra o “golpe” que acabou com a democracia no Brasil (“O Brasil não é uma uma democracia” foi um dos cartazes erguidos, em inglês), monopolizou debates antes da revelação da existência de um departamento de propinas na principal empreiteira do país – que elegeu a presidente deposta, orientava criações de leis e estava por trás da política de obras do país. Na prática, enquanto o filme de Kleber Mendonça Filho denunciava uma empreiteira nas telas, fora delas o diretor defendia um governo corrompido pela maior delas, num paradoxo que vai ficar na história como símbolo de cooptação cultural típica do populismo latino-americano. A controvérsia serviu, no entanto, para ofuscar o que mais esteve nas telas. Ao menos 15 filmes foram melhores que a escolha oficial do Ministério da Cultura para representar o país no Oscar. A maioria, inclusive, passou longe das tendências dominantes do mercado: há apenas uma comédia (“O Roubo da Taça”) e uma cinebiografia (“Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo”) listadas – ambas, por sinal, ótimas. Entre os registros, vale destacar o talento fantástico da dupla Marcos Dutra (“O Silêncio do Céu”) e Juliana Rojas (“Sinfonia da Necrópole”) agora em longas individuais, a qualidade dos documentários (“Cinema Novo” e “Menino 23”), a consagração internacional da safra (“Aquarius”, “Boi Neon”, “Campo Grande”, etc) e a excelência contínua de Domingos Oliveira (“BR 176”), que segue vencendo festivais com 80 anos de aperfeiçoamento de vida.
Retrospectiva: Os 15 melhores filmes do circuito comercial de 2016
O parque exibidor brasileiro é tão precário que a maioria dos lançamentos nacionais só passam em São Paulo e Rio. Portanto, faz bastante sentido que o grande público tenha apenas blockbusters como referências para definir seus filmes favoritos do ano. Trata-se de um problema de acesso, primordialmente. Para refletir este gargalo, a seleção abaixo considera os filmes que tiveram distribuição em mais de 250 salas e chegaram a pelo menos 10 estados no país. Como não poderia deixar de ser, a maioria é mesmo blockbuster. Mas, entre as superproduções milionárias, encontram-se também filmes premiados, terrores de baixo orçamento e até uma animação que é uma verdadeira obra de arte. Confira o que os shopping centers exibiram de melhor em 2016.
Retrospectiva: Críticos da Pipoca Moderna elegem seus filmes favoritos de 2016
Os críticos e colaboradores da Pipoca Moderna elegeram seus Top 10 com os melhores filmes de 2016. As listas individuais podem ser conferidas abaixo. Outras listas de cinema serão postadas na terça (3/1) com os blockbusters, filmes nacionais e a seleção final do editor. Ailton Monteiro Alex Gonçalves Antonio Carlos Egypto Hamilton Rosa Jr. Otávio Almeida Marcelo Costa Marcio L. Santos Renné França Tatiana Babadobulos
Retrospectiva: 50 estrelas que se foram em 2016
Num ano marcado por muitas perdas, recorde 50 estrelas que se apagaram em 2016, mas permanecerão brilhando na história do cinema e da televisão – algumas também na música. Clique nos nomes para ler sobre as carreiras de cada um. Abbas Kiarostami (1940 – 2016) Andrea Tonacci (1944 – 2016) Angus Scrimm (1926 – 2016) Antônio Pompêo (1953 – 2016) Cauby Peixoto (1931 – 2016) César Macedo (1935 – 2016) Chus Lampreave (1930 – 2016) Debbie Reynolds (1932 – 2016) Ettore Scola (1931 – 2016) Elke Maravilha (1945 – 2016) Florence Henderson (1934 – 2016) Gato Barbieri (1932 – 2016) Gene Wilder (1933- 2016) George Gaynes (1917 – 2016) Guy Hamilton (1922 – 2016) Herschell Gordon Lewis (1926 – 2016) Jacques Rivette (1928 – 2016) Michael Cimino (1939 – 2016) Michael Massee (1955 – 2016) Nancy Reagan (1921 – 2016) Patty Duke (1946 – 2016) Prince (1958 – 2014) Robert Vaughn (1932 – 2016) Rubén Aguirre (1934 – 2016) Tereza Rachel (1935 – 2016) William Christopher (1932 – 2016) Alan Rickman (1949 – 2016) Andrzej Wajda (1926 – 2016) Anton Yelchin (1989 – 2016) Arthur Hiller (1923 – 2016) Bud Spencer (1929 – 2016) Carrie Fisher (1956 – 2016) Curtis Hanson (1945 – 2016) David Bowie (1947 – 2016) Domingos Montagner (1962 – 2016) Flávio Guarnieri (1959 – 2016) Garry Marshall (1934 – 2016) George Kennedy (1924 – 2016) Guilherme Karam (1957 – 2016) Hector Babenco (1946 – 2016) Ivan Cândido (1931 – 2016) Kenny Baker (1934 – 2016) Lupita Tovar (1910 – 2016) Michèle Morgan (1920 – 2016) Noel Neill (1920 – 2016) Orival Pessini (1944 – 2016) Peter Vaughan (1923 – 2016) Ron Lester (1970 – 2016) Steven Hill (1922-2016) Umberto Magnani (1941 – 2016) Zsa Zsa Gabor (1917 – 2016)
Veja os primeiros comerciais de A Bela e a Fera
A Disney divulgou os primeiros comerciais de “A Bela e a Fera”. Enquanto os primeiros basicamente condensam o trailer original, que teria batido recorde de visualizações na internet, o terceiro traz cenas inéditas de Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela. O filme também traz Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”). A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












