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Filme

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    Insubstituível é um obra de quem sabe o que está filmando

    17 de março de 2017 /

    O Dr. Jean-Pierre Werner (François Cluzet) é um médico dedicado, que trabalha numa comunidade rural da França há 30 anos. O que ele faz é o que no Brasil denominamos de saúde da família. Ou seja, ele vai às casas dos pacientes, enfrenta caminhos difíceis, mau tempo, atende todo tipo de emergências e é muito querido na localidade. O seu trabalho é muito eficaz, de modo que será muito difícil substituí-lo quando uma doença o incapacitar para uma atividade como essa, tão exigente e desgastante. Quando a situação se coloca, o conflito se estabelece. Ninguém é insubstituível, mas Nathalie (Marianne Denicourt), a médica recém-formada que chegou, também vai mostrar seu talento, mas de outra forma. Terá muito a aprender com ele, mas também terá o que ensinar a ele. Dessa relação e do trabalho que farão juntos, com todas as dificuldades previsíveis, resultarão novas sínteses na vida deles e na da comunidade que atendem. O filme é muito realista ao abordar o trabalho médico, suas exigências, sua dedicação, a importância que tem e o quanto gratifica o profissional que o exerce com seriedade. Compreensível. O cineasta Thomas Lilti já tinha dirigido três curtas-metragens, antes de se formar em medicina, e antes deste fez também o longa “Hipócrates” (2014) sobre o começo da profissão de médico. Dedica-se ao trabalho como diretor e roteirista, mas segue praticando a medicina. Ele sabe do que está falando. O cinema tem a ganhar com isso. O filme exibe essa competência. Mas tem, também, dois ótimos protagonistas, François Cluzet (do sucesso “Intocáveis”) e Marianne Denicourt (também de “Hipócrates” e do clássico “Paris no Verão”), que valorizam muito seus papéis.

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    Sony marca estreia do filme de Venom para 2018

    17 de março de 2017 /

    A Sony Pictures vai em frente com seu plano de desenvolver spin-offs do “Homem-Aranha”. O estúdio marcou a estreia de “Venom”, dedicado a um dos vilões mais populares das publicações do herói da Marvel. O lançamento vai chegar aos cinemas em 5 de outubro de 2018. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o longa ainda não tem diretor definido, mas conta com roteiro de Scott Rosenberg (criador da série “Zoo”) e Jeff Pinkner (“O Espetacular Homem-Aranha 2”). Vale lembrar que Venom já apareceu no cinema: no fraco “Homem-Aranha 3”, filme que foi responsável pela decisão da Sony de realizar um reboot da franquia. O Aranha, por sinal, está em seu segundo reboot. O primeiro filme solo em que Tom Holland viverá o herói, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, chega aos cinemas em 6 de julho.

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    Nova animação de massinhas do criador de Wallace e Gromit ganha primeiro trailer

    17 de março de 2017 /

    A nova animação de massinhas da Aardman Animation ganhou seu pôster e primeiro trailer, com introdução de Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”). “Early Man” se passa na Idade da Pedra e acompanha as aventuras de Dug (voz de Redmayne), um homem das cavernas que ajuda sua tribo a caçar e combater o malvado Lord Nooth (Tom Hiddleston, de “Thor”). O filme tem direção de Nick Park, criador de “Wallace e Gromit”, “Shaun: O Carneiro” e diretor do divertido “A Fuga das Galinhas” (2000). Também estão no elenco Maisie Williams (série “Game of Thrones”), Timothy Spall (franquia “Harry Potter”) e Richard Ayoade (série “The IT Crowd”). Ainda em fase de produção, “Early Man” estreia em janeiro de 2018 no Reino Unido e no mês seguinte no Brasil.

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    Jennifer Aniston será ex-miss de concurso de beleza na nova comédia da diretora de A Proposta

    17 de março de 2017 /

    A atriz Jennifer Aniston irá estrelar a comédia “Dumplin'”. Segundo o site Deadline, ela interpretará uma ex-rainha de concurso de beleza que inferniza a filha gordinha na nova comédia da diretora Anne Fletcher (“Belas e Perseguidas” e “A Proposta”). Adaptação cinematográfica do best-seller de Julie Murphy, “Dumplin'” gira em torno da filha da personagem de Aniston, a adolescente Willowdean Dickson, que ganhou o apelido dumplin’ (bolinho de massa) da própria mãe. Mesmo não correspondendo aos padrões de beleza convencionais, a jovem sempre esteve à vontade com o próprio corpo. Porém, ao se interessar por um menino, a garota passa a duvidar de si mesma e resolve se inscrever em um concurso de beleza junto de outras candidatas improváveis para mostrar que merece estar ali tanto quanto qualquer outra garota magra. A história original cita diversas canções de Dolly Parton e a adaptação originalmente seria uma produção da Disney, mas virou uma comédia indie, produzida pela COTA Films. Ainda não há previsão para seu lançamento.

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    Filme da HBO estrelado por Oprah Winfrey ganha primeiro trailer

    16 de março de 2017 /

    A HBO divulgou o trailer do filme “The Immortal Life of Henrietta Lacks”, estrelado por Oprah Winfrey (“Selma”) e Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”). Baseado no best-seller homônimo de Rebecca Skloot, o filme recupera a história de Henrietta Lacks, uma descendente de escravos que nasceu em 1920 na Virgínia e, após morrer de câncer, teve uma amostra do colo de seu útero extraída sem o conhecimento da família. As células foram utilizadas em pesquisas em universidades e centros de tecnologia e, como resultado, foram obtidas as vacinas contra a poliomielite e contra o vírus HPV, medicamentos para tratamento de câncer, AIDS e mal de Parkinson – tudo isso sem que a família da doadora recebesse qualquer compensação moral ou financeira pelo uso das células. A história é contada sob o ponto de vista de sua filha, Deborah Lacks (Winfrey), que, com a ajuda do jornalista Rebecca Skloot (Byrne), procura saber mais sobre a mãe e entender como foi feita a colheita não autorizado das células. “The Immortal Life of Henrietta Lacks” estreia no dia 22 de abril nos EUA, com roteiro de Peter Landesman (“Um Homem entre Gigantes”) e direção de George C. Wolfe (“Um Momento Pode Mudar Tudo”).

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    Roteirista de Jack Ryan e Tarzan negocia escrever Esquadrão Suicida 2

    16 de março de 2017 /

    A Warner voltou a dar sinais contraditórios a respeito de suas adaptações de quadrinhos. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio abriu negociações com Adam Cozad para escrever o roteiro da continuação do “Esquadrão Suicida”. Mas apesar da reportagem afirmar que a empresa estaria tratando o filme como prioridade, contratou um roteirista cuja filmografia se resume a dois funerais de franquias. Cozad escreveu “Operação Sombra: Jack Ryan” (2014), que implodiu os planos da Paramount de relançar o personagem numa nova série de produções, e “A Lenda de Tarzan”, em que a Warner pretendia fazer o mesmo. Ou seja, o estúdio voltou a fazer aquilo que uma carta anônima contundente acusou ser sua prática padrão: premiar responsáveis por grandes fracassos com novos trabalhos. Diz o THR que a Warner quer um roteiro redondo antes de contratar um diretor. Entre os nomes cotados para assumir o comando da produção está Mel Gibson, o que realmente seria uma boa novidade. David Ayer não vai retornar na continuação, mas foi contratado para assumir “Sereias de Gotham”, um spin-off centrado na Arlequina, personagem de Margot Robbie. “Esquadrão Suicida” não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.

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    Vídeos de A Vigilante do Amanhã focam personagem de Scarlett Johansson e a tropa de elite do futuro

    16 de março de 2017 /

    A sci-fi “A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell” ganhou dois vídeos com entrevistas do elenco. Um deles foca a personagem de Scarlett Johansson e o outro a Seção 9. O filme é uma adaptação do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e o cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii sobre a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. Na trama, Scarlett surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Trailer de terror com Leandra Leal não parece produção brasileira

    16 de março de 2017 /

    A Imagem Filmes divulgou o um novo trailer de “O Rastro”, terror estrelado por Rafael Cardoso (novela “Sol Nascente”) e Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”). A prévia não parece produção brasileira. Pela iluminação, filtros, sustos e trilha parece remake americano de terror japonês. O filme, na verdade, é uma coprodução entre o Brasil (Lupa Filmes) e os Estados Unidos (Orion Pictures, da MGM), escrita por André Pereira (“Mato Sem Cachorro”) e a estreante Beatrice Manela e também marca a estreia de João Caetano Feyer (assistente de “Filme de Amor”) na direção de longa-metragem. A trama envolve o fechamento de um hospital público no Rio e acompanha o médico responsável por coordenar a transferência dos pacientes durante a noite. Quando uma paciente jovem desaparece, ele tenta localizá-la e acaba gradualmente engolido pelo prédio em condições precárias. O elenco ainda conta com Felipe Camargo (“Ponte Aérea”), Alice Wegmann (“Tamo Junto”), Claudia Abreu (novela “A Lei do Amor”) e Jonas Bloch (série “#MeChamaDeBruna”). Originalmente marcada para 30 de março, a estreia foi adiada para 18 de maio.

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    Kleber Mendonça Filho vai presidir júri de mostra paralela no Festival de Cannes

    16 de março de 2017 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho vai presidir o júri da Semana da Crítica no Festival de Cannes em 2017. Ele vai suceder a cineasta inglesa Andrea Arnold (“Docinho da América”), que no ano passado presidiu o juri da seção dedicada a cineastas estreantes. Mendonça também esteve em Cannes no ano passado, quando o filme “Aquarius” foi exibido na mostra competitiva. Apesar de ter saído sem prêmios, o cineasta chamou atenção por realizar na ocasião um protesto contra o “golpe de estado” que teria acabado com a democracia no Brasil, segundo os cartazes exibidos por ele, seus atores e sua equipe no tapete vermelho do festival. Além do cineasta pernambucano, a produtora colombiana Diana Bustamante Escobar, o jornalista americano Eric Kohn (do site IndieWire), a diretora do Metropolis Art Cinema libanês Hania Mroué e o ator francês Niels Schneider completam o júri. Dedicada a filmes de diretores que estão no máximo em seu segundo trabalho, a Semana da Crítica é uma mostra paralela do Festival de Cannes, que premia “Melhor Filme” e “Revelação” em longa-metragens, além de “Descoberta” em curtas-metragens.

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    James Gunn confirma Guardiões da Galáxia 3

    16 de março de 2017 /

    O diretor James Gunn confirmou, sem causar grande surpresa, que “Guardiões da Galáxia” terá direito a um terceiro filme. Mas ele ainda não sabe se irá dirigi-lo, conforme revelou em entrevista ao site Complex. “Haverá um ‘Guardiões 3’, isso é certo. Estamos tentando entender como será. Estou tentando descobrir o que realmente quero fazer, por enquanto é isso. Preciso descobrir onde quero estar, o que eu quero fazer nos próximos três anos da minha vida. Sabe, vou fazer outro filme grande; mas será ‘Guardiões’ ou é outra coisa? Vou descobrir isso ao longo das próximas semanas.” Gunn também jogou água fria no envolvimento dos Guardiões em “Vingadores: Guerra Infinita”. “Os Guardiões são parte do universo cósmico, eles são parte da história de Thanos, então, eles estão lá. Eles não têm a maior participação, mas são parte integral da história”, revelou. O próximo filme da franquia, “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil.

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    A Bela e a Fera estreia em mais de mil cinemas no Brasil

    16 de março de 2017 /

    Maior estreia da semana, “A Bela e a Fera” chega em 1,2 mil salas brasileiras nesta quinta-feira (16/3), 70% delas em 3D. O filme ocupa ainda 35 salas com 4D (movimento de cadeiras) e todas as 12 telas IMAX. Ao contrário de outros esforços da própria Disney, que inseriram diversas novidades nas adaptações com atores, é a mais fiel das versões com atores das animações do estúdio, tanto que parece um remake do filme de 1991, com direito até às mesmas músicas – e mais três inéditas. As poucas mudanças refletem o espírito independente da Bela vivida por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) e a percepção da sexualidade de Lefou, que passaria incólume pelos vovozinhos conservadores, não tivesse o diretor alertado sobre isso. Vale observar que a crítica americana gostou, mas não se apaixonou, com 68% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. A chegada de “A Bela e a Fera” também confirma que a temporada de blockbusters começou mais cedo em 2017 – imediatamente após a entrega do Oscar, com os lançamentos consecutivos de “Logan” e “Kong – A Ilha da Caveira”. E, graças à concentração destes filmes no circuito, apenas outro filme tem distribuição em mais de 100 salas nesta semana: a comédia “Tinha que Ser Ele?”, em que Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) descobre que será sogro de James Franco (“A Entrevista”). A disputa entre sogro e noivo já rendeu até franquias, como “Entrando Numa Fria”, e quando as piadas são velhas, o sorriso é amarelo. 40% de aprovação no RT. Longe dos shoppings, o circuito limitado recebe nada menos que oito filmes brasileiros, metade deles documentários. Os destaques são duas obras de ficção, a comédia “La Vingança” e o drama “Era o Hotel Cambridge”. “La Vingança” surpreende por ser realmente divertido. Uma comédia brasileira que faz rir deve ser exaltada como uma novidade muito bem-vinda. Infelizmente, não parece ser o que o mercado quer. Enquanto qualquer besteirol estreia em mais de 500 salas, “La Vingança” está sendo exilada em 20 salas. E este é o maior lançamento nacional da semana! Vai ver, é porque faltam atores de novelas. Só há Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), que tem um pequeno papel. A história do ator Jiddu Pinheiro (“O Uivo da Gaita”), Thiago Dottori (“Vips”) e Pedro Aguilera (criador da série “3%”) gira em torno do personagem de Felipe Rocha (“Nise: O Coração da Loucura”), que após flagrar a traição da mulher (não muito Leal) com um argentino, resolve se vingar indo com seu melhor amigo até o país vizinho para transar com argentinas. A tradicional rivalidade rende boas piadas e marca a estreia na direção do produtor Fernando Fraiha (“Reza a Lenda”). “Era o Hotel Cambridge” tem clima completamente diferente. O filme de Eliane Caffé (“O Sol do Meio Dia”) se passa num prédio de São Paulo invadido por sem-tetos, destaca histórias de imigrantes, a organização interna dos moradores e a luta contra a reintegração de posse, com direito à tropa de choque. Socialmente relevante e muito bem realizado, venceu o Prêmio do Público no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Mas só chega em 12 salas. As outras duas ficções são a animação “História Antes de uma História”, uma experiência de metalinguagem para o público infantil, e o drama “Com os Punhos Cerrados”, uma experiência de metalinguagem para universitários, realizada pelo coletivo Alumbramento. Entre os documentários, “Jonas e o Circo sem Lona” tem a distribuição mais ampla, em 20 salas. Exibido em festivais pelo mundo, o filme de Paula Gomes foca um menino que enfrenta o desafio de amadurecer enquanto sonha com o picadeiro. Os demais são “Pedro Osmar, Prá Liberdade que se Conquista”, um manifesto político-musical sobre o músico Pedro Oscar, “Por um Punhado de Dólares – Os Novos Emigrados”, sobre imigrantes nos EUA, e “Estopô Balaio”, que retrata uma região degradada de São Paulo. A programação também inclui três títulos franceses. Indicado a quatro prêmios César (o Oscar francês), “Os Cowboys” é uma espécie de versão moderna de “Rastros de Ódio” (1965), em que um pai parte à cavalo em busca da filha desaparecida por territórios inóspitos. O filme marcou a estreia na direção de Thomas Bidegain, roteirista dos melhores filmes de Jacques Audiard, “O Profeta” (2009), “Ferrugem e Osso” (2012) e o vencedor da Palma de Ouro “Dheepan: O Refúgio” (2014). Mais tradicional, “O Filho de Joseph” acompanha um adolescente em busca do pai que nunca conheceu, numa história que vai do drama ao humor – e ainda evoca um tema bíblico – , escrita e dirigida por Eugène Green (“A Religiosa Portuguesa”). Já “Fatima”, do marroquino Philippe Faucon (“Samia”), lembra “Que Horas Ela Volta?” (2015) ao acompanhar uma mãe pobre e imigrante, que trabalha como faxineira e luta para manter as filhas na escola. Enquanto a mais nova vive sua rebelião adolescente, sem respeito pela mãe “burra” que mal fala francês, a mulher do título sacrifica a própria saúde para dar à filha mais velha a chance de cursar a faculdade. Mais premiado dos filmes da semana, venceu o César 2016 de Melhor Filme, Roteiro e Atriz Revelação. Fecha a programação o sul-africano “Eles Só Usam Black Tie”, que já pelo pôster demonstra como o título nacional é equivocado. Mas o original “Necktie Youth” (juventude engravatada, em tradução literal) também é problemático para nomear um retrato em preto e branco da juventude ostentação da África do Sul (que só usa tênis e jeans). Elogiadíssimo pela crítica internacional, é uma viagem por sexo, drogas e trilha jazzy que rendeu alguns prêmios em festivais internacionais. Clique nos títulos dos filmes destacados para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    Cena de Power Rangers mostra primeira tentativa de pilotar um zord

    15 de março de 2017 /

    A Lionsgate divulgou uma nova cena filme “Power Rangers”, que mostra o Zack, o Ranger Preto, aprendendo a pilotar seu zord, o Mastodon. O resultado leva Alpha 5 a dizer as palavras imortais da série clássica: “Ai, ai, ai, ai, ai”. O elenco da produção traz Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como a voz do robô Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Revista afirma que Chris Evans vai aposentar o escudo do Capitão América após os próximos filmes dos Vingadores

    15 de março de 2017 /

    A revista americana Esquire divulgou uma entrevista com Chris Evans, sugerindo que o ator deixará o papel de Capitão América após os dois próximos filmes dos Vingadores. O trecho em questão afirma: “Sentado no sofá, o ator geme. Ele explica que está sentindo dores porque acabou de começar seu treinamento para entrar em forma para seus dois próximos filmes como Capitão América. Os longas serão filmados ao mesmo tempo, começando em abril. Depois disso, nada mais do uniforme vermelho, branco e azul para o ator de 35 anos. Ele terá cumprido seu contrato. Em 2010, a Marvel apresentou um contrato de nove filmes para Chris Evans, e ele insistiu que não assinaria para mais de seis. Alguns membros da família acharam isso uma decisão maluca, mas Evans viu diferente. ‘Leva cinco meses para fazer um filme da Marvel, e quando você pega as obrigações de divulgação de cada um, é bem ruim cara’. Evans sabia que, enquanto estivesse ligado ao Capitão América, ele teria pouco tempo para fazer outros projetos. Ele queria dirigir, fazer outros personagens – papéis mais humanos – como o protagonista do filme Gifted”. O mencionado “The Gifted” tem direção de Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”) e traz Evans como um pai em luta pela custódia da filha pequena, que é uma menina prodígio. A estreia acontece em 7 de abril nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil. Já “Vingadores: Guerra Infinita” tem estreia prevista para março de 2018, e sua continuação, ainda sem título, aguardada para maio de 2019.

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