Novo trailer de Alien: Covenant destaca confronto entre Katherine Waterston e o alienígena
A Fox divulgou um pôster e o novo trailer de “Alien: Covenant” focados na personagem de Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), que aparece de arma em punho prestes a enfrentar o alienígena xenomorfo a bordo de sua nave. Seu destaque vai na contramão da trama do primeiro “Alien” (1979), quando o protagonismo de Ripley, o papel icônico de Sigourney Weaver, revelava-se uma surpresa. O elenco ainda inclui Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), Danny McBride (“É o Fim”), Billy Crudup (“Spotlight”), Tess Haubrich (série australiana “Home and Away”). Demián Bichir (“Os Oito Odiados”), Amy Seimetz (“O Último Sacramento”), Carmen Ejogo (“Selma”), Callie Hernandez (série “Um Drink no Inferno”), Jussie Smollett (série “Empire”) e James Franco (“Oz, Mágico e Poderoso”), além de Guy Pearce e Noomi Rapace em participações como seus personagens de “Prometheus” (2012) . Continuação de “Prometheus” e prólogo de “Alien: o Oitavo Passageiro”, “Alien: Covenant” tem direção de Ridley Scott, que assinou ambos os filmes, e estreia em 11 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Optimus Prime ataca Bumblebee em novo pôster de Transformers: O Último Cavaleiro
A Paramount divulgou um novo pôster de “Transformers: O Último Cavaleiro”, que destaca o confronto entre Optimus Prime e Bumblebee. O elenco do quinto “Transformers” inclui os retornos de Mark Wahlberg e Stanley Tucci (vistos em “Transformers: A Era da Extinção”), Josh Duhamel, Tyrese Gibson e John Turturro (que coestrelaram os três primeiros “Transformers”). E ainda traz Anthony Hopkins (série “Westworld”), Laura Haddock (série “Da Vinci’s Demons”), Isabela Moner (série “100 Things to Do Before High School”), Jerrod Carmichael (“Vizinhos”), Mitch Pileggi (série “Arquivo X”), Allen Phoenix (“The Birth of a Nation”) e o chileno Santiago Cabrera (das séries “Heroes” e “The Musketeers”), que vai interpretar um militar brasileiro na trama. Novamente com direção de Michael Bay, o filme estreia em 20 de julho no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA.
Novo trailer legendado revela escala épica de Dunkirk, filme de guerra de Christopher Nolan
A Warner Bros divulgou o segundo trailer legendado de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentra no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção também se revela, mostrando a ação em três planos distintos, entre os soldados sob bombardeio na praia, a difícil fuga pelo mar e o combate aéreo entre aviões. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o trailer. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para julho no Brasil.
Sobre Viagens e Amores celebra um verão inesquecível com superação de preconceitos
Marco (Brando Pacitto) e Maria (Matilda Lutz, de “O Chamado 3”) são dois jovens italianos que se conhecem, mas não chegam a gostar um do outro. Em função de um amigo comum, acabam compartilhando uma viagem improvável, mas fascinante, aos Estados Unidos. Mais precisamente, a São Francisco, onde serão hospedados por um casal de rapazes gays (Taylor Frey, de “G.B.F”, e Joseph Haro, da série “Awkward”). O que virá daí é uma jornada de descobertas pessoais, sexuais, existenciais que, claro, produzirá mudanças profundas em todos eles. Um verão para nunca mais esquecer. Aquelas situações que marcam para sempre uma vida, no caso, quatro vidas. Esse tipo de narrativa poderia favorecer a eclosão de clichês, mensagens edificantes, finais felizes e definitivos. Mas o diretor italiano Gabriele Muccino (“À Procura da Felicidade”), que fez carreira com melodramas hollywoodianos, escapa dessas armadilhas. Os jovens em questão são gente reconhecível, com o vigor e a disponibilidade característicos dessa faixa etária, mas com seus conflitos, seus medos, seus preconceitos, suas indecisões. A juventude é o momento mais favorável para estar aberto ao novo, ao que não se conhece, ao que não se entende, e com disposição para arriscar. É nessa linha que os personagens de “Sobre Viagens e Amores” se coloca. Dessa forma, suas experiências se tornam mesmo transformadoras. O que não significa que tudo que se deseja possa acontecer, que os momentos felizes se eternizem, que as coisas não voltarão a mudar, no futuro. E que as frustrações, inevitáveis na vida, não surjam logo ali, virando a esquina. Se a felicidade como tal não existe, momentos felizes fazem toda a diferença, marcam vidas, se tornam inesquecíveis. Embora passem, como tudo passa, nem por isso deixam de ser muito importantes para quem os viveu. A maioria dos momentos felizes que vivemos faz parte da nossa identidade, alimenta e enriquece a nossa existência. O filme de Gabriele Muccino celebra isso num tom alegre, vital, energético, tocado por quatro jovens atores, simpáticos e empenhados em seus papéis, que dão conta do recado. É um bom filme para ser visto pelos jovens, pois comunica com facilidade e bom ritmo questões importantes desse momento de vida, que envolve escolhas, superação de estereótipos e preconceitos, com vistas a uma vida adulta mais aberta e consistente. E foca na afetividade e na vida real, coisas que o cinema dirigido aos jovens tem negligenciado, em favor de heróis do mundo virtual, extraídos dos quadrinhos, da fantasia, dos jogos eletrônicos, do mundo intergalático, essas coisas todas. Nada contra. Mas o cinema para esse público tem que se diversificar, ir além da mera diversão dos filmes de ação, mesmo para os mais jovens.
Além da Ilusão traz Natalie Portman em premissa intrigante, mas mal explorada
Há bons motivos para se ver “Além da Ilusão”. O primeiro deles está no fato de a diretora Rebecca Zlotowski ser roteirista do excepcional “Apesar da Noite”, de Philippe Grandrieux. O segundo está na presença de Natalie Portman como protagonista. E há também a jovem filha de Johnny Depp, Lily-Rose, na história de duas irmãs que têm o dom de se comunicar com os mortos e que atraem a atenção de um produtor de cinema francês que deseja registrar com câmeras o fenômeno. De fato, o espectador é fisgado no início com uma história intrigante, com as duas irmãs se apresentando em um teatro de vaudeville para um número considerável de pessoas. O espetáculo mostra a comunicação com uma pessoa falecida. Igualmente curioso é o convite que recebem para mostrar seus dons no cinema, já que, mesmo àquela altura, havia efeitos especiais que poderiam enganar as plateias facilmente, seja por meio de truques de edição, seja mexendo no próprio negativo, como quer fazer um dos amigos do produtor, vivido por Emmanuel Salinger, que resolve acolher as duas irmãs americanas em sua casa. O tal produtor é um homem que vive recluso. Não é casado e diz que quer se comunicar com o irmão falecido. Acontece que a presença que aparece na sessão mediúnica não é do irmão, mas de outra pessoa desconhecida. Mas ainda assim a sessão mediúnica se torna muito interessante para o homem, pois o conduz a uma sensação de prazer erótico totalmente inesperada. A fotografia e outros aspectos técnicos são agradáveis de ver. E mesmo com tudo isso a seu favor, a diretora Rebecca Zlotowski, em seu terceiro trabalho na direção, após “Grand Central” (2016) e “Belle Épine” (2010) com Léa Seydoux, perde-se na condução da trama. Tudo surge em cena muito solto e vago, mal explorado. Por mais que haja algo de intrigante nas personagens femininas e em sua relação com o produtor de cinema, as motivações ficam no ar. “Além da Ilusão” carece de uma atmosfera de sonho ou de maior intriga diante do que se propõe. De todo modo, há algo de charmoso neste filme torto de Rebecca Zlotowski.
Ryan Gosling e Harrison Ford ilustram dois pôsteres da continuação de Blade Runner
A 20th Century Fox divulgou dois pôsteres da aguardada continuação de “Blade Runner” (1982), que destacam individualmente os personagens de Ryan Gosling (“La La Land”), o novo caçador de androides, e Harrison Ford, o Blade Runner original. Intitulado “Blade Runner 2049”, em alusão ao ano em que se passa a trama, o filme tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do filme de 1982. O elenco ainda inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), o filme vai acompanhar a passagem do tempo, situando sua ação décadas após a primeira adaptação do conto de Philip K. Dick. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e veja aqui o primeiro trailer da produção.
Filha de Michael Jackson vai estrear no cinema ao lado de Charlize Theron
Paris Jackson, que já nasceu famosa, vai estrear como atriz de cinema aos 19 anos. A filha de Michael Jackson foi escalada num filme que tem um elenco estelar, com Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), David Oyelowo (“Selma”), Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), Thandie Newton (série “Westworld”), Amanda Seyfried (“Os Miseráveis”), Sharlto Copley (“Elysium”), Michael Angarano (série “The Knick”), Harry Treadaway (série “Penny Dreadful”), Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), Alan Ruck (série “The Exorcist”) e Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”). Trata-se de um projeto do australiano Nash Edgerton, o irmão dublê do ator Joel Edgerton. Nash trabalhou nas cenas de lutas de, entre outros, “O Protetor” (2014) e “Wolverine: Imortal” (2013), e também dirigiu o thriller “O Quadrado” (2008), além de, curiosamente, diversos clipes de Bob Dylan. O longa é uma mistura de comédia de humor negro e thriller sobre um homem de negócios (Oyelowo) que cruza a linha do crime, e está sendo produzido pela Amazon. Na trama, Paris retratará Nelly, descrita apenas como “uma jovem nervosa”. Será a segunda experiência da herdeira de Neverland como atriz, após participar de um episódio da série musical “Star” em março. O filme ainda não tem título definido nem data de estreia prevista.
Semana sem blockbusters infla besteirol nacional e oferece melhores opções alternativas
A primeira semana de maio é a última do ano sem lançamento de blockbuster americano. Por isso, as estreias mais amplas são um besteirol nacional, “Ninguém Entra Ninguém Sai”, e uma animação derivativa da China, “Rock Dog – No Faro do Sucesso”. Com maior distribuição, a comédia brasileira leva a 400 salas a premissa de “Vendo ou Alugo” (2013), trocando a casa à beira do morro carioca por um motel – ainda que supostamente seja baseada numa crônica de Luis Fernando Veríssimo. Já a animação, apesar de ser chinesa, tem direção do americano Ash Brannon (“Toy Story 2”) e elementos de “Kung Fu Panda” (2008) e “Sing” (2016), mas nenhuma das virtudes do roteiro ou da técnica de suas inspirações. Ironicamente, tanto a animação quanto a comédia de motel são infantis. Por sinal, “Ninguém Entra Ninguém Sai” deve ser a comédia de motel mais pudica já feita na história do cinema mundial. Quem busca uma sessão mais adulta pode se surpreender com o terror “A Autópsia”, premiado em vários festivais, inclusive no prestigioso Sitges e na mostra Midnight Madness do Festival de Toronto. A trama gira em torno da autópsia de uma mulher desconhecida, realizada por pai e filho legistas, durante a noite num necrotério. Ela foi encontrada no porão de uma casa onde aconteceu um massacre e quanto mais os dois descobrem sobre a causa de sua morte, mais o necrotério se torna sombrio como um local mal-assombrado, com direito a tempestade e eventos sobrenaturais. Apesar de falada em inglês, a direção é do norueguês André Øvredal, do cultuado “O Caçador de Troll” (2010). O resto da programação é restrita ao circuito limitado, mas as opções alternativas são um verdadeiro festival de cinema, com títulos que podem ser considerados obrigatórios para os cinéfilos que gostam de preencher listas de melhores do ano. A melhor sugestão americana vai para o drama “Melhores Amigos”, que só entrou em cartaz em 12 salas. Para se ter ideia, o longa tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi premiado em festivais, apareceu entre os filmes favoritos da crítica americana em 2016, figurou em troféus indies e muitos questionaram sua ausência no Oscar, especialmente na categoria de Melhor Roteiro, onde se destaca um brasileiro, Mauricio Zacharias. Ele é parceiro do diretor Ira Sachs neste e em outros dramas premiados, como “O Amor é Estranho” (2014) e “Deixe a Luz Acesa” (2012), além de ter escrito no Brasil o excelente “O Céu de Suely” (2006). Em “Melhores Amigos”, Zacharias e Sachs contam a história de dois adolescentes cuja amizade precisa enfrentar disputas financeiras entre suas famílias, num retrato sensível sobre como as dificuldades econômicas deixam marcas. Melhor que este, só “Clash”, uma alternativa que parece arriscada, já que se trata de uma produção egípcia distribuída também em apenas 12 salas, mas não lhe faltam a tensão e a ousadia que o cinema americano há muito perdeu. Com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, é um suspense dramático passado durante a Primavera Árabe no Egito. Claustrofóbico, acompanha um grupo confundido com integrantes da Irmandade Islâmica, trancafiado pela polícia num caminhão de oito metros com fanáticos reais. Neste espaço exíguo, o que menos importa é provar sua identidade, já que o conflito acontece a seu redor, nas ruas e ao lado, entre os prisioneiros. A direção é de Mohamed Diab, que antes fez o igualmente impactante “Cairo 678” (2010), sobre mulheres em busca de justiça contra o assédio sexual na sociedade muçulmana. Com todos os elementos que rendem filmes cults, abriu a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes do ano passado, e foi premiado em diversos festivais. Outro drama indie bem cotado, “Norman – Confie em Mim” traz uma performance arrebatadora do veterano Richard Gere (“O Exótico Hotel Marigold 2”), obcecado em seu objetivo de conhecer pessoas importantes e conectá-las visando aumentar seu networking, até que, por acaso, finalmente tem a sorte de criar laços com o futuro Primeiro Ministro de Israel. O filme, que tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, marca a estreia em Hollywood de Joseph Cedar, aclamado por seu filme anterior, “Nota de Rodapé” (2011). Apesar de ter feito carreira em Israel, ele nasceu em Nova York. “A Filha” é uma adaptação australiana e contemporânea de “O Pato Selvagem”, peça do final do século 19 do norueguês Henrik Ibsen. A conhecida fábula moral mostra que a mentira pode ter mais valor que a verdade, diante de uma revelação com capacidade de destruir uma família e conduzir ao suicídio. O diretor e roteirista estreante Simon Stone ganhou vários prêmios em seu país pela obra, que tem 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. “Sobre Viagens e Amores” marca a volta de Gabriele Muccino ao cinema italiano, mas sem sair dos EUA. Especialista em dramas lacrimosos, ele caiu nas graças de Hollywood com “À Procura da Felicidade” (2006), estrelado por Will Smith e seu filho Jaden, mas seus filmes seguintes foram fraquinhos, fraquinhos. Desta vez, conta a história de um casal de estudantes italianos que viajam para San Francisco, nos EUA, onde vão passar uma temporada na casa de um casal gay. O problema é que a menina é católica e homofóbica e não sabia deste detalhe da hospedagem. “A Mulher que se Foi” é um longa típico do filipino Lav Dias, com as características que marcam sua filmografia peculiar. Ou seja, trata-se de um drama filmado em preto e branco, com takes demorados, longuíssima duração (em torno de 4 horas) e consagrado em festivais de prestígio. A história contemplativa acompanha uma mulher que, após passar 30 anos presa, resolve se vingar do antigo amante. Venceu simplesmente o Leão de Ouro do Festival de Veneza do ano passado. Dois filmes brasileiros que também marcaram grandes mostras internacionais completam a programação. “Beduíno”, do eterno marginal Júlio Bressane, tem uma das piores distribuições da semana. Traz Fernando Eiras e Alessandra Negrini encenando fantasias num apartamento, numa metáfora sobre a vida e a arte, de proposta similar ao experimentalismo de Jacques Rivette (1928-2016) nos anos 1960. Foi selecionado para os festivais de Locarno e Roterdã. Por fim, com exibição num único horário de uma única sala do Grupo Estação, no Rio, o provocante “Éden” finalmente faz sua estreia. O longa que consagrou Leandra Leal como Melhor Atriz nos festivais do Rio de 2012 e Gramado de 2013, e também passou no Festival de Roterdã, demorou cinco anos para chegar aos cinemas. E chega assim, escondidinho, no momento em que seu diretor, Bruno Safadi, vem recebendo elogios por sua trabalho numa novela, “Novo Mundo”. “Éden” foi rodado com baixíssimo orçamento e em tempo exíguo, mas chama atenção pela proposta ousada. Tão ousada que seu drama psicológico, que critica a exploração e o fanatismo evangélico, foi evitado pelas distribuidoras de cinema. Felizmente, o longa também está ganhando distribuição por streaming, pelo Telecine Play. Clique nos títulos dos lançamentos para ver os trailers de todas as estreias da semana.
Tom Cruise e Russell Crowe enfrentam A Múmia em comercial legendado
A Universal divulgou um comercial legendado de “A Múmia”. Repleto de ação e efeitos visuais, a prévia mostra Tom Cruise (“Missão Impossível”) e Russell Crowe (“Noé”) enfrentando a criatura do título. Na trama, a múmia desperta após um sono milenar para levar seu terror antigo para a Londres dos dias de hoje. O mais interessante é que desta vez a criatura é vivida por uma mulher, Sofia Boutella, de “Kingsman – Serviço Secreto” (2014) e “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016). O elenco também destaca Annabelle Wallis (“Annabelle”), Jake Johnson (série “New Girl”) e Courtney B. Vance (série “The People vs. O.J. Simpson: American Crime Story”). O roteiro foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e a direção é de Alex Kurtzman (roteirista de “Além da Escuridão – Star Trek”), em seu segundo longa na função. “A Múmia” tem estreia agendada para 8 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rei Arthur: A Lenda da Espada ganha seis comerciais com muitas cenas inéditas
A Warner divulgou novos pôsteres e seis comerciais de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, com muitas cenas inéditas. As prévias deixam claro o antagonismo entre o príncipe das ruas Arthur (Charlie Hunnam, da série “Sons of Anarchy”) e o rei usurpador Vortigern (Jude Law, da série “Young Pope”), com direito a diversas cenas de luta, efeitos visuais deslumbrantes e o momento icônico em que o protagonista tira a espada Excalibur da pedra, cumprindo a profecia sobre o novo rei da Inglaterra. Dirigido por Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”), o filme inclui em seu elenco Astrid Bergès-Frisbey (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), Eric Bana (“Livrai-Nos do Mal”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Annabelle Wallis (“Annabelle”), Katie McGrath (série “Supergirl”), Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) e o jogador de futebol David Beckham. Charlie Hunnam virá ao Brasil – mais especificamente, a São Paulo – para falar com a imprensa e participar da pré-estreia do filme, que tem estreia nacional marcada para 18 de maio, uma semana após os EUA.
Trailer de Tudo e Todas as Coisas explora novo romance juvenil de doença
A Warner divulgou dois pôsteres e um novo trailer de “Tudo e Todas as Coisas” (Everything, Everything), que segue a linha mórbida dos romances juvenis de doença, que viram moda em Hollywood. Assim como “A Culpa É das Estrelas” (2015), o sucesso responsável por reintroduzir a tendência de “Love Story” (1970), trata-se de uma adaptação de best-seller – desta vez, de Nicola Yoon. O filme gira em torno de Maddy (Amandla Stenberg, de “Jogos Vorazes”), uma jovem de 18 anos que sofre de uma doença rara que a impede de sair de casa. Ela é basicamente alérgica a tudo e precisa viver em um ambiente cuidadosamente hermético e limpo. Mas aí, como é óbvio, conhece o vizinho Olly (Nick Robinson, de “Jurassic World”), se apaixona e começa a questionar sua vida, desejando conhecer o mundo e viver o primeiro amor. A trama é basicamente uma atualização de “O Rapaz da Bolha de Plástico” (1976), outro romance juvenil de doença e ambiente hermético, da época em que John Travolta era adolescente. E comprova a tese de que é possível contar várias vezes a mesma história, com algumas alterações, após alguns anos, e ela parecer totalmente inédita para as novas gerações. Por sinal, o fracassado “O Espaço Entre Nós”, lançado aqui no final de março, também contava história parecida, com o detalhe de o ambiente hermético do protagonista ser uma base espacial. A adaptação de “Tudo e Todas as Coisas” foi escrita por J. Mills Goodloe (“A Incrível História de Adeline”), a direção é de Stella Meghie (“Jean of the Joneses”) e a estreia está marcada para 15 de junho no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA.
Trailer legendado de A Torre Negra traz Idris Elba e Matthew McConaughey em luta apocalíptica
A Sony divulgou dois pôsteres e o trailer de “A Torre Negra”, em versões legendada e dublada. A prévia da adaptação da fantasia épica de Stephen King tenta explicar a complexa trama, que leva um menino (Tom Taylor, da série “Doctor Foster”) a atravessar dimensões em busca do último Pistoleiro (Idris Elba, de “Beasts of No Nation”) capaz de impedir que o Homem de Preto (Matthew McConaughey, de “Interestelar”) destrua A Torre Negra e libere o inferno na Terra. O elenco também inclui Katheryn Winnick (a guerreira Lagertha da série “Vikings”), Jackie Earle Haley (“RoboCop”), Fran Kranz (“O Segredo da Cabana”), Claudia Kim (série “Marco Polo”) e Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O roteiro original foi escrito por Akiva Goldsman e Jeff Pinkner (que trabalharam juntos no fraco “A 5ª Onda”) e revisado por Anders Thomas Jensen (“Em um Mundo Melhor”), e a direção está a cargo do dinamarquês Nikolaj Arcel (“O Amante Da Rainha”), em sua estreia em Hollywood. O filme chega aos cinemas brasileiros em 24 de agosto, 20 dias após o lançamento nos EUA.
Mulher-Maravilha rebate balas com seus braceletes no novo pôster do filme
A Warner divulgou um novo pôster do filme da “Mulher-Maravilha”. A arte traz a atriz Gal Gadot uniformizada, num campo de batalha, utilizando os braceletes de seu uniforme para rebater balas de inimigos, numa referência a momentos icônicos dos quadrinhos. O filme também traz em seu elenco Chris Pine (“Star Trek”), Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Ewen Bremner (“T2 Trainspotting”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). Com roteiro de dois autores da DC Comics, Allan Heinberg e Geoff Johns, e direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), “Mulher-Maravilha” estreia em 1 de junho no Brasil.












