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Filme

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    Michelle Williams negocia participar do filme do supervilão Venom

    30 de setembro de 2017 /

    A atriz Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) negocia entrar no elenco de “Venom”, filme do supervilão do Homem-Aranha. Segundo a revista Variety, o papel é de uma promotora que, possivelmente, fará par romântico com Tom Hardy. A Sony não confirmou a escalação. Tom Hardy (“Dunkirk”), por outro lado, está confirmado como o protagonista, enquanto Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) segue negociando sua participação. Hardy será o jornalista frustrado Eddie Brook, que acaba virando o hospedeiro da criatura alienígena. O personagem já apareceu nos cinemas, interpretado por Topher Grace em “Homem-Aranha 3” (2007), quando o herói-aracnídeo ainda era vivido por Tobey Maguire. O filme não faz parte do acordo da Sony com a Marvel e não terá participação de Tom Holland, intérprete atual do Homem-Aranha, que está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel (“Capitão América: Guerra Civil” e os próximos dois “Vingadores”). Será curioso ver como os roteiristas irão resolver o problema de apresentar o personagem sem incluir o Aranha na história, uma vez que a origem de Venom está relacionada a um uniforme negro do super-herói. A direção de “Venom” está a cargo de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e as filmagens não devem demorar, já que a estreia está marcada para outubro de 2018.

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  • Filme

    Continuações de Avatar revelam seu elenco mirim em três fotos

    30 de setembro de 2017 /

    A focos divulgou três fotos do elenco mirim das continuações “Avatar”, apresentando os atores que viverão parte da família de Sully (Sam Worthington) e de outro clã de Na’vi, chamado Metkayina, liderado por Tonowari, o novo personagem de Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”), além de um menino humano da expedição da Terra. Os atores são Jack Champion (intérprete do menino Javier “Spider” Socorro), Trinity Bliss (Tuktirey da família Sully), Jamie Flatters (Neteyam da família Sully), Britain Dalton (Lo’ak da família Sully), Bailey Bass (Tsireya do clã Metkayina), Filip Geljo (Aonung do clã Metkayina) e Duane Evans Jr (Rotxo do clã Metkayina). James Cameron dirigirá as quatro continuações, que contarão com Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald repetindo seus papéis dos primeiros filmes. Fãs ainda aguardam a confirmação dos retornos de Michelle Rodriguez e Giovanni Ribisi, as principais ausências até o momento. Além deles, as sequências terão Oona Chaplin (neta do mestre do cinema mudo Charles Chaplin e intérprete da mulher de Robb Stark na série “Game of Thrones”) e Cliff Curtis (o Travis da série “Fear the Walking Dead”) como novos personagens. Após anos de desenvolvimento, a franquia terá mais quatro filmes, com a expectativa de todos os filmes serão gravados ao mesmo tempo – assim como aconteceu com “O Hobbit”. Segundo o site Deadline, o orçamento estimado para a realização dos quatro longas é de US$ 1 bilhão, o mais alto da história. “Avatar 2” vai estrear em dezembro de 2020, seguida por “Avatar 3” em dezembro de 2021. Com um curioso hiato de três anos, “Avatar 4” só será visto em dezembro de 2024 e a última parte da franquia, “Avatar 5”, em dezembro de 2025.

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    Além da Morte é o terror pior avaliado do ano com 0% de aprovação

    30 de setembro de 2017 /

    A estreia de “Além da Morte” na sexta-feira (29/9) nos Estados Unidos rendeu rejeição unânime da crítica. Sabendo a bomba que tinha nas mãos, a Sony não exibiu o filme para a imprensa, mas as críticas foram escritas assim que ele abriu nos cinemas. E o resultado foi 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes, um consenso absoluto, que faz do remake/reboot de “Linha Mortal” (Flatliners) um recordista na categoria dos filmes ruins. Veja algumas das opiniões da crítica abaixo: “Um fiasco sem susto… ainda mais sem graça e tedioso que o original” – Rolling Stone. “Por mais dispensáveis que sejam os reboots, ‘Além da Morte’ não oferece nenhum motivo para reanimar essa propriedade expirada há muito tempo” – Variety. “O reboot que ninguém pediu do filme que ninguém lembra direito chegou… e é natimorto, com nada novo para dizer e nenhum jeito novo de dizê-lo” – Flick Filosopher. “O conceito é usado apenas como desculpa para mais um filme de assombração mal-feita, que deixa ‘Além da Morte’ igual a tantos outros” – The Hollywood Reporter. “Há pouco mistério e pouco profundamento para os personagens” – Time Out. “Um remake agonizante e tedioso” – Indiewire. “‘Além da Morte’ redefine a expressão ‘meh’ (inexpressivo)” – The New York Times O novo filme tem mais personagens femininas que o original, mas a conta a mesma história e sem o mesmo apelo visual do longa de 1990. Um grupo de médicos residentes decide investigar o que existe após a morte, experimentando morrer por alguns minutos e voltar para compartilhar o que viram. Não demora e a experiência se transforma em competição para ver quem fica mais tempo morto, até a experiência mostrar suas consequências, ainda que sejam apenas uma versão sobrenatural dos “12 passos” dos Alcoólatras Anônimos, com arrependimento e pedidos de desculpas obrigatórios. O elenco traz Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Diego Luna (“Rogue One”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), James Norton (minissérie “Guerra e Paz”), Kiersey Clemons (série “Extant”) e, escondido na divulgação, Keifer Sutherland, astro do primeiro filme, em participação especial. O roteiro foi escrito por Ben Ripley (“Contra o Tempo”) e a direção é do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). A estreia está marcada para 19 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Argentina seleciona coprodução brasileira para vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

    30 de setembro de 2017 /

    A Argentina definiu o filme “Zama”, épico de Lucrecia Martel ambientado na colonização espanhola, como representante do país para tentar uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira de 2018. O filme selecionado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas da Argentina é uma coprodução brasileira, que fará sua première nacional no Festival do Rio. Além da brasileira Bananeira Filmes, de Vânia Catani, a lista de empresas responsáveis pelo longa inclui a El Deseo, do espanhol Pedro Amodóvar. Os dois são listados entre os produtores da obra, assim como o ator mexicano Gael García Bernal e o americano Danny Glover, entre outra dezena de parceiros. Baseado em um romance homônimo do falecido escritor Antonio Di Benedetto, o filme conta a história de Diego de Zama (o espanhol Daniel Giménez Cacho), um oficial da coroa no século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção (Paraguai) a espera da confirmação de sua transferência para um local menos inóspito. Após uma angustiante e tensa espera, em que sofre com o distanciamento de seus familiares, o homem decide se juntar a um grupo de soldados e ir em busca de um perigoso bandido. Nesses momentos de violência, Diego descobre que tudo o que deseja é sobreviver. A espanhola Lola Dueñas e os argentinos Juan Minujín, Rafael Spregelburd, Nahuel Cano e Daniel Veronese completam o elenco. Lucrecia Martel é conhecida por filmes premiados como “O Pântano” (2001), “A Menina Santa” (2004) e “A Mulher sem Cabeça” (2008), mas não filmava há nove anos. Curiosamente, a disputa pela vaga do Oscar ainda inclui outra coprodução brasileira: “A Ciambra”, de John Carpignano, candidato da Itália. O representante oficial do Brasil é “Bingo – O Rei das Manhãs”, de Daniel Rezende. Os indicados ao Oscar serão anunciados no dia 23 de janeiro.

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    Filme da Turma da Mônica anuncia seu elenco mirim

    29 de setembro de 2017 /

    O primeiro filme com atores da “Turma da Mônica” definiu seu elenco mirim. O criador dos quadrinhos, Mauricio de Sousa, apresentou nesta sexta-feira (29/9) os jovens intérpretes dos quatro amigos do bairro do Limoeiro. E pouco antes do anúncio oficial, as próprias crianças foram surpreendidas pela escolha, como se pode ver no vídeo divulgado abaixo. Kevin Vechiatto vive o Cebolinha, Gabriel Moreira é o Cascão, Giulia Benite é a Mônica e Laura Rauseo é a Magali. Com 11 anos, Kevin é o mais velho. Os outros todos têm 9. Os quatro são estreantes. No total, a plataforma oficial do filme recebeu 7,5 mil inscrições de crianças que queriam viver a turma. 2 mil foram selecionados para testes gravados. Na peneira final, onze crianças trabalharam com um preparador de elenco até que oito, dois para cada personagem, foram escolhidos como finalistas. A seleção final foi feita pelo diretor Daniel Rezende, que comandará o filme logo após ser exaltado por seu trabalho em “Bingo – O Rei das Manhãs”. O longa terá como base a graphic novel “Turma da Mônica – Laços”, uma releitura do trabalho de Mauricio de Sousa produzida pelos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Além de apresentar uma arte estilizada, os quadrinhos são mais adultos e repletos de referências à cultura pop dos anos 1980. A trama acompanha Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali na pré-adolescência, durante uma jornada de perigos e aventura, em busca do cão Floquinho, que fugiu. Em entrevista coletiva realizada na Mauricio de Sousa Produções, o diretor do filme comentou a escolha do elenco e o tom do filme. “A ‘Laços’ serviu para mostrar como seria a ‘Turma da Mônica’ na vida real”, explicou Rezende. “Mas a gente quer deixar o filme ainda mais ‘Turma da Mônica’”.

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    Kristen Stewart e Lupita Nyong’o são cotadas para nova versão de As Panteras

    29 de setembro de 2017 /

    A franquia televisiva “As Panteras” (Charlie’s Angels) vai ganhar uma nova versão para os cinemas, e as atrizes Kristen Stewart (“Branca de Neve e o Caçador”) e Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) estão cotadas para interpretar duas das belas e corajosas detetives. Segundo o site da revista Variety, outras estrelas hollywoodianas são sondadas para o longa, que será dirigido pela também atriz Elizabeth Banks, diretora do filme “A Escolha Perfeita 2” (2015). A primeira e mais famosa encarnação do trio de detetives surgiu na série de TV de 1976, formada por Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith, contratadas pelo misterioso milionário Charlie para ajudar clientes contra criminosos perigosos. Imune à passagem do tempo, a atração já teve duas versões de cinema. “As Panteras” (2000) e “As Panteras: Detonando” (2003) juntaram Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu e somaram uma arrecadação de US$ 523 milhões. Depois disso, a franquia ensaiou voltar para a TV, mas a nova série, de 2011, teve um péssimo desempenho e foi cancelada na metade de sua 1ª temporada. A nova produção está prevista para estrear em junho de 2019.

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    Diretor de Mundo Cão vai filmar história conturbada do assassinato do prefeito Celso Daniel

    29 de setembro de 2017 /

    O sucesso de “Polícia Federal – A Lei É para Todos” começa a trazer novos filmes de crimes políticos aos cinemas. O diretor Marcos Jorge (de “Estômago” e “Mundo Cão”) prepara outra obra sobre um vespeiro, o filme “Quem Matou Celso Daniel”, longa de ficção baseado no assassinato do então prefeito de Santo André em 2002. Segundo a revista Veja, a produtora Escarlate comprou os direitos autorais do livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, que conta com capítulos sobre o crime. A obra é de autoria do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Junior, que participou das investigações, em depoimento ao jornalista Claudio Tognolli. O assassinato de Celso Daniel também entrou na pauta da Operação Lava-Jato. Para quem não lembra, Celso Daniel foi assassinado em janeiro de 2002, quando começava a coordenar a campanha presidencial do então candidato Lula da Silva. Foi arrancado por seus algozes de um carro dirigido pelo seu segurança, Sergio Soares da Silva, o Sombra, e morto depois de ser sequestrado e torturado. Em julho daquele ano, a Polícia Civil de São Paulo encontrou os assassinos de Daniel, uma quadrilha comandada por Ivan Rodrigues da Silva, conhecido como Monstro, que atuava na favela Pantanal, na divida de Diadema. O suspeito já era conhecido da Divisão Anti-Sequestro da polícia, por outros crimes similares cometidos nos anos anteriores, e a polícia concluiu que se tratava de um crime de sequestro para obtenção de dinheiro. O assunto, porém, não se encerrou ali. Além de ser ligado ao PT, Celso Daniel, que foi prefeito de Santo André três vezes, era próximo do empresário Ronan Maria Pinto – preso pela Lava-Jato – que estaria ligado a um esquema de extorsão em empresas de ônibus da região. Um esquema do qual Daniel poderia ter conhecimento, o que implicaria o PT, pois o partido se beneficiaria dos recursos desviados. Ronan Maria Pinto foi considerado culpado por ter recebido propina de RS$ 6 milhões em 2004, por intermédio do pecuarista João Carlos Bumlai, amigo de Lula, a pedido do PT, valor com o qual comprou o jornal Diário do Grande ABC. A tese da força tarefa da Lava Jato é que o dinheiro teria sido pago pelo partido para ele não revelar detalhes da morte de Daniel, que implicariam o PT. Devido a essa transação, o juiz Sergio Moro o condenou a cinco anos de prisão por lavagem de dinheiro. A tese de que o assassinato de Daniel podia se tratar de uma “queima de arquivo” foi levantada no mesmo ano da sua morte por seu irmão João Francisco, para quem o crime eliminaria uma provável testemunha dos casos de corrupção entre empresas de ônibus do ABC. Vale observar que, no livro que será adaptado, Tuma Júnior lembra ter sido vítima de uma campanha do governo Lula ao se recusar a pôr em prática os métodos de alguns figurões do PT. Os retratos que pinta do ex-Presidente e seus Ministros são devastadores. O filme está previsto para chegar aos cinemas em 2019 e será distribuído pela Downtown Filmes.

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    Natalie Portman lidera expedição ao desconhecido no teaser legendado de Aniquilação

    29 de setembro de 2017 /

    A Paramount confirmou o título nacional e divulgou a versão legendada do teaser de “Aniquilação” (Annihilation), nova sci-fi escrita e dirigida por Alex Garland (“Ex-Machina”). A prévia mostra Natalie Portman (“Thor”) sendo interrogada por pessoas em trajes de proteção biológica, sobre sua experiência na Área X, além de mostrar detalhes tensos e sinistros de sua expedição ao local, ao lado de Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Tessa Thompson (“Creed”). O clima evoca tanto “A Chegada” (2016) quanto “Monstros” (2010). O filme adapta o livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, quatro mulheres de campos científicos diversos embarcam numa expedição a uma região abandonada e contaminada, conhecida como Área X, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Além das atrizes mencionadas, o elenco também destaca Oscar Isaac (que foi protagonista de “Ex-Machina”), como uma das pessoas contaminadas na região e marido da personagem de Portman. A estreia está marcada para 22 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Primeiras críticas de Blade Runner 2049 dizem que a continuação é melhor que o original

    29 de setembro de 2017 /

    Começaram a ser publicadas as primeiras críticas do aguardado “Blade Runner 2049”, sequência do clássico de ficção científica “Blade Runner” (1982), e elas refletem as primeiras impressões antecipadas na internet, de que se trata de uma “obra-prima” ou – blasfêmia! – um filme melhor que o original. No momento, o filme registra 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes A direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), os efeitos visuais, a cenografia e a atuação de Harrison Ford são os pontos mais elogiados. Produzido por Ridley Scott, diretor do original, o longa traz Harrison Ford novamente ao papel de Rick Deckard, contracenando com Ryan Gosling (“La La Land”) como um novo caçador de androides rebelados. Confira abaixo algumas frases elogiosas da imprensa americana e inglesa sobre o filme, que estreia na quinta (5/9) no Brasil. “A sequência deslumbrante de Villeneuve está em seu caminho para se tornar uma lenda do cinema” – Rolling Stone. “Pode parecer prematuro atribuir a palavra ‘obra-prima’ a uma sequência de um filme dos anos 1980, mas sua audácia e perfeição formal – sem mencionar seu peso temático – não deixa alternativa” – Consequence of Sound. “‘2049’ busca, e encontra, algo notável: a elevação do cinema mainstream à alta arte” – Entertainment Weekly “Superelegante e profundamente humano, mesmo com hologramas e androides, a sequência espetacular pega a história de detetive do primeiro filme e a transforma numa grande mitologia de identidade, memória, criação e revolução” – USA Today. “Como ‘O Poderoso Chefão II’, é uma sequência de um filme muito celebrado que pode ser até melhor que o original” – The Independent. “É difícil falar mal de reboots e sequências tardias quando a exceção à regra é ‘Blade runner 2049’. Sem cinismo caça-níqueis ou repetição de fórmulas, essa sequência consegue aprofundar as ideias do primeiro filme” – The Wrap. “Um filme de ação visualmente deslumbrante cujas emoções não-convencionais podem ser descritas de muitas formas, de tentadoras a tediosas, mas nunca artificialmente inteligentes” – Variety “Esse filme só deve ser assistido na maior tela possível. ‘Blade Runner 2049’ é um espetáculo narcótico de vastidão misteriosa e impiedosa, por sua vez satírica, trágica e romântica” – The Guardian

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    Vídeo legendado de Thor: Ragnarok aborda decisão de mudar rumos da franquia

    29 de setembro de 2017 /

    A Marvel divulgou um novo pôster internacional e um vídeo legendado de bastidores de “Thor: Ragnarok”, que traz o elenco e o diretor Taika Waititi (“O Que Fazemos nas Sombras”) comentando a abordagem do longa e a decisão de fazer algo bem diferente dos filmes anteriores da franquia. Até o visual de Thor (Chris Hemsworth) mudou, já que ele tem o cabelo raspado quando é aprisionado para virar gladiador numa arena alienígena. Por sua vez, o Hulk (Mark Ruffalo) aparece falante e piadista. E Valquíria, loira nos quadrinhos, surge em cena realmente diversificada, interpretada por Tessa Thompson (“Creed”). Para completar, Hela, a Deusa da Morte vivida por Cate Blanchett (“Carol”), se mostra a inimiga mais poderosa que o herói já enfrentou, reduzindo seu martelo místico a pó e Asgard a cinzas. Karl Urban (“Star Trek”) como o guerreiro Skurge (que os fãs conhecem melhor pelo nome Executor), Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o imortal Grã-Mestre (que na saga “Planeta Hulk” organiza competições entre gladiadores alienígenas), e os retornos de Idris Elba como Heimdall, Tom Hiddleston como Loki, Anthony Hopkins como Odin, e participação de Benedict Cumberbatch como o Doutor Estranho. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Ed Helms e Owen Wilson são gêmeos em busca do pai desconhecido em trailer de besteirol

    28 de setembro de 2017 /

    A Warner divulgou o trailer de “Correndo Atrás de um Pai” (Father Figures), antigamente conhecido como “Bastards”. Além da mudança de título, a produção também mudou de distribuidora, já que o primeiro trailer foi disponibilizado pela Roadshow Films. O novo besteirol traz Ed Helms de volta à estrada, após o fracasso da continuação de “Férias Frustradas” (2015), desta vez acompanhado por Owen Wilson (“Os Estagiários”), que interpreta seu irmão gêmeo (!). Na trama, os dois descobrem que são bastardos após sua mãe, vivida por Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”), confessar que inventou um pai, supostamente morto de câncer, para não traumatizá-los, mas nunca soube quem a engravidou. Isto porque, conforme eles descobrem, ela era muito popular. Felizes por saberem que têm um pai vivo, eles só precisam descobrir agora quem ele é. E dê-lhe estrada, no melhor (ou pior) estilo “Debi e Lóide”. O elenco inclui, entre os candidatos a papai, os atores J.K. Simmons (“Whiplash”), Terry Bradshaw (“Armações do Amor”) e até Ving Rhames (“Missão Impossível: Nação Secreta”). O filme marca a estreia na direção de Lawrence Sher, diretor de fotografia da trilogia “Se Beber, Não Case!” (protagonizada por Helms) e foi escrito por Justin Malen (“Baywatch”). A comédia estreia em 25 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA (em 22 de dezembro).

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    Halle Berry ajuda a fazer de O Sequestro um thriller melhor que seu baixo orçamento

    28 de setembro de 2017 /

    Halle Berry é um dos vários casos de atrizes que chegam ao primeiro time de Hollywood, mas são amaldiçoadas pelo Oscar. Ela venceu o troféu da Academia por sua ótima atuação em “A Última Ceia” (2001), de Marc Forster. Isso foi há 16 anos. De lá pra cá, ela esteve presente em alguns filmes da franquia X-Men, fez um filme que todo mundo adora odiar (“Mulher-Gato”), esteve presente como coadjuvante em alguns bons títulos (e outros não tão bons também), fez uma obra de respeito (“Coisas que Perdemos pelo Caminho”) e se especializou em estrelar alguns thrillers de gosto duvidoso, mas que às vezes se mostram uma delícia de assistir. Foram os casos de “Na Companhia do Medo” (2003), de Mathieu Kassovitz, “A Estranha Perfeita” (2007), de James Foley, o pouco visto “Maré Negra” (2012), de John Stockwell, e “Chamada de Emergência” (2013), de Brad Anderson, que é o título que mais se assemelha com o novo “O Sequestro” (2017), devido à tensão constante e o desespero da protagonista para salvar a vida de alguém. No caso, trata-se da vida do próprio filho, que é sequestrado por um casal white trash. No filme, a atriz interpreta uma garçonete que está sofrendo com um divórcio litigioso e leva o filho a um parque de diversões, quando o garoto desaparece. O que parecia um thriller bem ordinário acaba se mostrando uma diversão empolgante logo que a personagem de Berry sai em disparada com o próprio carro perseguindo os bandidos na estrada. Até imagina-se que em algum momento “O Sequestro” vai perder o fôlego, mas não é isso que acontece. Ponto para o diretor Luis Prieto, mais ou menos conhecido por “Contra o Tempo” (2012) remake britânico de “Pusher”, de Nicolas Winding Refn. É um diretor que merece a atenção daqueles que apreciam um bom filme de ação de baixo orçamento. Aliás, muito bom o modo como pintam os vilões. Eles realmente parecem ameaçadores. E isso ajuda o público se colocar no lugar da mãe desesperada, que prefere não esperar pela polícia – que pede para as pessoas preencherem formulários e esperarem sentados. Se há filmes que valorizam a polícia americana, este aqui faz uma crítica, remetendo um pouco aos famosos thrillers de justiceiros que foram moda nos anos 1970 e 1980, como “Desejo de Matar”. Mas “O Sequestro” não é um filme de vingança. A própria protagonista, ao tentar negociar com os sequestradores, afirma que não tem nenhum interesse em entregá-los à polícia, que só quer que eles lhe devolvam o filho. Vale destacar o bem-sucedido clímax, que, por mais que siga a fórmula de outros filmes do gênero, é bastante eficiente na construção de seu suspense e do medo. Pode até passar a impressão de que a última cena, seguida dos créditos, confirma o filme como um legítimo trash. Mas por que não considerar isso como um de seus charmes?

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    Gary Oldman incorpora Winston Churchill no novo trailer legendado de O Destino de Uma Nação

    28 de setembro de 2017 /

    A Universal divulgou novas fotos, dois pôsteres americanos e o trailer legendado de “O Destino de Uma Nação” (Darkest Hour), que traz Gary Oldman irreconhecível, numa impressionante transformação em Winston Churchill (1874-1965), o político que liderou o Reino Unido durante a 2ª Guerra Mundial. O filme acompanha Churchill em 1940, no início de seu mandato como Primeiro Ministro britânico. Diante do avanço do nazismo pela Europa, com Hitler expandindo territórios e colecionando vitórias, ele se vê diante de um dilema: aceitar a pressão de seus colegas por um vergonhoso acordo de paz com a Alemanha ou se jogar numa guerra com a perspectiva de uma derrota iminente. O roteiro foi escrito por Anthony McCarten, responsável por “A Teoria de Tudo”, trabalho indicado ao Oscar e vencedor do BAFTA, e a direção está a cargo de Joe Wright, de “Orgulho e Preconceito” (2005), “Desejo e Reparação” (2007), “Anna Karenina” (2012) e “Peter Pan” (2015). O elenco conta ainda com Kristin Scott Thomas (“Suite Francesa”) no papel de Clementine, esposa de Churchil, Ben Mendelsohn (“Rogue One: Uma História de Star Wars”) como o rei George VI, John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”) como o ex-primeiro ministro Neville Chamberlain e Lily James (“Cinderela”) como a secretária de Churchill, Elizabeth Nel. A estreia está marcada para 22 de novembro nos EUA e apenas em 11 de janeiro no Brasil.

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