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Filme

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Filme

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Filme

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6 de julho de 2026
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    Fernando Gabeira compartilha sua história e opiniões contundentes em trailer de documentário

    5 de outubro de 2017 /

    Uma das figuras políticas mais interessantes e lúcidas do Brasil, o jornalista Fernando Gabeira virou tema de documentário. O trailer adianta algumas de suas opiniões contundentes, além de traçar sua história com imagens de arquivo, desde o combate à ditadura, a anistia e a famosa tanga, que usou no Rio ao voltar do exílio. Há também registros de sua passagem pelo Congresso Nacional, com discursos que continuam atuais, e sua grande autocrítica, que deixa esquerda e direita sem saber direito qual é seu lado do muro. Ele só não fica em cima do muro, como comprova uma frase síntese da prévia, sobre o Impeachment da “presidenta” Dilma Rousseff: “Nos livramos da parte central da quadrilha, mas a parte secundária assumiu”. O documentário também traz depoimentos de figuras tão diversas quanto Nelson Motta, Cora Rônai, Armínio Fraga, o já falecido poeta Ferreira Gullar e até sua filha surfista, Maya Gabeira. Dirigido por Moacyr Góes (“Bonitinha, mas Ordinária”), o filme, intitulado “Gabeira – Eu Não Fui Preparado para a Vida Doméstica”, chega aos cinemas no dia 23 de novembro.

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    Stranger Things ganha game para celular com visual retrô dos anos 1980

    5 de outubro de 2017 /

    Às vésperas da estreia de sua 2ª temporada, “Stranger Things” ganhou um game oficial para dispositivos móveis. “Stranger Things: The Game” já está disponível gratuitamente nas lojas de aplicativos Play Store e Apple Store, e seu trailer pode ser conferido abaixo. O game é uma parceria entre a Netflix e a desenvolvedora Bonus XP, e traz o visual pixel art característico dos consoles e computadores pessoais dos anos 1980, como NES e MSX, numa evocação da época em que a série se passa. A aventura se passa na pequena cidade de Hawkins e na dimensão paralela conhecida como Mundo Invertido, e inclui os personagens da atração, cada um com suas características individuais. Já os novos episódios da série estreiam no dia 27 de outubro.

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    A Forma da Água abre o desfile de prestígio do Festival do Rio

    5 de outubro de 2017 /

    O Festival do Rio 2017 começa nesta quinta-feira (5/10) com a exibição de “A Forma da Água”, de Guillermo Del Toro, que há menos de um mês venceu o Leão de Ouro no Festival de Veneza. Segundo a diretora artista do evento carioca, Ilda Santiago, o filme de abertura é sempre uma escolha delicada porque, de alguma forma, “serve sempre de termômetro para o que o público vai ver” ao longo da programação do festival. E o que se pode ver são muitos filmes premiados e de prestígio, mas também muitos títulos que entrarão na programação comercial dos cinemas em pouco tempo, como o próprio “A Forma da Água”, que estreia em três meses no Brasil. A mostra Panorama do Cinema Mundial, principal do evento, conta com obras de diretores renomados, mas segue a mesma linha. Entre os destaques, estão “Pequena Grande Vida”, de Alexander Payne, e “Me Chame Pelo Seu Nome”, de Luca Guadagnino, que estreiam em janeiro, e até “Detroit em Rebelião”, de Kathryn Bigelow, cujo lançamento comercial está agendado para a semana que vem. Até a seção Expectativas, voltada a revelações, inclui longas com estreias próximas, como “Terra Selvagem”, de Taylor Sheridan, e “Patti Cake$”, de Geremy Jasper, ambos com lançamentos em novembro. É preciso garimpar bastante para encontrar títulos que dificilmente chegarão ao país. Mas é possível, uma vez que o evento exibirá 250 filmes de mais de 60 países, espalhados por 15 mostras diferentes. Há, por exemplo, “Eu Não Sou uma Feiticeira”, de Rungano Nyoni, “Anjos Vestem Branco”, de Vivian Qu, “Lobisomem”, de Ashley McKenzie, e muitos outros que deram o que falar nos festivais internacionais. Difícil resistir a nomes de cineastas famosos, como Roman Polanski, Stephen Frears, Michel Hazanavicius, John Cameron Mitchell, Hong Sang-soo, Fatih Akin, André Téchiné, Joachim Trier, Agnieszka Holland, Bruno Dumont e Sergei Loznitsa, mas seus filmes têm mercado garantido no país, graças à proliferação de distribuidoras independentes voltadas ao nicho do “cinema de arte”, ainda que seu alcance seja restrito ao Rio e São Paulo. Mas quem aguenta esperar meses para ver “Em Pedaços”, de Fatih Akin, sobre terrorismo, premiado no Festival de Cannes, ou “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo, candidato francês à vaga no Oscar 2018 de Melhor Filme de Lingua Estrangeira, quando ambos já estarão disponíveis na mostra carioca? Entretanto, pode ser mais instigante embarcar numa retrospectiva do cinema “pink” (erótico) japonês, na seção Midnight Movies, ou conhecer a tecnologia ainda experimental da Mostra VR, que explora filmes em realidade virtual. Afinal, entre as ofertas cinematográficas, estas são realmente oportunidades únicas. Mais significativa ainda é a mostra Première Brasil, que há alguns anos se revela um festival à parte, chegando a ofuscar as atrações internacionais. Além de contar com a presença de diretor e elenco de todos os filmes, o que gera mais volume de mídia, grande parte dos títulos nacionais enfrentarão tanta dificuldade para chegar aos cinemas brasileiros quanto obras russas ou iranianas, por incrível que pareça – que o diga “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, vencedor de 2011, que só foi exibido comercialmente em 2015. A quantidade de filmes nacionais selecionados é recorde em eventos de cinema no país: 75. Mas só os 22 longas da Première Brasil já demonstram como o Festival do Rio virou a principal plataforma de lançamentos do mercado. Nenhum outro festival de cinema nacional chega perto de sua capacidade. Um documentário foi escolhido para abrir a seção: “Em Nome da América”, de Fernando Weller, que investiga a chegada de jovens americanos ao Nordeste do Brasil nos anos 1960 e 1970 como voluntários da agência governamental Corpos da Paz, com vistas a evitar o surgimento de uma nova Cuba. A lista ainda inclui o terror “As Boas Maneiras”, de Juliana Rojas e Marco Dutra, já premiado no Festival de Locarno, na Suiça, entre novas obras de outros cineasta interessantes. Importante acrescentar que, ao contrário de festivais como Cannes, Berlim e Veneza, criticados pelo pouco espaço dado às cineastas femininas, a maioria dos filmes de ficção selecionados na Première Brasil é dirigido ou codirigido por mulheres. Apesar de oferecer tantas possibilidades, o festival está mais compacto, com apenas 11 dias de duração. Neste ano, acontecerá entre 5 e 15 de outubro. Com menos tempo, os cinéfilos sofrerão com ainda mais dilemas na hora de selecionar o que ver – e o que deixarão de ver.

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    Blade Runner 2049 é a estreia obrigatória da semana nos cinemas brasileiros

    5 de outubro de 2017 /

    Um dos filmes mais esperados do ano estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (5/10). Mas a distribuição não faz justiça à produção, que está sendo chamada de “obra-prima” pela crítica norte-americana. Tudo porque os cinemas estão priorizando um lançamento de DVD. “Blade Runner 2049” chega em 744 cinemas, a maioria com projeção em 3D, enquanto o filme com atores do “Pica-Pau” estreia em 753 salas. Com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “Blade Runner 2049” está sendo considerado melhor que o original de 1982. A direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), os efeitos visuais, a cenografia e a atuação de Harrison Ford são os pontos mais elogiados. A ficção científica gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Ryan Gosling, de “La La Land”), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial de mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. Por sua vez, “Pica-Pau – O Filme” tem como destaque a participação de uma atriz brasileira, Thaila Ayala (da novela “Ti-Ti-Ti”). Mesclando o passarinho animado com atores reais, o longa se concentra numa briga de território entre o Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson, da série “Galavant”) e sua namorada Vanessa (Ayala). Para conseguir construir a casa dos sonhos, os dois planejam derrubar a floresta do Pica-Pau, que promete não deixar barato. Ou seja, é a velha história dos desenhos do personagem – e também do Pato Donald contra Tico e Teco, do Lorax, etc. A equipe responsável é especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD). O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). “Pica-Pau” também deve ser lançado em DVD – ou streaming – no mercado norte-americano, onde ainda não tem previsão de estreia. Mas chega com distribuição de blockbuster no Brasil. A programação dos shoppings ainda destaca mais três lançamentos amplos. Um deles é outro “O Filme” para crianças. O título de “My Little Pony – O Filme” soa estranho aos ouvidos, porém ajuda a diferenciar de “Meu Pequeno Pônei – O Filme” (1986). A franquia já tinha rendido um longa animado há 30 anos, mas o novo lançamento é bem diferente da versão retrô do “Xou da Xuxa”. O design segue de perto o reboot de 2015, a série “My Little Pony: A Amizade é Mágica”. Até a roteirista é a mesma. O que faz deste “O Filme” uma espécie de episódio especial do desenho, projetado no cinema. A trama mostra como o mundo cor-de-rosa da princesa de Equestria vira do avesso com a chegada da vilã Tempest (“Tem peste”, na dublagem nacional). E para vencer as forças invasoras, as seis pôneis protagonistas precisarão virar as… Pequenas Sereias Pôneis! Há até um versão “Pony” da cantora Sia, de franjinha, que canta a música-tema da produção. Mas o detalhe que mais preocupa é que o filme foi escondido da crítica. Besteirol brasileiro da semana, “Chocante” conta a história de ex-integrantes de uma boy band que, quarentões e decadentes, revolvem voltar a fazer shows. A boy band da meia-idade é formada por Bruno Mazzeo (“E Aí… Comeu?”), Lucio Mauro Filho (“Vai que Dá Certo”), Marcus Majella (“Um Tio Quase Perfeito”) e Bruno Garcia (“De Pernas pro Ar 3”), e o elenco também destaca Tony Ramos (série “Vade Retro”). A direção é de Johnny Araújo (“O Magnata”). Já “Churchill” integra uma overdose de produções sobre o mais famoso Primeiro Ministro britânico. Além da série “The Crown”, que rendeu um Emmy ao ator John Lithgow pelo papel, vem aí “O Destino de uma Nação”, com o qual Gary Oldman almeja uma indicação ao Oscar. A estreia atual é uma produção britânica intimista e anticlimática, que traz Brian Cox (“A Autópsia”) como protagonista e foi considerada medíocre pela crítica norte-americana (46% de aprovação). O circuito limitado completa a programação com dois filmes franceses e um drama sul-coreano. O mais divertido é a comédia “Rock’n roll – Por Trás da Fama”, escrito, dirigido e estrelado por Guillaume Canet (“Na Próxima, Acerto o Coração”) no papel de si mesmo. O filme expõe com bom humor a crise de meia-idade do astro e desglamouriza seu cotidiano com sua esposa famosa, Marion Cotillard (“Um Instante de Amor”), também vivendo a si mesma. O mais previsível é “O Melhor Professor da Minha Vida”, que requenta a velha história do professor bem-intencionado que vai dar aula na periferia e muda a vida de alunos carentes. E o mais “artístico” é “Na Praia à Noite Sozinha”, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Kim Min-hee (“A Criada”) no Festival de Berlim. Trata-se de mais um filme típico de Hong Sang-soo, um diretor hermético que caiu nas graças dos distribuidores brasileiros, tendo suas obras sistematicamente lançadas no país. Todas são sobre situações banais, filmadas com câmera estática e geralmente incluem consumo de álcool, que serve de ponto de partida para “revelações”, enquanto o diretor experimenta com a narrativa cinematográfica. Esta banalidade disfarçada em estilo tem sido consagrada em inúmeros festivais e convertido cinéfilos ao redor do mundo. Ao mesmo tempo, entedia os não iniciados. Clique nos títulos destacados de cada filme para ver os trailers de todas as estreias da semana.

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    Mel Gibson se diverte com trapalhadas de Will Ferrell em trailer legendado de Pai em Dose Dupla 2

    4 de outubro de 2017 /

    A Paramount divulgou o pôster nacional e o novo trailer (legendado e dublado) de “Pai em Dose Dupla 2”, que mostra Mel Gibson se divertindo horrores com as trapalhadas imbecis do personagem de Will Ferrell. A prévia mostra que, como o conflito original foi resolvido no primeiro filme, a produção optou pela fórmula estabelecida em “Entrando Numa Fria” (2000), tornando-o “Maior Ainda” (2004) com a inclusão de mais parentes. Após se acertarem e ficarem amigos, o pai e o padrasto vividos por Mark Wahlberg e Will Ferrell terão que lidar com seus próprios pais, vividos, respectivamente, por Mel Gibson (“Herança de Sangue”) e John Lithgow (série “The Crown”). Claro que o primeiro é durão e o segundo amoroso em excesso, e todos terão que conviver durante um Natal em família. O elenco também volta a trazer Linda Cardellini como a mãe dos filhos de Wahlberg e esposa de Ferrell, além das crianças Scarlett Estevez, Owen Vaccaro e Didi Costine, que motivarão a disputa de atenção dos vovôs, sem esquecer da modelo brasileira Alessandra Ambrósio e do lutador John Cena. Novamente escrito e dirigido por Sean Anders, o filme estreia em 30 de novembro no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Diretor italiano vai parar no hospital após violento ataque homofóbico

    4 de outubro de 2017 /

    O diretor italiano Sebastiano Riso foi vítima de um violento ataque homofóbico, que o levou a um hospital em Roma. O cineasta está internado no hospital Fatebenefratelli, onde deve permanecer pelos próximos 10 dias. Ele não está conseguindo enxergar com o olho direito. Dois homens o atacaram de surpresa na última segunda-feira (2/10), surpreendendo-o na saída de sua casa com diversos socos em seu rosto, peitoral e estômago, enquanto o xingavam com frases homofóbicas. Sebastiano Riso acaba de lançar seu segundo longa-metragem, “La Famiglia”, que teve première elogiada no Festival de Veneza. O filme gira em torno de um casal que vive do comércio ilegal de seus próprios bebês. Eles engravidam para vender as crianças para casais homossexuais, proibidos por lei de adotar filhos na Itália. “Ontem, fui atingido três vezes: como homossexual, como diretor de cinema e como uma pessoa. Como homossexual devido ao que me insultaram. Como diretor, pelo tema do meu último filme, sobre a possibilidade de um casal gay formar sua própria família. E como pessoa pelo fato da violência ter sido cometida porque expressei minhas opiniões através de meu trabalho”, disse o diretor, em comunicado. Ele contou mais detalhes à imprensa italiana. “Eu estava de volta de Milão, onde eu fui para promover meu novo filme junto com meu amigo Sebastian Gimelli Morosini, que também é um dos intérpretes do filme, e nós estávamos descendo as escadas para ir a um café quando uma pessoa se aproximou, olhou para mim e ele socou a minha cara, depois meu estômago e puxou meu cabelo. Perdi o ar e caí no chão. Meu amigo chegou até mim e começou a gritar e pedir ajuda. uma vez que eram dois homens e eles não paravam de me agredir e me xingar”, disse, em entrevista publicada pelo jornal Reppublica. O cineasta ainda declarou que seguirá fazendo filmes sobre direitos LGBT+ e não mudará sua forma de pensar ou seu trabalho. Veja abaixo o trailer e o pôster de “La Famiglia”.

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    Projeto de Lei quer proibir profanação de símbolos sagrados em filmes, games e eventos artísticos

    4 de outubro de 2017 /

    Um projeto de lei apresentado pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP) no fim de setembro quer proibir a “profanação de símbolos sagrados” em manifestações artísticas — incluindo filmes, games e eventos artístico — , além de reforçar a obrigação de apresentações ao vivo a contarem com classificação indicativa adequada para crianças e adolescentes. Segundo o texto do PL 8615/2017, “esta Lei modifica o artigo 74 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, para obrigar as exibições ou apresentações ao vivo, abertas ao público, tais como as circenses, teatrais e shows musicais, a indicarem classificação indicativa adequada às crianças e aos adolescentes e proibir que a programação de TV, cinema, DVD, jogos eletrônicos e de interpretação –RPG, exibições ou apresentações ao vivo abertas ao público profanem símbolos sagrados”. Segundo Feliciano, que é pastor da Catedral do Avivamento, ligada à Assembleia de Deus, o projeto incluiria símbolos sagrados de todas as religiões. “O que for sagrado para uma pessoa, será contemplado. Já existe uma lei que proíbe a profanação de imagens sagradas. Por isso, não seria censura. O problema é que a lei não é observada. Não dá para dizer que é arte quando alguém pega um crucifixo e coloca no ânus. Em uma exposição, outro dia, um indivíduo pegou a imagem de Nossa Senhora, que é adorada por 80% da população brasileira, a colocou sobre seu órgão genital e depois a triturou. Isso é um absurdo. Por muito menos um pastor teve que sair do país porque chutou uma imagem de Nossa Senhora”, ele disse, em entrevista ao jornal O Globo. Vale lembrar que algo parecido com a descrição do uso de crucifixo em lugar impróprio acontece com destaque numa obra-prima do cinema, “O Exorcista” (1973), que talvez não pudesse ser exibido no Brasil sem cortes se esta lei estivesse em vigor no Brasil, lembrando a atividade dos censores durante a ditadura militar. Questionado se um jogo histórico que retratasse Maomé, por exemplo, seria proibido, o deputado lembrou o ataque ao jornal satírico francês “Charlie Hebdo”, em janeiro de 2015, quando doze pessoas foram mortas. “Meu projeto visa que se coloque limite em tudo. No caso do ‘Charlie Hebdo’, fizeram uma brincadeira como uma imagem sagrada, de Maomé, e resultou na morte de muitas pessoas. Existem super-heróis, jogos de ação… Por que tocar naquilo que é sagrado para as pessoas? Claro, o projeto é muito abrangente. Quando você cria um projeto, você lança a ideia para abrir um debate. Os jogos de RPG, por exemplo, eu incluí mais pela questão da faixa etária”. A iniciativa acontece no momento em que a performance “La Bête”, parte do 35ª Panorama da Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), destaca a nudez do artista Wagner Schwartz. “Eu não quero censurar a arte, quero censurar o abuso infantil”, disse o deputado, diante da polêmica despertada por crianças que brincaram com o homem nu. Na entrevista para O Globo, ele chega a comparar a nudez do herói bíblico Davi, na famosa escultura de Michelangelo, com a performante de Schwartz. “Michelangelo pegou uma pedra bruta séculos atrás e transformou em uma imagem perfeita. É diferente de um cidadão aparecer nu, apoiado pela Lei Rouanet, em um museu. Isso é um ato criminoso. O corpo é feito de matéria, então o cidadão poderia ter uma ereção, certo? Não se pode comparar arte com lixo. Arte é uma coisa bonita, que precisa de fato de habilidades diferentes. Que habilidade existe em alguém que deita nu? Isso não é arte, é depravação. Mas tem umas pessoas que acham que são mais inteligentes que eu, botam um cidadão vomitando em uma tela e chamam de arte. Isso é coisa de débil mental”.

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    Velozes e Furiosos 9 tem estreia adiada em um ano

    4 de outubro de 2017 /

    O próximo filme da franquia “Velozes e Furiosos” teve a estreia adiada em um ano. Originalmente previsto para abril de 2019, a Universal anunciou que “Velozes e Furiosos 9” chegará aos cinemas americanos apenas em 10 de abril de 2020, durante o feriado da Páscoa. Não foi dada explicação para a demora, mas pode ter relação com a agenda lotada dos integrantes da franquia, em particular de Vin Diesel e Dwayne Johnson. O lado positivo é que o grande espaçamento permitirá aos dois astros esfriarem as cabeças, após a tensão relatada por Johnson nos bastidores da produção de “Velozes e Furiosos 8”. Primeiro longa filmado após a morte de Paul Walker, “Velozes e Furiosos 8” rendeu US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, maior bilheteria da Universal Pictures em 2017. Vale lembrar que a revista Variety adiantou em abril que a Universal tinha planos de juntar Johnson e Jason Statham num spin-off, que ainda teria Charlize Theron reprisando seu papel de vilã do último filme. A personagem dela tem ligação direta com o de Statham, e a situação abre espaço para mais histórias. O roteirista da franquia, Chris Morgan, já teria se encontrado com produtores para desenvolver a história do derivado, que seria filmado paralelamente a “Velozes e Furiosos 9”. A Universal não anunciou oficialmente nenhum plano para produzir spin-offs, mas desde “Velozes e Furiosos 5” os produtores falam num filme individual centrado no personagem de Johnson.

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    Super-Heróis da Liga da Justiça ilustram nova coleção de pôsteres individuais

    4 de outubro de 2017 /

    A Warner divulgou cinco novos pôsteres de personagens da “Liga da Justiça”, que trazem Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa) e Ciborgue (Ray Fisher). Curiosamente, o símbolo do Superman (Henry Cavill) também aparece nos cartazes, embora ele não tenha ganhado um pôster individual. Dirigido por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e refeito por Joss Whedon (“Os Vingadores”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Roda Gigante: Trailer do novo filme de Woody Allen revela noir ensolarado, com gângsteres à beira-mar

    4 de outubro de 2017 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer de “Roda Gigante” (Wonder Wheel), novo filme de Woody Allen. A prévia revela que definitivamente não se trata de uma comédia romântica, como a sinopse oficial tinha dado a entender. A trama tem passagens de suspense e é, como diz a protagonista Kate Winslet (“A Vingança Está na Moda”), “um pouco melodramática”. O trailer detalha bem a história, passada em Conney Island na década de 1950 e centrada em Ginny (Winslet), mulher do operador de carrossel (James Belushi, da série “Twin Peaks”), que um belo dia recebe a visita de sua enteada (Juno Temple, da série “Vinyl”), casada com um gângster e fugindo da máfia. Ela sabe segredos perigosos e procura abrigo, com mafiosos em seu encalço. No meio disso tudo, as duas ainda se encantam pelo galã da praia, o salva-vidas Mickey (Justin Timberlake, de “Aposta Máxima”), que narra a história em tom de film noir. Um noir ironicamente ensolarado, com biquínis e à beira-mar. “Roda Gigante” é uma produção da plataforma de streaming Amazon e terá sua première no Festival de Nova York, em 15 de outubro. Já a estreia brasileira está marcada para 28 dezembro.

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    Diretor de Planeta dos Macacos desenvolve série de policial lésbica na Fox

    4 de outubro de 2017 /

    O diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) se juntou aos irmãos Tony e Joe Gayton (criadores de “Hell on Wheels”) no desenvolvimento de uma nova série policial para a rede americana Fox. Intitulada “The Dime”, a produção é baseada no romance homônimo de Kathleen Kent e tem como diferencial ser protagonizada por uma lésbica assumida. A trama acompanha a policial Betty Rhyzyck, que se muda de Nova York para Dallas, no Texas, com sua namorada para liderar uma divisão de detetives, mas precisa se adaptar ao método de trabalho numa cidade em que os moradores são muito mais machistas e bastante diferentes dela. O roteiro foi escrito pelos irmãos Gayton e Reeves deve dirigir o piloto, além de produzir a série, se ela receber encomenda de 1ª temporada. A produção do piloto embute uma multa pesada para a Fox, no caso da série não ser aprovada. Reeves também está produzindo o piloto da série de vampiros “The Passage” para a Fox. Ele não desenvolvia projetos televisivos desde que criou “Felicity” com J.J. Abrams, em 1998.

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    Kaya Scodelario confirma estar contratada para mais um Piratas do Caribe

    4 de outubro de 2017 /

    A atriz Kaya Scodelario confirmou ter assinado contrato para dois filmes da franquia “Piratas do Caribe”. Estrela de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, ela disse, em entrevista ao site Screen Rant, que também estará num futuro sexto longa. “Bem, quando assinei para fazer o primeiro, concordei com dois filmes. Então sou contratualmente obrigada, mas adoraria fazer. Acho que ainda podemos fazer muita coisa. Gostaria de ver uma Carina que assume o leme de Barbossa no mar – ter sua própria equipe totalmente feminina.” Embora torça muito pelo projeto, ela também afirmou que ainda não há conversas sobre um novo “Piratas do Caribe”. “Seria muito divertido voltar. Filmar foi uma experiência incrível. Tantas pessoas assistem e gostam – atravessa gerações. Acho que é importante que a gente garanta que o próximo seja bom e se quiserem e acharmos o roteiro certo, adoraria fazer parte. Mas, até agora, não ouvi nada.” “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” chegou aos cinemas em maio e fracassou na América do Norte, onde arrecadou apenas US$ 172,5 milhões. Parece muito dinheiro, mas o filme foi orçado em US$ 230 milhões, só com custos de produção – sem o marketing. As contas se equilibram graças a seu sucesso no mercado internacional, que totalizou rendimentos de US$ 794,6 milhões em todo o mundo. Resta saber se a Disney se anima a arriscar outra produção da franquia.

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    Roteiro da continuação de No Limite do Amanhã já está pronto

    4 de outubro de 2017 /

    O diretor Doug Liman revelou que Christopher McQuarrie já terminou o roteiro da sequência de “No Limite do Amanhã”, mas ainda não há previsão para o começo das filmagens, porque está sendo difícil conciliar sua agenda com a dos astros Tom Cruise e Emily Blunt. “Tom e Emily estão realmente empolgados para fazer o filme. Já temos um roteiro, só estamos tentando encontrar tempo para fazer a agenda, entre os meus compromissos, os de Emily e Tom”, ele explicou, em entrevista ao site Collider. “Esse é um daqueles casos que a sequência vêm do melhor lugar possível, que não é algo como o estúdio dizendo ‘hey, achamos que podemos fazer mais dinheiro. Vamos fazer outro’. Essa sequência foi originada com os fãs do primeiro longa, que continuaram vindo até Tom, Emily e eu e nos dizendo o quanto amaram o filme e se estávamos pensando na sequência. E tantas pessoas falaram isso para nós que finalmente pensamos: ‘Como seria uma sequência?’. E terminamos com Chris McQuarrie criando uma história incrível”. “Realmente é algo que vem do coração”, ele acrescentou. “Eu nunca tinha trabalhado com Tom nessas grandes franquias, então tudo o que sempre o vi fazer, ou trabalhar com ele, vem do coração da forma mais pura. Quero dizer, ele sempre pensa em seus fãs, sempre pensa no público. Ele não é um desses astros que pensa que é santificado. Ele genuinamente entende que é uma estrela porque as pessoas gostam dos seus filmes. E ele quer entregar isso para essas pessoas”. O filme original acompanhava o inexperiente Tenente Bill Cage (Cruise), enviado sem preparo para lutar contra uma invasão de alienígenas na Terra, e por isso acabava morto em minutos. Mas o contato direto com a espécie extraterrestre cria um fenômeno, lançando-o de volta no tempo no momento de sua morte, de modo que ele passa a reviver os mesmos eventos outra vez. O efeito se repete cada vez que ele morre, o que o leva a lutar a mesma batalha várias vezes. Até descobrir que a personagem de Emily Blunt também enfrentou o mesmo paradoxo e se oferece para treiná-lo e transformá-lo num militar experiente em “apenas um dia”. Doug Liman e Tom Cruise voltaram a se juntar em “Feito na América”, atualmente em cartaz nos cinemas. No momento, o diretor filma a ficção científica “Chaos Walking”. Já Tom Cruise está se recuperando de um acidente no set do sexto “Missão Impossível”, dirigido por McQuarry, e Emily Blunt finalizou as filmagens da continuação de “O Retorno de Mary Poppins”.

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