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    Diretor revela planos para continuação de Me Chame pelo Seu Nome

    26 de janeiro de 2018 /

    O diretor Luca Guadagnino está determinado a transformar “Me Chame pelo Seu Nome” numa franquia. Sua ideia é criar vários filmes e acompanhar os personagens do livro de André Aciman durante as mudanças do final do século 20. “O romance tem 40 páginas no final que atravessam os próximos 20 anos das vidas de Elio e Oliver, então há algum tipo de indicação na intenção do autor André Aciman de que a história pode continuar”, explicou Guadagnino, em entrevista para a revista The Hollywood Reporter. “Na minha opinião, ‘Me Chame pelo Seu Nome’ pode ser o primeiro capítulo das crônicas da vida dessas pessoas que nós encontramos neste filme”. O próximo capítulo deve lidar com a epidemia da Aids, de acordo com os planos do diretor. “Eu acho que vai ser uma parte muito relevante da história”, ele contou, adiantando alguns detalhes da trama, ainda em estágio inicial. “Eu acho que Elio [Timothée Chalamet] será um cinéfilo, e eu gostaria que ele estivesse em uma sala de cinema assistindo ‘Once More’, de Paul Vecchiali, sobre um homem que se apaixona por outro homem depois que ele abandona de sua esposa, e que foi o primeiro filme francês a lidar com a AIDS em 1988”. “Isso”, disse Guadagnino, “poderia ser a primeira cena”. Em entrevista ao Collider, Guadagnino deu mais alguns detalhes, colocando a queda do Muro de Berlim como pano de fundo para a trama. “Acho que acabarei fazendo vários filmes sobre esses personagens, porque eu os amo muito. Acredito que a experiência de vida deles está pronta para várias aventuras. Imagino que o próximo capítulo vai acontecer logo após a queda do Muro de Berlim e aquela grande mudança que foi o fim da União Soviética. Veremos as pessoas saindo de casa e indo para o mundo. É o que posso dizer por enquanto”. Em cartaz nos cinemas brasileiros, “Me Chame Pelo seu Nome” foi indicado a quatro categorias do Oscar 2018, incluindo Melhor Filme.

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    Charlie Kaufman vai adaptar o best-seller de suspense Eu Estou Pensando em Acabar com Tudo

    26 de janeiro de 2018 /

    O premiado roteirista Charlie Kaufman (“Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”) vai escrever e dirigir a adaptação do livro “Eu Estou Pensando em Acabar com Tudo” (I’m Thinking of Ending Things), de Iain Reid, para a Netflix. O livro explora a fragilidade da mente e os limites da solidão ao contar a história da namorada de Jake, que o acompanha em uma viagem para o interior. Durante o trajeto, ela pensa em terminar a relação, mas ele faz um desvio inesperado. A reviravolta final é daquelas que costuma surgir nos filmes de outro cineasta, M. Night Shyamalan. A publicação já foi lançada em 17 países, inclusive no Brasil – pela Editora Rocco, que lançou um “trailer” do livro (veja abaixo). Ainda não há data prevista para o começo da produção.

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    Filmagens de Aladdin, com Will Smith, já acabaram

    26 de janeiro de 2018 /

    As filmagens da versão com atores da animação “Aladdin” foram encerradas nesta semana. O anúncio foi feito no Twitter pelo intérprete do papel-título, o ator Mena Massoud. “Terminamos ‘Aladdin’! Tem sido uma jornada incrível e mal posso esperar para vocês assistirem no verão de 2019”, ele escreveu, ao lado de uma foto de bastidores. A produção foi precedida por uma polêmica reportagem do site The Hollywood Reporter, que revelou uma suposta dificuldade do diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) para encontrar atores de descendência árabe ou indiana para os papéis principais. Cerca de 2 mil atores testaram para o papel de Aladdin e nomes como Riz Ahmed (“Rogue One – Um História Star Wars”) e Dev Patel (“Lion”) chegaram a ser cogitados. Mas o diretor queria um ator na faixa dos 20 anos que soubesse cantar e o papel acabou nas mãos do pouco conhecido Mena Massoud (da vindoura série “Jack Ryan”). O elenco ainda destaca Will Smith (“Bright”) como o Gênio da Lâmpada, Naomi Scott (“Power Rangers”) no papel da Princesa Jasmine e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. Além destes, foi anunciado que Billy Magnussen se juntou ao elenco como o Príncipe Anders. O personagem não faz parte do desenho clássico da Disney nem da fábula das “Mil e Uma Noites”. O ator loiro já foi o Príncipe de Rapunzel no musical “Caminhos da Floresta” (2014), e chama atenção no meio do elenco formado por atores de pele escura. O Príncipe loiro não será a única diferença em relação à trama da animação. A comediante Nasim Pedrad (série “New Girl”) também terá um papel (não revelado) criado especialmente para o filme. Com estreia prevista para maio de 2019, “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e o diretor Guy Ritchie. O lançamento faz parte da leva de refilmagens live action do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017). That's a wrap on #Aladdin! It's been an incredible journey and I can't wait for you to see it summer 2019! pic.twitter.com/b7Vynsdnow — Mena Massoud (@MenaMassoud) January 24, 2018

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    Ellen Page enfrenta zumbis em trailer de terror indie

    26 de janeiro de 2018 /

    O estúdio indie IFC divulgou fotos, o pôster e o trailer de “The Cured”, filme de zumbis estrelado por Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). A prévia transmite muito suspense, cenas intensas e curiosas metáforas sobre homofobia, mas também deixa transparecer o baixo orçamento da produção. Originalmente intitulado “The Third Wave”, o filme extrapola um curta-metragem do diretor e roteirista David Freyne, intitulado “The First Wave” (2014), sobre um surto de epidemia zumbi. Estreia de Freyne em longa-metragem, a trama se passa após a descoberta de uma cura para a infecção. Mas o que seria o fim do problema é apenas o começo de outra situação perigosa, pois a sociedade não se mostra preparada para aceitar os ex-zumbis de braços abertos, levando à uma reação de revolta contra a intolerância, que precipita novo terror. A premissa pode parecer original no cinema, mas já foi vista numa série recente da TV britânica: “In the Flesh”, que teve duas temporadas entre 2013 e 2014. Além de Ellen Page, o elenco inclui Peter Campion (“Brooklyn”), Tom Vaughan-Lawlor (“Conexão Escobar”) e Sam Keeley (“No Coração do Mar”). Em exibição no circuito dos festivais internacionais, o filme ainda não tem estreia comercial marcada.

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    Warner vai produzir animações baseadas nos clássicos infantiis do Dr. Seuss

    26 de janeiro de 2018 /

    A Warner Bros. Animation fechou um contrato com a empresa que administra os direitos autorais das obras literárias de Dr. Seuss para produzir filmes com os personagens clássicos do escritor e cartunista, cujo nome completo era Theodor Seuss Geisel (1904–1991). O estúdio montará uma equipe de roteiristas, produtores e diretores para desenvolver diversos projetos baseados nos livros infantis de Dr. Seuss. Entre os primeiros filmes planejados está uma animação de “O Gato”, livro de 1957 sobre um felino que usa um chapéu com listras brancas e vermelhas. A obra já foi adaptada para os cinemas em 2003, num filme “live action” protagonizado por Mike Myers. Outros personagens famosos do escritor incluem o Grinch, o Lorax e o elefante Horton, todos já adaptados em filmes e/ou animações de outros estúdios.

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    Final da franquia Maze Runner simplifica distopia com muita ação

    26 de janeiro de 2018 /

    Um dos problemas das franquias de cinema que se estendem por capítulos é que elas exigem certa fidelidade do espectador. Não exatamente pela obrigação de ver os referidos filmes, mas por precisar lembrar do que aconteceu nos anteriores. “Maze Runner: A Cura Mortal” é o desfecho de uma série que começou de maneira bem modesta no segmento das ficções científicas juvenis de universos distópicos. O primeiro filme, “Maze Runner: Correr ou Morrer” (2014), aliás, nem dava pistas de que se tratava de mais uma dessas distopias. Era mais um terror interessante em que jovens acordavam desmemoriados em um perigoso labirinto cercado por monstros. E se firmava muito bem sozinho, por conta disso. Mas a partir do momento em que descobrimos que aqueles garotos são cobaias de um experimento científico de uma grande corporação, e que o resto do mundo está em ruínas, “Maze Runner” se torna mais um produto genérico, que depende da ação constante para evitar o tédio. A seu favor, o herói Thomas, vivido por Dylan O’Brien (da série “Teen Wolf”), é exemplar. Corajoso, apaixonado, bom de briga e disposto a enfrentar desafios gigantes para salvar aqueles a quem ama. Há também um complicador que ajuda a tornar a trama mais interessante: a única menina do labirinto, Teresa (Kaya Scodelario, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), revela-se uma espécie de traidora do grupo, embora ela tenha suas razões para se aliar à corporação Cruel (o nome da corporação é Cruel). Ela acredita que a companhia pode criar uma cura para o vírus mortal que avassala a humanidade. Apesar disso, “Maze Runner: A Cura Mortal” é um filme com poucas complicações. Os heróis têm como missão libertar um dos amigos que acabou como rato de laboratório da corporação. E, claro, Thomas vai querer ver de novo Teresa. Então, há obstáculos pelo caminho, mas as soluções para superá-los são mais ou menos preguiçosas. O que há de interessante nesse percurso é a volta de um antagonista do primeiro filme. O diretor Wes Ball não parece interessado em transformar sua franquia em algo mais do que uma simples aventura juvenil, arriscando-se pouco. De todo modo, as sequências finais, bem dramáticas, são suficientemente boas, ainda que não exijam de seu elenco mais do que demonstra ser capaz de render. Já os efeitos especiais da destruição apocalíptica deixam a desejar. Assim como a caracterização exagerada do vilão vivido por Aidan Gillen (o Mindinho de “Game of Thrones”). Entre prós e contras, o filme oferece o que a saga “Divergente” não proporcionou: conclusão para quem investiu em três ingressos para assistir uma história completa.

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    Brie Larson usa uniforme “diferente” nas primeiras fotos das filmagens de Capitã Marvel

    25 de janeiro de 2018 /

    As filmagens de “Capitã Marvel” começaram em Atlanta, nos Estados Unidos, e os paparazzi foram rápidos para registrar as primeiras fotos de Brie Larson vestida como a heroína. Mas as imagens também revelaram uma surpresa, que deixou os fãs dos quadrinhos espantados. Afinal, que uniforme é aquele? A Capitã Marvel é conhecida por usar uniforme azul e vermelho, com detalhes em amarelo, desde os tempos em que era chamada de Miss Marvel. Mas o uniforme visto nas filmagens é verde e preto, com detalhes prateados. A explicação deve ser simples, já que o uniforme kree usado pelo primeiro Capitão Marvel nos quadrinhos, durante a década de 1960, era esverdeado. Antes de adotar o traje clássico que seria incorporado por Carol Danvers, Mar-Vell também inspirou a heroína a usar uma versão esverdeada de seu uniforme original, numa das versões desta história cheia de reboots (veja abaixo). Segundo rumores ainda não oficializados, o ator Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) vai interpretar Mar-Vell no filme – bem como sua identidade secreta, o cientista Walter Lawson. O primeiro filme de super-heroína da Marvel também voltará a trazer Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”) como Nick Fury, além de Ben Mendelson (“Rogue One”) e DeWanda Wise (série “She’s Gotta Have It”). O roteiro foi finalizado por Geneva Robertson-Dworet (do vindouro “Tomb Raider”), contratada em agosto para trabalhar em cima da premissa escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). “Capitã Marvel” chega aos cinemas em março de 2019.

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    Cinema russo desafia governo e exibe comédia proibida sobre a morte de Stalin

    25 de janeiro de 2018 /

    Um cinema russo resolveu desafiar o governo do país com a exibição da comédia “The Death of Stalin” (A Morte de Stalin), proibida pelo Ministério da Cultura local. A sessão aconteceu para uma plateia lotada nesta quinta-feira (25/1) no cinema Pioneer, em Moscou. Após a sessão, o Ministério da Cultura emitiu um comunicado afirmando que qualquer um que desafiar a proibição será responsabilizado legalmente pelas ações. O filme, do diretor escocês Armando Iannucci (criador da série “Veep”), ridiculariza o comunismo e foi proibido após “intelectuais” russos enviaram uma carta ao governo dizendo que a obra desrespeitava a história da Rússia e a memória daqueles que derrotaram o nazismo. Ironicamente, Stalin foi repudiado pela União Soviética após sua morte e reconhecido como responsável pela morte de milhões, através de políticas que incluíram a coletivização forçada de fazendas, responsável por uma fome sem precedentes no país, e por uma sucessão de expurgos que resultaram em execuções e aprisionamentos em massa – cujo resultado final foram mais mortes que o Holocausto de Adolf Hitler.

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    Continuação de Mamma Mia! ganha novo trailer legendado repleto de hits do Abba

    25 de janeiro de 2018 /

    A Universal divulgou um pôster internacional e o novo trailer legendado da continuação do musical “Mamma Mia!”, repleto de músicas da banda Abba. Chamado de “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, o filme volta a reunir o elenco do primeiro filme no mesmo cenário idílico – uma ilha grega – , mas acrescenta várias novidades, graças a uma trama paralela de flashback – que revela que Meryl Streep costumava ser Lily James nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado. O roteiro e a direção estão a cargo de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”) e praticamente todo o elenco do filme original retoma seus papéis – incluindo as já citadas Meryl Streep e Amanda Seyfried, mãe e filha da trama, mas também Julia Walters, Christine Baranski, Dominic Cooper, Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth. As novidades incluem as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e a cantora Cher (“Burlesque”) como “vovó”. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Pressionado, Casey Affleck desiste de apresentar prêmio no Oscar 2018

    25 de janeiro de 2018 /

    O ator Casey Affleck desistiu de participar da cerimônia do Oscar 2018. Vencedor do Oscar de Melhor Ator de 2017, ele deveria anunciar e premiar a Melhor Atriz deste ano, conforme a tradição da Academia. Mas não teria suportado a pressão do ressurgimento de suas acusações de assédio sexual. Affleck foi premiado por “Manchete à Beira-Mar”, após ser acusado de assédio por duas mulheres com quem trabalhou no documentário “Eu Ainda Estou Aqui” (2010). Na ocasião, a atriz Brie Larson, que entregou o prêmio, fez questão de não aplaudi-lo. “Eu acredito que o que eu fiz no palco falou por si mesmo”, ela afirmou em entrevista para a revista Vanity Fair. Ele foi acusado pela produtora Amanda White e pela diretora de fotografia Magdalena Gorka, que acionaram Affleck judicialmente e o caso foi resolvido em sigilo, com uma indenização financeira. Após vencer o Oscar, o ator deu entrevista ao jornal Boston Globe em que confirmou que todos os envolvidos no caso estavam proibidos por contrato de comentar o assunto. Desde então, o escândalo sexual de Harvey Weinstein veio à tona, repleto de contratos similares, e a tolerância com assediadores diminuiu a zero. No caso de Affleck, havia até uma campanha online para impedir sua participação no Oscar deste ano. Quase 20 mil pessoas assinaram o abaixo-assinado no site Change.org para que ele não fosse convidado a apresentar o prêmio – e o site agora registra que a campanha foi vitoriosa. Segundo o site Deadline, o ator teria ficado com receio e, diante do tom anti-assédio que deverá marcar a cerimônia, preferiu cancelar sua participação a comprometer o resto de sua carreira. A informação foi confirmada por um representante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A revista Variety chegou a procurar Affleck para comentar a desistência, mas não obteve resposta. A equipe de assessoria do ator, porém, revelou que ele nem sequer vai marcar presença no Oscar. Após três meses intensos, carregados de escândalos de assédios e abusos sexuais, a expectativa é que o Oscar 2018 seja marcada por discursos e manifestações de protesto.

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    Diretor do sexto Missão Impossível explica significado do título

    25 de janeiro de 2018 /

    O título do sexto filme da franquia “Missão Impossível” foi revelado por Tom Cruise nesta quinta (25/1), em sua estreia no Instagram, e já ganhou sua versão oficial para o Brasil. O filme será lançado nos cinemas brasileiros como “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Mas o que exatamente significa “Fallout”? Em inglês, a palavra pode dizer tanto “efeito adverso” quanto “chuva radioativa”. E, segundo o diretor e roteirista Christopher McQuarrie (responsável também por “Missão: Impossível – Nação Secreta”), os dois sentidos ecoam a trama do filme. “O título tem múltiplos significados para o filme, que podem ser literais ou figurativos”, disse McQuarrie, em entrevista à revista Empire. “Existe uma ameaça de terrorismo nuclear pairando sobre o filme, que é uma ameaça literal”, explicou. E, do ponto de vista figurativo, o título representa a “noção de que o que ocorrer no final do filme é o resultado das escolhas que Ethan Hunt fez em sua vida. O passado do personagem, interpretado por Tom Cruise, vai voltar para assombrá-lo”, afirmou. Vale lembrar que Tom Cruise se machucou fazendo uma cena do filme e precisou se afastar das filmagens para se recuperar. A continuação da franquia estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Tom Cruise revela título oficial e foto do novo Missão Impossível em sua estreia no Instagram

    25 de janeiro de 2018 /

    Tom Cruise finalmente estreou no Instagram nesta quinta (25/1) e em poucas horas conquistou mais de 600 mil seguidores com duas postagens reveladoras. Seu primeiro post foi a revelação do nome oficial do sexto filme da franquia “Missão Impossível”, que recebeu o subtítulo de “Fallout”. O segundo foi o close de uma sequência de ação, em que ele aparece pendurado num helicóptero. Confira abaixo. A Paramount divulgou a versão oficial da foto em seguida, que pode ser vista acima, além da tradução nacional do título. O filme será lançado no Brasil como “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Seu colega de elenco, Henry Cavill, não quis ficar para trás e também compartilhou uma imagem de ação, agarrando-se num carro em movimento, contracenando com um cachorro. Na legenda, ele dá boas-vindas a Cruise no Instagram. Mas o que chama atenção na foto é o bigode do ator, que virou um dos mais famosos do cinema, após ter que ser apagado do rosto de Superman durante as refilmagens de “Liga da Justiça”, gerando um dos piores efeitos visuais já vistos numa superprodução de Hollywood. Vale lembrar que Tom Cruise se machucou fazendo uma cena do filme e precisou se afastar das filmagens para se recuperar. Com roteiro e direção de Chrisotopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação da franquia estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Get ready. #MissionImpossible Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise) em 25 de Jan, 2018 às 5:00 PST We’ve upped the ante for the sixth #MissionImpossible. I can’t wait for you guys to see more. Uma publicação compartilhada por Tom Cruise (@tomcruise) em 25 de Jan, 2018 às 5:03 PST I see your death defying stunt Mr Cruise and I raise you one trained stunt Akita! Welcome to Instagram my friend! @TomCruise #StuntAkita #MI6 Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em 25 de Jan, 2018 às 11:07 PST

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    Festival de Berlim inclui documentário sobre Impeachment de Dilma e novo drama dos diretores de Beira-Mar

    25 de janeiro de 2018 /

    Mais dois filmes brasileiros foram selecionados para a mostra Panorama da 68ª edição do Festival de Berlim: “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, e “Tinta Bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher. “O Processo” é o primeiro documentário sobre o Impeachment da presidente Dilma Rousseff a vir à tona. Na ocasião, foram rodados cinco filmes com aval do PT, que ofereceu acesso a reuniões fechadas e aos corredores do Congresso durante o enfrentamento contra o chamado “golpe”. Este material compõe a maioria das horas de filmagem da diretora brasiliense. Mas (supostamente) haveria registros também de desabafos e críticas à atuação da própria Dilma e do partido, e situações não reveladas nos noticiários. Com a obra, a diretora dá sequência à sua temática de investigação do sistema legal brasileiro, que inclui os documentários “Justiça” (Grand Prix no Festival Visions du Réel, Suiça 2004) e “Juízo” (Festival de Locarno, Prêmio da Crítica no Dok- Leipzig, 2008). Ela também filmou os corredores da burocracia em “Morro dos Prazeres” (Melhor Direção, Fotografia e Som no Festival de Brasília, 2013). Por sua vez, “Tinta Bruta” é o único trabalho de ficção da seleção brasileira em Berlim. O filme conta a história de Pedro (Shico Menegat), um jovem que tenta sobreviver em meio a um processo criminal, à partida de irmã e única amiga e aos olhares que recebe sempre que sai na rua. Sob o codinome GarotoNeon, Pedro se apresenta no escuro do seu quarto para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. Com o corpo coberto de tinta, ele realiza performances eróticas na frente da webcam. Ao descobrir que outro rapaz (Bruno Fernandes) de sua cidade está copiando sua técnica, Pedro decide confrontá-lo. O trabalho anterior de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, “Beira-Mar” (2015), também teve première mundial na Berlinale – na mostra Forum. Os dois filmes se juntam a “Aeroporto Central”, de Karim Aïnouz, “Ex Pajé”, de Luiz Bolognesi, e “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, anteriormente selecionados. O festival acontece de 15 a 25 de fevereiro, na Alemanha.

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