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    Diretora de Cinquenta Tons de Cinza completa elenco da adaptação de Um Milhão de Pedacinhos

    6 de fevereiro de 2018 /

    A cineasta Sam Taylor-Johnson completou o elenco de seu terceiro longa, “A Million Little Pieces”, que também será o primeiro após o sucesso – e as brigas de bastidores – de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). O filme vai adaptar o livro “Um Milhão de Pedacinhos”, de James Frey (autor da sci-fi juvenil que virou o filme “Eu Sou o Número Quatro”), lançado no Brasil pela editora Objetiva. A trama narra uma suposta experiência real do escritor, ao acordar num avião com amnésia, todo machucado e sem lembrar onde esteve e nem para onde vai. Um apagão o fez esquecer o que lhe aconteceu nas duas últimas semanas, deixando-o sem carteira, sem dinheiro e sem emprego, e procurado pela polícia de três estados. Apesar desse começo, não se trata de um suspense. É um drama em que o protagonista ex-alcoólatra e viciado em crack luta para juntar os pedaços de sua vida destroçada, rejeitando a autopiedade, o cinismo e a indulgência em busca da reconstrução de si mesmo. Originalmente divulgado como livro de memórias, “Um Milhão de Pedacinhos” acabou sendo considerado obra de ficção inspirada por fatos reais, uma vez que personagens e situações descritas por Frey não existiram de verdade. O roteiro da adaptação foi escrito pela diretora e seu marido, o ator Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), que também vai estrelar o filme no pele de James Frey. O elenco ainda vai contar com Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Billy Bob Thornton (“Papai Noel às Avessas”), Carla Juri (“Blade Runner 2049”), Giovanni Ribisi (série “Sneaky Pete”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), Juliette Lewis (série “Wayward Pines”) e Odessa Young (da sensação do Festival de Sundance 2018 “Assassination Nation”). Produção da Warner, o filme ainda não tem previsão de estreia.

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    Continuação do filme de tubarões Do Fundo do Mar ganha trailer trash

    6 de fevereiro de 2018 /

    A Warner fez um favor para quem ficar tentado a conferir a continuação de “Do Fundo do Mar” (1999), divulgando um trailer que não faz mais que simplesmente apresentar a trama. O vídeo entrega reviravoltas e conta mais da metade da história do filme, deixando muito pouco inexplorado para manter a curiosidade. O primeiro filme tinha uma premissa trash, sobre ataque de tubarões modificados por experiências genéticas, mas foi realizado de forma caprichada por Renny Harlin (“Duro de Matar 2”), com um bom elenco formado por Thomas Jane, Saffron Burrows, Samuel L. Jackson, Stellan Skarsgård, LL Cool J e Michael Rapaport. O novo tem a mesma premissa, mas sua inclinação trash não parece ter redenção. Dirigido pelo especialista em terrores baratos Darin Scott (“Algo Maligno”), traz um elenco repleto de atores de TV pouco conhecidos, como Danielle Savre (de “Heroes” e da vindoura “Station 19”) e Rob Mayes (“Frequency”). O nome mais famoso é Michael Beach (“The 100” e “Third Watch”) “Deep Blue Sea 2” é um telefilme criado em parceria com o canal pago SyFy (responsável pela franquia “Sharknado”), mas será lançado em Blu-ray já em 17 de abril, antes de chegar na televisão.

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    Diane Kruger diz que foi um prazer ser estrangulada por Tarantino em Bastardos Inglórios

    6 de fevereiro de 2018 /

    Metido em polêmicas nesta semana, Quentin Tarantino teve uma boa notícia após sua entrevista com o site Deadline, em que abordou o acidente grave sofrido por Uma Thurman durante as filmagens de “Kill Bill”. Citada em meio à controvérsia, Diane Kruger usou o Instagram para dizer que trabalhar com o diretor em “Bastardos Inglórias” foi um grande prazer. O nome da atriz alemã foi citado pelo próprio Tarantino, em resposta à polêmica surgida com a reportagem do New York Times sobre o acidente de Thurman. Dizendo-se arrependido por insistir que a atriz fizesse a cena que a acidentou, ele revelou tê-la ajudado a conseguir o vídeo do acidente e aina afirmou que outras situações descritas na reportagem publicada no sábado (3/2) não tinham sido denúncias da “amiga”. O diretor citou uma cena em que segurou correntes sobre o pescoço de Thurman para estrangulá-la numa cena de “Kill Bill”, revelando que sua participação neste ato tinha sido sugestão da própria atriz, por acreditar que estaria mais segura se ele fizesse isso, e que anos depois também usou as próprias mãos para estrangular Diane Kruger, numa cena de “Bastardos Inglórios”. Diane Kruger respondeu à citação de seu nome de duas formas. Em primeiro lugar, fez questão de apoiar Uma Thurman em suas denúncias contra Harvey Weinstein. E em seguida tratou de elogiar Tarantino. “À luz das recentes alegações feitas por Uma Thurman contra Harvey Weinstein e sua terrível experiência de trabalho em ‘Kill Bill’, meu nome foi mencionado em numerosos artigos em relação à cena de estrangulamento em ‘Bastardos Inglórios’. Este é um momento importante na História e meu coração se dirige a Uma e a qualquer pessoa que tenha sido vítima de agressões e abusos sexuais. Eu estou com você. Para ficar registrado, eu também gostaria de dizer que minha experiência de trabalho com Quentin Tarantino foi puro prazer. Ele me tratou com absoluto respeito e nunca abusou do seu poder ou me forçou a fazer qualquer coisa com a qual eu não me sentisse confortável”, escreveu Kruger. Veja a íntegra do post abaixo, com uma imagem da atriz em “Bastardos Inglórios”. In light of the recent allegations made by Uma Thurman against Harvey Weinstein and her terrifying work experience on “Kill Bill”, my name has been mentioned in numerous articles in regards to the choking scene in “Inglourious Basterds”. This is an important moment in time and my heart goes out to Uma and anyone who has ever been the victim of sexual assault and abuse. I stand with you. For the record however, I would like to say that my work experience with Quentin Tarantino was pure joy. He treated me with utter respect and never abused his power or forced me to do anything I wasn’t comfortable with. With love, D xoxo Uma publicação compartilhada por Diane Kruger (@dianekruger) em 6 de Fev, 2018 às 6:31 PST

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    Cineasta sírio indicado ao Oscar 2018 afirma ser alvo de campanha de difamação da Rússia

    6 de fevereiro de 2018 /

    O cineasta sírio Feras Fayyad, que concorre ao Oscar 2018 de Melhor Documentário por seu filme “Últimos Homens de Aleppo”, afirma estar sendo alvo de uma campanha de difamação. Ele acusa uma rede de notícias falsas da Rússia de espalhar que ele seria simpatizante do terrorismo. Em entrevista ao jornal inglês The Guardian, ele afirmou que produtores de notícias falsas, adeptos de teorias da conspiração e ativistas “anti-imperialismo”, apoiados pelo governo russo, vem divulgando uma série de artigos com objetivo de depreciar seu trabalho para tirar sua chance de vencer o Oscar. “É como se a Rússia quisesse hackear o Oscar assim como hackearam a eleição americana”, disse o diretor ao jornal, fazendo referência às acusações de que o governo do Kremlin teria influenciado a eleição de Donald Trump em 2016. Em “Últimos Homens em Aleppo”, o diretor acompanha o trabalho dos “Capacetes Brancos” — organização civil e voluntária de defesa e salvamento — que atua em Aleppo, uma das cidades mais atingidas pela guerra civil na Síria. O próprio grupo humanista é alvo de uma campanha russa que os acusa de ter ligações com a Al-Qaeda, de acordo com o Guardian. Grande parte dos artigos vem da agência de notícias Sputnik News, mantida pelo governo russo, que fornece apoio militar ao regime da Síria. Neles, o documentário de Fayyad é descrito como uma “peça de propaganda financiada por governos do ocidente” e um “filme de apologia a Al-Qaeda”. A documentarista Chris Hegedus, que disputou o Oscar de Melhor Documentário em 1994, avalia que a campanha negativa pode realmente afetar as chances do cineasta sírio. “Reportagens falsas e rumores, onde a integridade de um filme é questionada, podem certamente influenciar os membros da Academia e fazê-los questionar a legitimidade da obra”, ela disse ao Guardian. Hegedus descreveu os artigos como “ultrajantes” e disse que eles “nos fazem ver como a Rússia e outros estão se intrometendo em tudo, para além das mídias sociais e das eleições políticas”.

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    Shazam! começa a ser filmado e ganha sinopse oficial

    6 de fevereiro de 2018 /

    As filmagens de “Shazam!” começaram na Filadélfia, Estados Unidos. O anúncio foi feito pela Warner Bros, que também divulgou a sinopse oficial da produção. Segundo a descrição oficial, Billy Batson é um garoto de 14 anos que tem um super-herói dentro dele. Basta gritar a palavra “Shazam” para se transformar no personagem. E o que ele faz com os super-poderes? O que todo garoto faria: se divertir. Mas ele precisará dominar esses poderes para poder lutar contra as forças mortais controladas por Dr. Thaddeus Silvana (ou Sivana, no texto original em inglês). O estúdio confirmou o ator Mark Strong (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o supervilão Dr. Silvana. Além dele, o elenco central traz Zachary Levi (série “Chuck”) como a versão adulta de Shazam, Asher Angel (série “Andi Mack”) como sua identidade civil Billy Batson, Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”) como Freddie Freeman, o Shazam Jr., Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) como Mary, antigamente conhecida como Mary Marvel, Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) como Pedro Choi, Jovan Armand (série “The Middle”) como Pedro Peña e Faithe Herman (série “This Is Us”) como Darla Dudley. Os três últimos são novidades do reboot mais recente dos quadrinhos do personagem e formam a atual família de irmãos adotivos de Billy – ao lado de Freddie e Mary, sendo que esta costumava ser a única irmã (e gêmea) do herói na primeira versão de sua origem. Cooper Andrews, conhecido por interpretar Jerry na série “The Walking Dead”, será o pai adotivo desse monte de crianças. “Shazam!” tem direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) e é o segundo filme na fila de estreias dos heróis da DC – após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. A expectativa de lançamento é para 5 de abril de 2019.

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    Tarantino fala do acidente de Uma Thurman, do assédio de Weinstein e se diz arrependido

    6 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Quentin Tarantino decidiu comentar a entrevista de Uma Thurman ao jornal The New York Times, na qual ela revelou o acidente de carro que sofreu durante as filmagens de “Kill Bill”. A atriz afirmou que ficou com lesões graves, após Tarantino dispensar dublês e colocá-la em risco nas filmagens, chegando a achar que ele queria matá-la. O tom, porém, já foi outro dois dias depois, quando a atriz contou no Instagram que teve ajuda do diretor para conseguir o vídeo do acidente, culpando produtores e Harvey Weinstein por acobertarem o que ela sofreu. Ao falar ao site Deadline, Tarantino fez um mea culpa, admitindo que o acidente foi “um dos meus maiores erros” de sua vida. O cineasta explicou ao Deadline que apoiou e ajudou Uma a lembrar datas e traçar uma linha do tempo para denunciar os assédios de Harvey Weinstein, como ela fez na entrevista, e que ela também culpava o produtor de acobertar o acidente para impedi-la de pedir indenização. Ele garante que não sabia que isso tinha acontecido e que, quando ela lhe perguntou sobre o vídeo, foi atrás, 15 anos depois. “Tivemos de ir a armazéns, abrir caixas. Eu não conseguia acreditar. Não achei que encontraríamos. Mas a fita estava em ótimo estado e mostrava o acidente e o que aconteceu depois. Fiquei muito feliz de entregar para ela”. Ele ainda afirmou que sabia que o vídeo seria divulgado publicamente, mas não pensava que seria visto como antagonista da situação – a repercussão negativa inspirou ataques de estrelas de Hollywood contra o diretor nas redes sociais. Especificamente sobre o acidente, Tarantino disse: “Eu comecei a ouvir do gerente de produção, Bennett Walsh, que Uma estava insegura em filmar a cena dirigindo. Nenhum de nós havia considerado como uma cena de risco com necessidade de dublê. Era só dirigir. Talvez a gente devesse ter pensado nisso, mas não foi o que aconteceu. Tenho certeza de que quando me falaram de Uma eu rolei meus olhos. Mas não fiquei com raiva. Não fui ao trailer de Uma, gritando para ela entrar no carro.” “Eu não sei exatamente o que aconteceu. Uma tem sua suspeita, eu tenho a minha. Achei que lhe dando o vídeo, ela poderia expô-lo e algum especialista poderia entender o que de fato aconteceu”, acrescentou ele. “Eu pensei: ‘uma estrada reta é uma estrada reta’, não achei que precisaria passar por ela de novo para ver se tinha alguma diferença, vindo pelo lado oposto. É um dos maiores arrependimentos da minha vida. Como diretor, você aprende coisas e algumas vezes você aprende com esses erros horríveis. Esse foi um dos meus maiores erros, não ter separado um tempo para checar o trajeto novamente. Ela apareceu de bom humor, fez a cena, e então bateu. No início, ninguém entendeu o que aconteceu. Depois do acidente, Uma foi para o hospital e me senti totalmente em agonia com o que aconteceu. Além de um dos maiores arrependimentos da minha carreira, é um dos maiores arrependimentos da minha vida. Por vários motivos”. Tarantino diz que a cena consistia apenas em dirigir em linha reta, em um percurso aparentemente sem perigos. “Eu sabia que ela era insegura dirigindo, mas ela tinha carteira de motorista. Uma e eu temos nossos problemas quanto ao acidente. Ela me culpou por ele, e ela tem o direito de me culpar por ele. Não quis que isso acontecesse. Eu falei com ela para ela entrar no carro, tentei garantir que o trajeto estava seguro. Mas não estava”, completou. Ele explicou que não reparou em uma ondulação, uma espécie de “S” no trajeto, e que isso pode ter causado a batida. Tarantino ainda abordou a polêmica de assédio sexual, por parte de Harvey Weinstein. Ele conta que Uma foi a segunda atriz a lhe contar sobre a conduta imprópria do produtor. Sua então namorada Mia Sorvino tinha sido a primeira e ele já o havia confrontado, mas recebeu um pedido de desculpas e achou que tinha sido só aquela vez, uma coisa meio desajeitada. Quando ouviu Uma lhe relatoiu algo parecido, acreditou imediatamente na atriz. “Enquanto estávamos nos preparando para ‘Kill Bill’, Uma me contou o que ele fez. Foi aí que percebi que havia um padrão em Harvey atrair e atacar. Então, fiz Harvey se desculpar para Uma. Meu confronto com ele foi dizer que ele tinha de falar com Uma. Não adiantava pedir desculpas para mim. Ele tinha de pedir desculpas e ela tinha de aceitar, se fôssemos fazer o ‘Kill Bill’ juntos”, contou, afirmando que se isso não acontecesse não faria o filme com a Miramax, produtora de Weinstein. “Ele pediu desculpas”. “Eu não poderia ter respeitado mais Uma durante a produção do filme. Trabalhamos por mais de um ano. Treinamos por três meses. Olhe, o que aconteceu com os produtores após o acidente me parece dúbio. Não sei as respostas porque eles não queriam que ela tivesse o vídeo”, adicionou. Sobre as acusações de cuspir e estrangular Thurman em algumas cenas-chave do filme, ele confirmou. “Naturalmente, eu o fiz. Quem mais deveria? Eu não confiava (no ator) Michael Madsen, porque não sabia se iria cuspir certo, se ele aceitasse. Eu falei com Uma e disse, olhe: eu tenho de me comprometer em fazer isso com você. Eu adoro Michael, é um ator incrível, mas não confiava nele para estes trabalhos intrincados. Então, a ideia foi que eu assumiria a responsabilidade.” Quanto ao estrangulamento com corrente, ele explicou que foi uma sugestão da própria Uma, que confiava mais nele para criar uma cena de sufocamento realista com segurança, e que ela não tinha reclamado dessas coisas na entrevista do New York Times, uma vez que não foram citadas entre aspas. Tratava-se de uma apuração da repórter, descontextualizada. Tarantino também confidenciou que, após estrangular Uma, repetiu a ação com Diane Kruger em “Bastardos Inglórios” (2009). Ele também afirma que mantém a amizade com a atriz. “Eu e Uma estamos bem. Ela estava em um turbilhão, mas temos nos falado. Ela não queria que isso tivesse se voltado contra mim. Nós temos uma relação complicada, são 22 anos [na verdade, 24 anos desde ‘Pulp Fiction’]. Então, foi complicado ler o artigo.”

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    Lara Croft diz que não é super-heroína nos comerciais de Tomb Raider

    6 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou dois comerciais de “Tomb Raider”. Ainda sem legendas, eles destacam a forma impressionante com que Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) realiza as cenas de ação de Lara Croft, entre muitos saltos, brigas, tiros e corridas contra obstáculos, enfrentando homens e a natureza com destreza formidável. Ironicamente, sua personagem diz que não é super-heroína. Além de Vikander como Lara Croft, papel que catapultou Angelina Jolie ao estrelado, o elenco inclui Dominic West (série “The Affair”), Walton Goggins (“Os Oito Odiados”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”) e Daniel Wu (série “Into the Badlands”). O filme tem roteiro esboçado pela estreante Geneva Robertson-Dworet (do vindouro filme da “Capitã Marvel”) e finalizado por Evan Daugherty (“Divergente”). A direção é do norueguês Roar Uthaug (“Presos no Gelo”), que fará sua estreia em Hollywood, e o lançamento está marcado para 15 março no Brasil.

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    Crô vai voltar ao cinema acompanhado por Pabllo Vittar e Seu Peru

    6 de fevereiro de 2018 /

    Um dos filmes brasileiros de pior avaliação crítica neste século vai ganhar continuação. Começaram nesta semana no Rio de Janeiro as filmagens de “Crô – Em Família”, sequência de “Crô – O Filme”, que em 2013 levou para o cinema o personagem mais popular da novela “Fina Estampa” (2011). Segundo a Globo Filmes, o trabalho atravessará o carnaval e seguirá, inicialmente, até o dia 27 de fevereiro. Assim como na comédia anterior, o mordomo gay criado por Aguinaldo Silva e interpretado por Marcelo Serrado voltará a passar por uma crise existencial na nova trama. Dessa vez, porém, o problema não é a realização profissional e a busca por uma nova patroa-diva. Os fãs descobrirão que Crô tornou-se um empresário bem-sucedido ao abrir uma escola de etiqueta e ‘finesse’. A tranquilidade acaba quando ele se vê longe da família. Carente e vulnerável, o ex-mordomo se envolve com uma família suspeita e precisará lidar também com as críticas ácidas da colunista de celebridades Carlota Valdez (Monique Alfradique). O filme também vai contar com participações de Pabllo Vittar e Preta Gil, que viverão elas mesmas, além de Marcus Majella e Marcos Caruso como Ferdinando e Seu Peru, seus personagens nos humorísticos “Vai que Cola”, do Multishow, e “Escolinha do Professor Raimundo – Nova Geração”, da rede Globo. A direção é de Cininha de Paula (“Duas de Mim”) e a estreia está prevista para meados de 2018.

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    Atriz de Midnight, Texas será Meghan Markle em telefilme sobre romance com o príncipe Harry

    5 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano Lifetime definiu os atores que estrelarão o telefilme “Harry & Meghan: A Royal Romance” (Harry e Meghan: um romance real, em tradução literal). A atriz Parisa Fitz-Henley (intérprete da bruxa Fiji na série “Midnight, Texas” e de Reva Connors em “Luke Cage”) dará vida Meghan Markle, enquanto Murray Fraser (da minissérie “The Loch”) será o príncipe Harry. O telefilme vai narrar a história de amor que desde 2016 gera intensa atenção da mídia global, entre o príncipe britânico e sua noiva plebeia, americana, divorciada, atriz e negra. A direção está a cargo de Menhaj Huda (série “The Royals”) A produção era considerada inevitável, já que o Lifetime fez o mesmo com o noivado do irmão de Harry. Ainda não existe uma data de estréia, mas “William & Kate: The Movie”, sobre o romance entre o Príncipe William e Kate Middleton, foi lançado 11 dias antes do casamento real. O casamento de Harry e Meghan Markle está marcado para 19 de maio.

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    Edir Macedo é perseguido e preso no primeiro trailer de Nada a Perder

    5 de fevereiro de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer da cinebiografia do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus. Na prévia, o intérprete de Macedo (Petronio Gontijo, da novela “Os Dez Mandamentos”) aparece questionado, perseguido, difamado e atrás das grades. O clima lembra mais “Polícia Federal – A Lei É para Todos”, com carros de polícia, políticos e agentes federais em cena, enquanto as imagens repercutem denúncias e investigações. Uma abordagem curiosa para uma produção chapa-branca, com aval do biografado. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia em 29 de março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).

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    Maze Runner: A Cura Mortal lidera as bilheterias do Brasil pela segunda semana

    5 de fevereiro de 2018 /

    Ao contrário do que aconteceu na América do Norte, “Maze Runner: A Cura Mortal” manteve-se no topo das bilheterias brasileiras em seu segundo fim de semana em cartaz, com uma arrecadação de R$ 4,1 milhões. As informações são do site Filme B, que também registram a animação “O Touro Ferdinando” em 2º lugar, com R$ 3 milhões. Mais bem colocado entre os estreantes de quinta passada (1/2), “A Forma da Água”, novo filme de Guillermo Del Toro indicado a 13 Oscars, debutou em 3º lugar, com R$ 2,8 milhões. Com isso, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”, que ainda lidera o ranking nos Estados Unidos e Canadá, caiu para o 4º lugar com R$ 2,7 milhões. Os demais filmes do Top 10 nacional são “The Post – A Guerra Secreta” (R$ 1,6 milhão), “Paddington 2” (R$ 1,4 milhão), “Sobrenatural: A Última Chave” (R$ 1,32 milhão), “Extraordinário” (R$ 1,3 milhão), “Viva – A Vida É uma Festa” (R$ 1,1 milhão) e “Todo o Dinheiro do Mundo” (R$ 921 mil).

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    Submersão: Trailer legendado mostra romance trágico de Alicia Vikander e James McAvoy

    5 de fevereiro de 2018 /

    A California Filmes divulgou o trailer legendado de “Submersão” (Submergence), novo filme do alemão Wim Wenders (“Paris, Texas”). A produção é um melodrama romântico, em que a sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) e o inglês James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) se apaixonam e são separados por seus trabalhos arriscados, que flertam com tragédias. Na trama, enquanto não estão namorando, o casal central aparece arriscando a vida em missões perigosas. Ele viaja à Somália para libertar prisioneiros de jihadistas, enquanto ela explora as profundezas do oceano num mini-submersível. Diante de situações de morte iminente, resta aos dois as lembranças de um encontro na véspera de Natal ocorrido em uma praia. O filme tem roteiro de Erin Dignam (“O Lenço Amarelo”) e é baseado no romance homônimo escrito por J.M Ledgard. A estreia está marcada para 12 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Além do trailer brasileiro, também foram divulgados pôsteres internacionais da produção. Confira abaixo

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    Rachel Weisz e Rachel McAdams vivem paixão proibida em trailer de drama britânico

    5 de fevereiro de 2018 /

    A Bleecker Street divulgou o primeiro trailer do drama britânico “Disobedience”, história de amor proibido entre Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) e Rachel McAdams (“Doutor Estranho”), com direção do chileno Sebastián Lélio (“Uma Mulher Fantástica”). Adaptação do romance homônimo da escritora Naomi Alderman, a trama acompanha o reencontro da personagem de Weisz, ovelha negra da família, com os parentes judeus ortodoxos para o enterro do pai, o rabino da comunidade. Ela acaba chocando os familiares quando decide relembrar o que a levou a sair de casa: seu amor reprimido pela antiga melhor amiga (McAdams), casada com seu primo profundamente religioso (Alessandro Nivola, de “Ginger & Rosa”). Além de dirigir, Lélio trabalhou no roteiro com a inglesa Rebecca Lenkiewicz (do premiado drama polonês “Ida”). A estreia está marcada para 27 de abril nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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