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Filme

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    Juiz Marcelo Bretas dá consultoria para a continuação de Polícia Federal: A Lei É para Todos

    23 de fevereiro de 2018 /

    A continuação do filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos” terá consultoria do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro. O juiz se reuniu na quarta (21/2) com o produtor do longa, Tomislav Blazic. “Estamos preparando o roteiro para a continuação do filme e conversei com ele sobre o [ex-governador Sergio] Cabral e o [empresário] Jacob Barata”, disse Blazic, de acordo com a a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo Segundo o produtor, esse foi o primeiro de alguns encontros que terá com o juiz. “Precisamos ver quantos serão necessários para construirmos o roteiro. Também já marcamos com o Ministério Público Federal”, diz. A filmagem está marcada para começar em junho. A trama irá começar no ponto em que o primeiro filme terminou, logo após a condução coercitiva de Lula, abrangendo até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS. Alguns dos atores principais do primeiro filme, como Flávia Alessandra, Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Ary Fontoura voltarão a repetir seus papéis na sequência. Além disso, o diretor Marcelo Antunez está fazendo testes para os papéis de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral e justamente do juíz Marcelo Bretas. A previsão de estreia nos cinemas é para o final de 2018 ou começo de 2019.

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    Adaptação dos quadrinhos de Danger Girl define roteirista

    22 de fevereiro de 2018 /

    Os quadrinhos de “Danger Girl”, criados em 1998 por J. Scott Campbell e Andy Hartnell, vão virar filme. E o estúdio alemão Constantin (da franquia “Resident Evil”), parceiro da Sony, já definiu seu roteirista. A má notícia é que se trata de Umair Aleem, que tem apenas um trabalho lançado, o péssimo thriller B “Operação Resgate” (2015), com impressionantes 6% de aprovação no Rotten Tomatoes. Se isso indicar a opção por um filme barato, pode não só frustrar os fãs como desperdiçar o imenso potencial de uma franquia divertida, ao estilo de “Kingsman”, outra adaptação de quadrinhos. “Danger Girl” acompanha um grupo de lindas agentes secretas lideradas por um mentor chamado Deuce – que a trama deixa no ar ser um antigo agente 007, uma vez que os desenhos são inspirados em Sean Connery. A publicação da editora WildStorm se assume como paródia dos filmes do agente secreto de James Bond, só que com as Bond Girls encarregadas da ação central. Ou melhor, uma combinação de Bond Girls, As Panteras e Indiana Jones. As personagens principais são a caçadora de tesouros Abby Chase, a femme fatale australiana Sydney Savage e a menina prodígio Silicon Valerie, hacker extraordinária. Além delas, as aventuras também incluem Sonya Savage, irmã de Sydney, a espiã russa Natalia Kassle, que era uma Danger Girl que virou vilã, o mencionado Deuce, o agente da CIA Johnny Barracuda e o misterioso agente secreto Zero, um mestre dos disfarces que ninguém sabe como realmente se parece – “dizem” que ele seria o famoso ladrão italiano Diabolik. Por curiosidade, as heroínas de Danger Girl já encontraram o Batman num crossover de quadrinhos. Além de “Operação Resgate”, Umair Aleem escreveu “Kate”, outro thriller de ação, atualmente em desenvolvimento na Netflix. A adaptação de “Danger Girl” ainda não tem cronograma de produção ou previsão de lançamento.

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  • Filme

    Netflix divulga pôster nacional e o primeiro trailer legendado de Aniquilação

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix começou a fazer a divulgação de “Aniquilação”, filme elogiadíssimo pela crítica americana, que a Paramount não botou fé e negociou com o serviço de streaming após financiar toda a sua produção. O pôster e o primeiro trailer legendado chegam um dia antes da estreia da sci-fi nos cinemas americanos, onde terá lançamento limitado nesta sexta (23/2), antes de também virar streaming. A prévia demonstra o visual psicodélico da adaptação do livro homônimo, que inicia a trilogia literária “Southern Reach”, de Jeff VanderMeer. Na trama, cinco mulheres de campos científicos diversos embarcam numa expedição a uma região abandonada e contaminada, da qual poucos retornam, e os que retornam não sobrevivem muito tempo. Dirigido pelo britânico Alex Garland (do premiado “Ex Machina: Instinto Artificial”), o longa reúne Natalie Portman (“Thor”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”) e Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) em seu elenco. “Aniquilação” chega na Netflix em 12 de março.

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    Despachado para a Netflix, Aniquilação arranca elogios rasgados dos críticos americanos

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount pode ter comemorado muito cedo o feito de passar adiante duas bombas sci-fi para a Netflix. Enquanto “The Coverfield Paradox” se provou um desastre radioativo, “Aniquilação”, que será exibido nos cinemas apenas nos Estados Unidos e por período limitado, está sendo saudado como uma obra inovadora pela crítica americana. O filme tem 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes – que deu 17% para “The Coverfield Paradox”. Mas graças à pouca fé do estúdio, não terá um como deveria – chega nesta sexta (23/2) em duas mil salas na América do Norte – 1,4 mil a menos que a comédia “A Noite do Jogo”, também bem-avaliada (leia mais sobre isso aqui). “Aniquilação” também tinha estreia marcada para fevereiro nos cinemas brasileiros e alimentava grandes expectativas pelo elenco composto por Natalie Portman (“Thor”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), Gina Rodriguez (série “Jane the Virgin”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). Agora vai sair direto em streaming, repetindo a sina do ótimo filme de estreia do diretor Alex Garland, “Ex Machina: Instinto Artificial” (2014), que venceu o Oscar de Melhores Efeitos Visuais e foi indicado na categoria de Melhor Roteiro Original, e acabou menosprezado com um lançamento direto em DVD por aqui. Em entrevista ao site Collider, o diretor não escondeu seu descontentamento com a decisão do estúdio. “Fiquei decepcionado. Fizemos o filme para o cinema. Veja, não tenho nenhum problema com a tela pequena. A melhor coisa que vi recentemente foi ‘The Handmaid’s Tale’, então acho que há um potencial incrível em tal contexto, mas se você está fazendo isso você faz exatamente para essa mídia e pensa dentro desses termos. Ao menos, o filme será lançado nos cinemas nos Estados Unidos. Uma das grandes vantagens da Netflix é que atingirá muita gente e você não precisa ter aquela preocupação se as pessoas vão aparecer no fim de semana de estreia, pois se não aparecerem o filme sai em duas semanas. Tem lados positivos e negativos, mas do meu ponto de vista e dos envolvidos na produção, foi feito para ser visto na telona.” Segundo fontes do site Deadline, a Paramount tomou a decisão de negociar com a Netflix após as sessões de teste, que renderam um racha entre os produtores David Ellison e Scott Rudin. O público não reagiu bem às primeiras exibições do filme e Ellison, avaliando-o como “muito intelectual” e complicado, teria exigido mudanças no tom e no desfecho para deixá-lo mais comercial. Como Rudin ficou do lado do diretor e “Aniquilação” não foi alterado, Ellison, que vem amargando uma sequência de fracassos comerciais com “Vida”, “Baywatch” e “Tempestade: Planeta em Fúria”, praticamente desistiu do longa, após ter gastado uma fortuna para realizá-lo. As reações da crítica demonstram que ele cometeu um grande erro. “Aniquilação” era a chance de a Paramount ter um blockbuster bem-avaliado após produzir a maioria dos candidatos ao Framboesa do Ouro 2018, a premiação dos piores do ano – “Transformers: O Último Cavaleiro”, “Baywatch”, “Mãe!” e “Pai em Dose Dupla 2”. Veja uma mostra do que os críticos norte-americanos acharam do filme: “Com sua estreia ‘Ex Machina’, um estudo extraordinário de inteligência artificial e falácia humana, Garland mostrou potencial como um verdadeiro visionário de ficção científica e dá seu próximo passo com ‘Aniquilação’. Alguns espectadores vão curtir a audácia, outros poderão achá-lo o filme mais louco desde ‘Mãe!’. É um conto completamente bizarro que deixará o público tonto em relação ao que acabou de ver, mas ainda assim é genuinamente satisfatório” – Brian Truitt, jornal USA Today. “‘Aniquilação’ é uma prova perfeita de que ele é um diretor e visionário para valer – não só por criar um mundo imersível, mas um mundo tão fascinante que você vai querer investigar repetidamente. Foi uma longa espera desde ‘Ex Machina’, mas Garland provou que valeu a pena esperar” – Eric Eisenberg, site CinemaBlend. “Em termos de tom, há muito aqui, mas nunca excessivamente exagerado ou incongruente. Existem algumas cenas particularmente sangrentas de horror corporal (uma dissecação específica é garantia de pesadelos) e o gosto de Garland por imagens delirantes garante que muitas cenas no filme deixarão uma impressão duradoura” – Benjamin Lee, jornal The Guardian. “‘Aniquilação parece fabulosamente verdejante e ameaçador, a combinação certa para um filme que deseja receber o espectador em seu mundo para abalá-lo. Trata-se de um prato refinado de carne vermelha cinematográfica – perfeitamente cozido no lado de fora, mas sangrento por dentro” – Todd McCarthy, revista The Hollywood Reporter. “Sem receio de parecer um sonho e impenetrável, mas com uma evidente essência sinistra, ‘Aniquilação’ é uma fantasmagoria de outro nível, uma meditação profunda sobre as qualidades objetivas e subjetivas da autodestruição. Uma experiência visionária com dimensão monumental, capaz de deixar Kubrick orgulhoso” – Rodrigo Perez, site The Playlist. “Uma jornada a um coração de trevas estranho, ‘Aniquilação’ parece que foi criado a partir de uma combinação de genes de ‘Apocalypse Now’, de Francis Ford Coppola, ‘O Enigma de Outro Mundo’, de John Carpenter, e ‘2001 – Uma Odisseia no Espaço’, de Stanley Kubrick, com um surrealismo tão prolongado e fascinante que fez meus olhos arder, principalmente porque eu não queria piscar para não perder nenhum momento de insanidade” – Nick Schager, site Daily Beast. “Sim, ‘Aniquilação’ é um tipo de ficção científica intelectual e complicada, mas os lançamentos do gênero nos últimos anos tem se provado ambiciosos e um filme como o de Garland também poderia ser apreciado por vários tipos de espectadores” – Molly Freeman, site ScreenRant. A Netflix disponibiliza o filme em 12 de março no Brasil.

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    Estudo aponta que Hollywood faz cada vez menos filmes protagonizados por mulheres

    22 de fevereiro de 2018 /

    Apesar das três maiores bilheterias de 2017 – “Star Wars: Os Últimos Jedi”, “A Bela e a Fera”, “Mulher-Maravilha” – terem sido protagonizadas por mulheres, um levantamento realizado anualmente pela Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia, revelou que o ano passado, na verdade, foi de queda no número de filmes com mulheres no papel principal. As aparências podem enganar, especialmente após comemorações do empoderamento feminino representado pelos blockbusters citados, mas a análise do resto do ranking conta uma história muito diferente. Dos 100 filmes de maior bilheteria de 2017, apenas 24 tiveram protagonistas femininas — 5% a menos que em 2016, quando 29 dos títulos retratavam histórias de mulheres. O levantamento também revelou que as produções independentes continuam a dar maior atenção para o gênero, comparado aos filmes dos grandes estúdios hollywoodianos. Além disso, mulheres mais jovens continuam a ter maior chance de destaque na indústria do cinema. Enquanto entre os homens a porcentagem é bem equilibrada, entre as mulheres, apenas 29% das protagonistas tem 40 anos ou mais. As projeções para 2018 não prometem muitas mudanças neste cenário. Dos filmes anunciados, são poucas as opções com protagonistas femininas, especialmente com grande alcance comercial. As poucas exceções até o próximo verão (junho) incluem “Aniquilação”, “Operação Red Sparrow”, “Tomb Raider”, “Alma da Festa”, “Tully”, “Unsane” e “Uma Dobra no Tempo”.

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    A Noite do Jogo: Veja seis cenas da comédia estrelada por Rachel McAdams e Jason Bateman

    22 de fevereiro de 2018 /

    A Warner divulgou seis cenas de “A Noite do Jogo” (Game Night), comédia estrelada por Rachel McAdams (“Doutor Estranho”) e Jason Bateman (“A Última Ressaca do Ano”). Os vídeos são de cenas já exploradas nos trailers, com destaque para o casal de protagonistas. A comédia gira em torno de um grupo de amigos que se reúne semanalmente para uma noite de jogos. Sob sugestão do personagem de Kyle Chandler (série “Bloodline”), eles resolvem intensificar a brincadeira com o objetivo de desvendar um crime: alguém do grupo seria raptado e os demais deveriam descobrir para onde ele foi levado. Como mostra uma das cenas, esta é a deixa para criminosos invadirem a casa e sequestrarem o próprio Chandler, que pede ajuda e jura que aquilo está acontecendo de verdade, enquanto os amigos aplaudem e comem salgadinhos. Não demora para eles descobrirem que o crime foi mesmo real. Mas, até lá, divertem-se horrores. O elenco também inclui Billy Magnussen (“Ponte dos Espiões”), Lamorne Morris (série “New Girl”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Kylie Bunbury (série “Pitch”), Sharon Horgan (série “Catastrophe”) e Joshua Mikel (série “The Walking Dead”). Com direção de John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein (a dupla do reboot de “Férias Frustradas”), “A Noite do Jogo” estreia nesta sexta (23/2) nos Estados Unidos, mas apenas em 10 de maio no Brasil.

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    Guillermo Del Toro nega que A Forma da Água seja plágio

    22 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Guillermo Del Toro resolveu negar publicamente que o filme “A Forma da Água”, indicado a 13 prêmios no Oscar 2018, seja um plágio da peça teatral “Let Me Hear You Whisper”, de Paul Zindel, escrita em 1969. Ele decidiu se manifestar após as insinuações virarem processo judicial, aberto na quarta-feira (21/2) pelo filho do autor, David Zindel. “Eu nunca li ou vi a peça teatral”, disse o diretor ao site americano Deadline. “Eu nunca ouvi falar sobre essa peça antes de fazer ‘A Forma da Água’, e nenhum dos meus colaboradores mencionaram a peça”, completou. Porém, o processo acusa o produtor Daniel Kraus, que propôs o filme a Del Toro, de ser um grande admirador da obra Zindel, assim como o cineasta. As coincidências entre os enredos de peça e filme são múltiplas. A história de Zindel gira em torno de Helen, uma faxineira que se encanta por um golfinho mantido em cativeiro pelo governo. Para salvar a vida do animal, ela arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Já no filme de Del Toro, Sally Hawkins vive Elisa, uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura marinha, mantida em cativeiro em um laboratório secreto do governo. Ela também arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Mas os resultados daí em diante são muito diferentes. De fato, se há similaridades na premissa, o restante, incluindo execução, desdobramentos e uma riqueza infinita de detalhes, são opostos. A Fox Searchlight também divulgou um comunicado apoiando Del Toro. “As acusações do senhor Zindel não têm fundamento, são totalmente sem mérito e vamos nos defender. Além disso, a queixa parece coincidir com o ciclo de votação do Oscar para pressionar o nosso estúdio a resolver o caso rapidamente. Em vez disso, nós vamos nos defender vigorosamente e, por extensão, este filme inovador e original”.

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    Joss Whedon desiste de filmar Batgirl: “Falhei”

    22 de fevereiro de 2018 /

    O diretor e roteirista Joss Whedon (“Os Vingadores”) não vai mais fazer o filme solo da Batgirl. Em um comunicado à imprensa norte-americana, ele informou que “levou meses para perceber que não tinha realmente uma história” e, por isso, decidiu se afastar do projeto. Dirigindo-se ao presidente da DC Entertainment, Geoff Johns, e ao chefão da Warner, Toby Emmerich, Whedon agradeceu o apoio e admitiu ter falhado ao tentar tirar o projeto do papel. “Sou grato a todos que me deram as boas-vindas quando cheguei e foram tão compreensivos quando… tem uma palavra mais sexy para ‘falhei’?”. Whedon assumiu o projeto do primeiro filme solo de Barbara Gordon, a filha do Comissário Gordon, em março de 2017, com a missão de levar aos cinemas uma nova heroína empoderada. Rumores davam conta que havia até uma atriz cotada para o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Mas o sucesso de “Mulher-Maravilha” aumentou o nível de exigência do próprio cineasta. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter confirmaram que Whedon não soube que direção dar ao filme da heroína de Gotham City. Para complicar, ele acabou atendendo ao apelo da Warner para assumir o filme da “Liga da Justiça”, após o afastamento do diretor Zack Snyder. O problema é que suas intervenções, em filmagens adicionais, acabaram criando conflitos de tom. E, como se não bastasse, Henry Cavill apareceu com o bigode de seu personagem de “Missão Impossível: Efeito Fallout”, que precisou ser removido digitalmente, dando origem a um desastre digital. A obrigação de reaproveitar o material de outro diretor e a falta de controle da situação acabou se provando muito estressante, resultando em indiretas de Whedon sobre os equívocos da trama no Twitter. O filme também teria um “easter egg” do diretor sobre os problemas que ele enfrentou. Ao final, ele recebeu seu cachê e foi creditado como roteirista de “Liga da Justiça”, mas a relação com a Warner passou por uma tensão desnecessária, custando-lhe também credibilidade como autor geek – até quem odiava os filmes de Snyder assinou petição querendo ver a versão do diretor afastado. Tudo isso pode ter pesado nos bastidores da separação entre o diretor e a DC Comics.

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    Estreias: Cinemas brasileiros recebem mais dois candidatos ao Oscar 2018

    22 de fevereiro de 2018 /

    Com “Pantera Negra” dominando os cinemas, a semana tem somente cinco estreias, todas com passagens por festivais. O maior lançamento chega em apenas 222 salas. Entre as novidades, há dois filmes com indicações ao Oscar 2018. Clique nos títulos de cada lançamento para ver os trailers de toda a programação. Dentre as cinco opções, a melhor estreia é o drama “Trama Fantasma”, que marca a despedida do ator Daniel Day-Lewis (“Lincoln”) do cinema. Ele anunciou sua aposentadoria e escolheu se despedir num reencontro com o diretor Paul Thomas Anderson, uma década após a bem-sucedida parceria da dupla em “Sangue Negro” (2007). O papel de Day-Lewis é baseado na vida do revolucionário estilista britânico Charles James, estabelecido em Nova York e celebrado como o “Primeiro Costureiro da América”. Na trama, um renomado costureiro (Day-Lewis), que veste a realeza britânica, as estrelas de cinema e a alta sociedade dos anos 1950, nunca se envolveu romanticamente com as mulheres que passaram por sua vida, até encontrar uma jovem (a luxemburguesa Vicky Krieps, de “O Homem Mais Procurado”), que se torna uma obsessão, musa, modelo e amante. A produção tem fotografia deslumbrante, assinada pela primeira vez pelo próprio Anderson, mas o destaque técnico pertence ao figurino, como seria próprio pela premissa, e à trilha sonora, composta por outro importante colaborador do cineasta, o músico Johnny Greenwood, guitarrista da banda Radiohead. O trabalho rendeu a primeira indicação da carreira de Greenwood para o Oscar. Ao todo, “Trama Fantasma” disputa seis Oscars, entre eles Melhor Filme, Direção e, claro, Ator – e tem 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia mais ampla, por sua vez, é “Pequena Grande Vida”, que teve première no Festival de Veneza 2017, apesar de não ser um “filme de festival”. Trata-se de uma comédia com elementos de ficção científica que pretende servir de sátira social, mas não se mostra, literalmente, à altura da tarefa. A trama se passa num futuro próximo, quando já existe uma solução tecnológica para a crise financeira: miniaturização. O casal vivido por Matt Damon (“Jason Bourne”) e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Entretanto, a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O longa representa uma mudança de tom para o cineasta Alexander Payne, conhecido por comédias dramáticas e premiadas como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013). A iniciativa, porém, foi considerado medíocre, com 51% de aprovação no Rotten Tomatoes, e deu prejuízo – custou US$ 68 milhões e rendeu só US$ 24,4 milhões na América do Norte. “A Grande Jogada” marca a estreia na direção do premiado roteirista Aaron Sorkin (“A Rede Social”, “Steve Jobs”). Como suas histórias mais conhecidas, trata-se de uma cinebiografia, ainda que inconvencional. O filme acompanha a trajetória da ex-esquiadora Molly Bloom que, após não conseguir se classificar para as Olimpíadas, começou a organizar jogatinas ilegais, virando a “Princesa do Poquêr” ao atrair astros famosos do cinema, como Matt Damon, Ben Affleck e Tobey Maguire, para seu clube privado e clandestino de apostas. Até que sua vida glamourosa, de muita ostentação, passa a chamar a atenção da máfia russa para o negócio, além da Justiça americana. Apesar da história ser real, apenas Molly, vivida por Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), teve a identidade real preservada na produção, que ainda destaca Idris Elba, no papel do advogado de Bloom. Indicado a um Oscar – Melhor Roteiro Adaptado, para manter a tradição de Sorkin – , o filme tem 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Representante do bom cinema argentino contemporâneo, “Minha Amiga do Parque” chega ao Brasil dois anos após ser premiado no Festival de Sundance 2016 por seu roteiro. Escrito, dirigido e estrelado por Ana Katz, transforma a solidão de uma jovem mãe num suspense, ao relatar como a rotina de levar seu bebê ao parque a aproxima de outras mães envolvidas no mesmo cotidiano, até desconfianças alimentarem paranoia sobre a mais simpáticas de todas não ser o que aparenta. Por fim, “Paulistas” é um documentário brasileiro filmado com olhar realmente cinematográfico, com bastante destaque para a fotografia e seus “personagens”, feito obra de ficção. O apuro técnico – alguns diriam lírico – arrebata e surpreende por ser a estreia na direção de longas de Daniel Nolasco. O título não se refere aos moradores do estado de São Paulo e sim a uma curiosa região rural de Goiás em que não há jovens. O documentário registra o período de férias, quando três irmãos ausentes visitam os pais nesse lugar onde o tempo parece corroer tudo. Foi selecionada para o festival alemão de documentários Dok Leipzig 2017.

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    Acusação de plágio contra A Forma da Água vai parar na Justiça

    21 de fevereiro de 2018 /

    O Oscar de Guillermo del Toro começa a fazer água. O filme “A Forma da Água”, campeão de indicações e um dos favoritos à premiação da Academia, está sendo formalmente processado por plágio da peça “Let Me Hear You Whisper”, escrita por Paul Zindel no final da década de 1960. A ação foi aberta na Justiça americana nesta quarta (21/2) pelo filho do autor, David Zindel. O caso, que sacudiu o diretor Guillermo del Toro, veio à tona em janeiro, após o filme receber 13 nomeações ao Oscar 2018, incluindo as de Melhor Filme, Diretor e, ironicamente, Roteiro Original. De acordo com a acusação, o produtor Daniel Kraus, que propôs o filme a Del Toro, seria um grande admirador da obra Zindel, dramaturgo respeitado nos Estados Unidos e vencedor do Prêmio Pulitzer, assim como o próprio cineasta, e teria apresentado a ideia de situar a história na mesma época em que a peça foi transmitida na TV americana, durante os anos 1960. “Esses e outros detalhes reveladores da escrita e produção do longa evidenciam fortemente que os réus infringiram conscientemente os direitos da peça de Zindel”. Em comunicado, a Fox Searchlight classificou a acusação de “sem fundamento” e “totalmente sem mérito”. “Vamos apresentar uma moção para a corte da Califórnia abandonar o caso”, afirma o estúdio. “Além disso, a queixa parece coincidir com o ciclo de votação do Oscar para pressionar o nosso estúdio a resolver o caso rapidamente. Em vez disso, nós vamos nos defender vigorosamente e, por extensão, este filme inovador e original”. As coincidências entre os enredos de peça e filme são múltiplas. A história de Zindel gira em torno de Helen, uma faxineira que se encanta por um golfinho mantido em cativeiro pelo governo. Para salvar a vida do animal, ela arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Já no filme de Del Toro, Sally Hawkins vive Elisa, uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura marinha, mantida em cativeiro em um laboratório secreto do governo. Ela também arma um plano para driblar a segurança máxima do local e retirá-lo de lá. Mas os resultados daí em diante revelam-se muito diferentes. De fato, se há similaridades na premissa, o restante, incluindo execução, desdobramentos e uma riqueza infinita de detalhes, são opostos. Mesmo assim, David Zindel acredita que se trata de um plágio total. “Estamos chocados que um estúdio desse tamanho possa fazer um filme obviamente baseado no trabalho do meu pai, achando que ninguém reconheceria, ou sem nos perguntar sobre os direitos”, ele argumentou, em email enviado ao jornal inglês The Guardian. Nas redes sociais, a produção de Del Toro já ganhou o apelido maldoso de “A Forma do Plágio”. E surgiu até quem quisesse aumentar o conto, como o cineasta francês Jean-Pierre Jeunet, que acusou o filme de Del Toro de plagiar uma cena de “Delicatessen” (1991). Neste caso, porém, não há a menor semelhança, a não ser pela inspiração de ambos na comédia muda de Charles Chaplin. A versão televisiva de “Let Me Hear You Whisper” foi disponibilizada no YouTube e pode ser conferida abaixo, em quatro partes que confirmam semelhanças e diferenças em relação a “A Forma da Água”.

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    Terceiro Jurassic World é anunciado

    21 de fevereiro de 2018 /

    Ainda faltam quatro meses para a estreia de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mas a Universal Pictures já confirmou a produção da continuação. Ainda sem título definido, o terceiro filme da saga “Jurassic World” entrou no cronograma do estúdio com data de lançamento marcada para 11 de junho de 2021. A data segue o aparente cronograma de produção de um filme novo a cada três anos. A aposta no sucesso de “Jurassic World: Reino Ameaçado” não é descabida. Afinal, o primeiro “Jurassic World” faturou US$ 1,6 bilhão em todo o mundo, retomando a franquia abandonada após três “Jurassic Parks” entre 1993 e 2001. Diretor de “Jurassic World”, Colin Trevorrow permanece a bordo da franquia como produtor e roteirista. Ele também escreveu “Reino Ameaçado” com Derek Connoly. Mas, para o terceiro filme, terá uma nova parceira, Emily Carmichael, roteirista do vindouro “Círculo de Fogo: A Revolta”. “É importante para esta franquia que recebemos novas vozes criativas para manter nossa narrativa fresca e vibrante”, disse Trevorrow, em comunicado. “Estou emocionado com a tensão e a beleza que o diretor JA Bayona trouxe para ‘Reino Ameaçado’, e eu sei que Emily adicionará outra camada de emoção ao capítulo final de nossa trilogia”. Quem também continua na franquia é Steven Spielberg, diretor do filme original de 1993 que deu origem à saga e produtor de todos os filmes. O anúncio só não apresentou o nome do diretor do próximo – e pelo visto último – capítulo. Bem mais tangível, “Jurassic World: Reino Ameaçado”, com direção do mencionado cineasta espanhol JA Bayona (de “Impossível”), materializa seus dinossauros em 21 de junho no Brasil.

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    Festival de Berlim: Steven Soderbergh elege celular como sua câmera de cinema favorita

    21 de fevereiro de 2018 /

    A volta do cineasta americano Steven Soderbergh ao circuito dos festivais rendeu muito assunto, ainda que o resumo da ópera seja um comercial da Apple e seus caros aparelhos de telefonia móvel. Soderbergh presentou no Festival de Berlim 2018 o longa-metragem “Unsane”, que foi inteiramente gravado por meio de um iPhone. A trama acompanha uma mulher (Claire Foy, da série “The Crown”) que sofre o assédio de um psicopata e de uma clínica psiquiátrica que pratica fraudes sistemáticas. Pela forma como foi realizado, Soderbergh revelou, durante a entrevista coletiva do evento, que inicialmente não pretendia lançar “Unsane” nos cinemas, visando negociar um acordo de distribuição com uma plataforma de streaming. No entanto, mudou de ideia ao ver o filme pronto. “Quando encerramos as gravações e assisti ao filme pela primeira vez, pensei que talvez devêssemos tentar os cinemas e a conversa mudou completamente”. “Não é um filme sutil”, ele explicou, comparando as diferenças entre câmera de cinema e de celular. “Nunca tinha trabalhado tão perto de um rosto como agora”, disse o cineasta, que defendeu o iPhone pelo “absoluto imediatismo” que permite na captação de imagens, o que combinava com sua abordagem da trama. Todo o roteiro foi inteiramente gravado em duas semanas e Soderbergh ressaltou que a grande vantagem do iPhone foi sua capacidade de colocar a lente em qualquer lugar “em questão de segundos”. “A capacidade de assistir a um ensaio e depois entrar imediatamente na gravação da cena mantém o nível de energia”, disse ele, acrescentando que será “complicado voltar a uma maneira mais convencional de filmagem”. A atenção em torno do uso do iPhone acabou repercutindo mais que o tema do assédio. O diretor lembrou que as gravações ocorreram antes da explosão dos escândalos por abusos sexuais e a campanha #MeToo, que sacode Hollywood. “Gravamos o filme antes do início do #MeToo. Mas, certamente, o assédio é um tema muito presente no filme”, situou o cineasta, ressaltando que o psicopata da história ignora a rejeição da vítima para forçá-la a aceitar seu assédio. “Essas são questões que sempre existiram, então foi pura coincidência o tema ter se tornado tão relevante, mas estou interessado nesses tipos de dinâmica. Não apenas a dinâmica de gênero, mas a dinâmica de poder, o que acontece com as pessoas quando elas são presas em um sistema projetado para tirar a identidade das pessoas”, acrescentou. Ele também abordou sua alardeada aposentadoria do cinema em 2013, e o fato de ter retornado ao circuito no ano passado com “Logan Lucky”. “Eu acho que confundi parte da minha frustração com a indústria cinematográfica… e em seguida fiz uma série (‘The Knick’) em que senti mais prazer de trabalhar. Mas uma vez que voltei ao cinema, decidi continuar trabalhando para quebrar barreiras e este filme, mais do que qualquer outro trabalho recente, me fez sentir como se tivesse retomado uma espécie de cinema a que me entreguei quando era adolescente, então foi um prazer”, concluiu. Entusiasmado pela liberdade permitida pelo iPhone, ele revelou que seu próximo projeto, com gravações marcadas já para a próxima semana, também será feito com celular. Só não disse qual seria esse projeto – ele está em envolvido num drama sobre o escândalo financeiro dos Panamá Papers e o thriller “Planet Kill”.

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    Maisie Williams desmente plano de gravação de múltiplos finais para Game of Thrones

    21 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Maisie Williams, intérprete de Arya Stark em “Game of Thrones”, desmentiu o presidente da HBO, Casey Bloys, sobre a possibilidade de gravação de múltiplos finais da série para despistar os paparazzi. Em entrevista ao apresentador Jimmy Kimmel, ela confessou que isso não deve acontecer. “Eu ouvi isso e pensei, ‘Não acho que tenhamos o orçamento para filmar vários finais'”. Questionada por Kimmel sobre o fato de o presidente saber qual seria o orçamento disponível, ela retrucou: “Bem, como sabemos, às vezes presidentes não falam sempre a verdade”, disse, numa farpa direcionada a Donald Trump, que arrancou risadas e aplausos. Seu colega de elenco, Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaimie Lennister, já havia dito que a ideia de filmar inúmeros finais não era muito lógica. “Você não vai gastar US$ 100 mil por dia para gravar algo que não vai usar?”, questionou o ator para a revista Marie Claire no ano passado. A 8ª e última temporada de “Game of Thrones” vai ao ar apenas em 2019, em data ainda não oficialmente revelada – que seria abril, segundo deixou escapar a própria Maisie Williams, em entrevista anterior.

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