Vídeo e fotos de Vingadores: Guerra Infinita revelam clima dos bastidores da filmagem
A Marvel divulgou três fotos e um vídeo muito bacana dos bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita”, em que o elenco compartilha as experiências e a camaradagem criada ao longo dos vários filmes do estúdio e o ótimo clima da produção, com encontros, reencontros e muita diversão por trás das câmeras. O filme promove pela primeira vez o encontro dos Vingadores com os Guardiões da Galáxia, reunindo todos os heróis da Marvel para enfrentar a ameaça do supervilão Thanos (Josh Brolin). Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Samuel L. Jackson aparece com visual diferente nos bastidores de Capitã Marvel
O ator Samuel L. Jackson publicou em seu Instagram uma imagem com a hashtag do filme “Capitã Marvel”. Num post anterior, ele tinha identificado o local como “cadeira de maquiagem”. Na foto, ele aparece sem o tapa-olho e o tradicional cavanhaque de Nick Fury, personagem que ele volta a interpretar no longa-metragem. Como o filme se passa nos anos 1990, pode ser que Fury surja com um visual diferente. Mas também é possível que a cicatriz no olho e o cavanhaque sejam incluídos na maquiagem, o que justificaria sua presença no local. Na legenda, ele escreveu: “Humor matinal. Que diferença o cavanhaque faz! Atitude é tudo!” Além de citar Capitã Marvel na sequência, ele incluiu hashtags de Nick Fury e “Rosto de Shaft vs. rosto de Fury”. Jackson também está trabalhando numa continuação do remake de “Shaft” (2000). O primeiro filme de super-heroína da Marvel será estrelado por Brie Larson como Carol Danvers/Capitã Marvel, Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) como Walter Lawson/Mar-Vell, Gemma Chan (série “Humans”) como a vilã Dra. Minerva/Minn-Erva, e trará de volta Clark Gregg aos filmes da Marvel, como o agente Coulson, da SHIELD. Por ser um prólogo, o filme também incluirá dois personagens que já morreram no Universo Cinematográfico da Marvel: os vilões Ronan (Lee Pace) e Korath (Djimon Hounsou), que enfrentaram os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. A trama está sendo mantida em segredo, mas já se sabe que envolverá as raças alienígenas dos kree e dos skrulls. O roteiro foi finalizado por Geneva Robertson-Dworet (de “Tomb Raider”), a partir de uma premissa escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia é prevista para 14 de março de 2019 no Brasil. Morning mood! What a difference a goatee makes! Attitude is everything!!#NickFury#CaptainMarvel#ShaftfacevsFuryface Uma publicação compartilhada por Samuel L Jackson (@samuelljackson) em 11 de Abr, 2018 às 7:19 PDT
O Doutrinador: Filme do super-herói brasileiro que combate a corrupção ganha primeiro teaser
A Downtown Filmes divulgou o primeiro teaser de “O Doutrinador”, filme de super-herói brasileiro. A prévia mostra o vigilante mascarado entre protestos, repressão policial e caçando políticos e empresários corruptos, que carregam malas de dinheiro. Este teaser será exibidos nos cinemas antes do filme “Vingadores: Guerra Infinita”, no final de abril. Vivido pelo ator Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”), o Doutrinador é inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller e já rendeu duas graphic novels. Originalmente concebido em 2008, os quadrinhos originais ficaram na gaveta de Luciano Costa até 2013, quando ele resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, Miguel virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), reescrito por mais cinco nomes, e direção de Gustavo Bonafé (do vindouro “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) e Fabio Mendonça (“A Noite da Virada”), o filme ainda inclui no elenco Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Carlos Betão, Samuel de Assis e Tuca Andrada, entre outros. A estreia está prevista para setembro, em plena campanha presidencial, mas a história vai continuar numa série em 2019, que será exibida no canal pago Space.
Festival É Tudo Verdade traz documentários contundentes em sua programação
Principal festival de documentários do Brasil – e da América Latina – , o É Tudo Verdade começa sua 23ª edição nesta quarta (11/4) no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, e na quinta na Cinemateca do MAM, no Rio. Dois documentários biográficos abrem as sessões: “Adoniran — Meu Nome É João Rubinato”, sobre o músico Adoniran Barbosa, dá a largada na versão paulistana do festival, e “Carvana”, sobre o ator e cineasta Hugo Carvana, inaugura a porção carioca. Mas são outras produções que devem dar mais o que falar no evento. Um dos mais impactantes da mostra, “Auto de Resistência”, de Natasha Neri e Lula Carvalho, conta com a presença de Marielle Franco, vereadora carioca recém-assassinada, em registro da comissão da Assembléia Legislativa carioca que investigou a violência policial do Rio. O filme foi gestado após uma visita de Neri a uma delegacia de polícia em 2008, quando atuava como pesquisadora no Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da UFRJ. Ela conta que, na ocasião, percebeu duas pilhas de inquéritos: uma relativa a homicídios e outra classificada como autos de resistência, em que policiais matavam supostos criminosos. “Não tratavam os autos como homicídio”, disse a diretora, em entrevista ao jornal O Globo. Com seu marido Lula Carvalho, diretor de fotografia de “Tropa de Elite”, ela resolveu transformar seu acesso aos números da crise da segurança pública em filme. “Tivemos, só em janeiro deste ano, 154 homicídios em consequência da ação da polícia. Isso dá uma média de cinco por dia. Não é algo que a gente possa naturalizar”, afirma. O filme registra vários casos de abusos, como a chacina de Costa Barros, em 2015, quando cinco jovens foram confundidos com ladrões de carga e receberam 111 tiros da polícia, e o episódio em que um morador do Morro da Providência gravou um grupo de policiais colocando uma arma na mão de um suspeito assassinado. Além disso, também acompanha os familiares das vítimas dos tais autos de resistência, e não perde tempo com análises, fazendo “cinema direto” e urgente sobre seu tema. Além deste documentário, também são bastante aguardados “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, registro do impeachment de Dilma Rousseff, “Ex-Pajé”, de Luiz Bolognesi, sobre as comunidades indígenas ameaçadas pelo avanço evangélico, e “Elegia de um Crime”, no qual o cineasta Cristiano Burlan investiga o assassinato da mãe. Os dois primeiros foram exibidos no Festival de Berlim deste ano. Entre os destaques internacionais da seleção, ainda há dois filmes de diretores brasileiros: “Naila e o Levante”, de Julia Bacha, que relembra a Primeira Intifada, na Palestina, e “Zaatari: Memórias do Labirinto”, de Paschoal Samora, um registro do maior campo de refugiados sírios, na Jordânia. Já a homenagem do ano será para a documentarista americana Pamela Yates, cuja obra se debruça sobre a temática dos direitos humanos e a América Latina. A programação inclui ao todo 51 longas e curtas. Ou seja, um quarto dos títulos do ano passado. Em compensação, aumentou a presença de longas dirigidos por brasileiros, de 11 em 2017 para 14 neste ano. A diferença na quantidade de filmes estrangeiros foi a principal consequência da perda de apoio de Petrobras e BNDES, parceiros tradicionais do evento. Segundo o diretor do festival Amir Labaki, a decisão de última hora – informada em fevereiro – teve impacto na organização. Apesar disso, parte do rombo deixado pela ausência do patrocínio do governo federal foi coberto pela entrada de outro parceiro, o Sesc.
Doutor Estranho, Tony Stark, Bruce Banner e Wong se juntam em 4 fotos de Vingadores: Guerra Infinita
A Marvel divulgou quatro fotos de “Vingadores: Guerra Infinita” que reúnem um quarteto inesperado de super-heróis: Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) Bruce Banner/Hulk (Mark Ruffalo) e Wong (Benedict Wong). Uma das imagens, com a pose mais desafiadora, já tinha sido antecipada por uma revista, com seu indefectível logotipo. Pela quantidade de destroços, a cena se passa logo após uma batalha. Com direção de Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel.
Jumanji ultrapassa Homem-Aranha e vira maior bilheteria da Sony na América do Norte
Finalmente aconteceu. “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” virou a maior bilheteria da história da Sony na América do Norte, ao atingir US$ 403,707M (milhões) nesta terça-feira (10/4). O filme superou o antigo líder de arrecadação, o primeiro “Homem-Aranha” (2002), que reinou por 16 anos no topo do ranking doméstico do estúdio, com US$ 403,706M. O montante também representa um dos maiores faturamentos mundiais do estúdio. Com US$ 950,7M, perde apenas para “007 – Operação Skyfall”, único filme da Sony que rendeu mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias. A arrecadação também supera todos os filmes já feitos pelos integrantes do elenco no mercado doméstico, inclusive as franquias “Velozes e Furiosos”, de Dwayne Johnson, e “Guardiões da Galáxia”, de Karen Gillan. Os dois estrelaram “Jumanji” ao lado de Jack Black e Kevin Hart. Não é por acaso que a Sony trabalha atualmente no desenvolvimento de uma sequência para o blockbuster, prevista para dezembro de 2019.
Produtora deixa escapar que Michelle Pfeiffer está em Vingadores: Guerra Infinita
A produtora Victoria Alonso, que trabalha nos filmes da Marvel, deixou escapar um segredo da produção de “Vingadores: Guerra Infinita”, durante entrevista à revista The Hollywood Reporter. Ao comentar grandiosidade do filme e a quantidade de astros envolvidos, ela mencionou o nome de uma atriz que, até então, ninguém sabia que participaria do filme. “Não vou mentir para você, eu chorei. Você tem que se tocar, você vê todas estas estrelas falando sobre outras estrelas e tipo ‘Meu Deus, é a Michelle Pfeiffer? É! Foi como um momento muito Hollywood, o que eu achei bonito e adorável”, ela contou. Michelle Pfeiffer está no elenco de “Homem-Formiga e a Vespa”, o lançamento seguinte da Marvel, mas não havia indícios de sua participação em “Vingadores: Guerra Infinita”. A atriz vive a personagem Janet Van Dyne, a Vespa original, mãe de Hope Van Dyne (Evangeline Lilly), que desapareceu no universo subatômico há muitos anos, segundo relatado no filme “Homem-Formiga” (sem a atriz) em 2015. Assim, “Vingadores: Guerra Infinita” marcará a estrela da atriz, que já foi a Mulher-Gato nos anos 1990, no universo cinematográfico da Marvel. O filme chega aos cinemas brasileiros em 26 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Marco Pigossi vive maior matador do Brasil no trailer do filme O Nome da Morte
A Imagem Filmes divulgou o pôster, fotos e o trailer de “O Nome da Morte”, thriller criminal que marca a estreia de Marco Pigossi (novela “A Força do Querer”) no cinema, no papel do maior matador do Brasil. A prévia até começa como uma novela romântica, mas muda de tom abruptamente e engata até uma contagem de corpos. Baseado na história real de um pistoleiro que matou quase 500 pessoas, o filme conta a história de Júlio Santana (Pigossi), um jovem que vive com a família no interior e é convidado pelo tio para conhecer a cidade grande. Mas o tio Cícero (André Mattos) só pensa em explorar a destreza do rapaz com as armas para lhe empregar num ofício macabro. Apesar de religioso e com a consciência atormentada, por lealdade ao tio o rapaz se torna uma lenda, com quase 500 mortes na conta. Na vida real, o assassino nunca foi pego. Ele só foi preso uma vez e escapou após subornar um policial. Baseado no livro homônimo de 2006, escrito pelo jornalista Klester Cavalcanti, e rodado no Tocantins, o filme tem roteiro e direção de Henrique Goldman (de “Jean Charles”) e seu elenco ainda inclui Fabiula Nascimento (“O Lobo Atrás da Porta”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Tony Tornado (“A Noite da Virada”) e Martha Nowill (“Vermelho Russo”). A estreia está marcada para 9 de agosto.
José Padilha quer filmar história da pior obra da corrupção brasileira: a usina de Belo Monte
Depois de causar polêmica com a série “O Mecanismo” pela Netflix, José Padilha já planeja abordar outra história controversa do Brasil recente: a construção da usina de Belo Monte. “Eu me interesso em falar sobre o que aconteceu em Belo Monte. Eu me interesso porque é uma mistura de corrupção com um profundo descaso ambiental e antropológico. É um crime que tem muitas dimensões. Eu me interesso e estou estudando para fazer talvez um filme”, disse o cineasta durante entrevista ao programa “Conversa com Bial”, exibido na noite de segunda-feira (9/4) na rede Globo. Conhecido por falar abertamente sobre política, Padilha disse que o Brasil “é um país maravilhoso”, mas com “uma história atribulada”. “O Brasil tem um monte de gente boa, um monte de gente talentosa. Não são os recursos naturais porque, o que tem lá no Japão? O japonês! E dá certo, não é? Então são as pessoas. E o Brasil tem as pessoas. O problema é que o Brasil tem uma história atribulada. Saiu de uma ditadura para uma democracia que se instaurou um pouco como farsa. A democracia no Brasil, se você compra a minha tese e a do ‘Mecanismo’, é um método de desapropriação. Você unge o desapropriador pelo voto popular, mas ele foi eleito com dinheiro de caixa 2, desviado do seu bolso e roubado de você”. E essa corrupção incrustada na política, argumenta o cineasta, tem consequências perigosas. “Uma pessoa honesta vai pensar 100 vezes antes de entrar na política, porque ela não vai se dispor a fazer o que precisa ser feito para se eleger. Cargo público no Brasil é quase certidão de corrupção. Tem alguns políticos… por exemplo Marcelo Freixo é um político honesto, eu conheço. Tem políticos honestos, mas eles são a minoria”. Na entrevista, Padilha também afirmou que é difícil fazer cinema no Brasil e alfinetou os “jornalistas de direita” que criticam cineastas por usar recursos públicos – como os provenientes da Lei do Audiovisual – para suas obras. “Tem essa ideia no Brasil de que o cineasta ‘mama nas tetas do governo’. É um pedaço dessa cegueira ideológica que a gente tem no Brasil. Os jornalistas de direita adoram falar mal dos cineastas que são formadores de opinião, normalmente de esquerda. Então eles vão lá e falam ‘você está recebendo dinheiro de Lei Rounaet, Lei do Audiovisual, e isso é uma moleza. Não é uma moleza” “É difícil fazer cinema, é apertadíssimo o orçamento”, completou. “Ninguém ganha dinheiro e, para terminar, o incentivo no Brasil é muito menor que nos outros países. É menor do que o incentivo nos Estados Unidos. ‘Robocop’ tinha um orçamento de US$ 120 milhões, e US$ 35 milhões eram de incentivo. A direita brasileira não sabe o que está falando, é só pra espezinhar”.
Jason Statham enfrenta maior tubarão do mundo no primeiro trailer de Megatubarão
A Warner Bros. divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Megatubarão”, filme que coloca Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) contra o maior tubarão do mundo. A prévia aparece um apanhado de cenas de vários filmes de tubarão gigante, desde o clássico de Steven Spielberg de 1975 até a sequência trash em que o bicho engole o avião de Michael Caine. E tudo começa com uma cena reminiscente de “Do Fundo do Mar” (1999). Mas a tragédia do fundo do mar também inclui outras criaturas gigantes, o que evoca ainda “O Fator Netuno” (1973) e promete até uma reprise com melhor orçamento do confronto de “Mega Shark vs. Giant Octopus” (2009). Ficou só faltando um “Sharknado”… O filme adapta o primeiro volume de uma franquia literária, iniciada em 1997 por Steve Alten e que já dura sete livros. Mas apesar do título, o protagonista dos livros não é o monstro, mas Jonas Taylor, um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon (vem daí o nome Meg, do título original em inglês), um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. No filme, Taylor é vivido por Statham. O projeto da adaptação existe desde a época do lançamento do primeiro livro, quando a Disney chegou a encomendar um roteiro a Belle Avery e Dean Georgaris (ambos do remake de “Sob o Domínio do Mal”). Na ocasião, a produção não foi adiante porque, ironicamente, a Warner lançou “Do Fundo do Mar” (1999). A versão atual foi escrita por James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e pelos irmãos Erich e Jon Hoeber (“Battleship”) e tem direção de Jon Turteltaub (“A Lenda do Tesouro Perdido”). Além do inglês Staham, o elenco multinacional também destaca a chinesa Li Bingbing (“Resident Evil 5: Retribuição”), o neozelandês Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”), o japonês Masi Oka (série “Heroes”). os australianos Ruby Rose (“Resident Evil 6: O Capítulo Final”) e Robert Taylor (série “Longmire”) e os americanos Rainn Wilson (série “The Office”) e Page Kennedy (série “Weeds”). A estreia está marcada para 9 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Roteirista do filme solo de Bumblebee vai escrever Batgirl
O filme da “Batgirl” voltou a dar sinais de vida após a desistência de Joss Whedon. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Warner contratou a roteirista Christina Hodson para criar a trama da adaptação dos quadrinhos da heroína de Gotham City. Hodson é a escritora do vindouro filme solo de “Bumblebee”, spin-off de “Transformers” com estreia prevista para dezembro, além de dois thrillers fraquíssimos, “Refém do Medo” (2016) e “Paixão Obsessiva” (2017). Com a desistência de Whedon, havia uma pressão para a Warner contratar mulheres para escrever e dirigir o filme. O diretor de “Os Vingadores” e “Liga da Justiça” assumiu o projeto do primeiro filme solo de Barbara Gordon, a filha do Comissário Gordon, em março de 2017, com a missão de levar aos cinemas uma nova heroína empoderada. Rumores davam conta que havia até uma atriz cotada para o papel: Lindsey Morgan, que vive Raven na série “The 100”. Mas o sucesso de “Mulher-Maravilha” aumentou o nível de exigência do próprio cineasta. Fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter confirmaram que Whedon não soube que direção dar ao filme e optou por desistir, abrindo caminho para que mulheres assumissem a responsabilidade. Barbara Gordon é a versão mais famosa de Batgirl, originalmente introduzida em 1961 como a identidade secreta da tenista Betty Kane. Barbara entrou em cena apenas seis anos depois, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Yvonne Craig não só foi a primeira intérprete como também modelo físico para a heroína, que foi integrada aos quadrinhos simultaneamente à sua estreia na série. Apesar de ter até revista própria, a personagem só voltou a ganhar carne e osso 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). De forma significativa, a personagem também faz figuração no mundo virtual do recente “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg – que é uma produção da Warner.
Diretores confirmam que Steve Rogers não é mais Capitão América em Vingadores: Guerra Infinita
Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”, postaram uma imagem em seu Instagram, na qual confirmam que Steve Rogers, o personagem vivido pelo ator Chris Evans, não se identifica mais como Capitão América no cinema. Após abandonar seu escudo em “Capitão América: Guerra Civil”, ele assumiu a identidade de Nômade. Já havia especulação dos fãs a este respeito, e a imagem, que afirma categoricamente que “Chris Evans é o Nômade”, confirma as teorias. Nômade foi o nome adotado por Steve Rogers nos quadrinhos em 1974, após abandonar o uniforme do Capitão América, desiludido com os Estados Unidos. Consequência dos escândalos políticos dos anos 1970, época de Watergate, Rogers ficou envergonhado em usar as cores da bandeira americana após descobrir que o líder misterioso de uma organização de vilões era, na verdade, um político importante. Ele passou menos de um ano como “Nômade”, antes de tropeçar na própria capa e sentir saudades do escudo. O uniforme com capa azul e amarela do personagem era bem diferente do traje que Chris Evans aparece envergando nos vídeos e fotos de “Vingadores: Guerra Infinita”. A versão de cinema dispensa o escudo e substitui a vestimenta colorida tradicional do Capitão América por um traje de cor acinzentada. Para completar, os irmãos Russo também postaram uma ilustração do Soldado Invernal (vivido por Sebastian Stan) no Twitter, segurando o escudo do Capitão América. E isto é alimento para outras teorias, já bastante discutidas nos fóruns online. A estreia do Nômade nos filmes da Marvel – e de “Vingadores: Guerra Infinita” – está marcada para 26 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em 9 de Abr, 2018 às 6:09 PDT #NewProfilePic pic.twitter.com/mFzzWyYocS — Russo Brothers (@Russo_Brothers) April 9, 2018
Diego Boneta entra no reboot de O Exterminador do Futuro
O ator mexicano Diego Boneta, que estrelou a série “Scream Queens” e o musical “Rock of Ages”, entrou no elenco do próximo filme da franquia “O Exterminador do Futuro”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele terá um papel fundamental no reboot do reboot da franquia. Ainda que detalhes estejam sendo mantidos em segredo no cofre da Cyberdyne, fontes ouvidas pela publicação afirmam que ele interpretará um personagem humano. Ele se junta à atriz Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), anteriormente anunciada, e aos astros dos dois primeiros filmes, Linda Hamilton e Arnold Schwarzenegger, que voltarão a se encontrar após 28 anos. O filme também marca o regresso do cineasta James Cameron à franquia. Ele retorna como roteirista e produtor, após comandar os dois longa-metragens iniciais. A direção está a cargo de Tim Miller (“Deadpool”). E, com um pequeno adiamento, a estreia encontra-se marcada para 22 de novembro de 2019 nos Estados Unidos.












