PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

Robert Eggers revela trailer de terror de lobisomem medieval

Diretor de “Nosferatu” volta a reunir elenco do filme de vampiro em novo horror influenciado pelo expressionismo

Leia mais
30 de junho de 2026
Filme

Messi aparece com Tom Holland em novo comercial do “Homem-Aranha”

Peter Parker revela ser fã do artilheiro da Copa do Mundo 2026 em vídeo de “Homem-Aranha: Um Novo Dia”

Leia mais
30 de junho de 2026
Filme

Klara Castanho viverá Maiara em filme sobre Marília Mendonça

Cinebiografia da Prime Video terá Marina Versos como protagonista e vai retratar amizade da cantora com Maiara e Maraisa

Leia mais
30 de junho de 2026
  • Filme

    Estúdio de It: A Coisa vai aptar A Longa Marcha de Stephen King

    29 de abril de 2018 /

    Depois do sucesso de “It: A Coisa”, Hollywood entrou em ritmo frenético de adaptações de livros de Stephen King. O estúdio New Line, que produziu “It”, anunciou que adaptará a seguir “A Longa Marcha” (The Long Walk, no original em inglês), um romance escrito ainda nos anos 1970. King publicou “A Longa Marcha” sob o pseudônimo Richard Bachman em 1979, porque não era uma obra de terror como seu público estava acostumado, mas uma sci-fi distópica adolescente, precursora das disputas até a morte de “Battle Royale” e “Jogos Vorazes”. O livro é ambientado no futuro e acompanha um grupo de 100 adolescentes que se inscrevem num concurso anual arriscado. O vencedor ganha o que quiser pelo resto de sua vida, enquanto todos os perdedores são condenados à morte. Para vencer, é preciso seguir duas regras: não parar e andar mais rápido do que quatro milhas por hora (aproximadamente, 6,4 km/h). James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) trabalha no roteiro e ainda não há diretor definido. O projeto se junta a vários outros em desenvolvimento, como a adaptação de “Os Estranhos – Tommyknockers”, a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal”), o remake de “Cemitério Maldito” e até uma série, “Castlerock”, produzida por J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”).

    Leia mais
  • Filme

    Samuel L. Jackson aparece no set de Capitã Marvel com visual rejuvenescido de Nick Fury

    28 de abril de 2018 /

    O ator Samuel L. Jackson foi flagrado no set do filme “Capitã Marvel” com o visual rejuvenescido de Nick Fury. As fotos tiradas na sexta (27/4) nas ruas de Los Angeles pelos paparazzi do site Hollywood Pipeline, mostram-no ao lado de Brie Larson (trajada com o uniforme da super-heroína do título). Além de maquiagem para parecer mais novo, seu rosto traz pontos brancos, que servirão de referência para acrescentar tratamento digital ao rejuvenescimento. Como a trama é um prólogo, passado nos anos 1990, o personagem também não aparece com o tapa-olho, a careca e o tradicional cavanhaque vistos nos primeiros filmes da Marvel. O primeiro filme de super-heroína da Marvel também inclui em seu elenco Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) como Walter Lawson/Mar-Vell, Gemma Chan (série “Humans”) como a vilã Dra. Minerva/Minn-Erva e trará de volta Clark Gregg aos filmes da Marvel, como o agente Coulson, da SHIELD. Além deles, o filme ainda contará com dois personagens que já morreram no Universo Cinematográfico da Marvel: os vilões Ronan (Lee Pace) e Korath (Djimon Hounsou), que enfrentaram os Guardiões da Galáxia no primeiro filme dos heróis, em 2014. A trama está sendo mantida em segredo, mas já se sabe que envolverá as raças alienígenas dos kree e dos skrulls. O roteiro foi finalizado por Geneva Robertson-Dworet (de “Tomb Raider”), a partir de uma premissa escrita por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”). A direção está a cargo do casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010), “Parceiros de Jogo” (2015) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia é prevista para 14 de março de 2019 no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Zoe Saldana confirma o esperado: todos os atores vão voltar em Vingadores 4

    28 de abril de 2018 /

    A atriz Zoe Saldana soltou o anti-spoiler mais previsto dos últimos tempos. Sabe aquele final que a Marvel insiste que não pode ser revelado, pedindo para evitarem spoilers? Pois será desfeito em “Vingadores 4”. Perguntada por uma repórter do canal pago E! se tinha sido difícil dar adeus aos demais atores ao final das filmagens de “Vingadores: Guerra Infinita”, a intérprete de Gamora soltou esta: “Não parecia [um adeus], parecia mais um ‘ainda vai continuar’, pois sabia que todos voltaríamos em algum momento este ano para terminar o segundo – o quarto filme da franquia ‘Vingadores’. Então, foi mais um ‘te vejo depois’, não um adeus formal”, afirmou. Sentado a seu lado, Chris Pratt confirmou. Veja o vídeo abaixo. Quem acredita que os heróis morreram no filme – e no Papai Noel – pode imaginar que ela esteja se referindo a um flashback, em que todos ainda estavam vivos. Mas a situação é igual à “surpresa” que a DC Comics insistiu em fazer em “Liga da Justiça”: Superman estaria morto, só que não. Vale considerar que “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” estabeleceu uma fórmula muito interessante para apagar mortes trágicas e relançar uma franquia, e “Vingadores 4”, que ainda não tem título oficial, parece se encaminhar para uma solução parecida – com viagem no tempo.

    Leia mais
  • Filme

    Vingadores: Guerra Infinita registra maior bilheteria de estreia da Marvel na América do Norte

    28 de abril de 2018 /

    Os primeiros dias de exibição de “Vingadores: Guerra Infinita” já registram recordes atrás de recordes para a Disney, deixando para trás os números de “Pantera Negra”, que tanto tinham impressionado. O filme abriu na sexta (27/4) nos Estados Unidos e Canadá com US$ 105,9M – uma conta que inclui sessões noturnas de quinta, que renderam US$ 39M – , pulverizando o desempenho de “Vingadores: Era de Ultron”, que arrecadou US$ 84,4M em 2015, e “Pantera Negra”, com US$ 75,9M neste ano. A estreia só foi menor que a de “Star Wars: O Despertar da Força”, que abriu com US$ 119,1M em 2015. O estúdio esfrega as mãos, já que, graças a “Pantera Negra” e a abertura de “Vingadores: Guerra Infinita”, duas produções da Marvel, se tornou o primeiro de Hollywood a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão de faturamento na América do Norte em 2018. E isto no tempo mais curto já registrado, durante o quarto mês do ano. O recorde anterior pertencia à própria Disney, atingido em 7 de maio de 2016. O mercado internacional também vem acompanhando esse desempenho. Após a estreia de US$ 39M (milhões) na quarta (25/4), que quebrou recordes na Coreia do Sul, França e outros países, “Vingadores: Guerra Infinita” somou mais 22 mercados na quinta e outros US$ 55M de arrecadação estrangeira para elevar seu faturamento a US$ 95M nos primeiros dois dias nas bilheterias internacionais. Na sexta, a soma quase dobrou, com mais US$ 83,5M, totalizando a soma internacional em US$ 178,5M em três dias. E isto sem o mercado chinês, onde o filme só chegará em 11 de maio. Juntando os valores da América do Norte, o longa já soma, entre quarta e sexta-feira, US$ 284,4M em todo o mundo. Diante dessa largada, o desempenho do fim de semana está sendo acompanhado com expectativa pelo mercado, já que o filme deve atingir mais de US$ 200M na bilheteria doméstica e US$ 500M mundial. Resta saber se conseguirá quebrar o recorde de “O Despertar da Força”, que estreou com US$ 247,9M na América do Norte há dois anos, e de “Velozes e Furiosos 8”, que abriu com US$ 532,5 milhões mundiais no ano passado. De todo modo, são valores que somente um punhado de produções conseguiu materializar.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Michael Anderson (1920 – 2018)

    28 de abril de 2018 /

    Morreu o cineasta britânico Michael Anderson, diretor de clássicos como “1984” (1956), “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1957), “As Sandálias do Pescador” (1968) e “Fuga do Século 23” (1976). Ele faleceu no sábado (27/4) em Vancouver, no Canadá, aos 98 anos. Anderson teve uma longa carreira cinematográfica, que durou exatos 50 anos de atividade. Dentre seus trabalhos, estão alguns filmes que o fizeram ser considerado um dos melhores diretores de sequências de guerra de sua época. Seu grande clássico do gênero, “Labaredas do Inferno” (1955), entrou na lista dos principais filmes britânicos do século 20, organizada pelo British Film Institute, mas também é celebrado pelas novas gerações sem que tenham consciência, já que serviu de inspiração assumida para o combate aéreo do final de “Guerra nas Estrelas” (1977). Por coincidência, ele também era saudado como mestre da sci-fi. O diretor foi pioneiro do gênero das distopias, ao realizar “1984” (1956), a primeira adaptação cinematográfica da obra-prima de George Orwell – livro que sintetiza o subgênero distópico e deu origem à expressões como duplipensar, novilíngua e Big Brother. Ele também filmou o herói pulp “Doc Savage: O Homem de Bronze” (1975), uma das inspirações originais dos quadrinhos de Superman (“o homem de aço”). E deu vida a “Fuga no Século 23” (1976), mais conhecido pelo título original “Logan’s Run”. Baseado no livro escrito por William F. Noland e George Clayton em 1967, “Fuga no Século 23” se passava num futuro distópico e seu protagonista chamado Logan (Michael York, no filme) era um caçador de foragidos de uma rígida lei populacional, que não permitia a ninguém viver mais que 30 anos. Entretanto, quando está prestes a completar 30 anos, ele também decide escapar. A produção se tornou cult, rendeu até uma série de TV e há mais de uma década Hollywood anuncia planos de remake. Sua filmografia de fôlego inclui ainda bons suspenses, comédias, dramas e até dois filmes sobre papas – o famoso “As Sandálias do Pescador” (1968) e o efêmero “Joana, a Mulher que Foi Papa” (1972). Mas a obra que definiu sua carreira foi uma aventura épica, “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1957), adaptação do clássico de Jules Verne com três horas de duração. Além da narrativa ambiciosa, a produção virou uma aula de logística, estabelecendo recordes para utilizações de câmeras, cenários, figurinos, participações especiais e locações. O filme trazia David Niven no papel de Phileas Fogg, acompanhado pelo lendário comediante mexicano Catinflas como seu ajudante Passepartout. Graças a uma aposta para estabelecer um recorde da era vitoriana, os dois embarcavam numa viagem ao redor do planeta a bordo de um balão movido a gás. E, pelo meio do caminho, encontravam um verdadeiro quem é quem da indústria do entretenimento da época, incluindo Frank Sinatra, Shirley MacLaine, John Gielgud, Noel Coward, Charles Boyer, Marlene Dietrich, Buster Keaton e Red Skelton, entre outros, no maior número de estrelas famosas reunidas num filme até então. “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1957) foi indicado a oito Oscars, incluindo Melhor Direção para Anderson. O cineasta não conquistou o troféu, mas seu trabalho resultou no Oscar de Melhor Filme, derrotando nada menos que “Assim Caminha a Humanidade” e “Os Dez Mandamentos”. Ele também dirigiu minisséries para a televisão, incluindo as aclamadas “Planeta Vermelho” (The Martian Chronicles, 1980), baseada na obra sci-fi de Ray Bradbury, “A Hora da Vingança” (Sword of Gideon, 1986), que é basicamente a história que Steven Spielberg filmou em “Munique” (2005) e “A Jovem Catarina” (Young Catherine, 1991), sobre a juventude da imperatriz Catarina, a Grande. Casado três vezes, Anderson passou seus anos finais no Canadá com a esposa, a atriz canadense Adrianne Ellis (“Torvelinho de Paixões”), e era incentivador da carreira de atriz da enteada, Laurie Holden, intérprete de Andrea em “The Walking Dead”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Agildo Ribeiro (1932 – 2018)

    28 de abril de 2018 /

    Morreu Agildo Ribeiro, um dos comediantes de maior sucesso no Brasil. Ele faleceu neste sábado (28/4) em sua casa no Leblon, no Rio de Janeiro, aos 86 anos. O humorista sofria de um grave problema vascular e, após um tombo recente, estava com dificuldades de se manter muito tempo em pé. Nascido em 26 de abril de 1932, Agildo sempre foi associado ao bom humor, tanto que seu apelido era o “Capitão do Riso”. Fez rádio, teatro, cinema, mas ficou mais conhecido com seus inesquecíveis personagens da TV, nos programas “O Planeta dos Homens” (1976), “Estúdio A…Gildo!” (1982), “Escolinha do Professor Raimundo (1994) e “Zorra Total”. O talento para a comédia foi desenvolvido ainda no Colégio Militar, com imitações dos professores que faziam muito sucesso entre os colegas, mas não com a direção. Acabou aconselhado a sair da escola. Para frustração do pai, o tenente comunista Agildo Barata, foi fazer teatro. Agildo enveredou pelo teatro de revista e não demorou a se juntar à turma da Cinelândia para aparecer em meia dúzia de chanchadas com Ankito. A filmografia inaugurada com “O Grande Pintor”, em 1955, também incluiu uma comédia de Mazzaropi, “Fuzileiro do Amor” (1956), e uma chanchada da Atlântida, “Esse Milhão É Meu” (1959), com Oscarito. Foram uma dezena de comédias até Agildo participar do thriller americano “Sócio de Alcova” (1962) e da espionagem francesa “O Agente OSS 117” (1965), ambos filmados no Rio e entremeados por um curto desvio pelo cinema dramático – fase que incluiu o clássico criminal “Tocaia no Asfalto” (1962), de Roberto Pires, e o pioneiro filme de favela “Esse Mundo é Meu” (1964), de Sérgio Ricardo. Aos poucos, porém, as comédias voltaram a prevalecer, com participações no clássico infantil “Pluft, o Fantasminha” (1965), o musical da Jovem Guarda “Jerry – A Grande Parada (1967), “A Espiã Que Entrou em Fria” (1967), “A Cama Ao Alcance de Todos” (1969) e “Como Ganhar na Loteria sem Perder a Esportiva” (1971). Este último marcou época por incluir alguns dos colegas que acompanhariam Agildo por parte da carreira, como os comediantes Costinha e Renata Fronzi, futuros “alunos” da “Escolinha do Professor Raimundo”. Sua estreia na telinha foi numa série da rede Globo, “TNT”, em 1965, no qual interpretava um repórter que narrava a história de três jovens modelos, Tânia (Vera Barreto Leite), Nara (Márcia de Windsor) e Tetê (Thais Muiniz Portinho). Em 1969, virou apresentador do programa “Mister Show”, contracenando com o famoso ratinho fantoche Topo Gigio. Mas foi só nos anos 1970, a partir de “Uau, a Companhia” (1972), que a Globo o escalou em programas de esquetes humorísticas. Agildo virou presença marcante de humorísticos desde então. Emplacou papéis em “Chico City” (1973) e “Satiricom” (1973), mas foi em “Planeta dos Homens” (1976) que estourou, graças ao esquete do professor de mitologia Acadêmico, que possuía um mordomo ao qual chamava de múmia paralítica, toda vez que ele tocava uma sineta. Isso acontecia quando o professor frequentemente desviava-se dos temas das suas aulas e passava a suspirar pela atriz Bruna Lombardi, ou então fazia alguma piada em analogia à situação política do Brasil. Ele também participou de um punhado de pornochanchadas da época e filmou a comédia “O Pai do Povo” (1976), único filme dirigido por Jô Soares, seu colega nos programas da Globo. Mas, ao fim de “Planeta dos Homens”, Agildo tentou se estabelecer como protagonista de humorísticos, o que levou ao distanciamento de Jô, Chico Anísio e outras estrelas da comédia televisiva brasileira, em sua busca por estrelar seu próprio programa. Entretanto, ao contrário dos dois colegas famosos, sua carreira “solo” não decolou. Enquanto “Viva o Gordo” (1981-87), de Jô Soares, e “Chico Anysio Show” (1982-90) ocuparam a programação da Globo por praticamente uma década, “Estúdio A… Gildo” (1982) não teve a repercussão pretendida e foi cancelado após o primeiro ano. Agildo foi deslocado para programas de humor coletivo, como “A Festa É Nossa” (1983) e “Humor Livre” (1984), que também não emplacaram, embora fossem protótipos do que virou “Zorra Total”. Desencantado, Agildo mudou de canal. Foi para a rede Bandeirantes, onde estrelou “Agildo no País das Maravilhas”, contracenando com fantoches que representavam políticos brasileiros. Foi um sucesso, até os produtores decidirem levar o programa para a rede Manchete em 1989, rebatizando-o de “Cabaré do Barata”. Sem o nome de Agildo, a audiência sumiu. Ele ainda fez um humorístico para a TV portuguesa, “Isto É o Agildo” (1994), mas a atração também foi cancelada ao final de uma temporada. Assim, voltou para a Globo como integrante da “Escolinha do Professor Raimundo”, assumindo o papel de Andorinha. Seu arsenal de “tipos”, porém, ficou guardado até o lançamento de “Zorra Total” em 1999, no qual tirou do baú inúmeros personagens, como Ali Babaluf, Manoel, Chapinha, Professor Laércio Fala Claro, Gaspar, Rubro Chávez, Don Gongorzola e Aquiles Arquelau. Ao mesmo tempo em que fazia o humorístico, Agildo também participou de novelas do canal, como “A Lua Me Disse” (2005) e “Escrito nas Estrelas” (2010), desempenhou um papel importante na série infantil “Sítio do Pica-Pau Amarelo” em 2007, filmou três bons longa-metragens – a sátira “O Xangô de Baker Street” (2001), baseada num livro do velho amigo Jô Soares, o drama criminal “O Homem do Ano” (2003), roteirizado pelo escritor Rubem Fonseca, e a comédia “Casa da Mãe Joana” (2008), de Hugo Carvana – e rodou o país em sucessivos espetáculos de humor teatral. Até que, em 2015, “Zorra Total” virou “Zorra”, numa repaginada completa, marcando o fim de uma era no humor televisivo brasileiro, com a substituição de comediantes veteranos por uma nova geração, que propunha outro tipo de humor, no qual as esquetes de “tipos” seriam ultrapassadas. Agildo resistiu apenas aos primeiros episódios do novo programa, afastando-se da TV em 2016. Em março, ele foi o grande homenageado do prêmio Prêmio do Humor 2018, promovido por Fábio Porchat, ocasião em que deu entrevistas relembrando a carreira e também a vida pessoal, chegando a comentar sobre seus três casamentos – com Consuelo Leandro (“Era ótimo, mas dois humoristas casados não dá muito certo. Tem hora que pede seriedade”), Marília Pera (“A Marília era foda, né?”) e Didi Ribeiro (“Foi o amor da minha vida”), todas já falecidas. O presidente Michel Temer se pronunciou sobre o tamanho da perda sofrida pelo humor brasileiro. “É triste perder um talento do humor do porte de Agildo Ribeiro, que tantas gerações alegrou. Profissional do riso que não perdia a elegância e inteligência jamais. Um mestre. Meus sentimentos à família e amigos”, escreveu no Twitter. “A comédia brasileira perde mais um Grande! Triste pensar num mundo sem as piadas do Agildo. Obrigado por tudo o que fez por nós!”, resumiu Fábio Porchat, o último a lhe render homenagens durante a vida.

    Leia mais
  • Filme

    Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita

    28 de abril de 2018 /

    Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.

    Leia mais
  • Filme

    Boneca Annabelle vai ganhar terceiro filme

    27 de abril de 2018 /

    A boneca Annabelle vai voltar a assombrar o cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, o roteirista Gary Dauberman, que escreveu os dois filmes anteriores, está desenvolvendo a história de um terceiro filme da franquia, que faz parte do universo cinematográfico de “Invocação do Mal”. A terceira aparição “solo” de Annabelle, que surgiu pela primeira vez em “Invocação do Mal” (2013), antes de estrelar seu spin-off, será novamente produzida por James Wan, diretor de “Invocação do Mal”. Os detalhes estão sendo mantidos em segredo, mas a história se concentrará mais uma vez na boneca de porcelana que é possuída por uma força demoníaca. O primeiro “Annabelle” (2014) foi orçado em apenas US$ 6,5 milhões e rendeu US$ 257 milhões. Já “Annabelle 2: A Criação do Mal” (2017) teve um orçamento de US$ 15 milhões e rendeu US$ 306,5 milhões. Ainda não há diretor definido para a continuação, mas a estreia foi marcada para 3 de julho de 2019. O próximo filme desse universo compartilhado será “A Freira”, derivado de “Invocação do Mal 2”, que também foi escrito por Dauberman. Com direção de Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), estreia em 6 de setembro no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Michelle Pfeiffer será rainha na continuação de Malévola

    27 de abril de 2018 /

    A atriz Michelle Pfeiffer, que recentemente estrelou “O Assassinato no Expresso Oriente” e estará em “Homem-Formiga e a Vespa”, incluiu outro blockbuster em sua agenda. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela vai interpretar uma rainha na sequência de “Malévola” (2014). Pfeiffer vai se juntar a Angelina Jolie, que retorna no papel-título, e Elle Fanning, novamente como a Princesa Aurora, além de Ed Skrein (“Deadpool”) e a brasileira Fernanda Diniz (série “Hollyoaks”), outras novidades do elenco em papéis ainda não identificados. A trama da continuação foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). E a Disney ainda não divulgou maiores detalhes, nem marcou a data da estreia.

    Leia mais
  • Filme

    A Fuga das Galinha vai ganhar sequência após 20 anos

    27 de abril de 2018 /

    O estúdio britânico de animação Aardman está trabalhando numa sequência de “A Fuga das Galinhas” (2000), seu filme mais bem-sucedido – e o filme de stop motion com massinhas mais bem-sucedido de todos os tempos, com US$ 224,8 milhões de arrecadação mundial. “A Fuga das Galinhas” foi o primeiro longa da Aardman, produtora até então conhecida por seus curtas de massinhas com a dupla “Wallace & Gromit”. E a continuação é cogitada após o mais recente lançamento, “O Homem das Cavernas”, ter fracassado nas bilheterias (US$ 49,3 milhões). Segundo o site The Hollywood Reporter, os roteiristas do primeiro filme, Karey Kirkpatrick e John O ‘Farrell, estarão retornando para escrever a sequência, mas os diretores Nick Park e Peter Lord serão apenas produtores. A direção está a cargo de Sam Fell, das massinhas zumbis de “ParaNorman” (2012). A aventura original em stop motion contava a história de um galo americano que ia parar numa fazenda britânica e organizava uma fuga das galinhas, para não serem transformadas em tortas de frango. Dirigido por Nick Park e Peter Lord, o filme apresentava as vozes de Mel Gibson, Julia Sawalha, Tony Haygarth e Miranda Richardson. A continuação de “A Fuga das Galinhas” deve estrear apenas em 2020, quando o longa original completar 20 anos. A Aardman Animation também está trabalhando na sequência de “Shaun: O Carneiro”, que já deve ser lançada no ano que vem.

    Leia mais
  • Filme

    Peter, o integrante sem poderes do X-Force, revela formação do grupo de heróis de Deadpool 2

    27 de abril de 2018 /

    O Twitter oficial de Peter W., marido, apicultor experiente e o integrante sem poderes do X-Force, confirmou a formação do grupo de heróis de “Deadpool 2”, que ainda gerava especulações entre os fãs. O personagem, que foi introduzido no mais recente trailer do filme e é interpretado pelo comediante Rob Delaney (série “Catastrophe”), ganhou uma conta na rede social, na qual tem comentado seu cotidiano ao lado dos demais membros do grupo, “as quatro pessoas mais trabalhadoras que conheço”. Ele começou as introduções com Dominó, interpretada por Zazie Beetz (série “Atlanta”). “Dominó diz que ela é realmente sortuda. Eu acho que tenho muita sorte de sair com pessoas tão agradáveis”, descreveu. Em seguida, falou de Bedlam, interpretado por Terry Crews (“Os Mercenários”). “Conheça o Bedlam. É difícil não se sentir inadequado em torno de um homem com tantos músculos e eletricidade. Mas Susan me garante que sou ótima do jeito que sou! #AmoMinhaEsposa”, escreveu ele. Peter descreveu Shatterstar, vivido por Lewis Tan (série “Punho de Ferro”), como “um super-alienígena que luta karatê espacial. E um membro da equipe que Susan NÃO vai conhecer”. A última introdução ficou por conta Zeitgeist, interpretado por Bill Skarsgard (o Pennywise de “It – A Coisa”). “Cuidado com a respiração ácida do Zeitgeist! Ela vai te pegar se a bondade dele não te matar primeiro! (Sério. É um cara legal)”, resumiu. “Deadpool 2” estreia no Brasil em 17 de maio, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. First day of training! Glad I brought my #Nikon! These are four of the hardest working people I know! #MakingMemories #XForce pic.twitter.com/3jdBNJAmec — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Say, “CHEESE!” #TeamSelfie #XForce pic.twitter.com/LM3EGcEKri — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Domino said she’s really lucky. I guess I’m just really lucky I get to hang out with such nice people. 🙂 pic.twitter.com/CRSU1V3iVm — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Meet Bedlam. It’s hard to not feel inadequate around a man with muscles for muscles and electricity powers. But Susan assures me that I’m great just the way I am! #LoveMyWife #MortalWifeMortalLife pic.twitter.com/EyFgLMrKi9 — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Shatterstar is a super good looking, karate-fighting alien from SPACE. And one member of the team Susan WON’T be meeting ? pic.twitter.com/uGbbVcNr78 — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Watch out for Zeitgeist’s acid breath! It’ll getchya if his kindness doesn’t kill you first! (Seriously. SUCH a nice guy) pic.twitter.com/GCeyHcKjKh — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Domino stole my camera! I wasn’t even posing! #AccidentalProfilePic #NotMyBeer #Nikon pic.twitter.com/cNeYSdQd0n — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018

    Leia mais
  • Filme

    Primeiro filme do Quênia selecionado pelo Festival de Cannes é proibido em seu país

    27 de abril de 2018 /

    As autoridades do Quênia proibiram a exibição de “Rafiki” no país. O longa, que se tornou a primeira produção queniana selecionada pelo Festival de Cannes, conta uma história de amor entre duas mulheres. Alegando que a obra incentiva o lesbianismo, o governo decidiu, em vez de celebrar seu feito, banir o filme da diretora Wanuri Kahiu. O Conselho de Classificação Cinematográfica do Quênia anunciou o veto nesta sexta-feira (27/4) e disse em um tuíte: “Qualquer um que seja encontrado com sua posse estará violando a lei”, numa referência a uma lei dos tempos coloniais ainda em vigor, segundo a qual o sexo homossexual é punível com até 14 anos de prisão. A porta-voz do conselho, Nelly Muluka, tuitou: “Nossa cultura e leis reconhecem a família como a unidade básica da sociedade. O (conselho) não pode, portanto, permitir que conteúdo lésbico seja acessado por crianças no Quênia”. “Estou realmente decepcionada, porque os quenianos já têm acesso a filmes com conteúdo LGBT na Netflix e em filmes internacionais exibidos no Quênia e permitidos pelo próprio conselho de classificação”, disse a diretora Wanuri Kahiu, em entrevista à agência Reuters. “Então, proibir só um filme queniano porque ele lida com algo que já acontece na sociedade parece simplesmente uma contradição”, completou. A proibição representa uma reversão de posição do conselho, cujo presidente, Ezekiel Mutua, havia elogiado o filme no início deste mês. “É uma história sobre as realidades de nosso tempo e os desafios que nossas crianças estão enfrentando, especialmente com sua sexualidade”, disse ele à rádio comercial HOT 96 FM, antes do conselho proibir a exibição. “Rafiki”, cujo título é a palavra swahili para “amigo”, é uma adaptação do conto premiado “Jambula Tree”, da escritora ugandense Monica Arac Nyeko. O filme terá sua première mundial em maio na mostra Um Certo Olhar, durante o Festival de Cannes.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer para Imax de Deadpool 2 mostra que “maior é melhor”

    27 de abril de 2018 /

    A Fox divulgou um pôster e o trailer para Imax de “Deadpool 2”, que mostra o personagem vivido por Ryan Reynolds em tamanho mirim diante da tela gigantesca da projeção. Claro que a prévia inclui a cena em slow motion em que Deadpool cai com as partes íntimas na cabeça de Cable (Josh Brolin) para ilustrar o comentário de que “maior é melhor”. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie