Maisa Silva vai virar Cinderela Pop no cinema
A estrelinha da rede SBT Maisa Silva vai viver uma fábula moderna no cinema. Ele foi anunciada como a personagem-título de “Cinderela Pop”, adaptação o livro homônimo da escritora Paula Pimenta. O anúncio foi feito pela editora que publica a obra. Na adaptação, Maisa irá interpretar Cintia Dorella, uma adolescente que descobre uma traição no casamento dos pais. Ela então se muda para a casa da tia e passa a trabalhar como DJ, virando a Cinderela Pop. Paula Pimenta comemorou a escolha da protagonista em suas redes sociais. “Vem aí o filme de ‘Cinderela Pop’ e quem vai fazer o papel da DJ Cinderela é a fofa da Maísa! Não é demais? Quem já está na maior ansiedade aí?!”, publicou a escritora. A história da Cinderela Pop foi publicada na coletânea “O Livro das Princesas”, em que quatro escritoras de livros infantis contemporâneos (duas delas americanas) reimaginaram os contos de fadas para o mundo de 2013. Fez tanto sucesso que acabou estendida num livro individual em 2015 – ainda assim, bem “fininho”. Maisa Silva já esteve nos cinemas em duas adaptações da novela “Carrossel”, em 2015 e 2016, além de ter feito várias dublagens de filmes animados. “Cinderela Pop”, que ainda não tem previsão de estreia, será seu segundo papel de protagonista, na sequência do ainda inédito “Tudo Por um Pop Star”, baseado em outro livro infantil, de Thalita Rebouças (“É Fada”), que chega aos cinemas em 19 de julho. Agora que já saiu na imprensa eu posso contar… Vem aí o filme de Cinderela Pop e quem vai fazer o papel da DJ Cinderela é a fofa da Maisa! Não é demais? Quem já está na maior ansiedade aí?! ??♀️ #cinderelapop #cinderelapopfilme Uma publicação compartilhada por Paula Pimenta (@paulapimenta) em 4 de Mai, 2018 às 3:21 PDT
Mateus Solano tenta lembrar uma grande paixão no trailer de Talvez uma História de Amor
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Talvez uma História de Amor”, comédia romântica brasileira com uma premissa que evoca de cara “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças” (2004). Mas é uma adaptação do romance homônimo do francês Martin Page, escrito em 2008, exemplar da escola da dramaturgia do absurdo. A prévia mostra o protagonista Virgílio (Mateus Solano, de “Confia em Mim”) ouvindo uma mensagem na secretária eletrônica, em que Clara (voz de Thaila Ayala, de “Pica Pau”) comunica a ele que o relacionamento dos dois está acabado. O problema é que Virgílio não faz ideia de quem ela é. O medo de sofrer de amnésia dispara uma obsessão, fazendo com que ele busque pistas sobre a identidade daquela pessoa, que amigos lhe dizem ter sido a mulher da sua vida. E o fato de todos se lembrarem do casal o leva à perplexidade, fazendo-o tomar uma decisão surreal: reconquistar a mulher que ele não lembra. Mas não é só isso que causa estranheza. O fato de Virgílio usar uma anacrônica secretária eletrônica poderia situar a trama nos anos 1980. Mas o trailer também exibe um take-postal do Museu Solomon R. Guggenheim, inaugurado em 2001, e o obrigatório passeio pelo Time Square nova-iorquino, entre anúncios de 2017. A tecnologia antiquada já estava na obra original e diz respeito à personalidade do personagem – embora Mateus Solano não pareça um hipster no trailer. Este é o segundo filme brasileiro recente que lida com “desaparecimentos” de pessoas do cotidiano de seu protagonista. Por coincidência, “Entre Abelhas” (2015) também partia de um rompimento. “Talvez Uma História de Amor” também é o primeiro longa dirigido por Rodrigo Bernardo (da minissérie “(Des)Encontros”) e seu elenco inclui ainda Bianca Comparato (série “3%”), Paulo Vilhena (“Como Nossos Pais”), Nathalia Dill (novela “Rock Story”), João Côrtes (série “O Negócio”), Dani Calabresa (humorístico “Zorra”) e Marco Luque (programa “Altas Horas”), além da americana Cynthia Nixon (série “Sex and the City” e candidata a governadora de Nova York). A estreia de “Talvez uma História de Amor” está marcada para o dia 14 de julho.
Advogado e vítima de Polanski chamam expulsão do diretor pela Academia de abuso
O advogado do cineasta Roman Polanski considerou um “abuso” a decisão de sua expulsão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, anunciada na quinta-feira (3/5), junto do banimento do ator Bill Cosby, condenado na semana passada por estupro. E foi ecoado pela vítima do diretor, que chamou o ato de “cruel”. Polanski, atualmente com 84 anos, também tinha sido condenado por agressão sexual em 1977, envolvendo uma menina de 13 anos. Ele fez um acordo com promotoria pelo qual confessaria a culpa e passaria alguns dias na cadeia. Mas após cumprir esse período, percebeu nas audiências que o juiz do caso pretendia ignorar o acordo e fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado devido à sua nacionalidade, e lá continuou sua carreira como diretor de cinema. Mesmo no exílio, a Academia reconheceu seu trabalho, dando-lhe o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista” (2002). “O que aconteceu tem a característica de abuso psicológico a nosso cliente, uma pessoa idosa. Colocar Bill Cosby e Roman Polanski no mesmo nível é um mal-entendido, uma perseguição”, manifestou-se o advogado do diretor, Jan Olszewski, em registro da agência France Presse. “Polanski teve apenas um incidente em sua vida, pelo qual foi considerado culpado, assumiu a responsabilidade, e pelo qual sua vítima o perdoou”, afirmou Olszewski, comparando o caso do diretor com o de Cosby, que não assumiu erro, foi acusado por mais de 40 mulheres e jamais perdoado. Segundo o advogado, o cineasta é um homem psicologicamente forte, mas está “chocado” com a decisão da Academia. “Ele já viveu coisas (ruins) em sua vida, e não está feliz. Está chocado”, ressaltou o defensor. A vítima de Polanski, Samantha Geimer, atualmente com 55 anos, também reclamou da hipocrisia da Academia ao banir Polanski após lhe dar um Oscar, descrevendo a expulsão de “um membro que há 41 anos se declarou culpado de uma única acusação e cumpriu sua sentença” como um “ato cruel que só serve às aparências”. “Isso não contribui em nada para mudar a cultura sexista em Hollywood e prova que eles comeriam uns aos outros para sobreviver”, ela escreveu em seu blog. A decisão de expulsar Polanski (e Cosby) aconteceu seis meses após a expulsão de Harvey Weinstein, cujo escândalo sexual precipitou um movimento de cunho feminista, que vem varrendo os predadores da indústria do entretenimento nos Estados Unidos, e pouco mais de um mês após o próprio presidente da Academia, John Bailey, ser inocentado de acusação de assédio sexual. Em dezembro, a Academia divulgou um código de conduta, motivado pelo caso de Weinstein, apontando que os membros da organização poderiam ser expulsos por abuso, assédio e discriminação. Polanski e Cosby foram os primeiros a ser enquadrados neste código. Assim como Polanski, Woody Allen também foi julgado por abuso de menor, a própria filha Dylan Farrow, mas o caso não resultou em condenação.
Ascensão de Donald Trump vai virar filme
A ascensão de Donald Trump, de empresário a apresentador de reality show e finalmente a presidente dos Estados Unidos, vai virar filme. Intitulado “The Apprentice”, mesmo nome do programa que o tornou popular – “O Aprendiz”, no Brasil – o longa terá roteiro de Gabriel Sherman, jornalista da revista Vanity Fair. “Como jornalista, informei sobre Donald Trump durante mais de 15 anos”, disse Sherman no comunicado sobre o projeto. “Há muito tempo me fascinaram suas origens como jovem empresário no mundo selvagem da Nova York dos anos 1970 e 1980. Esse período formativo deixa claras muitas coisas sobre o homem que hoje ocupa o Salão Oval”, acrescentou. O filme será produzido por Amy Baer através de sua empresa de cinema, Gidden Media, responsável por “Última Viagem a Vegas” (2013) e a vindoura cinebiografia “Mary Shelley”, sobre a criadora de Frankenstein. Ainda não há diretor definido nem previsão de estreia para o longa-metragem. Este será o primeiro roteiro de Sherman, que recentemente licenciou seu livro “The Loudest Voice in the Room”, sobre o falecido fundador da Fox News, Roger Ailes, para adaptação numa série do canal pago Showtime.
Harvey Weinstein quase trocou Peter Jackson por Quentin Tarantino em O Senhor dos Anéis
“O Senhor dos Anéis” dirigido por Quentin Tarantino? Isto quase aconteceu. O produtor Harvey Weinstein ameaçou substituir o diretor Peter Jackson por Tarantino, se ele não reduzisse a adaptação do livro de J.R.R. Tolkien para um longa de duas horas. A informação foi divulgada pelo site o jornal The Guardian, que teve acesso a um livro do escritor britânico Ian Nathan sobre os bastidores da produção, “Anything You Can Imagine: Peter Jackson & The Making of Middle-Earth”. A história revela a abordagem truculenta de Weinstein, que cultivava uma imagem de cult para a mídia, mas era o pior produtor de Hollywood, tão infame que ganhou o apelido de Harvey “Mãos de Tesoura”, pela mania de cortar filmes sem dó, inclusive produções internacionais de arte, que adquiria para exibir nos Estados Unidos com o objetivo de fingir imagem oposta do que era. O livro conta que Weinstein achava que o diretor estava desperdiçando US$ 12 milhões no desenvolvimento de um roteiro de dois filmes. Ele queria que tudo coubesse num filme só. E se Jackson não conseguisse diminuir a duração do filme, ele seria substituído pelo diretor de “Shakespeare Apaixonado”, John Madden, ou por Quentin Tarantino. Jackson bateu o pé e foi buscar outro parceiro financeiro para o projeto. A franquia acabou indo para o estúdio New Line, que comprou os direitos da Miramax, produtora dos irmãos Weinstein, por US$ 12 milhões. Curiosamente, a New Line também concordou que dois filmes não era o ideal. Fez três! E faturou quase US$ 3 bilhões nas bilheterias mundiais. Em dezembro do ano passado, Peter Jackson contou parte dessa história, comparando o comportamento dos irmãos Weinstein a “pistoleiros da máfia de segunda classe”. O assunto veio à tona após o escândalo de assédio sexual do produtor. Jackson se lembrou que duas das atrizes que acusaram Harvey Weinstein foram vítimas de uma “campanha de difamação” para que não trabalhassem em “O Senhor dos Anéis”. Ao saber disso, Ashley Judd decidiu entrar com um processo contra Weinstein por prejudicar sua carreira. Além dela, Mira Sorvino também estava cotada para atuar em “O Senhor dos Anéis”. Como as duas se recusaram a ceder aos abusos de Weinstein, ele cumpriu a ameaça de boicotá-las. “Lembro que a Miramax nos disse que era um pesadelo trabalhar com elas e que devíamos evitá-las a todo custo”, assegurou Jackson. “Naquele momento não tínhamos nenhuma razão para questionar o que estes caras estavam dizendo… Mas agora suspeito que nos deram informação falsa sobre estas duas talentosas mulheres e, como resultado direto, seus nomes foram eliminados da nossa lista de casting”, lamentou o diretor. Na ocasião, Jackson pediu desculpas às atrizes por ter acreditado nas mentiras de quem agora se sabe ser um predador sexual, e lamentou ter sido cúmplice na lista negra que prejudicou suas carreiras.
The Kissing Booth: Comédia romântica teen com a eterna Garota de Rosa-Shocking ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos de “The Kissing Booth”, comédia romântica adolescente com clima de Sessão da Tarde clássica, que recebeu o título “A Barraca do Beijo” no Brasil. A trama gira em torno de uma garota que desde bebê tem um grande melhor amigo. A amizade durou tanto porque eles tem um regra: ela não pode namorar o irmão mais velho dele. Só que o cara é irresistível e começa a perceber que a amiga chatinha de seu irmão caçula cresceu. Química e atração Física acabam complicando a Matemática desta relação de high school. Logicamente, os planos de esconder o relacionamento não dão certo, rendendo comédia e drama ao mesmo tempo. O elenco inclui Joey King (“O Ataque”, “7 Desejos”) como a protagonista, Joel Courtney (“Pacto Maligno”) como o melhor amigo e Jacob Elordi (“Swinging Safari”) como o galã adolescente mais velho. Mas o destaque não é para nenhum adolescente atual e sim para uma antiga adolescente, Molly Ringwald como a mãe de Joey King. A eterna “Garota de Rosa-Shocking” (1986) virou a mãe favorita de todo diretor de casting que faz produção do gênero – e atualmente vive essa tendência à maternidade de uma nova geração na série “Riverdale”. Adaptação do best-seller juvenil de Beth Reekles, “A Barraca do Beijo/The Kissing Booth” foi escrito e dirigido por Vince Marcello, que antes fez três telefilmes da franquia de bonecas American Girl. Este é o primeiro filme em que ele foca garotas mais velhas, que já não brincam de bonecas. A estreia acontece em 11 de maio na plataforma de streaming.
Ron Howard revela visita surpresa e contribuição de George Lucas em Han Solo
George Lucas tenta, mas não consegue ficar longe de “Star Wars”. O criador da franquia tinha se afastado das produções dos filmes quando vendeu sua empresa, Lucasfilm, para a Disney. Mas é grande amigo de Ron Howard, que dirigiu “Han Solo: Uma História Star Wars”. Assim, acabou fazendo uma visita surpresa ao set de filmagens. E não se conteve. Afinal, ele criou Han Solo. Howard contou, em entrevista no programa “The Late Show” com Stephen Colbert, que Lucas se virou para ele, durante a filmagem, e sugeriu uma piada. E ela acabou entrando no filme. “Estávamos filmando uma cena e ele estava tentando não atrapalhar, mas uma hora inclinou-se e disse ‘Você sabe o que Han realmente ia fazer ali?'”, contou Howard. “Eu disse ‘o quê?’ e ele descreveu a piada. Ele me deu uma pequena piada e me virei para à equipe e falei: ‘Adivinhem. Isso é o que vamos fazer na próxima tomada’. Eu sei quando escuto uma boa ideia.” Howard não deu detalhes sobre a piada, mas ela entrou na edição final. De acordo com o diretor, foi uma surpresa agradável ver Lucas no set e poder incluir uma contribuição dele no filme. “Somos amigos, continuamos amigos por muitos anos, e, para mim, significou muito que ele tenha aparecido para me dar apoio”, comentou Howard, que estrelou, na época em que ainda era ator, o melhor filme de George Lucas, “Loucuras de Verão” (1973), quatro anos antes da estreia de “Guerra nas Estrelas” (1977). Veja a íntegra da entrevista abaixo. “Han Solo: Uma História Star Wars” estreia em 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Superfly: Remake em ritmo de hip-hop do clássico “gangsta” da era do soul ganha novo trailer
A Sony divulgou o segundo trailer do remake de “SuperFly”. E o vídeo demonstra que quase nada sobrou do filme original, além dos nomes dos personagens. Para começar, a história clássica de 1972 foi mudada do Harlem, em Nova York, para a Atlanta atual. A trama, que acompanhava um traficante de cocaína chamado Priest, em busca de um último grande negócio para se aposentar, agora envolve guerra de gangues armadas e escalada ambiciosa para aderir a um poderoso cartel mexicano. E o Priest do século 21 não trabalha com dinheiro, mas com criptomoedas. Além disso, a trilha soul inesquecível de Curtis Mayfield foi substituída por músicas do rapper Future. Não é por acaso que o título é diferente. A mudança é sutil, mas existe. O original era “Super Fly”, separado. A “atualização” foi escrita por Alex Tse (“Watchmen”) e vai marcar a estreia no cinema de Director X., antigamente conhecido como Little X, cujo nome verdadeiro é Julien Christian Lutz. O diretor canadense ficou conhecido após gravar dezenas de clipes de rapppers e de… Justin Bieber. O elenco inclui Trevor Jackson (série “Black-ish”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”), Andrea Londo (série “Narcos”) e Lex Scott Davis (série “Training Day”), sem esquecer figurações de diversos rappers de Atlanta. “SuperFly” estreia em 15 de junho nos Estados Unidos e apenas em 30 de agosto no Brasil. Confira abaixo o trailer do filme original como parâmetro para verificar as mudanças e semelhanças entre os dois filmes.
The Rain: Vídeo legendado de bastidores explica a série pós-apocalíptica dinamarquesa
A Netflix divulgou um vídeo legendado de bastidores de “The Rain”, a primeira série dinamarquesa do serviço de streaming. A prévia detalha a trama com entrevistas do elenco e da equipe de produção. A ação acontece seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e segue dois irmãos que, ao saírem de seu abrigo protegido, juntam-se a um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. “The Rain” foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A aposta da plataforma é que a atração repita o sucesso de outras produções europeias, como a alemã “Dark” e a espanhola “La Casa de Papel”, que renderam comoção mundial. A série chega na Netflix nesta sexta (4/5).
Leandro Hassum vira pai no trailer do remake brasileiro de Não Aceitamos Devoluções
A Fox divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Não se Aceitam Devoluções”, remake brasileiro da comédia mexicana “Não Aceitamos Devoluções” (2013), de Eugenio Derbez. Trata-se, na verdade, do terceiro filme com a mesma história a ser exibido no Brasil, após até o remake francês, “Uma Família de Dois” (2016). E ainda vem aí o remake americano, atualmente em produção. Depois de assimilar comédias conhecidas – “Chuva de Milhões” (1985) em “Tô Ryca!” e “Quem Vê Cara Não Vê Coração” (1989) em “Um Tio Quase Perfeito” – , desta vez, ao menos, o filme assume que é cópia. A prévia tem a curiosidade de mostrar o novo perfil de papéis de Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”). Depois da cirurgia bariátrica, o ex-gordinho atrapalhado agora brinca de galã, “até que um dia” uma ex deixa a filha que ele não sabia que tinha em sua casa. A partir disso, precisa virar pai e ralar para sustentar a filha – como dublê de filmes de ação! Imagina-se que a decisão de refilmar esta história tivesse o objetivo de inserir elementos brasileiros na trama. Mas, não, ela segue os personagens para Hollywood, repetindo o itinerário do filme original. A maior novidade é o humor tipicamente preconceituoso das comédias brasileiras, que já no trailer ridiculariza a pronúncia de um “cover” de Ozzy Osbourne. Apesar do sucesso internacional, o filme mexicano foi considerado medíocre pela crítica americana, com 55% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O consenso é que seu sucesso se deveu muito à capacidade de Derbez para fazer rir, apesar do aspecto descaradamente manipulativo da parte final da história. A trama do solteirão que cuida de bebê, que cresce e vira “uma pequena dama”, por sinal, já não era exatamente novidade no cinema quando Derbez a escreveu. Além de Hassum, o elenco conta com a atriz cubana Laura Ramos (que já filmou no Brasil “Sangue Azul”), Jarbas Homem de Mello (“O Duelo”), Zéu Britto (“Uma Loucura de Mulher”) e a menina Manuela Kfouri (da vindoura novela infantil “As Aventuras de Poliana”), entre outras participações. O roteiro adaptado foi escrito por Ana Maria Moretzsohn e Patrícia Moretzsohn, mãe e filha especialistas em telenovelas, que trabalharam juntas em “Malhação” em 2013. E a direção é assinada por André Moraes (“Entrando Numa Roubada”). “Não se Aceitam Devoluções” estreia em 31 de maio.
Novo comercial de Deadpool 2 tem participação de Rubens Barrichello
A Fox divulgou um novo comercial de “Deadpool 2” feito exclusivamente para o mercado brasileiro, com participação do piloto Rubens Barrichello. O vídeo faz campanha para a venda de ingressos antecipados e o hoje piloto da Stock Car é evocado por sua fama de chegar entre os últimos. “Deadpool 2” traz de volta Ryan Reynolds no papel do mercenário anti-herói. Desta vez ele forma uma equipe, a X-Force, para enfrentar Cable (Josh Brolin), uma ameaça vinda do futuro. Fãs dos quadrinhos sabem que todos ficam amiguinhos no final. Com direção de David Leitch (“Atômica”), a estreia está marcada para o dia 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Pantera Negra e Stranger Things dominam indicações ao prêmio de cinema e TV da MTV
A premiação de cinema e TV da MTV chega a sua segunda edição em 2018, após vários anos dedicada apenas aos filmes. E o resultado dessa nova era é que uma série quase domina a lista de indicados, divulgados nesta quinta (3/5). “Stranger Things” recebeu seis indicações, uma a menos que o filme “Pantera Negra”, mas mais que todos os demais lançamentos do ano. Curiosamente, os dois títulos vão se enfrentar em uma categoria, como Melhor Time – na verdade, um confronto de elencos. Esta briga de elencos inclui outra curiosidade, ainda maior: Finn Wolfhard é listado por dois times diferentes, como o Mike de “Stranger Things” e o Richie de “It: A Coisa”. Ironicamente, o menino também disputa o prêmio de melhor beijo, compartilhado com Millie Bobby Brown, um tocar de lábios bem inocente comparado à volúpia de candidatos do passado. Com quatro indicações, “It: A Coisa” foi o terceiro título mais citado, seguido pela série “Riverdale” e os filmes “Mulher-Maravilha”, “Vingadores: Guerra Infinita” e “Viagem das Garotas”, com três indicações cada. Rebatizada de MTV Movie & TV Awards, a premiação vai ao ar no dia 18 de junho, com apresentação de Tiffany Haddish, comediante ainda pouco vista no Brasil, apesar de “Viagem das Garotas” ter sido a comédia mais popular do ano passado. Este filme foi um fenômeno nos Estados Unidos, mas acabou esnobado pelo circuito cinematográfico brasileiro, saindo aqui direto em streaming. Será que tem a ver com o fato de seu elenco ser negro? Confira abaixo a lista completa de indicações. Indicados ao MTV Movie & TV Award 2018 MELHOR FILME “Vingadores: Guerra Infinita” “Pantera Negra” “Viagem das Garotas” “It: A Coisa” “Mulher-Maravilha” MELHOR SÉRIE “13 Reasons Why” “Game of Thrones” “Grown-ish” “Riverdale” “Stranger Things” MELHOR PERFORMANCE EM FILME Chadwick Boseman, “Pantera Negra” Timothée Chalamet, “Me Chame pelo Seu Nome” Ansel Elgort, “Em Ritmo de Fuga” Daisy Ridley, “Star Wars: Os Últimos Jedi” Saoirse Ronan, “Lady Bird: A Hora de Voar” MELHOR PERFORMANCE EM SÉRIE Millie Bobby Brown, “Stranger Things” Darren Criss, “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” Katherine Langford, “13 Reasons Why” Issa Rae, “Insecure” Maisie Williams, “Game of Thrones” MELHOR HERÓI Chadwick Boseman (Pantera Negra em “Pantera Negra”) Emilia Clarke (Daenerys Targaryen em “Game of Thrones”) Gal Gadot (Diana Prince em “Mulher-Maravilha”) Grant Gustin (Flash em “The Flash”) Daisy Ridley (Rey em “Star Wars: Os Últimos Jedi”) MELHOR VILÃO Josh Brolin (Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”) Adam Driver (Kylo Ren em “Star Wars: Os Últimos Jedi”) Michael B. Jordan (N’Jadaka em “Pantera Negra”) Aubrey Plaza (Lenny Busker em “Legion”) Bill Skarsgard (Pennywise em “It: A Coisa”) MELHOR BEIJO “Jane the Virgin”- Gina Rodriguez (Jane) e Justin Baldoni (Rafael) “Com Amor, Simon” – Nick Robinson (Simon) e Keiynan Lonsdale (Bram) “Jogador N° 1” – Olivia Cooke (Sam) e Tye Sheridan (Wade) “Riverdale” – KJ Apa (Archie) e Camila Mendes (Veronica) “Stranger Things” – Finn Wolfhard (Mike) e Millie Bobby Brown (Eleven) PERFORMANCE MAIS ASSUSTADA Talitha Bateman (Janice em “Annabelle 2: A Criação do Mal”) Emily Blunt (Evelyn Abbott em “Um Lugar Silencioso”) Sophia Lillis (Beverly Marsh em “It: A Coisa”) Cristin Milioti (Nanette Cole em “Black Mirror”) Noah Schnapp (Will Byers em “Stranger Things”) MELHOR TIME “Pantera Negra”: Chadwick Boseman (T’Challa/Pantera Negra), Lupita Nyong’o (Nakia), Danai Gurira (Okoye), Letícia Wright (Shuri) “It: A Coisa”: Finn Wolfhard (Richie), Sophia Lillis (Beverly), Jaeden Lieberher (Bill), Jack Dylan Grazer (Eddie), Wyatt Oleff (Stanley), Jeremy Ray Taylor (Ben), Chosen Jacobs (Mike) “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”: Dwayne Johnson (Smolder), Kevin Hart (Rato), Jack Black (Shelly), Karen Gillan (Rubi), Nick Jonas (Seaplane) “Jogador N° 1”: Tye Sheridan (Wade), Olivia Cooke (Samantha), Philip Zhao (Sho), Vitória Morisaki (Daito), Lena Waithe (Aech) “Stranger Things”: Gaten Matarazzo (Dustin), Finn Wolfhard (Mike), Caleb McLaughlin (Lucas), Noah Schnapp (Will), Sadie Sink (Max) MELHOR PERFORMANCE DE COMÉDIA Jack Black em “Jumanji: Bem-vindo à Selva” Tiffany Haddish em “Viagem das Garotas” Dan Levy em “Schitt’s Creek” Kate McKinnon em “SNL” Amy Schumer em “Sexy por Acidente” ROUBA CENA Tiffany Haddish (Dina em “Viagem das Garotas”) Dacre Montgomery (Billy Hargrove em “Strange Things”) Madelaine Petsch (Cheryl Blossom em “Riverdale”) Taika Waititi (Korg em “Thor: Ragnarok”) Letitia Wright (Shuri em “Pantera Negra”) MELHOR LUTA “Atômica”: Charlize Theron vs. Daniel Hargrave e Greg Rementer “Vingadores: Guerra Infinta”: Scarlett Johansson, Danai Gurira, Elizabeth Olsen vs. Carrie Coon “Pantera Negra”: Chadwick Boseman vs. Winston Duke “Thor: Ragnarok”: Mark Ruffalo vs. Chris Hemsworth “Mulher-Maravilha”: Gal Gadot vs. soldados alemães MELHOR DOCUMENTÁRIO MUSICAL “Can’t Stop, Won’t Stop: A Bad Boy Story” “Demi Lovato: Simply Complicated” “Gaga: Five Foot Two” “Jay-Z’s Footnotes for 4:44” “The Defiant Ones” MELHOR REALITY SHOW “Keeping Up with the Kardashians” “Love & Hip Hop” “Real Housewives” “RuPaul’s Drag Race” “Vanderpump Rules”
Atriz mirim de Transformers será Dora, a Aventureira no cinema
A atriz adolescente Isabela Moner, da série “100 Coisas para Fazer Antes do High School” e de “Transformers: O Último Cavaleiro”, foi escolhida para protagonizar a adaptação com atores da série animada “Dora, a Aventureira”, produção da Nickelodeon Movies. De forma curiosa, a jovem de 16 anos já fazia parte do universo de Dora, tendo dublado Kate, uma das amigas da protagonista na série animada derivada “Dora e Seus Amigos na Cidade”. O filme seguirá uma Dora adolescente em suas aventuras com seu melhor amigo, o macaco Botas, e seu primo Diego. O roteiro foi escrito por Nicholas Stoller (“As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme”) e a direção está a cargo de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), que retomam a parceria de “Os Muppets” (2011) em novo lançamento infantil. “Dora, a Aventureira” será filmado na Austrália e tem estreia marcada para agosto de 2019 nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.












