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Filme

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  • Filme

    CEO da Warner se demite após escândalo sexual

    18 de março de 2019 /

    O executivo Kevin Tsujihara se demitiu da diretoria da Warner Bros. em meio a denúncias de que ele teria usado sua posição para ajudar a atriz Charlotte Kirk a conseguir papéis, após ter feito sexo com ela. A decisão aconteceu após Tsujihara sobreviver a uma investigação interna e ser promovido a CEO na estrutura da nova empresa WarnerMedia, resultante da aquisição da Time-Warner pela AT&T. Mas uma reportagem da revista The Hollywood Reporter, que teve acesso à troca de mensagens de texto entre o executivo, a atriz e outros envolvidos, levou os novos proprietários a realizar um novo inquérito, mais meticuloso. Em memorando, Tsujihara deu a entender que foi pressionado a pedir demissão. Ele disse para os funcionários que decidiu se demitir após “refletir sobre como suas ações do passado podem impactar o futuro da empresa”. “Após muita introspecção, e conversas com John Stankey durante a última semana, decidimos que o melhor para a Warner Bros. é que eu me afaste da posição de CEO”, escreveu o executivo. “Eu amo esta empresa e as pessoas que a fazem ser tão incrível”. “Eu tive a honra de liderar esta organização, e de trabalhar ao lado de empregados talentosos, nos últimos 25 anos”, continuou. “Juntos, construímos um estúdio que é inegavelmente um líder em sua indústria. No entanto, ficou claro que, se eu continuasse na liderança, me transformaria em uma distração e um obstáculo”. O escândalo que derrubou Tsujihara também jogou luz no costume de troca de favores sexuais para fechar negócios e avançar carreiras em Hollywood. E desta vez ele não teve origem numa denúncia feminina. A fonte é desconhecida – provavelmente um rival do executivo abatido ou uma das partes que se deu mal. Porque a atriz, que recebeu diversas vantagens, mesmo dizendo-se “usada” nos textos, nega tudo. Ela emitiu um comunicado em que afirma não ter interesse em processar nem acusar ninguém, e que todos os seus envolvimentos foram consensuais. Em outras palavras, ela foi a uma reunião num quarto de hotel sabendo exatamente o que ia acontecer e o que poderia conseguir com isso – o oposto das denúncias do movimento #MeToo. Tudo começou quando Charlotte Kirk se envolveu com o produtor James Packer em 2013. E foi instada por ele, em mensagem de texto, a ir a um encontro no quarto de hotel de Kevin Tsujihara, um dos executivos mais poderosos da Warner, que ajudaria sua carreira. Na manhã seguinte, ela relatou a Packer que Tsujihara não quis nem conversar, só “f*ck”. Três dias depois, Tsujihara e Packer fecharam um negócio de US$ 450 milhões, criando uma parceria de produção entre o estúdio de cinema Warner Bros. e a RatPac-Dune Entertainment, empresa de Packer e do cineasta Brett Ratner (que enfrenta processos por assédio sexual). A relação de Tsujihara com a atriz aconteceu quando ele já era casado com Sandy Tsujihara, com quem tem dois filhos. Sabendo disso, Charlotte Kirk passou a enviar textos para Tsujihara exigindo papéis em filmes da Warner. Um dos textos publicados pela THR diz: “Você está muito ocupado, eu sei, mas quando estávamos naquele hotel fazendo sexo você disse que iria me ajudar. Quando você simplesmente me ignora, como está fazendo agora, faz com que eu me sinta usada. Você vai me ajudar como disse que faria?”. Kirk foi escalada em pequenos papéis em dois filmes da Warner: “Como Ser Solteira” (2016) e “Oito Mulheres e um Segredo” (2018). E, de acordo com documentos obtidos ​​pela THR, fez testes para vários outros projetos na Warner e na produtora Millenium de Avi Lerner. Os textos publicados mostram que, ao longo do tempo, Kirk ficou cada vez mais agitada porque não estava conseguindo tantos papéis quanto imaginou. Até que Brett Ratner resolveu assumir o controle da situação, mandando seu advogado Marty Singer intermediar um acordo que daria à atriz preferência para participar de testes, além de lhe garantir uma aparição em um filme dirigido por Ratner. O acordo proposto nunca foi assinado, segundo Singer, que (suspeitamente) atendeu a reportagem da revista, porque o próprio Ratner viu sua carreira implodir. Diretor de “X-Men: O Confronto Final” (2006) e da trilogia “A Hora do Rush”, ele foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estavam as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências ao jornal Los Angeles Times, durante o auge do movimento #MeToo. Com o escândalo, a atriz Gal Gadot teria condicionado sua participação na sequência de “Mulher-Maravilha” ao afastamento de Ratner da produção. Assim, o acordo milionário entre a Ratpac-Dune e a Warner foi cancelado. Kevin Tsujihara escapou ileso deste escândalo inicial. Mas rumores sobre o contrato com a Ratpac-Dune envolver sexo começaram a chegar à THR nesta ocasião. Fontes anônimas instigaram a publicação a investigar. Perguntado sobre Kirk, Tsujihara contratou um advogado, negou qualquer relacionamento com ela e ameaçou uma ação judicial contra a revista. A questão surgiu novamente em setembro de 2018. Desta vez, por meio de uma carta anônima enviada à John Stankey, CEO da WarnerMedia. A THR não explicou como soube detalhes dessa correspondência, como a alusão a uma atriz identificada como “CK”. Mas o texto teria sido tão explosivo que a empresa contratou a firma de advocacia Munger Tolles & Olson para verificar os fatos relatados. A conclusão da investigação interna foi que não haveria nenhuma evidência de má conduta. Com isso, Stankey promoveu Tsujihara no organograma da nova companhia, transformando-o em chefão do icônico estúdio Warner Bros., além de lhe dar o controle do Cartoon Network e de uma divisão de animação, o que o tornou um dos executivos mais poderosos de Hollywood. A retaliação veio três dias depois, nas páginas do THR, que finalmente teve acesso a provas materiais do escândalo que estava sendo acobertado.

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  • Filme

    Continuação de Bumblebee será mais parecida com os Transformers de Michael Bay

    18 de março de 2019 /

    Más notícias para os críticos. E para quem gostou de “Bumblebee”. O produtor Lorenzo di Bonaventura quer que a continuação seja mais parecida com o restante da franquia “Transformers”. Em entrevista ao site Collider, Bonaventura usou o termo “Bayhem”, que mistura o nome de Michael Bay com a palavra “mayhem” (desordem, caos), para exaltar o estilo bombástico do diretor em referência ao tom da sequência. “Os fãs tinham pedido várias vezes para conhecer a origem de alguns dos Transformers, então fizemos isso. ‘Bumblebee’ foi uma resposta aos pedidos do público. O interessante quando você faz algo assim em uma franquia é que você não sabe como vai ser a recepção dos fãs”, comentou. “Neste caso, algumas pessoas não gostaram de ‘Bumblebee’ porque ele não tinha ação o bastante. Ele é uma história mais íntima”, explicou ainda. “Algumas pessoas que antes nos diziam ‘eu estou cansado de Michael Bay’, agora dizem ‘eu quero um pouco mais de Michael Bay'”. “Em ‘Bumblebee 2’, vamos tentar fazer uma fusão entre os dois mundos, trazer a história íntima do primeiro filme, mas misturar com um pouco de ‘Bayhem'”, completou Bonaventura. Apesar da afirmação do produtor, “Bumblebee” foi exaltado por ser completamente diferente dos “Transformers” originais. Tanto que é o único filme da franquia iniciada em 2007 que agradou a crítica. Também é o único que não foi dirigido por Michael Bay. O comando esteve a cargo de Travis Knight (“Kubo e as Cordas Mágicas”), que situou a história anos anos 1980 e concentrou a trama na ligação entre o Transformer amarelo e uma adolescente, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”). O problema é que o filme também foi o que menos arrecadou em toda a franquia, rendendo US$ 459 milhões mundialmente. Mas há quem acredite que isso seja culpa justamente de Michael Bay, que conseguiu a façanha de eliminar qualquer expectativa em torno dos Transformers, ao entregar cinco filmes em escala descendente, que pioram em relação a cada um que os antecedeu, até atingir ridículos 15% de aprovação no Rotten Tomatoes com “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). “Bumblebee” teve 93% de aprovação da crítica. A cotação do público também foi a maior desde o primeiro “Transformers”, subindo 44% do última “Bayhem” para 77%. Ou seja, os números contestam todas as afirmações do produtor. Mas isso é Hollywood, onde a lógica nunca vence o absurdo.

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  • Filme

    Cinebiografia nacional de Allan Kardec ganha primeiro trailer e imagens

    18 de março de 2019 /

    A Sony divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Kardec”, cinebiografia nacional do professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido como Allan Kardec. A prévia revela o fascínio e a rejeição do espiritismo na Paris do século 19, acompanhando os primeiros contato do pai do kardecismo com o mundo do além e a reação enfurecida da população, que chega a queimar o seu Livro dos Espíritos. Todos os franceses falam português perfeito e a encenação lembra mais minissérie brasileira que projeto de cinema. O elenco destaca Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) no papel-título, além de Sandra Corveloni (“A Glória e a Graça”), Letícia Braga (“Detetives do Prédio Azul”), Guilherme Piva (“O Inventor de Sonhos”), Genézio de Barros (“Intruso”), Guida Vianna (“Uma Loucura de Mulher”), Julia Konrad (“Paraíso Perdido”), Charles Fricks (“Nise: O Coração da Loucura”), Dalton Vigh (“A Comédia Divina”) e o veterano ator francês Christian Baltauss, de 70 anos, que já trabalhou com alguns dos nomes mais celebrados do cinema, como François Truffaut, com quem fez “O Último Metrô” (1980), e Luis Buñuel, de quem integrou o clássico “O Discreto Charme da Burguesia” (1972). A direção é de Wagner de Assis, que levou mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros com outro filme espírita, “Nosso lar”, em 2010. “Kardec” tem lançamento previsto para 16 de maio.

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  • Filme,  Música

    Teen Spirit: Elle Fanning vira cantora em clipe com cenas de seu novo filme

    18 de março de 2019 /

    A Interscope Records divulgou um clipe do filme “Teen Spirit”, que traz a atriz Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) cantando a música “Dancing On My Own”, da artista sueca Robyn. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. O disco da trilha vai testar essa hipótese. O repertório é baseado nas músicas que ela canta no filme, o que inclui hits de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para 5 de abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Brad Pitt e Leonardo DiCaprio se juntam no primeiro pôster do novo filme de Quentin Tarantino

    18 de março de 2019 /

    A Sony divulgou o primeiro pôster de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. E a imagem destaca os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Os dois vivem, respectivamente, um ator de faroestes em decadência e seu dublê de longa data, que procuram por uma forma de voltar aos holofotes em 1969. A produção marca o primeiro longa que eles estrelam juntos. Além deles, há muitos outros astros famosos no elenco, como Margot Robbie na pele de Sharon Tate, atriz casada com Roman Polanski que teve uma morte sangrenta nas mãos dos seguidores de Charles Manson. Outro destaque é Al Pacino, que interpretada o agente do personagem de DiCaprio. “Era Uma Vez em Hollywood” vai marcar a primeira colaboração de Pacino com Tarantino, que se declara fã do ator veterano. O elenco grandioso ainda inclui James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além de registrar o último papel do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil

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  • Filme

    Capitã Marvel já soma 760 milhões de bilheteria mundial – em 11 dias

    17 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” segue na liderança das bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz. E os valores continuam astronômicos. Os US$ 69,3M (milhões) que arrecadou nos últimos três dias, nos Estados Unidos e Canadá, representam o maior segundo fim de semana de um lançamento do mês de março desde “A Bela e a Fera” (US$ 90,4M), há dois anos. Com isso, o faturamento doméstico atingiu US$ 266,2M em dez dias. Ainda mais impressionante é seu desempenho internacional, de quase US$ 500 mil em 11 dias. Ao todo, o novo longa da Marvel tem US$ 760,2M. E pode chegar a US$ 1 bilhão já no próximo fim de semana – no máximo, em duas semanas. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína vivida por Brie Larson precisou só de dois fins de semana para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M) e “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M). Diante desse domínio, as demais estreias precisaram se contentar com trocados. Em 2º lugar, o lançamento da animação “O Parque dos Sonhos” não passou dos US$ 16M. E ainda foi trucidado pela crítica – 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desenho também estreou no Brasil no fim de semana. O romance de adolescentes doentes “A Cinco Passos de Você” fez um pouco menos, US$ 13,1M, em 3º lugar. Mas a crítica não achou pavoroso, apenas medíocre, com 53% de aprovação. Estreia por aqui na quinta (21/3). Pior destino teve a sci-fi “A Rebelisão” (Captive State). Com um marketing que apostou no mistério, o filme não engajou o público e rendeu apenas US$ 3,1M em 7º lugar. Uma catástrofe em 2,5 mil salas, que foi ultrapassada nas bilheterias até por uma comédia mexicana de 472 telas. A história dos invasores espaciais “benevolentes”, que transformam o planeta numa ditadura, foi cancelada na TV em julho passado (“Colony”) e sua variação cinematográfica causou 48% de decepção da crítica. A invasão no Brasil acontece em 28 de março. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 69,3M Total EUA e Canadá: US$ 266,2M Total Mundo: US$ 760,2M 2. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 16M Total Mundo: US$ 20,3M 3. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 13,1M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 13,1M 4. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 135,6M Total Mundo: US$ 466,5M 5. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 56M Total Mundo: US$ 59,7M 6. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ _ 7. A Rebelião Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 101,3M Total Mundo: US$ 171,4M 9. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 81,8M Total Mundo: US$ 394M 10. Green Book Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 82,2M Total Mundo: US$ 274,6M

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  • Etc,  Filme,  Série

    Richard Erdman (1925 – 2019)

    17 de março de 2019 /

    O ator Richard Erdman, conhecido pelas novas gerações por interpretar o aluno mais velho de “Community”, morreu no sábado (16/3) aos 93 anos. Nenhum detalhe foi informado sobre seu falecimento. Com mais de 70 anos de carreira, Erdman participou de dezenas de filmes e séries, incluindo a versão original de “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), na qual estrelou um dos episódios mais famosos da produção da década de 1960, como McNulty, um homem que ganha um relógio capaz de congelar o tempo. Erdman estreou no cinema aos 19 anos. Ele impressionou tanto o lendário diretor Michael Curtiz (de “Casablanca”) em testes para “Janie Tem Dois Namorados” (1944), como um dos namorados da Janie do título (Joyce Reynolds), que acabou assinando um contrato com a Warner, especializando-se em interpretar soldados, marinheiros, ajudantes e amigos engraçados. O início de sua carreira foi marcada por pequenos papéis em grandes clássicos, como “Um Punhado de Bravos” (1945), de Raoul Walsh, “Regeneração” (1946), de Jean Negulesco, e “Tormento de uma Glória” (1949), de Jacques Tourneur, até se destacar em “Espíritos Indômitos” (1950), de Fred Zinneman, na pele de Leo, um dos pacientes em uma ala paraplégica de veteranos de guerra que ajuda um furioso recém-chegado (ninguém menos que Marlon Brando em sua estréia no cinema) a se ajustar a uma nova vida na sociedade. Numa entrevista de 2010, Erdman lembrou com orgulho que o crítico do New York Times, Bosley Crowther, escreveu sobre o filme que “o sr. Brando é impressionante, mas ele tem algumas coisas para aprender com um ator de Hollywood chamado Richard Erdman”. Richard Erdman voltou a ganhar elogios como coadjuvante de Dick Powell e Rhonda Fleming, interpretando um ex-fuzileiro naval alcoólatra no clássico noir “Golpe do Destino” (1951), a estréia na direção de Robert Parrish, editor de filmes premiado com o Oscar. Fez ainda outro noir famoso, “Gardênia Azul” (1953), dirigido pelo mestre Fritz Lang, e algumas comédias, entre elas “O Biruta e o Folgado” (1951), com Dean Martin e Jerry Lewis, antes de viver um de seus papéis mais famosos, como o Sargento “Hoffy” Hoffman no icônico filme de prisioneiros de guerra “O Inferno Nº 17” (1953), obra-prima de Billy Wilder. Ele contou, numa entrevista de 2012, que “Wilder deu uma olhada em mim e disse: ‘Não ria. Nem uma pequena risada, porque você é a cola que mantém esse filme funcionando. Todo mundo é engraçado, menos você'”. Ao final dos anos 1950, Erdman passou a se dedicar mais à TV, chegando a estrelar as séries “Where’s Raymond?” e “The Tab Hunter Show”, de onde partiu para uma infindável leva de participações especiais – em “Perry Mason”, “Jeannie É um Gênio”, “A Família Buscapé”, “James West”, “O Agente da UNCLE” e até “Guerra, Sombra e Água Fresca”, a série inspirada em “O Inferno Nº 17”, entre inúmeras outras atrações. Voltou a se destacar no filme de guerra “Tora! Tora! Tora!” (1970), mas o resto de sua carreira foi basicamente na TV, onde trabalhou durante todos os anos seguintes, tanto como ator quanto dublador de séries animadas. Nos últimos anos, Erdman tinha reencontrado a popularidade graças às participações em “Community”, onde deu vida a Leonard, o aluno mais veterano da universidade Greendale, que era sempre repreendido pelo grupo de estudos de Jeff (Joel McHale) e cia. Ele apareceu em 53 episódios da série, exibida entre 2009 e 2015. Seu papel final foi como ele mesmo, numa participação de 2017 em “Dr. Ken”, série estrelada por Ken Jeong, seu colega de “Community”.

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  • Filme

    Um Princípe de Natal 3 vai mostrar o nascimento do Bebê Real

    17 de março de 2019 /

    A Netflix vai lançar um terceiro filme da franquia iniciada por “Um Princípe de Natal”. Se o primeiro foi sobre o romance, o segundo sobre “O Casamento Real”, o terceiro será, claro, o filme do “Bebê Real”. “Um Príncipe de Natal: O Bebê Real” vai introduzir o herdeiro do casal formado pela ex-plebeia Amber (Rose McIver, a “iZombie”) e o príncipe Richard (Ben Lamb, de “The White Queen”). É a velha história da Cinderela, que ganha a roupagem moderna e finalmente assume que príncipes e princesas de contos de fada também fazem sexo – ou tem cegonhas tão avançadas que enviam ultrassons de bebês antes de entregar as crianças aos pais. O elenco será basicamente o mesmo do primeiro filme, trazendo, além de Rose McIver e Ben Lamb, a atriz Alice Krige como a Rainha Elena. “O Bebê Real” deve nascer entre novembro ou dezembro de 2019. Confira abaixo o anúncio oficial da gravidez do casal.

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  • Filme

    Operação Fronteira enfrenta clichês de ação dos anos 1980 com elenco atual de peso

    17 de março de 2019 /

    Kathryn Bigelow, a única mulher da História do Oscar a ganhar a estatueta de Melhor Direção, por “Guerra ao Terror”, considerou dirigir “Operação Fronteira”. Ela desistiu e ficou com créditos de produtora executiva. Mas com isso a história original, desenvolvida por seu roteirista de confiança, Mark Boal, com quem trabalhou em “Guerra ao Terror” (2008), “A Hora Mais Escura” (2012) e “Detroit em Rebelião” (2017), acabou reescrita pelo diretor J.C. Chandor. O resultado deixa o espectador imaginando o quanto esse filme tinha potencial para ir mais longe, sob comando de Bigelow. É sobre cinco amigos, ex-soldados das Forças Especiais (Oscar Isaac, Ben Affleck, Charlie Hunnam, Garrett Hedlund e Pedro Pascal), que decidem voltar a se juntar para uma última missão: roubar uma fortuna de um chefão das drogas na América do Sul – supostamente na tríplice fronteira entre Paraguai, Argentina e Brasil, embora as filmagens tenham acontecido na Colômbia. A premissa evoca “Três Reis” (1999), o melhor filme de David O. Russell. Mas, estranhamente, o que se materializa no primeiro ato é o tipo de filme de ação que era estrelado por machões nos anos 1980, algo próximo à narrativa saudosista de “Os Mercenários” (2010). As semelhanças são mais de tom – trilha sonora roqueira, diálogos ruins e curtos, repletos de frases de efeito e narizes empinados – do que em relação à execução das cenas de ação, que são muito bem orquestradas e lembram a pegada visceral de Kathryn Bigelow (sem câmera balançante, graças a Deus). A partir da segunda metade, dominada por um mix de tensão, ganância e um senso de moral capaz de enlouquecer mais os protagonistas que seus perseguidores, as guitarras rasgadas e barulhentas dão um descanso na trilha. E os atores finalmente demonstram porque tem nomes de peso, inclusive Ben Affleck. Mas a diferença entre as duas partes é tão gritante que a impressão é que as cabeças pensantes por trás do projeto jamais chegaram a um equilíbrio criativo. E nome mais fraco do trio, J.C. Chandor, ficou com a maior responsabilidade. Infelizmente, o diretor de “Margin Call”, “Até o Fim” e “O Ano Mais Violento” costuma fazer filmes que parecem quase bons. Nunca são bons completamente. Ao contrário de Kathryn Bigelow, que poderia tornar “Operação Fronteira” numa contraparte de “Guerra ao Terror”.

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  • Filme

    Chiwetel Ejiofor tem algo importante a dizer em O Menino que Descobriu o Vento

    17 de março de 2019 /

    Lembra quando os filmes se preocupavam acima de tudo em contar uma bela história? Um tempo em que ambições artísticas individuais eram colocadas em segundo plano e todos os envolvidos numa produção uniam esforços para que um filme ganhasse vida e fosse maior que cada talento pago para tirá-lo do papel. Pode ser bem filmado, escrito, interpretado, qualquer coisa, mas a história é construída sem recados panfletários para o momento político, social e econômico de sua época, embora dialogue com a realidade de qualquer geração devido aos seus temas universais e atemporais. É esse tipo de cinema que propõe o ator Chiwetel Ejiofor em sua estreia como diretor de longas-metragens. De alguma forma, os lados viscerais e emocionais de sua força como ator estão bem representados em sua visão do livro de William Kamkwamba e Bryan Mealer, “O Menino que Descobriu o Vento”. Alguns atores conseguem adaptar seus talentos para a função de diretor de uma maneira tão natural que é fácil reconhecer suas características e temáticas preferidas em cada cena. Clint Eastwood e Woody Allen tiram isso de letra, mas temos outros bons exemplos como os de Kevin Costner, que vivia um grande momento em sua carreira quando se arriscou na direção de “Dança com Lobos”, o mesmo com George Clooney, quando filmou “Boa Noite e Boa Sorte”. “O Menino que Descobriu o Vento” é a cara do ator indicado ao Oscar por “12 Anos de Escravidão”. Inteligente, humanista e extremamente honesto ao abrir seu coração. Ele conta a história real de William Kamkwamba (Maxwell Simba) que vivia em Malawi, África, em 2001, com sua pobre família, sobrevivendo de colheitas numa terra castigada pelo sol e a ausência de chuvas. Quando Ejiofor faz referência à queda das Torres Gêmeas, em Nova York, naquele ano, temos a certeza de que o cenário que veremos a seguir remete a um período de um sofrimento inimaginável para quem paga Netflix todos os meses. Lutando para ir à escola sem dinheiro, William se encanta pela ciência e vê nela a solução para os problemas da família e das pessoas ao seu redor. Só que estamos falando de um lugar esquecido pelo tempo e o mundo, onde o conservadorismo e velhas tradições imperam. A juventude e o futuro representados por William batem de frente com as convicções antigas de seu pai, Trywell (o próprio Chiwetel Ejiofor, mais uma vez sendo maravilhoso). No meio do desespero, ele acredita que chegou a hora do menino esquecer os estudos, pegar a enxada e encarar o trabalho duro. Como convencer uma pessoa com concepções firmes, mas completamente antiquadas? Essa é a grande pergunta que nos fazemos quase todos os dias sobre nossos pais – e alguns políticos. É a pergunta que faz William, que o respeita e não quer um confronto com o próprio pai, mesmo sabendo que tem razão nessa discussão. Trywell não é pintado como um vilão. Pelo contrário, ele é um pai e marido dedicado, trabalhador, um verdadeiro lutador e um homem apaixonado por sua terra, cultura e a família (a atriz que faz sua esposa, Aïssa Maïga, é sensacional). Ejiofor está ciente que não pode ceder aos clichês, embora eles circulem o filme o tempo todo. Prova disso é que ele nem sempre deixa a música ajudar nas cenas mais bonitas ou piegas, e deixa as emoções mais fortes somente para o finalzinho, o que favorece uma catarse natural e grandiosa. No entanto, comete erros de principiante. Por exemplo, ao abrir várias frentes no primeiro ato para, sem mais nem menos, abandoná-las ao se concentrar nos personagens que realmente importam. E a sequência inicial, em meio ao funeral do irmão de Trywell, chega a ser dominada por diálogos expositivos só para mostrar quem é quem. Não precisava, porque não demora tanto assim para Ejiofor explicar de fato quem realmente são essas pessoas. Do início ao fim, conhecemos cada membro da família e entendemos seus medos, mas também suas inspirações. A verdade é que “O Menino que Descobriu o Vento” possui uma trama e significados explorados centenas de vezes pelo cinema. Mas Hollywood dificilmente filmaria em Malawi preservando o dialeto local (o Chichewa), que é falado durante 90% do filme. Nisso, entra a vantagem da Netflix, que produziu o filme. A plataforma não tem medo de legendas e venceu três Oscars neste ano com um filme falado em idioma diferente ao que os americanos estão acostumados – “Roma”. E Chiwetel Ejiofor também tem algo importante a dizer, porque esta é uma história real, embora você provavelmente nunca tenha ouvido falar dela. Especialmente nesses dias em que escolas são lembradas por massacres, enquanto políticos se preocupam apenas em colocar mais armas nas ruas e fazer estudantes cantarem o hino nacional. O que “O Menino que Descobriu o Vento” faz é lembrar do poder transformador da educação. “O Menino que Descobriu o Vento” também representa, finalmente, um filme sobre adolescente negro que vai à escola sem precisar lidar com a violência das ruas. Finalmente um filme sobre africanos sem guerras ou histórias envolvendo preconceito racial. Finalmente notamos que existem outras histórias maravilhosas que merecem e precisam ser contadas. Finalmente.

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    Pastor Cláudio resgata o passado assassino da ditadura militar

    17 de março de 2019 /

    Um homem que hoje prefere ser chamado de Pastor Cláudio, já que é bispo evangélico, é o foco do documentário brasileiro que leva o seu nome atual. Esse pastor é Cláudio Guerra, um ex-delegado, um dos nomes de destaque do aparelho repressor da ditadura militar, responsável por assassinar e incinerar opositores daquele regime, invariavelmente chamados de subversivos, comunistas ou terroristas. Portanto, um dos responsáveis pela violência de Estado, que nunca foi punida, já que coberta pela controversa lei de anistia que vigora até hoje. Por conta disso, e talvez para ficar em paz com sua consciência e suas obrigações religiosas, Cláudio se responsabiliza por tudo o que fez, não foge das perguntas, identifica atos, pessoas e locais. Ele estava estabelecido no aparelho repressor de Vitória, Espírito Santo. Mas, como explicou, os agentes trocavam de posições. Era comum um policial do Rio ir torturar ou matar um subversivo de Recife. Ou um de Salvador atuar em São Paulo. De modo que de Vitória ele circulou, agindo nacionalmente, por várias partes do país. A lógica era matar quem você não conhece ou tem apenas uns poucos dados, até sem saber o nome. Assim se eliminavam vínculos, medos, hesitações, e tudo acontecia com mais frieza e distanciamento psicológico. Por sinal, frieza absoluta é a tônica da entrevista-depoimento, conduzida no filme por Eduardo Passos, psicólogo e ativista de Direitos Humanos. É fato que o pastor Cláudio já havia respondido à Comissão da Verdade, escreveu um livro contando essas histórias (como expressa na filmagem) e já atendeu mais alguém antes, sobre o tema. O fato de não precisar temer consequências em função dessa anistia que cobre os torturadores e assassinos do regime permite que ele possa assumir a condição de religioso e, de Bíblia em punho, resgatar os fatos e arrepender-se do que fez. O que só fica bem claro em referência a algumas ações, como a carta-bomba dirigida à OAB e, principalmente, o atentado preparado para o Rio Centro, que seria imputado à esquerda. O mais comum é aquele tom de banalidade do mal, a que se referiu Hannah Arendt, e que expressa muito bem o sentido de tais ações. No caso de Cláudio Guerra, cumprindo ordens superiores, sim, mas sendo ele próprio um formulador e responsável por comandos de repressão, tortura e morte. Ele reconheceu diante das fotos projetadas de desaparecidos o que fez com cada um deles. Não se pense que tudo acabou com o fim do regime militar. A prática da tortura, por exemplo, só mudou de objeto e o ex-delegado, como os demais, continuou ativo em plena redemocratização. Porém, se desentendeu, por razões práticas, e acabou isolado, perdendo todas as benesses que teve ao longo de sua atuação como agente repressor. Aparentemente, mudou de vida de forma radical e isso permite o resgate, por meio do cinema, de fatos importantes e modos de atuação no período. Relevante, didático e oportuno, o trabalho da diretora Beth Formaggini, que se concentrou no essencial e não deu vazão às possíveis explicações sobre o presente do personagem. Seu passado tenebroso é o que conta. E o período terrível da opressão do qual ele foi um dos algozes.

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    Ana de Armas negocia viver Marilyn Monroe no cinema

    16 de março de 2019 /

    A atriz cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) está cotada para interpretar ninguém menos do que Marilyn Monroe no filme “Blonde”. De acordo com o site Collider, ela teria impressionado o diretor e roteirista Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) no teste para o papel, dando início às negociações. Produzido pela Plan B, produtora de Brad Pitt, e com financiamento da Netflix, “Blonde” será uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade e ficção para contar a história da lendária estrela de cinema. O livro de 2000 ficou conhecido por contar detalhes das aventuras amorosas da atriz, mas fantasia e usa pseudônimos para evitar processos – como “O Presidente” para aludir a John F. Kennedy, “Ex-Atleta” com relação a Joe DiMaggio e “O Dramaturgo” sobre Arthur Miller. Numa das cenas escritas por Oates, Marilyn e “O Presidente” trocam carícias enquanto Fidel Castro está no telefone… O diretor tenta tirar esse projeto do papel há nove anos. Em 2010, a atriz Naomi Watts (“Diana”) era a favorita para viver Marilyn. Ele descreveu “Blonde” ao Collider como “um filme que conta a história de como um trauma de infância nos molda quando adultos, nos divide entre um eu público e um eu privado”. “É a história de todos os seres humanos, mas usa alguém com quem estamos acostumados, por causa de sua exposição na mídia”, acrescentou. A infância e adolescência de Monroe, cujo nome verdadeiro era Norma Jeane Mortenson, foram marcadas por problemas familiares. Sua mãe, Gladys, foi diagnosticada com esquizofrenia quando Marilyn tinha apenas oito anos de idade, e ela passou boa parte dos seus anos formativos em casas de adoção. Após trabalhar como modelo pin-up, ela foi recrutada por Hollywood. Pintou os cabelos ruivos de loiro e se tornou Marilyn Monroe, estreando no cinema aos 21 anos em “Idade Perigosa” (1947). Durante a década seguinte, ela se tornou um fenômeno, estrelando clássicos como “Os Homens Preferem as Loiras” (1953), “O Pecado Mora ao Lado” (1955) e “Quanto Mais Quente Melhor” (1959). A atriz morreu em 1962, com apenas 36 anos, de overdose de medicamentos. A vida da atriz já inspirou diversas produções para o cinema e a TV. A mais famosa é o longa “Sete Dias Com Marilyn” (2011) que acompanha a estrela durante a produção do longa “O Príncipe Encantado” (1957). Michelle Williams foi indicada ao Oscar por sua performance no papel.

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    Shazam enfrenta Dr. Silvana e se diverte em 15 fotos do novo filme de super-herói

    16 de março de 2019 /

    A Warner divulgou 15 fotos oficiais de “Shazam!”, próxima adaptação da DC Comics a chegar aos cinemas. Algumas das imagens já tinham circulado com logotipo de revistas. E apesar de incluírem o supervilão da história, elas refletem o tom abertamente cômico da produção, que diferencia o lançamento entre os demais super-heróis do estúdio, conhecido por suas sagas sombrias. “Shazam!” vai adaptar a versão mais recente dos quadrinhos do herói que lhe dá título – e que foi criado nos anos 1940 como Capitão Marvel. Após longa evolução, duas brigas diferentes por direitos autorais e vários reboots, ele ganhou uma nova versão em 2012 (nos “Novos 52”), que mudou praticamente tudo o que se sabia sobre ele, mantendo apenas a premissa básica do herói. Ele não passa de um menino chamado Billy Batson (vivido por Asher Angel, da série “Andi Mack”), que ganha a capacidade de virar um super-herói adulto e fortão (Zachary Levi, da série “Chuck”) ao pronunciar a palavra mágica “Shazam!”. O elenco também inclui Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Cooper Andrews (o Jerry de “The Walking Dead”), Marta Milans (série “No Tomorrow”), Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”), Jovan Armand (série “The Middle”), Faithe Herman (série “This Is Us”) e Mark Strong (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o supervilão Dr. Silvana. Com direção de David F. Sandberg (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), “Shazam!” estreia em 4 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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