Boato: Mãe de Charlie Sheen em Two and a Half Men estaria namorando atriz de American Horror Story
Um boato curioso tomou conta da mídia americana nos últimos dias, após a veterana atriz Holland Taylor assumir que está em seu primeiro relacionamento sério com uma mulher. “É a coisa mais maravilhosa e extraordinária que poderia ter acontecido comigo”, ela disse, em entrevista à rádio norte-americana WNYC. “Mas não saí do armário porque já estou fora. Eu vivo fora dele”, completou. A atriz de 72 anos, que interpretava a mãe de Charlie Sheen na série “Two and a Half Men”, não revelou o nome da namorada, mas disse que ela é mais jovem e que as duas já cogitam, até, se casarem. E isto deu início a uma espécie de “corrida ao tesouro” para descobrir de quem ela está falando. O site da revista People chegou logo à conclusão de que a namorada de Holland seria ninguém menos que a atriz Sarah Paulson, da série “American Horror Story”. As suspeitas foram levantadas por conta de várias aparições que as duas fizeram juntas nos últimos meses, com direito a mãos dadas. Além disso, Sarah namorou outra mulher entre 2004 e 2009 e considera sua sexualidade bem resolvida, apesar de sempre ser muito reservada com a sua vida pessoal. Para completar, mesmo não revelando o nome da amada, Holland admitiu que há uma grande diferença de idade entre as duas. “Há uma grande diferença de idade entre nós, o que com certeza choca muitas pessoas e me assusta. Mas não é algo novo para mim. Eu nunca vivi por um longo período com ninguém, realmente unindo minha vida à de outra pessoa. Agora estou fazendo isso e a diferença de idade é interessante. É um aprendizado e me sinto sortuda de ter a oportunidade de ter isso. Tem sido incrível”, contou. Sarah Paulson é 32 anos mais jovem que Holland. Mas, por enquanto, nenhuma das envolvidas confirma o caso.
Filhotinhos de Angry Birds espalham fofura em vídeo natalino
A Sony Pictures divulgou um vídeo natalino da animação que adapta o popular game “Angry Birds” para os cinemas. O vídeo mostra filhotes fofos de passarinhos, que tentam cantar uma canção natalina, mas são distraídos por dois filhotinhos dispersos. Uma das aves contrariadas termina a prévia dando mostras de que, quando crescer, irá se tornar tão irritadiça quanto o protagonista Red. O filme tem direção dos estreantes Clay Kaytis (animador de “Frozen”) e Fergal Reilly (artista de storyboards de “Hotel Transilvânia”), e promete mostrar como os porcos verdes do game entraram na vida dos pássaros, deixando-os irritados. No idioma original, os dubladores incluem Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”) no papel de Red, Josh Gad (o Olaf na dublagem original de “Frozen”) como a voz do ligeirinho Chuck e Danny McBride (“É o Fim”) nas penas do volátil Bomba. Entre os coadjuvantes, figuram ainda Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”), Bill Hader (o Stefon de “Saturday Night Live”) e Peter Dinklage (o Tyrion de “Game of Thrones”) “Angry Birds” estreia em 12 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Depois de Taís Araújo, Cris Vianna sofre ataque racista na internet
A atriz Cris Vianna (novela “A Regra do Jogo”) é a mais nova vítima de racismo no Brasil. O ataque foi, inclusive, similar ao sofrido recentemente pela atriz Taís Araújo (novela “Cheias de Charme”): uma série de comentários pesados e preconceituosos disparados contra uma foto que ela postou nas redes sociais, na qual aparece linda com seus cabelos naturais. Ela não deixou barato e se posicionou, dizendo que não deixaria o racismo vencer. “Infelizmente, ainda passamos por isso em pleno 2015”, escreveu. “Recentemente, a vítima foi a competente jornalista Maria Júlia Coutinho. E agora, apenas um mês após minha linda colega Taís Araújo também ter sido vergonhosa e covardemente atacada, aqui estamos novamente precisando enfrentar racistas escondidos sob o pretenso anonimato da internet”. Cris afirmou ter registrado os comentários e encaminhado o caso para a Justiça. “Não posso me calar. Se meu trabalho me permite alguma expressividade, usarei minha voz por muitos que sofrem esse tipo de ataque racista diariamente e voltam para casa calados, cansados de não serem ouvidos, para chorar sozinhos. Como todos vocês, tenho orgulho da minha pele, do meu cabelo, da minha origem e de tudo o que sou. Do que somos. E não estamos sozinhos. Temos do nosso lado a lei – racismo é crime inafiançável – e milhares de brasileiros que também acreditam num país mais justo e civilizado, gente que entende que respeitar as diferenças é mais que um dever e que está disposta a denunciar e lutar contra todo tipo de preconceito”. No Instagram, um amigo da atriz contou que ela teria recebido um “soco no estômago” ao ler as mensagens racistas. Segundo apurou o site Ego, a investigação dos casos anteriores indica que o grupo por trás do ataque à Taís Araújo e Maria Julia Coutinho é formado pelas mesmas pessoas.
Leandro Hassum pode filmar a história de seu pai traficante
A repercussão da revelação do passado de crimes do pai de Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) está inspirando o ator a transformar a história num filme. Ele revelou detalhes sobre a relação com seu pai, preso por tráfico internacional de drogas, em entrevista realizada para o programa de Marília Gabriela, no canal pago GNT. Hassum contou ter sido pego de surpresa na época, aos 21 anos de idade, pois não imaginava que o pai tivesse envolvimento com negócios ilícitos. “Meu pai era responsável pelo transporte da droga do Brasil para a Europa e para os Estados Unidos. Fazia parte da máfia italiana”, ele revelou, emocionando-se ao contar as dificuldades de relacionamento causadas pela prisão, em 1994. “Tive um pai que me amou muito, que era um grande pai, mas ele lidava com essa questão do tráfico como sendo uma profissão. Até a morte, ele disse que não era traficante, ele acreditava ser apenas um comerciante”, disse Leandro. O ator cortou relações com o pai depois que ele foi preso pela segunda vez, novamente por envolvimento com o tráfico, e estava distante quando ele morreu, em novembro de 2014. Para lidar com os sentimentos conflitantes, ele passou por terapia e conta que pretende transformar a história de seu pai em livro, filme ou série. A entrevista em que o ator revela todos os detalhes ainda é inédita e só irá ao ar no próximo domingo, 6 de dezembro.
Versão televisiva do musical Grease ganha primeiro teaser
A rede americana Fox divulgou o primeiro teaser do musical “Grease”, especial de fim de ano que dá uma nova roupagem ao clássico estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John em 1978. O vídeo apresenta os novos intérpretes – “os astros mais quentes da atualidade”, segundo a Fox – , cantando e caracterizados como seus personagens. A nova versão traz Julianne Hough (“Rock of Ages”) como a ingênua Sandy, que reencontra sua paixão de verão ao se matricular numa nova escola. O problema é que o romântico Danny, em interpretação de Aaron Tveit (“Os Miseráveis”), mostra-se outra pessoa no colégio, usando jaqueta de couro e integrando uma gangue de rebeldes do tempo da brilhantina, e para manter a pose finge nem conhecê-la. Para piorar, ela ainda sofre bullying da bad girl Rizzo (Vanessa Hudgens, deixando para trás a imagem good girl de “High School Musical”) Além deles, o elenco inclui a cantora Carly Rae Jepsen como Frenchy, Carlos Penavega (série “Big Time Rush”) como Kenickie, Keke Palmer (série “Scream Queens”) como Marty, Kether Donohue (série “You’re the Worst”) como Jan, David Del Rio (“A Escolha Perfeita”) como Putzie, Elle McLemore (série “Army Wives”) como Patty Simcox, Ana Gasteyer (série “The Goldbergs”) como a diretora da escola e Mario Lopez (série “Nip/Tuck”) como Vince Fontaine. Com direção de Thomas Kail (série “2 Broke Girls”) e Alex Rudzinski (reality “Dancing with the Stars”) musical será exibido ao vivo, com o título de “Grease: Live”, em 31 de janeiro na TV americana.
Setsuko Hara (1920 – 2015)
Morreu Setsuko Hara, lenda do cinema japonês, que estrelou os filmes mais famosos do grande mestre Yasujirō Ozu. Ela faleceu aos 95 anos em 5 de setembro, após passar um mês internada num hospital, mas a notícia só foi divulgada nesta semana pela imprensa japonesa. Seu verdadeiro nome era Masae Aida e ela nasceu em 17 de junho de 1920 em Yokohama, no Japão. Sua irmã mais velha era casada com o cineasta Hisatora Kumagai, o que aproximou sua família da indústria do cinema – até seu irmão virou assistente de fotografia. Sonhando em virar atriz, ela passou num teste no estúdio Nikkatsu e fez sua estreia em 1935, aos 15 anos, no curta “Tama o Nagero”, seguido no mesmo ano pela comédia “Do Not Hesite Young Folks!” O primeiro papel de destaque veio no drama “O Filho do Samurai” (1937), uma coprodução alemã, em que ela interpretou uma donzela que tentava, em sacrifício, jogar-se em um vulcão. O sucesso foi tanto que Setsuko continuou a viver heroínas trágicas em diversos filmes até a 2ª Guerra Mundial, que diminuiu o ritmo de lançamentos do país. Quando a produção cinematográfica foi retomada, Akira Kurosawa a convidou a estrelar o clássico “Não Lamento Minha Juventude” (1946), como a filha de um professor universitário que cai em desgraça política, representando as contradições, angústias e sentimentos de culpa da geração do pós-guerra. Ela também trabalhou com o diretor Kimisaburo Yoshimura em “A Ball at the Anjo House” (1947) e com Keisuke Kinoshita em “Here’s to the Girls” (1949), nos quais foi retratada como a “nova mulher japonesa”, além de voltar a filmar com Kurosawa na adaptação japonesa de “O Idiota” (1951), clássico literário de Fiódor Dostoiévski. No entanto, foi a parceria com Yasujirō Ozu, iniciada em 1949, que teve maior impacto em sua carreira. No primeiro longa da parceria, “Pai e Filha” (1949), ela viveu Noriko, uma mulher adulta que se recusava a se casar e sair de casa, preferindo dedicar sua vida a cuidar do pai, apesar dos esforços da família para convencê-la a noivar. O filme tornou-se um dos maiores clássicos japoneses, considerado um dos mais perfeitos dramas de estudo de personagens já realizados e o 15º melhor filme de todos os tempos (segundo a eleição mais recente do British Film Institute). O sucesso do filme consolidou a imagem de Setsuko como uma filha dedicada a seus pais, inspirando o apelido pelo qual ela ficou conhecida: a Virgem Eterna. Até certo ponto, a realidade espelhava esse papel. Em uma sociedade que considerava o casamento e a maternidade quase obrigatórios, ela permaneceu solteira e sem filhos, sobrevivendo às controvérsias apenas porque era popular o suficiente para evitar as fofocas. Ozu, entretanto, quis mostrar uma Noriko diferente no segundo filme da parceria. Mantendo o nome da personagem em “Também Fomos Felizes” (1951), a atriz mostrou que a relutância em se casar não representava uma devoção paterna equivocada. Era um ato de independência. Na trama, a família se preocupava por Noriko se manter solteira aos 28 anos de idade. Mas a jovem era uma típica representante do Japão do pós-guerra, em que as mulheres trabalhavam e não dependiam de homens para sustentá-las, optando por se casar apenas se quisessem e não por conveniência ou tradição. Setsuko também mostrou que o casamento não era essa maravilha toda, ao estrelar o drama “Vida de Casado” (1951), de Mikio Naruse, no qual se mostrava infeliz ao perceber que, após o matrimônio, sua vida resumira-se a cozinhar e limpar a casa. O terceiro filme que estrelou para Ozu, “Era uma Vez em Tóquio” (1953), ilustrou outro ângulo dos temas anteriormente visitados. Nele, a atriz interpretava uma viúva, também chamada Noriko, cujo marido morreu na guerra. Sua devoção ao falecido, porém, já persistia por mais de uma década, a ponto de preocupar os familiares por sua recusa em se casar novamente. Ela era, entretanto, a única que dava atenção aos pais idosos de seu marido, que viajaram do interior para Tóquio, numa rara visita aos filhos distantes, apenas para serem recebidos com indiferença. Os cunhados de Noriko, tão absorvidos em suas próprias vidas, preferiam ignorar os sentimentos dos pais, enquanto a viúva lhes recebia com o respeito e a devoção de uma filha de verdade, num retrato da degradação das famílias, alimentada pela correria da vida moderna. “Era uma Vez em Tóquio” encerrou a chamada “trilogia Noriko” sob elogios e aplausos ainda mais retumbantes que os de “Pai e Filha”, atingindo status de obra-prima mundial. Considerado um dos trabalhos mais importantes do cinema, ocupa atualmente o 3º lugar na lista do British Film Institute dos melhores filmes de todos os tempos, além de liderar uma lista alternativa do mesmo instituto, com votação exclusiva de cineastas. A atriz ainda estrelou mais três longas de Ozu, “Crepúsculo em Tóquio” (1957), “Dia de Outono” (1960) e “Fim de Verão” (1961), sempre lidando com problemas de família, envolvendo especialmente os pais. O final de sua filmografia também teve espaço para duas aventuras dirigidas por Hiroshi Inagaki, vivendo uma deusa em “A Idade dos Deuses” (1959), sobre a origem do xintoísmo, e seu papel final em “Os Vingadores” (1962), a versão mais bem-sucedida da lenda espadachim dos 47 ronins. Em 1963, logo após a morte de Ozu, ela entrou em depressão e decidiu se afastar da indústria cinematográfica. Aos 43 anos, e no auge de sua popularidade, recusou-se a estrelar novos papeis, irritando seus fãs, a indústria e a imprensa do país, ao declarar que não fazia mais sentido continuar a carreira, pois nos últimos anos só filmava para sustentar seus parentes. Ela se mudou para uma pequena casa no litoral, em Kamakura, antiga capital do Japão, onde permaneceu, vivendo sozinha o resto de sua vida. A imprensa, porém, não se conformou com a decisão e passou a chamá-la de “Greta Garbo do Japão”, pela súbita reclusão. Segundo um sobrinho de 75 anos, ela cultivava a simplicidade e a humildade, e não queria chamar atenção para si, mesmo diante da perspectiva da própria morte.
Po visita seus “parentes” na China, em fotos da divulgação de Kung Fu Panda 3
A DreamWorks divulgou novas fotos de “Kung Fu Panda 3”. Mas estas são diferentes. Para começar, não foram criadas por computador nem incluem animação. Trata-se de um encontro real entre Po e seus “parentes”. O personagem principal da franquia (na verdade, um ator fantasiado) visitou os pandas trigêmeos do Chimelong Safari Park, localizado na cidade de Guangzhou, na China. Os “pandinhas” gigantes tem apenas um ano de vida e aparecem nas fotos entretidos com suas comidas, sem dar muita bola para o visitante animadão. Meng Meng, Shuai Shai e Ku Ku viraram celebridades por terem nascido em cativeiro no ano passado, já que os pandas correm risco de extinção. O detalhe interessante é que os trigêmeos inspiraram personagens do filme, que vai mostrar o encontro de Po com a família que ele não sabia que tinha. O material promocional da produção vêm há tempos destacando, entre os parentes de Po, três pequenos filhotinhos. Na trama, o paraíso secreto dos pandas será ameaçado por um vilão sobrenatural, que pretende dizimar os mestres de kung fu, e após conhecer sua família, Po terá que treinar todos os pandas desajeitados do vilarejo para combatê-lo. Na dublagem original, Po é interpretado pelo ator Jack Black. Outros nomes conhecidos também tiveram seu retorno confirmado no terceiro filme, como Angelina Jolie, Dustin Hoffman, Lucy Liu, Seth Rogen e Jackie Chan. Entre as novidades, o pai de Po será dublado por Bryan Cranston (série “Breaking Bad”), a panda Mei Mei terá a voz de Kate Hudson (“Noivas em Guerra”) e o vilão Kai será interpretado por J.K. Simmons (“Whiplash”). “Kung Fu Panda 3” estreia em 29 de janeiro nos EUA e apenas em 17 de março no Brasil.
Anne Hathaway está grávida do primeiro filho
A atriz Anne Hathaway (“Um Senhor Estagiário”) está grávida do seu primeiro filho. Após a publicação americana US Magazine ter confirmado a notícia com várias fontes, o programa “E! News” obteve fotos em que ela aparece com uma barriguinha nada discreta (veja abaixo). Anne é casada com o também ator Adam Shulman (“Os Gatões 2: O Início”) desde 2012, mas os dois estão juntos há bem mais tempo. Na época do casamento, ela declarou que desejava ter filhos logo. “Espero me juntar a esse time em breve, eu quero muito ser mãe”, disse ao Hollywood Reporter. Vale observar que, após finalizar “Colossal”, atualmente em produção, ela só tem uma filmagem prevista, o thriller “The Burning Woman”, escrito por Brad Ingelsby (“Tudo por Justiça”), que ainda não tem diretor envolvido nem cronograma de filmagem. Além de “Colossal”, ela também será vista em 2016 na continuação “Alice Através do Espelho”, em que volta a viver a Rainha Branca de “Alice no País das Maravilhas” (2010).
Boato: Miley Cyrus e Jared Leto teriam relacionamento de sexo sem compromisso
Um novo casal de famosos estaria circulando escondido pelos hotéis de Los Angeles, numa rotina de amantes, mas sem exclusividade. Segundo vários sites americanos de fofoca, a cantora/atriz Miley Cyrus e o cantor/ator Jared Leto vivem uma relação no estilo “sexo sem compromisso” e tem se encontrado em segredo em hotéis discretos para evitar os paparazzi, que fazem plantão na porta da casa dela. O rumor se espalhou como fogo após uma fonte do site Hollywood Life dar detalhes do relacionamento, que inclui troca de fotos picantes. Como os dois não conseguem se ver com muita frequência, devido a seus compromissos profissionais – Miley está no meio de uma turnê e Jared tem alternado shows de sua banda 30 Seconds to Mars com divulgação do filme “Esquadrão Suicida” – , a cantora mantém o relacionamento quente enviando fotos nuas e provocantes para o celular do ficante. Destemida, ela também estaria atiçando o interesse dos hackers. Outra curiosidade revelada pela fonte do site é que o relacionamento é puramente sexual, com poucas chances de virar relacionamento sério. “A Miley sabe que ele não quer levar a sério porque está saindo com várias outras mulheres, mas ela tem dito aos amigos que não liga e está mais que feliz em manter o relacionamento em segredo”, declarou o informante. A diferença de idade entre os dois é de 20 anos. Miley tem 23 e Jared 43 anos. Mas esta não é a primeira vez que rumores de um romance entre eles vêm à tona. Em fevereiro de 2014, um caso foi especulado, mas nunca confirmado.
Leandro Hassum revela que seu pai era traficante e integrava a máfia
Leandro Hassum quebrou um tabu ao falar sobre a relação com seu pai, preso por tráfico internacional de drogas quando o comediante tinha 21 anos. A revelação aconteceu no programa de entrevistas de Marília Gabriela, no canal pago GNT. Hassum contou ter sido pego de surpresa na época, pois não imaginava que o pai tivesse envolvimento com negócios ilícitos. “Meu pai era responsável pelo transporte da droga do Brasil para a Europa e para os Estados Unidos. Fazia parte da máfia italiana”, ele explicou, revelando dificuldades em manter a relação após a prisão, em 1994. “Tive um pai que me amou muito, que era um grande pai, mas ele lidava com essa questão do tráfico como sendo uma profissão. Até a morte, ele disse que não era traficante, ele acreditava ser apenas um comerciante”, disse Leandro. O ator cortou relações com o pai depois que ele foi preso pela segunda vez, 11 anos após ser solto, novamente por envolvimento com o tráfico. Leandro disse que precisou de terapia para lidar com a situação e que pretende transformar a história em um livro. Seu pai morreu há um ano, em novembro de 2014. “Ele infartou uma semana depois (da cirurgia de redução de estômago do ator). Pedi para que, se ele falecesse no dia da minha cirurgia, que não me contassem, mas no dia que tive alta ele faleceu, parecia que estava esperando eu estar bem para poder descansar”, contou Hassum. A entrevista com o ator vai ao ar no dia 6 de dezembro.
Jennifer Lawrence é eleita a artista do ano
Jennifer Lawrence, estrela da franquia “Jogos Vorazes”, foi eleita a artista do ano pela revista Entertainment Weekly. Aos 25 anos, a atriz estampa a capa da edição de dezembro da publicação, que lembra de seu Oscar (pelo filme “O Lado Bom da Vida”) e o fato dela já ter protagonizado duas franquias – além de “Jogos Vorazes”, ela vive a mutante Mística nos filmes de “X-Men”. Falando sobre sua carreira e o final de “Jogos Vorazes”, ela avaliou que está pronta para seguir adiante. “É uma loucura. Eu assinei para fazer esse projeto quando tinha 20 anos. Me lembro que disse: ‘Oh meu Deus, quando acabar eu vou estar com 25 anos’. Parecia tão distante. Agora sinto que acabou. Tudo bem em seguir em frente”, afirmou. Ela também comentou seu relacionamento com o cineasta David O. Russell, que a dirigiu em “O Lado Bom da Vida” (2013), “Trapaça” (2014) e no vindouro “Joy – O Nome do Sucesso”, que estreia em fevereiro no Brasil. “Eu amo tanto o David que eu não consigo falar dele sem rasgar elogios. A gente se entende em cada olhar, em cada movimento, cada palavra. Somos feitos um para o outro”, descreveu Jennifer. O diretor também se manifestou para elogiar a atriz: “Jen é a mesma pessoa, aquela garota de Kentucky que está se tornando mulher. Tive o privilégio de assistir isso”, diz. “Está acontecendo. Jennifer está realmente encontrando sua voz”. A lista de artistas do ano também destacou o ator Chris Pratt, estrela de “Jurassic World”, as cantoras Adele, Nicki Minaj e Taylor Swift, a atriz Taraji P. Henson (série “Empire”), a transformação da atriz Elizabeth Banks em diretora de sucesso e o grandioso elenco de “Game of Thrones”.
Minions: As criaturinhas ganham curta animado inédito
A Universal Pictures divulgou um novo curta metragem animado dos Minions, as simpáticas criaturas amarelas introduzidas em “Meu Malvado Favorito” (2010). O vídeo de aproximadamente quatro minutos mostra o clima competitivo entre dois dos personagens, que se acirra até se tornar perigoso – lembrando os quadrinhos de “Spy vs. Spy”, de Antonio Prohias. “A Competição” é apenas um dos três curtas previstos para os extras do Blu-ray de “Minions”, o primeiro filme solo das criaturinhas. O vídeo chega em 8 de dezembro às lojas dos EUA, mas já está à venda no Brasil.
Veja as fotos do casamento de Sofia Vergara e Joe Manganiello
Os atores Sofia Vergara (série “Modern Family”) e Joe Manganiello (“Magic Mike”) se casaram no último domingo (22/11), em uma luxuosa cerimônia realizada em Palm Beach, na Flórida. Um dia após as núpcias, Sofia postou várias fotos da festa em sua conta do Instagram (que podem ser vistas abaixo), revelando a felicidade do casal. Após um ano e meio de noivado, a noiva se vestiu de branco, num vestido do estilista Zuhair Murad, mas preferiu não usar véu. Também deixou a tradição de lado ao trocar o “eu aceito” por “eu vou” no altar. Segundo a revista People, ainda houve a leitura de passagens da Bíblia em inglês e espanhol, seguida pela troca de juras de amor durante a cerimônia, realizada num salão decorado por muitas rosas brancas, orquídeas e hortênsias. E, para completar, o noivo cantou “Sweet Child o’Mine”, do Guns N’Roses, para a noiva. A festa contou com parentes e amigos do casal, incluindo os astros Channing Tatum, que atuou em “Magic Mike” ao lado de Manganiello, e Reese Witherspoon, companheira da atriz colombiana em “Belas e Perseguidas”, mas nenhum famoso apareceu no Instagram da atriz.












