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Etc

Marina Ruy Barbosa recebe apoios de famosos após ataques de bolsonaristas

Atrizes de "Tremembé", Malu Galli, Fernanda Abreu, Janones e muitos outros se manifestam em defesa da artista após rompimento de amizades e críticas por divergências políticas

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Etc

Marina Ruy Barbosa rompe com amigas após apoio a Lula nas eleições

Mensagens atribuídas a Luma Costa e Lala Rudge revelam críticas à posição política da atriz, apesar de Luma negar que a divergência tenha provocado o rompimento

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Malévola Alves desafia MC Loma após notificação para apagar post sobre Bolsa Família

Influenciadora afirma ter recebido notificação extrajudicial da cantora por publicação que questionava benefício social e apoio a Flávio Bolsonaro

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3 de novembro de 2026
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    Vítima de estupro de Polanski nos anos 1970 defende o cineasta na justiça americana

    9 de junho de 2017 /

    A vítima do abuso sexual de Roman Polanski nos anos 1970, Samantha Geimer, resolveu se manifestar pela primeira vez diante de um juiz sobre o caso. E como testemunha de defesa do cineasta, numa audiência para decidir o futuro do processo de 40 anos. Ela pediu ao juiz Scott Gordon, do Tribunal Superior de Los Angeles, que encerrasse o caso para que pudesse retomar sua vida, visando recuperar sua privacidade e evitar ter que explicar para os netos porque era famosa. “Eu imploro que faça isto por mim, tenha piedade de mim”, disse Geimer, hoje com 53 anos, 40 dos quais passados sob a sombra do escândalo. Ela acusa promotores de justiça dos Estados Unidos de tentar se promover em cima de sua história e, devido a isso, prolongar o processo e seu sofrimento de forma desnecessária. “Eu não falo em defesa de Roman, mas da Justiça”, acrescentou, referindo-se ao cineasta pelo primeiro nome. “Eu imploro que reconsidere resolver este caso sem prender um homem de 83 anos”, prosseguiu, alegando que ele também já foi punido o suficiente, ao viver como exilado e impedido de trabalhar em Hollywood quando vivia o auge de sua carreira. Mais que isso, ela defende a mesma linha de raciocínio do advogado de Polanski, afirmando que ele cumpriu a pena estabelecida em seu acordo original. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa do ator Jack Nicholson, em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, que o levou a passar 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após ser solto, porém, Polanski fugiu dos Estados Unidos, e o caso foi considerado reaberto. O depoimento do promotor do caso, que foi tornado secreto, é a peça-chave na ação do advogado de Polanski para encerrar o processo judicial. O advogado alega que o diretor só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito que iria prender Polanski por 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que o diretor fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, sua prisão ao ser convidado de um festival repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski, desta vez da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde a família do diretor tem uma residência, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz do caso observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no processo agora nos EUA, ecoado por Samantha Geimer. Após seu depoimento, Geimer também falou à imprensa, dizendo que não ficou traumatizada pelo que aconteceu há 40 anos. Contrariando expectativas, ela simplesmente afirmou que “já era sexualmente ativa na época”. Tudo isso ela já tinha contado em seu livro de memórias, intitulado “A Menina” (2013). Mas ainda acrescentou que foi mais abusada pela Justiça, porque não deixam o caso ser encerrado e continuam usando seu nome por décadas sem fim. Geimer acusou a promotoria de Los Angeles de ser “hipócrita” ao recusar seu pedido para encerrar o processo. “Se eu estivesse de pé aqui, querendo colocar Polanski na prisão por toda a vida, minha opinião seria relevante”. De fato, como busca o contrário, a promotoria afirmou que seu desejo não era importante para o caso.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Glenne Headly (1955 – 2017)

    9 de junho de 2017 /

    A atriz americana Glenne Headly, que viveu a protagonista feminina de “Dick Tracy” (1990) e estrelou a série “Monk”, morreu na noite de quinta-feira (8/6), aos 62 anos, informaram seus representantes, sem precisar a causa da morte. Headly nasceu em 13 de março de 1955 em Connecticut, iniciou a carreira no teatro e integrou a Chicago Steppenwolf Theatre Company, onde conheceu o ator John Malkovich, com quem se casou em 1982. Na mesma época, ela começou a aparecer nas telas. Sua estreia no cinema foi na comédia “Amigos para Sempre” (1981), de Arthur Penn. Especializando-se no gênero, ainda foi vista em pérolas da década de 1980, como “Fandango” (1985), de Kevin Reynolds, e “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985), de Woody Allen. Ainda fez dois filmes com o marido, “Eleni” (1985) e “Construindo Um Cara Certinho” (1987), antes de se divorciarem em 1988, ano em que, por coincidência, deixou de ser coadjuvante. A virada veio com a comédia “Os Safados” (1988), na qual viveu uma herdeira assediada por dois golpistas rivais, interpretados por Steve Martin e Michael Caine. O filme do diretor Frank Oz fez grande sucesso. Mas o trabalho seguinte provou-se ainda mais popular. A atriz se projetou como protagonista ao conquistar o papel de Tess Trueheart, a namorada do herói dos quadrinhos Dick Tracy, no filme estrelado e dirigido por Warren Beatty em 1990. Na trama, ela superava até Madonna em desenvolvimento e tempo de tela. Para completar, na mesma época foi indicada ao Emmy pela minissérie “Os Pistoleiros do Oeste” (1989). O reconhecimento foi acompanhado pela vontade de diversificar sua filmografia, às vezes sem sucesso, como no suspense “Pensamentos Mortais” (1991) e no drama “O Despertar” (1991), outras com louvor, como no musical “Mr. Holland – Adorável Professor” (1995) e no telefilme “Marcas do Silêncio” (1996), que lhe rendeu nova indicação ao Emmy. O curioso é que, a partir de então, deixou de fazer sucesso com comédias, mesmo retomando a parceria com Steve Martin em “Bilko – O Sargento Trapalhão” (1996), fracasso de crítica e bilheteria. Ela também foi a mãe de Lindsay Lohan no fraco “Confissões de uma Adolescente em Crise” (2003) e, dez anos depois, a mãe de Joseph-Gordon Levitt em “Como Perder Essa Mulher” (2013), seu reencontro tardio com o sucesso cômico. Glenne Headly também participou de várias séries. Alguns de seus papéis de destaque incluem a médica Abby Keaton na 3ª temporada de “Plantão Médico/E.R.” (exibida em 1996) e Karen Stottlemeyer, a esposa do personagem de Ted Levine na série “Monk” (entre 2003 e 2006). Além desses papéis recorrentes, ela apareceu em episódios de “Law & Order: SVU”, “C.S.I.”, “Grey’s Anatomy”, “Psych” e “Parks and Recreation”. Mais recentemente, a atriz integrou o elenco da série criminal “The Night Of”, uma das atrações mais elogiadas da HBO do ano passado, e estava gravando a 1ª temporada de “Future Man” para o serviço de streaming Hulu, como mãe do protagonista, Josh Hutcherson. Segundo os produtores, ela completou seis episódios e não será substituída na série, que ainda não tem data para estrear. A trama será reescrita para explicar sua ausência. Hutcherson foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais sobre a morte da atriz. “Eu só conheci a talentosa, compreensiva, carinhosa e bela Glenne Headly por um tempo curto. Ela era forte, poderosa e hilariante. Seus olhos trouxeram à vida tantos personagens surpreendentes ao longo dos anos e seu amor trouxe à vida uma bela família. Vou sentir falta da sua presença, seu sorriso, e a forma como ela me fez sentir como seu filho – antes, durante e depois das gravações. Agarre-se àqueles que fazem você se sentir amado. Meu coração está partido e eu só posso imaginar o que aqueles mais próximos a ela estão passando… Com o coração de chumbo vamos celebrar o insubstituível Glenne Headly”, ele escreveu em seu Instagram.

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  • Etc

    Tom Hardy publica longa e comovente carta de despedida para seu cachorro Woody

    9 de junho de 2017 /

    O ator Tom Hardy (“Mad Max: A Estrada da Fúria”) publicou no Tumblr uma longa e comovente carta de despedida a seu melhor amigo, o cachorro Woody, que morreu aos seis anos de idade, após ter sido diagnosticado há seis meses com uma doença muscular. Hardy falou sobre a primeira vez que viu o cachorro abandonado e perdido numa estrada da Georgia, nos Estados Unidos, enquanto filmava “Os Infratores” (2012). Ele contou que o perseguiu noite à dentro, temendo que ele se atirasse na rodovia. Prevendo o pior, ele se lembrou de assobiar e isso fez o bicho dar meia-volta e correr para seus braços, revelando-se pequeno e fedido. O nome foi sugestão da atriz Jessica Chastain, sua colega nas filmagens. “Jessica me perguntou se era menino e menina. Eu disse que era menino porque eu estava vendo seu Woodstock. E ela disse: ‘Ótimo, vamos chamá-lo de Woodstock’. E aí ele virou Woody!”. O texto é literário, com pontuação aleatória, mas cheio de anedotas e causos que revelam detalhes do relacionamento de forma emocionante, mostrando como Hardy gostava do bicho e se orgulhava de levá-lo para os sets de seus filmes, séries e tapetes vermelhos. “Ele era o exemplo brilhante do melhor amigo do homem (…) Obrigado Woody por escolher nos encontrar. Nós vamos amá-lo e vamos estar com você e você conosco para sempre. Nunca o esqueceremos”. Veja a íntegra abaixo. Quem souber inglês não vai conseguir conter as lágrimas. I first saw Woodstock running across a turnpike we were turning onto late one dark night in Peachtree Georgia Atlanta. Whilst we were shooting Lawless. He was a stray. 11 weeks old. Oh No we thought. Quickly Go get that dog not even sure it was a dog. Actually.  We stopped the car. It was pitch black literally. I used my phone to light the road in case a car came round the turnpike and couldn’t see me. And malletted me. And I tried to cover some ground but he was fast.  I watched this thing Running towards the highway in the pitch black making good speed towards the cars and lorries and I remember seeing what were its floppy ears bouncing towards the traffic. That dogs had it I thought. I couldn’t make out how big it was what breed it was? Nothing  just those two ears flapping away above a frantic bundle. Hurtling away from us towards impending doom that was for certain. Whatever it was had no road sense and was tearing away. I panicked a little because I couldn’t help it had no name to shout and now it was close to the freeway. I put my fingers to my mouth and I whistled. Loud as I could. The whistle pierced the black. And It stopped the dog dead in its tracks. Then it turned and set eyes on me in one swift movement the ears about faced and the dog decided to run straight at me in the darkness all flashes of teeth and snarling And shrieking. Fuck this I thought that’s not a fkn dog. What am I doing. It ran straight at me and hit me around the legs I couldn’t see but I could hear the distress and I reached down thinking I’m going to get bitten. It was so noisy shrieking. I snatched out expecting to feel teeth and grabbed a fist full of soft neck fur lifted what was actually an incredibly light weight up to my face and shone my phone at it. It was a very small bundle literally sagging from its neck fur with two big brown eyes staring straight into mine. Terrified and utterly quiet. When I got back to the car and sat in my seat he lay on my shoulder and fell asleep. And snored clearly he’d been through a lot. And now the ordeal was seemingly over enough for him to relax. Jessica asked me was he a girl or a boy. Its a boy I said. How do you know. Erm… I can feel his Woodstock. great !!! let’s call him Woodstock!!! And so it was. He was covered in dogshit. Now so was I. And we rode and We took him straight to the pet store to clean him up and buy him well things.., lots of things things dogs need and we walked the aisles the three of us letting him choose toys and his lead and his collar. I’ll Never forget that night. It was wonderful. One minute he was almost dead next terrified. Then picked up by strangers then after He had a power nap in the car, the next he’s walking with his bandy leg John Wayne strut under the strip lighted aisles of this massive pet store happy and playful. He wore a red bandana that night and from then on and drank religiously from the toilet throughout the night despite having a few bowls of water in the apartment he was every inch a survivor.  He wasnt house broken it didn’t matter we were outdoors mostly and He ate through trailer doors and made many friends and Pnut had him on the lead off set and He became our onset dog  I will always be eternally grateful to Georgia. It gave me the greatest of joys of being a dog owner  And the bestest of friends after Max had passed Woody arrived He was 11 weeks old approx. The first morning we had him. He ate a turd and we chased him to drop it but he gobbled it down because he must have thought we wanted to eat it. So he ate it as fast as he could. We just wanted him to eat some real food. He now had plenty. But there was a survivor in him. That was clear he had had to eat what he could and from then on it was clear he had food issues. But he would never go hungry again. His nickname was Yamaduki. Because he literally yammed down a duki. So Woodstock Yamaduki was his full name. Woody Thomas later Woody two shoes and Wu for short. Woody came back to the Uk after Jess’s parents kindly looked after him to avoid quarantine they house trained him. He had my tshirt from Warrior. I picked him up from them in California when I shot Dark Knight and thanked them. He hadn’t forgotten me and despite the tireless efforts and hard work that Jessica’s Mum and husband had put into Woody he heard my whistle again and turned and ran at me and didn’t look back. I felt for them but secretly I was very happy that my friend and I were reconnected.  We all had a picnic we jumped into a lake Woody too and then it was clear Woody couldn’t swim and I hauled his ass out of the lake. Dragging him out the shit a second time cemented a pattern. I have hauled him out of rivers and ponds on many occasion since that day such was his love to chase ducks. Especially the Thames. his rabies titer had cleared he spent a week in quarantine and he became a Londoner. He was an Angel. And he was my best friend. We went through so much together. Charlotte worked tirelessly with him to get him through a rough case of separation anxiety. He loved her like his Mum. And when she was pregnant he gaurded her fiercely. He has been on many sets. Met many crews. Photo shoots premieres made many many friends he was #73 most influential animal in TIME magazine. He beat JAWS. Something we all thought was brilliant. He’s been in peaky blinders. Legend everyone who met him loved him. He didn’t have a bad bone in his body. All he knew was love. I don’t normally speak out about family and friends but this is an unusual circumstance. Woody affected so many people in his own right so with great respect to his autonomy and as a familiar friendly face to many of you, it is with great great sadness a heavy heart that I inform you that after a very hard and short 6 month battle with an aggressive polymyostisis Woody passed away, two days ago. He was only Age 6. He was Far too young to leave us and We at home are devastated by his loss I am ultimately grateful for his loyal companionship and love and it is of some great comfort that he is no longer suffering. Above all I am completely gutted. the world for me was a better place with him in it and by my side. To the bestest friend ever. To me and to a family who loved him beyond words and whom he loved without doubt more than I have ever known. Woody was the bestest of journey companions we ever could dream of having. Our souls intertwined forever. A friend told me He was special bro, a shining example of man’s best friend. He burnt very very bright and, those that burn very bright sometimes burn half as long. Thankyou Woody for choosing to find us. We will love you and be with you and you with us forever. Never ever ever forgotten. Your Boy tom xxx I love you beyond words. To the moon and back again and again to Infinity and beyond. Run with Max now and the Angels. I will see you when I get there. With all of me I love you. Always Thankyou for Your love beautiful boy.

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    Marvel cria super-heroína inspirada no Chapolin Colorado

    8 de junho de 2017 /

    A Marvel seguiu os bons e criou uma super-heroína inspirada no Chapolin Colorado, originalmente uma sátira televisiva aos super-heróis americanos criada por Roberto Gómez Bolaños, que também deu vida a Chaves. Não é piada, é quadrinhos. A personagem é uma jovem mexicana chamada Fernanda Ramírez, que se veste de vermelho, tem um capacete com antenas e traz um enorme coração amarelo no peito de seu uniforme. Para completar, ela assumiu o nome de Red Locust (Gafanhoto Vermelho, também conhecido como Chapulin Colorado). Red Locust é resultado da astúcia do desenhista mexicano Humberto Ramos, em parceria com o escritor americano Mark Waid, e fará parte da nova versão do grupo de heróis conhecidos como Campeões, composto ainda por Miss Marvel, Nova, o jovem Ciclope do passado, o Homem-Aranha Miles Morales, o Hulk Amadeus Cho e a filha do Visão, Viv Vision. Por sinal, a homenagem recebeu autorização oficial para ser feita. “Conversei com a Marvel, então pude falar com Paulina Gómez Fernanández [filha de Bolaños]. Quero que fique claro, isso é uma homenagem ao trabalho de Chespirito, é um tributo, uma manifestação de amor ao México. É importante mostrar que essa equipe de Campeões conversa com todas as diferentes culturas, línguas e raças”, disse Ramos em entrevista ao jornal mexicano Cronica.

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    Roger Smith (1932 – 2017)

    6 de junho de 2017 /

    Morreu Roger Smith, ator que estrelou a primeira série de detetives particulares da TV americana, “77 Sunset Strip”, antes que uma doença neuromuscular encerrasse sua carreira de forma precoce. Ele faleceu no domingo (4/6), aos 84 anos. Roger LeVerne Smith nasceu em 18 de dezembro de 1932, em South Gate, Califórnia, e se destacou tanto nos esportes quantos nas artes durante a adolescência. Ele participou do time de futebol americano de seu colégio, ao mesmo tempo em que foi presidente do clube de atuação, o que lhe garantiu uma bolsa de estudos universitária. Após se formar na Universidade de Arizona, Smith serviu à Marinha e, enquanto estava no Havaí, teve um encontro casual com James Cagney. O lendário ator enxergou potencial no jovem e o incentivou a ir para Hollywood. E foi o que Smith fez. Ele iniciou sua carreira aos 24 anos, com a participação num episódio do teleteatro “The Ford Television Theatre”, em 1956. E tudo passou a acontecer de forma acelerada. No mesmo ano, envolveu-se romanticamente e se casou com a atriz australiana Victoria Shaw (“O Quimono Escarlate”), além de conseguir um papel recorrente na série clássica “Papai Sabe Tudo”. Em 1957, a Columbia Pictures contratou Smith, levando-o ao cinema com o drama juvenil “Vidas Truncadas”. E em curto período ele acumulou uma impressionante filmografia, com destaque para a comédia clássica “A Mulher do Século” (1958), na qual interpretou a versão adulta do órfão que vai viver com sua tia avançada (Rosalind Russell). Smith também teve a oportunidade de trabalhar com James Cagney duas vezes. Os dois viveram pai e filho na cinebiografia do ator Lon Chaney, “O Homem das Mil Caras” (1957), e contracenaram no musical “O Rei da Zona” (1959). Mas a popularidade só surgiu quando os produtores de “77 Sunset Strip” enxergaram no jovem o ingrediente que faltava para lançar a primeira série de detetives particulares da televisão americana. Criada por Roy Huggins, “77 Sunset Strip” começou como um episódio especial de 77 minutos da série “Conflict”. Smith não fez parte deste piloto, mas entrou na reformulação da produção, quando ela recebeu encomenda de temporada. Na série, Smith viveu Jeff Spencer, que fazia par com Stu Bailey (Efrem Zimbalist Jr.) numa agência de detetives localizada no endereço de Los Angeles que lhe dava título. Apesar da Sunset Strip não ter números de dois dígitos, o exterior da agência era real, localizado ao lado do restaurante Dino’s, do cantor Dean Martin. Por sinal, o manobrista do Dino’s também era personagem da série, Kookie (Edd Byrnes). Para completar o clima moderno e vibrante, a produção ainda contava com um tema de abertura jazzístico, de autoria de Mack David e Jerry Livingston (veja a abertura clássica abaixo). “77 Sunset Strip” virou fenômeno de audiência, durando seis temporadas de 1958 a 1964. O estilo descontraído e as falas cheias de tiradinhas dos personagens, que tinham uma clientela sofisticada, era algo que os telespectadores nunca tinham visto antes. E a produtora Warner aproveitou este sucesso para lançar a carreira musical de Smith, que gravou um álbum chamado “Beach Romance” em 1960. Smith também escreveu sete episódios da série, incluindo um de seus mais famosos, “The Silent Caper”, gravado inteiramente sem diálogos. Ele ainda assinou capítulos e fez participações especiais em duas séries desenvolvidas pela Warner no mesmo universo de “77 Sunset Strip”, intituladas “Hawaiian Eye” e “Surfside 6”. Mas não pôde aproveitar a boa fase por muito tempo. Em 1963, um exame descobriu um coágulo de sangue em seu cérebro, que foi corrigido com uma cirurgia, e dois anos depois Smith foi diagnosticado com miastenia gravis, o que lhe causava extrema fraqueza. Mesmo enfrentando a doença, Smith se divorciou da esposa e iniciou um namoro com a atriz Ann-Margret. Os dois se casaram em maio de 1967 em Las Vegas, cidade onde a sex symbol sueca viveu um de seus papéis mais marcantes, “Amor à Toda Velocidade” (Viva Las Vegas, 1964). O ator ainda conseguiu estrelar “Mister Roberts”, série naval baseada no filme homônimo de 1955, assumindo o papel-título, um oficial da Marinha que foi interpretado por Henry Fonda no cinema. A atração durou apenas uma temporada de 30 episódios, entre 1965 e 1966. Depois disso, ele só fez mais duas aparições no cinema em 1968. Seu último trabalho foi numa comédia italiana estrelada pela esposa Ann-Margret, “Criminal Affair”. Forçado a se aposentar de forma precoce, Smith passou a escrever roteiros. Ele assinou as histórias das comédias “Pela Primeira Vez… Sem Pijamas” (1969), estrelada por Jacqueline Bisset, e “C.C. & Cia” (1970), com Ann-Margret. Quando os filmes não fizeram sucesso, passou a produzir especiais televisivos da esposa, realizados ao longo da década de 1970. “Roger teve uma tremenda confiança em mim, muito mais do que eu”, disse sua esposa em uma entrevista de 1985. “Eu posso ser machucada muito facilmente, mas ele não pode. Ele gradualmente me tirou da minha concha”. Com o passar dos anos, Smith fez cada vez menos aparições públicas devido à sua falta de saúde. As poucas vezes em que voltou a aparecer foi para acompanhar a esposa no Globo de Ouro e no Emmy, sempre sendo recebido de forma carinhosa pelos colegas, como um pioneiro importante da história da TV.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Peter Sallis (1921 – 2017)

    6 de junho de 2017 /

    Morreu o ator britânico Peter Sallis, conhecido por dublar Wallace na franquia de animação “Wallace & Gromit”. Ele faleceu na sexta (2/6), aos 96 anos de idade, num abrigo para artistas idosos. Sallis tem uma longa carreira no teatro britânico, onde chegou ser dirigido por Orson Welles e Peter Brook. Também apareceu em diversos filmes, com destaque para produções de terror da Hammer, como “Maldição de Lobisomem” (1961), “Grite, Grite Outra Vez!” (1970) e “O Sangue de Drácula” (1970). Mas é mais celebrado por seus trabalhos televisivos. Ele faz participações em episódios de séries clássicas como “Os Vingadores”, “Doctor Who” e “The Persuaders!” antes de estrelar “Last of the Summer Wine”, que marcou época na TV britânica. A atração cômica girava em torno de três amigos que se recusavam a aceitar a idade, lembrando das proezas da juventude e vivendo aventuras que idosos não costumavam experimentar. Curiosamente, a produção acabou se provando um fenômeno de longevidade, rendendo 31 temporadas, exibidas entre 1973 e 2010. E o personagem de Sallis, Norman Clegg, foi o único que apareceu em todos os 295 episódios. “Last of the Summer Wine” tornou Sallis muito conhecido no Reino Unido, mas seu reconhecimento internacional só veio com “Wallace & Gromit”. O ator aceitou participar do primeiro curta de Nick Park, então um estudante desconhecido na escola de cinema de Beaconsfield, sem imaginar que voltaria a dar voz ao inventor Wallace em inúmeros outros desenhos. O primeiro curta, “Wallace & Gromit: Um Grande Passeio” (1989), já foi logo indicado ao Oscar, prêmio que acabou sendo conquistado pelo segundo, “Wallace & Gromit: As Calças Erradas” (1993), e bisado pelo terceiro, “Wallace & Gromit: O Fio da Navalha” (1995). A partir daí, vieram videogames e o primeiro longa do personagem, “Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais” (2005), que venceu o Oscar de Melhor Animação. Ele ainda dublou “Wallace & Gromit: Uma Questão de Pão ou Morte” (2008), o quarto e último curta da franquia. Peter Sallis foi “a primeira e única escolha” para dar voz a Wallace, lembrou Nick Park, no site oficial de seu estúdio, Aardman Animations. “Quando olho para trás, vejo que fui abençoado e afortunado por ele ter tido generosidade de espírito para ajudar um pobre estudante de cinema no começo dos anos 1980, quando gravamos pela primeira vez, e nenhum de nós fazia a menor ideia do que ‘Wallace & Gromit’ iria se tornar”, acrescentou Park.

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    Começa o julgamento de Bill Cosby por abuso sexual

    5 de junho de 2017 /

    Começou nesta segunda-feira (5/6) o julgamento do ator americano Bill Cosby, acusado de drogar e abusar sexualmente uma mulher em sua mansão na Filadélfia há 13 anos. No maior julgamento de uma celebridade americana em muitos anos, o ator de 79 anos é acusado de drogar e abusar sexualmente uma ex-diretora de um time de basquete universitário. Além disso, cerca de 60 mulheres acusaram Cosby publicamente de abuso sexual ao longo de quatro décadas. Mas o julgamento em Norristown, uma pequena cidade da Pensilvânia, será provavelmente o único, já que a maioria das agressões de que ele é acusado teriam acontecido há muitos anos e os crimes prescreveram. O ator, que está quase cego, chegou no tribunal apoiado por uma das estrelas da série clássica “The Cosby Show” (1984-1992), Keshia Knight Pulliam, que, aos cinco anos, interpretou o papel de sua filha mais nova no programa. Durante décadas, Cosby foi “o papai dos Estados Unidos”, venerado por milhões de pessoas e, sobretudo, pela comunidade negra por seu papel como Cliff Huxtable, um afável ginecologista e pai benevolente, no seriado. O julgamento deverá durar duas semanas. Se for condenado, o ator corre o risco de passar o resto de sua vida atrás das grades, já que a sentença mínima é de 10 anos.

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    Tom Holland visita hospital infantil como Homem-Aranha

    4 de junho de 2017 /

    Tom Holland vestiu não só o uniforme mas o espírito do Homem-Aranha ao visitar os jovens pacientes do Hospital Infantil de Los Angeles. O astro de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” interagiu com crianças de diferentes idades, respondendo perguntas dos pequenos curiosos como se fosse mesmo o herói. É divertido ver como ele convence um menino de que é capaz de escalar edifícios, fazendo um truque (de mágico) para demonstrar a aderência de sua luva (que não é aderente), além de usar sua capacidade atlética de fazer piruetas para impressionar outras crianças. Mas o mais impressionante para uma mãe é que o ator tem só 20 anos. Não é a primeira vez que o ator vai fantasiado como o super-herói a um hospital infantil. Ele já tinha feito isso durante as filmagens de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, em agosto no ano passado. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), o primeiro filme solo do Homem-Aranha vivido por Holland tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.

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    Wendell Burton (1947 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu Wendell Burton, que estreou no cinema como par romântico de Liza Minnelli no clássico “Os Anos Verdes” (1969). Ele faleceu de câncer no cérebro na terça-feira (29/5), em sua casa em Houston, no Texas, aos 69 anos de idade. Burton tinha só 21 anos quando foi escalado em “Os Anos Verdes”, uma história de amor juvenil dirigida por Alan J. Pakula, que marcou o segundo papel cinematográfico de Liza Minnelli, então com 20 anos. Ela vivia uma universitária inquieta, ele era um universitário introvertido, e na trama os opostos acabavam se atraindo de forma romântica, mas também trágica. O filme acabou indicado para dois Oscars: Melhor Canção e Melhor Atriz para a jovem Liza. “Então”, diz a biografia do site oficial de Burton, “imaginando que estava evidentemente destinado a tornar-se rico e famoso, ele decidiu se mudar de vez para Hollywood, onde não conseguiu se tornar nem um nem outro, ao menos na medida em que imaginava. Embora, ao longo do caminho, tenha chegado a participar de vários filmes, telefilmes e episódios de séries”. Há quem diga que sua carreira tenha ficado marcada por seu segundo papel cinematográfico, como um presidiário que é estuprado e vira predador sexual no drama “Sob o Teto do Demônio” (1971), considerado muito forte para a época. Seus maiores destaques posteriores foram na TV, onde integrou o elenco do telefilme “Pergunte a Alice” (1974), adaptação de um best-seller juvenil que se tornou famoso como alerta para os perigos das drogas entre os adolescentes, e da minissérie de 1981 baseada no clássico literário “Vidas Amargas”, de John Steinbeck. Seu último filme foi “Encurralado em Las Vegas” (1986), com Burt Reynolds. Mas ele não abandonou a indústria do entretenimento, passando a vender anúncios para a TV a partir de 1988, até lançar um canal independente em Houston, em 1997. Também compôs e gravou músicas cristãs e relatou sua jornada de conversão espiritual num livro, publicado no ano passado. Ele deixa dois filhos: Haven Paschall, voz americana da personagem Serena na série animada “Pokémon”, e Adam Burton, que é músico.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Elena Verdugo (1925 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu a atriz Elena Verdugo, que teve uma prolífica carreira cinematográfica antes de se concentrar na TV e ser indicada ao Emmy por seu trabalho na série “Marcus Welby”. Ela faleceu na terça-feira (30/5) em Los Angeles, aos 92 anos. Elena Angela Verdugo debutou no cinema antes de debutar na vida real. Nascida e criada na Califórnia, numa família hispânica, ela conquistou seu primeiro papel aos 6 anos de idade, em 1931, e durante a adolescência encarou a rotina de aparecer em vários filmes por ano. Entre suas dezenas de produções da época, destacam-se muitos musicais, inclusive “Serenata Tropical” (1940) com Carmen Miranda, e clássicos de terror da Universal, que fez bom uso de seu sobrenome – Verdugo significa carrasco ou pessoa cruel – em “A Mansão de Frankenstein” (1944) e “The Frozen Ghost” (1945), ambos estrelados por Lon Chaney Jr. Mas ela também participou de aventuras populares, como “Jim das Selvas – A Tribo Perdida” (1949), “Cyrano de Bergerac” (1950) e “A Princesa de Damasco” (1952), antes de ir parar na TV, assumindo o papel principal da série “Meet Millie”, que durou quatro temporadas, entre 1952 e 1955. Verdugo integrou o elenco de várias outras séries de duração efêmera, até entrar em “Marcus Welby” em 1969. A produção era estrelada por Robert Young, ator conhecido do cinema noir, que já tinha em seu currículo uma atração televisiva de enorme sucesso, “Papai Sabe Tudo” (1954-1960). A trama acompanhava o cotidiano de seu personagem, o médico do título, um exemplo de doutor à moda antiga, atencioso e dedicado, que era capaz de tratar de tudo e com quem todo mundo queria se consultar. Verdugo interpretava sua enfermeira, Consuelo Lopez, e o elenco ainda incluía James Brolin como o médico assistente Dr. Steven Kiley. Sucesso retumbante, “Marcus Welby” se tornou a série médica mais popular de sua época, rendendo 170 episódios, exibidos ao longo de sete temporadas, entre 1969 e 1976. Além disso, venceu o Emmy de Melhor Série Dramática de 1970 e rendeu inúmeras indicações ao seu elenco. Verdugo foi lembrada por dois anos seguidos na categoria de Atriz Coadjuvante, em 1971 e 1972. Curiosamente, ela pensou em recusar o papel, quando os produtores lhe falaram que queriam uma empregada latina. “Eu disse: ‘Esquecam! Eu não vou interpretar uma empregada doméstica, que era o tipo de papel que os latinos recebiam na época”, ela contou em entrevista ao canal PBS. Sua personagem acabou sendo uma das primeiras latinas proeminentes da televisão norte-americana. Após o fim da série, a atriz ainda apareceu no telefilme “A Volta de Marcus Welby”, que reuniu o elenco original em 1984. Mas fez pouquíssima coisa mais. Ela se aposentou no ano seguinte.

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    Larissa Manoela e Thomaz Costa compartilham fotos com Ed Sheeran e seguidores reclamam de montagem

    31 de maio de 2017 /

    Os namorados Larissa Manoela e Thomaz Costa revelaram-se tietes como qualquer um de seus fãs, ao tirarem selfies com o cantor britânico Ed Sheeran. O casal da franquia “Carrossel” postou as fotos, feitas nos camarins do show mineiro de “Edinho”, em suas páginas no Instagram. “Um minuto para essa selfie mara, com o ruivo que nós mais amamos”, foi a legenda escolhida por Larissa. “De rolê com meu parça”, escreveu o ator, brincando possuir maior intimidade com o cantor. Como Ed Sheeran aparece com a mesma pose e cara em ambas as fotos, com uma ligeira diferença de iluminação, muitos seguidores da dupla apostaram que se tratava de uma montagem. Afinal, Larissa já tinha feito uma montagem com Justin Bieber. Só que, com o cantor de “Baby”, ela própria assumiu a brincadeira. Desta vez, porém, a atriz não gostou da suspeita e foi ao Stories reclamar. “Eu não aguento esses comentários dizendo que minha selfie com o Ed Sheeran é montagem, a do Thomaz também e a da minha mãe também. Se for assim, a Foquinha também fez montagem – o vídeo inteiro é montagem – e o Lucas Rangel também. Olha que coisa!”, desabafou. Um minuto pra essa selfie mara com o ruivo que nós mais amamos ☺️ @teddysphotos ? Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em Mai 30, 2017 às 3:29 PDT De role com meu parça @teddysphotos ✌??? Uma publicação compartilhada por Thomaz Costa (@thocostaoficial) em Mai 30, 2017 às 3:36 PDT

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    Wagner Moura presenteia Noel Gallagher com vídeo que o transforma em Pablo Escobar

    30 de maio de 2017 /

    O músico Noel Gallagher, ex-Oasis, chamou atenção de Wagner Moura ao criar um convite para sua festa de aniversário de 50 anos inspirado no pôster da 1ª temporada de “Narcos”. O ator brasileiro resolveu então homenagear o guitarrista com um presente: um vídeo com várias montagens em que Noel aparece como Pablo Escobar na série. O artista inglês gostou tanto que publicou o vídeo no seu Instagram. Veja abaixo. A referência a “Narcos” se deve ao fato de Noel já ter reconhecido em entrevistas que usava cocaína quando compunha e cheirou até em uma recepção oficial na casa do então primeiro-ministro inglês Tony Blair. Ele completou 50 anos na segunda (29/5) e diz que hoje não usa mais cocaína, limitando-se a apenas duas drogas: cigarros e bebida. Uma publicação compartilhada por Noel Gallagher (@themightyi) em Mai 29, 2017 às 12:57 PDT

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    Olivia Newton-John revela que câncer de mama retornou

    30 de maio de 2017 /

    A cantora e atriz Olivia Newton-John, sempre lembrada pelo musical “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978), anunciou nesta terça-feira (30/5) que seu câncer de mama retornou. Aos 68 anos de idade, ela havia cancelado shows nas últimas semanas após sentir fortes dores nas costas. Ela informou que já está fazendo terapias “de bem-estar naturais” e sessões de radioterapia. “Newton-John está confiante de que ela estará de volta no final do ano, melhor do que nunca, para celebrar seus shows”, diz o comunicado, publicado nas redes sociais. Uma fonte próxima à atriz disse para a revista People que ela passa bem e descansa após ser submetida aos tratamentos. A atriz foi diagnosticada pela primeira vez com câncer de mama há 20 anos, ocasião em que passou por uma mastectomia e sessões de quimioterapia. Recentemente, ela comentou de forma positiva a experiência. “A doença me ensinou muito sobre compaixão”, disse ela, em entrevista para a Radio Times. “Sou grata pela experiência porque sem ela eu não teria feito muitas das coisas que fiz em minha vida. Ensinou-me a compaixão por aqueles que passam por momentos difíceis”, contou.

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