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Etc

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13 de agosto de 2026
  • Etc,  Filme,  Série

    Peter Sallis (1921 – 2017)

    6 de junho de 2017 /

    Morreu o ator britânico Peter Sallis, conhecido por dublar Wallace na franquia de animação “Wallace & Gromit”. Ele faleceu na sexta (2/6), aos 96 anos de idade, num abrigo para artistas idosos. Sallis tem uma longa carreira no teatro britânico, onde chegou ser dirigido por Orson Welles e Peter Brook. Também apareceu em diversos filmes, com destaque para produções de terror da Hammer, como “Maldição de Lobisomem” (1961), “Grite, Grite Outra Vez!” (1970) e “O Sangue de Drácula” (1970). Mas é mais celebrado por seus trabalhos televisivos. Ele faz participações em episódios de séries clássicas como “Os Vingadores”, “Doctor Who” e “The Persuaders!” antes de estrelar “Last of the Summer Wine”, que marcou época na TV britânica. A atração cômica girava em torno de três amigos que se recusavam a aceitar a idade, lembrando das proezas da juventude e vivendo aventuras que idosos não costumavam experimentar. Curiosamente, a produção acabou se provando um fenômeno de longevidade, rendendo 31 temporadas, exibidas entre 1973 e 2010. E o personagem de Sallis, Norman Clegg, foi o único que apareceu em todos os 295 episódios. “Last of the Summer Wine” tornou Sallis muito conhecido no Reino Unido, mas seu reconhecimento internacional só veio com “Wallace & Gromit”. O ator aceitou participar do primeiro curta de Nick Park, então um estudante desconhecido na escola de cinema de Beaconsfield, sem imaginar que voltaria a dar voz ao inventor Wallace em inúmeros outros desenhos. O primeiro curta, “Wallace & Gromit: Um Grande Passeio” (1989), já foi logo indicado ao Oscar, prêmio que acabou sendo conquistado pelo segundo, “Wallace & Gromit: As Calças Erradas” (1993), e bisado pelo terceiro, “Wallace & Gromit: O Fio da Navalha” (1995). A partir daí, vieram videogames e o primeiro longa do personagem, “Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais” (2005), que venceu o Oscar de Melhor Animação. Ele ainda dublou “Wallace & Gromit: Uma Questão de Pão ou Morte” (2008), o quarto e último curta da franquia. Peter Sallis foi “a primeira e única escolha” para dar voz a Wallace, lembrou Nick Park, no site oficial de seu estúdio, Aardman Animations. “Quando olho para trás, vejo que fui abençoado e afortunado por ele ter tido generosidade de espírito para ajudar um pobre estudante de cinema no começo dos anos 1980, quando gravamos pela primeira vez, e nenhum de nós fazia a menor ideia do que ‘Wallace & Gromit’ iria se tornar”, acrescentou Park.

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    Começa o julgamento de Bill Cosby por abuso sexual

    5 de junho de 2017 /

    Começou nesta segunda-feira (5/6) o julgamento do ator americano Bill Cosby, acusado de drogar e abusar sexualmente uma mulher em sua mansão na Filadélfia há 13 anos. No maior julgamento de uma celebridade americana em muitos anos, o ator de 79 anos é acusado de drogar e abusar sexualmente uma ex-diretora de um time de basquete universitário. Além disso, cerca de 60 mulheres acusaram Cosby publicamente de abuso sexual ao longo de quatro décadas. Mas o julgamento em Norristown, uma pequena cidade da Pensilvânia, será provavelmente o único, já que a maioria das agressões de que ele é acusado teriam acontecido há muitos anos e os crimes prescreveram. O ator, que está quase cego, chegou no tribunal apoiado por uma das estrelas da série clássica “The Cosby Show” (1984-1992), Keshia Knight Pulliam, que, aos cinco anos, interpretou o papel de sua filha mais nova no programa. Durante décadas, Cosby foi “o papai dos Estados Unidos”, venerado por milhões de pessoas e, sobretudo, pela comunidade negra por seu papel como Cliff Huxtable, um afável ginecologista e pai benevolente, no seriado. O julgamento deverá durar duas semanas. Se for condenado, o ator corre o risco de passar o resto de sua vida atrás das grades, já que a sentença mínima é de 10 anos.

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    Tom Holland visita hospital infantil como Homem-Aranha

    4 de junho de 2017 /

    Tom Holland vestiu não só o uniforme mas o espírito do Homem-Aranha ao visitar os jovens pacientes do Hospital Infantil de Los Angeles. O astro de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” interagiu com crianças de diferentes idades, respondendo perguntas dos pequenos curiosos como se fosse mesmo o herói. É divertido ver como ele convence um menino de que é capaz de escalar edifícios, fazendo um truque (de mágico) para demonstrar a aderência de sua luva (que não é aderente), além de usar sua capacidade atlética de fazer piruetas para impressionar outras crianças. Mas o mais impressionante para uma mãe é que o ator tem só 20 anos. Não é a primeira vez que o ator vai fantasiado como o super-herói a um hospital infantil. Ele já tinha feito isso durante as filmagens de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, em agosto no ano passado. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), o primeiro filme solo do Homem-Aranha vivido por Holland tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Wendell Burton (1947 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu Wendell Burton, que estreou no cinema como par romântico de Liza Minnelli no clássico “Os Anos Verdes” (1969). Ele faleceu de câncer no cérebro na terça-feira (29/5), em sua casa em Houston, no Texas, aos 69 anos de idade. Burton tinha só 21 anos quando foi escalado em “Os Anos Verdes”, uma história de amor juvenil dirigida por Alan J. Pakula, que marcou o segundo papel cinematográfico de Liza Minnelli, então com 20 anos. Ela vivia uma universitária inquieta, ele era um universitário introvertido, e na trama os opostos acabavam se atraindo de forma romântica, mas também trágica. O filme acabou indicado para dois Oscars: Melhor Canção e Melhor Atriz para a jovem Liza. “Então”, diz a biografia do site oficial de Burton, “imaginando que estava evidentemente destinado a tornar-se rico e famoso, ele decidiu se mudar de vez para Hollywood, onde não conseguiu se tornar nem um nem outro, ao menos na medida em que imaginava. Embora, ao longo do caminho, tenha chegado a participar de vários filmes, telefilmes e episódios de séries”. Há quem diga que sua carreira tenha ficado marcada por seu segundo papel cinematográfico, como um presidiário que é estuprado e vira predador sexual no drama “Sob o Teto do Demônio” (1971), considerado muito forte para a época. Seus maiores destaques posteriores foram na TV, onde integrou o elenco do telefilme “Pergunte a Alice” (1974), adaptação de um best-seller juvenil que se tornou famoso como alerta para os perigos das drogas entre os adolescentes, e da minissérie de 1981 baseada no clássico literário “Vidas Amargas”, de John Steinbeck. Seu último filme foi “Encurralado em Las Vegas” (1986), com Burt Reynolds. Mas ele não abandonou a indústria do entretenimento, passando a vender anúncios para a TV a partir de 1988, até lançar um canal independente em Houston, em 1997. Também compôs e gravou músicas cristãs e relatou sua jornada de conversão espiritual num livro, publicado no ano passado. Ele deixa dois filhos: Haven Paschall, voz americana da personagem Serena na série animada “Pokémon”, e Adam Burton, que é músico.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Elena Verdugo (1925 – 2017)

    2 de junho de 2017 /

    Morreu a atriz Elena Verdugo, que teve uma prolífica carreira cinematográfica antes de se concentrar na TV e ser indicada ao Emmy por seu trabalho na série “Marcus Welby”. Ela faleceu na terça-feira (30/5) em Los Angeles, aos 92 anos. Elena Angela Verdugo debutou no cinema antes de debutar na vida real. Nascida e criada na Califórnia, numa família hispânica, ela conquistou seu primeiro papel aos 6 anos de idade, em 1931, e durante a adolescência encarou a rotina de aparecer em vários filmes por ano. Entre suas dezenas de produções da época, destacam-se muitos musicais, inclusive “Serenata Tropical” (1940) com Carmen Miranda, e clássicos de terror da Universal, que fez bom uso de seu sobrenome – Verdugo significa carrasco ou pessoa cruel – em “A Mansão de Frankenstein” (1944) e “The Frozen Ghost” (1945), ambos estrelados por Lon Chaney Jr. Mas ela também participou de aventuras populares, como “Jim das Selvas – A Tribo Perdida” (1949), “Cyrano de Bergerac” (1950) e “A Princesa de Damasco” (1952), antes de ir parar na TV, assumindo o papel principal da série “Meet Millie”, que durou quatro temporadas, entre 1952 e 1955. Verdugo integrou o elenco de várias outras séries de duração efêmera, até entrar em “Marcus Welby” em 1969. A produção era estrelada por Robert Young, ator conhecido do cinema noir, que já tinha em seu currículo uma atração televisiva de enorme sucesso, “Papai Sabe Tudo” (1954-1960). A trama acompanhava o cotidiano de seu personagem, o médico do título, um exemplo de doutor à moda antiga, atencioso e dedicado, que era capaz de tratar de tudo e com quem todo mundo queria se consultar. Verdugo interpretava sua enfermeira, Consuelo Lopez, e o elenco ainda incluía James Brolin como o médico assistente Dr. Steven Kiley. Sucesso retumbante, “Marcus Welby” se tornou a série médica mais popular de sua época, rendendo 170 episódios, exibidos ao longo de sete temporadas, entre 1969 e 1976. Além disso, venceu o Emmy de Melhor Série Dramática de 1970 e rendeu inúmeras indicações ao seu elenco. Verdugo foi lembrada por dois anos seguidos na categoria de Atriz Coadjuvante, em 1971 e 1972. Curiosamente, ela pensou em recusar o papel, quando os produtores lhe falaram que queriam uma empregada latina. “Eu disse: ‘Esquecam! Eu não vou interpretar uma empregada doméstica, que era o tipo de papel que os latinos recebiam na época”, ela contou em entrevista ao canal PBS. Sua personagem acabou sendo uma das primeiras latinas proeminentes da televisão norte-americana. Após o fim da série, a atriz ainda apareceu no telefilme “A Volta de Marcus Welby”, que reuniu o elenco original em 1984. Mas fez pouquíssima coisa mais. Ela se aposentou no ano seguinte.

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    Larissa Manoela e Thomaz Costa compartilham fotos com Ed Sheeran e seguidores reclamam de montagem

    31 de maio de 2017 /

    Os namorados Larissa Manoela e Thomaz Costa revelaram-se tietes como qualquer um de seus fãs, ao tirarem selfies com o cantor britânico Ed Sheeran. O casal da franquia “Carrossel” postou as fotos, feitas nos camarins do show mineiro de “Edinho”, em suas páginas no Instagram. “Um minuto para essa selfie mara, com o ruivo que nós mais amamos”, foi a legenda escolhida por Larissa. “De rolê com meu parça”, escreveu o ator, brincando possuir maior intimidade com o cantor. Como Ed Sheeran aparece com a mesma pose e cara em ambas as fotos, com uma ligeira diferença de iluminação, muitos seguidores da dupla apostaram que se tratava de uma montagem. Afinal, Larissa já tinha feito uma montagem com Justin Bieber. Só que, com o cantor de “Baby”, ela própria assumiu a brincadeira. Desta vez, porém, a atriz não gostou da suspeita e foi ao Stories reclamar. “Eu não aguento esses comentários dizendo que minha selfie com o Ed Sheeran é montagem, a do Thomaz também e a da minha mãe também. Se for assim, a Foquinha também fez montagem – o vídeo inteiro é montagem – e o Lucas Rangel também. Olha que coisa!”, desabafou. Um minuto pra essa selfie mara com o ruivo que nós mais amamos ☺️ @teddysphotos ? Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) em Mai 30, 2017 às 3:29 PDT De role com meu parça @teddysphotos ✌??? Uma publicação compartilhada por Thomaz Costa (@thocostaoficial) em Mai 30, 2017 às 3:36 PDT

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    Wagner Moura presenteia Noel Gallagher com vídeo que o transforma em Pablo Escobar

    30 de maio de 2017 /

    O músico Noel Gallagher, ex-Oasis, chamou atenção de Wagner Moura ao criar um convite para sua festa de aniversário de 50 anos inspirado no pôster da 1ª temporada de “Narcos”. O ator brasileiro resolveu então homenagear o guitarrista com um presente: um vídeo com várias montagens em que Noel aparece como Pablo Escobar na série. O artista inglês gostou tanto que publicou o vídeo no seu Instagram. Veja abaixo. A referência a “Narcos” se deve ao fato de Noel já ter reconhecido em entrevistas que usava cocaína quando compunha e cheirou até em uma recepção oficial na casa do então primeiro-ministro inglês Tony Blair. Ele completou 50 anos na segunda (29/5) e diz que hoje não usa mais cocaína, limitando-se a apenas duas drogas: cigarros e bebida. Uma publicação compartilhada por Noel Gallagher (@themightyi) em Mai 29, 2017 às 12:57 PDT

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    Olivia Newton-John revela que câncer de mama retornou

    30 de maio de 2017 /

    A cantora e atriz Olivia Newton-John, sempre lembrada pelo musical “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978), anunciou nesta terça-feira (30/5) que seu câncer de mama retornou. Aos 68 anos de idade, ela havia cancelado shows nas últimas semanas após sentir fortes dores nas costas. Ela informou que já está fazendo terapias “de bem-estar naturais” e sessões de radioterapia. “Newton-John está confiante de que ela estará de volta no final do ano, melhor do que nunca, para celebrar seus shows”, diz o comunicado, publicado nas redes sociais. Uma fonte próxima à atriz disse para a revista People que ela passa bem e descansa após ser submetida aos tratamentos. A atriz foi diagnosticada pela primeira vez com câncer de mama há 20 anos, ocasião em que passou por uma mastectomia e sessões de quimioterapia. Recentemente, ela comentou de forma positiva a experiência. “A doença me ensinou muito sobre compaixão”, disse ela, em entrevista para a Radio Times. “Sou grata pela experiência porque sem ela eu não teria feito muitas das coisas que fiz em minha vida. Ensinou-me a compaixão por aqueles que passam por momentos difíceis”, contou.

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    Jared Martin (1941 – 2017)

    27 de maio de 2017 /

    Morreu o ator Jared Martin, que fez sucesso como galã na série “Dallas”. Ele faleceu na quarta (24/5) em sua casa na Filadélfia, vítima de câncer, aos 75 anos. Martin era colega de Brian De Palma, com quem estudou na Universidade de Columbia, e fez sua estreia como ator no primeiro filme do cineasta, “Murder à la Mod” (1968). Ele também fez uma pequena participação em “Festa de Casamento” (1969), que marcou a estreia de Robert De Niro, e na sci-fi clássica “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), inspiração da atual série da HBO. Mas sua carreira acabou voltada para a TV, onde participou de diversas séries clássicas, com destaque para a produção sci-fi “Viagem Fantástica” (1977), passada no triângulo das Bermudas, na qual tinha um dos papéis principais, e “Dallas”. Ele entrou na 3ª temporada da série dos magnatas do petróleo como o cowboy de rodeio Dusty Farlow, filho adotivo de um dos inimigos da família Ewing, que se torna interesse romântico de Sue Ellen Ewing (Linda Gray). Os planos originais previam uma participação em três episódios em 1979, antes que o personagem morresse num acidente de avião. Mas o desempenho de Martin fez tanto sucesso que os fãs pressionaram os produtores a ressuscitarem seu personagem, o que acabou acontecendo após pesquisas e apostas sugerirem que ele poderia ter forjado sua morte para evitar a suspeita de ter sido o responsável pela tentativa de assassinato de J.R. (Larry Hagman), o marido de Sue Ellen. Diante da popularidade do personagem, os produtores quebraram a cabeça e encontraram uma maneira de fazê-lo retornar. “Meu agente disse: ‘Prepare-se, eles vão trazer você de volta'”, lembrou Martin, numa entrevista dos anos 1990. “Eu disse: ‘Como, eu estou morto’. Meu agente diz: “Oh, isso é Hollywood, eles vão pensar em algo”. No final, não foi Dusty Farlow quem atirou em J.R. Acontece que Dusty tinha sobrevivido, mas seus ferimentos o tornaram impotente, paralisado da cintura para baixo e confinado a uma cadeira de rodas. “Ele acaba recuperando a saúde com a ajuda de uma mulher extremamente bonita, que era algo que a América queria ver na época, não me pergunte por quê”, disse Martin. “Então eu deixei de ser um ator de participação episódica em diversas produções para me tornar parte da série mais bem-sucedida e fabulosa já conhecida pela humanidade.” Dusty faria uma recuperação milagrosa e até mesmo retornaria ao circuito do rodeio. Mas quando isso aconteceu, Sue Ellen decidiu voltar para J.R., encerrando a participação de Martin na série em 1985. Ele ainda apareceu num episódio de 1991, antes de se aposentar da atuação e passar a se dedicar à Big Picture Alliance, uma organização sem fins lucrativos que ele criou para ensinar crianças da periferia a fazer cinema. No ano passado, ele próprio fez sua estreia como diretor, filmando o longa “The Congressman”, estrelado por Treat Williams.

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    Ben Stiller termina de casamento de 17 anos

    27 de maio de 2017 /

    Os atores Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) e Christine Taylor (“A Família Sol, Lá, Si, Dó”) anunciaram que estão se separando, depois de 17 anos de casamento. O casal enviou um comunicado à imprensa confirmando a notícia e pedindo privacidade à sua família. “Com um tremendo amor e respeito um pelo outro, e os 17 anos que passamos juntos como casal, tomamos a decisão de nos separar. Nossa prioridade continuará sendo criar nossos filhos como pais devotados e amigos mais próximos. Pedimos que os meios de comunicação respeitem nossa privacidade neste momento”. Stiller e Taylor se casaram em 2000, e só depois foram trabalhar juntos pela primeira vez, em “Zoolander” (2001). Eles são pais de dois filhos: Ella, que nasceu em 2002, e Quinlin, que nasceu em 2005.

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    Homem é preso ao tentar matar intérprete de Power Rangers

    27 de maio de 2017 /

    O ator Jason David Frank, intérprete do Ranger Verde na série original dos “Power Rangers”, seria alvo de uma tentativa de assassinato durante uma convenção de fãs nos Estados Unidos. Um homem identificado como Matthew Sterling foi preso na Phoenix Comicon portando uma escopeta e quatro revólveres. A polícia de Phoenix encontrou em seu celular um alerta dizendo “matar Frank”. Além das armas de fogo, Sterling portava uma faca de combate, spray de pimenta e shurikens. No seu depoimento, ele disse que conseguiu passar pela checagem de armas da Comicon e chegar a um segundo andar porque dizia estar fantasiado como o Justiceiro da Marvel. A Phoenix Comicon, assim como a maioria das convenções nerds pelo mundo, proíbe cosplays com armas de verdade. A polícia chegou a Sterling porque ele começou a publicar fotos em rede social falando do seu plano, que incluía também assassinar qualquer oficial de polícia do local. Após a prisão do suspeito, Jason David Frank deu uma entrevista dizendo que isso não o impedirá de participar de novos eventos e, apesar do susto, está tudo bem.

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    Processo afirma que papel sensual de Amber Heard precipitou fim do casamento com Johnny Depp

    26 de maio de 2017 /

    O processo que os produtores do filme “London Fields” movem contra a atriz Amber Heard acusa o ator Johnny Depp de ser responsável por sua recusa em gravar cenas de nudez previstas em contrato. O jornal New York Post teve acesso ao processo, em que o produtor Christopher Hanley e sua esposa, a roteirista Roberta Handley, afirmam que a atriz teria aprovado participar das cenas mais ousados, mas mudado de ideia posteriormente, por causa do ciúme excessivo de Depp. Segundo o texto, as cenas de sexo foram decisivas para o término do casamento dos atores. “A natureza provocante da personagem de Heard foi definitiva para o divórcio de Depp”, afirma o documento. Para contornar a recusa da atriz, os produtores contrataram uma dublê de corpo, e a partir daí Amber teria feito tudo para impedir o lançamento do filme. Por conta disso, os pedem cerca de US$ 10 milhões de indenização pelo prejuízo causada pela recusa de Heard de filmar as cenas de sexo conforme estabelecidas em contrato, além de não ajudar na promoção do filme. Amber, porém, não foi a única contrariada pela decisão de incluir cenas com dublê de corpo após suas filmagens. O diretor do filme, Mathew Cullen, ficou possesso e ele também decidiu fazer seu próprio processo, desta vez contra o casal de produtores, por fraude, por terem incluído as sequências controversas na montagem final sem sua autorização. Ele declarou que os produtores não tinham direito de usar seu nome na promoção de um projeto do qual ele não concorda. “London Fields” seria a estreia de Cullen no cinema, após se destacar fazendo videoclipes, como o de “Dark Horse”, de Katy Perry. O filme teria première no Festival de Toronto de 2015, mas, ao ver as primeiras projeções, Cullen impediu sua exibição no evento. Desde então, “London Fields” está num limbo de batalhas judiciais. A trama é uma adaptação do romance homônimo de Martin Amis, publicado em 1989, e acompanha Nicola Six (papel de Amber), uma clarividente que tem uma premonição sobre seu assassinato iminente. Isto a leva a se envolver com três homens, tentando descobrir qual deles vai matá-la. O elenco inclui ainda Billy Bob Thornton, Jim Sturgess, Theo James, Jason Isaacs, Cara Delevingne e Jaimie Alexander, além do próprio Johnny Depp, em uma pequena figuração. Logo que as filmagens terminaram, Depp e Amber anunciaram o divórcio.

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    Real – O Plano por Trás da História traça o acirramento da divisão do Brasil

    26 de maio de 2017 /

    Os filmes, por mais que tentem retratar uma época, acabam sendo reflexo da época em que foram realizados. Com “Real – O Plano por Trás da História” não é diferente. É possível perceber que a rixa existente entre esquerdistas e neoliberais que abre o filme é muito mais rancorosa hoje do que era naqueles tempos em que Lula ainda não tinha conseguido vencer uma eleição. É também um filme que acabou chegando em um momento particularmente infeliz para o PSDB, que poderia usá-lo como propaganda política. Se bem que também é possível vê-lo sem esse viés. Até porque, no fim das contas, Fernando Henrique Cardoso não aparece no filme como o criador solitário do Plano Real. Ele apenas, espertamente, juntou uma equipe que transportou uma ideia pré-existente em uma tese acadêmica para a realidade brasileira. Foi um projeto arriscado, mas até hoje se elogia a criação da moeda forte, por mais que isso tenha custado bastante ao povo brasileiro, que sofreu um desemprego gigante, além de taxas de juros absurdas, para manter a estabilidade da moeda. Mas era pior antes, com a hiperinflação. O filme se foca em Gustavo Franco, que aparece na tela como o principal responsável pela existência do Plano Real e quem tentou de tudo para que a moeda persistisse estável, mesmo com uma crise mundial e nacional que pedia que o Brasil cedesse. Não dá para dizer que ele é exatamente um herói. E nisso o filme tem como mérito a boa interpretação de Emílio Orciollo Netto, no papel do egocêntrico e arrogante economista. Ainda assim, não deixa de ser ridículo quando ele grita “Eu não vou desvalorizar a minha moeda!”. De fato, tirando Tato Gabus Mendes como Pedro Malan, todos os demais soam ridículos, seja Norival Rizzo, como FHC, seja Bemvindo Sequeira como o Presidente Itamar Franco. Até Paolla Oliveira, mais uma vez, só serve para enfeitar a tela, com aquela que talvez seja sua interpretação mais constrangedora. Se nas telenovelas já é assim, nos filmes suas limitações se agigantam em tela grande. Enfim, não dava para esperar grande coisa de um filme de Rodrigo Bittencourt, o diretor da tenebrosa comédia “Totalmente Inocentes” (2012). Por outro lado, por mais que os problemas sejam evidentes, principalmente interpretação, escalação de atores e diálogos, trata-se de uma narrativa até bem envolvente, por tratar de um assunto que interessa ao brasileiro médio, especialmente a quem viveu os anos 1990. Além dos bastidores da criação da moeda, “Real – O Plano por Trás da História” também permite traçar o acirramento das polaridades extremas que dividem o Brasil atual, entre esquerdistas, costumeiramente chamados de comunistas (como se isso fosse uma ofensa), e neoliberais (idem). A divisão preenche as entrelinhas do filme, extrapolando numa sequência de discussão entre Franco e um amigo que votou em Lula. A impressão que dá é de que esse cenário apenas se radicalizou, mesmo em meio à podridão generalizada, que mistura todos os lados.

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