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    Fox Premium exibe Outlander com legendas eróticas

    13 de novembro de 2017 /

    O canal pago Fox Premium trocou as legendas do nono episódio da 3ª temporada de “Outlander”. Em vez de trazer as falas dos personagens, o texto levado ao ar na noite de domingo (12/11) foi completamente obsceno. A confusão rendeu diversos posts no Twitter, em que os assinantes destacaram alguns dos momentos da série romântica com diálogos de filmes adultos. Muitos acharam divertido, mas houve quem não gostou nada e ameaçou cancelar a assinatura do serviço pago. Em comunicado, a Fox revelou que houve confusão com legendas de outra série – mais picante – , “The Girlfriend Experience”. O problema possivelmente aconteceu pela rapidez com que o canal tenta exibir a produção, no mesmo dia em que passa nos Estados Unidos. “A Fox pede desculpas a todos os fãs de ‘Outlander’ por exibir legendas da série ‘The Girlfriend Experience’ durante a transmissão do 9º episódio da 3ª temporada de ‘Outlander’, ontem, no canal FOX Premium 1. Lembramos que o 9º episódio, ‘The Doldrums’, será transmitido corretamente hoje às 20h30 e amanhã às 22h no canal FOX Premium 1, além de nova reprise no dia 17 de novembro às 23h55 no mesmo canal e em breve nosso aplicativo. Acompanhe nossos redes sociais para saber novidades de nossas séries.”

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  • Etc

    Magreza repentina de Ruby Rose inspira rumores de preocupações da família

    13 de novembro de 2017 /

    Após fotos recentes de eventos em que apareceu magérrima, a atriz australiana Ruby Rose (“xXx: Reativado”) teria virado motivo de preocupação para a família e seu empresário. De acordo com a mais recente edição da revista NW Magazine, Rose estaria pesando apenas 44 Kg. “Tanto a família quanto o empresário estão encorajando que ela ganhe peso antes que seja tarde demais”, afirmou uma fonte da publicação, iniciando uma avalanche de rumores. Ela rebateu as insinuações nas redes sociais. “Body shamers, eu tive uma ótima malhação hoje de manhã, obrigado por perguntarem, estou indo comer um sanduíche vegano apenas porque sim!”, escreveu a atriz num post do Instagram Stories, em que mostrava sua barriga chapada. Veja abaixo. Depois, ela afirmou que as críticas que vem recebendo por conta do seu corpo a tiram do sério. “É tão frustrante. Todo mundo é muito diferente. Eu como muita comida maravilhosa”, escreveu a atriz.

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  • Etc

    Estúdio de Lars von Trier é investigado pela polícia dinamarquesa após denúncias de assédio sexual

    13 de novembro de 2017 /

    A polícia da Dinamarca abriu investigações sobre o Zentropa, maior estúdio de cinema do país, fundado pelo diretor Lars von Trier, responsável por obras como “Ninfomaníaca” (2013), “Melancolia” (2011) e “Anticristo” (2009). Segundo o jornal local Politiken, nove ex-funcionárias denunciaram o estúdio por conta do ambiente tóxico e “impregnado” por uma cultura abusiva de assédio sexual. “Acho que todos os contratados do Zentropa já foram expostos ou testemunharam condutas sexuais e provocações. Era parte da cultura de lá”, afirmou Meta Louise Foldager Sørensen, uma ex-produtora do estúdio. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês, as ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. De acordo com as vítimas, Jensen teria segurado no seio das funcionárias e até pedido para que elas ajoelhassem e fossem “espancadas”. As vítimas favoritas eram as estagiárias mais jovens, a quem ele adorava humilhar em festas de fim de ano da firma. “Vi muitas mulheres serem diminuídas”, declarou a escritora Anna Mette Lundtofte. “Segundo o slogan do Zentropa, eu fazia parte de uma ‘cultura alternativa de trabalho’, mas na realidade o que encontrei foi uma estrutura patriarcal e defasada.” Peter Aalbaek Jensen, CEO do Zentropa até 2016, detém 25% da empresa junto a Von Trier. Em sua defesa, ele disse que não se lembra de nenhum destes episódios, mas afirmou que eles “provavelmente aconteceram”. Ele também negou que o estúdio tenha uma cultura abusiva. “Estou interessado em testar limites”, justificou ele. “Não em submissão e degradação. Sei que houve momentos em que fui longe demais. E eu aceito isso. A questão é se você é um líder adorado ou não. E eu não fui um líder adorado.” O atual CEO do estúdio, Anders Kjaerhauge, defendeu a empresa e alegou que “esse não é o Zentropa que eu conheço”, mas não descartou mudanças no ambiente de trabalho. Já o diretor Lars Von Trier não se manifestou. Ele foi acusado de assédio pela cantora islandesa Björk, durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, mas não é alvo da investigação sobre o estúdio.

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  • Etc,  Série

    Estrelas de Supergirl e Arrow protestam contra assédios após suspensão de produtor

    13 de novembro de 2017 /

    A estrela de “Supergirl”, Melissa Benoist, e a principal intérprete feminina de “Arrow”, Emily Bett Rickards, usaram as redes sociais no fim de semana para se pronunciar contra os escândalos de assédio sexual que sacodem Hollywood e que, na sexta (10/11) atingiram a produção de suas séries, com a decisão da Warner Bros TV de afastar Andrew Keisberg, co-criador das duas atrações. Num longo comunicado, Melissa Benoist afirma que encabeça uma série que representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas que, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. A declaração da atriz não menciona Kreisberg em nenhum momento, mas defende a responsabilização dos assediadores. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela. A atriz ainda diz que voltará às gravações de “Supergirl” esta semana ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. Já a intérprete de Felicity Smoak em “Arrow” criticou os homens que cometeram assédio, aqueles que viram os olhos para este tipo de comportamento e os que falam em “sexismo às avessas”, dizendo que eles são “fracos e cúmplices”. Ao mesmo tempo, ela elogia as mulheres que vieram a público denunciar os muitos casos em Hollywood e as mulheres que as apoiam, referindo-se a elas como as verdadeiras “heroínas”. Kreisberg é cocriador e produtor executivo de “Supergirl”, “Arrow” e também de “The Flash” e “Legends of tomorrow”. Após as acusações de assédio, o produtor foi suspenso e a Warner instaurou uma investigação sobre o caso. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios. ❤️ pic.twitter.com/bIAcZWrYOT — Melissa Benoist (@MelissaBenoist) November 13, 2017 pic.twitter.com/AhSoTHZO2M — Emily Bett Rickards (@EmilyBett) November 13, 2017

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  • Etc

    Gal Gadot teria condicionado sua participação em Mulher-Maravilha 2 à saída de Brett Ratner da produção

    12 de novembro de 2017 /

    A estrela da “Mulher Maravilha”, Gal Gadot, estaria condicionando sua participação na continuação do filme à saída de Brett Ratner da produção. Não apenas nominalmente, mas também financeiramente. A afirmação é do site de celebridades Page Six, que pertence ao jornal New York Post. Uma fonte do site afirmou que a atriz não quer que “Mulher-Maravilha” seja associado a “um homem acusado de má conduta sexual”. “Gadot está dizendo que não vai participar da sequência, a menos que a Warner Bros. compre a participação de Brett [de seu acordo de financiamento] e se livre dele”. Gadot já tinha evitado participar de um evento em homenagem a Ratner, na véspera da publicação da denúncia do Los Angeles Times, em que ele foi acusado de abuso sexual. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ela tinha sido escolhida para fazer uma homenagem a Ratner, porque sua empresa de produção, RatPac-Dune Entertainment, ajudou a produzir “Mulher-Maravilha”, como parte de seu acordo de co-financiamento com a Warner Bros. Tanto que, no lugar da atriz, a diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, prestou a homenagem – poucos dias antes do escândalo estourar. Ratner virou sócio da Warner após fundar a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey, em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e ajudou a financiar os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Graças a este relacionamento bem-sucedido, Ratner tinha um escritório de luxo no set da Warner, que antigamente era usado por Frank Sinatra. A fonte acrescentou que Gadot “sabe que a melhor maneira de derrotar pessoas poderosas como Brett Ratner está na carteira. Ela também sabe que a Warner Bros. tem que tomar partido nessa questão. Eles não podem fazer um filme enraizado no empoderamento feminino com financiamento de um homem acusado de má conduta sexual contra as mulheres”. Na verdade, já um movimento nesse sentido. Na semana passada, o estúdio anunciou que estava cortando os laços com Ratner. Após as várias alegações de assédio sexual, seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio coproduzidos pela RatPack-Dune – entre eles, os esperados “Liga da Justiça” e “Tomb Raider”. Para remediar o estrago, o próprio produtor emitiu uma nota dizendo que a iniciativa de se afastar da Warner tinha sido sua. Em comunicado sucinto, ele afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. No início deste mês, Gadot postou no Instagram: “O assedio e o assédio sexual são inaceitáveis! Estou ao lado de todas as mulheres corajosas que enfrentam seus medos e denunciaram. Estamos todas unidas neste momento de mudança”. O Page Six buscou confirmar a informação junto com Gadot e Ratner, mas eles não comentaram. Já um representante da Warner Bros. disse apenas: “Falso”.

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  • Etc

    Atriz de CSI: Miami diz que foi trancada numa sala por Steven Seagal seminu

    11 de novembro de 2017 /

    Mais uma atriz acusa Steven Seagal de abuso sexual. Eva LaRue, que estrelou a série “CSI: Miami” por oito temporadas, disse ao site Deadline que o ator a trancou em uma sala durante um teste em sua casa em 1990 e depois abriu seu quimono, de pé diante dela, ficando apenas de cueca. Ela se junta a outras atrizes que acusam Seagal de assédio, como Jenny McCarthy, Portia de Rossi e Juliana Margulies. LaRue tinha 22 anos quando recebeu uma ligação de seu agente, dizendo que tinha marcado um teste para ela na casa de Seagal. Ela conta que o agente lhe garantiu que haveria dois produtores e uma diretora de elenco no encontro. Mas era uma armadilha, uma encenação com o objetivo de levá-la para o quarto com Seagal. “De fato, havia outros dois caras e uma mulher. E lá estávamos, sentados em sua sala de estar, falando sobre o personagem que eu ia interpretar e o enredo da história e o que eles estavam procurando – a conversa típica de testes. Mas eu não tinha roteiro. Era uma reunião, mas não uma leitura. E então a diretora do elenco disse: ‘Eu acho que ela é perfeita para o papel'”. Seagal, vestido com um quimono, levantou-se e disse-lhe para segui-lo até onde estava o roteiro. Mas, em vez de ir ao escritório, ele conduziu para um quarto de hóspedes com um grande sofá, onde ele pediu para ela sentar. E enquanto ela se acomodava, ele trancou a porta e se aproximou abrindo o quimono. “Não havia nenhum roteiro, era tudo encenação e ele ficou ali com o quimono aberto. Ele tinha uma roupa de baixo, graças a Deus, mas estava claro que não estava apenas sentindo calor”. A atriz conta que tentou fugir, alegando que não podia demorar, porque tinha outra reunião marcada, e foi quando percebeu que tinha sido trancada. Ele insistiu para que ela se sentasse, relaxasse e tomasse um drinque. Mas ela continuou forçando a porta, de modo que ele desistiu. Em seu relato, LaRue afirma que ele nunca me tocou, mas o encontro foi enervante assim mesmo. Logo que chegou em casa, ela chamou seu agente e contou o que aconteceu. “Todos os agentes daquela época sabiam o que estava acontecendo há muito tempo. Obrigado por não nos contar. Todos sabiam, exceto nós, atores”, afirmou LaRue ao Deadline. E, ao contrário do que muitos afirmam, não é a primeira vez que essas histórias são contadas. Jenny McCarthy foi à público com sua denúncia contra Seagal em 1995. O ator negou a acusação e nada aconteceu. A própria LaRua afirma ter contado sua história “mil vezes” sem que ninguém desse valor. “Não estou fazendo uma denúncia nova ou repentina. Assim como todas essas mulheres que acusaram Harvey Weinstein não estão se apresentando ‘de repente’. Estas não são acusações novas. São histórias que compartilhamos em jantares, entre nossos amigos, nossos familiares, nossos agentes e nossos colegas durante anos. Mas ninguém tinha se importado até agora, até que se importaram, e as pessoas começaram ‘de repente’ a revelar tudo”.

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    Anna Paquin confirma denúncia de homofobia de Ellen Page contra Brett Ratner

    11 de novembro de 2017 /

    A atriz Anna Paquin, que viveu Vampira na franquia “X-Men”, confirmou nas redes sociais as acusações que Ellen Page fez contra o diretor Brett Ratner. Page afirmou que sofreu com a homofobia do diretor, ao ter sua homossexualidade escancarada por ele na primeira reunião do elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006). De acordo com Page, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’”, Page recordou, num longo texto sobre assédio em Hollywood, publicado em seu Facebook. “Eu estava lá quando ele (Ratner) fez esse comentário. Eu te apoio Ellen Page”, escreveu Paquin no Twitter. Page revelou que ficou desconfortável com as atitudes homofóbicas e machistas do diretor durante todo o período de filmagens. Ela ainda relatou ter escutado ele falar sobre a vagina de uma das mulheres do set. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Questionada por seus seguidores porque não disse nada no momento em que ouviu o comentário, Paquin acrescentou: “Se você não consegue pensar na razão óbvia de porquê eu fiquei em silêncio, então talvez tenha esquecido que eu estou nesta indústria criadora de vítimas desde antes de atingir a puberdade”. Anna Paquin venceu o Oscar por “O Piano” (1994), aos 11 anos de idade, tornando-se a segunda atriz mais jovem a conquistar um troféu da Academia. E, por seu comentário, também deve ter histórias para contar, que não está contando. Por sua vez, Brett Ratner está envolvido na onda de escândalos que assola Hollywood, após ser acusado de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). I was there when that comment was made. I stand with you .@EllenPage https://t.co/DEIvKDXeEL — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017 If you can't think of the glaringly obvious reason I remained silent then perhaps you've forgotten that I've been in this victim grooming industry since before I hit puberty. — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017

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  • Etc

    Veterano da franquia Star Trek é acusado de abuso sexual nos anos 1980

    11 de novembro de 2017 /

    O modelo Scott R. Brunton acusou o ator George Takei, astro veterano da franquia “Star Trek”, de abuso sexual em 1981. O caso teria acontecido em um momento de vulnerabilidade quando ele tinha 23 anos. Na época, ele trabalhava como garçom e era amigo de Takei, então na casa dos 40 anos. Após romper com um namorado, Brunton foi se encontrar com Takei. “Foi há muito tempo atrás, mas eu nunca vou esquecer. Ele foi muito bom em me consolar e entender que eu estava triste e que ainda amava o meu namorado. Nós fomos beber. No segundo drinque, de repente, eu me senti meio desorientado e achei que estava desmaiando. Então eu me sentei e acho que desmaiei mesmo. A próxima coisa que me lembro ao acordar foi que minhas calças estavam no tornozelo e ele estava pegando na minha virilha, tentando tirar minha cueca”, disse Brunton ao site The Hollywood Reporter. “Eu disse: “O que você está fazendo?” E ele disse que eu precisava relaxar e que só estava me deixando confortável. Eu falei que não queria nada daquilo, o empurrei e fui embora. Fiquei sentado no meu carro até ter condições de dirigir”, completou o modelo. Takei, que interpretou o Sr. Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” e nos primeiros filmes derivados da produção, tem 80 anos e é gay assumido, negou veementemente as acusações. “Os eventos que ele descreve simplesmente não ocorreram e eu não sei porque ele está falando isso agora. Quebrei minha cabeça para ver se eu lembrava do senhor Brunton, e eu não posso dizer que lembro. Eu levo essas acusações muito a sério, mas quem me conhece sabe que considero atos não consensuais muito antiéticos e bem longe dos meus valores e minhas práticas. A simples ideia de que alguém me acusa disso é extremamente dolorosa”, afirmou Takei nas redes sociais. Veja abaixo a íntegra dos tuítes, que também abordam o apoio que ele recebeu do marido após as acusações. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e produtores executivos. Friends, I'm writing to respond to the accusations made by Scott R. Bruton. I want to assure you all that I am as shocked and bewildered at these claims as you must feel reading them. /1 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017 The events he describes back in the 1980s simply did not occur, and I do not know why he has claimed them now. I have wracked my brain to ask if I remember Mr. Brunton, and I cannot say I do. /2 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017 But I do take these claims very seriously, and I wanted to provide my response thoughtfully and not out of the moment. /3 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017 Right now it is a he said / he said situation, over alleged events nearly 40 years ago. But those that know me understand that non-consensual acts are so antithetical to my values and my practices, the very idea that someone would accuse me of this is quite personally painful. /4 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017 Brad, who is 100 percent beside me on this, as my life partner of more than 30 years and now my husband, stands fully by my side. I cannot tell you how vital it has been to have his unwavering support and love in these difficult times. /5 — George Takei (@GeorgeTakei) November 11, 2017

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    Produtor das séries de super-heróis da DC é afastado após denúncias de assédio

    11 de novembro de 2017 /

    A produtora Warner Bros Television (WBTV) afastou na noite de sexta-feira (10/11) o produtor executivo Andrew Kreisberg, responsável pelas séries da DC Comics na rede CW. Co-criador, com Greg Berlanti, de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, ele é acusado de assediar sexualmente diversas mulheres nos últimos anos. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Kreisberg se defende das acusações. “Eu fiz alguns comentários sobre a aparência das mulheres, mas nenhum de cunho sexual”, ele afirmou à Variety. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios.

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    Neymar vira Batman em comercial que junta o PSG e a Liga da Justiça

    11 de novembro de 2017 /

    O time de futebol francês Paris Saint-Germain (PSG) é um dos parceiros comerciais do filme da “Liga da Justiça”, e aproveitou o lançamento do filme para criar uma publicidade em que compara seus craques com os super-heróis da DC Comics. No vídeo, que mescla cenas do trailer da produção e imagens dos jogadores, cada craque representa um dos justiceiros. E Neymar é comparado a ninguém menos que Batman. Além de Neymar, também participam do comercial Kylian Mbappé, Marco Verratti, Cavani e a estrela feminina Laure Boulleau. A peça faz parte de um esforço de marketing para melhorar a imagem do time, especialmente de Neymar, após diversos rumores de brigas entre o elenco surgirem na imprensa. O tema, por sinal, marcou a entrevista coletiva realizada pelo jogador na sexta (10/11), após o jogo da seleção brasileira contra o Japão. “Todo herói precisa de uma equipe”, ressalta o slogan publicitário. Por coincidência, Neymar se fantasiou de Batman há um ano, no aniversário do surfista Gabriel Medina, quando confirmou seu namoro com Bruna Marquezine. Chaque héros a besoin d’une équipe. #JusticeLeague #JusticeLeaguePSG @warnerbrosfr pic.twitter.com/NuSOFoaOir — PSG Officiel (@PSG_inside) November 10, 2017

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    Louis C.K. é demitido das produções da FX e dispensado da animação Pets 2

    11 de novembro de 2017 /

    O comediante Louis C.K. perdeu todos os contratos e projetos que tinha em andamento. Após o cancelamento da estreia do filme “I Love You, Daddy”, que ele escreveu e dirigiu, e do anúncio da HBO e da Netflix sobre interrupção de produções, retirada de especiais das plataformas de streaming e dispensa de projetos futuros, seus últimos parceiros o dispensaram. A FX Productions (FXP) anunciou o rompimento do contrato com a produtora de C.K., Pig Newton. Além disso, a Universal informou que ele não voltará a trabalhar como dublador na continuação da animação “Pets: A Vida Secreta dos Bichos” (2016). Ele dublava o protagonista, o cachorrinho Max. As decisões foram tomadas após ele admitir que as denúncias de assédio sexual feitas por colegas comediantes eram verdadeiras. A FXP trabalhava com C.K. em quatro séries: “Better Things” e “Baskets”, exibidas no canal pago FX, na vindoura animação “The Cops”, que estrearia no TBS, e “One Mississippi”, na Amazon. Das quatro, “The Cops” era a única que incluía C.K. como intérprete, dublando um dos personagens centrais. Por conta disso, a série teve a produção suspensa e não deve mais estrear na TV. As demais devem continuar a ser produzidas, mas sem participação do comediante. “Ele não servirá mais como produtor executivo ou receberá compensações em qualquer uma das séries que produzimos com ele”, diz o comunicado da FXP. “Louis confirmou que é verdadeiro o relato das cinco mulheres que foram vítimas de sua má conduta, da qual desconhecíamos anteriormente. Tanto quanto sabemos, seu comportamento nos últimos 8 anos em todas as cinco séries que ele produziu para a FX Networks e/ou FX Productions foi profissional. No entanto, agora não é hora dele fazer programas de televisão. Agora é hora dele falar honestamente sobre as mulheres que compartilharam suas experiências dolorosas, um processo que ele começou hoje com sua declaração pública”, segue o texto. “A FX Networks e a FX Productions continuam empenhadas em fazer tudo o que pudermos para garantir que todas as pessoas trabalhem em um ambiente seguro, respeitoso e justo, e continuaremos nossa averiguação a respeito do ambiente de todas essas produções para garantir que foi e é o caso”, termina o comunicado. Já a Universal não acrescentou nenhum comentário à dispensa do trabalho do comediante. Ele também foi dispensado pelas duas empresas que empresariavam sua carreira, a 3 Arts, que agenciava suas produções, e a APA, que cuidava de seus shows de stand-up.

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    Roteirista acusa Richard Dreyfuss de tentativa de estupro nos anos 1980

    10 de novembro de 2017 /

    Menos de uma semana após Harry Dreyfuss, filho do ator Richard Dreysfuss (“Tubarão”, “A Garota do Adeus”), acusar Kevin Spacey (série “House of Cards”) de tê-lo assediado, seu próprio pai virou alvo de uma denúncia. A roteirista Jessica Teich resolveu trazer à tona uma tentativa de estupro ocorrida nos anos 1980, justamente após ler o relato de Harry. “Quando vi que ele estava apoiando a história do filho, que eu jamais questionaria, pensei: ‘Espere um minuto, esse cara me assediou por meses. Ele estava em uma posição de muito poder sobre mim, e na época senti que eu não poderia falar com ninguém sobre isso. Me pareceu muito hipócrita”, diz Teich ao site Vulture, que publicou a denúncia. Jessica Teich trabalhou como roteirista no documentário “Funny, You Don’t Look 200: A Constitutional Vaudeville”, sobre o bicentenário da constituição americana, apresentado por Richard Dreyfuss em 1987. A escritora lembra que o ator a chamou no seu trailer um dia e, quando ela chegou, ele mostrou seu pênis. “Lembro-me de subir os degraus do trailer e virar à esquerda… e ele estava na parte de trás do carro com o pênis para fora, e ele tentou me puxar para perto dele”, disse. “Estava ereto e ele empurrou meu rosto em direção ao pênis”, conta Teich, que acredita ter sido vítima de uma tentativa de sexo oral. Ela conseguiu escapar. “Ele criou um ambiente de trabalho hostil, onde eu me sentia constantemente objetificada, sexualizada e insegura”, acrescentou. Diante da denúncia, Dreyfuss emitiu um comunicado em que nega o abuso, afirmando que nunca se expôs para Jessica, a quem considerava sua amiga havia 30 anos. Ele admite, no entanto, que nos anos 1970 flertava com todas as mulheres. “Eu flertei com ela, e me lembro de tentar beijar Jessica como algo que eu pensava ser um jogo de sedução consensual que durou muitos anos”, explica o ator. “Estou horrorizado e desconcertado por descobrir que não era consensual”, continuou ele. “Não entendi. Isso me faz reavaliar cada relacionamento que eu já pensei ser divertido e mútuo”, completou o ator, que venceu o Oscar por “A Garota do Adeus” (1977).

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    BBC suspende produção e estreia de séries estreladas por Ed Westwick

    10 de novembro de 2017 /

    A rede britânica BBC anunciou nesta sexta-feira (10/11) que não vai mais exibir a minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação do romance de mistério “Punição para a Inocência”, de Agatha Christie, que inclui Ed Westwick em seu elenco. A decisão foi tomada após vir à tona a segunda acusação de estupro contra o ator. “Estas acusações que Ed Westwick nega vigorosamente são sérias. A BBC não está fazendo nenhum julgamento, mas enquanto este assunto não for resolvido, não vamos incluir ‘Ordeal by Innocence’ na programação”, disse a emissora em um comunicado. A minissérie tinha estreia prevista para o Natal, dando sequência a uma leva de minisséries derivadas da obra da escritora, como “And Then There Were None”, “The Witness for the Prosecution” e “Partners in Crime”. Além disso, as gravações já iniciadas da 2ª temporada da série “White Gold”, protagonizada por Westwick, foram suspensas. A atração passada nos anos 1980 é uma coprodução entre a BBC e a Netflix. Ed Westwick está sendo investigado pela polícia de Los Angeles após as denúncias da atriz Kristina Cohen (série “Ladies Like Us”) e de Aurélie Wynn.

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