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10 de agosto de 2026
  • Etc,  Série

    Robert Dowdell (1932 – 2018)

    26 de janeiro de 2018 /

    O ator Robert Dowdell, astro da série clássica “Viagem ao Fundo do Mar”, morreu na terça-feira (23/1) de causas naturais em Coldwater, Michigan. Ele tinha 85 anos. Dowdell nasceu em 10 de março de 1932, em Park Ridge, Illinois, e trabalhou como mensageiro, guia de caça, ferroviário e engenheiro militar antes de estrear na Broadway em 1956, na peça “The Lovers”, escrita por Leslie Stevens (o futuro criador de “5ª Dimensão”). Após várias peças de sucesso e roteiros de cinema, Stevens decidiu criar sua primeira série em 1962 e convidou Dowdell a integrar o elenco. Intitulada “Stoney Burke”, a atração da rede ABC trazia Jack Lord (futuro astro de “Havaí 5-0”) no papel-título, um peão de rodeio que, acompanhado pelo parceiro Cody Bristol (papel de Dowdell), enfrentava perigos e violência no circuito das competições de cowboys. O elenco da produção era tão bom que ainda incluía Warren Oates (“Meu Ódio Será Sua Herança”) e Bruce Dern (“Os Oito Odiados”), mas a série só durou uma temporada. O ator continuou na folha de pagamento da ABC ao ser imediatamente escalado para uma nova série, “Viagem ao Fundo do Mar”. Desta vez, sua experiência militar foi aproveitada no papel, como o imediato Chip Morton do submarino Seaview. Embora fosse uma adaptação do filme homônimo de 1961, o personagem foi criado especialmente para a série de 1964 e ganhou status de principal coadjuvante, atrás apenas da dupla de protagonistas, o Almirante Nelson (vivido por Richard Basehart, de “Moby Dick”) e o Capitão Crane (David Hedison, de “A Mosca da Cabeça Branca”). Primeira e mais bem-sucedida das séries de ficção científica do produtor-cineasta Irwin Allen nos anos 1960, “Viagem ao Fundo do Mar” durou quatro temporadas e 109 episódios, até 1968. Originalmente concebida como uma série militar futurista, que lidava com perigos da Guerra Fria, a série evoluiu para uma sci-fi mais tradicional, com monstros marinhos e invasores do espaço. A mudança de tom foi refletida de forma visual, com a gravação a cores a partir da 2ª temporada. Após o fim da produção, Dowdell ainda foi convidado por Allen a participar de um episódio de sua quarta série do período, “Terra dos Gigantes”, e também entrou no piloto daquela que seria a quinta, “Cidade Sob o Mar”. Este projeto acabou rejeitado, mas tinha orçamento tão elevado que o piloto foi exibido nos cinemas em 1971. O ator nunca mais emplacou um papel fixo na TV, mas ainda apareceu em diversas séries até 1991, como “S.W.A.T.”, “Buck Rogers”, “CHiPs”, “Casal 20”, “Fama”, “V: A Batalha Final”, “Dinastia”, “Max Headroom” e “Hunter”. Paralelamente, teve pequenas papéis no terror “Iniciação” (1984), com Vera Miles, no filme de ação “Assassinato nos Estados Unidos” (1987), com Charles Bronson, e nas comédias “A Madrasta” (1989), de Larry Cohen, e “As Confusões De Um Sedutor” (1989), de Blake Edwards. Dowdell foi casada com a atriz Sheila Connolly (“Bandoleira por Vingança”) por 14 anos até seu divórcio em 1979. Segundo seus primos, ele achava impressionante que muitos se lembrassem de “Viagem ao Fundo do Mar” e ainda lhe pedissem autógrafo, meio século depois da exibição original.

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    James Franco é apagado de capa de revista e retoque deixa atrizes com três mãos e três pernas

    26 de janeiro de 2018 /

    A capa da edição especial da revista americana Vanity Fair dedicada às estrelas do momento de Hollywood precisou passar por um “retoque”, após as acusações de assédio contra James Franco. O ator, que tinha participado das sessões de foto – além de ter dado entrevistas para a publicação – foi apagado da capa com a ajuda do Photoshop. “Tomamos a decisão de não incluir Franco na capa da ‘Edição Hollywood’ quando soubemos das acusações que existiam contra ele”, disse uma fonte da revista ao site The Hollywood Reporter. Como a capa foi resultado de uma montagem de diversas sessões de fotografia, em que os astros foram fotografados separadamente e em pequenos grupos, e posteriormente combinados por meio de edição das imagens digitais, a remoção de Franco aconteceu com pinceladas digitais. Mas isso criou outro problema. Vários leitores apontaram que Reese Witherspoon ficou com uma terceira perna e Oprah Winfrey, que parece colocá-la em seu colo, ficou com três mãos em algumas fotos da sessão. Reese brincou com a ideia nas redes sociais. “Bem … acho que todo mundo sabe agora … eu tenho 3 pernas. Espero que você ainda possa me aceitar por quem eu sou. E eu não acredito que recebi colinho de Oprah. Se você tiver a oportunidade, eu recomendo”. Oprah respondeu: “Eu aceito sua terceira perna. Desde que você aceite minha terceira mão”. Além das duas citadas, a capa da revista traz ainda Nicole Kidman, Tom Hanks, Michael B. Jordan, Zendaya, Jessica Chastain Claire Foy, Michael Shannon, Harrison Ford e Gal Gadot. O trabalho é assinado pela renomada fotógrafa Annie Leibovitz, que não deve ter culpa pela mutação causada pelo Photoshop politicamente radioativo.

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    Ex-assistente processa Harvey Weinstein por assédio e acusa de estúdio de conivência

    25 de janeiro de 2018 /

    O produtor Harvey Weinstein, que protagoniza um enorme escândalo sexual, após dezenas de mulheres o denunciarem por assédio e abuso sexual, recebeu mais um processo na justiça. E desta vez a ação envolve sua empresa, porque quem o acusa de assédio é uma ex-funcionária. sua ex-assistente pessoal Sandeep Rehal. “Por mais de dois anos, a requerente Sandeep Rehal foi forçada a trabalhar em um ambiente de trabalho sexualmente hostil na Weinstein Company, caracterizado por inúmeras ações, declarações e toques ofensivos, degradantes e sexualmente intimidantes por parte de seu chefe Harvey Weinstein”, diz o processo, ao qual o site Deadline teve acesso. Segundo o documento, Rehal teve que deixar o emprego em 2015, depois que a situação chegou a um “ponto limite”. Funcionária da TWC desde 2013, ela também acusa o irmão de Harvey e seu sócio, Bob Weinstein, e o chefe do RH Frank Gil de serem coniventes com o comportamento do produtor. De acordo com o processo, a ex-funcionária afirma que o cotidiano de assédios a fez desenvolver severos problemas emocionais, ansiedade, depressão, humilhação, medo e perda de autoestima. Weinstein está atualmente sob investigação pelas polícias de Nova York, Los Angeles e Londres. Desde as primeiras denúncias, que surgiram em outubro em reportagens do jornal The New York Times e da revista New Yorker, mais de 80 mulheres contaram que sofreram assédio, abuso e até estupro do produtor, e foram intimidadas com ameaças a suas carreiras para ficarem caladas.

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  • Etc,  Filme

    Pressionado, Casey Affleck desiste de apresentar prêmio no Oscar 2018

    25 de janeiro de 2018 /

    O ator Casey Affleck desistiu de participar da cerimônia do Oscar 2018. Vencedor do Oscar de Melhor Ator de 2017, ele deveria anunciar e premiar a Melhor Atriz deste ano, conforme a tradição da Academia. Mas não teria suportado a pressão do ressurgimento de suas acusações de assédio sexual. Affleck foi premiado por “Manchete à Beira-Mar”, após ser acusado de assédio por duas mulheres com quem trabalhou no documentário “Eu Ainda Estou Aqui” (2010). Na ocasião, a atriz Brie Larson, que entregou o prêmio, fez questão de não aplaudi-lo. “Eu acredito que o que eu fiz no palco falou por si mesmo”, ela afirmou em entrevista para a revista Vanity Fair. Ele foi acusado pela produtora Amanda White e pela diretora de fotografia Magdalena Gorka, que acionaram Affleck judicialmente e o caso foi resolvido em sigilo, com uma indenização financeira. Após vencer o Oscar, o ator deu entrevista ao jornal Boston Globe em que confirmou que todos os envolvidos no caso estavam proibidos por contrato de comentar o assunto. Desde então, o escândalo sexual de Harvey Weinstein veio à tona, repleto de contratos similares, e a tolerância com assediadores diminuiu a zero. No caso de Affleck, havia até uma campanha online para impedir sua participação no Oscar deste ano. Quase 20 mil pessoas assinaram o abaixo-assinado no site Change.org para que ele não fosse convidado a apresentar o prêmio – e o site agora registra que a campanha foi vitoriosa. Segundo o site Deadline, o ator teria ficado com receio e, diante do tom anti-assédio que deverá marcar a cerimônia, preferiu cancelar sua participação a comprometer o resto de sua carreira. A informação foi confirmada por um representante da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A revista Variety chegou a procurar Affleck para comentar a desistência, mas não obteve resposta. A equipe de assessoria do ator, porém, revelou que ele nem sequer vai marcar presença no Oscar. Após três meses intensos, carregados de escândalos de assédios e abusos sexuais, a expectativa é que o Oscar 2018 seja marcada por discursos e manifestações de protesto.

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    Comercial explica obsessão da Marvel com cenas de carros em Pantera Negra

    25 de janeiro de 2018 /

    Da primeira imagem de divulgação à primeira cena completa do filme “Pantera Negra”, a Marvel priorizou sempre a mesma sequência, em que o herói aparece sobre o capô de um carro. Recém-divulgado, o comercial do novo Lexus explica a motivação ($$) por trás desta preferência. “Pantera Negra” não é “Velozes e Furiosos”, apenas faz comercial de carro. Misturando imagens do filme com cenas publicitárias, estreladas pelo ator Chadwick Boseman (o Pantera Negra), o novo comercial do Lexus mostra como as negociações comerciais invadiram descaradamente as tramas cinematográficas, e estão embutidas até na divulgação dos filmes, fixando mensagens subliminares em fanboys impressionáveis.

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    Astro das séries infantis Zeke e Luther e Par de Reis é preso por assalto à mão armada

    25 de janeiro de 2018 /

    O ator e músico Adam Hicks, que foi estrela de produções de sucesso do Disney Channel, como as séries “Zeke e Luther” e “Par de Reis” e o telefilme musical “Lemonade Mouth”, foi preso por assalto à mão armada. Segundo o site TMZ, Hicks é acusado de cinco assaltos no período de duas horas. O ator de 25 anos e sua namorada estavam abordando pessoas a pé na área de San Fernando Valley, exigindo dinheiro, celulares e outros itens. Duas das vítimas seriam senhoras com idade acima dos 70 anos. Hicks, que além de atuar possui uma carreira musical, também gravou a canção-tema da série original do Disney Channel “Mighty Med”. Recentemente, ele estrelou as duas temporadas da série de terror “Freakish”, disponibilizada na plataforma Hulu, e participou do drama indie “Windsor”.

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    Anne Heche diz ter sido demitida de filme por recusar sexo com Harvey Weinstein

    25 de janeiro de 2018 /

    A atriz Anne Heche, atualmente na série militar “The Brave”, compartilhou sua história de assédio traumático nas mãos de Harvey Weinstein. Ela fez seu desabafo numa entrevista ao podcast “Allegedly with Theon Vonn & Matthew Cole Weiss”, no qual afirma ter sido demitida de uma produção do estúdio Miramax por não ter aceitado os avanços do magnata. Weinstein teria lhe mostrado o pênis e, após ela se recusar a fazer sexo oral, perdeu o papel num filme para o qual já estava contratada. “Eu não chupei o pênis de Harvey, apesar de ele tê-lo mostrado para mim, e saí da sala antes que pudesse haver qualquer contato físico”, contou, de forma clara. “O fato é: eu fui demitida de um trabalho para o qual eu havia sido contratada na Miramax. As repercussões de se defender são tão profundas quanto algumas das cicatrizes de mulheres que foram, infelizmente, fisicamente atingidas”. Ela ainda disse que não denunciou o caso por medo de uma vingança do produtor. “Em primeiro lugar, você era ameaçada assim que passava pela porta. É por isso que cada uma de nós [sobreviventes das violências do produtor] tinha 19, 20, 21 ou 22 anos. Ele não ia atrás de mulheres de 40. Ele deu em cima de mim quando eu era jovem, vulnerável, assustada, amedrontada”. “Estamos falando de meninas. Jovens atrizes são vulneráveis. Muitas de nós vêm de lares abusivos, não têm orientação, apoio dos pais. E você é seguida, ameaçada”, explicou sobre as circunstâncias que ajudaram a a manter os abusos do produtor em segredo durante décadas. “Se eu não tivesse sido abusada sexualmente quando era criança, não sei se teria tido a força de enfrentá-lo — e enfrentar a tantos outros. Não era apenas o Harvey, devo dizer. A frieza que eu mantinha em relação a todo mundo, que tentava se aproveitar de mim, era enorme”, concluiu.

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    Continuação de Jumanji deve chegar nos cinemas em dezembro de 2019

    24 de janeiro de 2018 /

    A Sony vai mesmo fazer a sequência de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. E, segundo o The Wall Street Journal, a ideia do chefe do estúdio, Tom Rothman, é lançar o filme em dezembro de 2019, quando irá competir com “Star Wars: Episódio IX” nos cinemas. O filme chegou aos cinemas em dezembro de 2017 e surpreendeu nas bilheterias, mesmo enfrentando “Star Wars: O Último Jedi”. Até agora, a produção arrecadou US$ 769 milhões mundialmente, para um orçamento estimado em US$ 90 milhões. Ainda não foi divulgado se os integrantes do elenco voltarão ou se a continuação terá uma nova história com novos personagens. Estrelado por Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”), “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” foi o segundo filme da franquia, e bem diferente do primeiro “Jumanji”, clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995.

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    Acusadoras de James Franco vão à TV dizer que ele “não é um monstro”

    24 de janeiro de 2018 /

    Considerado favorito a figurar entre os indicados ao Oscar 2018, James Franco acabou fora da lista após ser acusado de assédio sexual nas redes sociais e numa reportagem do jornal Los Angeles Times, realizada após sua vitória como Melhor Ator de Comédia no Globo de Ouro 2018. Agora, duas das acusadoras foram à TV dizer que o assédio do ator “não é um monstro”. As atrizes Sarah Tither-Kaplan e Violet Paley participaram do programa “Good Morning America”, na terça-feira (23/1), e, apesar de admitirem que o ator “criou ambientes abusivos”, garantiram que “ele com certeza não é um Harvey Weinstein”, o produtor de Hollywood acusado por dezenas de mulheres de assédio e estupro. “Ele não é um monstro sem sentimentos que não tem senso da realidade”, disse Tither-Kaplan, bastante nervosa. Ela explicou como o ator acrescentava cenas de nudez e sexo nos projetos que dirigia e dispensava atrizes que reclamassem. “Ele criou ambientes abusivos em suas gravações para mulheres que ainda não são famosas”, comentou, fazendo uma ressalva: “Mas eu acho que James é talentoso e uma pessoa valiosa”. “É uma pirâmide, e no topo está estupro e violência sexual enquanto na base há outros abusos de poder, que, enquanto continuam a acontecer, constroem uma cultura que permite os mais abomináveis exemplos de violência sexual, misoginia e discriminação”, completou. Sarah ainda completou que James Franco “não é uma pessoa imperdoável”, e gostaria de ver o ator “usar seus poderes para dar oportunidade reais e valiosas às mulheres, e realmente ajudar em suas carreiras”. Já Violet Paley está esperando um pedido de desculpas e acrescentou que está “arrependida” de continuar uma relação sexual consensual com Franco após o ator ter sido violento com ela em um encontro.

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    Dylan Farrow questiona credibilidade de Justin Timberlake por trabalhar com Woody Allen

    23 de janeiro de 2018 /

    O que começou com um tuíte inocente de Justin Timberlake virou uma acusação de complacência com um assediador, mostrando que Dylan Farrow vai tornar um inferno a vida de quem filmar com seu pai Woody Allen. Timberlake brincou com o significado de um antigo ditado popular inglês. “Alguém pode me explicar o ditado: ‘Você quer seu bolo e também comê-lo’. O que mais eu deveria fazer com o bolo?”, ele perguntou a seus seguidores. E recebeu a resposta de Dylan: “O ditado significa, por exemplo, que você não pode apoiar a Time’s Up e louvar predadores sexuais ao mesmo tempo. Você não pode manter sua credibilidade como ativista (ou seja, o bolo) e, ao mesmo tempo, elogiar um predador sexual (ou seja, comer o bolo)”. Veja abaixo. Ela se refere, claro, ao fato de Timberlake ter usado um broche da Time’s Up, iniciativa que visa apoiar vítimas de abuso sexual, durante o Globo de Ouro 2018, mas também filmou com Woody Allen o recente “Roda Gigante”. Ao contrário de outros atores que trabalharam com o diretor, ele não o condenou publicamente nos últimos dias. Farrow tem comemorado a reação a sua primeira entrevista televisiva, na qual até chorou ao lembrar que o pai a molestou quando ela tinha sete anos em 1992. A história é bastante controvertida, pois ela era muito pequena e um de seus irmãos denunciou que a mãe, Mia Farrow, ensaiou os filhos na época para acusar Allen de abuso sexual, durante a disputa da guarda das crianças na separação do casal. Na entrevista, Dylan disse que estava determinada a destruir a carreira de Woody Allen, e não tem medido esforços, visando desestabilizar aqueles que trabalharam com seu pai. Desde que ela iniciou sua cruzada, Mia Sorvino, Greta Gerwig, Rebeca Hall, Timothee Chalamet, Marion Cotillard e Colin Firth disseram que não voltarão a trabalhar com o diretor. Woody Allen também voltou a se manifestar, negando todas as acusações. The saying means, for example, you can’t support #TIMESUP and praise sexual predators at the same time. You can’t retain your credibility as an activist (i.e. – retain the cake) and, at the same time, praise a sexual predator (i.e. – eating the cake). — Dylan Farrow (@RealDylanFarrow) January 23, 2018

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    Escândalo sexual de Kevin Spacey deu prejuizo de US$ 39 milhões para Netflix

    23 de janeiro de 2018 /

    A Netflix revelou ter perdido US$ 39 milhões devido ao estouro do escândalo sexual de Kevin Spacey. Em seu balanço dos resultados do quarto trimestre, apresentados na segunda-feira (23/1), a plataforma assinalou que assumiu uma despesa inesperado por produzir conteúdo inédito que decidiu não exibir. Em novembro, a Netflix anunciou o rompimento com o ator, em consequências de várias alegações de assédio sexual, inclusive nos bastidores de “House of Cards”. Além de precisar refazer parte das gravações da 6ª temporada da série, que tinha começado a ser produzida com o ator, a empresa decidiu descartar um filme sobre o escritor Gore Vidal que já tinha sido inteiramente finalizado, com Spacey assinando a produção e interpretando o papel principal. Além destas despesas, os escândalos sexuais de Hollywood levaram ao cancelamento de um especial de stand-up que estava sendo planejado com o comediante Louis CK e à demissão do ator Danny Masterson da sitcom “The Ranch”.

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    Diretor de Superman – O Filme vai escrever a milésima edição da revista Action Comics

    23 de janeiro de 2018 /

    O cineasta Richard Donner, que dirigiu “Superman – O Filme” (1978), até hoje considerado o melhor filme do herói, vai escrever uma história para a edição número 1000 da revista “Action Comics”. Pela primeira vez, uma revista em quadrinhos atingirá esta numeração impressionante e a DC Comics está preparando uma edição especial para celebrar a marca histórica. Donner já escreveu algumas histórias de Superman para a DC, inclusive o famoso arco “O Último Filho”, publicado justamente na revista “Action Comics” em 2006. Além do cineasta, “Action Comics 1000” terá contribuições de vários autores ligados à trajetória do Superman. Afinal, a primeira edição da publicação, datada de junho de 1938, também registrou a estreia do Homem de Aço, o primeiro super-herói das revistas em quadrinhos, inaugurando uma nova era. Com capa desenhada por Jim Lee (arte acima), atual co-editor da companhia, a revista chegará às comic shops americanas em abril, com textos de Donner, Brad Meltzer (roteirista premiado por quadrinhos da “Liga da Justiça”), Geoff Johns (criador da série “The Flash” e diretor da DC Entertainment) e Brian Michael Bendis (criador de “Jessica Jones”) em sua estreia na DC. Além disso, a edição trará artes inéditas de Curt Swan, considerado o artista definitivo do Superman, que desenhou o personagem por quase 50 anos, de 1948 até sua morte em 1996. Em comunicado, co-editor da DC, Dan DiDio, disse: “A milésima edição de ‘Action Comics’ é um marco incrível na cultura pop e um testemunho da visão de Jerry Siegel e Joe Shuster (criadores do Superman). Sem esta revista, juntamente com a imaginação fértil e a criatividade ilimitada de Siegel e Shuster, o lugar dos super-heróis na literatura poderia ter sido completamente diferente, se não totalmente inexistente”. A revista “Action Comics” No. 1000 será lançada em 18 de abril digitalmente e nas lojas de quadrinhos dos Estados Unidos.

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    Desirée Vignolli (1965 – 2018)

    22 de janeiro de 2018 /

    Morreu a atriz Desirée Vignolli, vítima de um infarto fulminante no domingo (21/1), no Rio de Janeiro. Conhecida pelo trabalho em novelas de sucesso da Globo, especialmente “Que Rei Sou Eu?” (de 1989), Desirée nasceu em Nova York, nos Estados Unidos, filha de uma diplomata e de um advogado, e cresceu . Além de viver a sedutora Denise de “Que Rei Sou Eu?”, a atriz também se projetou em “Mico Preto” (1991), no papel de Lucilene, e “De Corpo e Alma” (1992), na qual interpretou Mércia. Sua última novela da Globo foi “O Mapa da Mina”, em 1993. Ela passou os anos seguintes na “geladeira” da emissora. E, após ser cortada da minissérie “Chiquinha Gonzaga” em 1998, acabou presa por furtar a bolsa de uma colega de academia. Disse, em entrevista ao jornal Extra, que vivia com dificuldades financeiras. Após o incidente, foi contratada para a novela “Vidas Cruzadas” (2000), da Record, seu último papel. A atriz foi casada com o ator Luís Gustavo, com quem teve uma filha, Jéssica. Desirée também era mãe de Antônio e Anna Camilla. Em seu perfil no Facebook foi postada a seguinte mensagem: “Rezem, amigos, por Desirée e lembrem-se dela por sua grandiosidade e amor”.

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