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Etc

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10 de agosto de 2026
  • Etc

    Idris pede namorada em casamento durante pré-estreia de seu novo filme

    11 de fevereiro de 2018 /

    O ator inglês Idris Elba surpreendeu o público da avant-première londrina de seu novo filme, “Yardie”, que marca sua estreia como diretor de cinema. Conforme se pode ver num vídeo que foi publicado nas redes sociais, ele aproveitou o momento no palco do Rio Cinema para pedir a namorada, Sabrina Dhowre, em casamento. Ele até se ajoelhou em frente à moça, estendendo-lhe o anel de noivado. Sabrina disse “sim” e todos os presentes aplaudiram – ou melhor, uivaram – de felicidade. Veja abaixo. O casal começou a namorar no ano passado, quando Elba estava filmando “A Montanha Entre Nós”. O ator de 45 anos, que já foi casado e tem dois filhos, conheceu a jovem de 29 anos na região das locações no Canadá. Sabrina Dhowre já foi Miss Vancouver em 2014, disputando o Miss Canadá logo em seguida. “Yardie” foi exibido no Festival de Sundance e faz parte da programação do Festival de Berlim, que começa na próxima quinta (15/2), mas ainda não tem previsão de estreia comercial. When you turn up to the #Yardie screening with @sainoutalent clients @adnanmust & @akin.gazi and the director @idriselba steals the show with a #marriageproposal #congratulations #love #marriage Uma publicação compartilhada por David Marsden (@agentmarsden) em 10 de Fev, 2018 às 6:46 PST

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  • Etc

    Michael Haneke chama movimento #MeToo de “caça às bruxas” puritana e perigosa

    11 de fevereiro de 2018 /

    Pouco mais de um mês após a atriz Catherine Deneuve e intelectuais francesas assinarem um manifesto publicado no jornal Le Monde defendendo o direito dos homens de “importunarem” e criticando o movimento #MeToo por restringir a liberdade sexual, o cineasta alemão Michael Haneke também resolveu manifestar seu descontentamento em relação ao conservadorismo que as denuncias supostamente representam, chamando a campanha de “caça às bruxas”. Em uma entrevista publicada na sexta (9/2) pelo jornal austríaco Kurier, o diretor disse: “Este novo puritanismo matizado por um ódio aos homens, chegando nas pegadas do movimento #MeToo, me preocupa”. O diretor que venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Amor” acrescentou: “Como artistas, estamos começando a ter medo, porque enfrentamos essa cruzada contra qualquer forma de erotismo”. Haneke acrescentou que ele acredita que os culpados de estupros ou abusos devem ser punidos, mas lamenta o julgamento da opinião pública. “Eu acho a histeria e as condenações sem qualquer julgamento totalmente nojentas”. Ele culpou a mídia pelas “vidas e carreiras assassinadas no processo” e condenou o movimento como “uma caça às bruxas”. As observações do diretor refletem o manifesto publicado no Le Monde, que acerta altura afirma: “[#MeToo] levou a uma campanha de denúncias públicas e ataques de indivíduos na imprensa e nas redes sociais que, sem ter a oportunidade de responder ou se defender, são colocados no mesmo nível que os infratores sexuais”. O manifesto francês foi atacado por feministas do país, que chamaram suas signatárias de “tias inconvenientes”.

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    Sex and the City: Kim Cattrall ataca “hipócrita” Sarah Jessica Parker nas redes sociais

    11 de fevereiro de 2018 /

    Rolou um climão nada amistoso entre as atrizes da antiga série “Sex and the City” nas redes sociais. A atriz Kim Cattrall, que interpretava a fogosa Samantha, deixou bem claro sua rivalidade com Sarah Jessica Parker, a protagonista Carrie. Em seu Instagram, ela recusou uma mensagem de condolência vinda da ex-colega pela morte de seu irmão. “Eu não preciso de seu amor e de seu apoio neste momento trágico”, publicou Cattrall no sábado (10/2). Durante a semana passada, Cattrall tinha feito um agradecimento pelas mensagens de apoio de seus fãs e das companheiras de elenco da série. E Jessica resolveu acrescentar um comentário, lamentando a perda: “Querida Kim, meu amor e minhas condolências para você e sua família. Que Deus esteja com seu amado irmão”. Segundo Cattrall, o fato da ex-colega se manifestar numa situação como esta mostra como ela é cruel. “Minha mãe me perguntou hoje: Quando Sarah Jessica Parker, essa hipócrita, vai te deixar em paz?” O ataque sobe de tom. “Seu contato contínuo é uma dolorosa lembrança do quanto você é má, antes e agora. Deixe-me falar bem claro se ainda não fiz isso. Você não é minha família. Você não é minha amiga. Então estou escrevendo para você uma última vez para parar de explorar nossa tragédia para tentar restaurar sua imagem de ‘boa moça’”. Kim Cattrall também incluiu o link de uma matéria do The New York Times falando sobre os bastidores da série. Segundo a reportagem, ela era colocada de lado pelas outras integrantes do quarteto porque Sarah Jessica Parker teria ciúmes dela e manipulava as demais. Recentemente, Parker afirmou que um terceiro filme baseado na série não aconteceria por causa das muitas exigências da ex-amiga, o que Cattrall negou e acrescentou se tratar da contínua campanha de difamação da outra. Na verdade, o terceiro filme não aconteceu porque o segundo foi um grande fracasso de bilheteria e crítica – orçado em US$ 100 milhões, fez apenas US$ 95,3 milhões no mercado doméstico e recebeu 16% de aprovação no Rotten Tomatoes. My Mom asked me today “When will that @sarahjessicaparker, that hypocrite, leave you alone?” Your continuous reaching out is a painful reminder of how cruel you really were then and now. Let me make this VERY clear. (If I haven’t already) You are not my family. You are not my friend. So I’m writing to tell you one last time to stop exploiting our tragedy in order to restore your ‘nice girl’ persona. Copy and paste link https://nypost.com/2017/10/07/inside-the-mean-girls-culture-that-destroyed-sex-and-the-city/ Uma publicação compartilhada por Kim Cattrall (@kimcattrall) em 10 de Fev, 2018 às 5:20 PST

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  • Etc

    Rose McGowan culpa o “homem mau” pelo suicídio de sua ex-empresária

    11 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Rose McGowan se manifestou nas redes sociais sobre a morte de sua ex-empresária Jill Missick. A atriz, que foi acusada pela família como culpada pelo suicídio de Missick, junto de Harvey Weinstein, resolveu colocar toda a responsabilidade sobre o produtor. “Este único homem poder causar tanto estrago é surpreendente, mas tragicamente verdadeiro. Este homem mau fez isso contra nós duas”, ela escreveu em seu Instagram. Em comunicado publicado na sexta (9/2), ao divulgar o suicídio de Jill, sua família disse que ela lutava há anos contra uma depressão e virou “efeito colateral” do movimento #MeToo, ao ser difamada sobre seu papel no caso Weinstein. Missick virou pivô de uma briga de versões sobre o assédio de Weinstein em McGowan. A atriz teria ido a uma reunião no quarto de hotel de Weinstein durante o Festival de Sundance, em 2007. Em uma mensagem de email divulgada pela defesa de Weinstein, Missick afirma que o sexo ocorrido entre os dois tinha sido “consensual”. McGowan teria mudado sua versão dos fatos mais tarde. Isto fez a atriz atacá-la. O comunicado de sua família detalha o que ela lhes contou sobre o caso. “Em janeiro de 1997, Jill era agente da empresa de talentos Addis Wechsler. Um de seus primeiros clientes foi Rose McGowan, e um dos seus primeiros deveres foi marcar uma reunião de café da manhã com Harvey Weinstein durante o Festival de Sundance. Após a reunião, Rose disse a Jill o que havia acontecido – que tomou a decisão de remover suas roupas e entrar na banheira de hidromassagem com ele – , um erro do qual Rose imediatamente se arrependeu. Rose nunca usou a palavra estupro naquela conversa. Apesar disso, Jill reconheceu que Harvey tinha feito algo indecoroso com Rose, senão ilegal. Ela imediatamente procurou seus patrões, os sócios da Addis Wechsler, para contar a história de Rose e para insistir que eles abordassem imediatamente a situação. Eles disseram a Jill que lidariam com a situação. Arranjos entre Rose e Harvey foram então negociados, completamente sem o conhecimento de Jill. Naquela época, tudo o que Jill sabia era que o assunto estava resolvido e que Rose continuava fazendo filmes com os Weinsteins. Ela nunca conheceu nenhum detalhe até recentemente, quando Rose decidiu torná-los públicos”. Segundo a família, o fato de ver seu nome repetidamente nas notícias sobre o caso ajudou a agravar a depressão da produtora. “O que faz com que as acusações e insinuações imprecisas de Rose contra Jill soem irônicas é que Jill foi a primeira pessoa que defendeu Rose e alertou seus chefes para a horrível experiência que a atriz sofreu”, afirmou a família no comunicado, destacando a culpa de Rose McGowan no suicídio de Jill Missick. For Jill: May your family find some measure of solace during this pain. That one man could cause so much damage is astounding, but tragically true. The bad man did this to us both. May you find peace on the astral plane. May you find serenity with the stars. Uma publicação compartilhada por Rose McGowan (@rosemcgowan) em 10 de Fev, 2018 às 11:22 PST

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    Luc Besson negocia produzir e dirigir filmes exclusivos para a Netflix

    10 de fevereiro de 2018 /

    A produtora EuropaCorp, do cineasta francês Luc Besson, está em negociações com a Netflix para produzir uma série de filmes originais para a plataforma de streaming. Segundo a revista Variety, o acordo prevê que o diretor de “O Quinto Elemento” e “Lucy” comande todos os filmes, que seriam produzidos com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões. O negócio também pode levar a Netflix a adquirir uma participação na biblioteca de filmes da EuropaCorp, que inclui títulos populares como as franquias “Busca Frenética” e “Carga Explosiva”. O estúdio está enfrentando sérias dificuldades financeiras após o fracasso de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, filme mais caro já produzido na Europa, seguido por dois outros tombos colossais de filmes em que negociou direitos de distribuição: “O Círculo” e “Sua Melhor História”. Com um rombo de mais US$ 200 milhões, a EuropaCorp se desfez de sua divisão francesa de produção televisiva, mas isso não foi o suficiente. Por conta disso, Besson tem recebido propostas de interessados em comprar o estúdio. Em comunicado, a EuropaCorp confirmou que “iniciou discussões com vários parceiros financeiros e/ou comerciais para reforçar as suas capacidades financeiras”

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    Coordenador de dublês de Kill Bill revela que Tarantino dispensou dublês no dia do acidente de Uma Thurman

    10 de fevereiro de 2018 /

    Após o questionamento do Sindicato dos Atores, o coordenador de dublês responsável pelas cenas de ação de “Kill Bill” (2003) resolveu se manifestar. Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, ele afirmou que não foi chamado a trabalhar no dia em que a atriz Uma Thurman se acidentou, ao filmar uma cena dirigindo um carro antigo conversível. “Em momento nenhum eu fui avisado ou consultado sobre o fato da sra. Thurman pilotar um carro em cena naquele dia”, revelou o experiente Keith Adams, responsável pela segurança dos atores no set. Thurman revelou há uma semana, em entrevista ao jornal The New York Times, que teria sido pressionada pelo diretor Quentin Tarantino a dirigir um Karmann Ghia modelo 1973 por uma estrada de terra no México. Ela perdeu o controle do veículo e acabou colidindo com uma árvore. Ela conseguiu um vídeo do acidente com Tarantino, que mostra o momento do impacto, que a deixou com ferimentos em seu pescoço e joelhos. “Nenhuma cena de risco estava programada para ser filmada naquele dia. Todo o departamento de dublês foi dispensado e ninguém chamado ao set”, afirmou o coordenador de dublês. “Se tivessem me envolvido, eu teria insistido não só em colocar um piloto profissional ao volante como também em garantir que o carro estivesse seguro para correr na estrada”, completou. Em entrevista recente ao site Deadline, Tarantino afirmou que nunca considerou a cena em questão como “uma cena de risco“. Entretanto, dublês experientes ouvidos pelo The Hollywood Reporter afirmaram que houve, sim, grande risco e criticaram o diretor pela imprudência. “Ela poderia ter morrido por decapitação”, afirmou o dublê veterano Andy Armstrong. “O carro poderia facilmente ter capotado e a câmera vindo para a frente. Foi irresponsabilidade em um nível imenso”, completou. Falando com mágoa sobre o episódio, Thurman disse que se recusou inicialmente a pilotar o veículo na cena. “Quentin veio no meu trailer e não gostou de ouvir um ‘não’. Ele disse: ‘Eu prometo a você que o carro está ótimo. É um trecho de estrada reta”, lembrou a atriz, que relata ter brigado por 15 anos com Harvey Weinstein e os produtores do filme para conseguir as imagens que provavam o que realmente aconteceu naquele dia. “O que me afetou mesmo quanto ao acidente foi sentir que tinha sido agredida de tal forma que ficara vulnerável.” Após a divulgação do vídeo, na última semana, Tarantino confirmou o relato da atriz e disse que o episódio é “um dos maiores arrependimentos de sua vida”.

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    John Gavin (1931 – 2018)

    10 de fevereiro de 2018 /

    Morreu John Gavin, que foi galã e diplomata, e trabalhou com alguns dos maiores diretores de todos os tempos, como Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, Michael Curtiz e Douglas Sirk. Ele tinha 86 anos e faleceu na sexta-feira (9/2). John Anthony Golenor nasceu em Los Angeles em 8 de abril de 1931. Sua mãe era mexicana e ele cresceu falando inglês e espanhol. Na juventude, frequentou a Academia Militar, formou-se em Economia na Universidade de Stanford e serviu na Marinha dos EUA como um oficial de inteligência aérea. Seu objetivo era uma carreira no corpo diplomático, mas, por sugestão de um amigo, acabou estudando atuação com o respeitado professor Jeff Corey e obteve um contrato na Universal. Sua estreia aconteceu no western “Onda de Paixões” (1956), sob o pseudônimo John Gilmore. O nome John Gavin surgiu pela primeira vez em seu terceiro longa, nos créditos de “4 Garotas… 4 Destinos” (1957), antes de ser escalado em dois clássicos do rei dos melodramas Douglas Sirk, “Amar e Morrer” (1958) e “Imitação da Vida” (1959). Com esses filmes, foi alçado à condição de protagonista e promovido como um “novo Rock Hudson” pela Universal. Acabou vencendo o Globo de Ouro de Revelação pelo primeiro e fazendo par romântico com Lana Turner no segundo. Gavin também teve um papel importante em “Psicose” (1960), de Alfred Hitchcock, como Sam Loomis, o namorado de Marion Crane (Janet Leigh), que ajuda a desvendar o segredo de Norman Bates (Anthony Perkins). No mesmo ano, ele ainda viveu o general Júlio César, seduziu Sofia Loren e salvou a vida de Doris Day em três outros clássicos: respectivamente, “Spartacus”, de Stanley Kubrick, “O Escândalo da Princesa”, de Michael Curtiz, e “A Teia de Renda Negra”, de David Miller. Ele também fez par com Sandra Dee em duas comédias românticas de 1961, “Romanoff e Julieta” e “Com Amor no Coração”, e foi disputado por Julie Andrews e Mary Tyler Moore no clássico musical “Positivamente Millie” (1967), de George Roy Hill, pelo qual ganhou os maiores elogios de sua carreira. Mostrando independência, Gavin estrelou seu primeiro filme internacional como o protagonista de “Pedro Paramo” (1967), filmado no México, falado em espanhol e passado durante a Revolução Mexicana, que se tornou um enorme sucesso no exterior, aumentando ainda mais sua reputação. Ele ainda protagonizou o italiano “Assassinos de Aluguel” (1968) e a coprodução argentina “A Casa das Sombras” (1976), e foi sondado para assumir o papel de James Bond, na famosa franquia inglesa de espionagem. As negociações quase se concretizaram para “007 – Os Diamantes São Eternos” (1971), mas Sean Connery resolveu voltar ao personagem, encerrando a oferta. Essa decepção ajudou-o a tomar uma decisão. No auge da carreira, preferiu diminuir os papéis no cinema pela oportunidade de seguir seus sonhos diplomáticos, trabalhando como assessor especial de dois secretários-gerais da OEA (Organização dos Estados Americanos). A partir daí, passou a privilegiar participações em séries, porque eram rápidas de filmar – como “Mannix”, “O Homem de Virgínia”, “O Barco do Amor”, “Casal 20” e “A Ilha da Fantasia”. Mantendo a boa aparência, ainda viveu Cary Grant numa telebiografia de Sofia Loren em 1980, um de seus últimos papéis. Gavin decidiu abandonar de vez a atuação no ano seguinte, ao ser nomeado Embaixador dos Estados Unidos no México pelo presidente Ronald Reagan, cargo que ocupou até 1986. Após realizar seu sonho de juventude, ele não voltou a atuar. Em vez disso, presidiu a Univisa Satellite Communications, empresa dona do canal americano de TV em espanhol Univision. Ele também presidiu o Sindicato dos Atores e era casado desde 1974 com a atriz Constance Towers (“O Beijo Amargo”).

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    Reg E. Cathey (1958 – 2018)

    10 de fevereiro de 2018 /

    Morreu o ator Reg E. Cathey, que estrelou “Quarteto Fantástico” e a série “House of Cards”. Ele faleceu em sua casa, em Nova York, nesta sexta-feira (9/2) aos 59 anos, após uma luta contra um câncer de pulmão. A notícia de sua morte foi dada por David Simon, criador da série “The Wire”, da qual Cathey também participou. Nascido no Alabama, Reginald Eugene Cathey atuou por mais de 30 anos em filmes e séries. Conhecido por sua voz profunda de barítono, ele vinha de diversas figurações quando foi escolhido por Oliver Stone para discursar numa cena do filme “Nascido em 4 de Julho” (1989), e a partir daí passou a ter cada vez mais destaque, vivendo o vilão Freeze em “O Máskara” (1994) e o legista de “Seven: Os Sete Crimes Capitais” (1995). Cathey também teve papéis importantes em “S.W.A.T.: Comando Especial” (2003), “O Operário” (2004), “A Negociação” (2012), “Um Santo Vizinho” (2014) e em “Quarteto Fantástico” (2015), no qual viveu o Dr. Franklin Storm, pai do Tocha Humana (Michael B. Jordan) e da Mulher Invisível (Kate Mara). Mas foi na TV que chamou mais atenção, primeiro como o ex-traficante transformado em carcereiro Martin Querns, na série de prisão “Oz” (entre 2000 e 2003), depois como o político Norman Wilson em “The Wire” (entre 2006 e 2008), um advogado em “Law & Order: SVU” (em 2012 e 2013), um barão vudu em “Grimm” (2013), um detetive em “Banshee” (2014) e principalmente como Freddy, dono de uma lanchonete humilde frequentada pelo futuro presidente Francis Underwood, que mesmo assim viu seu negócio falir em “House of Cards” (entre 2013 e 2016). Ele venceu o Emmy de Melhor Ator Convidado por seu papel na série em 2015. Seus últimos trabalhos televisivos foram para a série “Outcast”, na qual encarnou, por duas temporadas (2016-2017), o xerife de uma cidade tomada por demônios, e o premiado telefilme “A Vida Imortal de Henrietta Lacks” (2017), da HBO. Ele deixou dois filmes inéditos, “Flock of Four”, no qual viveu um jazzista do final dos anos 1950, e o drama indie “Tyrel”. “Não apenas um ótimo e magistral ator, mas simplesmente um dos seres humanos mais encantadores com quem compartilhei longos dias num set”, descreveu-o David Simon, no Twitter. “Sobrava-lhe de força vital, generosidade, humor, presença e talento. Amado por todos os sortudos que o conheceram e trabalharam com ele, fará muita falta”, acrescentou Beau Willimon, criador de “House of Cards”.

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    Vítima de estupro de Polanski diz lamentar que usem seu nome para atacar Tarantino

    9 de fevereiro de 2018 /

    Samantha Geimer, que foi estuprada por Roman Polanski em 1977, aos 13 anos de idade, deu uma entrevista ao site Indiewire em que deixa claro que não protestou ou quis bater em Quentin Tarantino após o ressurgimento de uma entrevista antiga em que ele defendeu Polanski, dizendo que o que ocorrera não era “estupro”, pois Geimer “estava a fim”. Ela disse que, ao contrário, lamenta que usem seu nome para atacar Tarantino ou qualquer outra pessoa, pois não deu autorização para nenhum paladino das redes sociais. “Estou ciente de que meu estupro está sendo usada para atacá-lo e eu realmente não gosto disso”, disse Geimer. “Eu sei o que aconteceu. Não preciso que outras pessoas reflitam sobre o que é ser estuprada aos 13 anos”, ela declarou. Geimer perdoou publicamente Polanski, que lhe deu comprimidos e álcool e depois teve sexo ilegal com ela em 1977 na casa de Jack Nicholson. Recentemente, ela reclamou da promotoria de Los Angeles, que insiste em manter o caso aberto para benefício próprio, apesar disso mantê-la ligada a algo que aconteceu há 40 anos e que preferiria esquecer. Na quinta-feira, foi a vez de Tarantino lhe pedir desculpas públicas por suas observações, dizendo: “Eu quero me desculpar publicamente com Samantha Geimer por meus comentários no ‘The Howard Stern Show’ especulando sobre ela e o crime que foi cometido contra ela. Eu percebi o quanto eu estava errado 15 anos atrás. Samantha foi estuprada por Roman Polanski. Quando Howard trouxe à tona o tema Polanski, eu incorretamente assumi a posição de advogado do diabo no debate para ser provocador. Eu não levei em consideração os sentimentos dela e por isso eu estou muito arrependido. Então, Samantha, eu fui ignorante e insensível. Acima de tudo, incorreto. Me desculpe”. Samantha contou que Tarantino lhe ligou pessoalmente, e embora não precisasse, considerou que foi muito “bacana” da parte dele. “Eu acho que ele percebeu que as coisas que ele disse para chocar envolvem uma pessoa real – eu – e ele não estava pensando nisso na época”, disse Geimer. “Ele se sentiu mal por isso”. Ela revelou que aproveitou a oportunidade para perguntar-lhe sobre seus filmes, especialmente sobre o próximo sobre Charles Manson e os assassinatos de Sharon Tate, uma premissa que “está me deixando louca”. Geimer acrescentou que não achava que precisasse de desculpas de Tarantino, “Mas, uma vez que eu vi por escrito no dia seguinte, percebi que isso me fez sentir melhor. Então, sobre desculpas, acho que você deve aceitá-las, mesmo se não as quer”. Vítima de assédio, abuso e estupro, Samantha Geimer também comentou o movimento #MeToo, dizendo que o mais importante é que a vítima de predador sexual fizesse sua escolha, sobre falar ou não de suas experiências, sem ser forçada a nada. “Eu acho que se você é uma vítima de agressão sexual, faça o que decidir fazer. Denuncie, não denuncie. Fale sobre isso, não fale sobre isso. É uma questão individual e ninguém deve ser pressionado ou forçado a ficar calado ou compartilhar”, disse ela.

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    Uma Thurman poderia “ter morrido por decapitação”, diz dublê sobre acidente em Kill Bill

    9 de fevereiro de 2018 /

    Dublês profissionais e o Sindicato dos Atores dos Estados Unidos, que também representa os dublês em Hollywood, decidiram se manifestar em repúdio contra o acidente revelado por Uma Thurman ao jornal The New York Times no sábado passado (3/2). Na entrevista, a atriz contou ter sofrido um acidente de carro durante as filmagens de “Kill Bill”, em 2003, e que o caso teria sido abafado pelos produtores. O diretor dos filmes, Quentin Tarantino, insistiu para a atriz fazer a cena em alta velocidade de forma a conseguir fotografar o vento levantando os cabelos dela. Com a revelação de um vídeo da batida, Tarantino se desculpou dizendo que foi “um dos maiores arrependimentos” de sua vida. “Ela poderia ter morrido por decapitação”, afirmou o dublê veterano Andy Armstrong à revista The Hollywood Reporter, após ver o vídeo do acidente, que resultou em uma concussão e em ferimentos nos joelhos da atriz. “O carro poderia facilmente ter capotado e a câmera vindo para a frente. Foi irresponsabilidade em um nível imenso”, completou. Em seu relato, Uma Thurman disse que não se sentiu confortável dirigindo o carro e pediu um dublê, que Tarantino teria recusado por causa do custo, afirmando que era uma estrada reta. Outra dublê com longa experiência, Melissa Stubs, destacou que não é responsabilidade da atriz convencer o diretor que ela não deve fazer a cena. “Por isso, é preciso um coordenador de dublês com experiência”, disse ela. “A situação descrita pedia um dublê e a filmagem com Uma provavelmente seria uma violação de segurança”, disse um porta-voz do Sindicato dos Atores. “Em geral, apenas dublês profissionais deveriam interpretar essas cenas com a supervisão de um coordenador especializado para garantir uma performance segura e correta.” A responsabilidade pela segurança de Uma no set era dividida entre os produtores, Tarantino e o coordenador de dublês, que no caso era Keith Adams.

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    Ex-empresária de Rose McGowan se suicida após polêmica com a atriz e Harvey Weinstein

    9 de fevereiro de 2018 /

    A produtora e empresária Jill Missick se matou aos 50 anos de idade, anunciou sua família em comunicado. Ela trabalhou como produtora executiva da Miramax, empresa dos irmãos Weinstein, mas também como agente de talentos. E foi por empresariar Rose McGowan nos anos 1990 que seu nome circulou na mídia nos últimos dias. Missick era agente de McGowan em 1997, ano em que a atriz diz ter sido estuprada por Harvey Weinstein no Festival de Sundance. O nome dela foi envolvido na polêmica quando Harvey Weinstein divulgou emails em que Missick não corroborava a história da atriz, dizendo que McGowan lhe contara que seu encontro com Weinstein tinha sido consensual, embora tivesse se arrependido no dia seguinte. Rose McGowan a atacou por conta disso. No comunicado sobre a morte de Missick, sua família fez diversas acusações, tanto a McGowan quanto a Weinstein, mas principalmente contra “a nova cultura da compartilhamento ilimitado de informação e a disposição para aceitar declarações como fatos”. Para sua família, a mãe bipolar de dois filhos, que lutava há muito contra a depressão, foi um “dano colateral” do movimento #MeToo. “Ver o seu nome nas manchetes, como parte da tentativa de uma pessoa de obter mais atenção para a sua causa pessoal, juntamente com a tentativa desesperada de Harvey de se defender, foi devastador para ela. Quebrou Jill, que estava tentando retomar sua vida”, inicia o texto. “A rapidez da disseminação de informações espalhou mentiras sobre Jill, que ela não conseguiu e não quis desafiar. Ela tornou-se um dano colateral em uma história já horrível”. No comunicado, a família detalhou a pressão e os ataques que Missick sofreu. Leia abaixo a continuação integral do texto, que descreve os fatos polêmicos que a levaram a produtora a tirar a própria vida. “Ao longo dos últimos meses, muitas mulheres vieram com alegações contra Harvey Weinstein, incluindo Rose McGowan, que repetidamente falou com a imprensa, atacando não só o seu suposto agressor, mas também muitos outros. Um de seus alvos foi Jill, que escolheu permanecer em silêncio diante das declarações caluniosas de Rose contra ela por medo de minar os muitos indivíduos que se apresentaram com denúncias verdadeiras. Ela optou por não alimentar o frenesi, permitindo que seu nome e sua reputação fossem manchados apesar de não ter feito nada de errado. Ela nunca escolheu ser uma figura pública. Essa escolha foi tirada dela. Agora que Jill não pode mais falar por si mesma, é hora de contar a verdade. Em janeiro de 1997, Jill era agente da empresa de talentos Addis Wechsler. Um de seus primeiros clientes foi Rose McGowan, e um dos primeiros deveres foi marcar uma reunião de café da manhã com Harvey Weinstein durante o Festival de Sundance. Após a reunião, Rose disse a Jill o que havia acontecido – que tomou a decisão de remover suas roupas e entrar na banheira de hidromassagem com ele – , um erro do qual Rose imediatamente se arrependeu. Rose nunca usou a palavra estupro naquela conversa. Apesar disso, Jill reconheceu que Harvey tinha feito algo indecoroso com Rose, se não ilegal. Ela imediatamente procurou seus patrões, os sócios da Addis Wechsler, para contar a história de Rose e para insistir que eles abordassem imediatamente a situação. Eles disseram a Jill que lidariam com a situação. Arranjos entre Rose e Harvey foram então negociados, completamente sem o conhecimento de Jill. Naquela época, tudo o que Jill sabia era que o assunto estava resolvido e que Rose continuava fazendo filmes com os Weinsteins. Ela nunca conheceu nenhum detalhe até recentemente, quando Rose decidiu torná-los públicos. Dez meses depois, em novembro de 1997, Jill recebeu uma chamada do vice-presidente de produção da Miramax, recrutando-a para um trabalho como executiva da Miramax Films, para trabalhar em produções em Los Angeles. Jill foi contratada com base no mérito e seu excelente trabalho de mais de dois anos como uma jovem executiva de desenvolvimento na Woods Entertainment (antes de seu tempo na Addis Wechsler). A rodada mais recente de imprensa de Rose para promover seu livro incluiu novas histórias envolvendo Jill. A constante atenção que Rose obteve na imprensa e na TV levaram Harvey Weinstein a liberar dois documentos. Um deles foi um email que Jill escreveu para ele meses antes da primeira reportagem do New York Times, e a seu pedido. Neste email, Jill ofereceu a verdade com base no que ela lembra de ter ouvido Rose falar em Sundance. Em face das acusações contínuas e embelezadas de Rose, Harvey decidiu liberar o email sem o seu consentimento. Cinco anos atrás, Jill sofreu um episódio maníaco. Qualquer um familiarizado com a doença bipolar sabe que é uma doença cruel e daninha. Com a ajuda de médicos, sua família e amigos, Jill se recuperou. Jill lutou para recuperar a vida. Após uma longa pesquisa de emprego, ela estava em negociações para dirigir a divisão de produção para uma nova empresa de entretenimento. Ver o seu nome nas manchetes, como parte da tentativa de uma pessoa de obter mais atenção para a sua causa pessoal, juntamente com a tentativa desesperada de Harvey de se defender, foi devastador para ela. Quebrou Jill, que estava tentando retomar sua vida. O que faz com que as acusações e insinuações imprecisas de Rose contra Jill sejam irônicas é que ela foi a primeira pessoa que se levantou em nome de Rose e alertou seus chefes para a horrível experiência que Rose sofreu. Há 20 anos, como uma pessoa muito pequena em uma hierarquia da empresa de gestão, Jill exibiu sua integridade ao fazer a coisa certa – ela levantou a bandeira vermelha para os cabeças de sua empresa. Em face de um comportamento inadequado, Jill tratou a situação de forma adequada. A história dela é uma das poucas que se mantiveram consistentes ao longo do tempo, enquanto assistimos outros contos divulgados pela mídia se transformarem para obter mais atenção. Enquanto os jornalistas desempenham um papel importante na exposição do comportamento predatório, estamos vendo escolhas irresponsáveis ​​e um vício pelo sensacionalismo que leva à narrativa inconsistente. A mídia é uma ferramenta poderosa para não ser tomada levianamente. A maioria dos indivíduos ficaria horrorizada por ter seu nome destacado em uma grande notícia internacional – e ainda mais com sua fotografia. Não podemos esquecer que a mídia é uma ferramenta temível que não pode ser usada indiscriminadamente nem mesmo inadvertidamente para criar mais vítimas. Existe uma responsabilidade ao usar uma plataforma para expor com precisão criminosos, predadores, mentiras e feridas enquanto protegem a verdade real de terceiros. À medida que buscamos coletivamente agir em um esforço para corrigir os erros tão descaradamente e desumanos repetidos por uma geração, não devemos esquecer uma simples verdade: as palavras têm poder. Enquanto iluminamos os cantos escuros das verdades ocultas, devemos lembrar que o que dizemos, particularmente na mídia, pode ter muito impacto, se não mais do que nossas ações. Devemos exigir mais de nós mesmos e uns dos outros. Devemos tirar um momento para considerar as ramificações e conseqüências do que dizemos e o que fazemos. As palavras são importantes. A vida de alguém pode depender disso”.

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    Entrevista antiga traz Fergie acusando Tarantino de mordê-la em filmagem

    8 de fevereiro de 2018 /

    Mais um dia, mais uma controvérsia. O site Jezebel, que desencavou a polêmica entrevista radiofônica em que Quentin Tarantino defendia o colega Roman Polanski do estupro de uma menor, publicou nesta quinta (8/2) um vídeo com outra entrevista antiga, em que Fergie diz ter sido mordida por Tarantino durante a filmagem de “Planeta Terror”, lançamento de 2007. Tarantino fez uma pequena participação como zumbi no filme, dirigido por Robert Rodriguez, e teria sido tão dedicado ao personagem que chegou a morder a cantora. A entrevista foi incluída como bônus no DVD de “Planeta Terror”, e traz Fergie brincando sobre o “método” de interpretação do cineasta. “Então eu estou fazendo a cena e ele começa a me morder”, disse ela. A declaração é acompanhada por imagens que mostram Tarantino prendendo a cantora-atriz no chão, enquanto ela ri e diz “F*, sai de cima de mim”. Na entrevista de bastidores sobre o incidente, Robert Rodriguez disse: “Não foi tão ruim. Não foi uma mordida, porque ela não estava sangrando nem nada. Certamente, ela sentiu alguns dentes na carne. Isso acontece, as pessoas entram no papel.” Em mais imagens incluídas no vídeo, Fergie mostrou uma hematoma visível em seu ombro direito. “Quentin me mordeu. E no final desta filmagem, eu vou mordê-lo de volta”, disse ela. A conduta de Tarantino nos sets de filmagens não saem das manchetes desde sábado, quando Uma Thurman revelou ter

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    Tarantino pede desculpas por defender Polanski de acusação de estupro há 15 anos

    8 de fevereiro de 2018 /

    Depois de se dizer arrependido pelo acidente de Uma Thurman em “Kill Bill” (2003), o diretor Quentin Tarantino precisou fazer outro pedido de desculpas nesta semana, por algo acontecido na mesma época, há 15 anos. Tarantino emitiu um comunicado nesta quinta (8/2) em que se desculpa pelos comentários feitos durante uma entrevista ao radialista Howard Stern em 2003, em que defendeu o diretor francês Roman Polanski, considerado culpado em 1977 por estuprar Samantha Geimer, que na época tinha 13 anos. Polanski foi preso em 1977 e acusado de cinco crimes, incluindo estupro por uso de drogas, perversão, sodomia e atos lascivos com uma criança menor de 14 anos. Ele cumpriu menos de dois meses de detenção, fez um acordo com o advogado da jovem para reduzir as acusações a um crime de sexo com menor e serviria uma pena em liberdade condicional, mas após ser informado de que o juiz não aceitaria o acordo, fugiu dos Estados Unidos para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. Mas Tarantino afirmou que o caso deveria ter sido tratado como sexo consentido com menor de idade, e não estupro, já que a garota teria “consentido” com o ato, afirmando inclusive que ela “estava a fim”. “Ele não estuprou uma criança de 13 anos. Ele fez sexo consentido com uma menor de idade. Não é estupro. Para mim, quando você usa a palavra estupro, vocês está falando de violência, de jogar a pessoa no chão. É um dos tipos de crimes mais violentos do mundo”, comparou o diretor, A entrevista foi resgatada pelo site Jezebel e repercutiu em todo o mundo. A própria Samantha Geimer se manifestou. Em uma entrevista com o Daily News, ela disse que não se tratou de sexo consentido, mas não pegou em tochas e forcados. “Não estou chateada, mas provavelmente me sentirei melhor se ele perceber que estava errado, depois de 15 anos, depois de ouvir os fatos. Mas ninguém deve ficar irritada em meu nome. Eu estou bem.” Tarantino percebeu o equívoco de sua manifestação ao sentir a revolta da opinião pública e tratou de se desculpar. “Eu quero me desculpar publicamente com Samantha Geimer por meus comentários no ‘The Howard Stern Show’ especulando sobre ela e o crime que foi cometido contra ela. Eu percebi o quanto eu estava errado 15 anos atrás. Samantha foi estuprada por Roman Polanski. Quando Howard trouxe à tona o tema Polanski, eu incorretamente assumi a posição de advogado do diabo no debate para ser provocador. Eu não levei em consideração os sentimentos dela e por isso eu estou muito arrependido. Então, Samantha, eu fui ignorante e insensível. Acima de tudo, incorreto. Me desculpe”. O timing da polêmica coincide com a revelação de que Polanski será personagem do próximo filme de Tarantino, passado em 1969, sobre os crimes dos seguidores de Charles Manson. Uma das vítimas dos maníacos foi a atriz Sharon Tate, esposa de Polanski, que ao ser assassinada estava grávida.

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