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10 de agosto de 2026
  • Etc,  Filme,  Série

    Stranger Things e Jumanji vencem o Kids’ Choice 2018

    25 de março de 2018 /

    A premiação das crianças americanas, o Kids’ Choice Awards, cobriu famosos de gosma e entregou seus troféus no sábado (24/3) em Los Angeles. O evento reuniu celebridades da música, do cinema e da TV com transmissão do canal pago infantil Nickelodeon. A série “Stranger Things” e o filme “Jumanji – Bem-Vindo à Selva” foram os principais vencedores da premiação, com dois troféus cada – além de melhor série e filme, foram premiados a atriz mirim Millie Bobby Brown e o ator grandão Dwayne Johnson. O ponto alto do evento foi justamente o discurso da estrelinha de “Stranger Things”, que aproveitou sua visibilidade no palco para dar seu apoio ao movimento estudantil March For Our Lives, que realizou diversas passeatas no mesmo dia, em manifestações por maior controle na venda de armas nos Estados Unidos. O movimento surgiu após o último massacre em escolas americanas, acontecido no começo do ano na Flórida. Confira abaixo o vídeo do discurso de Millie Bobby Brown e a lista completa de vencedores. Vencedores do Kids’ Choice Awards 2018 Filme Favorito: “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” Ator Favorito de Cinema: Dwayne Johnson – “Jumanji” Atriz Favorita de Cinema: Zendaya – “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” Animação Favorita: “A Vida É uma Festa” Programa de TV Favorito: “Stranger Things” Desenho Favorito: “Bob Esponja Calça Quadrada” Ator de TV Favorito: Jace Norman – “Henry Danger” Atriz de TV Favorita: Millie Bobby Brown – “Stranger Things” Grupo Musical Favorito: Fifth Harmony Cantor Favorito: Shawn Mendes Cantora Favorita: Demi Lovato Canção Favorita: Shape Of You – Ed Sheeran Artista Revelação Favorita: Camila Cabello Favorite Global Music Star: BTS Video Game Favorito: “Just Dance 2018” Youtuber Favorito: Liza Koshy Youtuber Musical Favorito: Jojo Siwa Instagram Pet Favorito: Jiffpom

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    Cara Delevingne está namorando filha de Michael Jackson

    25 de março de 2018 /

    A modelo e atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) está namorando Paris Jackson, a filha do cantor Michael Jackson. Os rumores de um relacionamento entre as duas circulava desde o fim do ano passado, mas só foi confirmado na quinta (22/3), quando foram clicadas nas ruas de Los Angeles se beijando e sorrindo. Elas se beijaram depois de sair de um jantar com Macaulay Culkin, padrinho de Paris. Ou seja, um encontro para conhecer “a família”. A evolução indica que o relacionamento é mais sério que outros de Delevingne, que já chegou a receber juras de amor de Michelle Rodriguez (da franquia “Velozes e Furiosos”) e namorou por um ano a cantora St. Vincent. As duas se conheceram em maio do ano passado, na premiação de cinema da MTV e começaram a ser vistas em novembro, saindo de uma balada de mãos dadas. Depois disso, Paris passou o Natal em Londres na casa da nova amiga e a acompanhou até a Checoslováquia, onde a atriz gravou a série “Carnival Row”, prevista para 2019. Em fevereiro, as duas foram juntas ao London Fashion Week e o jornal Daily Mail publicou fotos do casal chegando a um hotel de mãos dadas. Desde então, a filha de Michael Jackson tem compartilhado vídeos e fotos na cama com Cara. Apesar disso, o casal ainda não comentou o relacionamento em público.

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    DuShon Monique Brown (1968 – 2018)

    23 de março de 2018 /

    Morreu a atriz DuShon Monique Brown, que fazia parte do elenco da série “Chicago Fire”, também exibida no Brasil como “Heróis Contra o Fogo”. Ela faleceu por volta do meio-dia desta sexta (23/3), num hospital de Chicago. A causa da morte ainda não foi divulgada, mas o site TMZ afirma que a atriz de 49 anos reclamou de dores no peito antes de ser internada. “A família de ‘Chicago Fire’ está devastada por perder uma das suas integrantes”, disse o produtor executivo e criador da série Dick Wolf em comunicado. “Nossos pensamentos e orações estão com a família de DuShon e todos sentiremos falta dela.” O papel de Connie em “Chicago Fire” foi o maior destaque da carreira da atriz, que fez muitas figurações no cinema e na TV, incluindo um longo arco como enfermeira na 1ª temporada de “Prison Break”. Ela também apareceu em “Empire” e “Shameless”, entre outras atrações. Quando a atriz entrou na série de Dick Wolf, o papel era similar a muitos outros que passaram em sua vida. Não tinha sequer um nome. “Era um substantivo”, como ela contou, em entrevista do ano passado ao site Hidden Remote. “Ela era Secretária e dizia uma única frase. Como a produção era gravada na minha cidade, Chicago, achei que podia ser um trabalho conveniente, e sempre havia a possibilidade de que ela talvez pudesse evoluir para algo maior”. E, de fato, a Secretária virou Connie e se tornou uma das personagens centrais da série, memorável mesmo quando tinha poucas palavras para se expressar. Bastava um olhar de Brown para dizer muito. E os roteiristas aproveitaram ao máximo essa qualidade da atriz para desenvolver a personalidade de Connie, como alguém que ama o que faz, mas que pode ser assustadora se não for levada à sério. O olhar de quem não aceita desaforos também rendia “cenas ótimas e engraçadas”, segundo a própria atriz. “Eu adoro descobrir o que os roteiristas têm reservado para ela”, comentou. Os roteiristas, os produtores e o elenco devem prestar nos próximos episódios uma homenagem à DuShon Monique Brown, que terminou a gravação de todos os capítulos da 6ª temporada.

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    Frank Miller volta à DC Comics para escrever Superman: Ano Um e graphic novel da sua Robin

    23 de março de 2018 /

    A DC Comics anunciou que vai publicar novas histórias de Frank Miller, o lendário quadrinista de “O Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” – além de autor das melhores histórias do Demolidor da Marvel e criador de “Sin City” e “300”. Ele fechou contrato para criar cinco obras novas para a editora. Apesar de seu talento como desenhista, os primeiros projetos anunciados envolvem apenas sua contribuição como escritor. Ele vai escrever “Superman: Ano Um”, que tentará repetir o impacto de “Batman: Ano Um” ao contar como Clark Kent começou sua carreira de super-herói. A arte está a cargo de outro mestre dos quadrinhos, John Romita Jr. Miller também voltará ao clássico “Cavaleiro das Trevas” para uma graphic novel dedicada a Carrie Kelley, a Robin que ele criou na minissérie original de 1986 – antes de transformá-la em “Moça-Gato”, nova Batgirl e Batmulher nas continuações. A personagem fez tanto sucesso que, em 2011, foi incorporada na continuidade dos quadrinhos da DC Comics, após o reboot de “Os Novos 52”, e, atendendo a pedidos, voltará a ser a primeira Robin feminina na nova graphic novel, com desenhos de Ben Caldwell. Os primeiros esboços dos dois projetos podem, inclusive, ser vistos abaixo. Os demais trabalhos ainda não foram confirmados. “Frank é uma força criativa dessa indústria, não apenas com sua visão transformadora em personagens icônicos como Superman e Batman, mas também atingindo jovens adultos. Ele é um ícone. Como editor, estou ansioso – e como fã estou mais do que animado”, afirmou o editor da DC Comics, Dan Didio, ao fazer o anúncio. As histórias de Miller para Batman influenciaram os filmes recentes do herói e tiveram citação explícita em “Batman vs. Superman”. Além disso, a Warner Bros. Animation adaptou com sucesso as histórias de “Cavaleiro das Trevas” e “Batman: Ano Um” em lançamentos animados para o mercado do vídeo.

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    Lindsay Lohan usa sua experiência criminal para fazer comercial de advogados

    23 de março de 2018 /

    Com a carreira empacada, Lindsay Lohan resolver fazer comerciais. E de um assunto que entende muito bem: advogados. A atriz, que foi detida dirigindo sob influência de drogas, por roubar jóias e até já passou uma temporada na cadeia por descumprir ordens judiciais, virou garota-propaganda do site Lawyer.com, uma plataforma que oferece vários tipos de serviços jurídicos nos Estados Unidos. “Quando a Lawyer.com entrou em contato comigo, fiquei confusa e com um pouco de medo porque achei que estava com problemas”, diz a ex-“Meninas Malvadas” no comercial. “Quando eles me chamaram para ser sua porta-voz, fiquei intrigada. Mas, depois de encontrar a equipe deles, percebi que se tratava de algo criado para ajudar as pessoas.” “Não vamos fingir que eu nunca fui pega uma, ou duas ou três vezes…”, ela brinca no vídeo, citando sua experiência criminal, enquanto anuncia a empresa. Veja abaixo.

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    Incêndio em set de filme de Edward Norton resulta na morte de um bombeiro

    23 de março de 2018 /

    Um incêndio de grandes proporções no set de “Motherless Brooklyn”, no Harlem, em Nova York, resultou na morte de um bombeiro na noite de quinta-feira (22/3). O fogo começou cerca de 23h no porão de um prédio, que estava sendo ocupado apenas para as filmagens, com direção do ator Edward Norton (“O Incrível Hulk”). A construção dos anos 1920 chegou a ser um local de festas noturnas, mas não era considerada adequadamente protegida para enfrentar incêndios, o que permitiu o fogo se espalhar rapidamente. Os bombeiros foram chamados e Michael R. Davidson acabou morrendo ao tentar conter as chamas. Os produtores do filme escreveram uma mensagem em sua homenagem. “Nossas profundas condolências vão para a família de Michael R. Davidson. Um incêndio começou na última noite onde estávamos realizando o filme. Nossa produção estava no fim de um dia de trabalho e havia dezenas de pessoas trabalhando quando notamos fumaça saindo do set e no local onde estávamos. Assim que notamos a fumaça, nossa equipe alertou os bombeiros e começamos a alertar as pessoas para evacuarem o local”, descreve a nota. “Para nossa enorme tristeza, soubemos que um bombeiro perdeu sua vida lutando contra o fogo. Os bombeiros de Nova York são os mais corajosos do mundo, assistimos a eles entrando nas chamas para garantir a segurança de todos e impedir o fogo de se alastrar. Os bombeiros de Nova York são super heróis, temos admiração e gratidão por eles. Nossos corações e solidariedade vão para a família dele”, completou o post. “Motherless Brooklyn” é o segundo filme dirigido por Norton, que estreou na função na comédia “Tenha Fé” (2000). O elenco inclui Bruce Willis (“Desejo de Matar”), Willem Dafoe (“Projeto Flórida”), Gugu Mbatha-Raw (“Uma Dobra no Tempo”), Leslie Mann (“Como Ser Solteira”), Bobby Cannavale (série “Mr. Robot”) e Alec Baldwin (“Blue Jasmine”), e a estreia estava prevista para 2019. Veja abaixo um vídeo do incêndio. At least 1 firefighter removed with serious injuries after mayday call in basement fire in 5-story residential building on St. Nicholas Ave & 149th. @fdny has gone to 4th alarm. #WestHarlem pic.twitter.com/wcn0mWU6KR — Mark D. Levine (@MarkLevineNYC) 23 de março de 2018

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    Família de Anton Yelchin fecha acordo com a Fiat Chrysler em processo pela morte do ator

    23 de março de 2018 /

    A Fiat Chrysler anunciou na quinta-feira (22/3) ter entrado num acordo judicial com a família de Anton Yelchin, conhecido por seu papel em “Star Trek”, que morreu devido a um acidente causado pelo defeito de fabricação de um Jeep Grand Cherokee em 2016. Os termos do acordo, firmado no Tribunal Superior de Los Angeles entre a empresa automobilística e os pais de Yelchin, os patinadores artísticos Victor e Irina Yelchin, não foram divulgados. O casal tinha processado a empresa por morte por negligência, deficiência de produto e violação da garantia, em busca de uma indenização punitiva. Yelchin tinha 27 anos quando morreu em junho de 2016, após seu Grand Cherokee rolar para trás na entrada íngreme de sua casa em Los Angeles, esmagando o ator contra uma parede de tijolos e uma cerca. Dois meses antes, a empresa tinha feito um recall de mais de 1,1 milhão de veículos por conta de risco do rolagem, mas o problema ainda foi ligado a ao menos 68 ferimentos, 266 acidentes e 308 relatos de danos a propriedades. Em comunicado, a Fiat Chrysler informou ter ficado “satisfeita por termos alcançado uma resolução amigável nesta questão… Nós continuamos a estender nossos mais profundos sentimentos à família Yelchin por sua perda trágica”. O último trabalho de Yelchin foi o thriller independente “Thoroughbreds”, lançado neste mês nos Estados Unidos.

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    Fred Savage é acusado de assédio e agressão, mas recebe apoio da Fox contra “alegações sem fundamento”

    22 de março de 2018 /

    O ator Fred Savage, o eterno Kevin Arnold de “Anos Incríveis” (1988-1993), foi acusado de assédio e agressão por uma figurinista de sua série mais recente, “The Grinder”, exibida pela rede americana Fox entre 2015 e 2016. Segundo o site TMZ, YoungJoo Hwang abriu um processo contra o ator, alegando que ele criou um ambiente de trabalho hostil ao demostrar publicamente que a odiava. Na ação, ela alega que Savage teria batido no braço dela três vezes após um surto de raiva. Em entrevista coletiva na quarta-feira (21/3), a figurinista apontou que ela não era o único alvo do ator e que não falou anteriormente sobre o caso “porque várias pessoas perderiam os empregos”. Em resposta, a produtora 20th Century Fox Television divulgou um comunicado em que defende o ator. O estúdio afirma que fez uma investigação sobre o caso e não encontrou “nenhuma evidência de transgressão” por parte do astro, e ainda salientou que irá defender Savage “vigorosamente” contra “tais alegações sem fundamento”. O ator também escreveu um comunicado, afirmando que as acusações são “sem fundamento e absolutamente falsas”. Leia o texto integral abaixo: “Eu testemunhei uma tremenda coragem nestes últimos meses, observando mulheres corajosas que se manifestaram publicamente contra a vergonha e o estigma do assédio. Eu vi em primeira mão o apoio crescente para este movimento do qual sempre senti falta. Como alguém que sempre tentou viver honradamente e com integridade, nunca me ocorreu que meu nome pudesse estar do outro lado dessa história. Fui informado de que uma mulher que trabalhava no departamento de figurino de um programa em que participei há quase três anos afirmou que eu a tratava asperamente no set, simplesmente porque ela era uma mulher. Essas acusações são completamente sem fundamento e absolutamente falsas. Mas a Fox conduziu uma extensa investigação interna sobre essa denúncia, um processo do qual eu participei totalmente. Depois de concluir uma investigação completa, a Fox determinou que não havia absolutamente nenhuma evidência para apoiar estas acusações. Nenhuma das alegações puderam ser comprovadas porque elas não aconteceram. Eu tenho trabalhado na indústria do entretenimento toda a minha vida e sempre me esforcei para tratar todos em qualquer set em que trabalhei respeitosa e profissionalmente. Embora nenhuma das acusações feitas a mim seja verdadeira, apoio sinceramente todas as pessoas que se sentem maltratadas a se manifestarem e conversarem com os departamentos de recursos humanos. Testemunhamos mais bravura daqueles que fizeram denúncias recentes, mas eu protegerei com coragem a minha família daqueles que procurarem manchar meu bom nome. Não posso deixar que essas pessoas me denigram, ao mesmo tempo que prejudicam a mensagem de milhares de mulheres e outros que sofreram e continuam a sofrer abusos reais”.

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    Conheça o convite de casamento do príncipe Harry e da atriz Meghan Markle

    22 de março de 2018 /

    O palácio de Kensington já enviou os convites oficiais do casamento do príncipe Harry com a atriz Meghan Markle, anunciou o Twitter oficial da residência real. Feitos com tinta dourada e misturada a uma segunda tinta preta americana, para homenagear a origem da noiva, os convites foram impressos com a insígnia real do príncipe de Gales, pai do noivo, e confeccionados pela casa Barnard and Westwood, seguindo “muitos anos de tradição real”. Os responsáveis pela comunicação do palácio também disponibilizaram fotos e vídeos do processo de criação e impressão dos convites. Veja abaixo. Além disso, foram revelados detalhes da festa. “Os entes queridos foram convidados para a cerimônia na St. George’s Chapel e para a recepção, no horário do almoço, no St. George’s Hall, oferecida por Sua Majestade, a rainha”, afirma ainda o comunicado do palácio. “Durante a noite, cerca de 200 convidados serão recebidos na Frogmore House, para a festa oferecida pelo príncipe de Gales”. Mas a festa será bem maior. Segundo a repórter da realeza Rebecca English, do jornal britânico Daily Mail, cerca de 600 convidados são esperados, no total, para a cerimônia em Windsor. O evento mais esperado do ano pelos tabloides mundiais está marcado para o dia 19 de maio. The invitations follow many years of Royal tradition and have been made by @BarnardWestwood. They feature the Three-Feathered Badge of the Prince of Wales printed in gold ink. pic.twitter.com/cd7LBmRJxO — Kensington Palace (@KensingtonRoyal) March 22, 2018 Lottie Small, who recently completed her apprenticeship, printed all of the invitations in a process known as die stamping, on a machine from the 1930s that she affectionately nicknamed Maude. pic.twitter.com/kWs2RFx7nN — Kensington Palace (@KensingtonRoyal) March 22, 2018 Using American ink on English card, the invitations are printed in gold and black, then burnished to bring out the shine, and gilded around the edge. pic.twitter.com/gQpC6tDot0 — Kensington Palace (@KensingtonRoyal) March 22, 2018

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    Festival É Tudo Verdade perde patrocínio do governo federal

    20 de março de 2018 /

    Principal festival de documentários do Brasil – e da América Latina – , o É Tudo Verdade perdeu o patrocínio das estatais Petrobras e BNDES para a edição deste ano. Isto criou um rombo para cobrir as despesas do evento, orçado em R$ 3 milhões. A revelação foi feita pelos organizadores da mostra ao apresentar a programação de sua 23ª edição, na manhã desta terça-feira (20/3), em São Paulo. A Petrobras patrocinava o evento desde 2004, enquanto o banco o apoiava desde 2010. Ambos informaram que os processos seletivos de patrocínio deste ano foram prejudicados pela Lei das Estatais, com restrição de orçamento causada por ano eleitoral. A saída de Petrobras e do BNDES “em cima da hora” foi criticada por Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, um dos parceiros históricos do É Tudo Verdade. Parte do rombo deixado pela ausência do patrocínio do governo federal foi coberto pela entrada de outro parceiro, o Sesc. Fundador e criador do festival, o crítico de cinema Amir Labaki disse que arrecadou até agora 2/3 do que esperava. Apesar da safra forte e do grande número de inscritos — são 1.600 títulos, entre eles 120 nacionais — foi necessário reduzir o número de filmes da competição, em função da queda na arrecadação. Por outro lado, a mostra terá recorde de cineastas brasileiros, com 13 títulos concorrendo nas categorias de longa e média-metragem. Além disso, a competição latino-americana vai acontecer pelo terceiro ano consecutivo. O festival tem abertura marcada para 11 de abril, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, e no dia seguinte na Cinemateca do MAM, no Rio. Dois documentários biográficos serão exibidos nessas ocasiões: “Adoniran — Meu Nome É João Rubinato”, sobre o músico Adoniran Barbosa, abre a versão paulistana do festival, e “Carvana”, sobre o ator e cineasta Hugo Carvana, inaugura a porção carioca. A homenagem do ano será para a documentarista americana Pamela Yates, cuja obra se debruça sobre a temática dos direitos humanos e a América Latina. Entre os destaques da programação estão os filmes exibidos no recente Festival de Berlim, “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, sobre o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, e “Ex-Pajé”, de Luiz Bolognesi.

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    Estúdio de Harvey Weinstein pede falência e acordos de confidencialidade são invalidados

    20 de março de 2018 /

    O estúdio The Weinstein Company anunciou seu pedido de falência. A empresa deu entrada nos documentos para decretação de estado falimentar na segunda-feira (19/3). E, além disso abrir as portas para interessados em comprar seus ativos a um preço mais baixo, via leilão, também torna sem validade todos os contratos de confidencialidade que podem ter impedido funcionários e outras mulheres de denunciarem seu proprietário, o produtor Harvey Weinstein. Uma das condições do governo americano para o processo avançar foi a anulação dos acordos feitos pela empresa, em nome de Harvey Weinstein, para impedir declarações de atrizes que trabalharam em seus estúdios. “Desde outubro, foi relatado que Harvey Weinstein usou acordos de confidencialidade como uma arma secreta para silenciar suas acusadoras. Como efeito imediato, esses ‘acordos’ acabaram”, disse a empresa em uma declaração oficial. “Ninguém deve ter medo de falar ou pode ser coagido para ficar quieto”, acrescentou a empresa no comunicado. “A Companhia agradece as pessoas corajosas que já se manifestaram. Suas vozes inspiraram um movimento de mudança em todo o país e em todo o mundo”. A quebra financeira da companhia vem justamente no rastro das acusações de assédio sexual contra Weinstein, que chacoalharam a indústria cinematográfica americana a partir de outubro do ano passado. Mais de 70 mulheres denunciaram terem sido abusadas e até estupradas por Weinstein ao longo dos últimos 30 anos, e a revelação do escândalo levou a inúmeros cancelamentos de contratos com o estúdio, que se juntaram a processos para tornar as dívidas da empresa impagáveis. O estúdio ainda tentou encontrar um comprador. E quase fechou contrato, mas o interessado se assustou ao ver o tamanho do buraco em que estava se metendo e cancelou o negócio em cima da hora. Assim, a empresa decidiu apresentar seu plano de falência ao tribunal de Delaware, listando entre U$ 500 milhões e US $ 1 bilhão em passivos e US $ 500 milhões a US $ 1 bilhão em ativos. Dentro do processo falimentar, a empresa afirmou em um comunicado que entrou em acordo com a investidora Lantern Capital, que compraria todos os ativos da empresa e controlaria o leilão das ações da empresa falida, sob supervisão judicial.

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    Assassinato de Marielle Franco repercute em Hollywood

    20 de março de 2018 /

    A comoção e indignação pelo assassinato de Marielle Franco, vereadora carioca que defendia as minorias no Rio de Janeiro, ultrapassou as fronteiras do Brasil. Marielle foi destaque no jornal The Washington Post, ganhou homenagem no Parlamento Europeu e inspirou manifestações nas ruas de Nova York, Londres, Paris, Munique, Estocolmo e Lisboa. Além disso, teve seu nome adicionado ao movimento americano Black Lives Matter, com o compartilhamento da hashtag #SayHerName (#DigaONomeDela). E assim chegou a Hollywood. A atriz Viola Davis, vencedora do Oscar por “Um Limite Entre Nós” e estrela da série “How to Get Away with Murder”, fez uma homenagem à vereadora e seu motorista, Anderson Pedro Gomes, ambos mortos à tiros na última quarta-feira (14/3), no centro do Rio de Janeiro, quando voltavam de um evento na Lapa. “Acabo de saber sobre esta mulher corajosa, #MarielleFranco, que lutou pelos direitos dos pobres nas favelas”, escreveu a atriz no Twitter. “Eu apoio e luto com vocês, Brasil!!” Viola termina o post dizendo: “Viva Marielle e Anderson!!!”. O post foi retuitando mais de 20 mil vezes. Em seguida, RuPaul fez coro. “O assassinato do ativista de direitos humanos Marielle Franco foi uma grande perda para o Brasil – e o mundo”, escreveu. A top model Naomi Campbell também se manifestou. “Fiquei triste de saber que Marielle Franco, que dedicou sua vida à luta contra o racismo, preconceito e violência policial no Rio de Janeiro, foi assassinada”, comentou, conclamando o Brasil a protestar. Em seu show no Brasil, Katy Perry projetou uma foto gigante de Marielle, e seu fã-clube internacional disseminou a informação nas redes sociais. O movimento da Marcha das Mulheres nos Estados Unidos e até a ONU trataram de espalhar ainda mais os protestos e homenagens. A jovem política de 38 anos, que cresceu na favela da Maré e se tornou uma líder popular, foi a 5ª vereadora mais votada das últimas eleições do Rio. Ela se destacou ao denunciar abusos da polícia, violações de direitos humanos e violência contra as mulheres e a comunidade LGBT. Ela própria era representante de diversas “minorias”: uma mulher negra, nascida na favela, que vivia um relacionamento homossexual. Sua vida vai virar um filme, atualmente em desenvolvimento pela produtora Paula Barreto (“Lula, o Filho do Brasil”), com roteiro de João Paulo Reys (“Vampiro 40º) e Flavia Guimarães (“Berenice Procura”). Just read about this courageous woman #MarielleFranco, who fought for the rights of the poor in the Favelas. I'm standing and fighting with you Brazil ??!! Viva Marielle and Anderson!!!https://t.co/nMTwBrUZrW — Viola Davis (@violadavis) March 20, 2018 The assassination of human rights activist #MarielleFranco was a huge loss for Brazil — and the world @ShaunKing https://t.co/POeQR2bsgG pic.twitter.com/Ocrw1WwYoB — RuPaul (@RuPaul) March 19, 2018 .@katyperry paying tribute to Marielle Franco, one of Brazil's few black female politicians, who was murdered in Rio this past week. She fought for the rights of women and was outspoken against police brutality and the incarceration of black youth. #MariellePresente #SayHerName pic.twitter.com/z92MMFjsvc — Katy Perry Updates (@katyspics) March 19, 2018

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    Mulheres prestam queixa criminal contra Steven Seagal por estupro e agressão sexual

    19 de março de 2018 /

    Duas mulheres que anteriormente acusaram Steven Seagal de estupro e agressão sexual ofereceram relatos mais detalhados dos alegados abusos do ator, durante uma entrevista coletiva organizada pela advogada Lisa Bloom. As acusadoras prestaram queixa criminal e também vão processar o ator em busca de uma indenização financeira. “Steven Seagal pode ser uma grande estrela de ação”, introduziu Bloom. “Mas são Faviola e Regina que estão abrindo uma ação agora”, completou a advogada, referindo-se à modelo holandesa Faviola Dadis e a ex-aspirante a atriz Regina Simons. Simons relatou que tinha acabado de trabalhar como figurante no filme de Seagal “Em Terreno Selvagem” (1994), quando o ator a convidou para uma festa em sua casa. Quando ela chegou, ninguém mais estava lá. Ele a conduziu a um quarto com o pretexto de lhe mostrar algo e, segundo seu relato, a estuprou. “Fui apanhada de surpresa. Seagal era mais do dobro do meu tamanho e duas vezes mais velho. Eu não era sexualmente ativa, nem eu nunca estive nua na frente de um homem antes. Eu congelei”, disse Simons, que tinha 18 anos na época. “Lembro dele abrir o robe e a próxima coisa que percebi que ele já estava dentro de mim. Não houve nada consensual nisso.” Ela relatou que saiu correndo e dirigiu de volta para casa em lágrimas. “Isso mudou completamente a trajetória da minha vida”, disse ela. “Eu achei difícil comer ou dormir. Eu me esforcei para formar relacionamentos saudáveis”, acrescentando ter se sentido encorajada pelo movimento #MeToo para apresentar sua história. “Pela primeira vez em 25 anos, isso me permitiu processar o que aconteceu e trabalhar com a dor”, disse Simons, lutando contra as lágrimas diante da imprensa. “Rezo para que meu agressor também possa se curar. Eu quero que ele esteja ciente, eu quero que ele reconheça o que aconteceu e peça desculpas “. Dadis, por sua vez, contou que ela era um modelo de 17 anos quando deixou a Holanda em 2002 para buscar uma carreira de atriz em Los Angeles. Um produtor de música a apresentou à Seagal, que a convidou para um teste para um papel num filme sobre Genghis Khan. Ela disse que os dois se compartilhavam interesses comuns pelo budismo e as artes marciais, o que os fez compartilhar mensagens de texto e telefonemas. Até que Seagal solicitou uma audição “privada” num hotel em Beverly Hills, onde ele poderia “avaliar minha figura para ver se eu seria adequada para o papel”. Um assistente instruiu-a a chegar de biquíni ou sutiã e calcinha sob da roupa, um pedido que ela concordou, observando que era “bastante padrão” no negócio de modelagem. Um assistente escoltou Dadis para o encontro noturno com Seagal, depois a deixou sozinha com o ator e seu guarda-costas pessoal. “Steven me pediu para tirar minhas roupas, o que eu fiz, embora estivesse nervosa, considerando que não havia outros indivíduos presentes, e desfilar pela sala para ele”, disse Dadis. Seagal se aproximou dela sugerindo que eles representam uma “cena romântica” para testar sua química. “Eu me senti desconfortável porque estava de biquíni, e eu expressava timidamente isso”, disse Dadis. “No entanto, em vez de respeitar os meus limites, Seven deslizou a mão sob a parte parte superior do biquíni e começou a beliscar os mamilos e, ao mesmo tempo, deslizou a mão na minha área vaginal”. Dadis interrompeu o ator, juntou suas roupas e saiu. Ela não retornou suas chamadas telefônicas subsequentes e não falou a ninguém sobre o que aconteceu até que amigos e familiares notaram uma mudança em seu comportamento. “Ele achou que eu deveria saber o que significava fazer um teste tarde da noite”, disse Dadis. “Por isso, demorei a perceber que não era minha culpa. Eu tinha sido aproveitado por alguém com muito poder”, ela compeltou

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