Ex-Malhação transforma trauma de vídeo postado em site adulto em projeto de documentário
A atriz Pillar Costa está transformando seu drama, após um vídeo seu cair em um site adulto, num documentário. Em “Por um Fio”, ela pretende reunir depoimentos de mulheres que tiveram suas intimidades invadidas ou que sofreram agressões de seus companheiros. Para isso, criou um endereço no Instagram, “Braços que Acolhem”, em que registra voluntárias para contar suas histórias. Ela explicou a iniciativa num vídeo impactante publicado no YouTube, em que registrou a si mesmo chorando desesperada ao saber do vídeo postado ilegalmente. Junto dessas cenas, ela editou um depoimento atual, em que apresentou o novo projeto. A atriz, que participou de “Malhação” no ano passado, fez questão de incluir no vídeo o abalo causado pela descoberta da existência do vídeo por meio de uma ligação de Ubá, Minas Gerais. “Era meu pai, de 71 anos, muito nervoso, me peguntando se eu tinha vindo para o Rio para virar prostituta. Foi um choque até processar tudo isso. Quando entrei no site e digitei meu nome, achei um vídeo meu dançando funk, de roupa, que tinha gravado para um canal de humor. O título era: a dançarina mais gostosa Pillar. Meu pai ficou dois meses sem falar comigo. Muita gente me apontava, me questionava. Descobri que já sabiam antes mesmo de me avisarem e aquilo me consumiu. Não porque me confundiram com garota de programa. Até porque, se eu fosse, ninguém teria nada com isso e não vejo como um problema. A questão é ser exposta sem qualquer defesa ou conhecimento”, descreveu Pillar. Ela ainda pontuou que sofreu depressão logo após o episódio: “Pensei em me matar de verdade. Escrevi uma carta e guardei. Minha irmã Anna Victória é que percebeu minhas atitudes estranhas e pediu ajuda”. “Quero ressaltar que a maioria das vítimas são mulheres, exatamente isso. Quando acontece de um vídeo intimo vazar, a maioria das mulheres é que são, a maioria ou quase 100%, é que são escrachadas. Elas que são as vítimas e ocupam um lugar – de vergonha – que não é para ser delas, porque isso foi uma quebra de confiança”, completou a atriz. Há pouco tempo, a história voltou à tona em perfis fakes e ela resolveu publicar o vídeo, gravado em dois momento – o primeiro, no auge do desespero com a história, e o segundo, quando estava mais equilibrada. “Aprendi editar e mesclei dois vídeos. Um no qual contava, sofrendo, e outro para dizer o quanto era importante falar sobre o assunto. Daí nasceu o projeto ‘Por Um Fio’, que digo que foi algo divino”, explicou. Em pouco menos de um mês, já recebeu quase 200 emails com relatos de abusos. “O que eu posso ajudar é com o apoio para que elas mostrem a cara e denunciem o que passam. Digo que não sou psicóloga, mas encaminho para parceiras que dão orientação terapêutica e jurídica”, diz Pillar, que está fazendo gravações autorizadas das histórias que vem recebendo. Veja abaixo o vídeo, em que ela revela seu sofrimento e o nascimento do projeto.
Johnny Depp revela ter dado maconha para filha de 13 anos
Firme em sua missão de expor ainda mais sua vida pessoal na mídia, Johnny Depp testemunhou na terça (7/7) num tribunal de Londres, por conta do processo que abriu contra o jornal britânico The Sun por difamação, devido a um artigo de abril de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”. Embora sua intenção com o processo tenha sido negar supostas agressões contra a ex, a atriz Amber Heard (a Mera, de “Aquaman”), ele foi questionado sobre seu hábito de consumo de drogas. E acabou admitindo que forneceu maconha para sua filha, Lily-Rose, quando ela tinha apenas 13 anos. De acordo com o ator, ele queria ser um “pai responsável”, e sabia que seu próprio estoque era “confiável”. A declaração foi divulgada pelo jornal que Depp processa, além do Evening Standard, com acesso ao tribunal. “Eu sabia que a maconha que eu próprio fumo era confiável, de boa qualidade. Eu estava determinado a não fazê-la usar drogas que poderia adquirir em outro lugar, porque é muito perigoso. Eu estava sendo um pai responsável”, teria dito o ator. “Minha filha tinha 13 anos de idade, e como todos sabemos aos 11, 12 e 13 anos, quando você vai a uma festa da escola, você é abordado por pessoas que irão querer te dar uma bebida, porque eles estão bebendo aos 12 e 13, usando cocaína aos 12 e 13, e fumando maconha aos 12 e 13, usando ecstasy e muitas, muitas drogas”, ele disse. Johnny contou como a filha, que hoje tem 21 anos e segue a carreira de atriz, o abordou após ter ido a uma festa, onde alguém passou um baseado a ela. “Ela tinha apenas 12 e ela disse que não sabia o que fazer. Eu disse: ‘Escuta, querida, se você está numa festa e alguém te passa um baseado, pegue o baseado da pessoa e passe para a próxima. Por favor, não experimente drogas com pessoas que você não conhece”, ele relembrou. O ator observou que as drogas podem ser adulteradas com outras substâncias. Por isso, ele fez um apelo à filha: “‘Por favor, por favor, quando você realmente estiver naquele momento em sua vida quando alguém te passa um baseado e você quer muito experimentar, por favor, me faça a honra de vir a mim quando você estiver pronta e você realmente se sentir pronta”. Segundo Depp, ele não queria que a primeira experiência de Lily fosse “com pessoas que ela não conhece, usando coisas que ela não sabe, que não confia”. “É uma questão de segurança, é um pai preocupado com a filha neste tipo de situação”, afirmou. Depp ainda disse que discutiu o assunto com a mãe de Lily, a cantora e atriz francesa Vanessa Paradis, antes de dar a droga para a filha. Ao ser pressionado no assunto pelo advogado do The Sun, o artista adicionou: “Se isso é errado na sua visão, eu aprecio o que você pensa. Mas eu estava criando uma filha, e eu estava sendo um pai responsável, até onde eu sei”. A linha de defesa do jornal alega que Depp é um usuário assumido de drogas, além de alcoolatra, e que isso o teria feito perder limites e espancar a então esposa, a ponto dela obter uma ordem de restrição contra Depp, ao parecer com hematomas no rosto causados por um incidente violento na véspera de seu pedido de divórcio.
Jogador nº 1 vai ganhar sequência literária
O livro “Jogador nº 1”, de Ernest Cline, que inspirou o filme homônimo de Steven Spielberg, vai ganhar sequência. “Ready Player 2” (ou “Jogador nº 2”) será lançada no dia 24 de novembro na América do Norte. O anúncio foi feito nesta quarta (8/7) pela editora Ballantine Books, que também afirmou que as informações sobre os lançamentos internacionais de “Ready Player 2” serão divulgadas nos próximos meses. Ainda não foram divulgados detalhes sobre o enredo da sequência. Mas “Jogador nº 1”, traduzido para 37 idiomas em 58 países diferentes, passava-se em uma distopia futurista em que pessoas buscavam refúgio da vida real no mundo virtual. A versão cinematográfica da obra estreou em 2018 com um orçamento de US$ 175 milhões, mas faturou menos que o esperado: em torno de US$ 580 milhões em bilheteria. O que, na economia de Hollywood, significa ter empatado suas despesas.
Campanha prepara reabertura das salas de cinema no Brasil
Exibidores, distribuidores, produtores e outros integrantes do mercado cinematográfico brasileiro lançaram nesta terça (7/7) a campanha #JuntosPeloCinema, que visa preparar o público para a reabertura dos cinemas no país. A primeira etapa é a divulgação de um vídeo que destaca os laços entre cinema e os espectadores, e que pode ser visto logo abaixo. A segunda etapa será a divulgação de um estudo sobre os protocolos de segurança desenvolvidos por autoridades sanitárias em conjunto com o setor, voltado sobretudo a pequenos e médios exibidores, para que possam reabrir suas salas segundo diretrizes que serão estabelecidas. Para completar, assim que for definido o período de reabertura oficial das salas, será realizado o Festival De Volta para o Cinema, que ocupará salas em todo o Brasil nas duas semanas iniciais da volta às atividades, com a exibição de clássicos e sucessos recentes de bilheteria. Com os cinemas fechados há cerca de três meses, o setor contabiliza os prejuízos e ainda enfrenta as incertezas em relação às possibilidades de retorno. Enquanto o mercado não se normalizar, a tendência é as distribuidoras segurarem os lançamentos de peso. Por isso, os primeiros dias de abertura serão marcados por reprises, que precisarão ser atraentes o suficiente para justificar a volta do público aos cinemas.
Criador dos remakes de Hawaii Five-0, MacGyver e Magnum é demitido
Um dos produtores mais bem-pagos da TV americana, Peter M. Lenkov, foi demitido nesta terça (7/7) pelo CBS Studios, com quem tinha contrato até 2021. O criador e showrunner dos remakes de “Hawaii Five-0”, “MacGyver” e “Magnum”, exibidos nos EUA pela rede CBS, foi investigado pelo estúdio, após denúncias sobre comportamento pouco profissional, abusivo e por manter um ambiente de trabalho tóxico. Com o fim de “Hawai Five-0” em abril passado, após 10 temporadas, ele estava à frente apenas de “MacGyver” e “Magnum P.I.”, e será substituído por dois produtores diferentes em cada série. “Peter Lenkov não é mais o produtor executivo que supervisiona ‘MacGyver’ e ‘Magnum PI’, e o estúdio encerrou seu relacionamento com ele”, disse a CBS TV Studios em comunicado para a imprensa. “Nosso estúdio está comprometido em garantir ambientes de produção seguros e respeitosos. No ano passado, atribuímos parceiros de recursos humanos a todas as séries, expandimos o treinamento da equipe e aumentamos as opções de relatórios. Continuaremos a avançar nossas práticas com foco contínuo na construção da confiança com todos os que trabalham em nossos sets. Todas as reclamações são levadas a sério, todas as denúncias são investigadas e, quando há evidências claras de que nossas políticas e ética foram violadas, tomamos uma ação decisiva”. O próprio Lenkov emitiu uma declaração sobre sua demissão. “Agora é a hora de ouvir e eu estou ouvindo. É difícil ouvir que o ambiente de trabalho que comandei não era o ambiente de trabalho que meus colegas mereciam e, por isso, lamento profundamente. Aceito a responsabilidade pelo que estou ouvindo e estou comprometido em realizar o trabalho necessário para melhorar e realmente melhorar”, ele afirmou. Embora os motivos exatos do rompimento contratual não tenham sido detalhados, o site The Hollywood Reporter ouviu de suas fontes que Lenkov foi alvo de pelo menos três denúncias. São alegações sobre comportamento manipulador e abusivo durante gravações de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”. Segundo essas fontes, Lenkov mantinha um “clube de garotos” com funcionários do sexo masculino que se reuniam regularmente, fumavam charutos e julgavam inadequadamente a aparência de mulheres em “Hawaii Five-0”. Além disso, atendia pedidos especiais de horário de trabalho de atores do sexo masculino, sem oferecer a mesma consideração às atrizes da série. “Aquele set era um lugar difícil para qualquer mulher”, disse um funcionário que supostamente trabalhava nas gravações em Oahu de “Hawaii Five-0”. As fontes do THR também alegam que Lenkov costumava humilhar roteiristas – particularmente mulheres e pessoas de cor. Em um incidente, ele supostamente zombou de um fã com deficiência e, depois que uma roteirista se opôs ao seu comportamento, tentou fazer com que fosse demitida. “Ele não é racista, sexista ou classista em particular – é tudo isso”, disse um membro da equipe ao THR. “Ele é anti-mulher, anti-POC (pessoas de cor), anti-gay e tudo o que você imaginar. Mas ele também torturava homens brancos heterossexuais, quando queria.” Lenkov é o mais recente showrunner da CBS Studios a ser demitido, após a produtora se provar um celeiro de produtores “complicados”. Brad Kern foi demitido de “NCIS: New Orleans” após várias denúncias de assédio e perseguição às mulheres, além de declarações racistas nas gravações. Bob Kushell teve seu contrato rompido após a CBS Studios confirmar que ele usava “linguagem inapropriada” no set da comédia “Fam”. Gretchen Berg e Aaron Harberts saíram de “Star Trek: Discovery”, da plataforma CBS All Access, após alegações de comportamento abusivo. E Vinnie Favale, executivo da própria CBS Studios, foi demitido em 2018, em meio a denúncias de má conduta. A rede CBS, por sua vez, também demitiu o produtor executivo do programa “60 Minutes” (uma das inspirações do “Fantástico”) e ex-chefe de sua divisão de notícias, Jeff Fager, depois que ele enviou uma mensagem de texto ameaçadora a um repórter que estava cobrindo acusações de má conduta sexual contra ele. Também afastou o apresentador Charlie Rose, do programa “CBS This Morning”, ao apurar alegações de assédio sexual. E foi principalmente abalada pela partida, em setembro de 2018, de seu próprio CEO, o poderoso Leslie Moonves, após a revista The New Yorker publicar denúncias de assédio e abuso do executivo.
Johnny Depp acusa Amber Heard de ser infiel e mentirosa
O ator Johnny Depp continua decidido a manter sua vida pessoal na mídia. Ironicamente, agora para processar a mesma mídia. Ao comparecer a um tribunal de Londres nesta terça (7/7) para testemunhar na ação legal que abriu contra um jornal britânico, ele acusou sua ex-mulher, a atriz Amber Heard, de manter casos extraconjugais e mentir sobre ter sido agredida por ele. Depp está processando a editora News Group Newspapers, que opera o jornal The Sun, e o editor executivo Dan Wootton por difamação devido a um artigo de abril de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”. Advogados do tabloide britânico no processo disseram que demonstrariam que a declaração era precisa e que a memória do ator pode ter sido afetada pelo uso excessivo de drogas. “Para evitar qualquer dúvida, nunca maltratei a sra. Heard ou, de fato, qualquer outra mulher na minha vida”, disse Depp em sua declaração. O advogado dele, David Sherborne, afirmou que Heard divulgou alegações de abuso pela primeira vez em maio de 2016, quando obteve uma ordem de restrição contra Depp e parecia ter hematomas no rosto causados por um incidente seis dias antes. “Existe um conjunto substancial de evidências que demonstra claramente que essa foi uma mentira fabricada pela sra. Heard e por seus amigos”, disse Sherborne. Em documentos submetidos ao tribunal, a equipe de Depp também disse que Heard iniciou um caso com o executivo-chefe da Tesla, Elon Musk, no início de 2015, logo após o casamento, e teve ao menos um relacionamento extraconjugal com colegas de elenco, citando James Franco. Em uma declaração escrita, Depp ainda alegou que Heard tinha “uma personalidade borderline calculada e diagnosticada; ela é sociopata; é narcisista; e é completamente desonesta emocionalmente”. Invertendo as acusações, ele afirmou afirma que era ela quem o agredia. E acrescentou: “Agora estou convencido de que ela entrou na minha vida para tirar de mim qualquer coisa que valesse a pena e depois destruir o que restasse”, disse Depp. Além de Depp, Amber Heard também deve dar seu testemunho sobre as agressões.
Após repercussão negativa, Halle Berry desiste de papel de homem transexual
Demorou pouco o entusiasmo da atriz Halle Berry para interpretar um homem transgênero. Após a repercussão negativa nas redes sociais ao anúncio desse projeto, ela se desculpou e informou ter desistido do papel, em um comunicado publicado nas redes sociais. Ela reconheceu que alguém da comunidade LGBTQIA+ deveria ser responsável por contar esta história, e não ela, uma mulher cisgênero. “No fim de semana, tive a oportunidade de discutir ter considerado este papel como um homem transgênero e gostaria de me desculpar por minhas declarações”, afirmou ela, na nota. “Como mulher cisgênero, eu agora entendo que não deveria ter considerado este papel e que a comunidade transgênero deveria sem dúvidas ter a oportunidade de contar sua própria história”, adicionou a atriz. E acrescentou: “Sou grata pelas orientações e conversas críticas dos últimos dias e continuarei a ouvir, me educar e aprender com esse erro. Me comprometo a ser uma aliada no uso da minha voz para promover uma melhor representação na tela, tanto na frente quanto atrás das câmeras.” A decisão da atriz foi recebida com elogios pela GLAAD, organização que defende a correta representação LGBTQIA+ na mídia. “Estamos satisfeitos que Halle Berry tenha ouvido as preocupações das pessoas trans e aprendido com elas. Outras pessoas poderosas devem fazer o mesmo. Um bom lugar para começar é assistindo ao documentário ‘Disclosure’ [na Netflix] para saber mais sobre a representação trans na mídia”. Halle Berry tinha anunciado o projeto numa live do fim de semana. E não foi criticada apenas por querer viver a personagem, mas por confundir o gênero do papel, ao insistir que se tratava da história de uma mulher. “É uma mulher. É uma história feminina. Sim, ela fez a transição para homem, mas quero entender o porquê e como. Então estou torcendo para que eu consiga fazer isso”, disse na ocasião. Na live, a atriz disse que amava o projeto: “Eu quero experimentar esse mundo, quero entender esse mundo. Quero mergulhar fundo, como fiz em ‘Bruised’”, completou, referindo-se ao filme ainda inédito em que interpretou uma lutadora veterana de MMA. Os comentários foram considerados transfóbicos por membros da comunidade LGBTQIA+, já que homem trans é homem e não mulher que vira homem. A reação negativa também era bastante previsível, uma vez que Scarlett Johansson já tinha se envolvido em uma polêmica parecida há dois anos. Berry repetiu exatamente os mesmos passos feitos pela colega em 2018, que acabou desistindo do papel e pedindo desculpas pela forma como lidou com a situação. “Aprendi muito através desse processo”, disse Johansson na ocasião. pic.twitter.com/qpE8Tw1Xmu — Halle Berry (@halleberry) July 7, 2020
Halle Berry cria polêmica ao revelar planos de interpretar homem transexual
Halle Berry não deve ter visto o documentário “Disclosure” na Netflix. Nem se ligado na polêmica que acompanhou o anúncio de Scarlett Johansson num papel transexual há dois anos, que a fez desistir do filme. Só isso explica seu entusiasmo ao anunciar em uma live no Instagram que seu próximo papel provavelmente será o de um transexual. Pior ainda, ela disse que o personagem masculino é uma mulher. “Estou pensando em interpretar uma personagem… Essa mulher é transgênero. Então meu cabelo vai precisar… Ela é uma mulher que faz a transição para homem, então meu cabelo vai precisar ficar bem curto.” A atriz foi criticada por não só afirmar como insistir que se trata da história de uma mulher. “É uma mulher. É uma história feminina. Sim, ela fez a transição para homem, mas quero entender o porquê e como. Então estou torcendo para que eu consiga fazer isso.” Ela prosseguiu dizendo que ama o projeto: “Eu quero experimentar esse mundo, quero entender esse mundo. Quero mergulhar fundo, como fiz em ‘Bruised'”, completou, referindo-se ao filme ainda inédito em que interpretou uma lutadora veterana de MMA. Os comentários foram considerados transfóbicos por membros da comunidade LGBTQIA+, já que homem trans é homem e não mulher que vira homem. “Ainda tentando entender por que a Halle Berry estaria interessada em interpretar um homem transgênero”, comentou uma usuária do Twitter, em meio a uma campanha para que a atriz reconsidere a decisão. Lançado no mês passado, o filme “Disclosure” é didático ao explicar porque papéis de personagens transexuais deveriam ser interpretado por atores trans. Veja um trecho abaixo. Today is a good day to remind people that casting trans actors in trans roles is more than about opportunity. #DisclosureNetflix https://t.co/Ko2gjPHvnU — Disclosure Documentary (@Disclosure_Doc) July 6, 2020
Sebastian Athié (1995 – 2020)
O jovem ator mexicano Sebastian Athié, conhecido por seus papéis em séries exibidas pela Disney Channel na América Latina, morreu aos 24 anos. Ele teve a morte confirmada pela Disney Channel Brasil, que fez uma publicação em sua página no Instagram para lembrar do ator. “Descanse em paz, Sebas. Sua arte e seu sorriso ficarão para sempre. Lamentamos a perda de Sebastián Athié e sempre lembraremos de seu talento, companheirismo, profissionalismo e, acima de tudo, seu enorme coração. Nossos sentimentos à família, colegas, amigos e fãs”, diz o texto. Athié ficou conhecido por sua participação na novela teen argentina “O11CE”, que teve 180 episódios e foi um grande sucesso na América Latina. Sebastian participou de todos os capítulos, integrando um grupo de jovens de diferentes origens que jogam no time Los Halcones Dorados, de Buenos Aires. Ele também namorou uma colega da atração, a atriz Agustina Palma. Seu colega Santiago Stieben, que fez parte do elenco da série, emocionou-se ao gravar um vídeo para falar do amigo nas redes sociais. “Estou realmente muito triste. Hesitei em fazer este vídeo. Mas sinto que quero compartilhar com todos o amor que tenho por você. Meu abraço à sua família, minhas melhores lembranças com você sempre”, comentou. A última publicação de Sebastian no Instagram foi feita no dia 7 de junho. Na ocasião, ele publicou uma foto de si mesmo e usou uma citação de Nelson Mandela: “Ser livre não é apenas se livrar das correntes que lhe prendem, mas viver sendo capaz de respeitar e engrandecer a liberdade dos outros”, escreveu. A causa da morte, até o momento, não foi revelada.
Ennio Morricone (1928 – 2020)
O grande compositor Ennio Morricone, criador de trilhas sonoras inesquecíveis, morreu nesta segunda-feira (6/7) em Roma aos 91 anos, por complicações de uma queda sofrida na semana passada. Ele teve uma carreira de quase 70 anos como instrumentista e 60 anos como compositor de obras para o cinema, TV e rádio. Suas músicas acompanharam mais de 500 filmes, venderam cerca de 70 milhões de discos e criaram a identidade sonora de gêneros inteiros, como o spaghetti western, também conhecido como “bangue-bangue à italiana”, o giallo ultraviolento, os filmes americanos de máfia e reverberaram por toda a indústria cinematográfica italiana. “O Maestro”, como era conhecido, nasceu em 10 de novembro de 1928 em uma área residencial de Roma. Seu pai, Mario, tocava trompete, e este foi o primeiro instrumento que o jovem aprendeu a tocar. Graças a essa convivência, ele começou a compor músicas aos 6 anos. Quando tinha cerca de 8 anos, Morricone conheceu seu grande parceiro, o cineasta Sergio Leone, no ensino fundamental. Os dois voltaram a se encontrar duas décadas mais tarde para fazer História. O jovem Morricone começou a carreira compondo músicas para dramas de rádio, ao mesmo tempo em que tocava numa orquestra especializada em trilhas para filmes. “A maioria era muito ruim e eu acreditava que poderia fazer melhor”, disse ele numa entrevista de 2001. Ele trabalhou com Mario Lanza, Paul Anka, Charles Aznavour, Chet Baker e outros como arranjador de estúdio na gravadora RCA e com o diretor Luciano Salce em várias peças. Quando Salce precisou de uma trilha para seu filme “O Fascista” (1961), lembrou do jovem e deu início à carreira de compositor de cinema de Morricone. Depois de alguns filmes, Morricone reencontrou Leone, iniciando a lendária colaboração. O primeiro trabalho da dupla, “Por um Punhado de Dólares” (1964), marcou época e estabeleceu um novo patamar no gênero apelidado de spaghetti western – além de ter lançado a carreira de Clint Eastwood como cowboy de cinema. Os dois assinaram com pseudônimos americanos, e muita gente realmente acreditou que se tratava de uma produção de Hollywood, tamanha a qualidade. Ao todo, Morricone e Leone trabalharam juntos em sete filmes, dos quais o maestro considerava “Era uma Vez no Oeste” (1968) a obra-prima da dupla. O segredo da combinação é que Leone pedia para Morricone compor as músicas antes dele filmar, usando-a como elemento narrativo, muitas vezes dispensando diálogos. Nesta fase, ele também inaugurou duradouras parcerias com Bernardo Bertolucci e Pier Paolo Pasolini. Do primeiro, compôs a trilha de “Antes da Revolução” (1964), mas só retomou as colaborações na década seguinte. Já com o segundo, foi fundo na cumplicidade do período mais controvertido do diretor, embalando clássicos que desafiaram a censura, como “Teorema” (1968), “Orgia” (1968), “Decameron” (1971), “Os Contos de Canterbury” (1972) e “As Mil e Uma Noites” (1974). Serviu até de consultor musical para o mais ultrajante de todos, “Salò, ou os 120 Dias de Sodoma” (1975), proibidíssimo e talvez relacionado ao assassinato nunca resolvido do diretor naquele ano. Fez também muitas comédias picantes e uma profusão de obras sobre crimes e gângsteres de especialistas como Alberto Martino e Giuliano Montaldo. A verdade é que, no começo da carreira, Morricone chegava a compor até 10 trilhas por ano, entre elas composições de clássicos como “De Punhos Cerrados” (1965), de Marco Bellochio, e “A Batalha de Argel” (1966), de Gillo Pontecorvo. E o sucesso dos westerns de Leone – como “Por uns Dólares a Mais” (1965) e “Três Homens em Conflito” (1966), igualmente estrelados por Clint Eastwood – , aumentou muito mais a procura por seus talentos. Sua música não só ressoava em dezenas de filmes, como os demais compositores tentavam soar como ele, especialmente os que musicavam westerns italianos. Morricone ainda deixou sua marca num novo gênero, ao assinar a trilha de “O Pássaro das Plumas de Cristal” (1970), de Dario Argento, considerado o primeiro giallo, uma forma de suspense estilizada e sanguinária, que geralmente envolvia um serial killer e mortes brutais. Confundindo-se com a tendência, fez trilhas para outros giallos famosos, como “O Gato de Nove Caudas” e “Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza”, ambos de Argento, além de “O Ventre Negro da Tarântula” e “Uma Lagartixa num Corpo de Mulher”, só para citar trabalhos feitos num período curto. As trilhas destes quatro filmes foram criadas em 1971, simultaneamente a uma dezena de outras, entre elas partituras de pelo menos três clássicos, “Decameron”, de Pier Paolo Pasolini, “Sacco e Vanzetti”, de Giuliano Montaldo, e “A Classe Operária Vai para o Paraíso”, de Elio Petri, sem esquecer uma nova colaboração com Leone, “Quando Explode a Vingança”. Para dar ideia, ele chegou a recusar o convite para trabalhar em “Laranja Mecânica”, de Stanley Kubrick, porque não daria conta. Requisitadíssimo, Morricone assinou as trilhas da franquia “Trinity”, que popularizou a comédia western italiana e virou fenômeno de bilheteria mundial, e começou a receber pedidos de produções francesas – teve uma forte parceria com o cineasta Henri Verneuil em thrillers de Jean-Paul Belmondo – e alemãs. Quando Clint Eastwood retornou aos EUA, convocou o maestro a fazer sua estreia em Hollywood, assinando a música de seu western “Os Abutres Têm Fome” (1970), dirigido por Don Siegel. Mas foi preciso um terror para que se estabelecesse de vez na indústria americana. Morricone tinha recém-composto a trilha do épico “1900” (1976), de Bernardo Bertolucci, quando foi convidado a trabalhar em “O Exorcista II: O Herege” (1977), contratado ironicamente devido a uma de suas obras menores, “O Anticristo” (1974). A continuação do clássico de terror decepcionou em vários sentidos, mas o compositor começou a engatar trabalhos americanos, como “Orca: A Baleia Assassina” (1977) e o filme que o colocou pela primeira vez na disputa do Oscar, “Cinzas do Paraíso” (1978). A obra-prima de Terrence Malick era um drama contemplativo, repleto de cenas da natureza, que valorizou ao máximo seu acompanhamento musical. E deu reconhecimento mundial ao trabalho do artista. Apesar da valorização, ele não diminuiu o ritmo. Apenas acentuou sua internacionalização. Musicou o sucesso francês “A Gaiola das Loucas” (1978), o polêmico “Tentação Proibida” (1978), de Alberto Lattuada, e voltou a trabalhar com Bertolucci em “La Luna” (1979) e “A Tragédia de um Homem Ridículo” (1981), ao mesmo tempo em que compôs suspenses/terrores baratos americanos em série. Dois terrores desse período tornaram-se cultuadíssimos, “O Enigma de Outro Mundo” (1982), em que trabalhou com o diretor – e colega compositor – John Carpenter, e “Cão Branco” (1982), uma porrada de Samuel Fuller com temática antirracista. Foi só após um reencontro com Sergio Leone, desta vez em Hollywood, que Morricone deixou os filmes baratos americanos por produções de grandes estúdios. Os dois velhos amigos colaboraram pela última vez em “Era uma Vez na América” (1984), antes da morte de Leone, que aconteceria em seguida. Ambos foram indicados ao Globo de Ouro e o compositor venceu o BAFTA (o Oscar britânico). A repercussão de “Era uma Vez na América” levou o maestro a trabalhar em “A Missão” (1986), de Roland Joffé, que como o anterior era estrelado por Robert De Niro. O filme, passado no Rio Grande do Sul, rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar. Em seguida veio seu filme americano mais conhecido, novamente com De Niro no elenco. “Os Intocáveis” (1987), de Brian De Palma, foi sua terceira indicação ao Oscar – e, de quebra, lhe deu um Grammy (o Oscar da indústria musical). O compositor recebeu sua quarta indicação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por outro filme de gângster, “Bugsy” (1991), de Barry Levinson. Mas nunca se mudou para os Estados Unidos, o que lhe permitiu continuar trabalhando no cinema europeu – em obras como “Busca Frenética” (1988), de Roman Polanski, o premiadíssimo “Cinema Paradiso” (1988), de Giuseppe Tornatore, “Ata-me” (1989), de Pedro Almodóvar, e “Hamlet” (1990), de Franco Zeffirelli. Eventualmente, voltou a bisar parcerias com De Palma, Joffé e até fez alguns blockbusters de Hollywood, como “Na Linha de Fogo” (1993), em que reencontrou Clint Eastwood, “Lobo” (1994), de Mike Nichols, e “Assédio Sexual” (1994), novamente de Levison. Mas sua última indicação ao Oscar foi uma produção italiana, outra colaboração com Tornatore: “Malena” (2000). Na verdade, Morricone musicou todos os filmes de Tornatore desde “Cinema Paradiso”. Foram 10 longas e alguns curtas, até 2016. Seu ritmo só diminuiu mesmo a partir de 2010, quando, em vez de 10 trabalhos anuais, passou a assinar 4 trilhas por ano. Apesar de convidado, ele nunca trilhou um filme dirigido por Eastwood, decisão da qual mais se arrependia, mas recebeu das mãos do velho amigo o seu primeiro Oscar. Foi um troféu honorário pelas realizações de sua carreira, em 2007. Morriconi ainda veio a receber outro prêmio da Academia, desta vez pelo trabalho num filme: a trilha de “Os Oito Odiáveis”, western dirigido por Quentin Tarantino em 2015. Esta criação sonora também lhe rendeu o Globo de Ouro e o BAFTA. E ele fez sem ver o longa, no estúdio particular de sua casa. Grande fã de sua obra, Tarantino já tinha usado algumas de suas composições como música incidental em “Kill Bill”, “Django Livre” e “Bastardos Inglórios”. E deu completa liberdade para Morricone, que, em troca, disse que trabalhar com o diretor em “Os Oito Odiáveis” tinha sido “perfeito… porque ele não me deu pistas, orientações”, permitindo que criasse sua arte sem interferência alguma. “A colaboração foi baseada em confiança”. O maestro ainda ganhou muitos outros prêmios, entre eles 10 troféus David di Donatello (o Oscar italiano) ao longo da carreira – o mais recente por “O Melhor Lance” (2013), de Tornatore. Foi uma carreira realmente longa, que seu velho parceiro Tornatore transformou em filme, “Ennio: The Maestro” (2020), um documentário sobre sua vida e obra, finalizado pouco antes de sua morte, que deve ser lançado ainda neste ano. Mas a última palavra sobre sua vida foi dele mesmo. Morricone escreveu seu próprio obituário, que seu advogado leu para a imprensa após o anúncio de sua morte. “Eu, Ennio Morricone, estou morto”, começa o texto, em que o maestro agradeceu a seus amigos e familiares, e dedicou “o mais doloroso adeus” a sua esposa Maria Travia, com quem se casou em 1956, dizendo “para ela renovo o amor extraordinário que nos unia e que lamento abandonar”. Relembre abaixo alguns dos maiores sucessos do grande mestre.
Nick Cordero (1978 – 2020)
O ator e cantor Nick Cordero morreu no domingo (5/7) após uma longa luta contra a covid-19. Ele estava internado numa UTI de Nova York desde 1ª de abril e chegou a ter a perna amputada após complicações decorrentes do coronavírus. Mas a infecção comprometeu os dois pulmões e ele não resistiu. A morte foi confirmada por sua esposa, Amanda Kloots, no Instagram, onde ela mantinha os seguidores informados sobre a luta do marido. Cordero tinha 41 anos. “Meu querido marido faleceu nesta manhã. Ele estava cercado de amor por sua família, cantando e orando enquanto gentilmente deixava esta terra”, escreveu Amanda na rede social. “Estou incrédula e machucada em todos os lugares”, acrescentou. “Meu coração está partido porque eu não consigo imaginar nossas vidas sem ele.” Cordeiro foi indicado ao Tony (o Oscar do teatro) por “Bullets Over Broadway” e estrelou as montagens de “Waitress”, “A Bronx Tale the Musical” e “Rock of Ages”. Ele também trabalhou no filme “Despedida em Grande Estilo” e nas séries “Blue Bloods” e “Law & Order: SVU”, Sua esposa disse que ele testou negativo para covid-19 duas vezes, antes de um terceiro teste dar positivo.
Atriz de Supernatural é diagnosticada com câncer de mama
A atriz Samantha Smith, que viveu a mãe de Sam e Dean na série “Supernatural”, revelou aos fãs ter sido diagnosticada com câncer de mama. Em post nas redes sociais, ela contou que terá que passar em breve por uma dupla mastectomia. “Bom, aqui vai. Acabei de ser diagnosticada com câncer de mama (pela segunda vez, mas essa é outra história). Então, vou fazer uma mastectomia dupla em algumas semanas, o que é bom. Meu prognóstico é ótimo. Peitos novos e sem mamografias por toda a vida? #SilverLinings!”, ela escreveu, usando a expressão em inglês que fala do “lado positivo” das notícias ruins. A atriz também aproveitou para alertar os fãs sobre a importância dos exames preventivos e de cuidar da própria saúde. “Por favor, não negligencie sua saúde. Faça os seus exames. Se eu tivesse demorado para procurar tratamento, sabe Deus o que eu iria enfrentar. Eu vou ficar bem. Eu quero que vocês fiquem bem também. Cuidem-se”, completou. Veja o post original abaixo. Ver essa foto no Instagram Here’s the deal. I was just diagnosed with breast cancer. (For the 2nd time, but that’s another story…) So I’ll have a double mastectomy in a couple weeks, which is fine. My prognosis is great. New boobs & no mammograms for life? #SilverLinings! In all seriousness, the reason I’m talking about this right now is, luckily I found this with a self-exam, but my doctor told me that 50% –FIFTY% – of Americans have sought NO health care since March, *even with symptoms of illness.* And OBGYN visits are down to record lows. Please don’t neglect your health. Get your screenings. If I had waited to seek treatment, who knows what I’d be facing. I’m going to be fine. I want you to be fine, too. Look after yourselves, & I’ll keep you posted on this ride. 💗 Sam Uma publicação compartilhada por Samantha Smith (@samsmithgrams) em 3 de Jul, 2020 às 11:04 PDT
Comunidades de fãs rejeitam a criadora de Harry Potter após manifestações transfóbicas
Os sites da MuggleNet e The Leaky Cauldron, duas das maiores e mais bem estabelecidas comunidades de fãs de “Harry Potter”, divulgaram um comunicado conjunto em apoio a pessoas trans e rejeitando os comentários transfóbicos feitos e reiterados desde junho por JK Rowling, a própria criadora de “Harry Potter”. “Embora seja difícil falar contra alguém cujo trabalho há tanto tempo admiramos, seria errado não usar nossas plataformas para combater os danos que ela causou”, diz o comunicado. “Nossa postura é firme: mulheres trans são mulheres. Homens transgêneros são homens. Pessoas não binárias são não binárias. As pessoas intersexuais existem e não devem ser forçadas a viver no binário. Permanecemos com os fãs de Harry Potter nessas comunidades e, embora não toleremos os ataques que JKR recebeu por expor suas opiniões sobre pessoas trans, devemos rejeitar suas crenças”, diz o comunicado. Além da manifestação pública, os dois sites tomaram a decisão de deixar de incluir links para o site particular de Rowling, parar de divulgar seus posts, acompanhar sua vida pessoal e até mesmo qualquer trabalho da escritora que não seja relacionado a Harry Potter. Para completar, os sites anunciaram que vão passar a se referir à escritora como #JKR no futuro, para impedir que postagens sobre Rowling sejam exibidas em seus feeds de mídia social.











