Alyssa Milano recebe apoio da antiga equipe de Charmed após ataques de Rose McGowan
Autoproclamada referência cultural em seu Twitter, Rose McGowan escolheu mais uma vítima para tentar cancelar no fim de semana. O alvo foi sua ex-irmã na série “Charmed”, Alyssa Milano. Ela acusou Milano de ser uma “fraude f*****”, promover um ambiente “tóxico” no set de “Charmed” e de tentar cooptar o movimento #MeToo em busca de fama. “Você ganhava US$ 250 mil por semana em ‘Charmed’. E deu piti na frente da equipe, gritando: ‘Não me pagam o suficiente pra fazer isso!’ Comportamento terrível no dia a dia. Eu chorava cada vez que renovávamos porque você tornava aquele set tóxico.” As duas atrizes, que interpretaram as meia-irmãs Paige e Phoebe Halliwell por cinco temporadas (2001–2006), nos últimos tempos têm se estranhado nas redes sociais. O ataque mais recente foi motivado por um chega pra lá de Milano. “Para Rose e qualquer um balbuciando as mesmas bobagens sobre ‘Democratas não ajudam as pessoas’, suas mentiras vão machucar pessoas menos privilegiadas que você. É o tipo de coisa que fake news buscam fazer. Milhares de pessoas morrem por dia, mas você continua com seus tuítes hiperbólicos de busca de atenção”, alfinetou. McGowan respondeu que ela estava tentando roubar o #MeToo e um movimento que ela teria inventado, denominado Cultural Reset (nada mais que os cancelamentos que McGowan tenta emplacar) “com ciúmes de mim por denunciar meu estuprador”. O tuíte rendeu repercussão, mas não a que McGowan esperada. Enquanto ninguém jogou na sua cara que foi ela quem tentou capitalizar o #MeToo lançando livro, que ela se recusou a denunciar Harvey Weinstein na reportagem do New York Times em que Ashley Judd assumiu sozinha a responsabilidade, e que jamais demonstrou um pingo de sororidade ao atacar colegas sistematicamente, integrantes da equipe de “Charmed” deixaram claro o carinho que sentiam por Milano. A roteirista-produtora Krista Vernoff, atualmente à frente de “Grey’s Anatomy”, não só apoiou como elogiou Milano. “Estou sempre maravilhada com a sua paixão, defesa, energia, compreensão e comprometimento de trabalho – e também com a sua graça”. Nell Scovell ecoou o sentimento. “Encantada com Alyssa Milano, que sempre usou sua voz e privilégio para ajudar a levantar outros e lutar pelo movimento progressista. Trabalhamos juntos em ‘Charmed’ e estou triste que ela esteja sendo atacada por ‘uma irmã’. Agora o que eu faço com essa reunião das Halliwell que passei 3 meses escrevendo?” Até uma das líderes do fã-clube da série lembrou que Alyssa Milano “faz reuniões de ‘Charmed’ em sua casa todos os anos porque ela realmente se preocupa e ama as pessoas com quem trabalhou”. 2) You threw a fit in front of the crew, yelling, ‘They don’t pay me enough to do this shit!’ Appalling behavior on the daily. I cried every time we got renewed because you made that set toxic AF. Now, get off my coattails you fucking fraud. — Rose McGowan (@rosemcgowan) August 22, 2020 Thank you, Krista. Means a lot coming from you. — Alyssa Milano (@Alyssa_Milano) August 22, 2020 When @Alyssa_Milano throws #Charmed reunions at her house every year cause she actually cares and loves the people she worked with. #CharmedFamily ♥️💯 #AlyssaMilanoCares pic.twitter.com/Prh1rl1YAQ — Νiki🌛 (@Phoebe1_) August 22, 2020 I'm in awe of @Alyssa_Milano who has used her voice & privilege to raise up others and fight for the progressive movement. We worked together on "Charmed" and I'm sad she's under attack by "a sister." Now what do I do with this Halliwell reunion that I spent 3 months writing? — Nell Scovell (@NellSco) August 22, 2020
Colin Farrell ficou irreconhecível como Pinguim no trailer de Batman
Os segredos do trailer noir de “Batman”, lançado na reta final da maratona da DC FanDome, ainda não foram totalmente destrinchados. Tanto é que só agora começa a ficar claro que Colin Farrell (“Dumbo”) apareceu no vídeo. Irreconhecível, graças à maquiagem que o tornou mais gordo e com o rosto inchado, ele está em três breves cenas como Oswald Cobblepot, o Pinguim. Embora seja difícil identificá-lo sob a prótese visual, uma frase dita em sua aparição final, em que olha pelo retrovisor de um carro, torna a missão mais fácil. A voz é mesmo do ator, demonstrando como sua transformação foi impressionante, a ponto de sua participação passar batida na primeira olhada sobre o trailer. Além de Farrell, o trailer apresentou, claro, o Bruce Wayne/Batman de Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), o Comissário Gordon de Jeffrey Wright (“Westworld”) e a Selina Kyle/Mulher Gato de Zoë Kravitz (da série “Big Little Lies”), além de trazer um misterioso serial killer mascarado que pode ou não ser o Charada de Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”). Escrito e dirigido por Matt Reeves, “Batman” ainda tem muita filmagem pela frente. A produção encontra-se paralisada pela pandemia, mas deve ser retomada brevemente no Reino Unido, tanto que a Warner não alterou a estimativa de estreia, que continua marcada para outubro de 2021. Não viu o trailer? Confira abaixo.
DC FanDome ensinou como se faz uma “Comic Con” online
Em sua primeira convenção online para fãs, a DC Comics corrigiu vários erros da Comic-Con@Home, dando uma lição de organização e promoção. As principais lacunas da primeira iniciativa do gênero durante a pandemia foram resolvidas, ao transformar a DC FanDome num evento de streaming, que conseguiu monopolizar o noticiário do entretenimento e as redes sociais durante todo o sábado (22/8). Em vez de pulverizar os diversos painéis de suas atrações em vídeos distintos, a DC FanDome foi basicamente um programa ao vivo, com exibição ininterrupta e contínua de conteúdo relacionado ao universo de quadrinhos da editora DC Comics. Embora os filmes da Warner fossem as estrelas, a programação também serviu para lançar games, conversar sobre séries e chamar atenção para os próprios quadrinhos. Alguns painéis, claro, funcionaram melhor que outros. Se os seis minutos desperdiçados pelo elenco de “Shazam!” com pouco a dizer foram constrangedores, a participação de Matt Reeve, diretor de “Batman”, empolgou com detalhes e paixão por seu filme “noir”. Cada painel teve um formato diferente e as exibições foram intercaladas por apresentadores escolhidos entre representantes da cultura geek mundial. Os brasileiros, vindos da CCXP, foram os únicos a participar em dupla e também a se envolver num painel propriamente dito, mediando as entrevistas do elenco, da diretora e de convidados de “Mulher-Maravilha 1984”. Considerando que a aparição “surpresa” de Linda Carter, a Mulher-Maravilha original, tornou-se o ponto alto da conversa, a condução foi das menos relevantes. De fato, os apresentadores geeks, tão entusiasmados que só faltavam pular como cheerleaders, exageram o tom, ao tratar cada detalhe da programação como se fosse a revelação do primeiro trailer de “Batman”. Faltou modulação. E esse entusiasmo forçado ameaçou transformar a DC FanDome num grande infomercial. A situação foi contornada pelo envolvimento dos criadores em vários painéis. James Gunn foi seu próprio apresentador no divertido trecho de “O Esquadrão Suicida”, comandando, como mestre de cerimônias, a revelação dos personagens do filme, o trailer e até uma brincadeira de trívia da DC com o elenco. E Neil Gaiman contou tantas histórias dos bastidores de “Sandman” que deixou os fãs com ainda mais admiração por seu trabalho. Mesmo conversas genéricas, como a discussão temática do Multiverso, renderam detalhes deliciosos, graças ao encontro de pesos-pesados do conglomerado, como Jim Lee, que manda nos quadrinhos, Greg Berlanti, o chefe do Arrowverso, e Walter Hamada, responsável pelas adaptações da DC nos cinemas. Ao contrário da Comic-Con@Home, os fãs foram lembrados com sessões dedicadas a cosplay, fanart e até tatuagens relacionadas aos heróis dos quadrinhos. Como os painéis foram pré-gravados, não houve interações diretas, mas o público registrou suas reações instantâneas num shoutbox com a hashtag da DC FanDome no Twitter. Os organizadores ainda incluíram perguntas de fãs e celebridades aos debatedores. Algumas boas, outras bobas, como da tenista Venus Williams, sobre quem venceria uma partida de tênis entre Mulher-Maravilha e Mulher Leopardo – variação do eterno “quem é mais forte”, questão favorita das crianças. A Warner mobilizou suas equipes externas para acompanhar as apresentações, liberando trailers, vídeos e pôsteres na internet minutos após a exibição de cada painel, de forma a alimentar a cobertura do evento. Deu certo. Cada painel foi seguido por cobertura instantânea na mídia com o material disponibilizado. A transmissão ocorreu melhor em PC, rendendo alguns problemas de acesso em mobile. Mas a equipe técnica mostrou-se eficiente para resolver rapidamente os bugs. Dividido em dois dias, o evento será retomado no dia 12 de setembro, desta vez enfatizando as produções televisivas da DC e prometendo mais “experiências” para os fãs. É uma chance extra de contornar outro detalhe questionável da produção: o tom chapa branca. Afinal, o entusiasmo forçado dos apresentadores contrastou com o noticiário de dias antes, quando a DC Comics encolheu com demissão de vários profissionais e a decisão de desmontagem da plataforma DC Universe pela WarnerMedia. Nada disso sequer foi mencionado. A primeira série da DCU, “Titãs”, apresentou seu bloco sem revelar onde a 3ª temporada seria disponibilizada. Da mesma forma, também foi gritante a falta de referência a Hartley Sawyer no encontro do elenco de “The Flash”. O ator foi demitido por antigas postagens polêmicas no Twitter, situação que rendeu comentários até de Grant Gustin (o Flash) na ocasião. No entanto, quem acompanhou o bloco dedicado à série no evento pode ter ficado com a impressão de que ele nunca participou da produção. Ótima iniciativa, a DC Fandome merece virar um evento anual, mas precisa definir melhor sua identidade, decidir se é suficiente ser um infomercial de luxo ou se pretende virar uma convenção legítima para os fãs.
Esquadrão Suicida tenta matar a Liga da Justiça em trailer de novo game
A Warner Bros. Games e a DC divulgaram o trailer de “Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça” (Suicide Squad: Kill the Justice League), em versões dublada em português e no idioma original. Trata-se de um novo game de tiro com ação e aventura desenvolvido pela Rocksteady Studios, criadores do aclamado “Batman: Arkham”. A premissa de “Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça” contém uma inversão de expectativas, trazendo a estigmatizada Força Tarefa X como heróis contra versões malignas dos integrantes da Liga. O trailer impacta ao mostrar o Superman cometendo um assassinato à sangue frio diante dos aturdidos vilões. Os personagens jogáveis do Esquadrão Suicida são Arlequina, Pistoleiro, Capitão Bumerangue e Tubarão-Rei, que devem assumir a missão impossível de matar os maiores super-heróis da DC para salvar o mundo. Controlados pelo governo com explosivos letais implantados em suas cabeças, todos os quatro vilões não têm escolha a não ser se unir e cumprir esta obrigação como parte da infame Força Tarefa X de Amanda Waller. A história é bastante original e criativa. E ainda por cima jogável, no modo singleplayer ou em uma experiência coletiva online com mais de um jogador. O game estará disponível em 2022 para PC, PlayStation®5 e Xbox Series X.
Gotham Knights: Asa Noturna, Batgirl, Capuz Vermelho e Robin assumem legado de Batman em novo game
A Warner Bros. Games e a DC divulgaram um trailer (em versão dublada em português e original em inglês) e um vídeo de gameplay de “Gotham Knights”, um novo videogame de ação e RPG em terceira pessoa, atualmente em desenvolvimento pela divisão de diversões eletrônicas da empresa, sediada em Montreal, no Canadá. O material revela a premissa, mostrando como Asa Noturna (Dick Grayson), Batgirl (Barbara Gordon), Capuz Vermelho (Jason Todd) e Robin (Tim Drake) se juntam para continuar o legado de Batman, após a morte de Bruce Wayne. Enquanto o trailer destaca uma conspiração da Corte das Corujas, o gameplay é centrado num confronto entre Batgirl e o Sr. Gelo. Além do anúncio da morte de Batman, o game vai mostrar Gotham passando por momentos difíceis, com explosões e caos, e os jogadores terão que defender a cidade ao controlar os quatro jovens vigilantes. Os jogadores poderão explorar a ação de mundo aberto de Gotham e patrulhar as ruas escuras dos cinco bairros distintos da cidade usando uma variedade de habilidades de travessia e movimentos de combate, bem como usar a icônica Batmoto. Conforme os personagens progridem, suas habilidades de jogo irão evoluir, junto com um arsenal crescente de armas e equipamentos. Segundo o anúncio, “Gotham Knights” poderá ser jogado no modo singleplayer ou em uma experiência coletiva online com mais de um jogador. O game estará disponível em 2021 para PC, PlayStation®5, PlayStation®4, PlayStation®4 Pro e o sistema de dispositivos Xbox One, incluindo Xbox Series X e Xbox One X.
Diamante de 128 quilates visto em Bonequinha de Luxo volta ao cinema em Morte no Nilo
O trailer lotado de estrelas de “Morte no Nilo” trouxe um brilho que não se via há muito tempo no cinema. Mais exatamente do diamante de 128 quilates da Tiffany’s, que apareceu brevemente em “Bonequinha de Luxo” e em fotos promocionais do filme de 1961 com a lendária estrela Audrey Hepburn. Fora das telas, o diamante também adornou Lady Gaga na noite em que ela venceu um Oscar pela música “Shallow”, de “Nasce uma Estrela” (2018). Agora, ele é usado por Gal Gadot e terá destaque no mistério da trama de “Morte no Nilo”, de acordo com comunicado da joalheria. Adaptação da obra de mesmo nome de Agatha Christie, publicada em 1937, o filme volta a trazer o diretor Kenneth Branagh como o detetive belga Hercule Poirot na caça a um assassino em um barco em viagem pelo rio egípcio. Os suspeitos são todos milionários e, além do diamante lendário, pedras preciosas da Tiffany serão usadas no filme por outras personagens. “O diamante Tiffany é um símbolo inestimável dos mais altos padrões de virtuosismo e habilidade na Tiffany, e raramente aparece fora de seu cofre”, disse Reed Krakoff, diretor artístico da joalheria. “Um papel central na adaptação do romance clássico de Agatha Christie é merecedor da estreia de nosso diamante inestimável.” “Inestimável” é a palavra mais frequentemente associada ao diamante, embora alguns relatos afirmem que ele tem valor estimado, sim. Valeria mais de US$ 30 milhões. O raro diamante amarelo extravagante foi descoberto em 1877 como um diamante bruto de 287,42 quilates nas minas Kimberley da África do Sul e adquirido por Charles Lewis Tiffany. Em 1878, foi cortado em Paris em forma de almofada brilhante de 128,54 quilates com 82 facetas sem precedentes. Para acompanhar o lançamento do filme em 23 de outubro nos EUA, a Tiffany & Co. promoverá a parceria em suas lojas, com destaque para diamantes amarelos e as jóias vistas nas telas.
Lori Loughlin é condenada a dois meses de prisão em escândalo de fraude universitária
A atriz Lori Loughlin foi condenada nesta sexta-feira (21/8) a dois meses de prisão e ao pagamento de U$$ 150 mil após se declarar culpada no julgamento do grande escândalo de subornos pagos por pais ricos para que seus filhos entrassem em universidades prestigiadas dos EUA. O juiz federal de Boston, Nathaniel Gorton, seguiu as recomendações do promotor federal de Massachusetts ao impor a pena durante uma audiência que durou cerca de 30 minutos, organizada por videoconferência devido à pandemia. A atriz de 56 anos, conhecida por seu papel como tia Becky na série televisiva “Três É Demais”, exibida nos anos 1980 e 1990, e sua recente continuação “Fuller House”, na Netflix, ficará em liberdade condicional por dois anos após ser libertada da prisão, e terá que cumprir 100 horas de serviço comunitário. Durante a audiência, Loughlin derramou algumas lágrimas enquanto pedia perdão por sua “decisão horrível”. “Segui um plano para dar às minhas filhas uma vantagem injusta”, admitiu. A sentença já era esperada desde maio, quando a atriz e seu marido, o estilista Mossimo Giannulli, fizeram um acordo com a promotoria para se declararem culpados pelo crime de fraude bancária. Giannulli, de 57 anos, foi condenado a cinco meses de prisão e, assim como sua esposa, deve se apresentar à prisão em 19 de novembro. Sua sentença inclui o pagamento de US$ 250 mil e 250 horas de serviço comunitário, além de dois anos de liberdade condicional após deixar a prisão. A admissão de culpa evitou o julgamento do casal e livrando-os do processo por outros dois crimes, além de receberem uma sentença relativamente branda. Loughlin e Giannulli foram acusados de pagar meio milhão de dólares para garantir que suas duas filhas entrassem na University of Southern California (USC) como integrantes da competitiva equipe de remo da universidade, um esporte que as meninas nunca praticaram. O organizador do esquema, William “Rick” Singer, recebeu mais de US$ 25 milhões para subornar treinadores e funcionários que participavam dos processos de admissão nas faculdades, de acordo com os promotores. Ele se declarou culpado e cooperou com as autoridades durante todo o processo. A atriz Felicity Huffman, de “Desperate Housewives”, também envolvida no escândalo, declarou-se culpada por ter desembolsado US$ 15 mil para melhorar a pontuação da prova de vestibular de uma de suas filha, e passou apenas 11 dias em uma prisão na Califórnia. Ela teve uma das menores sentenças do processo, porque decidiu se declarar culpada desde o início. Rapidamente condenada, ela foi liberada em outubro do ano passado. Já Loughtlin relutou em admitir o crime. Por meio de seus advogados, ela e o marido alegavam que os US$ 500 mil pagos em favor das filhas eram “uma doação legítima” para a instituição. O casal só mudou de ideia após acompanhar o julgamento de Huffman e ver as vantagens da cooperação. Das 55 pessoas acusadas pelo escândalo, 41 já se declararam culpadas e, em troca, conseguiram reduzir suas sentenças, passando somente alguns meses de prisão.
Elenco de Arquivo X se reúne para cantar versão inédita do tema da série
O elenco e os criadores de “Arquivo X” se juntaram mais uma vez, num vídeo compartilhado no YouTube, para uma última missão: cantar juntos a música-tema da série. Como todo fã sabe, o tema é instrumental. Mas apesar deles brincarem com isso no começo do vídeo, pela primeira vez a música ganhou letra, que os astros cantaram em harmonia. A letra foi escrita por fãs, que aceitaram um desafio do produtor executivo da série, Frank Spotnitz. O objetivo da gravação foi arrecadar fundos para a World Central Kitchen, organização sem fins lucrativos dedicada a fornecer refeições a necessitados pelo mundo em períodos de catástrofes. “Durante a pandemia, eu realmente queria encontrar uma maneira de fazer algo positivo e tivemos a rara oportunidade de reunir a turma de ‘Arquivo X’ de volta, então tivemos a ideia de colocar a letra da música tema — o que nunca tinha sido feito antes”, disse Spotnitz. Embora a série tenha ganhado revival, o vídeo reuniu atores que não participaram dos episódios mais recentes, porque seus personagens morreram na primeira fase da produção da Fox, como Nicholas Lea (Alex Krycek) e Laurie Holden (Marita Covarrubias). Liderados por David Duchovny (Fox Mulder), Mitch Pileggi (Walter Skinner) e o criador Chris Carter, todos cantarolaram a letra inédita, acompanhando o tema musicado por Mark Snow. Todos, menos Gilliam Anderson (Dana Scully), cuja participação virou uma piada ao final do vídeo. Veja abaixo o resultado.
Avô de Drew Barrymore foi o “verdadeiro” Quincas Berro D’Água
A atriz Drew Barrymore confirmou que seu avô foi o “verdadeiro” Quincas Berro D’Água, ao revelar que John Barrymore, célebre astro da era de ouro de Hollywood, participou de uma festa depois de morto. Falando no canal do YouTube “Hot Ones”, ela diz ter verificado a história de que os amigos mais próximos do avô, incluindo os atores WC Fields e Errol Flynn, roubaram seu cadáver do necrotério no dia seguinte à sua morte, em 1942, para levá-lo para “uma última festa”. Este é o enredo de um livro do escritor brasileiro Jorge Amado, publicado 16 anos depois, em 1958 – “A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água”. Essa premissa também embala as comédias americanas “S.O.B. — Nos Bastidores de Hollywood” (1981) e “Um Morto Muito Louco” (1989). Embora Drew diga que “não tem certeza” se a história de John Barrymore inspirou “Um Morto Muito Louco”, ela garantiu que “S.O.B. — Nos Bastidores de Hollywood” foi, sim, baseada na festa além-túmulo de seu avô. O filme acompanhava um produtor (Richard Mulligan) desesperado para salvar o seu último filme do fracasso – culminando em uma sequência que lembra bastante a história do avô de Drew. A atriz, porém, não deve conhecer a “versão” brasileira dessa história. Vale avisá-la que o livro de Jorge Amado também virou filmes – na TV em 1978, com Paulo Gracindo, e no cinema em 2010, com Paulo José. Na entrevista, ela ainda aproveitou para fazer um pedido aos amigos, para que mantenham a tradição da família. “Para te dizer a verdade, eu espero que meus amigos façam o mesmo por mim. Este é o tipo de espírito que eu apoio. Levantem o meu velho corpo e vamos dar mais umas voltas por aí. Eu acho que a morte vem com muita tristeza, o que é compreensível – mas seria ótimo, pelo menos para mim, se todo mundo pudesse simplesmente der uma festa quando eu morrer”, disse a atriz. Veja o vídeo com a entrevista de Drew abaixo. Ela fala sobre o avô aos 5 minutos de sua participação no programa. Vale observar que a história é contada sob o impacto de pimentas ardidas – o mote do programa são entrevistas apimentadas, “Hot Ones”.
Cinemas de São Paulo não abrem antes do fim de setembro
Cinemas de São Paulo não devem abrir antes do final de setembro. Possivelmente, só no começo de outubro. A previsão foi feita pelo prefeito Bruno Covas, em entrevista desta sexta (21/8) à Radio Gaúcha, de Porto Alegre. “Esperamos para o fim de setembro, começo de outubro passar para a fase quatro, quando poderemos retomar teatros, cinemas, que estão na fase quatro”, disse Covas, referindo-se ao plano gradual de reabertura das atividades econômicas na capital paulista durante a pandemia de coronavírus. A quarta etapa, também chamada de fase verde, prevê a reabertura de atividades culturais, como cinemas e teatros. O prefeito explicou que atualmente São Paulo está na fase amarela da retomada. Ele ponderou que, até agora, a reabertura de academias, bares, restaurantes e shoppings não resultou em um aumento no número de casos de covid-19 na cidade. Segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde, a pandemia segue em redução no município há 10 semanas. Covas também comentou sobre a decisão de não permitir o retorno às aulas no município em setembro. De acordo com ele, a administração municipal também trabalha com uma previsão de volta em outubro, mas a decisão será tomada pela área da Saúde. “Só vamos volta a ter aula na cidade quando a área da Saúde autorizar. Esse é um tema que temos mais dúvidas do que certezas. Até hoje não foi dito qual a quantidade da população precisa estar imunizada para atingir imunidade de rebanho. Se fala em 30%, 60%. Vamos acompanhando, mas, se a área da Saúde disser que tudo bem, não tem motivos para não voltar”, comentou.
Warner investiga denúncias de Ray Fisher sobre bastidores de Liga da Justiça
A WarnerMedia iniciou uma investigação sobre os bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”. A decisão foi tomada após repetidas declarações públicas de uma das estrelas do filme, Ray Fisher, alegando má conduta do cineasta Joss Whedon e dos produtores Geoff Johns e Jon Berg durante a produção do filme. Na quinta-feira (20/8), Fisher escreveu no Twitter que, após cinco semanas de entrevistas com o elenco e a equipe, a WarnerMedia “lançou uma investigação independente de terceiros para chegar ao cerne do ambiente de trabalho tóxico e abusivo criado durante as refilmagens da Liga da Justiça”. Apesar dessa informação, a Variety e o Hollywood Reporter apuraram que as entrevistas não revelaram nada. A fonte das publicações também ressaltou que a WarnerMedia não pré-julga Whedon, Johns ou Berg, que a investigação não se limita a eles e que, para preservar a integridade da investigação, a empresa não a conduzirá em público. As denúncias começaram num tuíte do começo de julho, no qual Fisher definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que assumiu a produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso e, na semana passada, denunciou que Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Whedon e Berg permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher, enquanto Berg as negou publicamente. Ele ainda acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se devem ao descontentamento do Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021.
Bella Thorne inaugura página em aplicativo adulto e derruba servidor
A atriz Bella Thorne postou um vídeo em seu Instagram para anunciar sua entrada no aplicativo Only Fans, muito popular na indústria de entretenimento adulto. E a estreia de sua página no serviço derrubou o servidor da plataforma. Segundo o jornal americano Page Six, o servidor ficou fora do ar por alguns minutos logo depois do lançamento da página da ex-estrela da Disney, que ficou famosa por protagonizar a série “No Ritmo”, ao lado de Zendaya. A plataforma permite que criadores de conteúdo recebam mensalmente, via assinatura, um financiamento direto de seus fãs, além de gorjetas, presentes e outros recursos. O link da atriz dá acesso à fotos e vídeos íntimos exclusivos, com assinatura mensal de US$ 20. Thorne ainda disponibilizou uma lista de presentes na Amazon, para os assinantes que quiserem presenteá-la. No comunicado sobre o novo projeto, Thorne contou que pretende fazer um documentário sobre sua experiência no site adulto, dirigido por Sean Baker, cineasta indie que fez os premiados filmes “Tangerine” (2015) e “Projeto Flórida” (2018). “Estou animada para falar sobre a política por trás do julgamento sobre o corpo feminino e sobre sexo. Com o maravilhoso diretor Sean Baker, que eu tenho orgulho de chamar de amigo”, comemorou a artista de 22 anos ao falar da parceria. Em agosto do ano passado, Thorne fez sua estreia na indústria pornô ao dirigir o curta-metragem “Her & Him” para a plataforma de streaming Pornhub, e acabou premiada no AVN Awards, prêmio da Adult Video News para os melhores do ano na indústria de filmes pornográficos dos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram ONLY FANS ^^^^ Uma publicação compartilhada por BELLA (@bellathorne) em 19 de Ago, 2020 às 12:11 PDT
Robin Williams não conseguia decorar falas de seu último filme
O diretor Shawn Levy revelou que Robin Williams estava emocionalmente “desmoronando” e com problemas para decorar falas durante as filmagens de seu último filme, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba” de 2014. Levy teve aval da esposa de Williams para falar francamente sobre o estado do ator num depoimento para o documentário “Robin’s Wish”, sobre os últimos dias do comediante, que tirou a própria vida antes do lançamento do filme. “Eu diria que, com um mês de filmagem, estava claro para mim — estava claro para todos nós naquele set — que algo estava acontecendo com Robin”, diz Levy no documentário. “Vimos que Robin estava lutando de uma maneira que nunca tinha feito para lembrar as falas e combinar as palavras certas com a performance”, contou. “Quando Robin me ligava às 10 da noite, às 2 da manhã, às 4 da manhã, dizendo: ‘É utilizável? Alguma desta pode ser utilizada? Eu sou uma merda? O que está acontecendo?’, eu o tranquilizava. ‘Você ainda é você. Eu sei disso. O mundo sabe disso. Você só precisa se lembrar disso’.” “Minha fé nele nunca foi embora, mas vi sua moral desmoronar. Eu vi um cara que não era ele mesmo e isso era imperdoável”, completou Levy. Durante a filmagem, Williams lutava contra o avanço da demência por corpos de Lewy, uma doença degenerativa que afetou suas funções cognitivas e motoras. Ele nunca falou sobre o problema, mas os sintomas se tornaram tão graves que o levaram a tirar a própria vida em 2014. Dirigido por Tylor Norwood (“The United States of Detroit”), o documentário “Robin’s Wish” é produzido pela viúva do ator, Susan Schneider-Williams, e conta pela primeira vez como foi o declínio da saúde de Williams, com depoimentos de amigos, colegas e diretores que trabalharam com o comediante, além de cenas de filmes e imagens raras da família. A estreia está marcada para 1º de setembro nos EUA, mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Veja abaixo o trailer da produção.












