Globoplay dá 3 meses de Apple TV+ de graça para assinantes
O Globoplay fechou uma parceria estratégica com a Apple TV+ para oferecer a seus assinantes três meses de acesso gratuito à plataforma de streaming da Apple. A oferta está disponível para os atuais assinantes de planos anuais do Globoplay, para novos assinantes e para aqueles que fizerem upgrade de plano. Depois dos três meses de degustação, os assinantes deverão pagar a assinatura mensal do serviço, que custa apenas R$ 9,90 por mês. Os maiores atrativos da Apple TV+ são as produções originais, que incluem as séries de sucesso “The Morning Show”, “Ted Lasso”, “For All Mankind”, e a recém-lançada “The Mosquito Coast”, e filmes como “Greyhound”, “Palmer” e “Wolfwalkers”. A plataforma também prepara novas séries estreladas por Tom Holland (chamada “The Crowded Room”), Tom Hiddleston (“The Essex Serpent”), Brie Larson (“Lessons on Chemistry”), Nicole Kidman (“Roar”), Justin Timberlake (“Confessions of a Dangerous Mind”), Vera Farmiga ( “Five Days at Memorial”), Rose Byrne (“Physical”), Natalie Portman e Lupita Nyong’o (ambas em “Lady in the Lake”), Jared Leto e Anne Hathaway (“WeCrash”), além do novo de Martin Scorsese estrelado por Leonardo DiCaprio (“Killers of the Flower Moon”) e o drama vencedor do Festival de Sundance 2021 (“Coda”), entre muitas outras produções. A programação da Apple TV+ pode ser acessada por aplicativos em todos os aparelhos móveis, smart TVs, web, dispositivos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast e consoles de jogos PlayStation e Xbox.
Olympia Dukakis (1931-2021)
A atriz Olympia Dukakis, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel na comédia romântica “Feitiço da Lua” (1987), morreu neste sábado (1/5) em sua casa na cidade de Nova York. Ela tinha 89 anos e já estava doente há algum tempo. Filha de imigrantes gregos, Dukakis começou sua carreira nos palcos no começo dos anos 1960, após se formar na Universidade de Boston com mestrado em artes cênicas. A estreia no circuito nova-iorquino aconteceu na montagem de “The Aspern Papers” em 1962, mesmo ano em que se casou com o ator-produtor Louis Zorich (da série “Louco por Você”/Mad About You), com quem teve três filhos. Em 1963, ela ganhou um Obie Award por “A Man’s a Man”, e ainda conquistou seu segundo prêmio dois anos depois por “The Marriage of Bette and Boo”. O sucesso no teatro lhe abriu as portas no cinema. Após começar como figurante em “Lilith” (1964), como uma paciente de hospício, ela passou a ganhar mais espaço, aparecendo nos clássicos “Irmãs Diabólicas” (1972), de Brian De Palma, “Desejo de Matar” (1974), de Michael Winner, “A Gangue da Pesada” (1979), de Philip Kaufman, e “A Sombra de um Ídolo” (1980), de Taylor Hackford. Mas demorou para encontrar um papel de destaque. O que só aconteceu aos 56 anos, quando pôde mostrar sua veia cômica ao interpretar a mãe sarcástica de Cher em “Feitiço da Lua”. O filme de Norman Jewison lhe rendeu o Oscar e uma nova carreira como estrela de comédias. Ela emendou o prêmio com participações em “Uma Secretária de Futuro” (1988) e no fenômeno popular “Olha Quem Está Falando” (1989), que ganhou mais duas sequências com sua participação. Também estrelou com Shirley Maclaine, Dolly Parton e Sally Field um dos “filmes de mulheres” mais famosos da época, “Flores de Aço” (1989). A atriz seguiu fazendo comédias leves como “Agitando os Espíritos” (1990), “O Clube das Viúvas” (1993) e “Adoro Problemas” (1994) e até apareceu como ela mesma em “Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final” (1994), até ter um último ano de ouro em 1995, ao integrar os elencos de dois filmes indicados ao Oscar, “Poderosa Afrodite”, de Woody Allen, e “Mr. Holland: Adorável Professor”, de Stephen Herek. Suas comédias seguintes não tiveram o mesmo sucesso e aos poucos ela trocou o cinema pela TV, estrelando a cultuada série “Crônicas de San Francisco”, que lhe rendeu indicação ao Emmy e teve muitas encarnações diferentes desde os anos 1990. A mais recente versão da série foi exibida em 2019 na Netlix, com Dukakis retomando o papel clássico de Anna Madrigal, proprietária de uma pensão para jovens modernos em San Francisco. Ela também ensinou teatro na Universidade de Nova York e era prima do ex-governador de Massachusetts Michael Dukakis, que concorreu à presidência dos EUA pelo Partido Democrata em 1988. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Academy (@theacademy)
Johnny Crawford (1946–2021)
Johnny Crawford, um dos integrantes do Clube do Mickey original e estrela mirim da série clássica “O Homem do Rifle”, morreu na quinta-feira (29/4) aos 75 anos, após contrair covid-19. Ele sofria de Alzheimer há dois anos. John Ernest Crawford nasceu numa família de artistas – seu avô paterno trabalhou com o grande compositor Irving Berlin – e tinha apenas quatro anos quando começou a aparecer na TV como “cantor”. Quando completou nove anos em 1955, entrou no Clube do Mickey, estrelando 16 episódios da 1ª temporada, de onde saiu para uma carreira de participações televisivas em séries como “O Cavaleiro Solitário” (The Lone Ranger), “Caravana” (The Wagon Train), “Paladino do Oeste” (Have Gun, Will Travel), “The Frank Sinatra Show”, “The Danny Thomas Show” e muitas outras. Em 1958, ele conseguiu o papel de Mark McCain, filho do protagonista da série “O Homem do Rifle”, um rancheiro viúvo do Velho Oeste interpretado por Chuck Connors. A participação na série lhe rendeu uma indicação ao Emmy como Melhor Ator Coadjuvante em 1959, com apenas 13 anos de idade. Por sinal, a cerimônia marcou a história da família do menino, porque a mesma edição também teve indicação ao irmão de Johnny, Bobby Crawford, por sua performance num episódio de “Playhouse 90”, e até para seu pai, Robert Crawford, como editor no programa “The Bob Cummings Show”. Aproveitando o sucesso de “O Homem do Rifle”, o jovem Crawford gravou várias músicas e lançou alguns discos. O maior hit, “Cindy’s Birthday”, chegou a atingir o 8º lugar nas paradas de sucesso dos EUA em junho de 1962. A série, porém, chegou ao fim no ano seguinte, após cinco temporadas. Embora não tenha encontrado outro papel de destaque, o ator permaneceu na TV até os anos 1970, aparecendo nas mais diversas atrações, especialmente séries de western como “Couro Cru” (Rawhide), “Lancer”, “Big Valley”, “Glenn Ford é a Lei” (Cade’s County) e, mais tarde, “Os Pioneiros” (Little House on the Prairie). Ele também viveu um adolescente rebelde com destaque no filme “The Restless Ones”, de 1965, e ainda apareceu na comédia sci-fi “A Cidade dos Gigantes” (1965), ao lado de Ron Howard, e no western clássico “El Dorado” (1966) com John Wayne. Mas foi convocado a lutar no Vietnã e encontrou grande dificuldade de retomar a carreira ao voltar da guerra. Mesmo assim, ele ainda estrelou a cultuada comédia “O Macaco Nu” (1973), produzida por Hugh Hefner (o dono da Playboy) e co-estrelada por Victoria Principal (que logo depois faria “Dallas”). Nos anos 1980, ainda teve um papel recorrente na série de aventura “Crossbow: As Aventuras de Guilherme Tell”, mas a esta altura já tinha praticamente abandonado a TV, devotando-se a sua outra especialidade: a música. Ele se tornou cantor de bandas como The Nighthawks e The Johnny Crawford Dance Orchestra, devotada ao swing da era das big bands. E foi como cantor que voltou a aparecer nos cinemas em 1999, fazendo uma participação no thriller sci-fi “13º Andar”. Curiosamente, ele também se tornou um membro da associação profissional de cowboys de rodeio, aproveitando que sua experiência com cavalos vinha desde a infância televisiva.
Sophie Turner revela fotos inéditas de seu casamento em Las Vegas
A atriz Sophie Turner celebrou seus dois anos de casamento com Joe Jonas neste sábado (1/5) com a divulgação de fotos inéditas da cerimônia. As imagens revelam detalhes da festa improvisada em Las Vegas pela intérprete de Sansa Stark em “Game of Thrones” e o cantor dos Jonas Brothers. O casamento, revelada de surpresa para os fãs em 2019, aconteceu sem planejamento logo após o Billboard Music Awards e foi oficializado por um imitador de Elvis Presley – que depois de realizar o matrimônio cantou a música da primeira dança dos recém-casados. Nick e Kevin, irmãos de Joe, foram padrinhos. E os convidados vistos nos cliques incluem Diplo, Priyanka Chopra e Danielle Jonas. Depois disso, o casal realizou uma segunda cerimônia, desta vez com toda a pompa, com direito até a castelo francês como cenário. Em julho do ano passado, eles viram pais da primeira filha, Willa. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sophie Turner (@sophiet)
Séries estreladas por Noel Clarke são interrompidas após denúncias de abusos
Os canais britânicos ITV e Sky romperam suas relações profissionais com o ator, diretor e produtor Noel Clarke, após uma reportagem publicada na quinta (29/4) pelo jornal The Guardian trazer denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. O último capítulo da minissérie “Viewpoint”, que deveria ter ido ao ar na sexta na rede ITV, não foi exibido e a atração deve ficar sem desfecho. Além disso, o canal pago Sky anunciou que não voltará a trabalhar com Clarke, inclusive na encomendada 4ª temporada da série policial “Bulletproof”, que deve ser cancelada porque, além de ser estrelada pelo artista, também era produzida por ele. Nos EUA, a rede The CW, que exibe a atração, afirmou que não pretende continuar a transmiti-la. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica porque o astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Ele se tornou popular graças à sua participação marcante nas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who” de 2005 e abriu as portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006, além das sequências que completaram a trilogia. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards (o Oscar britânico) deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas como eram anônimas decidiu ir em frente apesar da perspectiva da história vir à público. Após o jornal The Guardian trazer declarações de mulheres conhecidas, a Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas suspendeu o artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, disse a instituição por comunicado. Além disso, ele foi dispensado pela agência de talentos CAA, que cuidava de sua carreira, e sua produtora Unstoppable Entertainment perdeu o apoio da All3Media, que fornecia o financiamento para a realização de seus projetos. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio”, disse um porta-voz da All3Media. A princípio, Clarke negou firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista num primeiro comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Mas conforme as consequências foram ficando mais claras para o artista, inclusive com o encaminhamento de uma denúncia criminal para a Política Metropolitana de Londres, ele acrescentou que estava “buscando ajuda profissional para me educar e mudar para melhor”.
Atriz de “Game of Thrones” processa Marilyn Manson por abuso sexual
Depois das denúncias na mídia e nas redes sociais, Marilyn Manson também virou alvo de um processo por abuso sexual. A atriz Esme Bianco, conhecida pelo papel de Ros em “Game of Thrones”, entrou na Justiça contra o roqueiro por supostamente drogá-la, torturá-la e estuprá-la em um incidente datado de 2009. Bianco falou inicialmente sobre sua experiência com Manson ao New York Magazine em fevereiro passado, contando até ter sido esfaqueada, mas a ação criminal detalha de forma ainda mais explícita a denúncia da suposta violência do cantor. A queixa, apresentada nesta sexta-feira (30/4) no Tribunal Distrital da Califórnia, também denuncia o empresário do artista, Tony Ciulla, por tráfico humano, ao trazê-la de Londres para Los Angeles sob o pretexto de contratá-la para um videoclipe que nunca foi lançado e um filme que nunca foi feito. De acordo com a atriz, ela foi contatada em 2009 sobre a possibilidade de estrelar um clipe. Mas quando Bianco chegou à casa do artista em Los Angeles (EUA), no entanto, só quem a aguardava era o próprio Manson com uma câmera. Garantindo que tudo seria usado no vídeo, o roqueiro a fez ficar só de lingerie, ameaçou estuprá-la e agredi-la, a amarrou em um oratório antigo que ele tinha em um quarto de sua casa, passando a chicoteá-la e eletrocutá-la. O clipe em questão nunca foi lançado, mas Bianco disse que Manson utilizou “drogas, ameaças e violência” para mantê-la sob o seu controle por anos depois das “gravações”, prometendo papel em seu projeto cinematográfico “Phantasmagoria”, com novas cenas degradantes e que também nunca foi lançado, e alimentando expectativas numa lavagem cerebral que a fez morar com ele em 2011. Nesta época, segundo a atriz, Manson a obrigava a ficar dias sem dormir, a xingava quando ela reclamava do tratamento que recebia e a estuprava frequente e violentamente. Em uma ocasião, o roqueiro teria cortado Bianco com uma faca e postado as imagens das feridas nas redes sociais, sem a permissão dela. Os advogados de Marilyn Manson ainda não comentaram sobre o processo. As acusações contra o cantor vieram à tona após Evan Rachel Wood, que namorou Manson entre 2006 e 2010, romper o silêncio. “Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão”, ela escreveu em seu Instagram no dia 1º de fevereiro. A denúncia abriu as portas para várias outras mulheres fazerem acusações semelhantes. Manson, entretanto, nega tudo, dizendo que as relações sádicas foram consensuais. “Essas recentes declarações a meu respeito são distorções horríveis da realidade. Meus relacionamentos íntimos sempre foram completamente consensuais”. Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood. O processo de Bianco é o primeiro das alegadas vítimas do cantor que chega na Justiça, mudando a situação de patamar.
Kaya Scodelario denuncia: Diretor renomado exigiu vê-la nua para emprego
A atriz Kaya Scodelario, conhecida por atuar nas franquias “Maze Runner”, “Piratas do Caribe” e no thriller “Predadores Assassinos”, postou um desabafo no Twitter nesta sexta (30/4). Ela contou que um diretor renomado de cinema pediu que ela tirasse a roupa para conseguir um papel num filme. Sua sorte foi ter um bom agente que a impediu de fazer isso. “A proposta dizia: ‘Ela só precisa vir até aqui, tirar as roupas e fim’. Eu fiquei aterrorizada. Por sorte, tenho um agente que rapidamente recusou. Era um filme grande, com um diretor grande. Uma ‘grande oportunidade’ para mim”, ela escreveu, sem dar nomes. “Muitas jovens atrizes não têm a rede de segurança de um agente atencioso para protegê-los. Eles acharão que é normal que uma atriz seja avaliada pelo corpo que tem. Pela quantidade de pele que deseja mostrar. Fomos condicionadas a acreditar nisso”, continuou. A estrela inglesa, que tem mãe brasileira, ainda contou que outro diretor uma vez ficou em dúvida entre ela e uma atriz concorrente ao mesmo papel e escreveu um e-mail dizendo que a primeira que topasse ficar nua seria contratada. “Em outro elenco, a escolha estava entre eu e outra atriz. Ambas trabalhamos muito para impressionar esse diretor notoriamente difícil. Tentamos várias vezes. Ele mandou um e-mail para nossos agentes: ‘Quem concordar em ficar nua primeiro consegue o emprego’. O filme não continha nudez. Ele só queria ver quem diria sim”, revelou. A atriz encerrou o desabafo dizendo que iria acordar de manhã com ansiedade por ter escrito tudo isso, “mesmo que não tenha citado nenhum nome”. “As mulheres que se expõem são muito corajosas”, ponderou. Depois de agradecer o apoio de seus seguidores aos primeiros tuítes, ela voltou à redes social para acrescentar: “Saibam que estou tomando medidas para garantir que as pessoas que mencionei sejam responsabilizadas. Eu escolho fazer isso em particular e por meio dos canais corretos da indústria”. Scodelario encerrou o assunto reforçando a importância da representatividade feminina para evitar que isso continue acontecendo. “Não posso deixar de enfatizar o quanto é importante ter uma representação que nos proteja. O quanto é importante ter mulheres em todos os níveis da indústria – para evitar o sistema atual, que permite que as pessoas sintam que podem dizer/fazer/comportar-se de maneira abusiva sem consequências”. Veja os textos originais abaixo. I had a audition for a job a few years ago. It said ‘she just needs to come in. Take her clothes off and that’s all’. I was terrified. Luckily I have an agent who swiftly said there was no way that was going to happen. This was a big movie. A big director. A big ‘opportunity’ https://t.co/Daz9xMBnzb — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021 MANY MANY young actors do not have the safely net of a caring agent to protect them. They will assume that it is normal for an actresses worth to be measured by the body they have. By the amount of skin they are willing to show. We have been conditioned to believe this. — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021 Different casting, between me and another actress.Both worked very hard to impress this notoriously difficult director. auditioned multiple times. He emailed our agents ‘whoever agrees to go nude 1st gets the job’ The movie had no nudity in it. He just wanted 2 see who’d say yes — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021 You know what’s fucked? Im going to wake up in the morning with anxiety about tweeting. Despite the fact that I haven’t named names. I’m still going to feel scared. The women who come forward openly are so brave. I am in awe of you all. Thank you. Thank you. Thank you. — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021 I can’t stress enough how important it is to have representation that safeguards you. How important it is to have women at every level of the industry – to prevent the current system that enables people to feel as though they can say/do/behave in abusive ways without consequences — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021
Noel Clarke é suspenso da Academia britânica após denúncias de mais de 20 mulheres
O ator Noel Clarke, que ficou conhecido ao participar das duas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who”, foi suspenso pela BAFTA (Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas) após uma reportagem publicada nesta quinta (29/4) pelo jornal The Guardian. O artigo traz denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. Além de ator, Clarke é um cineasta, roteirista e produtor de cinema e TV importante do Reino Unido, que abriu portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006 e as sequências que completaram a trilogia. Ele também é o astro e um dos produtores da série policial “Bulletproof”, atualmente renovada para a 4ª temporada. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica. O astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas decidiu ir em frente apesar da perspectiva das denúncias virem à público. O único comentário da BAFTA sobre a polêmica foi a declaração sobre a suspensão do artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, diz o comunicado da instituição. Esta não foi a única consequência da denúncia. O ator-cineasta é co-proprietário da empresa de produção Unstoppable Entertainment, financiada pela All3Media, que, após a repercussão negativa, anunciou que fará uma investigação independente sobre seu comportamento na condução de negócios da produtora. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio. Levamos alegações desse tipo extremamente a sério e estamos examinando isso com urgência”, disse um porta-voz da All3Media. Clarke nega firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista em comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Veja abaixo o discurso eloquente de Clarke ao receber a homenagem da Academia britânica em 11 de abril passado, 12 anos após receber seu primeiro troféu BAFTA como Ator Revelação.
Cinco suspeitos são presos pelo roubo dos cachorros de Lady Gaga
Cinco pessoas foram presas em decorrência da investigação do roubo à mão armada dos cachorros de Lady Gaga em 24 de fevereiro, que deixaram seu dogwalker gravemente ferido no hospital. De acordo com informações do Departamento de Polícia de Los Angeles, entre os presos está a mulher que devolveu os cães duas noites depois do crime na esperança de ganhar uma recompensa de US$ 500 mil oferecida pela cantora. A investigação apurou que os suspeitos não sabiam que Gaga era a dona dos cães roubados. Três dos suspeitos – com idades de 18, 19 e 27 anos – são membros de gangues que roubaram os animais apenas pelo valor de venda da raça. A quarta integrante é a mulher que devolveu os cachorros e o quinto foi identificado como pai de um dos jovens infratores, considerados cúmplices do crime. O dogwalker e amigo de Gaga Ryan Fischer foi baleado durante o assalto, mas impediu o roubo de um terceiro cachorro e está se recuperando do atentado. Em seu depoimento, a mulher identificada como Jennifer McBride afirmou que encontrou os cães, chamados Koji e Gustav, e os levou à Estação Olímpica do Departamento da Polícia de Los Angeles para receber a recompensa postada no Instagram pela cantora-atriz. Lady Gaga prometeu pagar quem retornasse os animais roubados, mas a polícia de Los Angeles pediu que ela aguardasse a verificação de antecedentes. Durante o levantamento, a LAPD identificou que McBride tinha um relacionamento com o pai de um jovem fichado como membro de gangues e assim chegou aos suspeitos.
Shunsuke Kikuchi (1931-2021)
O compositor japonês Shunsuke Kikuchi, conhecido por ter criado os temas de “Kamen Rider” e da franquia “Dragon Ball”, faleceu de pneumonia no último sábado (24/4) aos 89 anos. Kikuchi começou sua carreira de compositor de trilhas em 1961 e trabalhou em cerca de 70 filmes antes de se dedicar às produções de televisão na década seguinte. Entre seus primeiros trabalhos estão clássicos do cinema japonês, como o filme de samurais “Sangue de Vingança” (1965), a icônica produção de gângsteres “Contos Brutais de Honra” (1965) e a cultuada franquia de garotas malvadas “Female Prisioner Scorpion” (inaugurada em 1972) – cujo tema acabou incorporado por Quentin Tarantino à trilha de “Kill Bill”. Dez anos depois de sua primeira composição para o cinema, Kikuchi assinou seu primeiro sucesso televisivo, a abertura da série “Kamen Rider”, exibida originalmente de 1971 a 1973. O tema do tokusatsu continuou a ser utilizado durante as várias reencarnações da franquia. Ele também trabalhou na popular série animada “Doraemon” desde 1979. Mas foi só a partir da década de 1980 que sua música virou febre mundial, após conceber a composição total de “Dragon Ball” (1986-1989) e suas continuações, “Dragon Ball Z” (1989-1996) e “Dragon Ball Z Kai” (2009-2015), além das várias adaptações da série para o cinema. Com longa carreira, o compositor só foi se aposentar em 2017 por conta de sua saúde, deixando um legado de várias trilhas de cinema e animes.
WarnerMedia pretende produzir cinco filmes por ano no Brasil
A WarnerMedia anunciou nesta semana que vai produzir 15 filmes originais por ano na América Latina, nos próximos três anos, e um terço deles (cinco) serão feitos no Brasil. As produções terão o selo Particular Crowd, como parte de um “hub” de realização cinematográfica colaborativa para toda a WarnerMedia Latin America, tanto para títulos voltados ao cinema da Warner Bros quanto para a plataforma de streaming HBO Max. Lançado no ano passado, o Particular Crowd já realizou pequenos encontros virtuais entre executivos da companhia e diretores, produtores, autores e atores brasileiros. Os filmes irão abranger diferentes gêneros como comédia, romance, terror, suspense e filmes para a família. Para a executiva Monica Albuquerque, uma das diretoras do departamento de entretenimento da WarnerMedia América Latina, o Brasil é um dos mercados com maior capacidade de fornecer conteúdo para a iniciativa. “Este não é um mercado emergente, é um mercado muito bem estabelecido, pioneiro no cinema. A WarnerMedia Latin America no Brasil já trabalha com diversos talentos e cineastas locais e celebramos as diversas perspectivas que eles trazem para a mesa”, ela afirmou em comunicado.
Warner anuncia segunda edição da DC FanDome para outubro
A Warner vai voltar a realizar a DC FanDome em 2021. O Twitter oficial da DC Comics anunciou a segunda edição do evento digital para 16 de outubro. A DC FanDome foi a primeira convenção criada exclusivamente para fãs dos personagens dos quadrinhos da DC Comics e também um dos primeiros eventos online bem-sucedidos da pandemia. Dividida em duas partes, a edição inaugural aconteceu em agosto e setembro do ano passado. E a primeira parte reuniu 22 milhões de fãs ao vivo de 220 países diferentes, ansiosos por novidades sobre os projeto da Warner/DC para cinema, TV e games – com muitos vídeos exclusivos, painéis de elenco e revelações. A nova versão ainda não teve sua estrutura e pauta definidas, mas a Warner tem muitos projetos da DC em desenvolvimento na HBO Max e nos cinemas, que devem ganhar mais detalhes durante a convenção – do novo filme do Batman até a nova série de Constantine. The epic global event is back!Return to #DCFanDome 10.16.21 pic.twitter.com/ZifZGCPOig — DC (@DCComics) April 28, 2021
Starz tenta impedir Disney de usar o nome Star no Brasil
A Disney rebatizou os canais Fox de Star em toda a América Latina, mas a mudança de nome pode ser revertida por causa de um processo. O canal pago americano Starz tenta impedir na justiça que o nome Star continue a ser usado no mercado latino, além de tentar barrar o lançamento em junho da plataforma de streaming Star+ (Star Plus), conforme planejado pela Disney. O registro da marca Star+ foi encaminhado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em fevereiro, mas em 1 de abril a empresa dona do canal, Starz Entertainment LLC, abriu processo para impedir o uso da denominação no Brasil, Argentina e México. O canal pago americano alega que o nome é muito similar ao do StarzPlay, seu serviço de streaming que já se encontra em operação na América Latina. Na ação, o Starz reforça que o Star+ da Disney é concorrente direto de seu Starzplay no Brasil e o nome parecido poderia levar as pessoas a confundirem as marcas, o que seria prejudicial para seus negócios. O Starz também faz oposição ao registro da marca dos canais Star na TV paga, que incluem o Star Channel, Star Life, Star Hits, Star Fun, Star Action, Star Comedy, Star Classics e Star Premium no Brasil, Argentina e México. Esta contestação ajuda a explicar porque a Disney ainda não começou a divulgação da Star+ no Brasil. Após a campanha do rebranding dos canais Fox para Star, não houve nenhum comunicado sobre o lançamento da Star+, originalmente previsto para chegar ao país daqui a dois meses. Como comparação, a HBO Max, que também chega em junho, já tem peças publicitárias em exibição. A marca Star é derivada da Star India, originalmente uma rede de TV indiana, que se tornou propriedade da Disney por ocasião da compra do conglomerado de entretenimento da 21st Century Fox. Já a plataforma Star+ seria o equivalente ao Hulu no mercado internacional, funcionando como complemento ao Disney+. O serviço oferecia conteúdo de streaming voltado ao público adulto, produzido por estúdios como 20th Century Studios, 20th Television, Searchlight, FX, Touchstone e outras empresas do conglomerado, além de contar com sua própria programação original produzida especialmente para consumo online. Caso o Starz consiga fazer valer sua oposição ao registro da Star no INPI, a Disney ficaria impedida de usar a marca no Brasil.












