Ludmila Dayer revela diagnóstico de esclerose múltipla
A atriz Ludmila Dayer, conhecida por “Malhação”, revelou que teve o diagnóstico de esclerose múltipla, após uma maratona de um ano indo a vários médicos até descobrir o que provocava seus sintomas. A situação piorou muito depois que a atriz teve covid, em 2020. “Eu vivi um inferno muito grande. Não saía de casa. E depois disso eu nasci de novo”, ela contou, em desabafo nas redes sociais. “Eu malhava, praticava esportes e era saudável. Em meados de 2019, meu corpo começou a não funcionar mais. Em 2020, eu peguei covid na Ásia, quando nem se falava muito da doença. Quase morri e nunca mais fiquei totalmente boa”, acrescentou. Ludmila disse que ia duas vezes por semana até o hospital por conta dos sintomas que sentia. Ela listou alguns deles na live que fez em seu perfil no Instagram para falar da doença e de seu tratamento, que incluiu mudanças na alimentação. “Eu estava fazendo um filme na época e não conseguiu mais trabalhar. Tinha perda de memória, perda de reflexos, queda de cabelo, problemas de visão. Isso tudo desenvolveu uma crise de pânico e eu não conseguia mais sair de casa sozinha e nem dirigir”, explicou. Ela disse que demorou um ano para conseguir um diagnóstico. “Era um sintoma atrás do outro e por isso eu fui procurar o médico. Não conseguia enxergar direito, minha fala não acompanhava os meus pensamentos, tinha problemas de memória e muitas dores no corpo. Ia de um cômodo para o outro e não lembrava o que tinha ido fazer”. Ludmila começou a pesquisar o tema e resolveu adotar um protocolo alimentar para ajudar a combater os sintomas. “Tirei glúten, ovo, carne animal. Tudo que alimentava o vírus e provocava os sintomas. Também passei a comer coisas que desinflamam meu organismo”. A causa teria sido o vírus Epstein–Barr, que já provocou sintomas de esclerose relatadas por outras artistas, como a atriz Guta Stresser da série “A Grande Família” e a comediante Claudia Rodrigues. As duas chegaram a se encontrar em agosto deste ano e falaram de planos para montar uma peça sobre o tema. A carreira de Ludmila Dayer começou aos 10 anos de idade no longa “Carlota Joaquina, Princesa do Brazil” (1995), marco da Retomada do cinema brasileiro dirigido por Carla Camuratti, que lhe rendeu o Prêmio APCA (Associação Paulista de críticos de Arte) de atriz coadjuvante. A estreia na TV foi na novela “Xica da Silva” (1996), da extinta TV Manchete. Ela estreou na Globo na novela “Corpo Dourado” (1998) e no ano seguinte fez uma participação no seriado “Mulher” Sua primeira protagonista foi a personagem Joana, da sétima temporada de “Malhação”, que foi ao ar em 2000. Depois fez “Senhora do Destino” (2004), como a jovem namorada do bicheiro Giovanni Improtta (José Wilker). Também participou do “Sítio do Picapau Amarelo” e do programa “Brava Gente” (2002). Em 2006, mudou-se para Los Angeles, onde montou uma produtora de conteúdo multimídia, a Lupi Productions, e é casada desde 2016 com um empresário britânico.
Justiça conclui que Suzy Camacho não falsificou atestados médicos do marido
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concluiu que Suzy Camacho não falsificou os atestados médicos apresentados para comprovar a capacidade mental de seu então marido, Farid Curi, que morreu na semana passada. Proferida na terça (27/9), a sentença inocenta a atriz da denúncia apresentada pelo Ministério Público, que a acusou de enganar médicos para conseguir atestados e liberar um saque de R$ 10 milhões da conta de Farid. Os filhos do empresário alegavam que Farid não tinha condições mentais para decidir sobre o próprio dinheiro. Para a Justiça, no entanto, não há provas de que os atestados sejam falsos, ou de que Suzy tenha cometido um crime. De acordo com documentos revelados pelo Estadão, a juíza Luciana Piovesan ressalta em sua decisão que os próprios médicos, em depoimento à polícia, disseram que os documentos atestavam o estado de saúde real do empresário na época. “As declarações médicas, portanto, não são falsas, donde [se torna] inviável se cogitar de falsidade ideológica”, diz a decisão. A defesa de Suzy afirmou que foi o próprio empresário quem consultou os médicos e obteve os atestados, e que a atriz não fez parte desse processo. Por isso, a juíza ainda afirmou que seria “inviável” impor a Suzy “o constrangimento de responder a esta ação penal”. Suzy Camacho e Farid Curi se casaram em 2013 em regime de separação obrigatória de bens. Mas, em documento enviado à polícia, os quatro filhos de Curi disseram que a atriz, aproveitando-se da saúde frágil do empresário, estaria desviando bens e recursos enquanto o marido estava em coma. Citaram o saque de R$ 10 milhões e que o filho de Suzy “apareceu com um veículo Lamborghini cujo valor remonta a dois milhões de reais”. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.
Canal americano e plataforma de streaming Epix vira MGM+
O canal pago americano e serviço de streaming Epix vai se chamar MGM+. Anunciada nesta quarta (28/9), a mudança serve como forma de alinhar a marca à seu dono, MGM, depois que o estúdio comprou o Epix em 2017 pelo valor de US$ 1 bilhão, e segue a tendência – vislumbrada neste mesmo dia com a transformação da Starzplay em Lionsgate+ – de plataformas com nomes de estúdios seguidos pelo sinal de “plus”. Apesar da mudança, o streaming da nova MGM+ vai continuar a operar nos EUA por meio do serviço Prime Video (uma vez que a MGM foi comprada pela Amazon no ano passado). A Amazon já oferece a assinatura da MGM dentro de seu pacote de “canais” de streaming no Brasil. Esse canal deve passar a adotar a nova nomenclatura, MGM+, e incluir algumas novidades da programação do Epix. A mudança de nome passará a valer a partir de 15 de janeiro, mesmo dia da estreia da 3ª temporada da série “Godfather of Harlem”, produção original do Epix/MGM+. Outras séries exclusivas do serviço incluem “Billy the Kid”, “From”, “Rogue Heroes” e “Belgravia”. “A MGM é uma das marcas mais icônicas e amadas da era de ouro do entretenimento”, disse Michael Wright, chefe da MGM+. “Esta nova marca é uma promessa para os espectadores novos e existentes de que a MGM+ será o lugar para encontrar a televisão que reflete e celebra o legado da icônica marca MGM. Uma programação cinematográfica com narrativa sofisticada que diverte, encanta, surpreende e transporta. A MGM é a televisão para os amantes do cinema.” A mudança será acompanhada por novas produções do serviço, como a série “Hotel Cocaine”, criada por Chris Brancato (“Godfather of Harlem”), um thriller policial ambientado no início dos anos 1980, que deve estrear em 2023. Outra novidade foi o anúncio da 2ª temporada de “Belgravia”. Intitulada “Belgravia: The Next Chapter”, a temporada vai se passar em 1865, 25 anos após os eventos mostrados anteriormente, e vai acompanhar a história de Frederick Trenchard e seu novo interesse amoroso, Clara Dunn. Entre as produções de não-ficção, serão realizados um documentário sobre os assassinatos da casa mal-assombrada de Amityville, que inspiraram uma famosa franquia de terror, e outro sobre a cena musical psicodélica de São Francisco entre 1965 e 1975 – este último terá produção da Amblin, de Steven Spielberg. Além disso, a MGM+ contará com o catálogo da MGM, incluindo as franquias “James Bond” e “Rocky”, além de filmes elogiados como “O Silêncio dos Inocentes” (1991), “Casa Gucci” (2021) e “Licorice Pizza” (2021), entre muitos outros. Nos EUA, o canal Epix também opera uma rede de canais alternativos e streamings, que serão todos renomeados para refletir o foco na MGM. O Epix 2 se tornará MGM+ Hits, o Epix Hits se tornará MGM+ Marquee, e o Epix Drive-In vai se chamar MGM+ Drive-In.
Plataforma de streaming Starzplay vira Lionsgate+
O estúdio Lionsgate, dono do canal pago Starz e da plataforma Starzplay, anunciou nesta quarta (28/9) que seu serviço de streaming mudou de nome. A Starzplay passa a partir de agora a se chamar Lionsgate+, refletindo a tendência de Hollywood de batizar seus streamings com o nome do estúdio seguido pelo símbolo de “plus”. É o que acontece, por exemplo, com a Disney+. A ironia é que a Lionsgate chegou a travar uma briga jurídica com a Disney no Brasil para impedir que a empresa batizasse seu segundo serviço de Star+, alegando semelhança de nomes. Chegou a vencer na Justiça, travando a campanha de lançamento da Star+, o que forçou a Disney a fechar um acordo extrajudicial em agosto do ano passado, no valor de R$ 50 milhões, para estrear a plataforma no país. Agora, R$ 50 milhões mais rica, a Starzplay simplesmente decidiu mudar de nome. A iniciativa, porém, é mundial. Além do Brasil, a plataforma vai virar Lionsgate+ em 34 países da América Latina, Europa e Ásia. “Operar internacionalmente sob o Lionsgate+ traz uma identidade distinta e diferenciada em um mercado internacional cada vez mais concorrido e se baseia no valor da marca no nome Lionsgate, que nossa extensa pesquisa provou ser forte em todo o mundo. Mesmo com a separação da Starz e do negócio de estúdios da Lionsgate, a marca Lionsgate continuará sendo valiosa para o sucesso contínuo de nossa plataforma internacional”, disse Jeffrey Hirsch, presidente e CEO da Starz, em comunicado à imprensa. A menção à separação da Starz se deve à intenção da Lionsgate de vender o canal pago americano e até o próprio estúdio, mas separadamente. Por isso, o ato de rebatizar a plataforma sugere que o estúdio pretende manter o streaming, caso venda o canal. Por outro lado, isto também dificulta a venda do Starz e deixa indefinido, para possíveis interessados na aquisição, se a plataforma está atrelada ao estúdio ou ao canal, porque nos EUA a Starzplay não mudou de nome. O agora Lionsgate+ internacional tem diversas séries originais exclusivas, como a franquia “Power”, “The Great”, “The Girl From Plainville”, “Gangs of London” e “The Serpent Queen”, entre muitas outras. A assinatura do streaming custa R$ 14,90 por mês no Brasil e também pode ser adquirida em combos de TV por assinatura ou de outras plataformas de streaming, como o Prime Video, Globoplay e Star+. Confira abaixo o vídeo que anuncia a mudança de nome.
Venetia Stevenson, pin-up de Hollywood, morre aos 84 anos
A atriz e modelo Venetia Stevenson, considerada a “garota mais fotogênica do mundo”, morreu na última segunda (26/9), depois de uma longa batalha contra o Mal de Parkinson. Ela tinha 84 anos. Conhecida por sua beleza, ela teve uma breve carreira como atriz, tendo participado de filmes como “Aqui Só Cabem os Bravos” (1958), “A Ilha das Mulheres Perdidas” (1959) e “Matar por Dever” (1960), além de diversas séries, antes de abandonar as telas em 1961. Joanna Venetia Invicta Stevenson nasceu em Londres, em 10 de março de 1938. Seus pais eram o famoso cineasta Robert Stevenson (“Mary Poppins”) e a atriz Anna Lee (“Como Era Verde o Meu Vale”). Pouco depois do seu nascimento, os pais de Stevenson se mudaram para Hollywood e a levaram junto. Quando tinha 14 anos, ela foi vista em uma praia em Malibu pelo fotógrafo Peter Gowland, conhecido por suas fotos de pin-ups, que acabou colocando-a em muitas capas de revistas, lançando-a como modelo. “Comecei a ser reconhecida depois que minhas fotos começaram a sair nas revistas”, disse ela em uma entrevista de 2016. “Foi um sentimento estranho. Alguém correria até você e diria: ‘Posso pegar seu autógrafo?’ Eu dizia: ‘Por que você quer meu autógrafo? Eu não fiz nada.’” Sua estreia como atriz aconteceu em 1954, quando participou de um episódio da série “Cavalcade of America”. Nos anos seguintes, também apareceu nas séries “Playhouse 90” (1957), onde contracenou com o jovem Paul Newman, além de “Cheyenne” (1957), “Colt .45” (1958) e “77 Sunset Strip” (1958). Nessa mesma época, a revista Popular Photography a elegeu “a garota mais fotogênica do mundo”, num concurso feito com mais de 4 mil modelos. Além de capas de revista, seu rosto também foi estampado em latas de cerveja. Sua fama foi reconhecida numa cena do filme “De Volta para o Futuro 2” (1989), quando Marty McFly (Michael J. Fox) volta aos anos 1950 e vê sua imagem estampada na revista Oh LàLà. Tanta popularidade lhe abriu muitas portas na carreira, levando-a à sua estreia no cinema em 1958 com o western “Aqui Só Cabem os Bravos”, dirigido pelo veterano William A. Wellman (“Asas”) e estrelado por James Garner (“Meus Queridos Presidentes”). Ela também teve papeis de destaque nos filmes “A Ilha das Mulheres Perdidas” (1959), como uma das filhas do cientista interpretado por Alan Napier (o Alfred da série clássica “Batman e Robin”), no terror “Horror Hotel” (1960), com Christopher Lee (“O Senhor dos Aneis”), e em “Matar por Dever” (1960), um dos melhores westerns estrelados por Audie Murphy. Seu último filme foi a comédia “The Sergeant Was a Lady” (1961), em que viveu a sargento do título. Mas continuou ligada a Hollywood, selecionando roteiros para a produtora do ator Burt Reynolds, além de ter sido executiva na produtora Cinema Group. Ela foi casada por alguns meses de 1957 com o ator galã Russ Tamblyn, e chegou a se envolver com o cantor Elvis Presley e com Audie Murphy (durante as filmagens “Matar por Dever”), além de ter sido fotografada em noitadas com o galã Tab Hunter (“Montanhas em Fogo”) e Anthony Perkins (“Psicose”). Mas revelou que saía com os últimos para esconder o relacionamento gay dos dois. Curiosamente, ela também foi sogra do cantor Axl Rose, líder da banda Guns N’ Roses, por cerca de um ano quando sua filha, Erin Everly, casou-se com ele – Erin foi a inspiração para a famosíssima canção “Sweet Child o’ Mine”.
Atriz de “Chicago Med” revela luta contra o câncer
A atriz Marlyne Barrett, que interpreta a enfermeira Maggie Lockwood na série “Chicago Med”, revelou que está enfrentando um câncer de ovário e útero. Em entrevista à revista People, ela contou que foi diagnosticada em julho e está levando “um dia de cada vez”. Atualmente, ela se prepara para passar pela terceira rodada de quimioterapia. Segundo a atriz, ela só descobriu a doença porque passou por uma correção de hérnia em abril e não se sentiu bem depois disso. Ao voltar ao médico, ela foi informada que tinha um tumor do tamanho de uma bola de futebol no útero e no ovário esquerdo. “Eu tinha esse acúmulo de líquido [no abdômen] que não conseguia me livrar”, disse ela. “Parecia que estava grávida de nove meses. E também tive falta de ar, mas nenhuma dor, o que foi interessante.” Barrett disse que o diagnóstico foi um “choque para minha feminilidade” e que sua família não tinha histórico de câncer de ovário ou uterino. “Não acreditei, mas quando me mostraram a tomografia, eu disse: ‘Ah, é verdade'”, revelou ela. “As primeiras perguntas foram: ‘Vou viver?’ Eu caí nos braços do meu marido. Ainda me tira o fôlego quando penso nisso.” A família de Barrett tem oferecido apoio durante esse processo. Quando precisou raspar o cabelo para a quimioterapia, ela fez questão que os filhos vissem. “Meu cabelo sempre foi uma essência de beleza”, disse Barrett. “Mas eu peguei minha própria navalha e raspei minha cabeça. Eu fiz isso na frente dos meus bebês para que eles vissem que ainda era a mamãe. Chorei, chorei, chorei. Mas foi uma bela experiência fazer isso na frente deles.” Barrett compartilhou uma foto da sua cabeça raspada no Instagram. Curiosamente, sua personagem em “Chicago Med” também enfrentou um câncer – de mama – na trama. E Barrett conta que recebeu muitas mensagens positivas dos fãs que acompanharam sua jornada na ficção e agora a acompanham na vida real. “Eu tenho uma onda de emoção que vem”, contou a atriz. “Você não pode se agarrar tangivelmente ao medo. Mas estou me apegando à fé.” Apesar da doença, Barrett continua trabalhando na série médica, ainda que com uma rotina um pouco diferente. Ela começa uma hora mais cedo, dorme um pouco durante os intervalos e ocasionalmente fica em casa. “Chicago Med” é exibida no Brasil pelo canal Universal e está disponível nos serviços de streaming Globoplay e Prime Video. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marlyne Barrett (@barrettmarlyne)
Robert Cormier, ator de “Slasher” e “Heartland”, morre aos 33 anos
O ator canadense Robert Cormier, que estrelou a série de terror “Slasher”, morreu na última sexta-feira (23/9), aos 33 anos, em um hospital em Etobicoke, Ontário (Canadá), após sofrer ferimentos numa queda. Nascido em Toronto em 14 de junho de 1989, Cormier estudou economia na Universidade de York, mas voltou a Toronto para estudar atuação em 2014. Dois anos depois, ele conseguiu uma participação especial em “Designated Survivor”, série estrelada por Kiefer Sutherland, que marcou sua primeira aparição nas telas. Seu papel mais proeminente foi o do malfadado Kit Jennings na 3ª temporada de “Slasher”, disponibilizada em 2019 na Netflix. No mesmo ano, ele também trabalhou em “Ransom”, que foi ao ar na rede CBS nos EUA, naquele ano. Suas participações mais recentes foram nas séries “Deuses Americanos” (American Gods), na Amazon Prime Video, e “Heartland”, também disponibilizada na Netflix. O perfil oficial de “Heartland” se manifestou sobre a perda: “Estamos profundamente tristes ao saber da morte de Robert Cormier. Ele era um membro amado do elenco de ‘Heartland’ nas duas últimas temporadas. Em nome do elenco e da equipe de ‘Heartland’, nossos pensamentos estão com ele e sua família durante esse período difícil”. Sua família também emitiu um comunicado: “Robert era um atleta, ator e um grande irmão. Ele tinha uma paixão por ajudar os outros e estava sempre procurando alcançar mais. Ele gostava de noites de cinema com sua família e admirava muito seu pai. Ele impactou muitas pessoas ao longo de sua vida, seja família, companheiros de equipe e amigos. A memória de Rob viverá através de sua paixão pela arte e cinema, bem como por suas três irmãs, que significaram o mundo para ele.” We are deeply saddened to learn of the passing of Robert Cormier. He was a beloved member of the Heartland cast the last two seasons. On behalf of the Heartland cast and crew, our thoughts are with him and his family during this difficult time. — Heartland (@HeartlandOnCBC) September 27, 2022
Shakira será julgada por fraude fiscal na Espanha
Um juiz espanhol aprovou nesta terça-feira (27/9) que a cantora colombiana Shakira seja julgada por acusações de fraude fiscal. Os promotores espanhóis acusam a artista de não pagar 14,5 milhões de euros em impostos sobre sua renda de 2012 a 2014. Os promotores pedem uma sentença de oito anos de prisão e uma multa pesada se ela for considerada culpada de evasão fiscal. A artista de 45 anos sempre negou as acusações. “Essas acusações são falsas”, afirmou Shakira em entrevista publicada na quarta passada (21/9) pela revista Elle, reforçando ter “feito as coisas da forma mais correta e transparente desde o primeiro dia”. O Ministério Público e a defesa da cantora buscaram um acordo para evitar o julgamento, mas em julho Shakira desistiu dessa possibilidade, ao mostrar-se confiante de “que a justiça lhe dará a razão”, segundo seus representantes legais em Barcelona. Segundo sua defesa, “o Ministério Público se empenhou em recolher o dinheiro ganho nas [suas] turnês internacionais e no ‘The Voice'”, programa de televisão americano do qual participou, num período em que ela “ainda não era residente na Espanha”. Em entrevista à Elle, Shakira acusou o Tesouro espanhol de recorrer a “uma campanha lasciva da imprensa para tentar influenciar as pessoas e pressionar a mídia para criar uma ameaça de danos à reputação para forçar acordos de conciliação”. “Todos sabem que as autoridades fiscais espanholas costumam fazer isso não apenas com pessoas conhecidas como eu, ou [Cristiano] Ronaldo, Neymar, [Xabi] Alonso e muitos mais, mas também injustamente com outros contribuintes anônimos”, acrescentou a cantora. O nome de Shakira apareceu nos chamados Pandora Papers, uma extensa investigação de milhões de documentos vazados publicada em 2021 pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, que acusou centenas de personalidades de terem recorrido a paraísos fiscais para não pagar impostos. Em sua ação, o Ministério Público alega que ela mora na Espanha pelo menos desde o ano fiscal de 2012, logo após começar sua relação com o jogador do FC Barcelona, Gerard Piqué, mas manteve até 2015 sua residência fiscal nas Bahamas, consideradas um paraíso fiscal. Shakira e Piké, que têm dois filhos, anunciou a separação em junho. A cantora está atualmente gravando sua participação na serie “Zootopia+”, em que dubla uma personagem, para lançamento em novembro na plataforma Disney+.
Warner é acusada de mentir sobre números da HBO Max
Uma ação coletiva aberta contra a Warner Bros. Discovery (WBD) na sexta (23/9) em Nova York, em nome de acionistas minoritários, alega que o conglomerado teria inflado o número de assinantes da HBO Max em até 10 milhões para ter a fusão aprovada. Segundo o site The Wrap, a ação foi feita em nome da Collinsville Police Pension Board, fundo de pensão de Illinois que se disse enganado para trocar suas ações ordinárias da WarnerMedia pelas da nova empresa e assim facilitar a coligação com a Discovery. “A WarnerMedia estava concentrando seus investimentos em streaming e ignorando suas outras linhas de negócios…”, diz o processo. “[E] exagerou o número de assinantes da HBO Max em até 10 milhões de assinaturas, incluindo como assinantes clientes da AT&T que recebiam acesso ao pacote da HBO Max de graça, mas não assinavam o serviço”. O processo nomeia David Zaslav, CEO da WBD, e o Diretor Financeiro Gunnar Wiedenfels como réus. A WBD ainda não se manifestou sobre a ação. A Discovery finalizou sua fusão com a WarnerMedia, que pertencia à AT&T, no final de abril em um acordo que movimentou US$ 43 bilhões. Com isso, HBO, HBO Max, CNN, Warner Bros., DC Films, New Line Cinema, Cartoon Network e mais empresas da antiga WarnerMedia se juntam ao Discovery Channel, Food Network, TLC, Animal Planet e Oprah Winfrey Network num novo conglomerado de mídia. Mais de 700 milhões de ações da WBD foram emitidas para os acionistas ordinários e preferenciais da Discovery no acordo da fusão, o que, segundo o processo, significa que “centenas de milhares” de pessoas poderiam se juntar à ação coletiva contra a empresa. Relatórios públicos das empresas parecem corroborar a denúncia. Em janeiro deste ano, o então CEO da WarnerMedia, Jason Killar, anunciou que a HBO Max tinha 73,8 milhões de assinantes mundiais. Mas em agosto, a WBD decidiu apresentar números diferentes ao mercado. Sem diferenciar assinantes de HBO Max e Discovery+, informou que as duas plataformas somadas tinham 92,1 milhões de assinantes. Isto apontou uma perda de 8,7 milhões de assinantes entre os dois serviços. Praticamente admitindo o problema com os números, a WBD ressaltou na ocasião que, por decisão própria, decidiu não considerar 10 milhões de assinantes que ganharam acesso a um dos serviços numa parceria promocional com a AT&T. Isto é, que ganharam a assinatura como bônus na aquisição de pacotes de internet com a empresa telefônica. É exatamente o que alega a ação.
Xuxa declara apoio à Lula e Gloria Perez curte pedido de voto em Bolsonaro
A proximidade da eleição presidencial tem gerado cada vez mais declarações de apoios políticos entre os artistas brasileiros. Além de um vídeo em que vários artistas pedem votos em Lula, Xuxa publicou sua própria declaração fazendo o L de Lula, até para evitar que se repita a fake news de 2018, quando circulou uma falsa declaração de simpatia da loira por Bolsonaro. “Primeiro turno. Amor, respeito e democracia”, escreveu Xuxa junto do compartilhamento do vídeo. Mas nem todos os artistas são lulistas. Além de Regina Duarte, Malvino Salvador e outros assumidos, há também bolsonaristas envergonhados, que não declaram voto. A escritora Gloria Perez encontrou uma forma de manifestar apoio curtindo um post que pedia voto no candidato do centrão e da extrema direita. Cobrada na imprensa, ela desconversou sem assumir sua preferência, querendo dizer que apoio não é apoio. Primeiro, veja o texto que ela curtiu: “Em 2018, votei nele porque era o mal menor. Desta vez, votarei nele não apenas como um antídoto ao PT, mas porque ele teve a coragem de defender nossa liberdade nestes 4 anos. Não apenas a liberdade de expressão, mas também de ir e vir, de trabalhar, de escolher meus remédios e vacinas”. Trata-se de uma clara, evidente e assumida declaração de voto em Bolsonaro. Mas Glória diz que leu um manifesto de defesa da liberdade de expressão e endossou. “Isso é declaração de voto??? Ah gente! É cada uma!”, disse. “Curti e vou curtir qualquer post que defenda a liberdade de expressão. Ponto”, completou. Gloria também diz que nunca declarou e vai continuar sem declarar qual é seu candidato. Jair e Michelle Bolsonaro recentemente prestigiaram o templo que tem Guilherme Pádua, assassino de Daniella, filha de Gloria Perez, como pastor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa (@xuxameneghel)
Ator de “Stranger Things” diz ter sofrido racismo dos fãs da série
O ator Caleb McLaughlin, que interpreta Lucas Sinclair de “Stranger Things”, revelou que já sofreu muito preconceito e racismo dos fãs da série. A revelação foi feita durante sua participação na convenção Heroes Comic Con, na Bélgica, no último domingo (25/9). “Definitivamente, isso me afetou quando criança”, disse ele. “Na minha primeira Comic-Con, algumas pessoas não ficaram na minha fila [de autógrafos] porque eu era negro. Algumas pessoas me disseram: ‘Oh, eu não queria estar na sua fila porque você foi malvado com Eleven [Millie Bobby Brown]’” McLaughlin afirmou que esse tipo de sentimento do público se mantém até hoje. “Mesmo agora, algumas pessoas não me seguem ou não me apoiam porque sou negro. Às vezes, no exterior, você sente o racismo, você sente o fanatismo. Às vezes é difícil falar e as pessoas entenderem, mas quando eu era mais jovem, isso definitivamente me afetou muito.” O ator estreou na série quando tinha apenas 14 anos e revelou que, naquela época, não conseguia entender esse sentimento do público. “Por que sou o menos favorito? Por que tenho a menor quantidade de seguidores?”, ele se questionava. “Estou na mesma série que todos desde a 1ª temporada.” “Meus pais tiveram que me dizer: ‘É uma triste verdade, mas é porque você é a criança negra na série’. Porque eu nasci com essa linda pele de chocolate, não sou amado”, acrescentou. “Mas é por isso que, com minha plataforma, quero espalhar positividade e amor, porque não retribuo o ódio às pessoas que me odeiam.” McLaughlin, infelizmente, não está sozinho. Nos últimos anos, preconceito e ataques racistas se tornaram cada vez mais comuns. Recentemente, a atriz Halle Bailey (“Grown-ish”) foi alvo de uma onda de ódio por causa da divulgação do trailer de “A Pequena Sereia”, em que ela interpreta a protagonista Ariel. Também houveram diversos outros casos de racismo explicitados nas últimas semanas pelos ditos “fãs” das séries “House of the Dragon”, “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” e “Obi-Wan Kenobi”.
Bruna Marquezine reage ao ser chamada de “feia e vulgar” por Michelle Bolsonaro
A atriz Bruna Marquezine foi xingada por Michelle Bolsonaro. Num reflexo do costume do marido de atacar brasileiros que se destacam no exterior, a Primeira Dama escreveu no Instagram que a primeira brasileira a estrelar um filme de super-heróis de Hollywood era “feia e vulgar” por usar um vestido transparente em uma premiação. Marquezine respondeu com o compartilhamento de uma notícia desta terça (27/9), que aponta Bolsonaro como alvo de uma investigação criminal. “Polícia Federal vê transações suspeitas em gabinete de Bolsonaro, e Moraes quebra sigilo com seu assessor”, informa a publicação que ela compartilhou em suas Stories. Michelle Bolsonaro atacou Marquezine em comentários de uma página de fashion police brasileira, que comentou negativamente a roupa que a atriz escolheu para um desfile em Londres, na Inglaterra – um vestido preto transparente de grife com fendas nos braços e nas pernas, que deixava aparente um biquíni preto, usado por baixo da roupa. “A pessoa gosta de ser feia e vulgar”, disparou sem elegância a Primeira Dama. Já no perfil oficial de Marquezine, a roupa foi elogiada pelo rapper americano Kanye West, o ator americano Xolo Maridueña, par romântico da brasileira no filme da DC, além de Giulia Be, Maísa Silva e outros famosos. Bruna Marquezine já trocou alfinetadas com Jair Bolsonaro nas redes sociais e revelou que irá votar em Luiz Inácio Lula da Silva para presidente.
Brad Pitt e Emily Ratajkowski estão saindo juntos
O ator Brad Pitt (“Trem-Bala”) e a modelo/atriz Emily Ratajkowski (“Privacidade Violada”) estão saindo juntos e o relacionamento já começou a gerar especulações. “As pessoas especulam sobre isso há um tempo. Brad não está namorando ninguém”, disse uma fonte próxima do ator ao site Page Six, para deixar claro que ainda não há nada sério rolando entre o casal. A mesma fonte lembra que Pitt saiu com outras mulheres desde o final de seu casamento e não estaria namorando com ninguém em particular. Ainda assim, aconselhou aos fãs a “ficarem de olho” no casal. O primeiro encontro entre os dois teria acontecido em agosto, quando a revista Ok! especulou sobre o namoro, também com declarações de uma fonte: “Ele a convidou para sair, e ela disse que sim. Ela sempre pensou que Brad era fofo, e do jeito que ela encarou, o que ela tinha a perder?” Desde então, eles voltaram a ser vistos justos em outras ocasiões. Tanto Pitt quanto Ratajkowski estão no meio dos seus respectivos processos de divórcio. Pitt e a ex-mulher Angelina Jolie (“Malévola”) enfrentam uma conturbada separação, que envolve processo bilionário e acusações de agressão. Ratajkowski, por sua vez, pediu divórcio do marido Sebastian Bear-McClard, depois que ele supostamente a traiu. Na sua conta no TikTok, a modelo se refere a si mesma como uma pessoa “recentemente solteira que está pensando em namoro e outras coisas”. No passado, outros rumores a respeito da vida amorosa do ator apontavam que ele teria se envolvido com a cantora Lykke Li, e com as atrizes Alia Shawkat (“Arrested Development”) e Andra Day (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”). Todos esses rumores foram desmentidos. Brad Pitt será visto em breve no filme “Babilônia”, novo trabalho do cineasta Damien Chazelle (“La La Land: Cantando Estações”), que estreia nos EUA no Natal, buscando uma vaga no Oscar, e em 19 de janeiro no Brasil. Já Emily Ratajkowski fez o telefilme “Bright Futures” da rede NBC, sobre um grupo de amigos num período de transição entre a juventude e a vida adulta, que ainda não tem previsão de estreia.












