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Etc, Filme

Chuck Norris é internado às pressas após emergência no Havaí

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Etc

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18 de março de 2026
  • Etc,  Filme

    Diretor de “Força Aérea Um” e “Troia”, Wolfgang Petersen morre aos 81 anos

    16 de agosto de 2022 /

    O diretor alemão Wolfgang Petersen, que marcou época em filmes como “O Barco: Inferno no Mar”, “A História Sem Fim”, “Na Linha de Fogo”, “Força Aérea Um” e “Troia”, morreu na sexta-feira (12/8) em sua residência em Brentwood, na Califórnia, de câncer no pâncreas aos 81 anos de idade. A notícia foi confirmada por sua produtora nesta terça (16/8), que revelou que ele estava ao lado de sua esposa Maria Antoinette, com quem foi casado por 50 anos. Wolfgang Petersen começou a carreira na TV alemã em 1965. Enquanto trabalhava na popular série policial “Tatort”, conheceu o ator Jurgen Prochnow, que se tornaria figura frequente em seus primeiros filmes. Prochnow estrelou todos os três filmes alemães do diretor, incluindo o drama em preto e branco “A Consequência” (1977), que adaptou o romance autobiográfico de Alexander Ziegler sobre amor homossexual e foi considerado tão radical na época que, quando entrou na janela televisiva, as redes de TV da Alemanha Ocidental se recusaram a exibi-lo. O ator também foi o capitão do U-boat no hoje clássico suspense naval “O Barco: Inferno no Mar” (Das Boot, 1981). A trama claustrofóbica, passada a bordo de um submarino durante a 2ª Guerra Mundial, foi indicada a seis Oscars – um número enorme para um filme estrangeiro – incluindo dois para Petersen, nas categorias de Melhor Roteiro Adaptado e Direção. Graças ao impacto do filme, Petersen passou a ser requisitado por Hollywood, trocando sua carreira no cinema autoral alemão por aventuras com orçamentos de blockbusters. Seu primeiro filme americano foi “A História sem Fim”, uma fantasia infantil sobre o poder da imaginação lançada em 1984 que marcou época e ainda é frequentemente citada em “Stranger Things”. Sucesso de bilheteria, ganhou sequência seis anos depois com direção de George Miller (o pai de “Mad Max”). Em vez de ficar preso à franquia, Petersen buscou variar seu repertório com “Inimigo Meu” (1981), sci-fi passada em outro mundo, que era basicamente uma versão de “Inferno no Pacífico” (1968) com alienígena. Mas seu nicho em Hollywood acabou não sendo o cinema fantasioso. Ele acabou se consagrando como diretor de filmes de ação. Ao longo de uma década, Petersen emplacou cinco hits consecutivos com muita tensão: “Na Linha de Fogo” (1993), em que Clint Eastwood viveu um agente do Serviço Secreto, “Epidemia” (1995), com Dustin Hoffman tentando impedir a propagação de ebola no mundo, “Força Aérea Um” (1997), que trouxe Harrison Ford contra terroristas no avião presidencial, “Mar em Fúria” (2000), onde George Clooney e Mark Wahlberg são vítimas de uma tempestade brutal no oceano, e “Troia” (2004), com Brad Pitt no papel de Aquiles durante a Guerra de Troia. Este período bem-sucedido, que o tornou um dos diretores mais requisitados para filmes com cenas de ação, chegou a um fim súbito com o fracasso de “Poseidon” (2006), remake dispendioso de um dos maiores blockbusters de desastres dos anos 1970. Custou US$ 160 milhões em produção e gerou bilheteria mundial de US$ 182 milhões, resultando em uma enorme perda para a Warner Bros. e encerrou, abruptamente, a carreira de Peterson em Hollywood. O cineasta só voltou para trás das câmeras uma década depois na Alemanha, quando lançou “Quatro Contra o Banco” (2016), uma comédia criminal modesta com elenco alemão que completou sua filmografia. Apesar da má vontade dos estúdios após “Poseidon”, Peterson era muito querido entre seus colegas e admirado pelos atores com quem trabalhou, incluindo Clint Eastwood, Harrison Ford, George Clooney, Brad Pitt, Rene Russo, Glenn Close, Mark Wahlberg, Dustin Hoffman e Morgan Freeman. Seu legado continua a ser explorado até hoje pela TV alemã, que transformou “O Barco: Inferno no Mar” numa série de sucesso lançada em 2018 e que já rendeu três temporadas premiadas – a mais recente em 2022.

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    Foto apresenta protagonistas do novo “Jogos Vorazes”

    16 de agosto de 2022 /

    A Lionsgate divulgou a primeira foto de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, o prelúdio de “Jogos Vorazes”, que traz Rachel Zegler (“Amor, Sublime Amor”) e Tom Blyth (da série “A Idade Dourada”) em clima romântico. Os dois atores também compartilharam a foto no Instagram com uma legenda curiosa: “Prévia de nosso pequeno e discreto filme sobre dois observadores de pássaros totalmente tranquilos, sem nenhum dano emocional…” A nova produção leva às telas o mais recente livro da saga, escrito por Suzanne Collins. Apesar de ter sido publicado em 2020, após o sucesso dos filmes, a trama é um prólogo, passada 64 anos antes da vitória de Katniss Everden nos Jogos Vorazes. Zegler vive a protagonista Lucy Gray Baird, tributo do empobrecido Distrito 12. Selecionada para participar dos “Jogos Vorazes”, ela recebe a mentoria do jovem Coriolanus Snow (Blyth), décadas antes de ele se tornar o poderoso presidente de Panem. Na trama, o futuro presidente é um jovem de 18 anos, nascido em berço de ouro e ansioso por construir o seu próprio legado. Com o talento e carisma de Gray, Snow acredita que pode virar as probabilidades a seu favor para vencer os jogos. O elenco também inclui Hunter Schafer (“Euphoria”), Peter Dinklage (“Game of Thrones”), Laurel Marsden (“Ms. Marvel”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Ashley Liao (“Physical”), Josh Andrés Rivera (também de “Amor, Sublime Amor”), Mackenzie Lansing (“Mare of Easttown”) e Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) como principal vilã, a mentora da 10ª edição dos Jogos Vorazes. O longa conta novamente com direção de Francis Lawrence, que assinou a maioria dos filmes da franquia, além do roteirista Michael Arndt e a produtora Nina Jacobson. Nina Jacobson produziu todos as quatro adaptações dos livros de Suzanne Collins, que faturaram US$ 3 bilhões em bilheteria mundial, Lawrence dirigiu as três últimas e Arndt escreveu a melhor, “Jogos Vorazes: Em Chamas”. A estreia está marcada para 16 de novembro de 2023 no Brasil e um dia depois nos EUA.

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    Ezra Miller decide tratar seus “problemas complexos de saúde mental”

    16 de agosto de 2022 /

    Ezra Miller, intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” e do vilão Credence Barebone em “Animais Fantásticos”, emitiu um comunicado após se envolver em várias polêmicas, informando que começou um tratamento para seus “problemas complexos de saúde mental”. Em uma declaração fornecida por um representante do ator, Miller quebrou o silêncio sobre o comportamento preocupante exibido nos últimos meses, que levou a uma série de questões legais e acusações de agressão e abuso. Miller também se desculpou por suas ações. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, diz o comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Me comprometo em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” A decisão abrupta, informada na noite de segunda-feira (15/8), foi tomada após pelo menos dois meses de esforços de sua agência de talentos, CAA, da Warner Bros e de outros colegas, amigos e familiares para Miller buscar ajuda. A virada pode ter acontecido após os problemas se tornarem acusação criminal. Na semana passada, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro por uma acusação de furto. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto na acusação formal da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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    HBO Max demite 70 funcionários

    16 de agosto de 2022 /

    A Warner Bros. Discovery demitiu cerca de 70 funcionários do serviço de streaming HBO Max nesta segunda (15/8). O volume equivale a 14% do total de funcionários da plataforma nos EUA, mas a maioria das demissões foi de funcionários dos serviços da divisão de não-ficção (reality shows) e de produções originais internacionais. A equipe de produções originais de ficção foi a menos afetada. A decisão de manter a equipe de ficção é tranquilizadora, uma vez que CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, já anunciou que a empresa deve reduzir o seu investimento no streaming. Ele também havia declarado o fim dos filmes exclusivos para a HBO Max. Mas não é esse o caminho para onde a atual decisão aponta. O diretor de conteúdo da HBO e HBO Max, Casey Bloys, vai manter a sua função e continuar a supervisão dos projetos de ficção do serviço. Além dele, a maioria dos executivos que trabalham sob a sua supervisão também mantiveram os seus empregos. Houveram, porém, algumas reestruturações. Amy Gravitt, responsável pela divisão da comédia da HBO também vai assumir as produções de comédia da HBO Max, ocupando assim o lugar de Suzanna Makkos (que não foi demitida). A mudança se deu como forma de unificar as duas divisões de comédia. Já a divisão de drama, supervisionada por Sarah Aubrey, também se manteve intacta. Aubrey foi responsável pelas séries originais da HBO Max e supervisionou, entre outras, “O Pacificador”. Não ficou claro, porém, se esses funcionários que mantiveram os seus empregos vão trabalhar em novas atrações, ou se vão apenas fazer a manutenção daquilo que já estava em andamento. Ainda assim, é um futuro muito mais promissor do que as especulações apocalípticas de antes. Por outro lado, a divisão de produções de não-ficção foi praticamente desfeita. Isso se deve, em parte, aos planos futuros da fusão da HBO Max com a Discovery+, plataforma especializado em produções desse tipo. Portanto, manter as duas divisões seria redundância. “Enquanto contemplamos a oferta de conteúdo do Discovery se juntando ao HBO Max para uma eventual plataforma combinada, tivemos que tomar a decisão incrivelmente difícil de dissolver ou reestruturar equipes, nenhuma das quais reflete as contribuições dos indivíduos afetados por isso”, a empresa comunicou, em um memorando. Os cortes fazem parte de uma meta ambiciosa da Warner Bros. Discovery, que pretende economizar cerca de US$ 3 bilhões com a eliminação de redundâncias e diminuição da folha de pagamentos.

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    Jennifer Lopez e Ben Affleck preparam festão de casamento

    15 de agosto de 2022 /

    O casal Jennifer Lopez (“As Golpistas”) e Ben Affleck (“Liga da Justiça”) fará sua festa de casamento um mês após eles terem consumado o matrimônio em Las Vegas. Segundo o site Page Six, a celebração será grandiosa e terá duração de três dias. Tudo vai começar com um jantar na sexta-feira (19/8), seguido pela celebração no sábado (20/8) e culminará num churrasco e piquenique no domingo (21/8). “Vai ser tudo sobre J.Lo. Ben quer que todo o foco esteja nela para o grande dia”, disse uma fonte do Page Six. Lopez deve usar um vestido de alta costura da grife Ralph Lauren, feito na Itália, e a revista Vogue vai acompanhá-la o tempo todo. Entre os possíveis convidados, estão os atores Matt Damon (“O Último Duelo”), Casey Affleck (“Manchester à Beira Mar”), Drea de Matteo (“Shades of Blue”) e o apresentador Jimmy Kimmel. Segundo o site TMZ, o evento acontecerá na propriedade de Affleck em Riceboro, no estado americano da Geórgia.

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    Amber Heard troca advogados para segundo round contra Johnny Depp

    15 de agosto de 2022 /

    A atriz Amber Heard trocou seu time de advogados. Após dar entrada na apelação da sentença do processo de difamação vencido por seu ex-marido, Johnny Depp, a atriz tratou de renovar sua equipe para o segundo round do conflito judicial. De acordo com o site TMZ, ela contratou a firma de advocacia Ballard Spahr na esperança de ter uma nova visão ao revisar o caso e as evidências do processos. Os advogados que vão liderar o time da atriz ficaram conhecidos por representarem o jornal New York Times num caso de difamação movido por Sarah Palin, ex-governadora do Alasca e candidata a vice-presidente dos EUA pelo Partido Republicano em 2008. A ex-advogada de Amber, Elaine Bredehoft, disse em comunicado que era a hora perfeita de “passar o bastão” da liderança do caso. Os novos representantes da atriz também se manifestaram: “Nós acolhemos a oportunidade de representar a Srta. Heard nesta apelação, por ser um caso importante para as implicações da Primeira Emenda no país”, disseram David Axelrod e Jay Ward Brown, citando a emenda que defende a Liberdade de Expressão. No início de junho, Amber foi considerada culpada por escrever um artigo no The Washington Post em que se declarava sobrevivente de abuso doméstico. Na decisão, o júri determinou que a atriz teria que indenizar o ex-marido em US$ 10,35 milhões (US$ 10 milhões em danos compensatórios e US$ 350 mil em danos punitivos), mas considerou que o ator também difamou sua ex-esposa ao lutar contra suas acusações, concedendo a Heard US$ 2 milhões em danos compensatórios – na prática, apenas diminuiu um pouco o débito da atriz, que caiu para US$ 8,35 milhões. Heard entrou com um recurso de apelação da sentença em julho.

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    Bryce Dallas Howard diz que recebeu bem menos que Chris Pratt por “Jurassic World”

    15 de agosto de 2022 /

    A atriz Bryce Dallas Howard comentou os rumores de que seu cachê pela franquia “Jurassic World” foi menor que o de Chris Pratt pelo mesmo trabalho. Segundo a informação publicada na revista Variety em 2018, ela recebeu US$ 8 milhões pelo segundo filme, “Reino Ameaçado”, enquanto ele recebeu US$ 10 milhões. Só que, na verdade, a realidade foi muito pior. “Eu recebe muito menos do que os rumores dizem, muito mesmo”, ela comentou, em entrevista ao site Business Insider. “Quando eu comecei a negociar para ‘Jurassic’, era 2014 e um mundo diferente, eu estava em grande desvantagem. Infelizmente, você precisa assinar um contrato de três filmes, e o acordo fica estabelecido”, explicou a atriz. Ela disse que conversou sobre o assunto com Chris Pratt, que então se ofereceu para exigir a igualdade salarial nos contratos extras, que envolvem brinquedos, jogos e passeios nos parques da Universal. “Ele literalmente me disse: você não precisa fazer nada, eu vou negociar tudo. Vamos ser pagos o mesmo e você não precisa nem pensar nisso”. “Eu o amo muito por ter feito isso. De verdade, porque eu recebi muito mais por essas coisas do que pelo filme”, completou Howard. Nos últimos anos, atrizes têm se pronunciado sobre a disparidade salarial entre homens e mulheres em Hollywood. No ano passado, Kirsten Dunst contou que a diferença entre o seu salário e o de Tobey Maguire em “Homem-Aranha” foi “extrema”. “Eu nem pensei sobre isso. Eu ficava tipo, ‘Ah, sim, Tobey [Maguire] está interpretando o Homem-Aranha’. Mas você sabe quem estava no pôster do segundo Homem-Aranha? O Homem-Aranha e eu”, Dunst apontou. Em 2019, Michelle Williams disse que ficou “paralisada” ao descobrir que Mark Wahlberg recebeu US$ 1,5 milhão extra para participar das refilmagens de “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017) – com o objetivo de substituir o ator Kevin Spacey por Christopher Plummer – , enquanto ela só recebeu US$ 1 mil.

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    Ator de “Stranger Things” não aguenta mais comentários sobre cabelo

    15 de agosto de 2022 /

    O ator Joe Keery, intérprete de Steve Harrington na série “Stranger Things”, contou que não aguenta mais o foco constante ao seu cabelo em entrevistas e mídia em geral. “É realmente ridículo. Não é algo sobre o qual eu tenha controle”, disse ele ao site The Daily Beast. “Eu tenho uma carreira, então tenho que pensar: ‘Quem se importa? Eu aceito’. Mas cabelos não são algo com que eu realmente me importe. Ainda assim, as pessoas parecem realmente achar isso importante e se fixar nisso, por qualquer motivo. É muito estúpido, honestamente.” Toda essa atenção dada ao cabelo de Keery não é recente. No ano passado, ele chegou a ser convidado para fazer propaganda para uma marca de produtos cosméticos. “Acho que seria muito pedante para a maioria das pessoas. Seria um gesto de vendido. Você não acha?”, ele revelou para a revista GQ. A obsessão acabou rendendo até música. O astro, que também é cantor, gravou recentemente uma faixa chamada “Gloom”. E em certo momento da canção, ele diz: “Seus insultos não me afetam com meu casaco favorito. Eu sei que meu cabelo ficou bonito no banheiro do bar”. Keery explicou a sua escolha. “É como uma piscadela”, disse ele. “Todo mundo me pergunta sobre isso. É meio que um… momento. Essa música é como uma faixa de atitude arrogante.” Joe Kerry e seu cabelo exuberante serão vistos em breve na 5ª e última temporada de “Stranger Things”. Antes disso, o ator vai participar da 5ª temporada da série “Fargo” e estrelar os filmes “Marmalade”, sobre um sujeito que tenta fugir da prisão para se reunir com o seu amor, e “Cold Storage”, sobre um vírus que ameaça todo o mundo. Nenhum desses projetos têm data de estreia definida.

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    Academia pede desculpas à atriz indígena que causou furor no Oscar 1973

    15 de agosto de 2022 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela premiação do Oscar, pediu desculpas publicamente pela maneira como tratou a atriz indígena Sacheen Littlefeather (“A Volta dos Bravos”) depois que ela apareceu em nome de Marlon Brando para recusar o Oscar que o ator venceu pelo trabalho em “O Poderoso Chefão” (1972). Na ocasião, Littlefeather leu uma mensagem de Brando na qual destacava, entre outras coisas, os estereótipos nativos americanos perpetuados pela indústria do entretenimento. O discurso causou furor e foi considerado uma brincadeira de mau gosto na época. Agora, a Academia admitiu que o ato levou Littlefeather a ser “boicotada profissionalmente, pessoalmente atacada, assediada e discriminada pelos últimos 50 anos”. A própria Littlefeather já havia afirmado isso em um documentário curta-metragem intitulado “Sacheen” (2019). No curta, ela disse que o próprio Brando elogiou a postura dela no Oscar, mas depois a abandonou. Segundo Littlefeather, a polêmica a colocou na lista negra de Hollywood e, consequentemente, ela não conseguiu mais nenhum trabalho. O pedido de desculpas foi feito por meio de uma carta assinada pelo presidente da Academia, David Rubin, e enviada em junho. Além de divulgar o conteúdo da carta (que pode ser lida abaixo), a Academia também programou uma aparição de Littlefeather no Museu do Cinema, em setembro. “Em relação ao pedido de desculpas da Academia para mim, nós indígenas somos pessoas muito pacientes – faz apenas 50 anos! Precisamos manter nosso senso de humor sobre isso o tempo todo. É o nosso método de sobrevivência”, ela disse, por meio de um comunicado à imprensa. Littlefeather elogiou a iniciativa do programa no Museu de Cinema, que será totalmente desenvolvido por ela e vai acontecer em 17 de setembro. “Eu nunca pensei que viveria para ver o dia deste programa acontecer, com artistas nativos tão maravilhosos e Bird Runningwater, um produtor de televisão e cinema, que também guiou o compromisso do Instituto Sundance com cineastas indígenas por 20 anos através dos Laboratórios do Instituto e Festival de Cinema de Sundance. Este é um sonho tornado realidade. É profundamente animador ver o quanto mudou desde que não aceitei o Oscar há 50 anos. Estou muito orgulhosa de cada pessoa que vai aparecer no palco.” Leia abaixo a carta de David Rubin na íntegra. “Cara Sacheen Littlefeather, Escrevo para você hoje uma carta que devo há muito tempo em nome da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com humilde reconhecimento de sua experiência no 45º Oscar. Quando você subiu no palco em 1973 para não aceitar o Oscar em nome de Marlon Brando, mencionando a deturpação e maus-tratos dos nativos americanos pela indústria cinematográfica, você fez uma declaração poderosa que continua a nos lembrar da necessidade de respeito e a importância da dignidade humana. O abuso que você sofreu por causa dessa declaração foi descabido e injustificado. A carga emocional que você viveu e o custo para sua própria carreira em nossa indústria são irreparáveis. Por muito tempo, a coragem que você demonstrou não foi reconhecida. Por isso, oferecemos nossas mais profundas desculpas e nossa sincera admiração. Não podemos realizar a missão da Academia de ‘inspirar a imaginação e conectar o mundo através do cinema’ sem o compromisso de facilitar a mais ampla representação e inclusão que reflita nossa diversificada população global. Hoje, quase 50 anos depois, e com a orientação da Academy’s Indigenous Alliance, estamos firmes em nosso compromisso de garantir que as vozes indígenas – os contadores de histórias originais – sejam contribuintes visíveis e respeitados para a comunidade cinematográfica global. Dedicamo-nos a promover uma indústria mais inclusiva e respeitosa que alavanque um equilíbrio entre arte e ativismo para ser uma força motriz para o progresso. Esperamos que você receba esta carta com espírito de reconciliação e como reconhecimento de seu papel essencial em nossa jornada como organização. Você está para sempre respeitosamente enraizado em nossa história. Com calorosas saudações, David Rubin Presidente, Academia de Artes e Ciências Cinematográficas”

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    Após ação do MPF, MUBI diz que colabora com Ministério da Justiça desde o início do ano

    15 de agosto de 2022 /

    A MUBI divulgou um comunicado após o Ministério Público Federal (MPF) entrar com uma ação civil pública na Justiça para que a plataforma divulgue a classificação indicativa de sua programação. Trata-se de uma obrigação prevista na legislação brasileira para que pais e responsáveis controlem o conteúdo assistido por crianças. Segundo o documento, o Ministério da Justiça tentou oficiar a MUBI para que fossem ajustadas as inadequações em fevereiro deste ano, mas não obteve resposta. Foi então que representou ao MPF pedindo providências para que a empresa cumpra a legislação brasileira. Só que em sua nota oficial a MUBI diz que vem trabalhando com a Coordenação do Sistema de Classificação desde o começo do ano. Além disso, um dos pedidos da ação apresentada na sexta (12/8), acesso integral do aplicativo para o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), teria sido concedido em março. Fica claro, pelo teor da nota, que a plataforma está colaborando com o governo, ao contrário do que afirma o MPF em seu documento enviado à 8ª Vara de Justiça federal. Vale apontar apontar ainda que a MUBI possui um sistema de classificação indicativa que descreve, título a título, se o conteúdo pode ser visto pelo público em Geral, se é para o público Adulto ou se merece Atenção dos pais para determinar se deve ser assistido por adolescentes. A diferença está apenas na falta de adoção do critério específico estabelecido pelo Ministério da Justiça, que tem a mesma função, mas estabelece várias faixas etárias. Veja abaixo a íntegra da nota oficial do MUBI. “A MUBI Brasil tem trabalhado junto à Coordenação do Sistema de Classificação nos últimos meses, depois de tomar conhecimento acerca de uma notificação de fevereiro de 2022. Trata-se da mesma questão publicada no site do Ministério Público Federal no dia 12 de agosto de 2022. A MUBI recebeu orientação da Coordenação do Sistema de Classificação em março de 2022 e, desde então, concedeu acesso irrestrito à plataforma ao Ministério da Justiça e está trabalhando junto ao órgão para manter-se atualizada sobre todos os demais requisitos legais e prazos correspondentes. A MUBI está conversando com todas as partes envolvidas para reconfirmar quaisquer requisitos ou informações que a companhia não tenha tido conhecimento até agora, a fim de regularizar todas as pendências dentro do prazo estabelecido.”

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    Novos donos dizem que público do canal de “Riverdale” tem 58 anos de idade!

    15 de agosto de 2022 /

    Os planos do Nexstar Media Group para a recém-adquirida rede The CW precisaram de apenas uma apresentação para virar piada nas redes sociais. Ao relatar seu projeto de ampliar a base de telespectadores, os novos proprietários da emissora afirmaram que a média etária do público da CW é de 58 anos. Entretanto, o canal é conhecido por suas séries adolescentes, cheias de super-heróis e colegiais, como “Riverdale”, “All American”, “Legacies” e “The Flash”. De acordo com o presidente e COO da Nexstar, Tom Carter, a diferença entre a idade elevada do público e o conteúdo é o motivo pelo qual a CW é a rede de menor audiência entre todas as cinco dos EUA. O plano, daqui para frente, seria incluir mais produções que reflitam a “verdadeira idade” da audiência. O mais curioso é que o (ainda) presidente do canal, Mark Pedowitz, não cansa de comentar que o público jovem da emissora é o verdadeiro motivo da baixa audiência, devido ao costume de consumir conteúdo online. Por isso, ele sempre destaca a importância da CW Seed, plataforma da rede, em sua estratégia de audiência geral. Pedowitz, por sinal, não foi referenciado na apresentação, que contou com declarações de executivos da CBS e da Warner, empresas até então sócias no controle da CW (cujo nome é a sigla da junção de CBS e Warner). Mas a expectativa é que ele permanece como CEO do canal. O comentário de Carter acabou viralizando nas redes sociais, no pior sentido. “Eu teria rido se a idade média fosse 40”, escreveu Mike Royce, ex-produtor de “On One Day at a Time”, no Twitter. “58 é uma verdadeira genialidade cômica.” Royce ainda fez a sugestão de sua antiga comédia de cinquentões, “Men of a Certain Age”, fizesse companhia para “Riverdale” na programação da emissora. Foram várias piadas depois disso. “Você ouviu?”, escreveu o jornalista Matt Sibley, do site Newsarama. “Aparentemente, a idade média dos espectadores da CW é de 58 anos. 58 anos! Agora, eu sei que você está pensando que isso é absurdo! Mas pense em quanto tempo ‘Supernatural’ durou.” “Descobrir que a idade média de um telespectador da CW é 58 é a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo”, escreveu a roteirista Caissie St.Onge (“Busy Tonight”). “Talvez seja porque quando você tem 58 anos finalmente tem tempo para assistir TV? Hora de sentar, abrir um White Claw e viver indiretamente através de adolescentes falsos fazendo merda que você sempre ouviu que os adolescentes faziam?” Veja abaixo estes e outros posts (em inglês) sobre a declaração. After Riverdale, stay tuned for an all new pic.twitter.com/EAPeceLF9S — Mike Royce (@MikeRoyce) August 15, 2022 "You hear about this?– Apparently the average age of a CW viewer is 58 years old. 58 years old! Now I know you're thinking, that's absurd! But just think about how long Supernatural was on for." pic.twitter.com/ZbjyKRWyO1 — Matt Sibley (in his Red era) (@Matt_Sibley) August 15, 2022 Finding out the average age of a CW viewer is 58 is THE BEST thing that could have happened to me. Maybe it's that when you're 58 you finally have time to watch TV? Time to sit back, crack a White Claw & live vicariously through fake teens doing shit you always heard teens did? — Caissie (@Caissie) August 15, 2022 So this was the CW the whole time? pic.twitter.com/V6v0aCtTxs — Scott of Rivia (@DerfelMacGuffin) August 15, 2022 the average cw viewers watching organ harvesting cults and supernatural plots playout on riverdale: pic.twitter.com/xSIAiVQZ9P — barchiedaily (@Barchiedaily) August 15, 2022 the average CW viewer tuning in to Riverdale each week https://t.co/wXz4agIe23 pic.twitter.com/8mMhDK1339 — Spencer Althouse (@SpencerAlthouse) August 15, 2022 ***The CW, 2006-2022***– superheroes– supernatural– sexy teens ***The CW, 2022-????***– The Bucket List: The Series– Golden Girls: The Next Generation– Walker — Alex Zalben (@azalben) August 15, 2022

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    Dani Calabresa é condenada por ofensa homofóbica

    15 de agosto de 2022 /

    A Justiça paulista condenou os comediantes Dani Calabresa e Bento Ribeiro a indenizarem em R$ 15 mil o colunista social Marcelo Bandeira. O caso tem dez anos e foi aberto quando Dani e Bento eram apresentadores do “Furo MTV”. Em 2011, eles fizeram comentários homofóbicos sobre uma gafe cometida pela apresentadora Claudete Troiano, do programa “Manhã Gazeta”, da TV Gazeta. Bandeira participava de um quadro do programa e foi chamado pelos humoristas de “a bicha que trabalha com ela” e “ajudante homossexual”. Dizendo ter sido humilhado e ridicularizado, o colunista entrou na Justiça contra os humoristas e a emissora exigindo uma indenização por danos morais de R$ 272,5 mil. O valor conseguido foi muito baixo, apesar de a juíza Daniela de Paula considerar a ofensa grave. “Evidentemente, o tratamento dispensado ao autor [do processo] é ofensivo. Termos como ‘bicha’ desvelam ojeriza à orientação sexual de pessoas homossexuais”, afirmou na sentença. Em sua defesa, Dani Calabresa afirmou à Justiça que, à época dos fatos, “os conteúdos televisivos, em especial os de humor, que envolvessem a questão da orientação sexual eram comuns e aceitos em nossa sociedade”. “Bicha era uma expressão totalmente aceita à época”, declarou, segundo levantamento do colunista Rogério Gentile. A época não foi no ainda não muito distante século 20, mas agora em 2011. A defesa da humorista ainda louvou o estilo de humor ofensivo. “Deve-se ter em mente que o humor, além de ser marcado pela descontração, usa como ferramentas o exagero, a hipérbole, o óbvio, o absurdo”. E ainda reclamou de censura! “A reprovabilidade quanto a seu conteúdo, fica restrita àquele que a ouve, não cabendo ao Poder Judiciário proceder juízo de valor de modo a aplicar sanção ao artista, sob pena de cometimento de censura”. Já Bento disse à Justiça que não tinha qualquer ingerência sobre o conteúdo do programa, atuando meramente como apresentador daquilo que os roteiristas elaboravam, e também citou a liberdade de expressão. A Abril, proprietária da antiga MTV Brasil, disse que “não houve ataque pessoal com o propósito de ofender o colunista”, só “uma abordagem satírica desenvolvida a partir de características pessoas e públicas dos protagonistas” do programa da Gazeta. Ou seja, piada com a “bicha”. “Se há um programa de TV satírico, nada mais se espera dele do que a sátira, e esse estilo de fazer humor não pode ser interpretado como ofensa pela simples utilização isolada de gírias popularmente adotadas”, acrescentou a empresa. Então, podiam até falar “viado”, “filhodap…” e outras coisas que não seria ofensa, nesse entendimento. A juíza Daniela de Paula não aceitou a argumentação. “Ainda que os réus aleguem que as falas seriam jocosas e não teriam intenção de ofender, os comentários direcionados ao autor constituíram notória ridicularização de sua identidade. A homoafetividade, historicamente marginalizada, deve ser protegida de comportamentos degradantes” Além dos comediantes, a emissora também foi condenada a pagar a o valor da indenização em conjunto. Eles ainda podem recorrer da decisão, mas se alguém deveria recorrer é o ofendido, já que o valor da indenização é muito aquém do pretendido. Do ponto de vista de relações públicas, o melhor agora para os condenados é pagar a “merreca” e ficar quietinhos, porque cada manifestação de defesa só aumenta a ofensa e torna pior a imagem pública dos envolvidos. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.

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  • Etc

    Anne Heche tem suporte de vida desligado para transplante de órgãos

    15 de agosto de 2022 /

    Após ter a morte cerebral declarada na sexta-feira (12/8), a atriz Anne Heche teve os aparelhos de suporte de vida desligados na noite de domingo (14/8) para o procedimento de transplante de seus órgãos, anunciou seu representante. Segundo o TMZ, foram encontrados vários pacientes compatíveis para receber a doação e diversos órgãos serão transplantados, mas os médicos não especificaram quais. A atriz de 53 anos ficou com queimaduras e uma lesão no pulmão depois colidir com seu carro numa casa, iniciando um incêndio na área de Mar Vista, em Los Angeles, em 5 de agosto. Ela entrou em coma após a colisão e ficou respirando por aparelhos por uma semana. A polícia de Los Angeles conseguiu um mandado para realizar coleta de sangue após evidências sugerirem que ela poderia estar sob efeito de drogas ou álcool no momento do acidente, e traços de cocaína e fentanil foram encontrados na atriz. Com sua morte, a investigação foi interrompida e não será retomada.

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