Kevin Spacey enfrenta julgamento por assédio de ator de “Star Trek: Discovery”
O primeiro julgamento do ator Kevin Spacey (“House of Cards”) por abuso vai começar nesta quinta (6/10) em Nova York. O caso se concentra nas acusações feitas pelo ator Anthony Rapp (estrela de “Star Trek: Discovery”), que há cinco anos acusou publicamente Spacey de tê-lo assediado quando ele era menor de idade. O julgamento vai se concentrar nas acusações de violência e inflição intencional de sofrimento emocional, mas não nas alegações mais fortes de assédio sexual, que foram descartadas em junho, por prescrição. Rapp está pedindo US$ 40 milhões em danos punitivos e compensatórios. Segundo a alegação de Rapp, Spacey agiu para gratificar seu desejo sexual durante um encontro em uma festa em Manhattan, em 1986, quando ele tinha apenas 14 anos e Spacey estava com 26 ou 27 anos. O caso veio à tona em 2017, quando o site BuzzFeed publicou uma entrevista com Rapp, em que ele relatou o ocorrido. Segundo o ator, Spacey estava bêbado e o agarrou no final de uma festa com o elenco de uma peça, colocou-o em cima de uma cama, subiu em cima dele e fez avanços sexuais (tocando as suas nádegas). Logo após a publicação da história, Spacey fez um post no seu Twitter dizendo não se lembrar de nada do que foi relatado. “Se eu me comportei como ele descreve, devo a ele as mais sinceras desculpas pelo que teria sido um comportamento bêbado profundamente inapropriado, e lamento os sentimentos que ele descreve ter carregado por todos esses anos”, escreveu ele, que aproveitou para se assumir gay. Inicialmente, Rapp havia desistido de processar Spacey porque se recusava a dizer o nome do seu agressor na ação. E após o encorajamento do movimento #MeToo, já era tarde demais e o processo inicial foi descartado. Além disso, a defesa de Spacey argumentou que o ocorrido não se caracterizava como abuso sexual. “O senhor Rapp afirma que o senhor Fowler [sobrenome real de Spacey] o levantou, que a mão do senhor Fowler ‘raspou’ as nádegas vestidas do senhor Rapp por segundos enquanto o fazia, que o senhor Fowler colocou o senhor Rapp de costas em uma cama, e o senhor Fowler então brevemente colocou seu próprio corpo vestido parcialmente ao lado e parcialmente sobre o do Sr. Rapp”, afirma um documento do processo. O próprio Rapp afirmou em depoimento que “não houve beijos, ninguém se despiu, não houve toques por cima das roupas e nem declarações ou insinuações sexualizadas”. Com base nisso, os advogados de Spacey argumentaram que o processo de Rapp deveria ser arquivado, uma vez que a lei “exige” que um acusador precisa “apertar, agarrar ou beliscar uma parte sexual ou outra parte íntima” para que a acusação de abuso sexual possa se qualificar sob a lei de Nova York. “As alegações do demandante equivalem a uma alegação de que Fowler o surpreendeu ao pegá-lo, colocá-lo em uma cama e colocar um pouco de seu peso corporal contra ele, antes que o demandante ‘se contorcesse’ sem resistência”, disse o documento. Entretanto, os advogados de Rapp citaram dois casos do estado de Nova York em que homens foram condenados por abuso sexual de terceiro grau depois de “roçarem” as nádegas de mulheres nos vagões de metrô. Na ocasião, eles estavam com as mãos estendidas para fins de gratificação sexual. O julgamento de Spacey pode produzir algumas testemunhas inesperadas, uma vez que documentos do tribunal deram a entender que testemunhas envolvidas na produção de “House of Cards” podem ser chamadas para depor. Spacey foi retirado da série depois do surgimento das acusações, que levaram integrantes da equipe a fazerem suas próprias denúncias. Ele também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o filme não perder sua data de estreia. O ator já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, com o juiz do caso considerando que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas ainda não tinha sido julgado por uma denúncia de assédio. Até então, ele vinha tendo muita sorte. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, ele teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Graças à falta de condenação, Spacey conseguiu voltar a atuar. Ele participou de um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero, e interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight”, que foi levado ao Marché du Film, o mercado de negócios do Festival de Cannes, para conseguir distribuidores internacionais. Mas neste ano voltou a sofrer denúncias de abuso sexual na justiça britânica. Ele se declarou inocente em julho, na audiência preliminar do julgamento, que vai acontecer só em 2024. Além de Spacey, o diretor Paul Haggis (“Crash – No Limite”) está enfrentando uma acusação de estupro apresentada pela publicitária Haleigh Breest. O caso de Haggis também será julgado em Nova York. Já em Los Angeles, o produtor Harvey Weinstein (“Os Oito Odiados”) e o ator Danny Masterson (“That ’70s Show”) também estão enfrentando acusações criminais.
Estrelas do cinema francês cortam cabelos em apoio às mulheres do Irã
As atrizes Juliette Binoche (“A Escada”), Isabelle Huppert (“Elle”) e Marion Cotillard (“Aliados”) estão entre as mais de 50 artistas francesas que cortaram seus cabelos em apoio aos protestos que estão acontecendo no Irã. Um vídeo compilando as cenas dos cortes foi postado no perfil Soutien Femmes Iran (Apoiar as Mulheres Iranianas) no Instagram. Além delas, as atrizes Isabelle Adjani (“Possessão”), Berenice Bejo (“O Artista”), Laure Calamy (“Minhas Férias com Patrick”), Julie Gayet (“O Genro da Minha Vida”), Alexandra Lamy (“De Carona para o Amor”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e sua mãe Jane Birkin (“A Bela Intrigante”), a veterana Charlotte Rampling (“45 Anos”), as cantoras Angele e Pomme e a cineasta Marjane Satrapi (“Persepolis”) também aparecem cortando seus cabelos em forma de apoio – entre muitas outras. O corte de mechas é simbólico, porque foi isso que causou a morte de Mahsa Amini, incidente que ganhou notoriedade mundial. Amini morreu sob custódia policial em 16 de setembro, após ser presa por não usar seu hijab adequadamente de acordo com as rígidas leis religiosas do país, e por permitir que algumas mechas de cabelo escapassem. Segundo a polícia, ela morreu de ataque cardíaco. Porém, testemunhas oculares e pessoas que foram detidas com ela relataram que Amini foi espancada pelos agentes da polícia moral iraniana. Ao redor do mundo, inúmeras mulheres estão cortando uma mecha de cabelo e postando o ato nas redes sociais, como solidariedade às iranianas submetidas ao controle rígido governo islâmico. As imagens das atrizes cortando os seus cabelos são embaladas por uma versão persa da famosa música de protesto “Bella Ciao”, cantada pela artista iraniana Gandom. “Desde a morte de Mahsa em 16 de setembro, o povo iraniano, liderado por mulheres, vem protestando com risco de vida. Essas pessoas só esperam ter acesso às liberdades mais essenciais. Essas mulheres, esses homens, estão pedindo nosso apoio”, diz a legenda do vídeo. “Sua coragem e dignidade nos obrigam [a agir]. É impossível não denunciar repetidas vezes esta terrível repressão. Houve dezenas de mortes, incluindo crianças. As prisões estão aumentando o número de prisioneiros já detidos ilegalmente e muitas vezes torturados. Decidimos responder ao chamado que nos foi lançado cortando algumas dessas mechas.” Recentemente a atriz e cineasta Angelina Jolie (“Malévola”) também divulgou o seu apoio às mulheres iranianas. Além disso, também foi publicada uma carta aberta assinada por mais de mil figuras do mundo do cinema francês, apoiando os protestos no Irã. Entre as signatárias da carta estão as cineastas Catherine Corsini (“A Fratura”), Alice Diop (“Saint Omer”), Audrey Diwan (“O Acontecimento”), Julia Ducournau (“Titane”), Eva Husson (“Filhas do Sol”), Alice Winocour (“A Jornada”) e Rebecca Zlotowski (“A Prima Sofia”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SOUTIEN FEMMES IRAN (@soutienfemmesiran)
Angelina Jolie teria “envenenado os filhos” contra Brad Pitt
Fontes ligadas ao ator Brad Pitt negaram as acusações feitas por Angelina Jolie de que ele teria agredido não só ela, mas dois de seus seis filhos durante um voo internacional em 2016. Segundo relato feito ao TMZ, os filhos do casal não estão mais falando com ele por causa de Jolie. A fonte disse que a ligação do ator com as crianças se tornou um “relacionamento limitado ou nulo, por causa dos empenhos dela”. De acordo com a reportagem, as repetidas tentativas de Angelina de pintar Brad como um abusador de crianças tiveram um impacto extremo em seus seis filhos, que agora estão praticamente rompidos com o pai. Outra fonte destacou que Jolie está inventando tudo. “Ela continua a refazer, revisar e reimaginar a descrição de um evento ocorrido há seis anos, acrescentando informações completamente falsas a cada vez que volta a insistir em seus objetivos. A história dela está sempre mudando”. Na análise das fontes, o ataque feito contra o ator já teve resultado positivo para Jolie, porque apesar de ter uma custódia compartilhada dos filhos, a atriz “envenenou as crianças contra Brad” a ponto de elas não quererem mais nada com ele, o que acarreta um prejuízo afetivo e psicológico para elas próprias. As fontes também apontam que Pitt nunca proferiu publicamente uma palavra ruim sobre Jolie, pensando justamente no bem de seus filhos. Eles acrescentam, no entanto, que ele está profundamente magoado pelo que acredita ser um ataque cruel, implacável e interminável. Angelina Jolie deu entrada num novo processo contra o ex-marido na terça-feira (4/10), em que relata as agressões. O caso foi bastante noticiado recentemente. Informações a respeito dessa briga vieram à tona após Jolie processar o FBI, de forma “anônima”, para que os documentos da investigação realizada fossem tornados públicos. De acordo com os documentos legais, conseguidos pelo jornal New York Times, o processo descreve que “Pitt sufocou uma das crianças e bateu na cara de outra”. Ele também “agarrou Jolie pela cabeça e a chacoalhou”. Além disso, o ator derramou cerveja na atriz e cerveja e vinho tinto nas crianças. Autoridades federais, responsáveis por investigações em voos, teriam conversado com as partes e testemunhas, decidindo não abrir acusações formais contra o ator por falta de materialidade. De acordo com o relatório feito na época, um representante da Procuradoria dos EUA “discutiu os méritos desta investigação com o agente do caso [FBI]” e afirmou que “foi acordado por todas as partes que as acusações criminais neste caso não seriam feitas devido a vários fatores”. Logo após o incidente, o casal de celebridades se divorciou e Pitt decidiu publicamente parar de beber. Nenhuma acusação foi levada adiante contra o ator, o que levou Jolie a pedir os documentos do FBI para abrir sua própria ação. Fontes próximas a Pitt disseram que ambos os lados tiveram acesso a esse relatório por quase seis anos, afirmando que o pedido de Jolie era uma tentativa de prejudicar Pitt. O processo movido por Jolie também seria uma resposta à ação aberta por Pitt contra a ex-mulher por causa de uma vinícola francesa que ambos tinham quando casados. O ator afirma que ela tentou lhe “infligir danos” ao vender sua participação de 50% para um oligarca russo com “associações e intenções tóxicas”. No processo desta terça, os advogados de Jolie dizem que as negociações para que ela vendesse sua parte para o ex-marido foram canceladas porque ele exigia que ela assinasse um acordo para não divulgar “o abuso físico e emocional dela e de seus filhos”. Jolie e Pitt iniciaram seu relacionamento em 2004, durante as filmagens de “Sr. e Sra. Smith”, se casaram em 2014 e se divorciaram em 2016. O casal tem seis filhos, cujos direitos de guarda também são disputados nos tribunais. Após vencer a batalha pela custódia compartilhada no ano passado, Pitt sofreu um revés. Os advogados de Jolie conseguiram desqualificar o juiz responsável pelo veredito, fazendo a batalha jurídica recomeçar do zero.
Hilary Swank vai ser mãe de gêmeos aos 48 anos
A atriz Hilary Swank, de 48 anos, anunciou nesta quarta-feira (5/10) que está grávida de gêmeos. Serão os primeiros filhos da artista, que é casada com o empresário Philip Schneider desde 2018. “Isso é algo que eu queria há muito tempo e meu próximo passo é ser mãe. E não apenas de um, mas de dois”, ela revelou em entrevista ao programa “Good Morning America” desta quarta (5/10). “Eu não posso acreditar. É tão bom poder falar sobre isso e compartilhar” Apesar de não estar com a barriguinha aparecendo, Swank já está no segundo trimestre da gestação e considera o feito como um “milagre”. Vencedora de dois Oscars de Melhor Atriz por “Garotos não Choram” (1999) e “Menina de Ouro” (2004), ela é protagonista de uma nova série, “Alaska Daily”, que estreia na rede americana ABC nesta quinta-feira (6/10). A atração foi criada por Tom McCarthy, roteirista também vencedor do Oscar por “Spotlight” (2015). .@HilarySwank is going to be a mom of TWO! Congratulations! ❤️ https://t.co/kWY5S6eOU4 pic.twitter.com/kzuG8NkpdF — Good Morning America (@GMA) October 5, 2022
Antonia Fontenelle culpa Klara Castanho por derrota nas eleições
A youtuber Antonia Fontenelle resolveu culpar Klara Castanho por ter perdido as eleições para deputada federal pelo Rio de Janeiro. “Me prejudicou”, lamentou ela. A bolsonarista fez uma live em seu canal no YouTube, na segunda (4/10), onde afirmou que não foi eleita porque “não abriu mão da verdade e apontou o errado”. “Me prejudicou o fato de eu falar a verdade e levantar assuntos escabrosos”, justificou ela em um trecho do vídeo de 40 minutos. Impedida judicialmente de citar o nome de Klara em vídeos, fotos e qualquer publicação das redes sociais, Antonia chamou a artista de “moça” para tratar do assunto. “A acusação dela diz que eu a ameacei. E vai vir mais coisa, porque ela está sendo patrocinada. Mas ninguém pergunta cadê o estuprador, ninguém quer saber. Isso me prejudicou”, criticou Antonia, sem demonstrar remorsos pelo que fez. Klara Castanho abriu um processo civil contra Fontenelle e uma queixa-crime contra ela, o jornalista Leo Dias e a youtuber Adriana Kappaz, conhecida como Dri Paz, pelos crimes de difamação, calúnia e injúria. Castanho alega que os três teriam inventado mentiras sobre a sua gravidez, além de espalharem a informação na internet. Klara relatou também ter se sentido humilhada com a divulgação de seu estupro. Em junho, ela publicou o que chamou de “o relato mais difícil da minha vida”, revelando que sofreu um estupro, engravidou e entregou o bebê para adoção. A confissão foi feita após a notícia se espalhar com exposição da atriz. A história ganhou força após Antonia Fontenelle dizer em uma live que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou Fonenelle, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Castanho pleiteia uma indenização por danos morais e pena criminal na Justiça. As penas para difamação e injúria podem chegar a um ano, enquanto a pena para calúnia pode chegar a dois anos de prisão.
Bruno Gagliasso é provocado por irmão bolsonarista que virou deputado
Desde que conseguiu votação para ser eleito Deputado Estadual do Rio de Janeiro, Thiago Gagliasso tem provocado seu irmão mais famoso, o ator Bruno Gagliasso (“Marighella”), afirmando que o posicionamento de Bruno o ajudou a se eleger. Bruno é partidário de esquerda e já declarou o seu apoio ao ex-presidente Lula. Thiago, por sua vez, é de direita e defensor de Jair Bolsonaro. Segundo a “lógica” de Thiago, muita gente votou nele por não concordar com aquilo que o seu irmão defende. “Tive uns votinhos de protesto que eu sei. ‘Vou votar nele só por causa das m*rdas que o irmão fala’. Vocês espancaram a urna, tá? Acham que eu sou bobo? Acham que eu não sei? Brunão, obrigado, por você falar tanta m*rdas, conseguiu me dar votos. Então, obrigado!”, disse ele nos Stories do seu Instagram. Ainda em tom irônico, Thiago disse a Bruno que ele “está convidado para fazer parte do gabinete. Você não quer apoiar a cultura? Mostra para sua turma os trabalhos que a gente vai fazer e como se usa dinheiro público na cultura. Eu te ensino. Passa lá no gabinete. Quem dera o maior problema da minha vida agora fosse a opinião de alguém que não sabe nem o que fala.” Em vez de responder às provocações do irmão, Bruno Gagliasso postou uma foto no seu Stories mostrando os preparativos para a festa de aniversário da sua esposa, Giovanna Ewbank. “Sim, teremos s*rubão de Noronha”, brincou ele na legenda da foto. A briga entre os irmãos não é recente. Certa vez, Thiago participou do programa “Resenha Proibidona”, onde disse que Bruno rompeu relações depois que ele assumiu um cargo na secretaria estadual de cultura do governo de Wilson Witzel. Mas o conflito é mais antigo e começou no fim de 2017, quando Bruno cobrou que Thiago fosse mais profissional na administração de dois restaurantes que a família deles têm no Rio de Janeiro e de uma boate em São Paulo. Na ocasião, o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, afirmou que um desses restaurantes estava sendo alvo de um processo movido pelo Banco do Brasil, por não pagar um crédito de R$ 290 mil, vencido em 2014. As desavenças se escancararam na época da eleição presidencial de 2018. Após o primeiro turno da eleição, Thiago fez críticas à imprensa. “Debate com o Bonner? Boa noite. Os ‘formadores de opinião’ que não formam mais!”, escreveu ele no Instagram. Incomodada, Giovanna Ewbank mandou uma mensagem para o cunhado, que ele resolveu divulgar nas suas redes sociais. A mensagem dizia: “Amorzinho. Espero que quando o seu desejo da ‘TV morta’ se realize (porque deve ser isso mesmo) vocês estejam preparados para: não ter o apartamento que seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; não ter ajuda do seu irmão quando você não pagar a escola do seu filho e ele te salvar; não ter a mesada que seu irmão dá para a sua mãe; não ter o apartamento de São Paulo do seu irmão para ficar; entre outras tantas coisas.” Thiago respondeu publicamente a mensagem, dizendo que “gostaria muito de lhe informar que não moro mais no apartamento do meu irmão (e mesmo que morasse, não teria vergonha por não pensar igual a ele, afinal, não somos gêmeos de cérebros, apesar da semelhança física). Liga lá na escola do meu filho, pergunta se estou devendo algo. Se precisasse da ajuda dele aceitaria viu. Mesada pra mãe? Eu teria orgulho em poder proporcionar a minha mãe o que ele faz por ela, o nome disso é gratidão. Não sei se você conhece. Apartamento do meu irmão para ficar? Relaxa! Tenho amigos que certamente me receberão com o maior prazer”. Em julho deste ano, quando participou da estreia do podcast de Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme, Bruno Gagliasso contou que esse post o fez romper definitivamente com o irmão. “Não é por causa de eleição, isso é bom deixar claro. Não foi por causa de política, mas eu e minha mulher fomos expostos de uma forma que não queríamos ter sido. E aí ficou muito evidente nossa diferença. A gente tem pensamentos políticos completamente diferentes. Hoje em dia não existe mais a política não estar ligada à moral. Hoje, pra mim, você apoiar esse b*sta é você não ter nenhum tipo de escrúpulo, é diferente. E por isso digo que não vejo, hoje, eu voltar a falar com meu irmão ou conviver. Prefiro ficar com esse sentimento dele quando tinha 7, 10, 15 anos de idade… Vai contra tudo o que eu prego, o que eu sou, o que quero pros meus filhos. Não tem como, é inviável, então não me culpo por isso. Eu não tenho culpa, eu tenho dor. De não poder conviver com o filho dele, ter uma relação de respeito, de carinho.” Thiago Gagliasso detona o irmão pic.twitter.com/tqJJiz1MVG — Video EM OFF (@VideoEMOFF) October 4, 2022
Golpista se passa por Johnny Depp e rouba R$ 200 mil de aposentada
Um golpista que se passava pelo ator Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) no Instagram conseguiu enganar uma aposentada brasileira, roubando-lhe mais de R$ 200 mil. O caso aconteceu na cidade de Osasco, na Grande São Paulo, e começou com uma série de conversas “inocentes” pelo Instagram (iniciadas em setembro de 2020). Porém, com o passar do tempo, o “ator” passou a pedir dinheiro para cobrir os custos dos processos em que ele estava envolvido. De fato, Depp estava envolvido em diversos processos desde 2018, que culminaram no infame julgamento público entre ele e sua ex-esposa, a atriz Amber Heard (“Aquaman”) recentemente. Na ocasião, Depp estava pedindo US$ 50 milhões em danos morais por causa de um artigo que Heard escreveu no jornal The Washington Post, no qual ela afirmou que foi vítima de violência doméstica. Heard, por sua vez, também processou Depp, pedindo US$ 100 milhões em indenizações. Os processos tiveram repercussão mundial e serviram como “comprovação” das afirmações do golpista. Além de tentar ajudar o ator, a aposentada também foi alimentada pela promessa de se mudar para os Estados Unidos para morar com ele. Ao todo, ela fez três depósitos para ele, nos valores de R$ 15 mil, R$ 40,4 mil e R$ 153 mil. O dinheiro foi transferido para uma conta em nome de Antônio, identificado como um amigo brasileiro do advogado de Johnny Depp. Para isso, a aposentada precisou vender a casa e o carro, e teve seus cheques bloqueados. Foi aí que o filho dela desconfiou de fraude e questionou sua mãe sobre as transações bancárias. Ela lhe mostrou as conversas com o falso ator no seu celular. Uma vez que o caso foi desvendado, a vítima entrou na justiça processando o banco onde as transações foram realizadas. Ela está pedindo mais de R$ 200 mil em indenização. Entretanto, a justiça considerou a ação improcedente. “Embora a autora afirme ter sido vítima de um golpista, nada nos autos comprova toda a sua narrativa. Note-se que a autora anexou aos autos apenas e tão somente os comprovantes de transferência bancária, que por livre e espontânea vontade efetuou, mas não junta o tal perfil do Instagram que a enganou”, escreveu a juíza Clarissa Rodrigues Alves, em decisão publicada em 28 de setembro. Entretanto, a defesa da vítima afirma que ela foi enganada e que isso precisa ser levado em consideração. “A pandemia contribuiu para que a Autora acreditasse em toda mentira contada pelo golpista, haja vista o abalo emocional vivenciado, a mesma só procurava uma ‘saída ou mudança de vida’, realizando até uma cirurgia plástica acreditando ir morar em Los Angeles”, defendeu a advogada da aposentada. A defesa da vítima conseguiu localizar o nome do dono da conta bancária em sites de “caçadoras de golpistas”, dedicados a desmascarar suspeitos de golpes similares. Essa mesma conta do tal “amigo do advogado de Depp” já foi usada em outro caso, em que o sujeito se identificou como “médico David” e conversou com uma vítima por sete meses, até finalmente lhe pedir dinheiro para vir ao Brasil. Falando à imprensa, a caçadora de golpistas Glauce Lima, que identificou a conta bancária, lamentou que a Justiça brasileira não esteja dando a devida importância a esse tipo de golpe, que tem aumentado exponencialmente diante da impunidade.
Kristen Stewart vira estrela da Chanel na Semana da Moda de Paris
A atriz Kristen Stewart (“Crimes do Futuro”) estrelou um curta-metragem da grife Chanel que homenageou o universo do cinema. Com pouco mais de um minuto de duração, o curta foi exibido durante Semana de Moda de Paris na terça-feira (4/10). No curta, Stewart interpreta a si mesma e é vista saindo de uma sessão de cinema do clássico da nouvelle vague “O Ano Passado em Marienbad” (1961). Do lado de fora do cinema, uma repórter pergunta a Stewart sobre “o que a deixa esperançosa em relação ao futuro”. A pergunta leva Stewart a filosofar a respeito da atualidade e da sua identidade. As respostas dela são intercaladas com belas imagens em preto e branco de ruas, bares e casas parisienses. A referência à “O Ano Passado em Marienbad” não é gratuita. A fundadora da marca, Gabrielle Chanel, mais conhecida como Coco Chanel, desenhou o figurino da atriz Delphine Syrig para o filme dirigido por Alain Resnais. Kristen Stewart também assistiu como convidada de honra ao desfile da Chanel (que foi recheado de referências ao filme) em Paris. Ela chegou ao evento acompanhada da modelo Charlotte Casiraghi, neta de Grace Kelly e filha de Caroline de Mônaco que abriu o desfile desse ano. “Das pessoas ao meu redor, (Stewart) é a mais próxima de Gabrielle Chanel”, escreveu a diretora artística da Chanel, Virginie Viard, nas notas do desfile. “Ela entende Chanel, a roupa. E com ela, fica ainda mais moderno.” Assista ao curta.
Galã mexicano da Netflix é condenado por agressão fatal e pode pegar 15 anos de prisão
O galã mexicano Pablo Lyle, estrela de várias novelas da TelevisaUnivision e até de séries da Netflix, foi considerado culpado por matar um homem com um soco após numa discussão de trânsito nos EUA em 2019, e pode pegar entre 9 anos e 15 anos de prisão. O homem morto, Juan Ricardo Hernández, era cubano e chegou a ser levado para o Hospital Jackson Memorial, em Miami, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com o relatório policial, o cubano de 63 anos se queixou que o carro do ator cruzou seu caminho de repente. Ele desceu do carro em um semáforo e começou a reclamar. Nesse momento, Lyle saiu do seu automóvel acompanhado do cunhado e socou o homem, que caiu e já ficou inconsciente no chão. Após a agressão, o ator de 35 anos fugiu, mas foi localizado pela polícia no mesmo dia. Ele alegou à imprensa local que deixou o local pois “temia pela segurança do filho” Mauro, que na época tinha 6 anos e estava com ele. Lyle chegou a ser detido, mas estava em liberdade condicional depois de pagar uma fiança de US$ 5 mil – equivalente a R$ 25,9 mil na cotação atual. Ele foi indiciado por agressão, mas teve permissão da corte para viajar ao México em razão de compromissos profissionais. Após vários adiamentos do julgamento devido à pandemia e o furacão Ian, ele foi finalmente considerado culpado nesta terça (4/10) por um júri de Miami. Após a deliberação final do júri, o ator foi algemado e aguardará a sentença final na detenção. O tempo de condenação será comunicado pela juiza Marisa Tinkler Mendez numa nova audiência, marcada para 26 de outubro. Desde a fatalidade, ele não estrelou mais nenhuma produção televisiva. Seu último trabalho foi a série “Yankee”, da Netflix, lançada em 2019. Veja abaixo a cobertura do caso na TV americana, com imagens do julgamento e da agressão.
Atriz de “Buffy” e “WandaVision” revela sofrer com esclerose múltipla
A atriz Emma Caulfield Ford, conhecida pelas séries “Buffy: a Caça-Vampiros” e “WandaVision”, revelou que tem esclerose múltipla. Ela falou pela primeira vez sobre a doença em entrevista à revista Variety, após ser confirmada no elenco de “Agatha: Coven of Chaos”, série derivada de “WandaVision”, que estreia em breve na Disney+. Emma contou que lida com a doença desde 2010, quando começou a sentir uma dormência no lado esquerdo do rosto. O neurologista suspeitou que ela tinha paralisia de Bell, mas algumas ressonâncias magnéticas confirmaram a esclerose múltipla. “Foi literalmente um pesadelo”, disse ela, sobre o momento em que descobriu a doença, em meio à produção de um filme. A atriz manteve a informação restrita a algumas pessoas da família e amigos mais próximos, com medo de perder papéis. “Eu não queria dar a ninguém a oportunidade de não me contratar. Já existem muitos motivos para não contratar alguém, motivos que a maioria dos atores desconhece”, afirmou. Entretanto, ela afirmou que esse segredo causa problemas. Ela passou por dificuldades nos bastidores de “WandaVision” ao gravar por longos períodos no calor. “Quando terminou, eu não estava me sentindo bem. Precisei de alguns dias para me recuperar. Eu fiquei tipo: ‘Eu preciso recuperar minha energia agora. Eu expulsei [energia] demais. Eu estava fisicamente tentando fazer com que eu parecesse e me sentisse normal quando estava nas frentes das câmeras. Todo mundo estava derretendo, mas é ainda pior para alguém como eu”, disse. Depois disso, ela informou a produção sobre a doença. E foi surpreendida com o convite de voltar ao papel de Dottie na nova série da Marvel “Eu não posso passar de novo pelo que passei em ‘WandaVision’. Não posso fazer isso. Eles [a produção] não fizeram nada errado. […] Eles não sabiam o que estava acontecendo comigo. […] Eu contei para eles agora sabendo que não posso ficar exposta ao calor. E se eu precisar ficar, vou tomar mais cuidados do que já tomo”, completou. Na semana passada, a atriz brasileira Ludmila Dayer também revelou que foi diagnosticada com esclerose múltipla.
Meghan Markle critica “Kill Bill” por estereótipo asiático. Lucy Liu diz que isso é racismo
Meghan Markle voltou a seu podcast para criticar os filmes “Kill Bill – Volume 1” (2003) e “Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro” (2002) pela sua representação negativa e estereotipada das mulheres asiáticas. No episódio mais recente do podcast “Archetypes”, Markle acusou esses e outros filmes de representarem aquilo que ficou conhecido como a “Dama Dragão” (Dragon Lady), um estereótipo usado para definir mulheres asiaticas como fortes, dominadoras, misteriosas e sexualmente atraentes. Entretanto, a atriz Lucy Liu, que estrelou “Kill Bill”, já desbancou essa acusação, chamando a própria afirmação de racista. “Filmes como ‘Austin Powers’ e ‘Kill Bill’ apresentaram essas personagens de mulheres asiáticas como sexualizadas ou agressivas”, disse Markle. “E não são apenas esses dois exemplos, há muitos outros. Isso se infiltrou no nosso entretenimento. Mas esse estereótipo tóxico de mulheres de ascendência asiática não termina após a exibição dos créditos dos filmes.” A convidada de Markle no podcast foi Nancy Wang Yuen, que escreveu sobre o estereótipo da “Dama Dragão” no seu livro “Reel Inequality: Hollywood Actors and Racism”. Yeun contou o caso de um homem que gritou para ela a frase “me so horny” (eu tão excitada), originalmente dita por uma prostituta vietnamita no filme “Nascido para Matar” (1987). “Eu mesma fui abordada em um aeroporto em Atlanta por um estranho que disse: ‘me so horny’. Ele apenas gritou isso para mim”, contou Yeun. “Eu sabia o motivo porque olhei em volta e vi que eu era a única mulher asiática naquele local. Eu sabia que ele estava falando comigo, embora eu nem saiba se ele tinha visto ‘Nascido para Matar.’” Vale apontar que a frase foi sampleada num hit do grupo de rap 2 Live Crew, que fez muito mais sucesso que o filme na época. De todo modo, Lucy Liu, a suposta dama dragão de “Kill Bill – Volume 1″, já foi categórica sobre esse tipo de interpretação. Em 2021, a Teen Vogue publicou um ensaio intitulado “Hollywood desempenhou um papel na hipersexualização das mulheres asiáticas”. Nesse ensaio, a autora India Roby definiu a Dragon Lady como uma personagem que “usa sua sexualidade como uma poderosa ferramenta de manipulação, mas muitas vezes é emocional e sexualmente fria e ameaça a masculinidade”. Roby, assim como Markle, citou a personagem O-Ren Ishii (interpretada por Liu) como um exemplo contemporâneo do estereótipo. Porém, Liu contestou essa alegação. Em uma publicação no Washington Post, ela afirmou que a acusação não faz sentido, já que Quentin Tarantino, roteirista e diretor de “Kill Bill”, criou outras personagens femininas semelhantes para o filme. “‘Kill Bill’ apresenta três outras mulheres assassinas profissionais além de Ishii. Por que não chamar Uma Thurman, Vivica A. Fox ou Daryl Hannah de dama dragão?” Liu questionou. “Só posso concluir que é porque elas não são asiáticas”, continuou ela, explicitando o racismo da acusação. “Eu poderia estar vestindo um smoking e uma peruca loira, mas ainda assim teria sido rotulada como uma dama dragão por causa da minha etnia”, acrescentou. “Se eu não posso interpretar certos papéis porque os americanos convencionais ainda me veem como Outro, e eu não quero ser escalada apenas em papéis ‘tipicamente asiáticos’ porque eles reforçam estereótipos, eu começo a sentir as paredes da caixa metafórica onde nós, as mulheres asiáticas, somos colocadas”, concluiu.
Angelina Jolie processa Brad Pitt por agressão
A atriz Angelina Jolie deu entrada num processo contra o ator Brad Pitt nesta terça-feira (4/10), em que alega ter sofrido uma agressão do ex-marido. Tanto ela quanto seus filhos teriam sido agredidos em 2016 durante um voo internacional. O caso foi bastante noticiado recentemente. Informações a respeito dessa briga vieram à tona após Jolie processar o FBI, de forma “anônima”, para que os documentos da investigação realizada fossem tornados públicos. De acordo com os documentos legais, conseguidos pelo jornal New York Times, o processo descreve que “Pitt sufocou uma das crianças e bateu na cara de outra”. Ele também “agarrou Jolie pela cabeça e a chacoalhou”. Além disso, o ator derramou cerveja na atriz e cerveja e vinho tinto nas crianças. Autoridades federais, responsáveis por investigações em voos, teriam conversado com as partes e decidiram não abrir acusações formais contra o ator. De acordo com o relatório feito na época, um representante da Procuradoria dos EUA “discutiu os méritos desta investigação com o agente do caso [FBI]” e afirmou que “foi acordado por todas as partes que as acusações criminais neste caso não seriam feitas devido a vários fatores”. Logo após o incidente, o casal de celebridades se divorciou e Pitt decidiu publicamente parar de beber. Nenhuma acusação foi levada adiante contra o ator, o que levou Jolie a pedir os documentos do FBI para abrir sua própria ação. Fontes próximas a Pitt disseram que ambos os lados tiveram acesso a esse relatório por quase seis anos, afirmando que o pedido de Jolie era uma tentativa de prejudicar Pitt. O processo movido por Jolie também seria uma resposta à ação aberta por Pitt contra a ex-mulher por causa de uma vinícola francesa que ambos tinham quando casados. O ator afirma que ela tentou lhe “infligir danos” ao vender sua participação de 50% para um oligarca russo com “associações e intenções tóxicas”. No processo desta terça, os advogados de Jolie dizem que as negociações para que ela vendesse sua parte para o ex-marido foram canceladas porque ele exigia que ela assinasse um acordo para não divulgar “o abuso físico e emocional dela e de seus filhos”. Jolie e Pitt iniciaram seu relacionamento em 2004, durante as filmagens de “Sr. e Sra. Smith”, se casaram em 2014 e se divorciaram em 2016. O casal tem seis filhos, cujos direitos de guarda também são disputados nos tribunais. Após vencer a batalha pela custódia compartilhada no ano passado, Pitt sofreu um revés. Os advogados de Jolie conseguiram desqualificar o juiz responsável pelo veredito, fazendo a batalha jurídica recomeçar do zero.
Giulia Be é hospitalizada de emergência: “Dor”
A cantora Giulia Be revelou que foi hospitalizada nesta semana após sentir dores. Ela não entrou em detalhes sobre o que aconteceu, mas informou que está sendo medicada. Ela também lamentou que precisou ir ao hospital quando estava se preparando para gravar novas músicas. “Oi, como vocês sabem, vim gravar as últimas músicas aqui no Rio, mas ontem, depois do estúdio, fui para a emergência com a mesma dor que estava na semana passada. Confesso que estou bem triste com tudo isso, não sei mais disfarçar”, disse ela nas redes sociais. Giulia Be não quis entrar em detalhes sobre sua condição. “Não posso entrar muito nos detalhes, mas estou sendo medicada e estimamos que, em breve, eu esteja bem de verdade. Mais testes estão sendo feitos e mais tarde eu apareço aqui para falar com vocês”, escreveu. Na sequência, a artista fez um pedido. “Médicos, quando vocês ouvirem uma paciente reclamando, eu suplico: não achem que é exagero ou cena; muita coisa poderia ter sido evitada se a primeira médica que me viu tivesse realmente me ouvido e feito mais testes. Se cuidem, pessoal, o corpo fala, não podemos ignorar”, contou. Por fim, ela desabafou: “Eu tô extremamente arrasada de não poder estar no estúdio de novo hoje, mas eu sei que Deus vai me levantar muito em breve pra conseguir dar conta de todos esse desafios. Amo vocês, obrigada pelo apoio que vocês me dão sempre”. A artista poderá ser vista em breve em seu primeiro trabalho como atriz. Por coincidência, no filme “Depois do Universo” ela passa bastante tempo no hospital. Sua personagem é uma pianista que descobre ter lupus e, durante o tratamento, começa um relacionamento com o jovem médico vivido por Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). A estreia está marcada para o dia 27 de outubro.












