Fábio Porchat anuncia fim de seu casamento com Nataly Mega
O humorista Fábio Porchat e a produtora de cinema Nataly Mega encerraram seu casamento de cinco anos. O rompimento teria acontecido no final de 2022, mas só chegou a público agora. Após a notícia vazar na imprensa, Porchat confirmou a separação com um post no Instagram. Ao lado de uma foto em que aparece sorridente com Nataly, ele escreveu: “Para uma relação amorosa ser boa ela não precisa ser pra sempre. Ela precisa ser verdadeira. Vivemos oito anos maravilhosos juntos. Só temos boas lembranças e um sentimento muito forte um pelo outro. O amor não acabou, mas os caminhos tomaram rumos diferentes”. A relação dos dois estremeceu após uma grande festa promovida por eles em outubro, ironicamente em celebração de seu matrimônio. Um grupo seleto de famosos estava presente na comemoração, que aconteceu no Rio de Janeiro. No mês seguinte, durante uma DR, o casal teria chegado à conclusão que não estava conectado em seus objetivos de vida. Enquanto Nataly queria ter filhos, o humorista não pensava em aumentar a família no momento. Porchat abordou essa situação em seu post. “Filho é um assunto muito sério e uma decisão imutável. E nesse momento cada um de nós parte para um lado”, confirmou. “Tendo a certeza de que o carinho e a admiração mútua permanecerão. Inclusive temos um trabalho juntos ainda esse ano. Um filme em que a produtora Framboesa de Nataly Mega irá fazer com Fábio Porchat como ator principal. Seguiremos juntos mesmo separados”, adiantou. Ele também confirmou que a separação aconteceu no ano passado, mas estava esperando o momento certo para anunciar. “Está sendo muito difícil desde novembro quando começamos a tomar decisões. Íamos esperar até depois do carnaval para falarmos publicamente, mas a vida é assim. Te amo, Nataly. Infinéto! Você merece o mundo. E filhos lindos!”, concluiu. Nataly repostou a mensagem de Porchat e acrescentou seus comentários. “É sempre difícil encerrar um ciclo que foi tão bom e tão feliz, mas a amizade, o amor e a admiração estarão sempre aqui, por tudo que vivemos e por tudo que você é. Tenho certeza que ainda estaremos próximos torcendo um pelo outro e sempre buscando a felicidade. Te amo infenéto!”, escreveu. Atualmente, Porchat está no exterior. Ele tem viajado pelo mundo há semanas. Já passou pela Ásia e Europa e continuará algum tempo fora. Já Nataly mergulhou em trabalho no Rio e não posta fotos com o ex desde novembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Porchat (@fabioporchat) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nataly Mega (@natalymega)
Kevin Spacey se declara inocente de novas acusações de abuso sexual
O ator Kevin Spacey (“House of Cards”) se declarou inocente de sete acusações de agressões sexuais levantadas contra ele no Reino Unido. As acusações foram apresentadas por um único reclamante e os incidentes teriam ocorrido entre 2001 e 2004. Eles abrangem três acusações de agressão indecente, três de agressão sexual e uma de atividade sexual sem consentimento. O julgamento foi marcado para 6 de junho de 2023, mesma data em que o ator já enfrentaria julgamento por outras acusações de abuso sexual. Os casos serão reunidos no mesmo processo. As denúncias anteriores foram feitas por três homens diferentes e são relativas à época em que Spacey morava em Londres e atuava como diretor artístico do teatro Old Vic. Spacey também se declarou inocente dessas acusações. O advogado de Spacey, Patrick Gibbs, concordou verbalmente em juntar os casos, o que significa que todas as acusações serão tratados em um único julgamento, que deve durar cerca de quatro semanas. A defesa ainda pode pedir julgamentos separados, mas tem prazo até 24 de março para fazê-lo. No total, Spacey enfrenta 12 acusações, todas relacionadas ao período em que viveu em Londres. Ele compareceu anteriormente a uma audiência em 16 de dezembro para confirmar seu nome, data de nascimento e endereço, e conseguiu convencer o juiz a permanecer em liberdade até o julgamento. Em outubro do ano passado, um júri de Nova York inocentou Spacey de um processo civil de US$ 40 milhões, concluindo que ele não molestou o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) quando o denunciante era adolescente. Apesar de ter sido inocentado nesse caso, o ator foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que acabou com sua carreira. Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel no filme “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorrem de forma acelerada para o longa não perder sua data de estreia. Spacey também já foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, após o juiz do caso considerar que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Graças à falta de condenação, ele conseguiu voltar a atuar em um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero. Ele também interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight” e dublou um personagem no filme britânico “Control”. Além disso, Spacey vai ministrar uma masterclass no Museu Nacional de Cinema da Itália, em Turim, onde também receberá um prêmio pelo conjunto de sua obra. O evento vai acontecer na próxima segunda-feira (16/1).
Ator da “Liga da Justiça” é sentenciado a um ano de liberdade condicional
O ator Ezra Miller, o Flash da “Liga da Justiça”, foi condenado a um ano de liberdade condicional, após ter se declarado culpado de ter invadido uma casa para roubar três garrafas de bebida A declaração do ator faz parte de um acordo feito com o tribunal para reduzir sua sentença. Além de ter que cumprir o período de liberdade condicional, Miller também precisará pagar uma multa de US$ 500. “O tribunal imporá a sentença aqui… aceitamos sua confissão de culpa. Vamos impor aqui a multa de US$ 500 e a sentença de 80 a 90 dias de prisão, suspensa com liberdade condicional. O período de liberdade condicional será de um ano”, disse a juíza do Tribunal Superior, Kerry A. McDonald-Cady, nesta sexta (13/1). “Como parte do acordo de confissão aqui, o estado rejeitará sem prejuízo as acusações 1 e 2, de roubo e furto”, acrescentou McDonald-Cady. As “acusações 1 e 2″ a que a juíza se refere são: roubo em uma residência ocupada, que acarretava pena de até 25 anos e/ou multa de até US$ 1.000, e pequeno furto, que teria pena de até um ano e/ou multa de até US$ 1.000. “Você estará em liberdade condicional administrativa por um ano pela invasão ilegal da qual se declara culpado. Se você concluir essa liberdade condicional com sucesso e a liberdade condicional for encerrada e liberada, a acusação 1 permanecerá descartada”, disse McDonald-Cady. “No entanto, se houver uma violação da liberdade condicional, que foi arquivada e para a qual o tribunal encontrou causa provável, o estado pode desarquivar novamente a acusação de roubo.” Miller deve se registrar no departamento de correções em Vermont, notificar o oficial de liberdade condicional do seu endereço atual a cada mês e notificar dentro de 72 horas se houver causa provável para um novo crime durante o período de liberdade condicional. Além disso, ele não pode beber álcool, na medida em que isso interfira no seu emprego, no bem-estar da sua família, de si mesmo ou em qualquer outra pessoa, de acordo com o juiz. A advogada do ator emitiu um comunicado sobre a decisão judicial. “Ezra Miller confessou-se culpado esta manhã de uma contravenção ilegal no Tribunal Superior de Vermont e aceitou as condições impostas pelo tribunal. Ezra gostaria de agradecer ao tribunal e à comunidade por sua confiança e paciência ao longo deste processo, e mais uma vez gostaria de reconhecer o amor e o apoio que recebeu de sua família e amigos, que continuam sendo uma presença vital em seu contínuo tratamento de saúde mental”, disse a advogada Lisa B. Shelkrot. O caso que foi jugado aconteceu em 1º de maio de 2022, quando Miller invadiu a despensa da casa do seu vizinho, Isaac Winokur, e roubou garrafas de gim, vodca e rum. Na ocasião, as imagens das câmeras de segurança do local levaram a polícia até Miller. O procurador-adjunto de Vermont, Alexander Burke, do Ministério Público de Bennington, disse que Winokur “apoia esta resolução”. “Ela protege seu interesse de privacidade sem ter que prosseguir com o julgamento, além de garantir tratamento contínuo de saúde mental para o réu. Essencialmente, atua como uma sentença sobre a questão do crime, que foi o projeto do acordo que continuará a permitir que o réu se envolva no emprego que escolher.” O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Em agosto, Miller pediu desculpas por seu comportamento e começou um tratamento de saúde mental. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, disse ele em comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Estou comprometido em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” O tratamento seria uma exigência da Warner Bros., que enfrentou um dilema em relação ao filme “The Flash” já concluído. Os custos para substituir o ator na produção seriam simplesmente caros demais – Miller não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. Mas há planos para tirá-lo do papel em próximas produções. No ano passado, Miller supostamente teve uma reunião bem-sucedida com os presidentes do estúdio Warner Bros., Michael De Luca e Pamela Abdy, para se desculpar por todos os problemas jurídicos e midiáticos que seu comportamento causou. Porém, seu destino dentro da Warner/DC ainda é incerto, visto que a nova diretoria, formada pelo cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (“O Esquadrão Suicida”), não detalhou qual será o futuro do Flash.
Instagram marca post de Regina Duarte como fake news e Gabriela deixa de seguir a mãe
O Instagram classificou uma publicação da atriz Regina Duarte (“Por Amor”) como “informação falsa”. A postagem abordava os atos terroristas na Praça dos Três Poderes. Na publicação, a artista replicava a contranarrativa extremista comparando o local para onde foram levados os bolsonaristas, que estão presos após participarem dos atos de terrorismo em Brasília, a campos de concentração nazistas. A atriz também acusou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de não divulgar os códigos-fonte das urnas eletrônicas. Tudo isso é mentira. Na legenda, Regina afirmou que as detenções ocorreram “em condições sub-humanas e trazem de volta o assunto do famigerado código-fonte prometido nas últimas eleições para presidente da República”. Vale lembrar que o TSE disponibilizou o “famigerado” código-fonte para inspeção durante um ano inteiro antes das eleições presidenciais. E todos os partidos e instituições que tiveram acesso a ele garantiram a lisura do pleito e o fato de não haver nenhum indício de fraude no processo eleitoral. Curiosamente, o PL, de Jair Bolsonaro, teria sido o único partido que não se interessou em conhecer o tal famigerado. Diante da polêmica, a filha de Regina, a atriz Gabriela Duarte, tomou uma decisão drástica e deixou de seguir a mãe na rede social. Ela também publicou um protesto contra os terroristas. “Vandalismo e ignorância são inimigos da Liberdade. [Que] tristeza”, desabafou nas redes sociais. Os novos posts de Regina Duarte não estão apenas acabando com a paz em família, mas também enterrando sua carreira de vez. Segundo rumores, a atriz tentava conseguir apoio para voltar a trabalhar, mas os poucos interessados em lhe oferecer papéis teriam desistido após o atentado de 8 janeiro. Fontes dizem que ela não entende porque segue afastada dos projetos artísticos desde que saiu da Secretaria Especial de Cultura de Bolsonaro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por gabriela duarte (@gabidu)
Termina o namoro de Thales Bretas e Silva
O médico Thales Bretas e o cantor Silva terminaram o namoro. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (12/1) pela assessoria do artista, que falou ainda que ele não irá se pronunciar sobre o assunto. O namoro com Silva foi o primeiro relacionamento do viúvo de Paulo Gustavo desde a morte do humorista, em maio de 2021, em decorrência de complicações da covid-19. Thales assumiu a relação com Silva em setembro durante o festival Rock in Rio. Na ocasião, desabafou: “Preciso ser feliz. É o que já falei, a gente está se conhecendo. Vamos aos poucos”. O rompimento aconteceu após os dois passarem o réveillon juntos numa viagem romântica a Fernando de Noronha. Eles aproveitaram bem o passeio e as praias paradisíacas, que foram registradas em várias fotos postadas nas redes sociais, sem dar pistas de que a relação estava no fim.
Lisa Marie Presley, única filha de Elvis, morre aos 54 anos
A cantora Lisa Marie Presley morreu na noite de quinta-feira (12/1), aos 54 anos, após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, na região de Calabasas, na Califórnia (EUA) Ela chegou a ser reanimada pelos paramédicos antes de chegar ao hospital. No entanto, o estado era gravíssimo e ela não resistiu. Sua morte foi divulgada pela família horas depois da internação. “Com o coração pesado que eu divulgo essa notícia devastadora: minha linda filha Lisa Marie nos deixou”, disse a ex-mulher de Elvis e mãe de Lisa, Priscila Presley, em nota à imprensa. “Ela era a mulher mais apaixonada e forte que eu já conheci. Nós pedimos privacidade enquanto temos lidar com essa profunda perda. Muito obrigada por todo amor e orações. E, por enquanto, não haverá mais comentários”, concluiu. Ela nasceu em Memphis em 1º de fevereiro de 1968, como filha única de Elvis e Priscilla. Seus pais se divorciaram quando ela tinha 4 anos, e ela se mudou para Los Angeles para morar com sua mãe, embora visitasse regularmente seu pai em sua cidade natal. Estas lembranças fizeram parte da letra de “Lights Out”, uma de suas músicas mais conhecidas. “Eu chorava toda vez que te deixava, e depois não queria te ver. (…) Ainda mantenho meu relógio duas horas atrasado.” Ela tinha 9 anos quando Elvis morreu aos 42 anos em 16 de agosto de 1977. E com a morte do avô e da bisavó, tornou-se sua única herdeira sobrevivente ao completar 25 anos – Priscilla não herdou bens, por estar divorciada do cantor. Lisa Marie vendeu boa parte do espólio do pai, menos a mansão de Graceland, onde vivia. Um dia antes de sua morte, ela compareceu com sua mãe ao Globo de Ouro para torcer por Austin Butler, que ganhou o prêmio de Melhor Ator por interpretar seu pai no filme “Elvis”, dirigido por Baz Luhrmann. Ela disse ter adorado o filme e se impressionado com o desempenho de Butler. Seguindo os passos do pai famoso, a carreira profissional de Lisa Marie foi voltada para a música. Ela lançou três álbuns, “To Whom It May Concern” em 2003, “Now What” de 2005 e “Storm & Grace” de 2012. Apenas o primeiro virou disco de ouro. Ela foi casado quatro vezes, inclusive com algumas celebridades como o cantor Michael Jackson e o ator Nicolas Cage, e foi mãe de quatro filhos. Mas apenas três ainda estão vivos, entre eles a atriz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Um dos netos de Elvis, Benjamin, se matou com um tiro em julho de 2020.
Livro do Príncipe Harry tem venda recorde de 1,4 milhão de exemplares em apenas um dia
O livro de memórias “O Que Sobra” (Spare), em que o Príncipe Harry detalha diversas polêmicas a respeito da sua vida e da sua família, vendeu mais de 1,4 milhão de exemplares nos EUA, Reino Unido e Canadá no primeiro dia de vendas. A informação foi divulgada pela editora Penguin Random House. “O primeiro dia inteiro de vendas de ‘Spare’ representa o maior total de vendas no primeiro dia para qualquer livro de não-ficção já publicado pela Penguin Random House, a maior editora comercial do mundo”, declarou a editora, em comunicado. Anteriormente, o livro que detinha esse recorde era “Uma Terra Prometida”, de Barack Obama. “O Que Sobra” foi lançado na terça-feira, 10 de janeiro, simultaneamente em vários países, com tradução em 16 idiomas. Vale apontar que os números de venda dos primeiros dias incluem diferentes formatos (como mídia física e e-books). Detalhes a respeito do conteúdo do livro – como uma agressão do irmão mais velho, o príncipe William, a perda da virgindade, o uso de cocaína e dificuldades com a família após se casar com Meghan Markle – vazaram na mídia antes do lançamento, o que talvez tenha despertado mais curiosidade no público. O livro de Harry é apenas mais um capítulo na “guerra” que ele está travando com sua família. Recentemente, ele também protagonizou a série documental “Harry & Meghan”, na qual acusou o irmão de plantar notícias na imprensa sobre ele e sua esposa.
Filha de Elvis Presley sofre ataque cardíaco e é levada às pressas a hospital
Lisa Marie Presley, filha de Elvis Presley, foi levada às pressas para um hospital nesta quinta-feira (21/1) depois que as autoridades responderam a uma chamado para sua casa por causa de uma parada cardíaca. O site TMZ informou que os paramédicos realizaram RCP para ressuscitá-la e conseguiram recuperar o pulso antes de ela ser transportada. Um porta-voz do Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles disse à imprensa que os atentendentes responderam ao chamado, na cidade de Calabasas, e encontraram uma mulher de cerca de 50 anos que tinha sofrido uma parada cardíaca. O porta-voz acrescentou que, após recuperarem o pulso da mulher, ela foi transportada para o hospital de West Hills. Lisa Marie é filha de Elvis e Priscilla Presley. Junto com sua mãe, ela compareceu ao Globo de Ouro na noite de terça-feira (10/1) e torceu por Austin Butler quando ele ganhou o prêmio de melhor ator por sua interpretação no filme “Elvis”, dirigido por Baz Luhrmann. Seguindo os passos do pai, sua carreira profissional é voltada para a música. Lisa Marie lançou três álbuns, “To Whom It May Concern” em 2003, “Now What” de 2005 e “Storm & Grace” de 2012. Ela foi casado quatro vezes, inclusive com algumas celebridades como o cantor Michael Jackson e o ator Nicolas Cage, e é mãe de três filhos, entre eles a atriz Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”).
Dorothy Tristan, atriz de “Klute” e “Espantalho”, morre aos 88 anos
A atriz Dorothy Tristan, conhecida por seus papéis em filmes clássicos como “Klute, O Passado Condena” (1971) e “Espantalho” (1973), morreu no último domingo (8/1), aos 88 anos. O falecimento foi anunciado pelo seu marido, o cineasta John D. Hancock (“A Última Batalha de um Jogador”). A atriz já vinha batalhando há mais de 10 anos com o Mal de Alzheimer. Nascida em 9 de maio de 1934 e criada em Manhattan, Tristan começou sua carreira como modelo, viajando pela Europa e aparecendo em capas de revistas conceituadas como Life e Vogue. Sua estreia no cinema aconteceu em “End of the Road” (1970), filme proibido para menores, por causa das cenas sexuais, em que interpretou o interesse amoroso do personagem de Stacy Keach (“O Legado Bourne”). No ano seguinte, interpretou uma prostituta viciada ao lado de Jane Fonda (“A Sogra”) em “Klute, O Passado Condena” (1971), e contracenou com Gene Hackman (“O Júri”) e Al Pacino (“Hunters”) em “Espantalho” (1973). Durante a década de 1970, Tristan apareceu nos filmes “O Vidente Misterioso” (1974), “A Place Without Parents” (1974), “O Pirata Escarlate” (1976), “Terror na Montanha Russa” (1977) – lançado com som especial para dar ao público a impressão de estar no passeio apavorante – e “Sonhos de Verão” (1979), sua primeira parceria com o marido John D. Hancock. Nessa época, a atriz também fez participações em séries de sucesso, como “Gunsmock” (em 1974), “Kojack” (1974), “O Incrível Hulk” (1977) e “Os Waltons” (1979), entre outras. Em 1986, Dorothy Tristan participou da bem-sucedida comédia “Um Vagabundo na Alta Roda”, dirigida por Paul Mazursky (“Uma Mulher Descasada”), mas em seguida entrou em um hiato de quase 30 anos nas telas. Mas não largou o cinema. Ela apenas trocou de lugar e passou para trás das câmeras, escrevendo alguns filmes que seu marido dirigiu, como “Por Trás da Porta Fechada” (1987), “Céu em Chamas” (1988), “A Piece of Eden” (2000) e “Suspended Animation” (2001). Ela só voltou a atuar em 2015, no drama “The Looking Glass”, escrito e estrelado por ela, e também dirigido por Hancock. No filme, ela interpreta uma mulher que precisa cuidar da sua neta adolescente ao mesmo tempo que seus sintomas de demência começam a se manifestar. Na ocasião, Dorothy já estava debilitada por conta da doença, e tinha dificuldades de memorizar suas falas. Por conta disso, muitos dos seus diálogos foram improvisados. E, nas situações em que isso não era possível, foram usados cartões para que ela pudesse ler suas falas. Depois disso, ela ainda fez uma última aparição no cinema, no drama “The Girls of Summer” (2020), também dirigido pelo marido.
Ator de “Liga da Justiça” se declara culpado de acusação de invasão
O ator Ezra Miller (“Liga da Justiça”) se declarou culpado da acusação de invasão e furto que enfrenta no tribunal de Vermont, nos EUA. Acusado ter invadido uma casa para furtar várias garrafas de bebida, o ator havia se declarado inocente em outubro de 2022, mas mudou a declaração com o intuito de diminuir sua pena. O caso aconteceu em 1º de maio do ano passado, quando o ator foi gravado por câmeras de segurança invadindo uma casa em Stamford, Vermont, e roubado três garrafas de bebida: gin, vodka e rum. Na ocasião, as imagens levaram a polícia até Miller. O ator, que é representado pela advogada Lisa B. Shelkrot, apresentou um pedido de acordo judicial com a Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont para que as acusações de roubo e furto sejam dispensadas. Existe ainda a acusação de invasão, pela qual pagaria uma multa de US$ 692. A pena de Vermont para tal crime é ser “preso por não mais de 3 meses ou multado por não mais de US$ 500,00 ou ambos”. A multa básica de Miller vem com uma sobretaxa de US$ 192. A audiência para definir a mudança de declaração de Miller e o acordo com a promotoria está marcada para esta sexta-feira (13/1). A acusação de roubo em uma residência ocupada acarretava pena de não mais de 25 anos e/ou multa não superior a US$ 1.000. A acusação de pequeno furto acarreta uma pena não superior a um ano e/ou multa de até US$ 1.000. O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Em agosto, Miller pediu desculpas por seu comportamento e começou um tratamento de saúde mental. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, disse ele em comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Estou comprometido em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” O tratamento seria uma exigência da Warner Bros., que enfrentou um dilema em relação ao filme “The Flash” já concluído. Os custos para substituir o ator na produção seriam simplesmente caros demais – Miller não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. Mas há planos para tirá-lo do papel em próximas produções. No ano passado, Miller supostamente teve uma reunião bem-sucedida com os presidentes do estúdio Warner Bros., Michael De Luca e Pamela Abdy, para se desculpar por todos os problemas jurídicos e midiáticos que seu comportamento causou. Porém, seu futuro dentro da Warner/DC ainda é incerto, visto que a nova diretoria, formada pelo cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (“O Esquadrão Suicida”), não detalhou qual será o futuro do Flash.
Xuxa é condenada a pagar R$ 65 milhões por plágio
A Justiça do Rio de Janeiro condenou a Xuxa Promoções e Produções, empresa de Xuxa Meneghel, a pagar mais de R$ 65 milhões por apropriação indevida de personagens criados por um empresário mineiro. O autor da ação, o publicitário Leonardo Soltz, afirma que os personagens de “A Turma do Cabralzinho”, criados por ele para festejar os 500 anos do descobrimento do Brasil, foram copiados em um projeto da empresa de Xuxa, que teria obtido lucros e licenças com a história. Segundo o processo, Leonardo Soltz teve encontros com a equipe da Xuxa em 1998 e 1999 para tratar sobre os personagens. Mas em vez de acertarem um negócio, a empresa de Xuxa teria se apropriado dos personagens que ele criou para lançar a “Turma da Xuxinha Descobrindo o Brasil”. O lançamento da apresentadora foi um sucesso e a “Turma da Xuxinha” fechou licenciamento para uma linha de cosméticos infantis. O produto também virou revistas em quadrinhos e bichos de pelúcia. O processo tramita desde 2004. Segundo o G1, as partes já teriam tentado acordo, sem sucesso. O cálculo de R$ 65 milhões considerou a tiragem da revista e reprodução de imagens dos personagens em outros produtos, além de considerar outras publicações, que foram usadas como referência. O perito responsável pela fixação do valor afirma que o tempo do litígio, 19 anos, aumentou o valor devido. A defesa da Xuxa Promoções e Produções tentou apontar suspeição do perito, no que foi rechaçada pela juíza Flávia Viveiros de Castro, da 6ª Vara Cível, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. No processo, a juíza diz: “A parte ré utiliza-se de manobras pouco éticas, levantando suspeição do perito, que é profissional idôneo, trabalhando para este Juízo e outros deste E. Tribunal, sem nunca ter tido sua reputação profissional questionada”. A decisão ainda cabe recurso, mas se Xuxa não apelar na Justiça pode ter os bens penhorados.
Suzane von Richthofen é solta da prisão
Suzane von Richthofen foi solta nesta quarta-feira (11/1), após conseguir progressão na Justiça para o regime aberto. Ela estava presa desde 2002 pelo assassinato de seus pais, Manfred Albert Von Richthofen e Marísia Von Richthofen. O crime chocou o país e recentemente foi adaptado num par de filmes, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, disponíveis na plataforma de streaming Prime Video, da Amazon. Segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), ela deixou a Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier, em São Paulo, às 17h35. A criminosa passou 13 anos em regime fechado, mas desde 2015 vinha conseguindo progredir seu regime por bom comportamento. Depois de conquistar o semiaberto, com “saidinhas” temporárias, obteve licença até para frequentar a faculdade de biomedicina. Apesar disso, sua condenação original foi de 39 anos e 6 meses de prisão. Caso a pena fosse cumprida integralmente, ela só deixaria o presídio em 25 de fevereiro de 2038. Mesmo em liberdade, ela deverá continuar se reportando às autoridades e não poderá cometer atos ilícitos, sob a condição de ter que cumprir a pena integral. Vale lembrar que a história de seu crime vai render um terceiro filme, atualmente em fase de pós-produção, em que voltará a ser interpretada pela atriz Carla Diaz. Em processo que correu em segredo na Comarca de Angatuba (SP), Suzanne tentou impedir a produção dos dois primeiros longas, mas acabou perdendo.
Ator de “That ’70s Show” vai enfrentar novo julgamento por estupro
O ator Danny Masterson (“That ’70s Show”) vai enfrentar um segundo julgamento por estupro após o júri do seu julgamento anterior não conseguir chegar a uma conclusão. A informação sobre o novo julgamento foi anunciada pelos promotores do caso na terça-feira (10/1). “Nosso escritório decidiu julgar novamente este caso”, disse o procurador distrital Reinhold Mueller ao tribunal. Masterson é acusado de estuprar à força três mulheres em sua casa em Hollywood Hills, entre 2001 a 2003. Seu primeiro julgamento aconteceu em novembro. Embora não tenham conseguido chegar a um veredicto, os jurados inclinaram-se para a absolvição, com votos de 10-2, 8-4 e 7-5 nas três acusações. O advogado de defesa, Philip Cohen, argumentou que era improvável que qualquer júri votasse unanimemente para condenar o ator. Ele disse que o primeiro júri examinou minuciosamente as evidências e que nenhuma nova evidência provavelmente mudaria o resultado. “Não é que as coisas que Mueller considera importantes ou significativas foram ignoradas”, disse Cohen. “É que as coisas foram discutidas e não consideradas importantes para a tomada de decisões por alguns dos jurados.” Apesar dos apelos da defesa, a juíza Charlaine Olmedo negou o pedido para arquivar o caso e marcou a data de 29 de março para a seleção do júri para o novo julgamento. “Parece que há muitas outras testemunhas que a promotoria poderia escolher convocar ou diferentes argumentos que poderia apresentar”, argumentou Olmedo. “Um resultado diferente em um novo julgamento é pelo menos uma possibilidade.” Duas das mulheres que testemunharam no julgamento – identificadas como Jane Doe 2 e Jane Doe 3 – emitiram uma declaração dizendo que estavam felizes com a realização de outro julgamento. “Estamos satisfeitos que Danny Masterson não tenha permissão para simplesmente escapar da responsabilidade criminal”, disseram elas, que foram acompanhadas na declaração por uma terceira mulher que não testemunhou, assim como pelo marido de Jane Doe 3. “Apesar dos anos de sofrimento de intimidação e assédio, estamos totalmente comprometidos em participar do próximo julgamento criminal na medida solicitada pelos promotores e novamente testemunhar sobre o comportamento depravado do Sr. Masterson”. O julgamento de Masterson chamou atenção para a Igreja da Cientologia, que foi acusada de tentar encobrir as acusações do ator. Os promotores alegaram que o sucesso de Masterson deu a ele um alto status dentro da igreja e que ele se sentia “no direito” de fazer sexo com as mulheres independentemente do consentimento delas. Cada uma das mulheres que depôs no julgamento falou sobre as agressões e as duras consequências que enfrentaram por terem trazido o caso a público. Essas mulheres disseram que temem ser excomungadas da igreja por terem ido à polícia. O escritório da promotoria inicialmente se recusou a abrir um processo contra o ator em 2004, depois que a primeiro acusadora apresentou uma queixa à polícia de Los Angeles. No final de 2016, as três acusadoras se encontraram e o denunciaram coletivamente. Os promotores acabaram apresentando as acusações três anos depois, sob a lei de crimes sexuais da Califórnia, que acarreta uma sentença máxima de 15 anos a prisão perpétua para cada acusação. Todas as três mulheres testemunharam que os ensinamentos da igreja tornavam difícil para elas conceituarem as agressões que sofriam como sendo “estupros”. Duas delas disseram ainda que falaram com as autoridades da igreja e foram desencorajados a irem à polícia. O advogado de Masterson argumentou que a Cientologia era irrelevante para o caso e procurou minimizar qualquer menção da Igreja. Em seu argumento final, ele disse que a palavra “Cientologia” foi mencionada mais de 700 vezes ao longo do julgamento. O advogado concentrou sua defesa nas discrepâncias entre os vários relatos que as mulheres deram aos investigadores e argumentou que as alegações estavam repletas de “invenções”. Na conclusão do primeiro julgamento, Philip Cohen questionou a credibilidade das mulheres, afirmando que este era um fator-chave na contagem dos votos a favor da absolvição. Agora, ele reforça que o testemunho deu origem a “uma série de novas questões” e que novas investigações sobre as mulheres serão feitas por sua equipe.












