Bert I. Gordon, diretor de filmes B de terror e sci-fi, morre aos 100 anos
Bert I. Gordon, diretor de filmes B de terror e ficção científica, morreu na quarta-feira (8/3) na sua casa em Los Angeles devido a complicações de uma queda. Ele tinha 100 anos. Entre seus muitos filmes, destacam-se as produções de baixo orçamento “A Maldição do Monstro Sinistro” (1957), “O Monstro Atômico” (1957), “Attack of the Puppet People” (1958) e “Sangue no Farol” (1960). Bert Ira Gordon nasceu em 24 de setembro de 1922, em Kenosha, Wisconsin. Ele ganhou sua primeira câmera quando tinha apenas 9 anos e já começou a fazer experimentos com imagens desde a infância. Após se formar na Universidade de Wisconsin, ele começou a carreira em comerciais de TV. O pulo para o cinema aconteceu em 1954, quando produziu o filme “Serpent Island” (1954), estrelado por Sonny Tufts. Sua estreia como diretor aconteceu no ano seguinte, com “King Dinosaur” (1955), filme com um orçamento de US$ 18 mil em que Godon filmava um pequeno iguana no papel do tal dinossauro do título. Especializando-se em produções baratas, apenas na década de 1950 Gordon dirigiu sete filmes, incluindo “War of the Colossal Beast” (1958) e “A Maldição da Aranha” (1958) que, como os próprios nomes sugerem, mostram as pessoas sendo aterrorizadas por feras do mar e por aranhas. Ainda que seus filmes fossem de baixo orçamento, ele conseguia atrair grandes atores para os projetos. Don Ameche, Martha Hyer e Zsa Zsa Gabor estrelaram “O Estranho Retrato” (1966), Peter Graves protagonizou “Beginning of the End” (1957), Basil Rathbone participou de “As Sete Maldições de Lodac” (1962) e os jovens Beau Bridges e Ron Howard estrelaram “A Cidade dos Gigantes” (1965). E se isso não fosse suficiente, Gordon ainda conseguiu escalar ninguém menos que Orson Welles para interpretar o líder de um grupo de bruxas no terror “O Feiticeiro” (1972). Aventurando-se em outros gêneros, ele também escreveu e dirigiu a comédia “How to Succeed with Sex” (1970), sobre um homem que lê um livro sobre sedução e tenta usar esses ensinamentos para conseguir uma namorada. Sua filmografia também inclui o policial “The Mad Bomber” (1973), a comédia “Terapia do Amor” (1982) e o romance “A Grande Aposta” (1987). Porém, seu maior interesse era mesmo por filmes de terror e de monstros, que incluem alguns clássicos trash, como “A Fúria das Feras Atômicas” (1976), “O Império das Formigas” (1977), “Testemunha do Diabo” (1982) e “Força Satânica” (1989). Após o lançamento deste último, Bert I. Gordon se manteve afastado do cinema por 26 anos, voltando à cadeira do diretor apenas em 2015, quando realizou o terror “Secrets of a Psychopath”, seu último crédito como cineasta. Veja abaixo trailers de cinco filmes que, de tão ruins, transformaram Bert I. Gordon num diretor cultuado.
Chaim Topol, ator de “Um Violinista no Telhado”, morre aos 87 anos
O ator israelense Chaim Topol, conhecido por seu trabalho no drama “Um Violinista no Telhado” (1971), morreu na quarta-feira (8/3) na sua casa em Israel, após lutar durante um tempo contra o Alzheimer. Ele tinha 87 anos. Topol também é lembrado por ter interpretado o cientista louco Hans Zarkov no filme “Flash Gordon” (1980) e o contrabandista Milos Columbo no filme “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981). Nascido em 9 de setembro de 1935 em Tel Aviv, ele demonstrou interesse em atuar desde criança. Mas só conseguiu perseguir esse sonho após seu alistamento obrigatório nas Forças de Defesa de Israel. Uma vez finalizado o serviço militar, que fez com que ele participasse da Guerra de Suez, Topol começou a atuar em teatros locais. Sua estreia nas telas aconteceu na década de 1960, quando começou a fazer pequenas participações em produções israelenses. O primeiro papel em um filme americano foi em “À Sombra de um Gigante” (1965), estrelado por Kirk Douglas. Nos anos seguintes, ele apareceu nos filmes “Ervinka” (1967), “Antes do Inverno Chegar” (1968) e “Um Homem com Muito Açúcar” (1971) . Sem abandonar o teatro, em 1966 Topol estrelou uma adaptação israelense da peça “Um Violinista no Telhado”, em que interpretou o leiteiro Tevye. A peça se passa na Rússia pré-revolucionária e acompanha um camponês judeu que tenta fazer com que três de suas filhas se casem, ao mesmo tempo que o sentimento antissemita crescente ameaça sua aldeia. O sucesso foi tamanho que Topol foi convidado para estrelar a peça na região londrina de West End. Ele fez mais de 400 apresentações. E quando chegou a hora de adaptar a história para o cinema, o diretor Norman Jewison não pensou duas vezes antes de chamar Topol como ser o protagonista. O papel lhe rendeu um Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar. Após o sucesso de “Um Violinista no Telhado”, Topol participou dos filmes “De Olho na Esposa” (1972), ao lado de Mia Farrow, “Talento Por Amor” (1973), de Richard Quine, e interpretou o personagem-título na cinebiografia “Galileu” (1975). Porém, seus papéis de maior destaque nessa época foram como o cientista que vai parar no Planeta Mongo com o herói de “Flash Gordon” (1980) e o vilão de “007 – Somente Para Seus Olhos” (1981). Mas depois ele passou a se dedicar mais à televisão, aparecendo em séries como “Sangue, Suor e Lágrimas” (em 1983), “Queenie” (1987), “Tales of the Unexpected” (1988), “War and Remembrance” (1988-1989) e “SeaQuest” (1993). Seus últimos créditos nas telas foram no filme “Amor e Dor” e no curta “Time Elevator”, ambos lançados em 1998. Além disso, ele voltou a interpretar Tevye inúmeras vezes ao longo dos anos, sendo estimado que ele deu vida ao personagem mais de 3 mil vezes. Ao anunciar a notícia da morte do ator, o presidente de Israel, Isaac Herzog, disse que Topol era um “ator talentoso que conquistou muitos palcos em Israel e no exterior, encheu as telas do cinema com sua presença e especialmente entrou profundamente em nossos corações”.
Shayan Haghbin, de “A Fazenda 14”, é procurado pela Justiça por dívida bancária
Shayan Haghbin está sendo processado por um banco pelo não-pagamento de um empréstimo. No entanto, a Justiça não consegue localizar o ex-participante de “A Fazenda 14” para que seja intimado. A coluna de Fábia Oliveira, do em Off, informou que o iraniano fez um empréstimo no valor de R$ 506.078,51, que deveria ter sido paga por meio de 36 parcelas mensais. Porém, Shay e a empresa Magazine Orientais Eireli não honraram com seus compromissos. Os autos do processo não informam o motivo do empréstimo, que resultou em inadimplentes e juros previstos no contrato. Contudo, a Justiça realizou algumas tentativas para encontrar Shay, que precisa apresentar sua defesa perante o juízo, sempre sem sucesso. A coluna reforça que o ex-Fazenda já comentou que não possui um endereço fixo no Brasil. Curioso ou não, Shay dizia morar com uma amiga que ainda não foi acionada pela polícia. Vale lembrar que o juizado poderia encontrar o paradeiro do iraniano através de documentos assinados na Record TV ou no próprio banco. Mas não parece ser o caso. Nas redes sociais, Shayan Haghbin esbanja uma vida luxuosa e até se denomina embaixador de uma plataforma de cassinos.
Ministério Público quer que Ratinho pague R$ 2 milhões por misoginia
O Ministério Público Federal (MPF) pediu a condenação de Carlos Massa, o Ratinho, por falas preconceituosas sobre a deputada federal Natália Bonavides, do PT do Rio Grande do Norte, em um programa da Rádio Massa transmitido em 2021. Na ação, o órgão exige que ele pague R$ 2 milhões de indenização e veicule campanhas de conscientização sobre os direitos das mulheres e combate à violência de gênero. Ratinho atacou a deputada, dizendo que iria metralhá-la por pedir a retirada da expressão “marido e mulher” da união civil. A medida tinha o propósito de evitar preconceito contra a comunidade LGBTQIAP+ e promover tratamento igual a todos os cidadãos. “Natália, você não tem o que fazer, não? Você não tem o que fazer, minha filha? Vá lavar roupa do teu marido, a cueca dele, porque é uma imbecilidade querer mudar esse tipo de coisa. Tinha que eliminar esses loucos. Não dá para pegar uma metralhadora, não?”, afirmou ele no programa “Turma do Ratinho”, transmitido na Massa FM. Na época, Natália rebateu o discurso misógino. “O apresentador Ratinho sugeriu que eu fosse metralhada em programa visto por milhares de pessoas. Incitar homicídio é crime! Ele coloca a minha vida e minha integridade física em risco. Ratinho ainda disse que eu fosse lavar as cuecas de meu marido”, se revoltou ela. “Essas ameaças e ataques covardes não ficarão impunes. O apresentador utilizou uma concessão pública para cometer crime. Vamos acioná-lo judicialmente, inclusive criminalmente”, publicou ela no Twitter, em dezembro de 2021. Segundo o MPF, o apresentador do SBT causou “dano coletivo às mulheres que atuam ou pretendem atuar na política” por menosprezar um projeto de lei proposto pela deputada petista. Ratinho também é acusado de disseminar em rede nacional estereótipos de gênero. Na ação civil pública, o órgão pede R$ 2 milhões de indenização e a veiculação em sua rádio de campanhas sobre os direitos das mulheres e combate à violência de gênero durante, no mínimo, um ano.
Demi Moore se muda para casa de Bruce Willis para ajudar atual esposa do ator a tratá-lo
A atriz Demi Moore teria se mudado para a casa do ex-marido Bruce Willis para ajudar sua atual esposa, Emma Heming Willis, a tratá-lo enquanto ele enfrenta sintomas de demência. Segundo uma fonte do site Radar, “Demi se mudou e ela não vai embora até o final”. O objetivo é apoiar Emma enquanto ela passa pelo desafio de conviver com o astro, que não lembra de pessoas e, segundo relato de um parente, tem se mostrado agressivo. “Demi tem sido uma rocha para a família e está determinada a garantir que todos os dias de Bruce na Terra sejam preenchidos com amor”, acrescentou a fonte. Vale lembrar que a estrela de “Ghost” e suas filhas já tinha convivido com a esposa e as filhas do segundo casamento de Willis durante a pandemia, quando todos decidiram passar a quarentena juntos na mesma residência. No início de 2022, toda a família estendida do ator, incluindo as filhas adultas de Willis e Moore, também se juntaram para anunciar a aposentadoria do astro de “Duro de Matar” devido ao seu diagnóstico de afasia, condição que afetava sua capacidade de decorar diálogos. Em 16 de fevereiro, a família divulgou um novo comunicado no Instagram informando que a condição tinha progredido “e agora temos um diagnóstico mais específico: demência frontotemporal (conhecida como FTD)”.
Cientistas batizam novo fungicida letal em homenagem a Keanu Reeves
Keanu Reeves ganhou um papel inesperado, que o surpreendeu. Cientista alemães resolveram batizar um composto bactericida capaz de matar fungos com seu nome. Impressionados com a capacidade letal do composto no combate contra os fungos, o composto foi batizado pelos cientistas como keanumycins – por causa de seus personagens imbatíveis, como John Wick. O keanumycins vai ajudar a economia agrícola que tem perdas bilionárias na produção de alimentos devido à ação de fungos. “Keanu Reeves já interpretou muitos papéis icônicos e é extremamente eficiente em ‘inativar’ seus inimigos. O keanumycins tem a mesma ação contra fungos”, disse o pesquisador Pierre Stallforth, do Instituto de Pesquisa de Produtos Naturais e Infecção Biológica de Jena, na Alemanha. Ao saber da homenagem durante uma live do estúdio Lionsgate para divulgação de “John Wick 4”, Reeves reagiu à notícia dizendo que era algo “surreal e muito legal” e que os cientistas “deveriam ter chamado o composto de John Wick”. Segundo a pesquisa publicada no The Journal of the American Chemical Society, o composto, que reúne diferentes bactérias, foi eficaz contra o fungo Botrytis cinerea, o popular mofo, que afeta principalmente frutos como tomates e morangos, e no combate do Candida albicans, fungo responsável por doenças em humanos como a candidíase. Outra boa notícia é que o composto é biodegradável, ou seja, uma alternativa mais ecológica do que pesticidas. Agora só falta usar esse atributo fungicida de Keanu na luta contra os estaladores de “The Last of Us”.
Ed Fury, que estrelou a franquia “Ursus”, morre aos 94 anos
O ex-ator e fisiculturista Ed Fury, conhecido por interpretar o personagem-título na franquia italiana “Ursus”, morreu aos 94 anos. Sua morte aconteceu no dia 24 de fevereiro, mas só foi anunciada agora por familiares e amigos. A causa da morte não foi divulgada. Além do trabalho como ator, Fury também teve uma carreira consagrada como fisiculturista. Ele foi vencedor do concurso Mr. Muscle Beach de 1951, o que acabou impulsionando sua carreira cinematográfica. Edmund Holovchik (seu verdadeiro nome) nasceu em 6 de junho de 1928, em Nova York. Ele começou a levantar pesos quando ainda estava no ensino médio. Após se mudar para a Califórnia no final dos anos 1940, Holovchik começou a modelar para estúdios de físico como Athletic Model Guild e Bruce of LA. Nessa época, ele apareceu em capas das revistas e fez pequenas participações no cinema. Em 1953, Fury já era um dos fisiculturistas mais procurados por Hollywood. Toda vez que uma produção precisava de um sujeito musculoso, o seu nome era o primeiro da lista. Ele fez participações não creditadas em filmes como “Abbott e Costello no Planeta Marte”, “Salve a Campeã”, “Os Homens Preferem as Louras” e “Geleiras do Inferno”, todos lançados em 1953. Fury continuou fazendo pequenas participações ao longo da década de 1950 – foi até gladiador em “Demétrius e os Gladiadores” (1954) – , até chamar atenção da Cinecittà e fazer seu primeiro papel de destaque na produção italiana “Colossus and the Amazon Queen” (1960), estrelada por Rod Taylor. O filme apresentou uma abordagem cômica do subgênero conhecido como “espada e sandália”. No ano seguinte, ele começou a interpretar seu papel mais conhecido, como o personagem-título na aventura de fantasia italiana “Ursus”. O filme chegou a ser exibido na TV americana com o título de “Ursus, Filho de Hércules”, embora o personagem não tivesse relação com Hércules. Fury reprisou o papel nas continuações “Ursus no Vale dos Leões” (1961) e “Ursus na Terra do Fogo” (1963). No intervalo entre um filme e outro, ainda estrelou outras duas produções italianas do gênero: “Os 7 Desafios” (1961) e “Maciste Contra os Mouros” (1962). Após encerrar a franquia “Ursus”, Fury voltou para o EUA, onde passou a fazer diversas participações em séries de TV como “A Ilha dos Birutas” (em 1965), “Jornada nas Estrelas” (1968), “Missão Impossível” (1968), “Columbo” (1973-1974), “Shazam!” (1976) e “Ilha da Fantasia” (1979). Ele se aposentou da atuação no final dos anos 1970 e só retornou às telas uma última vez para fazer uma participação na comédia “Dinosaur Valley Girls” (1996), em que interpretou um personagem chamado Ur-So, numa clara homenagem ao seu papel de maior sucesso.
Cara Delevingne assume luta contra drogas: “Não me importava com minha vida”
A atriz e modelo Cara Delevingne contou detalhes sobre sua luta contra o vício em drogas numa entrevista à Vogue, publicada nesta quarta-feira (8/3). Na conversa, ela disse que suas imagens polêmicas, que viralizaram no ano passado, foram importantes na luta pela sobriedade. Ela foi clicada toda desgrenhada e descalça, comportando-se de forma errática. De acordo com a modelo, os problemas com a dependência começaram aos 7 anos de idade. Cara explicou que estava num casamento da família quando foi apresentada à bebida alcoólica. “Acordei na casa da minha avó, no meu quarto, de ressaca, com vestido de dama de honra. Eu saí pegando todas as taças de champagne”, relatou Cara. Ela também contou que o vício em drogas mais fortes estava presente em sua casa, por causa de sua mãe. “Por muito tempo, eu realmente não me coloquei no lugar [da minha mãe]. Eu só precisava de alguém para ficar com raiva e eu estava com raiva dela, mas não foi culpa dela”, explicou a atriz, lembrando que a matriarca era viciada em heroína. “A maneira como esse vício tirou minha mãe de mim foi brutal e foi brutal para ela também. A vida nunca foi fácil”, admitiu. Para ela, as drogas lhe davam a sensação de se “sentir invencível”. Mas também a faziam se colocar em situações de risco. “Eu me colocava em perigo nesses momentos, porque não me importava com a minha vida. Eu escalava qualquer coisa e pulava de coisas… Parecia selvagem. É uma coisa assustadora para as pessoas ao seu redor que te amam”, contou. No meio da pandemia, a atriz enfrentou uma crise depressiva intensa. “Eu estava sozinha, realmente sozinha, foi um ponto baixo. […] Tive uma crise existencial completa. Todo o meu senso de pertencimento, toda a minha validação estava tão envolvida no trabalho. E quando isso acabou, senti que não tinha propósito”, disse. Em setembro do ano passado, ela foi flagrada desnorteada no aeroporto Van Nuys, localizado em Los Angeles. As imagens se tornaram virais nas redes sociais, preocupando fãs e amigos de Cara Delevingne. “Eu não tinha dormido e não estava bem. É de partir o coração, porque eu achava que estava me divertindo, mas então pensei: ‘Ok, não pareço bem’. Às vezes, você precisa de uma verificação da realidade, então, de certa forma, essas fotos foram algo para se agradecer”, afirmou a artista. Naquele momento, a modelo acrescentou que reconheceu que precisava de ajuda terapêutica. “Eu não via um terapeuta há três anos. Eu meio que afastei todo mundo, o que me fez perceber o quanto eu estava em uma situação ruim. Esse processo obviamente tem seus altos e baixo e não é tão simples assim, não acontece da noite para o dia”, confessou. Em seguida, a atriz disse que buscar apoio foi o primeiro passo necessário para enfrentar o desafio. “Eu só precisava de apoio, eu precisava começar a estender a mão. E meus velhos amigos, que conheço desde os 13 anos, todos vieram e começamos a chorar. Eles olharam para mim e disseram: ‘Você merece uma chance de ter alegria’”, relatou. Cara Delevingne reconheceu que nunca será “totalmente curada”, mas diz que está bem com isso. Atualmente, ela está sóbria há 4 meses e frequenta reuniões em grupo para compartilhar suas experiências. “Desta vez, eu percebi que o tratamento de ’12 passos’ era a melhor coisa, e era sobre não ter vergonha disso. A comunidade fez uma grande diferença. O oposto do vício é a conexão”, afirmou.
Família de ator da Record desaparecido há 40 dias suplica por notícias: “Estamos em oração”
A família de Jeff Machado suplica por qualquer informação sobre o ator de produções bíblicas da Record, que desapareceu no Rio de Janeiro há 40 dias. Em entrevista ao programa “Melhor da Tarde” desta terça-feira (7/3), a mãe dele, Maria das Dores, falou sobre desespero com o sumiço do filho. No programa da Band, ela enfatizou que conversava com o artista todos os dias. “Eu sempre ouvia a voz do Jefferson, ele se preocupava comigo. Eu tinha um aniversário para ir e ele gostava de saber com que roupa eu ia. É difícil, as mães sabem. 40 dias sem ver meu filho, sem ouvir a voz dele e esperando que alguém diga alguma coisa”, desabafou ela. Maria, que mora em Santa Catarina, também relatou que chegou a ir ao Rio só para fazer o boletim de ocorrência. Ela ainda frisou que o filho era dono de vários cachorros e que ele jamais os abandonaria. A mãe do ator ainda disse desconfiar de um golpe contra o filho, pois ele seguiu lhe respondendo por meio do celular após sumir. Entretanto, ela diz que logo percebeu que se tratava de outra pessoa lhe enviando mensagens. “Notamos que não era o Jefferson que estava falando. Ele escreve bem, é formado em jornalismo, sei como ele escreve. Não era meu filho escrevendo”. Maria afirmou que o número já não responde mais e que também ninguém lhe pediu dinheiro. Questionada por Catia Fonseca se o filho teria tido algum relacionamento no passado que poderia ter deixado alguém com raiva do ator, Maria relembrou um “falso amigo” do filho, que teria lhe prometido oportunidades no meio artístico. “Tem um falso amigo que tentou enrolar ele. Aquele sim pediu dinheiro, isso faz três anos”, destacou. Maria das Dores também disse que ora todos os dias pelo retorno do filho e fez um apelo para quem tiver qualquer informação entrar em contato com as autoridades. “Eu vou dormir rezando, acordo rezando. As minhas amigas, os grupos de oração, todos rezando para que o Jefferson volte, que seja resgatado. Oração é o que não falta. Que as pessoas sintam a dor, o sofrimento de uma mãe angustiada de não ver seu filho há tanto tempo. Quem fez isso com meu filho queria o quê? O dinheiro? A casa? O carro? o amor? Não se faz desse jeito, não sei o porquê”, concluiu. O artista, que foi um filisteu em “Reis” (2022), foi visto pela última vez em Campo Grande, zona oeste do Rio, no dia 29 de janeiro. Na sua casa, oito cachorros de raça foram encontrados em situação de abandono. A Polícia Civil do Rio de Janeiro publicou a foto do intérprete em seus principais canais de buscas por desaparecidos. Por se tratar de uma investigação sigilosa, a polícia não pode dar maiores informações sobre o caso. E a família segue sem saber o paradeiro do ator. Veja o trecho do programa “Melhor da Tarde”.
Natalie Dormer se casa com ator de “Vikings: Valhalla”
A atriz Natalie Dormer, conhecida por interpretar a personagem Margaery Tyrell na série “Game of Thrones”, se casou em segredo com o ator David Oakes, o Earl Godwin de “Vikings: Valhalla”. A cerimônia aconteceu na Inglaterra. “Natalie e David mantiveram o casamento muito discreto, eles não queriam que fosse uma grande festa, embora certamente ainda fosse um dia para lembrar”, disse uma fonte ao Daily Mail. “Eles só queriam compartilhar o momento com um grupo seleto de pessoas, pois são indivíduos muito reservados. Mas foi uma cerimônia linda”. Depois do casamento, os dois comemoraram com dois casais de amigos. Natalie e David atuaram juntos na peça “Venus in Fur” e, dois anos depois, começaram a namorar. Eles já têm uma filha juntos, nascida em janeiro do ano passado. Natalie Dormer será vista a seguir no suspense “The Wasp”, dirigido por Guillem Morales (“Os Olhos de Júlia”), ainda sem previsão de estreia.
Rita Lee anuncia nova autobiografia focada na luta contra o câncer
A cantora Rita Lee anunciou nesta terça-feira (7/3) que lançará mais uma autobiografia. Desta vez, o livro trará detalhes sobre o câncer de pulmão que a artista enfrenta desde 2021. Numa publicação no Instagram, a cantora revelou que a autobiografia está em pré-venda e ainda publicou um trecho da obra: “Quando decidi escrever ‘Rita Lee: uma Autobiografia’, o livro marcava, de certo modo, uma despedida da persona ritalee, aquela dos palcos, uma vez que tinha me aposentado dos shows”, escreveu. “Achei que nada mais tão digno de nota pudesse acontecer em minha vidinha besta. Mas é aquela velha história: enquanto a gente faz planos e acha que sabe de alguma coisa, Deus dá uma risadinha sarcástica.” Conforme a contracapa da autobiografia, escrita pelo jornalista Guilherme Samora, os três últimos anos da cantora foram desafiadores. “Ao mesmo tempo que o mundo passava por uma pandemia, Rita foi diagnosticada com câncer no pulmão. Em um texto franco, ora cru e chocante, ora cheio de ironias, ora sutil e amoroso, ela não poupa detalhes de seu tratamento”, diz. Além disso, o texto divulgado garante que o novo livro autobiográfico “vai mexer profundamente com o leitor”, pois Rita Lee conta sua história “tim-tim por tim-tim”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rita Lee Jones (@ritalee_oficial)
Jojo Todynho resgata cachorro de rua e suposto dono aparece: “Rala”
A cantora Jojo Todynho relatou nesta terça-feira (7/3) que está vivendo um drama após resgatar um cachorro de rua. Segundo a artista, o suposto dono do animal está alegando que o pitbull foi roubado. Ela rebate a informação, dizendo que o bicho estava sob maus-tratos. Nos Stories do Instagram, a cantora lembrou os seguidores do resgate do pitbull feito na semana passada. “Então, levei lá pra onde o Bradock [cachorro da Jojo] estuda, faz a socialização dele, faz os treinamentos dele, porque hoje aqui ele fica muito sozinho. E eu já queria pegar outro cachorrinho para ele não ficar sozinho, porque ele fica animado quando está na creche. Aí resgatei um pitbull, dócil, coisa linda, ele é lindo, perfeito”, contou. Na sequência, Jojo explicou que o animal passou pela veterinária e terá que tomar todas as vacinas, pois não se sabe se o pitbull está com a carteira de vacinação em dia. “A gente vai ver todo o processo, [era] muito carrapato, dermatite, que a gente tá cuidando”, disse. No entanto, a cantora foi pega de surpresa na segunda-feira (6/3) após um suposto dono reivindicar a posse do animal. A artista contou que o rapaz alegou que o pitbull teria sido roubado por um “cracudo”. “Deixa eu falar uma coisa pra você, ‘Ai, porque o cracudo roubou o meu cachorro’. O cachorro não é mais teu, irmão. O cachorro é meu agora, porque eu vou cuidar dele e tratar dele como eu trato o Bradock! Então ó, rala! É isso o que eu tenho pra falar pra você”, disse Jojo. “Você não vai pegar o cachorro mais, porque o cachorro estava cheio de bicho, dermatite e todo machucado. Então, o cachorro não vai voltar mais”, acrescentou a cantora, que enfatiza que o cachorro é “neném” e não deve ter nem 1 ano de idade. “Se ele tivesse sido muito bem tratado, não estaria todo cheio de carrapatos e nem teria sido roubado pelo cracudo, então, por favor: Não vem com essa balela, não. Agora, apareceu um monte de dono”, ressaltou.
Ratinho pede indenização de ex-BBB por danos morais
Ratinho acionou à Justiça contra Ariadna Arantes após a ex-BBB afirmar que o apresentador se trancava no camarim com outras pessoas. As acusações teriam começado em novembro de 2021, quando a maquiadora saiu em defesa de Anitta, que teve sua carreira musical criticada. De acordo com as informações da colunista Fábia Oliveira, do Em Off, o apresentador alegou que os comentários feitos sobre Anitta teriam resultado numa enxurrada de críticas no Instagram. Na ocasião, Ariadna teria tomado as dores da cantora e resolveu ofender Ratinho, acusando o apresentador de infidelidade conjugal dentro dos estúdios do SBT. Ela rebate a versão, dizendo que se tratava de uma postagem cômica, mas foi aumentado e repercutido pela mídia. Ratinho, por sua vez, garantiu que as acusações são falsas e caluniosas, já que seriam capazes de interferir em seu casamento. O apresentador possui uma relação estável há mais de 40 anos. Na ação judicial, Ratinho pediu para que as matérias inverídicas sejam excluídas com urgência da plataforma do Instagram, tornando a empresa Meta ré no processo. O apresentador também solicitou que Ariadna exclua as postagens e se abstenha de mencioná-lo. Além disso, estabeleceu Ariadna e a dona do Facebook como seus indenizadores por danos morais. Ele espera que a maquiadora pague o valor de R$ 20 mil por essa razão. Em sua defesa, Ariadna Arantes explicou que as desavenças começaram em meados de 2011, quando foi convidada ao “Programa do Ratinho” e teria sido destratada por ser uma mulher transexual. A influenciadora acrescentou que o Ratinho é conhecido por desmerecer minorias, como homossexuais, mulheres e transexuais, bem como artistas que lutam por uma sociedade ética e respeitosa. Até o momento, os danos morais apontados por Ratinho não foram caracterizados, sequer comprovados.











