Google desativa link contra PL das Fake News após ameaça de multa e investigação federal
O Google desativou, a partir do meio-dia desta terça-feira (2/5), uma mensagem em sua página inicial que acusava o Projeto de Lei (PL) das Fake News de “piorar sua internet”. A iniciativa foi tomada após o Ministério da Justiça ameaçar multar em R$ 1 milhão a empresa por suposta propaganda enganosa. O Google também sofreu pressão do Ministério Público Federal, que apura suposta prática abusiva da big tech. O mecanismo de busca tinha colocado um link em sua home intitulado “O PL das Fake News pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”, que direciona para um artigo assinado por Marcelo Lacerda, diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da empresa no país. A empresa também impulsionou a hashtag #MaisDebatePL2630, vem pressionado deputados federais e contatado influenciadores para se manifestarem contra o PL. Segundo o Ministério Público Federal, o Google ainda é suspeito de direcionar resultados de buscas para conteúdos contra a proposta. Monitoramento do NetLab, grupo de pesquisa em tecnologia da informação, apontou que o mecanismo de busca do Google apresentou resultados enviesados quando os usuários pesquisavam sobre o Projeto de Lei 2.630, sobre as fake news. No YouTube, que pertence ao Google, quando se pesquisa por informações sobre o PL das Fake News, os primeiros resultados são vídeos de políticos identificados com a extrema direita e da produtora de filmes bolsonarista Brasil Paralelo. Diante dos fatos, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), subordinada ao Ministério da Justiça, impôs medida cautelar ao Google Brasil, pedindo que a empresa pare com o que considera práticas de abuso de poder econômico. O documento que determinou as sanções lista que o Google deve informar quando um conteúdo se trata de posição editorial, não censure artigos de posicionamento divergente e não privilegie artigos que defendam a posição da empresa. Caso não cumpra a determinação após ser notificado, o Google será penalizado pela Senacon com multa de R$ 1 milhão por hora. Em nota à imprensa, o Google afirmou que o fim da campanha já estava planejado, e que já usou esse expediente do link abaixo da caixa de busca outras vezes para promover “iniciativas relevantes” por um tempo controlado. Além do Google, nos últimos dias uma associação de lobby que reúne Google, Facebook e TikTok teria espalhado entre deputados federais que o PL censura posts de teor religioso. Em entrevista coletiva na tarde desta terça (2/5), o ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou que as práticas do Google demonstravam agressividade e prepotência. “Estamos diante de uma situação de agressividade, de prepotência, que reforça a importância da regulação. O que estamos vendo de publicidade enganosa, cifrada, abusiva, mostra o tanto que a regulação é necessária e urgente”, argumentou. Dino disse que as big techs precisam atuar “com seriedade” no Brasil e desistir que defender um “faroeste digital”, porque esta prática “mata”. “Este faroeste cibernético mata crianças, adolescentes, pessoas por doenças. Todas as empresas no Brasil são reguladas. Onde está escrito que essas empresas (digitais) não podem ter regulação?”, questionou o ministro da Justiça. O PL das Fake News pode ser votado pela Câmara nesta terça-feira. Mas caso a ação das big techs consiga adiamento, sob o argumento de que o debate não está maduro, ou resultar numa derrota do governo, Dino ressaltou que há outros caminhos para aprovar a mudança na legislação. “Se estes adeptos do faroeste digital conseguirem impor a sua vontade ao ponto de impedir o processo legislativo, lembro que nós temos a regulação derivada de decisões administrativas, inclusive do Ministério da Justiça, e há regulação do Poder Judiciário no julgamento de ações que lá tramitam”, declarou, deixando claro que o lobby não pode impedir a regulamentação.
Polícia procura mulher desaparecida na casa de Keanu Reeves
O ator Keanu Reeves passou por uma situação complicada com a polícia recentemente. Segundo o TMZ nesta terça-feira (2/5), as autoridades bateram na casa do artista, em Los Angeles, para buscar uma mulher desaparecida. Os polícias revelaram à imprensa que receberam um chamado para verificar o bem-estar de uma jovem de 27 anos. A denúncia teria sido feita por uma pessoa preocupada, pois não tinha contato com a amiga há algum tempo. No chamado, a pessoa ainda teria fornecido os dados da suposta vítima, como data de nascimento e o modelo do carro que a vítima dirigia. Quando o ator atendeu a campainha, os polícias descobriram que a situação não passou de uma confusão ou pegadinha. Apesar disso, Keanu reforçou que não conhecia a mulher procurada e acrescentou que ela não morava em sua casa, localizada nos Estados Unidos. Até o momento, a polícia de Los Angeles não sabe se a pessoa informou o endereço errado ou quis apenas tirar uma onda com o ator. De toda forma, Keanu Reeves teria sido gentil com as autoridades, fazendo jus à sua reputação.
Emily Garcia expõe atraso de pensão de Babal Guimarães
Emily Garcia decidiu expor na segunda (1/5) o atraso de pensão de seu ex-marido Babal Guimarães, o cunhado de Carlinhos Maia. Segundo a influenciadora, ele não realiza o pagamento há três meses. “Amanhã vou para São Paulo para trabalhar, porque se o papai não paga pensão e faz três meses atrasado de pensão, a mamãe tem que trabalhar para bancar sozinha o baby, né?. É a vida. Podem chamar de biscoiteira, podem chamar do que for. Gente, francamente, o justo é justo. Nem se discute”, disse ela nos Stories do Instagram. Pouco depois, Emily retornou as redes sociais para anunciar que o método de Cris Dias e Luana Piovani deu certo. “Acabei de receber o comprovante. Atualizações do pagamento da pensão de hoje, mas ainda faltam duas pensões”, disse Emily, lembrando que o valor recebido não é suficiente para cobrir os custos de escola e os alimentos do pequeno Miguel. No entanto, a advogada Karol Toledo se incomodou com as acusações e negou que o influenciador tenha pensões em atrasos. Ela ainda disse que se trata de histórias criadas por Emily. “Está feio tantas mentiras na Internet! A pessoa não consegue ver meu amigo em paz e vivendo! Agora mentiras, isso não!”, escreveu no Instagram. Irritada, Emily Garcia rebateu as acusações. “Querida, ele sempre teve a minha conta! Não vem com papo de que estava pedindo. Poderia ter depositado desde o primeiro mês e falta pensão, sim. Na hora de ir chorar na internet dizendo que está com saudade do filho é fácil, mas nunca veio visitar o garoto, mesmo o advogado propondo formas corretas por conta da minha medida protetiva”, declarou ela. Na sequência, a influencer lembrou que teria sido vítima de agressões de Babal. O caso segue correndo da Justiça desde fevereiro, quando o famoso foi condenado por violência doméstica. “Vai trabalhar ao invés de estar respondendo página de fofoca, está revoltada porque você já perdeu o primeiro caso e ele foi condenado?”, questionou. “Se prepara, que seu amigo agressor será condenado mais uma vez, porque foi comprovado pela polícia todas as agressões e ameaças, então vai trabalhar advogada de internet, porque você vai precisar. Nem réu primário ele tem mais.” Karol, por sua vez, tentou abafar o assunto com prints dos supostos comprovantes de pagamento da pensão alimentícia. “Já que não tem a ver com processo, antes que venham falar de segredo de Justiça… Eu mando os comprovantes de pensão para o advogado dela”, escreveu ela, que diz ter pedido o número da conta de Emily durante um mês. Mas a influencer reagiu: “Deve ser difícil né? Ser advogada de um agressor, que já foi condenado sim uma vez, por pular o muro e espancar a ex-mulher, pego em flagrante, todos vocês sabem a verdade! A família, todos. Agora na minha vez querem me fazer de louca, se prepara pra perder mais um processo, o primeiro já perdeu e foi comprovado pela polícia, sim, advogada de quinta!”. “Deveria ter vergonha de ser mulher e defender macho agressor! Vou atrás dos meus direitos até o fim porque só eu, a família dele, a assessoria dele (que era minha) sabe de algumas coisas que eu passei, né? Bom, se eu fosse você ficava calada pra não prejudicar ainda mais o seu cliente. Ah, o pedido dele para o juiz de eu não citar o nome dele foi negado, que pena, né? Porque macho agressor tem que ser exposto sim!”, detonou ela. A LAPADA QUE A EMILY GARCIA DEU NA ADVOGADA DO BABAL pic.twitter.com/IisCkkh0XQ — joe (@pratteseduzir) May 2, 2023 Gente! A Emily Garcia acabou de publicar fotos de marcas de agr*ssões em seu corpo, onde afirma ter sido agr*dida pelo Babal Guimarães. Meu Deus… pic.twitter.com/ocFNnPMjA5 — INSTA DA GOSSIP (@instadagossip) May 2, 2023 Eita! Após a Emily Garcia expor no story que o Babal Guimarães deixou três pensões do Miguel atrasadas, a advogada do influenciador comentou na publicação da Subcelebrities explicando que ela manda os comprovantes pro advogado da Emily e que não tem nada atrasado. pic.twitter.com/cq0T4F2k9Y — INSTA DA GOSSIP (@instadagossip) May 2, 2023
Arthur Aguiar teria ignorado mensagem de Thiago Nigro
Maíra Cardi revelou na segunda-feira (1/5) que o empresário Thiago Nigro teria entrado em contato com Arthur Aguiar, mas o ator ignorou a mensagem. O assunto surgiu durante entrevista no “PodCats”. Segundo a coach, o atual namorado teria enviado a mensagem no começo da relação. No conteúdo, Nigro dizia que não “tomaria o lugar” de Arthur e que estava disposto a cuidar da pequena Sophia, filha de 4 anos do ex-casal. “Ninguém toma o lugar de ninguém! Não existe nada mais importante para uma mãe e para um pai do que seu filho ser bem cuidado e se essa não for a preocupação principal, tem algo aí”, disse a coach, que confirmou que os dois herdeiros se adaptaram a nova relação. “A primeira coisa que ele fez foi mandar um textão para o Arthur, dizendo que ele jamais tomaria o lugar dele e o quanto ele poderia ficar seguro, que ele cuidaria muito bem da filha dele. Enfim, mandou um texto lindo que foi ignorado, mas fez a parte dele”, contou Maíra. Por fim, Maíra Cardi reforçou que “ninguém toma o lugar de ninguém” na criação dos filhos, ainda que eles possam criar novos laços de amores.
Google faz lobby contra PL das fake news em seu mecanismo de busca
A plataforma Google deixou a imparcialidade de lado para se manifestar sobre a política no Brasil. O mecanismo de busca colocou em sua home um link de campanha contrária à proposta de regulamentação das fake news. Intitulado “O PL das Fake News pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”, o link direciona para um artigo assinado por Marcelo Lacerda, diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da empresa no país. Segundo o Google, o projeto pode piorar a internet e gerar consequências indesejadas caso o texto atual seja aprovado sem uma discussão mais aprofundada. Na verdade, este já é o segundo texto assinado pelo representante da plataforma de busca contra o projeto de lei, sempre listando pontos considerados “preocupantes” dignos de Big Brother (o original, de “1984”), como dar “amplos poderes a um órgão governamental para decidir o que os brasileiros podem ver na internet”. A empresa também impulsiona a hashtag #MaisDebatePL2630, tem pressionado deputados federais e contatado influenciadores em caso claro de lobby político. Essa ação gerou críticas do relator do projeto, o deputado federal Orlando Silva (PCdoB), que fez uma série de ataques às empresas de tecnologia durante ato do Dia do Trabalhador promovido pelas centrais sindicais no centro de São Paulo. Orlando Silva afirmou que as big techs, em especial o Google, estão fazendo um “jogo sujo” para influenciar de forma negativa a votação do projeto de lei no Congresso brasileiro. O deputado criticou o uso da força econômica e da presença de mercado para distorcer o debate político, e citou a redução do alcance da rede Sleeping Giants no Twitter como exemplo. A ação do Google gerou também reação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que vê possibilidade de prática abusiva da empresa de tecnologia. O ministro afirmou em sua conta no Twitter que está encaminhando o assunto à análise da Secretaria Nacional do Consumidor, órgão do Ministério da Justiça, à vista da possibilidade de configuração de práticas abusivas das empresas. Com a possibilidade de adiamento da votação do projeto, a polêmica em torno do PL das Fake News continua. Enquanto as empresas de tecnologia defendem uma discussão mais aprofundada sobre o tema, o relator e o governo buscam avançar com a proposta para combater a disseminação de informações falsas na internet. O governo tomou a frente da discussão, porque as empresas de tecnologia lavaram as mãos e permitiram que notícias falsas causassem o ato de vandalismo de 8 de janeiro contra os Três Poderes constituídos do Brasil. Importante apontar que uma lei similar já está em fase de implantação na Europa e deve ser adotado em vários outros países, numa tendência irreversível para frear a permissividade na internet. Assim como no Brasil, a Lei dos Serviços Digitais (DSA), da União Europeia, também incomodou as empresas de tecnologia. Afinal, ela as obriga a fazer o mínimo que se recusam a fazer: adotar novos mecanismos que permitam aos usuários sinalizar conteúdo ilegal online e cooperar com sinalizadores confiáveis para identificar e remover esse tipo de conteúdo, além da possibilidade de contestar as decisões de moderação de conteúdo das plataformas com base em uma nova informação obrigatória aos usuários quando o conteúdo for removido ou restrito. A DSA também exige mais transparência dos algoritmos utilizados para recomendar conteúdos, proteção de menores em qualquer plataforma, fiscalização das big techs sobre suas ações para impedir o abuso de seus sistemas, medidas de gerenciamento de riscos e atuação contra desinformação ou manipulação eleitoral, violência cibernética contra mulheres ou menores de idade, e medidas contra golpistas na internet. A proposta brasileira inclui multas para a desobediência da lei e opções de remuneração por uso de material com direitos autorais, dois pontos que renderam mais comentários contrariados do Google. Veja abaixo as postagens oficiais do Google contra a PL das fake news.
Atriz de “Chiquititas” saiu do aperto com OnlyFans: “Estava vivendo de doações”
A atriz Renata Del Bianco, conhecida por interpretar a personagem Vivi na primeira versão brasileira de “Chiquititas”, exibida entre 1997 e 2001 no SBT, revelou que passou por dificuldades financeiras após o divórcio, mas conseguiu dar a volta por cima ao entrar no OnlyFans. “Tinha um estilo de vida com meu marido que precisei diminuir porque era 100% financeiramente dependente dele. Não tinha como, do dia para a noite, me manter sozinha. Estava vivendo com doações, mas não falava. Meus pais me traziam cesta básica”, relatou Renata em entrevista à revista Quem. Ao decidir colocar um ponto-final no casamento, a atriz se viu sem ter para onde ir. Sem querer incomodar os pais, que são idosos e gastam boa parte da renda para pagar plano de saúde, ela decidiu buscar alternativas para se sustentar e encontrou no OnlyFans uma oportunidade de fazer um conteúdo próprio. “Não devo satisfações a ninguém. A única pessoa a quem devo satisfações é a minha filha. Por mais ética e perfeita que eu tente ser, não estava conseguindo dinheiro para comprar comida para ela”, desabafou. Segundo Renata, durante o lançamento de seus perfis, ela chegou a faturar até R$ 20 mil por semana, mas reconhece que há uma queda natural nos ganhos após passar o período de novidade. Mesmo assim, a artista se mostra grata pela oportunidade de conseguir ganhar dinheiro e deixar de depender de ajuda. “Tenho a impressão que todo mundo me explorou a vida inteira. Essa é a primeira vez que consegui ganhar dinheiro através de mim mesma, sem depender de ninguém”, concluiu.
Luís Miranda descreve assédios de Marcius Melhem como “jogo sujo de poder”
O ator Luís Miranda confirmou que Marcius Melhem teria usado o sexo como uma “prática de exercer poder” e revelou, em entrevista ao colunista Guilherme Amado, ter presenciado episódios de assédio no “Zorra”, um dos programas do núcleo de Humor da Globo que era chefiado pelo humorista. Na entrevista, o ator ainda confirmou que Melhem tinha atitudes inapropriadas nos bastidores. “Marcius tinha um comportamento íntimo demais para a hierarquia da casa. Como, por exemplo, entrar no camarim enquanto a Dani [Calabresa] estava trocando de roupa ou experimentando uma peça. E muitas brincadeiras e piadas de cunho sexualizado, além de armações de articulação do poder. Com mulheres, [Marcius] tinha esse excesso de elogios às formas físicas”, contou ele. Em seguida, Miranda disse ter ouvido de Dani que o comediante havia mostrado o pênis durante a festa dos cem episódios do “Zorra”. No entanto, ele confessou que sentiu dúvidas sobre ter sido um abuso sexual ou apenas “mais uma brincadeira” de Marcius Melhem. Vale lembrar que o evento virou investigação da Delegacia da Mulher do Rio de Janeiro. “Eu liguei para o Maurício Farias e depois consequentemente para o Mauro Farias para tirar umas opiniões sobre o assunto. Eu queria entender se aquilo partia de uma coisa que era uma queixa dela porque ele tinha tirado o programa [que Calabresa queria estrelar] e ela estava chateada, ou se de fato realmente a coisa do abuso sexual fazia parte”, disse Miranda. Apesar da dúvida, Miranda admitiu que ficou perturbado depois que entendeu a gravidade do caso. “Porque naquele momento a gente entendia aquilo como uma brincadeira. Mas depois eu pensei: ‘Pô, seria uma brincadeira se fosse comigo ou com os outros que faziam parte do elenco’. Mas, quando é chefe, a coisa é mais complicada”, analisou ele. Após a declaração, Marcius Melhem enviou, por meio de sua assessoria de imprensa, uma nota em que também inclui Miranda no círculo de pessoas que estariam envolvidas num complô contra ele e questionou por que o ator não é testemunha na investigação que corre na delegacia. “No mais, o golpe vai ficando claro, à medida que se revelam os movimentos de Dani Calabresa e as datas em que ela começa a agir”, afirmou, em referência à tese do complô. Diante dessa reação, Luís Miranda acrescentou que o humorista deveria buscar tratamento psicológico antes de acusar as vítimas de vingança. “Eu sinto que, muitas vezes, a gente faz um personagem para tentar jogar aquele jogo. É um jogo sujo das escalações. É um jogo sujo do poder, e no ‘Zorra’ foi muito sujo. Muito sujo mesmo, de dar ascensão e lugar às pessoas por puxa-saquismo”, afirmou ao Splash. “Isso tem que ser tratado por ele. Ele tinha que estar num psicólogo tratando o grau elevado da sexualidade dele. Tratando a prática de exercer poder dessa maneira. Isso é uma doença, ele tem uma doença que precisa ser tratada. E é triste, é lamentável, é penoso ver um doente relutar contra a cura.” Na sequência, Miranda confessou que o humorístico era “o sonho de todo mundo” e que ninguém gostaria de perder, embora tivesse “que enfrentar espécimes desse nível, que manipulam relações, comportamentos, que minam as coisas”. O ator acrescentou que Melhem não aceitava um “corte de intimidade” e que era uma maneira de se colocar fora dos projetos. Luís Miranda ainda antecipou que o humorista “vai trabalhar” em cima de suas entrevistas, mas não deve reconhecer suas atitudes abusivas. “Nunca sabe o que está dentro das pessoas, o que magoou aquelas pessoas. Não passa por esse critério. Não tem avaliações pessoais, sentimentais, sobre o mal que causa aos outros. É sobre o mal que causou a muitas pessoas. É sobre o mal que causou a um departamento. É sobre milhares e milhares de pessoas despedidas, passando necessidade, que ele matou, que ele minguou, por conta desse projeto de poder”, pontuou o ator. “É sobre esse projeto de poder que eu estou aqui falando. Não sobre Marcius, ele para mim já não tem nem valia. Eu gostaria de encontrar ele na rua e dizer: que pena, né, cara, que você não conseguiu gerir a sua vida. Gostaria, mas assim: cada vez que ele abre a boca, ele me afasta mais da conexão com ele”, concluiu.
Sérgio Hondjakoff recebe alta da clínica de reabilitação
Sérgio Hondjakoff, o eterno Cabeção da “Malhação”, recebeu alta médica no último domingo (30/4). O ator estava internado há cerca de 10 meses numa clínica de reabilitação para dependentes químicos, localizada no interior de São Paulo. O terapeuta Sandro Barros, responsável pelo acompanhamento do ator, explicou que Serginho terá um “cronograma terapêutico” para seguir fora da reabilitação. A medida será necessária para garantir a distância de gatilhos emocionais após meses de sobriedade. “O acompanhamento terapêutico trabalha o jeito de ser, a forma de pensar e a maneira de agir. Quando o Serginho tiver no Rio, eu vou criar esse cronograma terapêutico junto com ele. Eu vou levá-lo aos grupos de ajuda, no futevôlei, para dar um mergulho no mar, para dar uma volta na Lagoa, no Leblon”, contou o terapeuta. “Então vou criar as atividades, porque o acompanhante terapêutico trabalha na sociedade. O consultório dele é o cotidiano. A gente usa recursos internos para remover qualquer bloqueio que ele tenha. São várias questões para lidar com os gatilhos e reencontrar a esperança.” Barros acrescentou que o ator ainda está num processo para identificar seus próprios gatilhos, que são responsáveis pelas recaídas no uso de drogas. “Cada paciente tem gatilhos diferentes. Como terapeuta há 9 anos, eu ajudei mais de 5 mil vidas. Tem pessoas que têm gatilho com ambientes, com dinheiro, com carro… No caso dele, ele está começando ainda a identificar os gatilhos, porque isso é um processo”, explicou. Com o ator de volta à cidade do Rio de Janeiro, o terapeuta pretende incluir a família de Sérgio Hondjakoff no cronograma terapêutico. “Vamos resgatar todo esse tempo perdido aos poucos, sem querer resolver tudo em 24h, que é uma tendência quando a pessoa sai da clínica”, afirmou o profissional. “Por enquanto, ele vai morar com a mãe, com a esposa e o filho para ficar mais próximo da família, porque quanto mais próximo da família e do terapeuta, mais longe das drogas. A família também será tratada com terapia para aprender a lidar com ele em algumas questões do cotidiano dele”, garantiu Barros. Em junho do ano passado, Sérgio Hondjakoff decidiu se internar numa clínica de reabilitação indicada por Rafael Ilha, após ter surtado numa live pública. Nas imagens virais, o ator chegou a ameaçar matar o próprio pai. Na época, ele ficou surtado por vários dias, fazendo uso de drogas, consumindo bebida alcoólica e sem dormir, o que assustou a família. Ele já havia sido denunciado por maus-tratos.
Preta Gil anuncia nova fase do tratamento contra o câncer
A cantora Preta Gil revelou no domingo (30/4) que entrou numa nova fase do seu tratamento contra o câncer de intestino, descoberto no começo deste ano. Nas redes sociais, ela se mostrou confiante com a próxima etapa. Num vídeo, Preta contou ter viajado a São Paulo para conhecer o médico cirurgião e outros profissionais responsáveis pelo seu caso. A cantora deve começar as sessões de radio e quimioterapia oral nos próximos dias. “Estou muito entusiasmada, muito esperançosa, e com muita certeza de que esse tratamento vai se bem suceder, e que, ao final dessa estrada, tem uma cura me esperando”, afirmou a artista. Em seguida, Preta Gil prometeu trazer notícias sempre que estiver se sentindo bem. “[É] pra você verem que eu tô bem. Foi uma semana muito boa, mais uma vez eu dei passos muito importantes que eu dei rumo à cura”, seguiu ela. Em janeiro, Preta Gil sentiu fortes dores no abdômen, antes de passar por exames num hospital de referência no Rio. Os resultados apontaram o câncer no intestino e a artista precisou iniciar o tratamento imediatamente. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Preta Gil 🎤 (@pretagil)
Instituto que se chamava Luisa Mell vai processar ativista por acusações
O Instituto Caramelo, entidade que luta pela causa animal e que levava o nome de Luisa Mell até sábado (29/4), anunciou que irá processar a ativista e influenciadora digital por dizer que a entidade deu um golpe, e por cada insinuação e acusação que ela fez contra a organização em um vídeo publicado neste domingo (30/4). “Processaremos ela, no cível e criminal, por cada insinuação e acusação para que ela prove na justiça o que afirma ou insinua”, declarou o local. O instituto afirma que Luisa Mell se colocou como vítima da situação e fez insinuações mentirosas. “Quando mais de 20 pessoas que trabalharam juntas por oito anos deixam de acreditar em alguém, vale a reflexão de quem está certo: esse alguém ou todo o grupo?”, questionou a organização não governamental em seu posicionamento oficial divulgado na página da entidade. “Lamentavelmente, em seu posicionamento, Luísa se coloca como vítima e distorce fatos a seu favor. Pensando unicamente em si, coloca em xeque a idoneidade de todo o trabalho, de dezenas de pessoas, de uma empresa de auditoria externa renomada, fornecedores e parceiros. Na ponta, em risco todos os animais abrigados, além de desmerecer o esforço de todo o grupo”, conta a nota. O texto lamenta que tenha que transformar o caso em situação judicial por causa de Luisa Mell, mas que o Instituto vai continuar cuidando de animais abandonados mesmo sem o apoio do nome dela. “Só quem perde aqui é a causa e os animais, algo que tentamos a todo custo evitar. Não iremos ficar em guerras de narrativas nas redes sociais, pois temos muito trabalho, animais e pessoas para cuidar e esse é nosso foco e propósito”, concluiu a organização no comunicado. Luisa Mell fez um vídeo para apresentar sua versão da polêmica após a entidade que tinha seu nome mudar para Instituto Caramelo e declarar que a apresentadora não fazia contribuições financeiras. Para rebater, ela afirmou que essa “narrativa é vergonhosa e criminosa”, pois doou seu tempo, nome e fez campanha publicitária e de arrecadação para a entidade. “Eu doei minha imagem, meu nome, minha história, doei meu tempo, minha saúde mental”, disse Luisa. Ela também afirmou que resolveu mudar a relação com o instituto após encontrar inconsistências. “A partir do momento que descobri parcerias feitas em meu nome, sem a minha autorização, com condições absurdas… Resolvi não delegar mais tanto”, contou, acusando a organização de ter mudado o regime de governança para que ela não pudesse decidir mais nada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Instituto Caramelo (@instituto.caramelo)
Luisa Mell acusa seu antigo Instituto de dar golpe
A ativista e apresentadora Luisa Mell divulgou um vídeo para rebater acusações dos responsáveis pela mudança do nome do Instituto Luisa Mell para Instituto Caramelo. A mudança foi anunciada no domingo (30/4) através das redes sociais da organização, que afirmou ter optado pela mudança por nunca ter recebido apoio financeiro de Luisa Mell. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, a ativista acusou a ONG de dar um golpe. “Sou presidente, fundadora e principal responsável civil e criminalmente pelo instituto”, afirmou Luisa Mell. “Inacreditável como as pessoas têm coragem de contar uma mentira dessas. Falaram que eu não era do instituto, que eu na verdade era só uma garota propaganda e tinha um contrato de imagem. Mentirosos. Eu sempre fui a fundadora e presidente do instituto. E todos os processos civis e criminais, a primeira que toma sou eu. É tanta mentira que cada vez eu fico mais assustada com essas pessoas que eu trabalhei”, acusou. A ativista disse que, mesmo não tendo doado dinheiro, sempre se dedicou ao instituto doando sua imagem, divulgação, tempo e trabalho como resgate. “Sempre pedi dinheiro aqui, implorei. Quantas vezes não supliquei, me humilhei aqui pedindo dinheiro. Quantas publicidades eu não fiz sem ganhar absolutamente nada, só para o instituto ter ração, ter condições de se manter”, destacou. E revelou que o ex-marido, Gilberto Zaborowsky, costumava fazer doações para a organização. “Fui casada com um homem rico, não tenho pensão milionária. Essa narrativa é tão vergonhosa, tão doentia, tão criminosa”, afirmou. Ela ainda contou que descobriu parcerias feitas em seu nome sem sua autorização e com condições absurdas, o que a levou a mudar sua relação com o instituto. “A partir do momento que resolvi não delegar mais tanto, virei inimiga, tendo que ouvir em assembleias extraordinárias que qualquer player poderia me substituir porque eles já tinham a estrutura”, relatou. Luisa Mell também acusou o Instituto Caramelo de ter mudado o regime de governança para que ela não pudesse mais tomar decisões, nem demitir funcionários ou controlar gastos. “Sem nenhum poder de decidir de nada, nem os resgates que precisava fazer. Como eu poderia continuar pedindo dinheiro para vocês?”, questionou. No final do vídeo, a ativista agradeceu o apoio dos fãs e afirmou que espera resolver logo a questão e continuar seu trabalho com animais. “Minha missão. Obrigada pela compreensão e carinho”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luisa Mell (@luisamell)
Instituto Luisa Mell troca nome e expõe apresentadora: “Nunca colocou dinheiro algum”
O Instituto Luisa Mell, dedicado ao resgate de animais em situação de risco ou doentes, anunciou uma grande mudança em seus rumos. A ONG decidiu remover o nome da ativista e agora se chama Instituto Caramelo. Em comunicado, a entidade revelou que a mudança aconteceu porque a apresentadora, ao contrário do que muitos pensam, nunca ajudou a organização com doações. “O Instituto Luisa Mell agora é Instituto Caramelo! O novo nome é a forma que encontramos de homenagear o vira-lata caramelo, personagem conhecido e amado nas redes sociais, que inspira todos os dias o nosso trabalho diante da realidade de abandono e maus tratos no nosso país”, diz o texto publicado nas redes sociais. A ONG também explicou porque tinham adotado o nome de Luisa Mell originalmente: “A opção de o Instituto levar o nome ‘Luisa Mell’ foi para ajudar o maior número de animais possível, partindo de uma marca conhecida com um trabalho real por trás”. A entidade afirmou que Luisa Mell foi contatada por um grupo de voluntários que já trabalhavam com a causa animal quando a ONG foi fundada, em 2015. A intenção, segundo o texto, era dar visibilidade à instituição – a apresentadora teve um programa na RedeTV!, o Late Show, que promovia resgate de animais sob maus tratos e encampava campanhas de doação. O texto afirma que a mudança ocorreu com a intenção de “despersonificar o trabalho e separar posturas e interesses individuais do propósito do grupo”. A postagem gerou uma série de comentários. Em resposta a um questionamento, a entidade — que fica em Ribeirão Pires, na região metropolitana de São Paulo — acrescentou: “Ao contrário do que muitos pensam, a Luísa nunca colocou dinheiro algum no Instituto. Nenhuma doação sequer. Foi dinheiro das outras pessoas do grupo e de doações que fizeram as coisas funcionarem ao longo desses anos. Vocês podem comprovar isso facilmente solicitando a ela que mostre qualquer depósito dela para o instituto.” Muitos ficaram em choque com a mudança e a revelação da falta de envolvimento de Luisa Mell. “Eu tô chocada que a história do instituto é essa. Que ela foi convidada pra atingir mais gente. A forma como ela sempre tratou esse instituto dava a entender que ela tinha criado e a galera foi entrando depois. Enfim, o propósito é o mesmo, continuem o trabalho lindo de sempre, independente de nomes ou pessoas”, disse uma internauta.
Vítima de estupro encontra Polanksi após 46 anos
A escritora Samantha Geimer, que foi vítima de estupro por parte do diretor Roman Polanski quando tinha apenas 13 anos, em 1977, compartilhou uma foto ao lado do cineasta em suas redes sociais. O encontro ocorreu 46 anos após o crime que ainda impede o cineasta de retornar aos Estados Unidos. O registro fotográfico foi feito pelo marido de Samantha, David Geimer, durante um encontro em Paris com Polanski e sua esposa, a atriz Emmanuelle Seigner. A própria Emmanuelle compartilhou a publicação em suas redes sociais. O encontro aconteceu no início de março deste ano, quando Samantha concedeu uma entrevista à Emmanuelle. A entrevista foi publicada pela revista Le Point e trouxe a vítima defendendo seu agressor. Samantha afirmou que o que aconteceu com Polanski nunca foi um grande problema para ela. Ela não tinha conhecimento de que o estupro era ilegal e que alguém poderia ser preso por isso. Apesar do crime que sofreu, ela afirmou estar bem e ter continuado bem após todos esses anos. Samantha ressaltou que o fato de terem feito do caso algo de grande proporção pesa terrivelmente sobre ela. Ter que repetir constantemente que o estupro não foi uma grande coisa é um fardo horrível para a vítima. No entanto, ela afirmou que o encontro com Polanski foi bom e que ela estava feliz em revê-lo após tantos anos. Polanski foi preso em 1977 por ter relações sexuais ilegais com a então menor. Ele aceitou um acordo judicial, cumpriu 42 dias de prisão e, quando o juiz do caso ameaçou voltar atrás no combinado, fugiu dos Estados Unidos para se abrigar na França, seu país natal, evitando a prisão. Desde então, ele é considerado foragido da Justiça dos EUA. Embora seja protegido na França por conta de sua cidadania, ele poderia, em tese, ser preso e extraditado se fosse a outro país. A Justiça dos EUA já tentou isso duas vezes. Ao viajar à Suíça para um festival em 2009, Polanski foi detido e colocado em prisão domiciliar numa propriedade que possui no país. No entanto, o tribunal suíço acabou rejeitando o pedido de extradição e libertou o diretor. Em 2014, houve nova tentativa na Polônia, país da família do cineasta, e o resultado foi o mesmo: o tribunal considerou que a pena já havia sido cumprida. Sobre as tentativas de extradição, Geimer disse que a iniciativa foi “injusta e contrária à justiça”, além de reforçar que Polanski já cumpriu sua sentença. “Da minha parte, ninguém queria que fosse preso, mas ele foi e foi o suficiente. Ele pagou sua dívida com a sociedade. É isso, fim da história. Ele fez tudo o que lhe foi pedido até que a situação ficou fora de controle e ele não teve outra escolha a não ser fugir”, disse na entrevista à Le Point. Com o surgimento do movimento #MeToo nas redes sociais, o caso de Polanski voltou a ser comentado e novas mulheres se apresentaram como supostas vítimas de abusos do diretor nos anos 1970. Em meio a essa controvérsia, Polanski ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cinema de Veneza em 2019 e o César (o Oscar francês) de Melhor Roteiro Adaptado em 2020, por “O Oficial e o Espião”, o que causou repúdio entre influenciadores e imprensa, e “esfriou” a relação entre o diretor e a indústria cinematográfica francesa. Atualmente, Polanski trabalha em um novo filme, “The Palace”, que aguarda lançamento, mas nenhum financiador, produtor ou estúdio francês quis fazer parte da obra, que acabou recebendo apoio da RAI Cinema da Itália. Além disso, o filme não foi incluído na programação do Festival de Cannes deste ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emmanuelle Seigner (@emmanuelleseigner)












