Luke Cage: Veja primeiro teaser da nova série de super-herói da Marvel
Vazou o primeiro teaser de “Luke Cage”, próxima série da Marvel produzida para o site de streaming Netflix. A prévia não foi distribuída oficialmente, mas já tem acabamento final, com o logo da Netflix. O vídeo mostra Mike Colter, que interpretou o personagem em “Jessica Jones”, fazendo piada sobre sua invulnerabilidade para criminosos que insistem em descarregar armas contra ele. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita, como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. Além de Colter, “Luke Cage” também trará de volta Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, e introduzirá sua mãe, Soledad Temple, que será interpretada pela brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”). O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Mahershala Ali (série “House of Cards”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
Demolidor: Teaser junta o herói a Elektra e Justiceiro em luta contra ninjas
O serviço de streaming Netflix divulgou um novo teaser de “Demolidor” focados no herói (Charlie Cox) e os principais coadjuvantes da 2ª temporada, que aparecem lutando contra ninjas. Por sinal, o vídeo confirma que o Justiceiro, vivido por Jon Bernthal (série “The Walking Dead”), usará um colete com o símbolo da caveira em seu peito, como nos quadrinhos. Por outro lado, Elektra, interpretada por Elodie Yung (“G.I. Joe: Retaliação”), troca seu uniforme vermelho escarlate, que marcaram os desenhos de Frank Miller, por um traje mais escuro, discreto e apropriado para uma ninja. Os 13 episódios da 2ª temporada foram disponibilizados nesta sexta, 18 de março, no Netflix.
Roteirista de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal escreverá novo filme do arqueólogo aventureiro
Após a confirmação de que “Indiana Jones 5” teria de volta Harrison Ford e o diretor Steven Spielberg, o site The Hollywood Reporter confirmou que o David Koepp vai escrever o filme. Koepp foi quem roteirizou o último filme da franquia, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), baseado numa história de George Lucas. Será a quinta vez que ele trabalhará com Spielberg, para quem também escreveu os sucessos “Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros” (1993), “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e “Guerra dos Mundos” (2005). Por enquanto, os detalhes sobre a trama do novo Indiana Jones estão mantidos em segredo, mas é provável que o roteiro esteja bastante adiantado, pois boatos sobre o envolvimento de Koepp vem desde dezembro, quando Harrison Ford revelou que o filme já estava sendo escrito. O casal Kathleen Kennedy e Frank Marshall também retorna como responsáveis pela produção. Assim, da equipe criativa dos filmes anteriores, apenas o nome de George Lucas, que concebeu as quatro histórias prévias, não tem sido citado em relação ao projeto. Ele vendeu os direitos do personagem junto com a franquia “Star Wars” para a Disney, ao negociar a LucasFilm por US$ 4 bilhões em 2012. A Disney dispensou sua história para o filme que acabou virando “Star Wars: O Despertar da Força” e pode ter seguido essa tendência com relação a suas ideias a respeito do quinto “Indiana Jones”. “Indiana Jones 5” também já ganhou previsão de estreia. Ele deve chegar aos cinemas em 19 de julho de 2019, nos EUA.
Jogador Nº 1: Simon Pegg entra na nova sci-fi de Steven Spielberg
O ator Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) entrou no elenco do novo filme de Steven Spielberg, “Jogador Nº 1”, informou o site da revista Variety. O ator se junta a Tye Sheridan (o novo Cíclope de “X-Men: Apocalipse”), Olivia Cooke (série “Bates Motel”) e Ben Mendelsohn (série “Bloodline”) no retorno do cineasta à ficção científica. Ele vai interpretar Orgen Morrow, um dos criadores do Oasis, programa de realidade virtual em que se passa a maior parte da trama. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do século 20. “Jogador Nº 1” tem estreia marcada para 30 de março de 2018.
Guillermo Del Toro prepara drama passado durante a Guerra Fria
O cineasta Guillermo Del Toro, conhecido por trabalhos como “O Labirinto do Fauno” (2006), “Círculo de Fogo” (2013) e “A Colina Escarlate” (2015), deve deixar a temática fantástica de lado em seu próximo filme, para dirigir um drama passado durante a Guerra Fria, informou o site Variety. Del Toro deve dirigir, escrever e produzir o drama, que ainda não tem título definido, e negocia com Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “História Cruzadas” (2011), para interpretar um dos papéis principais. A trama, segundo o Variety, será uma história de amor ambientada no ano de 1963 nos EUA. As gravações estão previstas para aconteceram durante o verão americano deste ano. O último filme lançado por Guillermo Del Toro foi o terror “A Colina Escarlate” (leia a crítica). O mexicano ainda está trabalhando no desenvolvimento da versão live-action de “Pinóquio”, na adaptação da trilogia literária “Scary Stories to Tell in the Dark” e ainda assina o roteiro e a produção da continuação de “Círculo de Fogo”, ambos sem previsão de estreia.
Diretor de Batman vs. Superman prepara remake de Vontade Indômita
O diretor Zack Snyder (“O Homem de Aço”) pretende dar um tempo entre os blockbusters “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” e “Liga da Justiça – Parte 1”, para desenvolver um projeto menor. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter,ele revelou que está desenvolvendo um remake do clássico “Vontade Indômita”, de 1949. Adaptado do romance homônimo escrito pela filósofa russa Ayn Rand, “Vontade Indômita” (The Fontainhead) acompanha Howard Roark, um arquiteto independente, que prefere manter seus ideais a comprometer sua visão por pressão econômica, recusando-se a seguir padrões populares. Ele apaixona-se pela rica Dominique Francon, mas termina a relação quando tem a oportunidade de construir edifícios de acordo com seus próprios desejos. Com direção de King Vidor, o elenco contava com Gary Cooper, Patricia Neal, Raymond Massel e Kent Smith. “Sempre senti que ‘Vontade Indômita’ é uma obra sobre processo criativo em si e a definição dele. Estou trabalhando no roteiro”, afirmou Snyder. O diretor ainda revelou que trabalha em “The Last Photograph”, um projeto que desenvolve já há algum tempo. “É uma produção pequena sobre um fotógrafo no Afeganistão”, declarou. Seu novo filme, “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” estreia na quinta, dia 24 de março, no Brasil.
Roteirista de Mulher Maravilha vai escrever o filme do anti-herói Lobo
A Warner Bros. começa a desenvolver mais uma filme baseado nos quadrinhos da DC Comics. O estúdio contratou o roteirista Jason Fuchs (“Peter Pan”), que também escreveu “Mulher-Maravilha”, para desenvolver a história do anti-herói espacial “Lobo”, informou o site da revista Variety. Criado em 1983 por Keith Giffen e Roger Slifer, o personagem é um caçador de recompensas alienígena, natural do planeta Czárnia, que possuiu visual imponente, com 1,93 metros de altura e cerca de 138 quilos, além de pele branca, super-força, olfato supersensível, capacidade de regeneração, vício em charutos e mau humor nato. As similaridades com Wolverine costumam ser consideradas paródia, e até o mestre Stan Lee, símbolo-vivo da Marvel, já declarou que Lobo é um de seus personagens favoritos. O projeto de transformar “Lobo” num filme é antigo e o cineasta Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) chegou a ser contratado para dirigir a produção. Mas, após muitos anos na gaveta, o roteiro em que ele trabalharia foi descartado. Com isso, não está claro se ele continua no projeto, que ainda não tem cronograma definido.
Supergirl encontra Flash em teaser e fotos do crossover televisivo
A rede americana CBS divulgou fotos e um teaser do crossover entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. O encontro dos dois super-heróis vai acontecer no episódio intitulado “World’s Finest”, de “Supergirl”. Segundo a sinopse, Flash (Grant Gustin) surge de repente de um universo alternativo e ajuda Kara (Melissa Benoist) em sua batalha contra a Banshee Prateada (Italia Ricci) e o retorno da vilã Curto Circuito (Brit Morgan), em troca de seu auxílio para encontrar uma maneira de voltar para casa. As duas vilãs também têm destaque entre as fotos divulgadas. O episódio irá ao ar em 28 de março nos EUA. A série “Supergirl” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
José Carlos Avellar (1936 – 2016)
Morreu o crítico e curador José Carlos Avellar, que comandou a RioFilme e era responsável pela programação dos cinemas do Instituto Moreira Salles. Ele faleceu na manhã desta sexta-feira (18/3), no Rio de Janeiro, aos 79 anos, por complicações decorrentes da quimioterapia. Avellar estava internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, onde tratava um linfoma. Nascido no Rio de Janeiro em 1936, Avellar foi um importante pensador do cinema brasileiro. Formado em jornalismo, trabalhou durante duas décadas no Jornal do Brasil, onde se estabeleceu como um dos críticos de cinema mais importantes do país. Ele também fez filmes. Nos anos 1960 e 1970 dirigiu três curtas, além de ter exercido a função de diretor de fotografia, produtor e editor em outros filmes, como os documentários “Ião” (1976), de Geraldo Sarno, e “Triste Trópico” (1974), de Arthur Omar. Seu principal legado aconteceu entre 1995 e 2000, quando foi diretor da RioFilme, responsável pelo lançamento de dezenas de longas no período, que ficou conhecido como Retomada do cinema brasileiro. Também participou de júris oficiais e de crítica de festivais internacionais como Veneza e Cannes, e foi, por muitos anos, o representante brasileiro da crítica no Festival de Berlim. Avellar lançou seis livros de ensaios sobre cinema, entre eles “O Chão da Palavra: Cinema e Literatura no Brasil” (2007), no qual analisa clássicos nacionais adaptados de livros, e “O Cinema Dilacerado” (1986). Em dezembro de 2006, foi condecorado pelo governo francês com a láurea de Chevalier des Arts et Lettres. Desde 2008, Avellar era responsável pela programação dos cinemas do Instituto Moreira Salles, que se despediu do curador com uma nota que reverencia sua capacidade. “Avellar era capaz de rememorar cenas específicas, descrevendo em detalhes um singelo plano, de um filme assistido décadas atrás. Seus artigos e ensaios exibiam um vasto conhecimento da produção mundial e da história do cinema”, diz o comunicado.
Produtor de Nina diz que criticar Zoë Saldaña por “não ser negra o suficiente” também é racismo
O produtor Robert L. Johnson, proprietário do estúdio RLJ Entertainment, resolveu responder às críticas contra a escalação de Zoë Saldaña para viver a cantora Nina Simone no cinema. Desde que a atriz, de origem afro-latina, foi anunciada como protagonista da cinebiografia “Nina”, pessoas ligadas ao espólio da cantora tem reclamado de que ela “não é negra o suficiente” para interpretar Nina Simone, que, além de gravar discos maravilhosos de jazz/soul, participou ativamente do movimento pelos direitos civis nos EUA. A manifestação mais dura veio do perfil de Nina Simone no Twitter, que mandou Zoë tirar “o nome de Nina da boca”. Em resposta, o produtor de “Nina” aponta que estas críticas são um resquício da mentalidade da época da escravidão. “É muito triste que afro-americanos falem sobre o assunto de uma forma que nos remete à forma como éramos tratados quando éramos escravos”, disse Johnson ao site The Hollywood Reporter. “Os senhores dos escravos separavam os que tinham pele clara daqueles com pele mais escura, e parte desse DNA social ainda existe hoje entre a comunidade negra”. Além da família de Nina Simone, a escolha de Zoë também foi criticada por India Arie, que viveu a cantora na série “American Dreams”, em 2003. Em 2012, ela já havia escrito uma carta aberta criticando a decisão de escurecer artificialmente a pele da atriz e usar uma prótese em seu nariz para que ela assumisse feições mais negras. Na ocasião, ela defendeu que Nina Simone fosse interpretada por Viola Davis, que havia acabado de vencer o Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011). Em uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter, India Arie lembrou que a pele escura foi determinante para Nina Simone. “Ela teria tido uma carreira diferente se fosse mais parecida com Lena Horne ou Dorothy Dandridge. Ela poderia ter sido a primeira pianista negra, famosa em todo o mundo”, disse ela. Mas para Robert L. Johnson, essa discussão sobre pigmentação serve apenas para aumentar o racismo e colocar os negros uns contra os outros. “Muitos que estão discutindo o assunto não percebem suas implicações”, ele pondera. “Imagine se eu fosse fazer uma cinebiografia sobre Lena Horne, que obviamente tinha a pela clara, ou sobre Dorothy Dandridge. Seria justo colocar um aviso dizendo ‘não aceitamos negras’? Seria ridículo”. Recentemente, a filha de Nina Simone veio a público reclamar dessa discussão, defendendo Zoë Saldaña, ao mesmo tempo em que observou que o problema não estava na atriz, mas nos responsáveis pelo filme, especialmente a diretora e roteirista Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), que teria inventado quase toda a história e não recebido aprovação para as filmagens. “É lamentável que Zoë Saldaña esteja sendo atacada de forma tão visceral”, disse Lisa Simone Kelly. “Ela claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. A produção também é acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chega a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. “Nós podemos usar esta data como mais uma oportunidade de celebrar a vida e a música de Nina, vamos fazer de um negativo um positivo, nos juntando e reconhecendo a verdadeira Nina Simone”, conclama a publicação. “Nina” tem estreia marcada para 22 de abril nos cinemas norte-americanos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Orange Is the New Black: Piper sofre ameaça física nas fotos da 4ª temporada
O serviço de streaming Netflix divulgou nove fotos da 4ª temporada de “Orange Is the New Black”. As imagens revelam algumas cenas tensas, como a ameaça à integridade física de Piper (Taylor Schilling), que corre o risco de perder um dedo. Há vários rostos assustados, mas também um momento de descontração, causado pelo encontro de Poussey (Samira Wiley) e a nova presidiária Judy (Blair Brown), que é uma espécie de Martha Stewart da série. A sinopse não foi divulgada, mas Laura Prepon, que interpreta a traficante Alex, revelou que a trama será retomada segundos após o final caótico da 3ª temporada. “Orange Is the New Black” é um dos carros-chefe do Netflix, junto com a igualmente premiada “House of Cards” e as novas séries de super-heróis da Marvel. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) a partir do livro de memórias de Piper Kerman, a série acompanha a vida de presidiária de Piper Chapman, que vai parar na prisão por causa de um antigo relacionamento com a traficante Alex. Nas temporadas mais recentes, as coadjuvantes acabaram conquistando mais destaque e praticamente roubaram a série da protagonista. O resultado se refletiu em dois Emmy vencidos por Uzo Aduba. A estreia dos novos episódios está marcada para 17 de junho e a série encontra-se renovada até 2019.
Batman vs Superman: Versão para maiores terá 3 horas de duração
A versão para maiores de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, que será lançada exclusivamente em Blu-ray e DVD, terá 3 horas de duração, com 30 minutos a mais que a exibição nos cinemas. A revelação foi feita pelo diretor Zack Snyder (“O Homem de Aço”) em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “A versão em home video tem meia hora a mais, com cenas que nós tiramos do filme por causa da censura”, ele contou. “Tudo que eu não pude manter na versão cinematográfica, eu coloquei de volta na versão do diretor. Quando a MPA (órgão de classificação etária) avaliou essa versão, deram a censura alta. Não tem nudez, só um pouco mais de violência”. Em termos comparativos, enquanto o Blu-ray terá 3 horas e classificação R (para maiores de 17 anos nos EUA), a versão que chega aos cinemas terá 2h31 minutos e classificação PG-13 (para maiores de 13 anos). O filme vai mostrar, pela primeira vez no cinema, o encontro dos principais personagem da editora de quadrinhos DC Comics. Além de Ben Affleck (“Argo”) como Batman e Henry Cavill (“Homem de Aço”) como Superman, a produção também vai introduzir Gal Gadot como Mulher Maravilha. O roteiro foi escrito por David Goyer (“O Homem de Aço”) e Chris Terrio (“Argo”), e a direção é de Zack Snyder (“O Homem de Aço”) e a estreia está marcada para quinta-feira (24/3) no Brasil, um dia antes do seu lançamento nos EUA.
Monica Iozzi será advogada do diabo, vivido por Tony Ramos, em nova série brasileira
A atriz e apresentadora Monica Iozzi (“Superpai”) vai estrelar sua primeira série. Segundo a coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, ela viverá uma advogada, contratada por um homem que pode ser o diabo para cuidar de seu processo de divórcio. Este personagem diabólico será interpretado por Tony Ramos (“Getúlio”). Intitulada “Vade Retro”, a série é uma criação do casal Fernanda Young e Alexandre Machado, criadores de “Os Normais”, “Como Aproveitar o Fim do Mundo” e “O Dentista Mascarado”, entre outras atrações de humor da rede Globo. A produção está a cargo da O2 Filmes e todos os 13 episódios da série serão dirigidos por Mauro Mendonça Filho, que dirigiu as séries “Toma Lá, Dá Cá” (2007) e “Dupla Identidade” (2014), além do remake de “Gabriela” (2012) e a novela “Verdades Secretas” (2015).












