Carro dirigido por Steve McQueen em Bullit é vendido por US$ 3,4 milhões nos EUA
O carro Ford Mustang GT de 1968, que Steve McQueen dirigiu nas cenas clássicas de perseguição do filme “Bullitt”, foi arrematado por US$ 3,4 milhões em leilão realizado na Flórida nesta sexta-feira (11/1). Foi o preço mais alto já pago por um Ford Mustang, segundo David Morton, gerente de marketing da casa de leilões em Kissimmee, perto de Orlando. O comprador não foi identificado publicamente. “O martelo foi batido em US$ 3,4 milhões, mas com as taxas de compradores, o custo total é de US$ 3,74 milhões”, disse ele à imprensa. O veículo de “Bullit” é um dos carros mais famosos do cinema norte-americano e foi vendido sem restauração, com sua pintura verde e estofado preto originais. Ele entrou para a História do cinema devido a 10 minutos de perseguição, em que aparece voando literalmente pelas ladeira íngremes das ruas de San Francisco. E foi realmente dirigido por McQueen em várias tomadas. O ator filmou suas cenas com a janela abaixada, para que os espectadores pudessem ter certeza que era ele quem estava atrás do volante. Mas nas situações mais arriscadas, foi substituído pelo dublê Bud Ekins. Após as filmagens de 1968, o Mustang foi vendido a um funcionário do estúdio Warner Bros., que o repassou a um detetive da polícia de Nova Jersey, até finalmente chegar em 1974 a Robert Kiernan, de Madison, Nova Jersey, que manteve o carro até morrer, em 2014. Kiernan rejeitou várias ofertas pelo carro, incluindo uma do próprio McQueen, segundo o jornal New York Times. Ao morrer, ele deixou o Mustang GT de herança para seu filho, responsável pela venda atual. Lembre abaixo o trailer original de “Bullit”, que destaca a famosa cena de perseguição.
Leonardo DiCaprio doa US$ 3 milhões para ajudar na luta contra incêndios na Austrália
Leonardo DiCaprio vai doar US$ 3 milhões, através de sua organização ambiental, para ajudar a luta contra os incêndios na Austrália. A organização do ator, Earth Alliance, anunciou que criará um fundo para contribuir com a “resposta internacional aos incêndios catastróficos”. O incêndio já matou 26 pessoas, destruiu mais de 2 mil casas e devastou uma área do tamanho do estado de Santa Catarina. Um estudo estima que 1 bilhão de animais já morreram na catástrofe. Com sua doação, DiCaprio se junta a outros artistas que estão contribuindo financeiramente com o esforço dos bombeiros do país – como Chris Hemsworth, Liam Hemsworth, Nicole Kidman, Elton John, Pink e Kylie Minogue. Vale observar que o governo australiano não culpa o astro de “Era uma Vez em Hollywood” pelos incêndios. Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @earthalliance: Earth Alliance, created in 2019 by @LeonardoDiCaprio, Laurene Powell Jobs, and Brian Sheth, has launched the #AustraliaWildfireFund, a $3 million commitment to assist critical firefighting efforts, aid local communities most affected by the wildfires, enable wildlife rescue and recovery, and support the long term restoration of unique ecosystems, with partners @aussieark @bushheritageaus @wireswildliferescue @emersoncollective @global_wildlife_conservation @oxygenseven. Join Earth Alliance in supporting these critical efforts – please see the link in my bio to donate. #AustraliaFires Photos by Brad Fleet, Wolter Peeters/The Sydney Morning Herald Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 9 de Jan, 2020 às 3:52 PST Ver essa foto no Instagram Yesterday, @EarthAlliance announced the #AustraliaWildfireFund, a $3 million commitment to support organizations on the front lines in Australia combating the devastating bushfires, and helping to support recovery and restoration projects for affected wildlife. Please see the link in my bio to find out more and to donate. @aussieark @bushheritageaus @wireswildliferescue @emersoncollective @global_wildlife_conservation @oxygenseven Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 10 de Jan, 2020 às 1:08 PST
Megxit: Imprensa britânica culpa Meghan Markle por ruptura na família real
A imprensa britânica batizou a recente ruptura na família real de “Megxit”, uma mistura do nome de Meghan Markle com a Brexit (a saída da Grã-Bretanha da União Europeia). A ex-atriz da série “Suits”, que virou Duquesa de Sussex ao se casar com o príncipe Harry, está sendo responsabilizada por criar uma crise na monarquia, em artigos que lembram a abdicação do Rei Eduardo VIII do trono britânico devido a seu casamento com outra “plebeia” americana, Wallis Simpson. A crise foi anunciada pelas redes sociais, onde Harry e Meghan declararam em conjunto que não vão mais representar a família real britânica em compromissos públicos. Mais do que isso: disseram que vão buscar meios de se tornar “financeiramente independentes” da realeza. Publicado no Instagram na quarta (8/1), o post rendeu 1,7 milhão de curtidas e mais de 135 mil comentários. O anúncio caiu como uma bomba na imprensa do Reino Unido, tornando-se mais comentado que o Brexit e a crise entre Irã e EUA. Segundo especialistas em fofocas reais, a declaração surpreendeu até a Rainha Elizabeth II. E está gerando mais ódio que apoio entre os súditos britânicos. Meghan foi rapidamente escalada como vilã, enquanto as redes sociais passaram a acumular ataques contra os duques, exigindo a devolução do equivalente a R$ 12,8 milhões em impostos, usados para pagar a reforma da mansão onde o casal vive em Windsor, a pedido de Harry e Meghan para seu conforto. Muitos ainda exigem que eles abram mão de seus títulos de nobreza, já que estão decididos a morar no Canadá. Mas a maior parte apenas lamenta a decisão, culpando a própria imprensa sensacionalista do país por acuar o casal, que prefere deixar os holofotes para cuidar de suas vidas — e da criação do pequeno Archie, nascido em maio de 2019. Os tabloides, porém, viram na decisão uma oportunidade de destilar ainda mais comentários negativos contra Meghan e Harry. Na quinta, o Daily Mail acusou o casal de abandonar “dramaticamente a linha de frente real sem avisar a rainha Elizabeth, o príncipe Charles ou o príncipe William”. Em tom sensacionalista, a manchete exclama: “Rainha em fúria após Harry e Meghan dizerem: ‘Estamos fora'”. Mas foi o jornal The Sun que cunhou o termo “Megxit”, rapidamente popularizado a ponto de cruzar o oceano e ir parar no New York Post. Por coincidência, o tabloide inglês já enfrenta um processo do príncipe Harry por supostos grampos telefônicos e invasão de privacidade. Na ação de outubro passado, o príncipe Harry diz que o Sun participou de uma suposta intercepção ilegal de mensagens provadas de correio de voz. Apesar do trocadilho, até os apoiadores do Brexit se posicionaram contra a ex-atriz — e de maneira agressiva. Meghan é acusada de tudo. A nova Yoko Ono teria afastado os irmãos William e Harry, e arruinado as chances de seu marido de assumir o trono britânico, caso a posição se tornasse disponível – ele é apenas o sexto na linha de sucessão, após o pai, o irmão mais velho e os três sobrinhos. Nos Estados Unidos, a escritora Afua Hirsch, colunista do New York Times, respondeu às críticas centradas em Meghan, dizendo que elas podem ser explicadas com uma palavra: “racismo”. Para ela, “o aparente projeto da imprensa britânica de perseguir Meghan foi bem sucedido — mas a parte que talvez não fosse esperada foi a perda do príncipe Harry junto com ela”. Na avaliação da colunista, a imprensa e a opinião pública foram muito mais duros com Meghan, de origem negra, do que com Kate Middleton, esposa do príncipe William, que é branca. A polêmica levou uma usuária do Twitter a escrever que está com “vergonha de ser britânica” por causa do “tratamento à primeira pessoa não-branca a entrar na família real”. Há poucos meses, o jornalista da BBC Andrey Kozenko fez um balanço sobre o tratamento destinado a Meghan na imprensa do Reino Unido. “Os tabloides britânicos receberam Meghan há dois anos com simpatia, e agora a atacam a todo o momento”, disse. “Julgam-na por tudo”, ela acrescenta, “desde as reformas caras feitas em sua casa, até sua aparência, seu comportamento em eventos sociais e suas declarações públicas”. Nos últimos meses, ambos fizeram diversas críticas à forma como a imprensa se referiu a suas vidas pessoais. Ao falar da morte inesperada de sua mãe, a princesa Diana, em 1997, Harry disse: “Já vi o que acontece quando alguém que amo é tão mercantilizado ao ponto de não ser tratado ou visto como uma pessoa de verdade.” Ver essa foto no Instagram “After many months of reflection and internal discussions, we have chosen to make a transition this year in starting to carve out a progressive new role within this institution. We intend to step back as ‘senior’ members of the Royal Family and work to become financially independent, while continuing to fully support Her Majesty The Queen. It is with your encouragement, particularly over the last few years, that we feel prepared to make this adjustment. We now plan to balance our time between the United Kingdom and North America, continuing to honour our duty to The Queen, the Commonwealth, and our patronages. This geographic balance will enable us to raise our son with an appreciation for the royal tradition into which he was born, while also providing our family with the space to focus on the next chapter, including the launch of our new charitable entity. We look forward to sharing the full details of this exciting next step in due course, as we continue to collaborate with Her Majesty The Queen, The Prince of Wales, The Duke of Cambridge and all relevant parties. Until then, please accept our deepest thanks for your continued support.” – The Duke and Duchess of Sussex For more information, please visit sussexroyal.com (link in bio) Image © PA Uma publicação compartilhada por The Duke and Duchess of Sussex (@sussexroyal) em 8 de Jan, 2020 às 10:33 PST
Joaquin Phoenix é preso em manifestação contra mudanças climáticas
O ator Joaquin Phoenix, vencedor do recente Globo de Ouro 2020 por “Coringa”, foi preso nesta sexta (10/1) ao participar de mais um protesto organizado por Jane Fonda contra a mudança climática na frente do Capitólio, em Washington (EUA). Ele terá a companhia do ator Martin Sheen, que trabalha com Fonda na série “Grace and Frankie”, também detido na manifestação. Joaquin discursou para os manifestantes — que incluíam ainda as atrizes Maggie Gyllenhaal e Susan Sarandon — e aproveitou para chamar atenção para os malefícios causados pela agropecuária para o meio ambiente. “Eu não tenho nada preparado, mas acho que poucos falam nesses protestos sobre a indústria de carne e laticínios”, afirmou o ator, sendo aplaudido. “Às vezes nos perguntamos o que podemos fazer nesta luta contra a mudança climática, e você pode mudar já, hoje ou amanhã o que consome”, disse. Todos os manifestantes foram alertados pela polícia de que seriam presos caso não cooperarem com as autoridades e começassem a se dispersar. A multidão de hoje foi uma das maiores desde que Fonda começou seus protestos. Even the Joker believes in climate change! Joaquin Phoenix calls out the meat and dairy industry for being the 3rd leading cause of the climate crisis #FireDrillFriday pic.twitter.com/NpxdC7aU38 — Fire Drill Fridays (@FireDrillFriday) January 10, 2020
Jeremy Irons vai presidir o júri do Festival de Berlim 2020
A organização do Festival de Berlim anunciou que Jeremy Irons (Adrian Veidt na série “Watchmen”) foi escolhido como presidente do júri da edição de 2020 do evento. “É sentindo grande prazer e honra incomensurável que eu assumo esse papel para a Berlinale 2020, um festival que eu admiro há tempos e sempre gostei de frequentar”, contou o ator em comunicado oficial. O ator inglês, que venceu o Oscar por “O Reverso da Fortuna” (1990), esteve mais recentemente no festival para acompanhar a exibição dos filmes “Margin Call – O Dia Antes do Fim” (2011) e “Trem Noturno para Lisboa” (2013). O Festival de Berlim 2020 ocorrerá entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março. We are excited to announce the legendary actor #JeremyIrons as our president of the International Jury at this year´s #Berlinale! He has embodied numerous iconic characters and won multiple awards, including the #AcademyAward for Best Actor. 👉 https://t.co/rHXJYteLRD pic.twitter.com/eBia12qmA2 — Berlinale (@berlinale) January 9, 2020
American Horror Story é renovada para mais três temporadas
O canal pago americano FX anunciou a renovação de “American Horror Story” por mais três temporadas. Isto garante a série no ar até a sua 13ª temporada – um número interessante para uma produção de terror. A série está atualmente produzindo os episódios de seu 10º ano, que serão exibidos no final de 2020. “Ryan [Murphy] e Brad [Falchuk, cocriadores da série] são mestres do terror televisivo. Eles criaram o formato de antologia em temporadas com ‘American Horror Story’, e a sustentaram por quase uma década como a série mais assistida do nosso canal”, comentou John Landgraf, presidente da FX, durante participação no encontro semestral de executivos de TV e imprensa, organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Lançada em 2011, “American Horror Story” popularizou as produções de formato antológico ao contar uma história diferente a cada temporada. A mais recente edição da série, exibida no ano passado, foi batizada de “1984” e apresentou um serial killer à solta num acampamento de verão dos anos 1980.
Nicholas Hoult vai enfrentar Tom Cruise na próxima Missão: Impossível
A franquia “Missão: Impossível” definiu o vilão de seus próximos dois filmes. Nicholas Hoult, conhecido pelo papel de Fera nos filmes dos X-Men, foi escalado para enfrentar Tom Cruise. A natureza do papel foi confirmada por várias publicações americanas de cinema, após o diretor Christopher McQuarrie, que vai assinar ambos os longas, revelar o ingresso do ator no filme. Postando uma imagem de Hoult, ele escreveu no Instagram: “E aí, quer causar um pouco de confusão?”. O próprio ator respondeu ao “convite” nos comentários: “Adoraria. Mas por que só um pouco?”. Os próximos filmes de “Missão: Impossível” serão o sétimo e oitavo da franquia. Eles serão filmados consecutivamente para chegar aos cinemas com um ano de diferença entre si, em julho de 2021 e agosto de 2022. Além de Hoult, Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”) e Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) estão entre as novidades do elenco. Ver essa foto no Instagram Say, @nicholashoult, care to raise a little hell? Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) em 9 de Jan, 2020 às 9:50 PST
Ator de Sense8 entra em Matrix 4
O ator alemão Max Riemelt, que viveu Wolfgang na série “Sense8”, juntou-se ao elenco de Matrix 4. Ele próprio revelou a novidade em sua conta no Instagram. Veja abaixo. Ele não é o único integrante de “Sense8” na produção. Toby Onwumere, intérprete de Capheus na 2ª temporada, também faz parte do elenco. A continuação também terá as voltas de Keanu Reeves como Neo e Carrie-Anne Moss na pele de Trinity. Curiosamente, os dois personagens morreram em “Matrix Revolutions” (2003). Além deles, Jada Pinkett Smith negocia retornar como Niobe, uma das líderes da rebelião de Zion contra as máquinas. E as novidades confirmadas incluem Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“Desventuras em Série”), Jonathan Groff (“Mindhunter”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”). A história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto. Ela também vai assinar a direção, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. A trama do “Matrix” original passava-se no futuro, após uma Inteligência Artificial dominar o mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e liderar uma revolução contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. As filmagens do quarto longa devem começar nos primeiros meses de 2020. Ver essa foto no Instagram #matrix4 #happy #newmovie Uma publicação compartilhada por Max Riemelt (@maxriemelt) em 7 de Jan, 2020 às 12:11 PST
Willow: Roteirista anuncia começo de trabalho na série derivada do filme dos anos 1980
O roteirista Jonathan Kasdan revelou no Twitter que já começou a trabalhar na série de “Willow”, produção da plataforma do Disney+ (Disney Plus) que adapta a clássica Sessão da Tarde “Willow: Na Terra da Magia” (1988), do diretor Ron Howard. “O escritório está aberto”, escreveu Kasdan, compartilhando a foto de um chapéu estampado com a imagem do personagem-título. Para quem não lembra, o filme original era centrada no anão Willow Ufgood (Warwick Davis), que relutantemente é forçado a proteger um bebê caçado pela Rainha Bavmorda (Jean Marsh). Uma profecia dizia que a criança traria a queda da rainha do mal. E para cumprir sua missão, Willow acaba sendo ajudado por um espadachim mercenário (Val Kilmer), que cruza seu caminho. O projeto é da Lucasfilm, para quem Howard dirigiu recentemente “Han Solo: Uma História Star Wars”. Vale lembrar que “Willow” foi escrito por ninguém menos que George Lucas. Durante uma participação no podcast “Happy Sad Confused”, da MTV, Howard disse que é produtor da série e que seus planos incluíam trazer de volta o ator Warwick Davis, intérprete original de Willow, para reprisar o seu papel. A ideia seria mostrar um Willow maduro, já que ele era muito jovem na trama original. “Warwick é tão legal e ele é tão bom ator que eu realmente espero que tenhamos a chance de ver o Willow maduro em ação”, disse Howard. O projeto será sua segunda parceria com o roteirista Jonathan Kasdan, que escreveu, justamente, “Han Solo: Uma História Star Wars” junto de seu pai, o célebre Lawrence Kasdan (roteirista de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi” e “Os Caçadores da Arca Perdida”). Ainda não existe uma previsão de estreia para a série. The office is open. pic.twitter.com/wty5ENi3He — Jon Kasdan (@JonKasdan) January 6, 2020
12ª temporada de Doctor Who estreia no Brasil ainda neste mês
A Globoplay anunciou que a 12ª temporada de “Doctor Who”, vai estrear na plataforma no dia 31 de janeiro, um mês após seu lançamento no Reino Unido e nos EUA. O serviço de streaming da Globo informa ainda que a disponibilização dos episódios será realizada de maneira tradicional, com a liberação de um capítulo novo por semana. Produzida pela rede BBC, a atual fase de “Doctor Who” estreou em 1º de janeiro no exterior. A 12ª temporada do revival (iniciado em 2005) também é a segunda a trazer Jodie Whittaker no papel principal.
GLAAD Media Awards: Filme brasileiro Sócrates é indicado ao principal prêmio LGBTQIA+ dos EUA
O filme brasileiro “Sócrates” está entre os indicados ao GLAAD Media Awards, prêmio da organização GLAAD, dedicada à incentivar a representação LGBTQIA+ na mídia e uma das mais ativas dos EUA. O longa de Alexandre Moratto concorre na categoria de Melhor Filme do Circuito Limitado (isto é, exibido em poucos cinemas). “Sócrates” acompanha o personagem-título, vivido por Christian Malheiros (da série “Sintonia”), um garoto gay de 15 anos de São Paulo que, após a morte de sua mãe, precisa aprender a viver sozinho. O filme já tinha rendido um prêmio de Revelação ao diretor Moratto no Independent Spirit Awards 2019, uma das principais premiações do cinema independente norte-americano. O ator Christian Malheiros também foi indicado em sua categoria. O GLAAD Media Awards vai apresentar os seus vencedores em dois eventos separados: em 19 de março, em Nova York, e em 16 de abril, em Los Angeles. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Filme do Circuito Comercial O Escândalo Fora de Série Downton Abbey Judy Rocketman Melhor Filme do Circuito Limitado Adam A Maratona de Brittany Fin de Siglo As Herdeiras Kanarie Dor e Glória Retrato de uma Jovem em Chamas Rafiki Sócrates Esto No Es Berlín Melhor Documentário 5B Gay Chorus Deep South Leitis in Waiting State of Pride Wig Melhor Série Dramática Batwoman Billions Euphoria Killing Eve The L Word: Generation Q The Politician Pose Caçadores de Sombras Star Trek: Discovery Supergirl Melhor Série Cômica Brooklyn Nine-Nine Cara Gente Branca Dickinson One Day at a Time The Other Two Schitt’s Creek Sex Education Superstore Vida Work in Progress Melhor Episódio (em Série sem Personagem LGBTQIA+ Fixo) “Love” (Drunk History) “Murdered at a Bad Address” (Law & Order: SVU) “Spontaneous Combustion” (Easy) “This Extraordinary Being” (Watchmen) “Two Doors Down” (Dolly Parton’s Heartstrings) Melhor Telefilme Deadwood: O Filme Let It Snow Rent: Live Transparent: Musicale Finale Trapped: The Alex Cooper Story Melhor Minissérie Mrs. Fletcher The Red Line Tales of the City Olhos que Condenam Years & Years Melhor Programa Infantil/de Família Andi Mack The Bravest Knight High School Musical: The Musical: The Series The Loud House “Mr. Ratburn and the Special Someone” (Arthur) Rocko’s Modern Life: Static Cling She-Ra e as Princesas do Poder Steven Universe: The Movie “A Tale of Two Nellas” (Nella the Princess Knight) Twelve Forever Melhor Reality Show Are You The One? Bachelor in Paradise I Am Jazz Queer Eye RuPaul’s Drag Race Melhor Artista Musical Adam Lambert Brittany Howard Kevin Abstract Kim Petras King Princess Lil Nas X Melissa Etheridge Mika Tegan and Sara Young M.A
Tony Ramos tem alta hospitalar
O ator Tony Ramos já teve alta médica, após dar entrada no Hospital Municipal Rodolpho Perisse, em Búzios, na segunda-feira (6/1), por conta de fortes dores. De acordo com a assessoria da Globo, ele foi diagnosticado com gastroenterite, uma inflamação que afeta o estômago e o intestino delgado. O ator deixou o hospital de cadeira de rodas e acompanhado da mulher, Lidiane Barbosa, na madrugada de terça. Veja a foto abaixo. Em entrevista ao jornal local Folha de Búzios, Lidiane declarou que a pressão do ator subiu por causa de algo que ele teria comido. Tony chegou a ficar em observação no setor de traumas, mas deixou o local por volta das duas da manhã. Com 71 anos, Tony Ramos é um dos atores de maior prestígio da TV brasileira. Iniciou a carreira como galã na extinta TV Tupi, transferindo-se para a Globo em 1977, onde permanece até os dias de hoje. O seu último trabalho em novelas foi em “O Sétimo Guardião” (2018), onde interpretou o vilão Olavo Aragão Duarte de Almeida. Depois disso, ele filmou “45 do Segundo Tempo”, longa de Luiz Villaça, que está atualmente em pós-produção
Equipe de Coringa revela dificuldades para trabalhar com Joaquin Phoenix
A equipe de maquiagem e cabelo de “Coringa” participou de uma apresentação especial dos profissionais do setor que foram pré-selecionados para disputar uma indicação no Oscar. E sem ter muito a mostrar em termos de efeitos visuais, os maquiadores e cabeleireiros revelaram no evento, realizado no fim de semana, que seu maior desafio no longa foi enfrentar o difícil Joaquin Phoenix nos bastidores da produção. Numa descrição do painel do filme, publicada no site NBP, os profissionais contaram que tiveram diversos confrontos com o ator, que desejava fazer sua própria maquiagem e cabelo no longa. Eles conseguiram entrar num acordo, mas, mesmo assim, não foram muito respeitados. Segundo o relato, Phoenix “saía no meio do processo de coloração de cabelo e desaparecia no meio das filmagens, então a equipe tinha dificuldade de encontrá-lo para finalizar o trabalho”. Os maquiadores ainda afirmaram que Phoenix não gostava de ser tocado muito frequentemente e que isso fazia com que sua maquiagem muitas vezes ficasse incompleta. “O processo de manter continuidade era tão difícil que a pessoa responsável por isso se demitiu”, registrou a cobertura da apresentação. Os profissionais contaram que só conseguiram trabalhar com Phoenix após desenvolverem um método para mantê-lo parado. “A equipe subornava ele com bolachas de água e sal”, que era só o que ele estava comendo para perder peso para o papel. Segundo o registro do painel, Phoenix estava sempre faminto e isso pode ter aumentado muito seu mau-humor durante as filmagens. No ano passado, o programa “Jimmy Kimmel Live” exibiu um vídeo dos bastidores de “Coringa”, que mostrava Phoenix tendo um ataque de diva contra o diretor de fotografia Lawrence Sher, até simplesmente abandonar a filmagem. Confira aqui. No domingo passado (5/1), Joaquin Phoenix ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator por seu papel em “Coringa”












