Hellbound: Diretor de Invasão Zumbi fará série de terror para a Netflix
O diretor Yeon Sang-ho, responsável pelo fenômeno “Invasão Zumbi”, vai produzir uma série de terror para a Netflix. Intitulado “Hellbound”, o projeto é uma adaptação do webtoon (quadrinhos digitais) sul-coreano “Hell”. Além de produzir, Yeon também dirigirá a série e trabalhará no roteiro com o ilustrador Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. A trama se passa em meio ao caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar as pessoas ao inferno. Diante disso, um novo grupo religioso passa a pregar que esses seres são enviados por Deus. Devido à suspensão das atividades da indústria do entretenimento em todo o mundo, a série ainda não tem previsão de estreia. Mas, assim que os cinemas voltarem, o público poderá ver o novo filme de Yeon, “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do blockbuster de 2016. Veja o trailer legendado aqui.
Fan Bingbing retoma carreira dois anos após “desaparecimento” forçado
A estrela chinesa Fan Bingbing está pronta para voltar às telas, depois de um exílio de dois anos relacionado ao escândalo de evasão fiscal que a afastou dos holofotes. Para quem não lembra, a atriz mais famosa da China, intérprete da mutante Blink em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” ficou “desaparecida” por quase quatro meses em 2018. Quando o clamor mundial sobre seu paredeiro ganhou manchetes nos EUA, ela ressurgiu nas redes sociais para fazer um pedido de desculpas ao governo de seu país e elogiar o Partido Comunista, assumindo-se culpada por corrupção. Nas vésperas de seu desaparecimento, um apresentador de TV a acusou de dever cerca de US$ 129 milhões em impostos e multas, por fraudes contratuais. Ela passou quatro meses detida e em local desconhecido, sendo liberada apenas após a retratação pública – e não se sabe o que mais – , durante uma operação contra celebridades sonegadoras de impostos. O jornal chinês South China Morning Post, que revelou que atriz tinha ficado sob “vigilância residencial em um local designado” durante o período, agora relata que ela vai estrelar a série de época “Win the World”, orçada em US$ 70 milhões, que será lançada na Youku, plataforma de streaming do grupo Alibaba, espécie de “Amazon chinesa”, em uma data não especificada. Na série, ela contracena com Gao Yunxiang (“Guerra às Drogas”), que também viveu seu próprio escândalo há dois anos quando foi preso na Austrália e acusado de agressão sexual – ele foi absolvido de todas as acusações em março deste ano, depois de passar 22 meses sob custódia. O projeto estava originalmente programado para estrear em 2018, mas os escândalos envolvendo seus dois protagonistas interromperam a produção. Não está claro se a a Youku vai exibir apenas as gravações que chegaram a ser realizadas na época ou se os trabalhos foram retomados, mas a série será reduzida dos 76 episódios originalmente planejados para cerca de 60. Na série, Fan interpreta uma viúva e uma empresária de destaque que ajuda Qin Shi Huang (Gao), fundador da dinastia Qin e o primeiro imperador de uma China unificada, a financiar a construção da Grande Muralha. Fan Bingbing também retomou suas atividades internacionais. Ela está no elenco do thriller de espionagem “355”, segundo longa dirigido pelo roteirista Simon Kingberg (o primeiro foi “X-Men: Fênix Negra”), que a junta com Jessica Chastain, Sebastian Stan, Diane Kruger, Penélope Cruz, Lupita Nyong’o e Edgar Ramírez, com estreia marcada para janeiro de 2021.
Woody Allen diz que atores que o criticam são bobos e querem apenas seguir moda
Woody Allen diz ter poucas esperanças de que as pessoas acreditem que ele nunca molestou sua filha Dylan, graças à campanha de cancelamento que sofre. Ele imagina que a alegação será lida até no início de seu obituário. Em uma entrevista ao jornal The Guardian, publicada na sexta-feira (1/5), o cineasta abordou mais uma vez as alegações que o perseguem desde os anos 1990 e que foram revigoradas na era do movimento #MeToo. “Acredito que, pelo resto da minha vida, um grande número de pessoas pensará que eu fui um predador”, disse Allen. “Qualquer coisa contrária que eu disser soará egoísta e defensiva, por isso é melhor que eu apenas siga meu caminho e trabalhe”. Mas até trabalhar tem sido difícil. Ele teve que processar a Amazon, que rompeu unilateralmente o contrato de produção e distribuição de seus filmes – deixando “Um Dia de Chuva em Nova York” inédito nos EUA. E enfrentou uma campanha do irmão de Dylan, Ronan Farrow, contra a publicação da sua autobiografia. Ronan conseguiu, com cúmplices das redes sociais, que a editora original cancelasse o lançamento. Felizmente, outra editora assumiu o projeto e o livro se tornou um dos mais elogiados do ano. Intitulado “A Propósito de Nada”, a obra chega ao Brasil no segundo semestre. Ao longo dos últimos tempos, Woody Allen também viu uma série de atores se declararem arrependidos dos filmes que fizeram com ele, por conta das acusações de que teria abusado sexualmente da sua filha, quanto ela tinha sete anos de idade. Mas a verdade é que o caso chegou a ser investigado duas vezes em 1992, uma pela Agência Estadual de Bem-Estar Infantil e outra pela Clínica de Abuso Sexual Infantil do Hospital Yale-New Haven, e ambas concluíram que a garota não havia sido abusado. Uma das investigações concluiu, inclusive, que Dylan tinha sofrido lavagem cerebral da mãe, Mia Farrow, por ódio de Woody Allen. O cineasta acabou se envolvendo e, posteriormente, casando-se com a filha adotiva de Mia, Soon-Yi Previn. Casados até hoje, os dois são pais de duas filhas já adultas, que, assim como todas as atrizes que trabalharam com o diretor, jamais reclamaram do comportamento de Allen. Allen lamentou as críticas dos atores, que o renunciaram como se ele fosse o capeta, como Greta Gerwig, Rebecca Hall, Colin Firth, Marion Cotillard e Timothée Chalamet. “É muito bobo. Os atores não têm ideia dos fatos e decidiram adotar uma posição segura, pública e egoísta. Quem no mundo não é contra o abuso sexual de crianças?”, observou o diretor. “É assim que atores e atrizes são, e me denunciar se tornou a coisa mais na moda pra se fazer, como todo mundo de repente comendo couve”. Na entrevista, o diretor de 84 anos pontuou que sabe que nunca vai se livrar desse assunto. “É assim que as coisas são e tudo o que posso fazer é torcer para que as pessoas voltem a si em algum momento. Mas se não voltarem, tudo bem. Existem muitas injustiças no mundo muito piores que isso. Então você vive com isso”, completou.
Atriz de Manto & Adaga vai estrelar série produzida por Jessica Biel
A atriz Olivia Holt, que viveu a heroína Adaga na série “Manto & Adaga” (Cloak & Dagger), cancelada com o desmonte da Marvel Television pela Disney, vai continuar na programação do canal pago americano Freeform. Seu novo projeto é “Cruel Summer”, série que conta com a atriz Jessica Biel (“The Sinner”) entre seus produtores executivos. A trama vai se passar durante três verões diferentes – de 1993, 1994 e 1995 – em uma pequena cidade do Texas, e refletir o desaparecimento misterioso de uma adolescente bonita e popular (Holt). Ao mesmo tempo, a garota estranha do colégio (Chiara Aurelia, de “Tell Me Your Secrets”) se torna a mais popular. Mas isso só dura dois verões. Em 1995, ela será a pessoa mais odiada de todo o país. Criada por Bert V. Royal (“Caminho da Recuperação”), a série já teve o piloto aprovado, mas durante as gravações originais o papel de Kate, a garota desaparecida, foi vivido por Mika Abdalla (“Project Mc²”). Holt vai substituí-la em regravações no capítulo inaugural, que ainda não tem previsão para ir ao ar.
Filha de Dwayne Johnson não acredita que ele é Maui no desenho de Moana
O ator Dwayne “The Rock” Johnson publicou um vídeo superfofo em seu Instagram, em que tenta convencer sua filha Tiana “Tia” Johnson, de dois anos de idade, de que é a voz de Maui, personagem favorito da menina na animação “Moana”. Mas se frustra, porque ela se recusa a crer na “lenda urbana que seu pai é realmente Maui”. Para provar que dublou mesmo o desenho, ele canta um trecho de “You’re Welcome”, música do personagem. Sem resultado. “A esta altura, também é pura especulação que seu pai seja The Rock”, ele acrescentou na legenda do vídeo. Em “Moana – Um Mar de Aventuras”, Maui é um semideus heroico que se junta à protagonista adolescente (dublada pela havaiana Auli’i Cravalho) numa jornada cheia de perigos no Pacífico Sul. No caminho, eles encontram criaturas marinhas, mundos submersos e uma antiga cultura. O filme de 2016 foi dirigido por Ron Clements e John Musker (dupla de “A Pequena Sereia”, “Aladdin” e “A Princesa e o Sapo”) e disputou o Oscar de Melhor Animação – mas perdeu a estatueta para “Zootopia”, também produzido pela Disney. Ver essa foto no Instagram Never mind. She still refuses to believe the urban legend that her daddy is actually, Maui. At this rate it’s even pure speculation that her daddy is also The Rock. I’ll happily take these L’s and laugh as long as I get my daddy/daughter bond 😆💪🏾❤️ #3000timesandcounting Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 26 de Mai, 2020 às 12:14 PDT
Quentin Tarantino diz que A Rede Social foi o melhor filme da década
O diretor Quentin Tarantino afirmou que “A Rede Social” (2010), dramatização da criação do Facebook, dirigido David Fincher, foi o melhor filme da última década. A declaração foi feita durante entrevista ao site da revista francesa Premiere. “Sem dúvidas, ‘A Rede Social’… é o número 1 porque é o melhor, é isso. Destrói a concorrência”. Lançado em 2010, “A Rede Social” recebeu oito indicações ao Oscar e venceu os prêmios de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Montagem.
Aracy Balabanian recebe alta após crise de insuficiência respiratória
A atriz Aracy Balabanian recebeu alta hospitalar na sexta-feira (29/5), após ser internada com um quadro de insuficiência respiratória no Rio. “A paciente apresentou melhora e seu estado de saúde é estável. Ela contará com uma estrutura de acompanhamento domiciliar, com enfermeiras, fisioterapeutas e médicos”, informou um comunicado emitido pela Casa de Saúde São José. Com 80 anos, a atriz estava internada desde o início da semana. Ela chegou a realizar um exame para detectar a presença do coronavírus, que deu negativo. Em 2014, ela também esteve internada num hospital do Rio, recuperando-se de um quadro de infecção respiratória. Na época, teve alta depois de nove dias de internação. Estrela de várias novelas clássicas e da série de comédia “Sai de Baixo”, Aracy Balabanian foi vista mais recentemente no telefilme de Natal “Juntos a Magia Acontece” e no longa “Sai de Baixo: O Filme”, ambos do ano passado.
MIS comemora 50 anos com programação especial online
O Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo celebra 50 anos de existência nesta sexta (29/5). Mas embora a data não possa ser devidamente comemorada no próprio espaço do MIS, devido à crise sanitária criada pela pandemia de covid-19, ela não foi esquecida. Estão previstas diversas atividades online. Com sede no Jardim Europa, um dos bairros mais ricos de São Paulo, a instituição foi fundada em 1970 com o objetivo de conservar a memória audiovisual, preservando material de interesse artístico, histórico, sociológico e cultural. No acervo há fotografias, filmes, artes gráficas, discos, vídeos e equipamentos, refletindo a diversidade de manifestações e a própria evolução das formas de captação, produção e suporte da imagem ao longo de meio século. Além da conservação desse material, o MIS tem promovido oficinas e exposições. Entre julho de 2014 e janeiro de 2015, a mostra sobre o “Castelo Rá-Tim-Bum” – que trazia os cenários, figurinos e outras lembranças do programa televisivo infantil – recebeu 410 mil pessoas e foi a exposição mais visitada da história do museu, superando outros sucessos, como exposições dedicadas aos diretores de cinema Tim Burton e Alfred Hitchocock, ao apresentador Sílvio Santos e aos cantores David Bowie e Renato Russo. Como parte da programação comemorativa dos 50 anos, celebrações virtuais terão início com um bate-papo às 20h sobre o “Castelo-Rá-Tim-Bum”, que contará com a participação de parte do elenco da série, como Pascoal da Conceição, o Dr. Abobrinha, e Angela Dip, a Penélope. A mediação será de André Sturm, curador da exposição e ex-diretor do MIS, com transmissão pelo canal do MIS no Youtube. No sábado, o canal disponibilizará o curta-metragem “Nasce o MIS”, dirigido por Eduardo Leone, em 1970. O filme foi feito para a inauguração da instituição e reflete sobre a criação do museu em paralelo com as transformações da cidade de São Paulo e os avanços tecnológicos para suporte de imagem e som – há 50 anos. Em parceria com a plataforma Google Arts & Culture, também foi disponibilizada a mostra Moventes, em que a pesquisadora Valquíria Prates apresenta os resultados de uma investigação poética no acervo do MIS. Podem ser vistos vídeos e fotografias de artistas consagrados, como Sebastião Salgado e Helena Tassara.
Surgem novas acusações de estupro contra Harvey Weinstein
O produtor Harvey Weinstein, já condenado e preso como agressor sexual, será alvo de um novo processo pelo mesmo motivo. A ação, protocolada num tribunal de Nova York na quinta-feira (28/5), alega que Weinstein estuprou quatro outras mulheres, incluindo uma menor, que tinha 17 anos no momento do ataque. As agressões sexuais teriam ocorrido entre 1984 e 2013, e apesar de separadas por décadas seguem um mesmo roteiro, que estabelece o método de um predador sexual convicto. Uma mulher de 43 anos alega que Weinstein a estuprou em 1994, quando tinha 17 anos. O documento, obtido pela imprensa americana, diz que ela estava tentando entrar na indústria do entretenimento e foi recrutada por um dos associados de Weinstein “sob o pretexto de fazer negócios”. Levada para uma reunião no quarto de hotel do magnata, entrou no aposento e já o encontrou nu. A mulher alega que ele insistiu que, para conseguir um emprego, precisava “gratificá-lo sexualmente”, e “a obrigou a tirar a roupa” contra sua vontade, até estuprá-la. Usando de força, Weinstein teria ficado com sua carteira de motorista e a ameaçado com retaliação, se ela contasse a alguém sobre o encontro. Ele não apenas garantiu que ela jamais arranjaria trabalho como atriz, mas também disse “que seus associados prejudicariam fisicamente a sua família”. Uma segunda mulher, agora com 70 anos, alega que Weinstein a estuprou em 1984, aos 34 anos. A mulher diz que o incidente aconteceu na França durante o Festival de Cannes. Ela afirma que acompanhou uma amiga dela, que trabalhou com Weinstein em vendas externas, a uma reunião com o produtor. Depois disso, o magnata a convidou para ir a uma de suas suítes no Hotel Barrière Le Majestic e, assim que entraram, “a prendeu contra a porta da frente da suíte”, agredindo-a sexualmente. A mulher afirma que Weinstein também a ameaçou e disse para ela ficar quieta sobre o incidente. Depois de contar à amiga sobre o assalto, a mulher alega que a amiga, que tinha um relacionamento profissional com Weinstein, reiterou que eles deveriam manter a agressão em segredo. Caso contrário, ela seria “excluída da indústria”. Uma terceira mulher, de 38 anos, afirma que Weinstein a estuprou quando tinha 26 anos. A mulher diz que o ex-produtor a “observou” enquanto estava no restaurante Cipriani’s em Nova York e se aproximou garantindo que a conectaria com pessoas poderosas que poderiam “levar sua carreira para o próximo nível”. Depois de aparecer em uma reunião “de negócios” com Weinstein em seu apartamento no Soho, ele a teria ameaçado, impedindo-a de sair do apartamento, “a menos que fizesse o que ele queria”. Ela alega que Weinstein a estuprou. Depois, ameaçou arruinar sua carreira se contasse a alguém sobre o incidente. A quarta mulher, de 35 anos, declara que Weinstein a estuprou em 2013, quando ela tinha 28 anos. Depois de conhecê-lo no Festival de Veneza, a mulher foi convidada para seu escritório para um teste organizado por uma de suas secretárias. O teste nunca aconteceu, mas a mulher e uma amiga encontraram Weinstein e sua secretária para jantar alguns meses depois. Depois do jantar, a mulher diz que Weinstein pediu que ela aparecesse no seu quarto por volta da meia-noite, mas, dada a hora tardia, ela foi junto com a amiga. Depois de alguma discussão sobre o trabalho, ela conta que Weinstein convenceu a amiga a sair para que ele pudesse ter uma conversa “cara-a-cara” com ela. A mulher alega que Weinstein se expôs e a forçou a fazer sexo oral nele. Ela teria contado à amiga sobre o incidente, mas decidiu mantê-lo em segredo por medo de represálias. O irmão e sócio do ex-produtor, Bob Weinstein, o estúdio Miramax e a Disney, que distribuía os filmes da Miramax, também são citados no processo, que afirma que todos “sabiam ou deveriam saber que Harvey Weinstein tinha a propensão a se envolver em má conduta sexual e usar sua posição e poder para atrair atrizes aspirantes e fazê-las passar por situações semelhantes… atraí-las para seu quarto, apartamento com o pretexto de discutir oportunidades de negócios para assediar, agredir, tentar aprisionar e estuprar”. As denúncias mais antigas não devem ser consideradas, pois já prescreveram, mas as recentes ainda são passíveis de processo. Weinstein foi acusado de estupro e agressão sexual por mais de 100 mulheres desde que uma reportagem do jornal New York Times revelou seu histórico, invocado com ajuda de uma única e destemida atriz, Ashley Judd (“Divergente”), a primeira a revelar o abuso sofrido nas mãos do produtor, em novembro de 2017. Poucos dias depois, outras atrizes autorizaram a publicação de suas histórias na revista New Yorker, iniciando o movimento #MeToo e a multiplicação exponencial de denúncias. Em fevereiro de 2020, um júri em Nova York considerou o ex-magnata do cinema culpado em seu até agora único julgamento por agressão sexual e estupro. Weinstein foi condenado a 23 anos de cadeia. Ex-homem mais poderoso de Hollywood, que recebeu mais agradecimentos que Deus nos discursos do Oscar, Weinstein está atualmente sob custódia na prisão Wende Correctional Facility em Erie County, no estado de Nova York.
Continuação de Sonic terá diretor e roteiristas do primeiro filme
A Paramount vai produzir a continuação de “Sonic: O Filme”, último blockbuster mundial antes da pandemia de coronavírus. Lançado em fevereiro passado, o filme faturou US$ 306 milhões antes dos cinemas fecharem em todo o mundo e bateu o recorde de maior bilheteria de estreia de uma adaptação de videogame (com US$ 58 milhões) na América do Norte. Segundo apurou a revista Variety, a sequência voltará a contar com o diretor Jeff Fowler à frente do projeto, e também com os roteiristas do primeiro filme, Pat Casey e Josh Miller. Até o momento, não há previsão para o início das filmagens nem informações sobre o retorno do elenco, incluindo a participação de Jim Carrey como o vilão Dr. Robotnik/Eggman.
Kalani: Apple lança documentário sobre surfista brasileiro das ondas gigantes
A Apple TV+ disponibilizou na terça (26/5) em seu serviço de streaming o documentário em curta-metragem “Kalani – Gift from Heaven”, que registra os feitos do brasileiro Kalani Lattanzi em seus desafios às maiores ondas do mundo. Ele é um surfista sem prancha, que pratica o bodysurf, nadando em ondas gigantescas que até “até os peixes tem medo” de encarar, como explica o trailer abaixo. Captadas ao longo dos últimos três anos, as filmagens mostram Kalani no Brasil e Portugal, com cenas inéditas das suas sessões de bodysurf nas ondas de Nazaré – um dos maiores picos do mundo do surfe. “Fiquei muito feliz em protagonizar essas imagens e poder compartilhar tantos momentos incríveis no mar”, conta Kalani sobre a produção, que conta com participação de outros grandes nomes do esporte, como Carlos Burle, Lucas Chumbo, Maya Gabeira, Garrett McNamara, Andrew Cotton, Ross Clarke-Jones, Hugo Vau, Dudu Pedra e João Zik. Produção portuguesa dirigida por Nuno Dias, o filme de 25 minutos estreou em novembro do ano passado em Portugal e a expectativa do atleta era lançá-lo nos cinemas do Rio de Janeiro no começo de 2020, especialmente em Niterói, cidade em que cresceu, mas a pandemia do coronavírus mudou os planos. Ao menos, o curta chegou ao público.
Henry Cavill negocia retornar como Superman em novos filmes
Henry Cavill vai voltar a vestir a capa do Superman. Quem garante é o site Deadline, que descobriu que o ator está em negociações para aparecer em mais filmes do Universo DC. Segundo o site, Cavill irá retornar em participações especiais, não em um filme solo. Mas a continuação de “O Homem de Aço” pode estar em seu futuro, especialmente se a versão de Zack Snyder para “Liga da Justiça” se revelar um sucesso na HBO Max. Por enquanto, o que está no horizonte da Warner são as continuações de “Shazam” e “Aquaman”, além do filme centrado no vilão “Adão Negro” e o eternamente adiado “The Flash”, que poderiam contar com sua presença. Os inéditos “Mulher-Maravilha 1984” e “Esquadrão Suicida 2” já foram filmados e Superman não está no roteiro de “The Batman”. Não há outros projetos de super-heróis previstos atualmente no calendário do estúdio. Apesar da substituição de Ben Affleck, que pediu para abandonar o capuz de Batman, a Warner demonstra estar decidida a manter os demais intérpretes dos heróis de “Liga da Justiça” em seus papéis por mais tempo.
Memorial da América Latina vai virar cinema drive-in
A capital de São Paulo vai voltar a ter um grande cinema drive-in. Popularizados nos anos 1950 e em decadência desde os 1970, os drive-in ressurgiram com força como alternativa durante a pandemia de coronavírus e atualmente são responsáveis pelas únicas bilheterias de cinema do Brasil. Idealizado pelo cinema de rua paulistano Petra Belas Artes, o Belas Artes Autorama Drive-in será inaugurado em junho, no Memorial da América Latina, com uma programação de cerca de 35 filmes para motoristas e passageiros que estacionarem no pátio do complexo arquitetônico da Barra Funda, projetado por Oscar Niemeyer. Antes usada para shows e feiras, a área agora vai virar cinema. Ou melhor, o único tipo de cinema que respeita as regras de distanciamento social com absoluta segurança, já que seu público fica confinado dentro do próprio carro, tendo pouca ou nenhuma interação com o exterior. “O drive-in veio como uma possibilidade de o Belas Artes existir durante a pandemia, atendendo às questões do isolamento”, disse André Sturm, dono do Petra Belas Artes e da iniciativa, para o jornal Folha de S. Paulo. “Os cinemas estão fechados e não vão abrir tão cedo, provavelmente estarão na última leva de flexibilização — o que eu entendo que é necessário. Eu vi então que esse assunto [dos drive-ins] começou a pipocar e foi aí que procurei o Memorial.” A expectativa é que, com o início da flexibilização do isolamento social, o drive-in possa iniciar suas sessões no dia 16 de junho. A expectativa é ocupar o Memorial até o dia 31 de julho, mas Sturm ressalta que esse período é prorrogável e que, se depender dele, deve se esticar até o final do ano. As exibições acontecerão uma vez ao dia, na terça e na quarta, e duas vezes entre as quintas e os domingos. Providenciada pelo Cine Autorama, projeto que já organizava sessões de cinema ao ar livre bem antes do início da pandemia, a tela terá 15 metros de largura e o som dos filmes poderá ser sintonizado por meio dos rádios dos carros. A programação ainda está sendo finalizada, mas alguns dos títulos já foram definidos. A abertura ficará com “Apocalypse Now: Final Cut”, filme de Francis Ford Coppola sobre a Guerra do Vietnã premiado com a Palma de Ouro em 1979. Restaurada, a versão exibida tem cenas extras e quase uma hora a mais de duração em relação ao filme original, e foi originalmente lançada no Festival de Tribeca. Também estão previstos quatro longas de Stanley Kubrick: “2001: Uma Odisséia no Espaço”, “Laranja Mecânica”, “O Iluminado” e “De Olhos Bem Fechados”. Outro cineasta prestigiado é Tim Burton, que será tema de uma das semanas da programação. Quatro de seus títulos serão projetados na mesma seção que abriga “O Abominável Dr. Phibes”, filme de 1971 protagonizado por Vincent Price, ídolo de Burton, e que teve uma participação importante em “Edward Mãos de Tesoura”. A expectativa é que outros clássicos do terror sejam incluídos nas sessões. Os ingressos serão vendidos online e custarão R$ 40 por motorista ou R$ 60 para um carro com até quatro pessoas. Pela internet também será possível comprar combos de pipoca e outras guloseimas tradicionais de cinema. O único contato dos visitantes com funcionários será justamente no momento de entrada no local, quando o ingresso será validado e os combos retirados. Nas primeiras noites de evento, haverá espaço para cem carros no Memorial a cada sessão, mas a capacidade pode ser ampliada nas semanas seguintes, caso haja demanda. Informações sobre vendas de ingressos e a lista completa de filmes serão divulgadas nos próximos dias.












