Patrick Wilson será astronauta na nova catástrofe do diretor de Independence Day
Os atores Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) e Charlie Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) entraram para o elenco de “Moonfall”, novo filme de catástrofe do diretor Roland Emmerich. Trata-se do cineasta que já destruiu o mundo em “Independence Day”, “Um Dia Depois de Amanhã” e “2012”. Wilson interpretará um astronauta da NASA que caiu em desgraça após sua última missão terminar em tragédia. O acidente também guarda uma pista sobre a catástrofe iminente. Já Plummer interpretará seu filho adolescente. Eles vão se juntar a Halle Berry (“John Wick 3”) e John Bradley (“Game of Thrones”), anteriormente confirmados, nas filmagens previstas para o segundo semestre em Montreal, no Canadá. Em “Moonfall”, a iminência do fim do mundo é precipitada pela lua, ao sair de sua órbita e entrar em rota de colisão com a Terra. Maiores explicações sobre esse fenômeno bizarro ficaram para depois. Mas a sinopse acrescenta que, faltando “poucas semanas para o impacto”, “uma equipe desacreditada é enviada em uma missão aparentemente impossível de pousar na superfície lunar e salvar a humanidade”. Enquanto Bradley será o cientista excêntrico que descobre a anomalia, Berry viverá a administradora da Nasa, que também é ex-astronauta e participou da tal missão anterior relacionada aos começo da catástrofe. O roteiro é do próprio Emmerich, escrito em parceria com Spenser Cohen, roteirista do recente “Extinção”, e Harald Kloser, compositor que trabalhou em todos os filmes do cineasta desde “O Dia Depois de Amanhã” (2004). A produção está a cargo do estúdio Lionsgate, que planeja lançar o filme em 2021.
Comic-Con Internacional vai acontecer na internet para todo mundo
Com sua tradicional edição anual cancelada por causa da pandemia do novo coronavírus, a Comic-Con Internacional, de San Diego, encontrou uma forma de acontecer online. A convenção geek vai se tonar um evento digital gratuito na data originalmente prevista para sua realização física, entre 22 e 26 de julho, confirmaram seus organizadores. “Pela primeira vez em nossos 50 anos de história, estamos felizes em receber virtualmente qualquer pessoa de todo o mundo. Embora as condições de permanência em casa tornem esse período muito difícil, vemos isso como uma oportunidade de espalhar alegria e fortalecer nosso senso de comunidade”, diz o comunicado oficial do evento. Os organizadores prometem oferecer uma experiência inédita ao público, apresentando diversos painéis, exposições de quadrinhos e várias atividades a que os fãs terão acesso e poderão acompanhar de seus próprios lares. Maiores detalhes sobre a programação do evento serão revelados em breve. Assim como a confirmação de sua suposta gratuidade.
Atriz detalha problemas com Lea Michele nos bastidores de Glee
A atriz Samantha Ware, que acusou Lea Michele de atitudes abusivas e racistas durante as gravações na série “Glee”, deu uma entrevista para a revista Variety nesta sexta (12/6), em que detalhou o que ocorreu nas gravações e refletiu sobre o comportamento da ex-colega de elenco. Ware explicou porque se revoltou com o tuíte de Michele apoiando o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), que tem liderado protestos pelos EUA após a morte de George Floyd sob custódia policial. Mas diz não defender a “cultura do cancelamento”, por acreditar que todo mundo merece uma segunda chance. “Quando você posta algo assim, é preciso ter um entendimento do que a hashtag significa, e para mim é óbvio que ela não tem”, disse. “Será que Lea sabe o que é uma microagressão? Eu não sei. Tudo o que o pedido de desculpas dela fez foi afirmar que ela não aprendeu nada”. “Estou chamando Lea de racista? Não. Lea tem tendências racistas? Olha, eu acho que ela sofre de um sintoma de viver neste mundo, em uma indústria que é desenhada para beneficiar pessoas brancas”, continuou. A artista contou que seu primeiro contato com Michele em “Glee” já foi hostil. “Não houve nada de gradual nisso. Assim que ela decidiu que não gostava de mim, estava feito. Foi no dia em que gravei minha primeira performance que tudo começou”, lembrou. “Ela não falava comigo e me olhava torto, fazendo comentários maldosos baixinho… Era uma série de atitudes passivo agressivas, e só foi piorando”, contou. “Mas as ações dela não eram novas, eram algo comum. No dia em que eu resolvi falar com as pessoas sobre isso, elas deram de ombros e disseram: ‘Lea é assim'”. “Eu acho que isso, em si, é um problema, porque ninguém estava fazendo nada para mudar o que estava acontecendo. Era um ambiente que ajudava a perpetuar este tipo de abuso”, refletiu. Diante da repercussão de seus comentários, que fizeram mais pessoas que trabalharam com Lea Michele em “Glee” e outras séries se manifestarem contra o comportamento da atriz, Ware pretende se posicionar mais para ajudar as produções em que participa a incluir vozes diversas do jeito certo. “Não adianta colocar pessoas de cores diferentes na sala se você não as deixa falar, ou compartilhar suas ideias de algum jeito”, disse. “Existem muitos desequilíbrios de poder e estruturas que se tornaram inerentes da nossa indústria com os anos. Essas coisas precisam desmoronar. Todo mundo precisa se sentir ouvido e validado”, completou.
Lily James será assaltante que se disfarçava de homem em filme do diretor de Salt
A atriz Lily James vai trocar o vestido de Cinderela da Disney por roupas masculinas num filme de crimes reais. Ela vai interpretar Peggy Jo, uma assaltante de bancos que se disfarçava de homem para realizar seus crimes, cuja história vai chegar às telas com direção do veterano Phillip Noyce (“Salt”, “O Santo”, “O Doador de Memórias”) Descrita como “Bonnie, mas sem o Clyde”, a história de Peggy Joe Tallas foi notícia nos anos 1990, quando a criminosa foi batizada pela mídia como Cowboy Bob. Ela roubou banco atrás de banco no sul dos EUA sem dizer uma palavra sequer, sempre se vestindo como um cowboy, com direito a chapéu e até uma barba. Veja abaixo uma foto da criminosa real, divulgada pela polícia. A transformação em filme tem roteiro de Robert Knott (“Appaloosa – Uma Cidade Sem Lei”), mas ainda não possui cronograma de filmagem.
Mel Winkler (1941 – 2020)
O ator Mel Winkler, que apareceu em diversos filmes entre os anos 1970 e 1990 e se destacou como dublador, morreu nesta quinta-feira (11/6), pacificamente em seu sono de causas desconhecidas aos 78 anos. Nascido em St. Louis, Winkler chamou atenção de Hollywood após estrear na Broadway, na montagem de “A Grande Esperança Branca”, em 1968. No ano seguinte, ele virou o Dr. Simon Harris na novela diurna “The Doctors”, da NBC, fazendo sua transição para o cinema em 1972, no clássico “A Máfia Nunca Perdoa”. Ao longo da carreira, ele ainda apareceu nos filmes “A Chance” (1983), com Tom Cruise, “Policial por Acaso” (1986), com Judge Reinhold, “Dominick e Eugene” (1988), com Tom Hulce, Ray Liotta e Jamie Lee Curtis, “Dr. Hollywood: Uma Receita de Amor” (1991), com Michael J. Fox, “O Diabo Veste Azul (1995), com Denzel Washington, “City Hall: Conspiração no Alto Escalão” (1996), com Al Pacino, e “Por uma Vida Menos Ordinária” (1997), com Cameron Diaz e Ewan McGregor. Também apareceu em episódios de várias séries, incluindo o piloto de “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”, em 1993, como o inspetor William Henderson, de Metropolis. O papel acabou sendo repetido em “Superman: A Série Animada”, lançando sua carreira como dublador em 1996. Em seguida, ele foi contratado para dar voz a Lucious Fox, famoso personagem dos quadrinhos de Batman, na animação “As Novas Aventuras do Batman”, e Johnny Snowman em “Oswalt”, do Cartoon Network. Seus últimos filmes foram “Coach Carter: Treino para a Vida” (2005), com Samuel L. Jackson, e o drama indie “The Disciple” (2008).
YouTube cria fundo de US$ 100 milhões para apoiar produções de artistas negros
O YouTube anunciou a criação de um fundo de US$ 100 milhões para apoiar produções de artistas e criadores de conteúdo negros. A ação acontece em meio a atos antirracistas por todo o mundo, sob o lema Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), desencadeados pelo repúdio ao assassinato de George Floyd, sufocado por policiais brancos nos EUA De acordo com a CEO do YouTube, Susan Wojcicki, o fundo servirá para “amplificar e desenvolver vozes negras de criadores e artistas negros e suas histórias”. Já neste sábado (13/6), o YouTube programou um evento dedicado ao combate ao racismo, “Bear Witness, Take Action”, com apresentação do rapper e ator Common (“O Ódio que Você Semeia”) e da atriz Keke Palmer (“Scream Queens”). O evento terá painéis, “mesas redondas” e tributos musicais. “No YouTube, acreditamos que vidas negras importam e que precisamos fazer mais para desmontar a sistemática racista. Estamos comprometidos a melhorar nossa plataforma e centralizar e amplificar vozes negras e suas perspectivas”, explicou Wojcicki.
Los Angeles libera filmagens, mas mantém cinemas fechados
Autoridades de Los Angeles afirmaram nesta quarta-feira (10/6) que a produção de séries e filmes poderá ser retomada na sexta-feira na cidade, mas as salas de cinema no maior mercado dos Estados Unidos terão que permanecer fechadas por mais tempo, devido à pandemia do coronavírus. O governo da Califórnia afirmou no início desta semana que havia possibilidade de os cinemas reabrirem na sexta-feira, aguardando aprovação das autoridades locais. A ideia era manter a presença limitada a 25% da capacidade e outros protocolos de higiene e distanciamento social. Mas a prefeitura da principal cidade do estado decidiu não permitir a reabertura. Os cinemas fecharam as portas em todo o mundo em meados de março para ajudar a conter a disseminação do coronavírus, e a produção de filmes e televisão também parou. As filmagens vão poder ser retomadas em grande parte na região de Los Angeles, sob diretrizes elaboradas por uma força-tarefa de todo o setor, e incluirão testes de covid-19, verificações diárias de sintomas e outras salvaguardas para permitir que atores e outros profissionais voltem com segurança ao trabalho.
Dakota Johnson vai estrelar nova série da criadora de I Am Not Okay With This
A atriz Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”) vai estrelar e produzir uma nova série da Amazon. Intitulada “Rodeo Queens”, a atração será uma comédia em estilo de falso documentário, que vai acompanhar um grupo de candidatas ao troféu de Rainha do Rodeio, mostrando os bastidores da competição. A série foi desenvolvida por Christy Hall, cocriadora de “I Am Not Okay With This” na Netflix, e também contará com a cocriadora de “Portlandia”, Carrie Brownstein, como diretora de seus episódios. Johnson também se prepara para atuar a seguir em “The Lost Daughter”, adaptação de romance de Elena Ferrante, que marcará a estreia da atriz Maggie Gyllenhaal como diretora, e “Don’t Worry, Darling”, um thriller psicológico dirigido pela também atriz Olivia Wilde.
Ava DuVernay é eleita para o Conselho responsável pelo Oscar
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, responsável pela premiação do Oscar, divulgou nesta quarta (20/5) o resultado da eleição de seu novo Conselho para o período dos próximos três anos. Entre os eleitos, a grande novidade foi a cineasta Ava DuVernay (“Selma”), que entrou na lista pela primeira vez, junto com outros cinco novatos de setores técnicos. Além de DuVernay, eleita para o ramo de diretores, os outros estreantes no Conselho são Debra Zane, para o ramo de diretores de elenco; Stephen Rivkin, para editores de filmes; Linda Flowers, em maquiadores e cabeleireiros; Lynette Howell Taylor, para produtores, e Rob Bredow, para efeitos visuais. Outro destaque na relação foi a releição de Whoppi Goldberg, uma das 10 conselheiras que continuarão à frente das decisões da Academia. Com o resultado da eleição, o novo Conselho se tornou o mais representativo de todos os tempos, graças às inclusões recordes de mulheres (26) e pessoas de cor (12) entre os 54 membros. O Conselho define a visão estratégica da Academia, preserva a saúde financeira da organização e assegura o cumprimento de sua missão. Os novos conselheiros devem se reunir pela primeira vez já nesta quinta-feira (11/6), por meio de videoconferência, para analisar possíveis mudanças para o Oscar de 2021.
Terry Crews grava vídeo de apoio à família do menino João Pedro
O ator americano Terry Crews enviou um vídeo prestando sua solidariedade à família de João Pedro, menino de 14 anos que foi morto durante uma operação policial em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro. O vídeo foi publicado na noite de terça (9/6) pela ONG Favelas na Luta e traz o ator de “As Branquelas” e da série “Brooklyn Nine-Nine” manifestando seu apoio aos ativistas negros brasileiros, enquanto manda um recado direto para os pais do menino assassinado. “Gostaria de demonstrar minha solidariedade para a família de João Pedro. Eu apoio todos vocês em sua luta por justiça e sua luta para terminar a brutalidade policial nos Estados Unidos e no Brasil. Eu apoio os ativistas negros brasileiros, o povo vivendo nas favelas, as mães das vítimas e todos que estão lutando contra o racismo e violência. Obrigado”, disse Terry na gravação. A morte de João Pedro movimentou a classe artística brasileira nos últimos dias, com pedidos enfáticos pelo fim da brutalidade policial nas abordagens em comunidades carentes. João Pedro também foi lembrado em alguns protestos ao redor do mundo nos últimos dias, que tiveram início com o assassinato de George Floyd por policiais brancos nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram A luta das Mães vítimas de violências e o movimento Favelas em Luta ganhou um reforço internacional de peso hoje. @terrycrews , ator, ex-jogador de futebol americano, ativista, mandou uma mensagem de solidariedade a família de João Pedro e a todos os ativistas negros e de favelas que estavam nas ruas nos últimos domingos disputando caminhos de construção de um futuro que não seja repleto de desigualdades. _ O levante é global e ecoa em todo corpo negro e favelado que não merece morrer nem de tiro, nem de covid e nem de fome. _ Nós queremos viver! ✊🏾 _ 👉🏾 Pela aprovação do PL 2568/2020 👉🏾 Pela criação de um gabinetao para monitorar o cumprimento da liminar do STF _ Seguimos juntos, Terry! _ #VidasNegrasImportam #FavelasNaLuta #BlackLivesMatters Uma publicação compartilhada por Movimento Favelas na Luta (@favelasnaluta) em 9 de Jun, 2020 às 4:49 PDT
Pesquisa da Netflix revela que séries com personagens LGBTQIA+ diminuem preconceito no Brasil
A Netflix e a GLAAD, organização para o avanço das pautas LGBTQIA+ na mídia, divulgaram nesta quarta (10/6) uma pesquisa feita no Brasil sobre séries com personagens LGBTQIA+, que aponta algumas conclusões interessantes. Para começar, cerca de 80% dos brasileiros que se identificam como heterossexuais disseram que séries como “Elite”, “Sex Education”, e personagens como Casey de “Atypical” e Robin de “Stranger Things” ajudaram a melhorar seus relacionamentos com pessoas LGBTQIA+ em suas próprias vidas. Em outras palavras, ajudaram a acabar com o preconceito. “Dada toda a polarização do mundo hoje, a representação nas telas importa mais do que nunca. A Netflix e os criadores de todo o mundo têm a oportunidade de aumentar a aceitação da comunidade LGBTQIA+ por meio do entretenimento”, disse Monica Trasandes, diretora de mídia latinx e representação em língua espanhola da GLAAD, em comunicado. “Séries como ‘Sex Education’ e ‘Elite’ não são apenas grandes histórias, elas permitem que mais pessoas vejam suas vidas na tela – aumentando a empatia e a compreensão. Os dados comprovam: mais representatividade acelera a aceitação”. Além disso, os participantes LGBTQIA+ da pesquisa afirmaram que sentem que o entretenimento reflete sua comunidade com mais precisão agora do que há dois anos. No entanto, ainda existem algumas áreas importantes a serem aprimoradas para contar histórias queer significativas, incluindo narrativas com pais e famílias LGBTQIA+, maior diversidade racial e situações que abordem a imagem corporal e os relacionamentos LGBTQIA+ com familiares e amigos. Isso é particularmente importante, pois 85% dos participantes da comunidade LGBTQIA+ disseram que o entretenimento ajudou suas famílias a entendê-los melhor. A pesquisa constatou que os títulos e personagens da Netflix em que a comunidade LGBTQIA+ se sentiu mais representada e que também foram os mais bem-sucedidos em criar empatia entre os não membros LGBTQIA+ são: Casey Gardner – “Atypical” Eric Effiong – “Sex Education” Lito Rodriguez – “Sense8” Omar Shanaa – “Elite” Piper Chapman – “Orange is the New Black” Robin Buckley – “Stranger Things” RuPaul – “RuPaul’s Drag Race” Theo Putnam – “O Mundo Sombrio de Sabrina” A plataforma de streaming também criou um endereço para oferecer uma coleção variada de séries, filmes e documentários de temática LGBTQIA+ – no endereço Netflix.com/Orgulho.
Thomaz Costa briga com pai pelo patrimônio que conquistou com Carrossel
O ator Thomaz Costa, que interpretou Daniel Zapata na novela e nos filmes de “Carrossel”, trava uma briga com seu pai por conta do patrimônio que conquistou ao longo de sua carreira. Desde que seus pais, Luciana Santos e Roberto Costa, optaram por se divorciar há quase cinco anos, ele tentam receber uma parte dos bens que o jovem adquiriu. “A forma mais justa seria que não tivesse a partilha de bens, pelo fato de não ser nada dele, e sim tudo conquistado por nós. Mas já que existe, pelo menos [gostaria de] isentar os meus patrimônios do processo dos meus pais”, revelou o jovem, hoje com 19 anos, à revista Quem. “Meu pai até conversa [comigo], mas ele sente tanta raiva da minha mãe que não enxerga que eu não tenho culpa nisso”. O ator afirma que o pai saiu da casa onde ele mora com a mãe e a irmã, Livia, em 2016, por causa da lei Maria da Penha, mas definitivamente só foi se afastar em 2017. “Durante toda minha vida, eu presenciei as brigas e, hoje, estou sofrendo com algo que não é culpa minha… Estou colhendo aquilo que eu não plantei. E o pior de tudo é ver que meu próprio pai está brigando por algo que é meu”, diz. Em 2018, Costa fez um desabafo online, via Instagram, revelando que seu pai tem problemas com o uso de álcool e que já agrediu sua mãe. “Quando ele bebe, se transforma. Vejo outra pessoa”, disse ele, relatando uma briga física entre os dois, que terminou apenas quando a polícia apareceu para solicitar a saída do pai do ator da casa deles. “As pessoas me julgam e não sabem o que está acontecendo comigo”, disse. “As pessoas só sabem alfinetar, sem saber que eu passo por problemas e problemas e problemas. Isso é péssimo, é horrível e acaba mexendo com a gente”.
Morte de Rafael Miguel completa um ano com assassino foragido
A morte do ator Rafael Miguel e de seus pais completou um ano nesta terça (9/6). E o assassino da família ainda está foragido. Então com 22 anos, Rafael foi assassinado por Paulo Cupertino Matias, pai de sua namorada, que não aceitava o relacionamento dele com a filha. Na ocasião, o jovem foi com seus pais, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50, visitar a família da menina para falar do namoro, já que o casal se gostava muito. A Polícia Civil acredita que o homem tenha disparado 13 tiros em direção às vítimas. Depois do crime bárbaro, ele fugiu. A própria filha do criminoso quer vê-lo preso. Isabela Tibcherani, a ex-namorada do ator, disse em entrevista ao G1 que “o dano é irreparável” e cobrou justiça: “Não sei em que pé andam as investigações pois passaram-se meses e pararam de me informar, o que me levou a pensar que o caso foi deixado de lado, esquecido”. A estudante, hoje com 19 anos, contou ainda que continua no processo de recuperação e que decidiu preservar a imagem dela, que ficou bastante exposta após o crime, dando um tempo das redes sociais. A irmã de Rafael, Camilla Miguel, usou o Instagram para prestar homenagem aos pais e ao irmão. Em um vídeo emocionante, ela falou que o ator costuma aparecer para ela em sonhos: “A última vez que você apareceu em um sonho para mim não quis olhar para ninguém, então eu não sei se você está bem. Sei que tinha tantos sonhos ainda”, disse a jovem, que também relatou que a saudade da família se transformou. “É engraçado que quando eu acho que mais vou me sentir mal é quando eu sinto a presença de vocês, a vida de vocês. A raiva, o ódio e a tristeza não tomam conta, mas obviamente não significa que a gente tenha superado. Eu só sinto vocês de uma forma muito bonita e gostosa, como se estivessem aqui”, disse Camilla na rede social. Rafael Miguel ficou conhecido por um comercial feito durante sua infância, em que pedia para a mãe comprar brócolis. O sucesso do vídeo de 2004 lhe abriu as portas na TV. Com 10 anos, ele fez sua primeira novela: “Cristal” (2006), no SBT. E emendou com participações, no mesmo ano, na minissérie “JK” e na novela “Pé na Jaca”, na Globo. Ainda integrou o elenco do premiado filme “Meu Mundo em Perigo” (2007), de José Eduardo Belmonte, e de mais duas produções da Globo – o telefilme “O Natal do Menino Imperador” e a novela “Cama de Gato” (ambos de 2008) – antes de voltar para o SBT, onde foi se destacar na versão mais recente de “Chiquititas”. Lançada em 2013, a produção fez enorme sucesso e ficou no ar por dois anos, totalizando 545 capítulos.












