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  • Filme

    Nomadland: Filme favorito às premiações da temporada ganha primeiro teaser

    8 de setembro de 2020 /

    A Searchlight Pictures (ex-Fox Searchlight) divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Nomadland”, drama selecionado pelos festivais de Veneza, Toronto, Telluride, Nova York e Londres, que está cotadíssimo a se destacar na temporada de premiações. A prévia mostra apenas uma panorâmica da atriz Frances McDormand, enquanto ela caminha por um grande acampamento de trailers e caminhonetes. Estrelado pela atriz vencedora de dois Oscars (por “Fargo” e “Três Anúncios para um Crime”), o filme narra o colapso econômico de uma cidade empresarial na zona rural de Nevada, que transforma vans em habitações, explorando a vida fora da sociedade convencional de um grupo de nômades modernos. O elenco também inclui David Strathairn (“The Expanse”) e vários atores amadores, que são nômades reais – alguns, inclusive, vistos no documentário “Without Bound – Perspectives on Mobile Living” (2014). Terceiro e último longa indie da diretora Chloé Zhao, vencedora do Gotham Award por “Domando o Destino” (2017), “Nomadland” encerra um ciclo na carreira da cineasta. Enteada da atriz chinesa Song Dandan (“O Clã das Adagas Voadoras”) e radicada nos EUA desde a adolescência, Zhao começa, depois deste filme, sua trajetória nos grandes estúdios de Hollywood com a superprodução da Marvel “Eternos”. O lançamento comercial está marcado para 4 de dezembro na América do Norte, mas ainda não há perspectiva para estreia no Brasil.

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  • Filme

    Jason Momoa apoia Ray Fisher em polêmica com a Warner

    8 de setembro de 2020 /

    Jason Momoa, que interpreta o herói Aquaman nos filmes de super-heróis da DC Comics, resolveu tomar o lado de Ray Fisher na briga entre seu colega de “Liga da Justiça” e a Warner Bros. Após uma troca de acusações entre o ator e o estúdio, Momoa postou no Stories de seu Instagram uma foto de Fisher com a hashtag “#IStandWithRayFisher”. A briga entre Fisher e a Warner se ampliou no fim de semana depois que o intérprete do Ciborgue acusou o presidente da DC Films de tentar abafar supostos problemas que aconteceram nas filmagens de “Liga de Justiça” para livrar o produtor Geoff Johns de qualquer polêmica. A Warner rebateu a acusação, revelando que Fisher se recusa a cooperar com investigações sobre os bastidores da produção e o ator contra-atacou com ameaças fortes. Apesar do tom elevado, Fisher não revelou e se recusa a revelar em público o que o diretor Joss Whedon fez nas filmagens para ele se revoltar. Na verdade, em sua última manifestação, na segunda-feira (7/9), ele demonstrou não estar mais interessado em abordar o que aconteceu em “Liga da Justiça”, por ter encontrado um alvo maior: o próprio estúdio. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”. Vale lembrar que o ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar com detalhes sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Após as manifestações de Fisher nas redes sociais, a WarnerMedia disse à imprensa que abriu uma investigação para saber o que teria realmente acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento, porque o investigador do caso foi contratado pelo estúdio. Ele avisou que pretende acionar o Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA.

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  • Série

    Will Smith anuncia remake dramático de Um Maluco no Pedaço

    8 de setembro de 2020 /

    O astro Will Smith anunciou ter fechado contrato com a plataforma Peacock para a produção do remake da série clássica dos anos 1990 “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air). Em vídeo postado em seu canal no YouTube, ele revelou que o serviço de streaming da NBCUniversal encomendou de cara duas temporadas da atração. O projeto é baseado numa produção de fã que viralizou em 2019. O jovem Morgan Cooper produziu e postou um “trailer” de quatro minutos, apresentando como seria o clássico sitcom se os personagens interpretassem um drama em vez de uma comédia. Na época, o trabalho acabou elogiado por Will Smith e, depois da repercussão, os dois se encontraram e a conversa tomou um rumo inesperado, com Smith se propondo a produzir uma série a partir daquela ideia. “Morgan fez um trailer absurdo de ‘Maluco’ – uma ideia brilhante, a versão dramática de ‘Um Maluco no Pedaço’ para a próxima geração”, disse Smith no ano passado. O projeto tem produção de Westbrook Studios, a produtora de Smith e de sua esposa Jada Pinkett Smith, em parceria com a Universal TV. A nova versão será uma séria dramática com episódios de uma hora sobre como o personagem original de Smith se envolveu em uma briga com membros de uma gangue na Filadélfia e é enviado para morar com seus parentes ricos no afluente subúrbio de Bel-Air, em Los Angeles. Cooper será co-autor do roteiro, diretor e co-produtor executivo, trabalhando ao lado de vários integrantes da equipe criativa do programa original – e do showrunner Chris Collins (“The Wire”), segundo relatos. Vale observar que, depois de lançar “Bel-Air” (nome oficial do “trailer”), Morgan fez um novo curta, “U Shoot Videos?”, que foi premiado no Festival de Tribeca do ano passado. “Um Maluco no Pedaço” foi exibido nos EUA por seis temporadas, entre 1990 e 1996, tornando-se um sucesso global. No Brasil, porém, só chegou na TV aberta a partir do ano 2000, quando estreou no SBT. A série foi o primeiro trabalho oficial de Will Smith, que até então só tinha atuado em clipes como Fresh Prince, seu nome de rapper. Atualmente, todas as temporadas da atração original fazem parte do acervo da HBO Max, ainda não disponível no Brasil. Veja abaixo o anúncio da nova produção, seguido pelo vídeo do curta original que dará o tom da nova série.

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  • Série

    Ratched: Sarah Paulson vive a enfermeira de Um Estranho no Ninho em novo trailer

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Ratched”, série de Ryan Murphy (“American Horror Story”) que vai contar a origem de uma conhecida personagem do cinema. Com clima hitchockiano, enfatizado pela época em que a trama se passa, a prévia apresenta os terrores de um hospício controlado pela enfermeira psicopata do título, vivida por Sarah Paulson (“Bird Box”). A história começa em 1947 e acompanha a jornada que transformou a enfermeira Mildred Ratched num “verdadeiro monstro”. A série pretende revelar a progressão de assassinatos da enfermeira, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental, ao longo de décadas e serve de prólogo para o livro “Um Estranho no Ninho” (1962), de Ken Kesey, mais lembrado por sua famosa adaptação cinematográfica de 1975, vencedora de cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor (Milos Forman), Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Ratched). . O elenco inclui Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”), Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”), Hunter Parrish (“Weeds”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). O ator Michael Douglas (“Homem-Formiga”), que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, também participa como produtor executivo da série, ao lado de Ryan Murphy e Evan Romansky. Foi este último que delineou o roteiro do piloto. Ele ofereceu o projeto no mercado, chamando atenção de Murphy, que revisou a história, concebeu a temporada, organizou um “pacote de talentos” e materializou a série. “Ratched” é a terceira série de Murphy após o produtor assinar um contrato milionário de exclusividade na Netflix. Ele também criou “The Politician” e “Hollywood” para a plataforma e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A estreia está marcada para 18 de setembro, com a 2ª temporada já confirmada.

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  • Filme

    Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha trailer legendado

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A produção tem diante de si o desafio de superar uma espécie de maldição cinéfila. Até hoje, nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. Em sua versão mais recente, o romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico, foi adaptado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigido por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dá vida a Maxim de Winter, o víuvo alegre, mas que esconde um segredo terrível, imortalizado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. A nova “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.

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  • Etc

    CCXP anuncia detalhes de sua primeira edição virtual

    8 de setembro de 2020 /

    Os organizadores da CCXP (Comic Con Experience) anunciaram nesta terça-feira (8/9) os primeiros detalhes de sua primeira convenção virtual, que vai se chamar CCXP Worlds: A Journey of Hope. O nome é em inglês mesmo, com subtítulo e um total de seis palavras – sendo que uma delas, “worlds”, representa uma das pronúncias mais difíceis para quem fala português. A opção pelo nome gigante, em vez de, por exemplo, Comic Con Virtual Experience, reflete a ambição dos realizadores. A quantidade de palavras é “épica”. Além disso, o título em inglês manifesta o desejo de internacionalizar o evento, que vai acontecer nos dias 4, 5 e 6 de dezembro pela primeira vez aberto para o mundo inteiro. Embora pareça vir de um filme de “Star Wars” – “CCXP Worlds – Episode I: A Journey of Hope” – , a inspiração da CCXP virtual passa pela DC Fandome, desde o “mapa” do evento (ilustração acima) até a apresentação via streaming ao vivo. Segundo o release oficial, serão cinco streamings simultâneos, cada um representando uma seção diferente da programação. A principal diferença da realização nacional para os similares que a antecederam é que a CCXP Worlds pretende transportar para o ambiente virtual elementos que já existiam na CCXP física, como o Auditório Thunder, Artists’ Alley, Game Arena, Creators & Cosplay Universe. Para isso, a área de estúdios ganhou uma versão digital batizada de Hollywood Strip, as lojinhas viraram um Market Place e o estúdio de vidro, que reúne os destaques da programação, estará presente como Omelete Stage. Outra diferença importante da DC Fandome e da improvisada Comic-Con@Home é que nem tudo será gratuito. A organização permitirá acesso aberto à maioria dos conteúdos, mas vai cobrar por “quem quiser uma experiência completa e mais interativa, ter acesso ao conteúdo completo de todos os streamings, fizer questão de receber sua credencial física e ter produtos licenciados”. Os conteúdos exclusivos da versão paga devem incluir encontros virtuais com celebridades. Segundo os organizadores, os fãs poderão escolher entre alguns minutos com seu ator favorito no Meet & Greet ou pedir um vídeo com uma saudação personalizada, o famoso “mande um salve”. A apresentação do projeto adiantou, por exemplo, como será a versão virtual do Artists’ Alley, que reunirá quadrinistas do mundo todo. Nela, o público poderá participar de workshops, masterclasses, acompanhar entrevistas e batalhas de desenhistas e conhecer e adquirir obras de seus artistas favoritos. Mas cada pacote dará direito a um tipo diferente de interação, seja em grupo ou individual, com hora marcada para tirar dúvidas, mostrar trabalhos ou apenas declarar admiração. Os organizadores também garantem que vários estúdios de Hollywood já anunciaram presença e prometem trazer novidades das produções em andamento. Além disso, haverá transmissões diretas de Los Angeles, com entrevistas e convidados especiais trazidos pelo time do Collider, site geek americano especializado em entrevistas de Hollywood, que é um antigo parceiro do Omelete. Maiores detalhes devem ser divulgados a partir da semana que vem, quando os fãs poderão escolher três categorias diferentes de acessos – batizadas, sempre em inglês, de Digital Experience, Home Experience e Epic Experience. Os ingressos começarão a ser vendidos a partir da próxima terça (15/9), pelo site http://www.ccxp.com.br. Detalhe: o pacote épico vai custar R$ 450! Mais frete.

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  • Filme

    Sinta-se em Casa: Programa de Marcelo Adnet acaba na sexta

    8 de setembro de 2020 /

    O humorista Marcelo Adnet revelou que seu programa “Sinta-se em Casa”, do Globoplay, acaba na sexta-feira (11/9). O melhor humorístico da quarentena chega ao fim junto com a quarentena, após um feriadão em que poucos respeitaram o isolamento social. A informação sobre o final da produção veio à tona numa troca de tuítes entre Adnet e o também humorista Paulo Vieira. Após Vieira mencionar que o colega não teria tempo para conferir suas “tretas”, por fazer um programa diário, Adnet revelou o fim do programa. “Acaba sexta. Aí passarei a me exercitar, pegar sol e beber água. E seguir suas tretas!” Na sequência, Vieira lamentou o fim do projeto, mas disse imaginar o cansaço que é fazer um programa diário e ponderou que “é importante se recompor”. Adnet respondeu: “Porr*. São 106 capítulos sem parar”. “Sinta-se em Casa” vai acabar no auge, após seu conteúdo virar assunto oficial, com reclamações da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República) e ofensas pessoais proferidas pelo secretário de Cultura Mário Frias, que não gostou de ser satirizado. Na segunda (7/9), Adnet usou a controvérsia como inspiração para seu humorístico. Acaba sexta. Aí passarei a me exercitar, pegar sol e beber água. E seguir suas tretas! — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 8, 2020 Pourra. São 106 capítulos sem parar — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 8, 2020

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  • Etc

    Marcelo Adnet transforma ofensas de Mário Frias em piada

    8 de setembro de 2020 /

    Marcelo Adnet aproveitou o material humorístico fornecido pelo secretário de Cultura Mário Frias em novo esquete do programa “Sinta-se em Casa”, do Globoplay. Primeiro programa após os ataques de Frias e da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), motivados por uma paródia feita por Adnet na sexta (4/9), o “Sinta-se em Casa” desta segunda (7/9) não deixou passar batido a reação desmedida do secretário, parafraseando as ofensas que ele postou nas redes sociais. “Isso mesmo, presidente. Vivemos a época do ‘mimimi’, mas curiosamente vou usar recursos e energia para responder a uma piada que não gostei: frouxo, sem futuro, criatura imunda”, diz Adnet no vídeo, ironizando a reação de Frias. No esquete, Adnet ainda apareceu em um playground para ilustrar a frase em que secretário faz bravata de recreio estudantil: “No lugar onde eu cresci, não duraria um minuto”. O humorista também incorporou Bolsonaro para falar que quer acabar com o politicamente correto, contudo o que realmente importa é “atacar quem faz piada conosco”. Confira abaixo. Dia de virar as costas pro Pantanal e dramatização do xilique-resposta do Brother Retumbante. Pedro reclamando seus direitos autorais. #SintaSeEmCasa completo, grátis e sem recursos públicos aqui: https://t.co/SL4t86LKCb pic.twitter.com/b4MN6dd1tS — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 7, 2020

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  • Etc,  Série

    Kevin Dobson (1943 – 2020)

    7 de setembro de 2020 /

    O ator Kevin Dobson, que viveu o parceiro de Telly Savalas na série policial “Kojak”, morreu na noite de domingo (6/9) em um hospital em Stockton, na Califórnia, de uma deficiência auto-imune, aos 77 anos. Dobson se consagrou em 1973 como o Detetive Crocker, o braço direito do tenente Theodopolus “Theo” Kojak na famosa série da rede CBS. Ele trabalhou lado a lado com Telly Savalas em todos os episódios daquela que se tornou a produção policial mais famosa dos anos 1970. Foram cinco temporadas até o cancelamento em 1978, além de um telefilme de reencontro, “Kojak: It’s Always Something”, lançado em 1990, em que seu personagem foi promovido a promotor público. O sucesso de “Kojak” fez com que o ator vivesse muitos detetives televisivos nos anos seguintes. Mas não deixa de ser curioso que seu primeiríssimo papel, como figurante na série “The Doctors” em 1969, tenha sido justamente o de um policial. Entre os muitos detetives que viveu na TV destacam-se o personagem-título da série “Shannon” (1981-82) e o Detetive Leo McCarty em “F/X: A Série” (1996-97), versão televisiva do personagem interpretado por Brian Dennehy no filme “F/X: Assassinato sem Morte” (1986). As duas séries tiveram vida curta. Em compensação, ele viveu outro detetive por uma década: Patrick “Mack” MacKenzie no longevo melodrama “Knots Landing”. Introduzido na 4ª temporada para investigar a morte de um personagem, Dobson permaneceu no novelão até sua conclusão, na 14ª temporada em 1993. “Eu era um policial militar do Exército, então sabia como segurar uma arma e atirar alguém contra a parede”, disse ele, numa entrevista sobre a carreira, para explicar porque costumava ser sempre escalado como detetive. Além das séries que estrelou, o ator também gravou dezenas de telefilmes e participações em episódios de inúmeras atrações – as mais recentes foram “CSI”, “Hawaii Five-0” e “Anger Management”. Mas foram poucos trabalhos para o cinema. A pequena lista inclui o papel de um marinheiro em “A Batalha de Midway” (1976), contracenando com Henry Fonda, e o marido de Barbra Streisand na comédia “Tudo em Família” (1981).

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  • Filme,  Música

    Filme da prisão de Caetano Veloso é “advertência” sobre futuro brasileiro

    7 de setembro de 2020 /

    Único filme brasileiro selecionado para o Festival de Veneza, o documentário “Narciso em Férias” foi exibido nesta segunda-feira (7/9) em sessão de gala, fora de competição no evento italiano. Ausentes devido à pandemia de coronavírus, os responsáveis pelo longa participaram da première de forma remota, via videoconferência. Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”), o filme traz Caetano compartilhando suas memórias do cárcere e as canções que marcaram o período, quando foi preso com seu amigo Gilberto Gil em 1968 e posteriormente exilado do Brasil. Durante a entrevista coletiva, disponibilizada por streaming, os realizadores destacaram que o filme faz mais que relembrar fatos do passado, que muitos brasileiros não conhecem ou fingem não ter existido. Ele serve também como uma “advertência” para o futuro, diante de rumos dos tempos atuais, “para que não se repitam os erros que culminaram na atrocidade e na imbecilidade que foi a ditadura militar no Brasil”, nas palavras de Renato Terra. O diretor fez uma comparação entre o passado da ditadura e o governo brasileiro atual. “Em 1968, no Brasil, houve o AI-5, o Congresso Brasileiro foi fechado, havia censura na imprensa, pessoas eram sequestradas, tiradas de casa e torturadas, foi um período horrível da História brasileira. Hoje, a gente vive aqui numa democracia, é diferente, mas o caminho que a gente percorreu para chegar até 68 guarda algumas semelhanças com o que a gente tá vivendo nesse momento no Brasil”, apontou. Ele lembrou que a volta da ditadura é bandeira de alguns políticos nacionais. “O AI-5, por exemplo, que foi a causa direta da prisão do Caetano e do Gil… Algumas pessoas no Brasil – poucas, mas barulhentas – pedem a volta do AI-5 ou defendem a ditadura militar. E tem um absurdo muito grande nisso, uma coisa que é muito descolada da realidade”. Ricardo Calil, por sua vez, considerou que “os artistas estavam entre os primeiros alvos da ditadura militar” e, do mesmo modo, também são foco de ataques prioritários do governo atual, mas de forma distinta. “Não há mais a censura, mas há um esforço do governo em desmontar muitas áreas da Cultura, incluindo o cinema, incluindo a Cinemateca Brasileira, que é a instituição que guarda nossa memória cinematográfica, e também as instituições que patrocinam e financiam o cinema e garantem o futuro do cinema nacional” Paula Lavigne, mulher de Caetano e produtora do documentário, acrescentou que “Narciso em Férias” tem a função de relembrar como foi a ditadura, já que “muita gente não sabe que eles [Caetano e Gil] foram presos”, especialmente os mais novos, por causa da proibição de se noticiar a prisão na época e pela disseminação do negacionismo da extrema direita brasileira. Além disso, ela aponta que o verdadeiro motivo da prisão foi “uma fake news”, um boato, “e isso fica claro nos documentos: não existia uma acusação objetiva”. Essa arbitrariedade, que veio à tona em documentos recém-revelados sobre a prisão, transformam o encarceramento de Caetano e Gil “num teatro do absurdo, num pesadelo kafkiano”, na definição de Kalil. Por isso, o filme também serviria para desnudar o despreparo e o caos que caracterizou o regime militar brasileiro. “Uma das táticas da direita é o negacionismo”, ponderou Lavigne, lembrando que há pessoas de direita “dizendo até que não houve ditadura militar”. “Mas muitos artistas foram presos, alguns sofreram até mais que Caetano e Gil, foram torturados, outras pessoas mortas. Então, eu acho que o momento é muito adequado” para se falar disso. A entrevista foi disponibilizada na íntegra no canal do Festival de Veneza no YouTube. Veja abaixo, a partir de 1h13 minutos do vídeo, que reúne outras coletivas desta segunda no festival. Já “Narciso em Férias” pode ser visto, também desde esta segunda-feira, com exclusividade na plataforma Globoplay.

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  • Filme,  Música

    Sam Neill e Jeff Goldblum deliciam fãs com duetos musicais em folga de Jurassic World

    7 de setembro de 2020 /

    Sam Neill e Jeff Goldblum deram a seus fãs um presente musical inesperado nesta segunda (7/9). Os dois estão em quarentena, num hotel fechado pela produção do novo “Jurassic World”, em que o elenco permanece isolado na Inglaterra, nas folgas das filmagens, para evitar contaminação por covid-19. Para passar as horas, eles resolveram cantar canções clássicas de musicais da velha Hollywood. E Sam Neill gravou e postou duas das performances. Com Goldblum ao piano, eles interpretaram “I Remember You”, que ficou famosa na voz de Dorothy Lamour em “Tudo por um Beijo” (1942), além de “A Fine Romance”, do filme “Ritmo Louco” (1936), com Fred Astaire e Ginger Rogers, “I’ve Grown Accustomed to Her Face”, de “Minha Bela Dama” (1964), com Audrey Hepburn, e “September Song”, clássico de Kurt Weill popularizado em “Paraíso Proibido” (1950). “É um dia de folga. Então, estamos cantando um monte de músicas antigas. Jeff não quer praticar, então é de primeira ou nada”, Neill escreveu na legenda de um dos vídeos no Instagram, acrescentando: “Jeff Goldblum me faz rir sem moderação.” Os dois voltam a contracenar em “Jurassic World: Dominion” após trabalharem juntos no primeiro filme da franquia, “Jurassic Park”, em 1993. Embora o primeiro longa tenha recebido duas continuações com personagens do longa original, Neill e Goldblum não se encontraram em nenhuma delas. Junto deles, Laura Dern também está de volta, retomando seu papel do blockbuster dos anos 1990. No novo filme, eles se juntam a Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, casal protagonista da trilogia iniciada por “Jurassic World”, em 2015. Com direção de Colin Trevorrow, responsável pelo primeiro “Jurassic World”, “Dominion” está sendo filmado na Inglaterra com protocolos rígidos de higiene e proteção, que isolam completamente o set e o elenco, e até agora não reportou nenhuma contaminação. A estreia está prevista para junho de 2021. I Remember You #JeffGoldblum pic.twitter.com/gFAv6LGFH3 — Sam Neill (@TwoPaddocks) September 7, 2020 Another #JamWithJeff . Hers the thing- #JeffGoldblum flatly refuses to rehearse. So every time is the first time. pic.twitter.com/I0iFmHCpUo — Sam Neill (@TwoPaddocks) September 7, 2020 Ver essa foto no Instagram It’s a day off. So we’ve been singing a bunch of old songs. Jeff won’t practice, so it’s first go or nothing. @jeffgoldblum makes me laugh immoderately. He is also a prodigy . Uma publicação compartilhada por SamNeillTheProp (@samneilltheprop) em 7 de Set, 2020 às 5:15 PDT Ver essa foto no Instagram More from the #LoungeGoldblum on this day off . Next time I will wear my shades too . I had a cool deficit … @jeffgoldblum Uma publicação compartilhada por SamNeillTheProp (@samneilltheprop) em 7 de Set, 2020 às 7:44 PDT

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  • Filme

    Crítica internacional aprova Millie Bobby Brown como irmã de Sherlock Holmes

    7 de setembro de 2020 /

    Críticos dos EUA e do Reino Unido começaram a publicar suas resenhas sobre “Enola Holmes”, um dos principais lançamentos de setembro da Netflix. E o consenso é bom para a atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, que pode ter emplacado uma nova franquia de streaming. Mas se for produzida, a continuação precisará melhorar muito o roteiro, segundo estes mesmos críticos. As primeiras críticas elogiam muito a jovem atriz de 16 anos e o tom juvenil do longa. Há elogios também para a forma como o diretor Harry Bradbeer, em seu primeiro longa-metragem após se destacar à frente de “Fleabag”, utiliza a estrutura metalinguista daquela série (com a personagem falando diretamente para a câmera) para engajar o público jovem na trama vitoriana. O problema estaria no aspecto, digamos, “educativo” da obra. Segundo a maioria dos críticos, o roteiro de Jack Thorne (“Extraordinário”) abusa das lições de moral, enfatizando o tempo inteiro a premissa da personagem, uma garota anacronicamente feminista no século 19. Ele teria errado na dose, como se quisesse mostrar um ovo, legendar que o ovo é um ovo e narrar em voz alta a legenda que diz “ovo”. Além de Millie Bobby Brown como a personagem-título – e irmã adolescente do mais famoso detetive da ficção – , o elenco destaca Helena Bonham Carter (a Princesa Margaret de “The Crown”) como sua mãe e a dupla Henry Cavill (“Liga da Justiça”) e Sam Claflin (“As Panteras”) como seus irmãos Sherlock e Mycroft Holmes. Na trama, Enola busca a ajuda dos irmãos mais velhos para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Em vez disso, preferem colocá-la num internato para aprender etiqueta. Rebelde, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que pode iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Atualmente, “Enola Holmes” está com 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 23 de setembro em streaming. Veja abaixo alguns dos comentários sobre a produção. The Hollywood Reporter “Adaptação do primeiro dos livros de Nancy Springer como ponto de partida do que certamente pretende ser uma série de filmes da Netflix, ‘Enola Holmes’ é uma excelente vitrine para a estrela de ‘Stranger Things’ Millie Bobby Brown, que consegue derrubar as camadas de ansiedade e trauma que tornam sua El naquela série uma personagem tão atraente. Embora ninguém jamais vá acusar o filme de superestimar a inteligência de seus espectadores – o roteiro de Jack Thorne raramente perde a chance de martelar pregos morais – , ele consegue imaginar um lugar para sua heroína no mundo de Holmes, e então convence os jovens espectadores de que o Enola não precisa ser limitado pelas fronteiras desse mundo”. IndieWire “O filme não esquece que é inspirado em uma série juvenil, mas conforme o roteiro intensifica o drama, ele se revela genuinamente atraente para um público mais amplo.” Variety “Com sua narrativa enérgica, é mais cool e elegante do que o recente ‘Sherlock Holmes’ de Guy Ritchie e consideravelmente mais divertido do que o reboot de ‘Nancy Drew’ do ano passado.” Daily Mirror “Uma nova aventura familiar que confirma ainda mais o estrelato de Millie Bobby Brown. No entanto, não é muito memorável e não utiliza seu elenco de forma eficaz.’ Digital Spy “Millie Bobby Brown é impressionante como Enola, carismática e adorável em um papel que poderia facilmente ter sido irritante. Uma pena que a história e o mistério em si não são tão interessantes.” Empire “Às vezes, o roteiro fraco de Jack Thorne busca um apelo mais ensolarado, mas então joga essa alegria embrulhada num moralismo que te atinge na cabeça como uma tonelada de tijolos.”

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  • Série

    Jensen Ackles revela ter ficado com o Impala da série Supernatural

    7 de setembro de 2020 /

    O ator Jensen Ackles, que vive Dean Winchester na série “Supernatural”, revelou que vai levar para casa o icônico Chevrolet Impala 1967 preto que ele dirigiu durante 15 temporadas da série. O carro é praticamente um personagem da atração e Ackles negociou com os produtores da Warner Bros Television sair do set, ao fim de suas gravações, dirigindo o carrão até a garagem de sua casa. “Eu definitivamente vou levar uma coisa do set para casa. Uma coisa na qual estou de olho desde o primeiro dia de filmagens. Mas está tudo bem, não vou precisar roubar. Eu consegui permissão. Pedi e implorei por anos, até que finalmente me deixaram sair dirigindo o Impala do set”, ele contou, em entrevista ao site Digital Spy. Já Jared Padalecki, que interpreta Sam Winchester, disse que não conseguiu um presente tão significativo como o colega de elenco, mas que já “surrupiou” diversas coisas do set com o passar dos anos. “Eu tenho muitas m*rdas do set em casa. Mas eu não vou dizer o que são, jamais me entregaria. Elas ficarão comigo para sempre, vou guardá-las bem”, contou. O elenco de “Supernatural” já está gravando as últimas cenas do episódio final da série. A previsão é que o encerramento da produção aconteça no fim de semana. Na verdade, a série deveria ter terminado em maio nos EUA, mas a pandemia impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro, adiando a despedida dos irmãos caçadores de monstros por alguns meses. “Supernatural” vai voltar em 8 de outubro para apresentar seus sete capítulos derradeiros, com a exibição do último episódio marcada para 19 de novembro. Ainda não há previsão para a exibição desta reta final no Brasil, mas o canal pago Warner já transmitiu todos os capítulos da série produzidos até o momento.

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