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    Trump indica para Suprema Corte juíza de seita comparada à Handmaid’s Tale

    26 de setembro de 2020 /

    O presidente Donald Trump aproveitou a morte da juíza Ruth Bader Ginsburg na semana passada para indicar em sua vaga uma juíza que é seu oposto completo. Homenageada no documentário “RBG” (2018) e no filme “Suprema” (2018) por seu ativismo em prol dos direitos da mulher, Ginsburg se tornou um ícone pop admirado, mas pode ser substituída por Amy Coney Barrett, integrante da seita People of Praise (Povo de Louvor, em tradução literal), uma comunidade cristã de renovação carismática cujas crenças são comparadas por muitos à sociedade ultraconservadora da série “The Handmaid’s Tale”. A ligação da juíza com a seita foi revelada pelo jornal The New York Times de 2017 e nunca foi negada pelas partes. O People of Praise tem cerca de 1,7 mil membros em 22 cidades nos Estados Unidos, Canadá e Caribe, de acordo com seu site, e foi fundado em 1971 em South Bend, Indiana, também sede da Universidade de Notre Dame, administrada por católicos, que teria fornecido seus primeiros integrantes. “Admiramos os primeiros cristãos que foram guiados pelo Espírito Santo para formar uma comunidade”, diz o site, remontando suas origens ao final dos anos 1960, quando os alunos e professores de Notre Dame experimentaram “uma renovação do entusiasmo e fervor cristão, juntamente com os dons carismático como falar em línguas e cura física”. Amy Coney Barrett também é professora da Universidade de Notre Dame. A People of Praise ganhou atenção quando uma ex-integrante, chamada Coral Anika Theill, denunciou o grupo como uma seita abusiva em que as mulheres são completamente obedientes aos homens e os pensadores independentes são humilhados, interrogados, envergonhados e rejeitados. Ela contou sua experiência num livro, “Bonsheà”, em que revelou que seu ex-marido, integrante do grupo, tentou censurá-la para impedir que a publicação dificultasse que Barrett fosse indicada. Theill também postou texto em seu em seu blog pessoal intitulado “Eu vivi o conto da aia”. “Muitas de nós sofremos da síndrome de Estocolmo e muitas das mulheres tomavam antidepressivos e tranquilizantes”, ela escreveu. “Mas se você fosse super submissa, talvez não fosse arrastada no meio da noite para um interrogatório”. Ela denunciou que, até recentemente, as mulheres com funções de liderança na organização eram chamadas de “handmaidens” (aias), mas a popularidade da série “The Handmaid’s Tale” fez com que a denominação fosse revista. “Reconhecendo que o significado deste termo mudou drasticamente em nossa cultura nos últimos anos, não usamos mais o termo serva”, disse o grupo em 2018, após o interesse crescente da mídia sobre seu funcionamento. Assim como em “The Handmaid’s Tale”, a People of Praise ensina uma visão de mundo patriarcal, em que os homens são os chefes de família, tomam todas as decisões e têm autoridade irrestrita sobre suas esposas. O grupo não pratica escravidão sexual como na série, mas as mulheres que seguem a religião não teriam direito a negar sexo para os maridos nem a controlar sua capacidade reprodutiva. Barrett tem cinco filhos biológicos, além de duas crianças adotadas no Haiti. Para ser confirmada na vaga de Ginsburg, ela precisa ser aprovada numa sabatina do Senado, que atualmente tem maioria de integrantes do Partido Republicano, a que pertence Trump. “Eu sei que você vai fazer nosso país muito orgulhoso”, disse o presidente dos EUA neste sábado (26/9), ao indicar o nome de Barret em cerimônia realizada em frente à Casa Branca. O objetivo de Trump com a indicação, apenas uma semana após a morte de Ruth Bader Ginsburg, é forçar a confirmação de sua escolha pelo Senado antes da eleição presidencial, prevista para o início de novembro. A questão é polêmica, porque o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, bloqueou uma nomeação do presidente Barack Obama em situação semelhante, alegando que a vaga abriu em um ano eleitoral. Obama indicou Merrick Garland para preencher uma vaga após a morte de Antonin Scalia em fevereiro de 2016, mas McConnell se recusou até mesmo a dar uma audiência a seu indicado. Nos últimos dias, muitos senadores republicanos que impediram Obama de indicar Garland há oito meses da eleição passada, defendem a aprovação de Barrett, menos de dois meses do novo período eleitoral. Se o Senado comprovar que o problema era Obama indicar um juiz progressista e, sem medo de passar recibo de hipócrita, confirmar Barrett, o Supremo passará a contar com seis juízes conservadores entre seus nove magistrados e pode reverter várias conquistas jurídicas dos movimentos feministas e de minorias nos EUA. Barret também é vocalmente contra o atendimento público de saúde para a população do país, uma posição que possui evidente potencial trágico durante a pandemia de coronavírus. O WGA, Sindicato dos Roteiristas de Hollywood, engajou-se numa campanha para denunciar os planos do Partido Republicano e ajudar a eleger candidatos do Partido Democrata para impedir a reeleição dos conservadores e renovar o Congresso na próxima eleição.

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  • Etc

    Ator de Malhação campeão de jiu jitsu é indiciado por agressão à mulher

    26 de setembro de 2020 /

    O ator Ricardo Vianna, revelado em “Malhação”, foi indiciado pela Polícia Civil do Rio pelo crime de lesão corporal contra sua companheira, Aline Kryktine. O registro de ocorrência foi feito no dia 9 deste mês, quando um inquérito foi instaurado para apurar as denúncias de agressão e injúria contra o ator. De acordo com a Deam (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Jacarepaguá, bairro da zona oeste do Rio, o exame de corpo de delito confirmou as agressões. Em depoimento à polícia, Vianna admitiu ter batido em Aline e alegou que as agressões foram mútuas. O ator, visto também nas novelas da Globo “Tempo de Amar” e “Verão 90” e na série do Multishow “Tô de Graça”, também é lutador de jiu jitsu, tendo vencido três campeonatos brasileiros da modalidade. O caso seguiu esta semana para o Ministério Público do Rio. A pena para lesão corporal é de até três anos de detenção. Vianna e Aline têm uma filha de seis anos. O casal começou a namorar em 2013, terminou em 2016 e se reconciliou. Após a repercussão do caso, Ricardo Vianna desativou sua conta no Instagram.

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  • Música

    Veja o clipe de Travis Scott lançado em IMAX com o filme Tenet

    26 de setembro de 2020 /

    O rapper Travis Scott disponibilizou no YouTube o clipe de “Franchise”, que foi lançado nos cinemas IMAX antes das sessões de “Tenet” nos EUA. A conexão se deve ao fato de Scott ter contribuído com uma música inédita (“The Plan”) para o filme de Christopher Nolan. Dirigido pelo próprio rapper em parceria com White Trash Tyler, após o último assinar um documentário sobre Scott para a Netflix (“Travis Scott: Voando Alto”), o vídeo também tem participações de Young Thug e da sumida M.I.A. A narrativa abraça o rap ostentação e explora o endosso a um produto fictício, enquanto a letra bate recorde de citações a marcas como Nike, Sprite, Kawasaki, Google, Kodak, etc. Scott ainda cita textualmente diretores e filmes, e grava cenas que remetem à “Humble.”, de Kendrick Lamarr, e ao terror “Midsommar” (a roupa literalmente florida de M.I.A.). Ao final, “Franchise” tanto pode ser visto como uma crítica à transformação dos clipes em comerciais publicitários de marcas aleatórias quanto seu oposto, uma apologia ao business acima de tudo, levada adiante pelo rapper que virou McLanche Feliz (The Travis Scott Meal). “Bangers in the system, it’s that”. Confira abaixo e tire suas conclusões.

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  • Série

    Steven Soderbergh revela que The Knick terá continuação

    26 de setembro de 2020 /

    A série “The Knick”, produzida e inteiramente dirigida pelo cineasta Steven Soderbergh (“Doze Homens e um Segredo”), vai ganhar continuação, cinco anos após seu encerramento. Ambientada na Nova York de 1900 e estrelada por Clive Owen, a trama acompanhava os cirurgiões e as enfermeiras do hospital Knickerbocker, retratando as condições precárias, os equívocos científicos e os preconceitos que dificultavam o trabalho médico no começo do século 20. A série durou duas temporadas no canal Cinemax entre 2014 e 2015, mas foi encerrada com sua trama em aberto após a emissora do grupo HBO trocar seu projeto de séries de qualidade por produções de luta e tiros. O revival, portanto, não será mais uma produção do Cinemax, mas da grife mais prestigiado do conglomerado, a HBO. Apesar disso, provavelmente será lançada no streaming HBO Max. Clive Owen não vai retornar para a sequência, devido ao destino de seu personagem ao final da 2ª temporada. Assim, a continuação será focada no doutor Algernon C. Edwards, personagem de André Holland na série original. Em entrevista ao site Playlist, Soderbergh contou que a produção também vai reviver a parceria bem-sucedida entre Holland e o diretor Barry Jenkins, que trabalharam juntos no filme vencedor do Oscar “Moonlight” (2016). A dupla foi quem desenvolveu a ideia para a continuação. Entretanto, os autores do roteiro serão Jack Amiel e Michael Begler, que são os criadores da série original. “[André e Barry] criaram uma abordagem realmente ótima com Jack e Michael”, disse Soderbergh à publicação. “E isso parece estar avançando rapidamente. Acabei de ler o piloto, que é incrível.” Ainda não há detalhes adicionais sobre a continuação de “The Knick”. Veja abaixo o trailer da série original.

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  • Música

    Zayn lança clipe após virar papai

    26 de setembro de 2020 /

    O cantor Zayn Malik lançou o clipe de “Better”, música romântica sobre a superação de um coração partido. Com tema e falseto de música sertaneja, batida de hip-hop e refrão de R&B, a gravação segue a tendência do pop genérico atual, que além de não diferenciar muito os estilos de seus intérpretes também confunde os gêneros, trazendo um pouco de tudo ao mesmo tempo para agradar o maior número de fãs possível. O vídeo dirigido por Ryan Hope, que fez muitos comerciais da Prada, remete a ensaio de moda, com o cantor britânico mostrando as tatuagens e o abdômen definido, enquanto veste um terno de grife com cara de quem se leva a sério. Revelado na sexta (25/9), dois dias após o nascimento da primeira filha do artista com a modelo Gigi Hadid, o clipe de “Better” também é o primeiro trabalho do ex-One Direction em 2020, e faz parte do repertório de seu vindouro terceiro álbum-solo. O disco anterior, “Icarus Falls” foi lançado em 2017 com nada menos que 27 faixas, mais duas músicas bônus, e foi um estrondoso fracasso comercial.

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  • Etc

    Chadwick Boseman ganha mural na Disneylândia

    26 de setembro de 2020 /

    A Disney prestou uma homenagem ao ator Chadwick Boseman, falecido em agosto passado, com um mural num centro de compras da Disneylândia na Califórnia. O departamento de design da companhia, Walt Disney Imagineering, postou a arte em seu perfil no Instagram. O desenho mostra Boseman fazendo a saudação de “Wakanda forever” para um fã mirim, que o imita com uma máscara do herói Pantera Negra. O artista responsável, Nikkolas Smith (que faz parte da equipe de “Space Jam: O Novo Legado”), também publicou imagens do mural em seu Instagram pessoal. Confira abaixo. O ator morreu no dia 28 de agosto após uma longa batalha contra um câncer de colón, que ele mantinha em segredo apesar de ter sido diagnosticado em 2016. No mesmo ano, ele fez sua estreia no Universo Marvel, no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Diante do sucesso de “Pantera Negra” em 2018, Boseman fazia planos para iniciar a preparação para o segundo filme da franquia, mas após sua morte a Marvel ainda não se manifestou sobre a continuação, que voltaria a ser escrita e dirigida por Ryan Coogler. Ver essa foto no Instagram Earlier today, concept artist @Nikkolas_Smith was among the first to see his artwork, “King Chad,” displayed in #DowntownDisney. The art installation pays tribute to ‘Black Panther’ star Chadwick Boseman with the inscription: “As a former Disney Imagineer, I had the honor of working on a major children's hospital initiative and Avengers Campus as my final two assignments. Seeing Chadwick's heart for people in-person, and later discovering his courageous battle with cancer, I was inspired to create this tribute to honor his life and legacy. To us, he was and will always be T'Challa. Long Live The King.” Uma publicação compartilhada por Walt Disney Imagineering (@waltdisneyimagineering) em 24 de Set, 2020 às 10:39 PDT Ver essa foto no Instagram This one is special. My King Chad tribute is now on a wall on display at Downtown Disney. 🐾 It is a full circle moment for me: my final two projects as a Disney Imagineer last summer were working on the Children’s Hospital project and the Avengers Campus. To millions of kids, T'Challa was a legend larger than life, and there was no one more worthy to fill those shoes than Chadwick Boseman. I'm so thankful to be able to honor Chadwick's life and purpose in this way. I am grateful to the Disney family for being so supportive of my journey as an artist. @waltdisneyimagineering @disney @marvelstudios @disneyland 🐾✨ #LongLiveTheKing #KingChad #WakandaForever #Phambili #DowntownDisney #BlackPanther #ChadwickBoseman #RIPChadwick #WDI Uma publicação compartilhada por Nikkolas Smith (@nikkolas_smith) em 24 de Set, 2020 às 10:01 PDT

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  • Música

    Jennifer Lopez e Maluma vivem romance criminal em dois clipes

    26 de setembro de 2020 /

    Jennifer Lopez lançou dois clipes com participação de Maluma, em que os dois esbanjam sensualidade como um casal. Mas o romance não termina bem. O primeiro, “Pa Ti”, é pura ostentação, com mansão, carrões e negócios bilionários. Só que a casa cai no segundo, “Lonely”, quando o FBI acorda o casal e leva J-Lo para a prisão. Os negócios, aparentemente, eram ilícitos. E para piorar Maluna, de 26 anos, tinha uma paixão de mentirinha pela cantora com o dobro de sua idade, revelando-se um agente infiltrado para levantar seus crimes. A historinha serve para mostrar a química da dupla, que será vista a seguir vivendo um casal na comédia “Marry Me”, estreia de Maluma como ator de cinema. No longa, dirigido por Kat Coiro (“Disque Amiga para Matar”), o romance também não dá certo. Já os clipes cantados em espanhol e inglês, repletos de “product placements” (propaganda escancarada de produtos), foram dirigidos por Jessy Terrero, parceiro frequente de Maluma – que inclusive registrou dois duetos do cantor colombiano com Anitta.

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  • Etc

    Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones

    26 de setembro de 2020 /

    Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.

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  • Série

    Javicia Leslie divulga primeira foto como a nova Batwoman

    26 de setembro de 2020 /

    A atriz Javicia Leslie (de “God Friended Me”) divulgou em seu Instagram a primeira imagem em que aparece como a nova Batwoman. A foto foi postada neste sábado (26/9) para conter o cerco dos paparazzi à produção, que começavam a vazar registros das gravações. Javícia aparece com o mesmo uniforme usado por Ruby Rose na série. Mas ela vai mudar de visual, conforme os capítulos avançarem. “Atenção, Gotham, estou vestida e pronta… Mas esperem só Ryan Wilder dar sua própria cara para o uniforme”, escreveu. Durante o painel de “Batwoman” na DC Fandome, a showrunner Caroline Dries afirmou que ela ganharia um novo traje para refletir o fato de sua Batwoman ser uma mulher negra, mencionando cabelos diferentes no capuz. Kate Kane, a personagem de Ruby Rose, usava cabelos sintéticos vermelhos, como a personagem original dos quadrinhos. A nova personagem, chamada Ryan Wilder, será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada e, ao contrário de Kate Kane, não será lésbica, mas bissexual assumida – como Sara Lance (Caity Lotz) em “Legends of Tomorrow”. Entretanto, a produção ainda não deu pistas de como vai resolver o problema causado pela ausência de Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate Kane na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando a série voltar ao ar em 2021. Ver essa foto no Instagram Look out, Gotham, I'm suited up and ready to go… But just wait until Ryan Wilder puts her own spin on the Batsuit. @cwbatwoman Uma publicação compartilhada por Javicia Leslie (@javicia) em 25 de Set, 2020 às 6:02 PDT

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  • Filme

    Justiça nega tentativa de censura evangélica de Lindinhas no Brasil

    26 de setembro de 2020 /

    O juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra rejeitou pedido feito pela organização evangélica Templo Planeta do Senhor para censurar o filme francês “Lindinhas” (Mignonnes), lançado na Netflix. Premiado no Festival de Sundance, “Lindinhas” ganhou repercussão entre os evangélicos brasileiros após deixar a ministra pastora Damares Alves “brava, Brasil”. Ela também tenta a censura do filme. “É interesse de todos nós botarmos freio” e “vamos tomar todas as medidas judiciais cabíveis”, chegou a afirmar sobre a produção. O motivo do protesto são “meninas em posições eróticas e com roupas de dançarinas adultas”, segundo a pastora que integra o governo Bolsonaro. “Quero deixar claro que não faremos concessões a nada que erotize ou normalize a pedofilia!”, ainda ameaçou. Na ação em que pede censura ao filme da diretora Maïmouna Doucouré, a organização Templo Planeta do Senhor ecoa o ataque da ministra para dizer que as meninas do filme têm um comportamento inadequado para sua idade, com “vestimentas sensuais, blusas curtas e calças apertadas”, concluindo que a Netflix promove um “prato cheio para a pedofilia”. Ao rejeitar o pedido de liminar, o juiz diz que a Netflix não violou a legislação e que o pedido de exclusão do filme é inconstitucional. “É uma forma indefensável de censura, pois pretendia a supressão da liberdade de informação e, sobretudo, da liberdade de educação familiar”. De acordo com o magistrado, os pais e responsáveis têm o direito de decidir quais conteúdos seus filhos podem assistir, a despeito dos interesses religiosos da entidade. A Templo Planeta do Senhor é a mesma organização evangélica que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, mas acabou punida com um prejuízo financeiro considerável. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. Acabou desistindo do processo, mas ainda precisou pagar os custos. Assim como fez com “Lindinhas”, o processo anterior também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Em contraste com a reação de Damares e outros evangélicos, o filme foi lançado sem provocar polêmicas na França em agosto. De fato, as autoridades de proteção infantil do governo francês acompanharam as filmagens durante a produção e aprovaram seu conteúdo integralmente. A reação negativa contra o filme só começou após um pôster equivocado da própria Netflix, que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente o que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. O governo francês também defendeu o filme ao considerar que as críticas se baseiam numa série de imagens descontextualizadas e reducionistas. Afirma que as críticas imputam à diretora uma intenção que ela não teve e que vai “em total contradição com o que a obra propõe”. A Netflix também se pronunciou sobre as críticas conservadoras ao longa. “‘Lindinhas’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem — e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, disse a plataforma.

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  • Filme

    Comédia clássica O Pai da Noiva ganha sequência em videoconferência com elenco original

    25 de setembro de 2020 /

    A popular comédia “O Pai da Noiva”, estrelada por Steve Martin e grande elenco em 1991, ganhou uma inesperada Parte 3 nesta sexta (25/9), via videoconferência com os atores originais e vários convidados. O filme já tinha rendido uma sequência oficial em 1995, e a roteirista dos dois longas, Nancy Meyers, escreveu e dirigiu a “Parte 3” como um evento beneficente em prol de uma ONG que alimenta necessitados nos EUA. Gravado via Zoom e disponibilizado no canal da Netflix no YouTube, a continuação contou com apresentação de Reese Witherspoon e praticamente todo o elenco original, incluindo Diane Keaton, Steve Martin, Kieran Culkin, Kimberly Williams-Paisley, Martin Short e George Newbern, com o acréscimo de Ben Platt (“The Politician”) e Florence Pugh (“Viúva Negra”) como as versões adultas das crianças dos anos 1990. A pandemia entrou no enredo, justificando o distanciamento social. Martin apareceu com uma máscara facial e até incentivou sua família a seguir protocolos de segurança. Mas a reunião, como nas tramas cinematográficas, girou em torno de um casamento. Desta vez, quem resolveu casar foi o personagem de Kieran Culkin, Matty Banks, que era uma criança no primeiro filme. Ele anunciou a novidade durante a videoconferência com a “família”, fazendo o pedido à namorada, introduzida no vídeo na pele de Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”). Steve Martin aproveitou a deixa para brincar que, pela primeira vez, não seria o pai da noiva. “Eu não via a hora de ser o pai do noivo, num grande casamento que eu não terei que pagar”. Desejo frustrado, é claro, porque a pandemia acabou transformando o casamento numa cerimônia virtual. “Mais seguro para todos”, afirmou a noiva consciente. Além de Alexandra Shipp, a videoconferência ainda apresentou Robert De Niro (“O Irlandês”) como o pai da noiva, enquanto o personagem de Martin Short, Franck Eggelhoffer, oficiou o matrimônio à distância. Veja abaixo como tudo aconteceu.

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  • Série

    Aldis Hodge será o herói Gavião Negro no cinema

    25 de setembro de 2020 /

    O Gavião Negro vai ser negro de verdade pela primeira vez, desde que surgiu nos quadrinhos em 1940. O ator Aldis Hodge, conhecido pela série “Leverage” e papéis em filmes como “Straight Outta Compton”, “Estrelas Além do Tempo” e “O Homem Invisível”, vai viver o personagem clássico da DC Comics no filme do Adão Negro. O super-herói já passou por várias encarnações nos quadrinhos, inclusive como alienígena, mas sempre foi desenhado como um homem branco. Longe de ser a primeira alteração racial da DC no cinema, as produções da Warner já mudaram, entre outras, as raças do vilão Pistoleiro, vivido por Will Smith em “Esquadrão Suicida”, e da heroína Canário Negro, interpretada por Jurnee Smollett em “Aves de Rapina”. O filme de Adão Negro destaca Dwayne “The Rock” Johnson no papel-título e vários outros super-heróis, que representarão a versão cinematográfica da Sociedade da Justiça. O personagem de Aldis Hodge vai se juntar ao Esmaga-Átomo, interpretado por Noah Centineo (“O Date Perfeito”), além do Sr. Destino e Ciclone, que ainda não foram escalados. Em seu Instagram, Hodge escreveu que “será uma honra” atuar ao lado de Johnson e Centineo no projeto. Veja abaixo. O roteiro foi escrito por Adam Sztykiel, que trabalhou com Johnson em “Rampage: Destruição Total”, e a direção está a cargo de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”), outro parceiro recente do ator. Os dois filmaram “Jungle Cruise”, da Disney, que a pandemia de covid-19 adiou para 2021. “Black Adam” (título original) ainda não tem previsão realista de estreia, porque a Warner não alterou a data marcada antes da pandemia (o lançamento segue marcado para dezembro de 2021). Entretanto, as filmagens só vão começar depois de março do ano que vem. Ver essa foto no Instagram So the cat’s out of the bag 😎. @therock, it’s going to be an honor to join you, @ncentineo and the #BlackAdam/#DCU family 🙌🏿🙌🏿🙌🏿. Let’s goooooo!!!! @thehollywood_reporter link is in the bio🔥 Uma publicação compartilhada por Aldis Hodge (@aldis_hodge) em 25 de Set, 2020 às 1:49 PDT

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  • Filme

    O Céu da Meia-Noite: Sci-fi apocalíptica de George Clooney ganha primeiras fotos

    25 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “O Céu da Meia-Noite” (The Midnight Sky), primeira sci-fi dirigida por George Clooney (“Caçadores de Obras-Primas”). O astro aparece atrás e também diante das câmeras nas cinco fotografias reveladas, que ainda destacam outros atores da produção: Felicity Jones (“Rogue One”), Kyle Chandler (“O Primeiro Homem”), David Oyelowo (“Selma”) e Tiffany Boone (“Hunters”). Mais acostumado a se alternar entre dramas e comédias, Clooney comanda uma catástrofe apocalíptica, baseada no livro “Good Morning, Midnight”, de Lily Brooks-Dalton. Roteirizado por Mark L. Smith (de “O Regresso” e “Operação Overlord”), o filme se desdobra em duas tramas paralelas, acompanhando Augustine (Clooney), um cientista solitário no Ártico, que pode ser o último homem da Terra, enquanto ele tenta fazer contato com a tripulação da nave espacial Aether para impedir seu retorno, e a astronauta Sullivan (Jones), que comanda uma missão pioneira à Júpiter sem saber que a Terra já não é mais a mesma. O último filme dirigido por Clooney foi a comédia de humor negro “Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso”, de 2017, que não foi bem-recebida por público e crítica. Depois disso, ele estrelou, produziu e dirigiu a série “Catch 22” na plataforma de streaming Hulu. Atualmente em pós-produção, “O Céu da Meia-Noite” ainda não tem previsão de estreia.

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