Séries online: The Mandalorian é o grande destaque para maratonar na semana
A chegada da Disney+ (Disney Plus) finalmente traz ao Brasil a primeira série live-action do universo “Star Wars”, que se tornou uma das mais premiadas do ano e também uma fonte ilimitada de memes. De fato, até quem não sabe o que é Disney+ (Disney Plus) já viu imagens do “Baby Yoda”, apelido dado a um personagem central de “The Mandalorian”, que consegue ser mais fofo que todos os ewoks e porg juntos, culminando décadas de evolução do lado comercial da Força. Mas “The Mandalorian” é mais que uma fábrica de memes e Yodas de pelúcia. É também uma série revolucionária para a indústria do entretenimento. Para começar, a Industrial Light & Magic, empresa de tecnologia visual da Lucasfilm, simplesmente eliminou o uso de tela azul em seu set de gravação. Herança da era do chroma key, a tela azul é usada nos estúdios para servir de pano de fundo para projeção de efeitos na pós-produção. Graças a esta técnica, nos lugares onde os atores contracenam com o vazio, o público posteriormente encontra cidades futuristas ou monstros terríveis. O set de “The Mandalorian” tornou esta técnica ultrapassada, ao incluir uma parede de vídeo gigante de LED semicircular, que projeta as cidades futuristas e os monstros terríveis em tempo real diante dos atores, que assim sabem exatamente onde estão e o que enfrentam. Desta forma, os efeitos acontecem desde a pré-produção. E o realismo obtido por essa técnica, que combina os fundos digitais com acessórios físicos do cenário, é tão impressionante que cenas feitas em estúdio parecem realmente acontecer em grandes espaços abertos de outros planetas. Esta inovação terá impacto profundo em Hollywood nos próximos anos, porque também gera economia em cenografia e locações. E já foi reconhecida pela Academia de Televisão com o Emmy de Melhores Efeitos Visuais deste ano, um dos 7 prêmios Emmy que a série conquistou. Outro motivo de os episódios de “The Mandalorian” parecerem filmes são os nomes por trás das câmeras. A série foi criada por Jon Favreau, diretor dos blockbusters “Homem de Ferro”, “Mogli, o Menino Lobo” e “O Rei Leão”, e os capítulos são comandados por uma seleção de cineastas famosos, entre eles Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Peyton Reed (“Homem-Formiga”), Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), Sam Hargrave (“Resgate”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World” e filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”) e Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”). Filoni também assina os roteiros, o que tem servido, especialmente na 2ª temporada, para integrar a trama na saga “The Clone Wars”, com a materialização live-action de personagens icônicos como Bo-Katan, interpretada por sua dubladora original, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”), e Ahsoka Tano, que nos próximos capítulos será encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a série explora a pouco conhecida mitologia dos mandalorianos no universo “Star Wars”. Mas se a 1ª temporada apresenta os dogmas que norteiam o personagem-título, vivido (na verdade, dublado) por Pedro Pascal (“Narcos”), a 2ª vira suas crenças do avesso ao apresentar um quadro mais amplo e complexo de facções, com a introdução da mandaloriana Bo-Katan e seus aliados – cuja missão merece seu próprio spin-off ou pelo menos um filme completo. E este é outro detalhe interessante da série. Como o protagonista é um errante solitário, cruzando planetas como Clint Eastwood adentrava cidadezinhas em westerns dos anos 1960, “The Mandalorian” permite encontros com uma profusão de personagens que parecem ter muitas outras histórias para viver. E alguns vivem, como a rebelde Clara Dune (Gina Carano, de “Deadpool”) e o gerenciador de caçadores de recompensa Greef Karga (Carl Weathers, de “Rocky”), presentes em diversos episódios da produção. Eis porque “The Mandalorian” não é só o “Baby Yoda”. É o melhor western espacial já feito – incluindo nesta lista o sensacional filme “Outland: Comando Titânio” (1981), com o “xerife” Sean Connery – , uma das melhores criações do universo “Star Wars” e nada menos que 8 filmes excelentes por temporada. A Disney+ (Disney Plus) também traz outras opções originais em seu lançamento, inclusive a inédita temporada final de “Star Wars: The Clone Wars”. A lista tem até uma nova série animada do Mickey Mouse, o antigo garoto-propaganda da empresa, que foi suplantado por Baby Yoda na era Disney do streaming. Além dos títulos da nova plataforma, a semana ainda destaca o lançamento em streaming de duas séries completas pela Globoplay, a adulta “UnReal”, sobre os bastidores de um reality show fictício, cujo humor ácido, cínico e cruel é capaz de fazer o público nunca mais olhar da mesma forma as produções do gênero, e a sci-fi juvenil “Garotos de Lugar Nenhum” (Nowhere Boys), produção australiana que pode consolar os órfãos de “The Society” e outras séries canceladas sem cerimônia pela Netflix. Veja abaixo os trailers destes e de outros títulos que completam o Top 10 das séries online da semana. The Mandalorian | EUA | 2 Temporadas Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Star Wars: The Clone Wars | EUA | 7ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) O Mundo Maravilhoso de Mickey Mouse | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais Garfinho Pergunta | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) High School Musical: A Série: O Musical | EUA | 1ª Temporada Disponível na Disney+ (Disney Plus) em episódios semanais His Dark Materials | EUA | 2ª Temporada Disponível na HBO Go em episódios semanais No Man’s Land | EUA | 1ª Temporada Disponível na Starzplay em episódios semanais O Sabor das Margaridas | Espanha | 2ª Temporada Disponível na Netflix UnReal – Nos Bastidores de um Reality | EUA | 4 Temporadas Disponível na Globoplay Garotos de Lugar Nenhum | Austrália | 4 Temporadas Disponível na Globoplay
Estreias online: 10 filmes originais da Disney+ (Disney Plus) para ver no fim de semana
A estreia da Disney+ (Disney Plus) é a principal notícia da semana para quem busca novidades em streaming. O serviço reúne o conhecido catálogo de filmes (e séries) do mais bem-sucedido estúdio de Hollywood da atualidade, incluindo produções da própria Disney, Pixar, Marvel, “Star Wars” (Lucasfilm), National Geographic e alguns títulos perdidos da Fox. Mas sua assinatura não serve apenas para rever o que a maioria já viu ou para descobrir clássicos que ninguém lembrava. A Disney+ (Disney Plus) (pronuncia-se Disney Plus) também traz muito conteúdo novo, original e exclusivo da plataforma. Se o material não parece tão vasto quanto o da Netflix, é bom lembrar duas coisas: o serviço pioneiro levou quatro anos para chegar no montante de conteúdo do desafiante e a pandemia impediu a produção de vários projetos planejados. Abaixo estão dicas de 10 filmes exclusivos da nova plataforma. A seleção inclui o muito falado álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé, o musical blockbuster digital “Hamilton”, que foi o primeiro título desviado dos cinemas para o streaming da Disney, e filmes que tem a cara da empresa. O legado de alguns é evidente, porque se relacionam a franquias conhecidas, como o remake live-action de “A Dama e o Vagabundo”, a nova produção LEGO de “Star Wars” e os derivados das animações “Phineas e Ferb” e “Toy Story”. Mas nem todas as opções são remakes, continuações, prólogos ou spin-offs. Na lista de criações inéditas, há diversões garantidas como a hilária comédia infantil “Timmy Fracasso”, dirigida por Tom McCarthy, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Spotlight: Segredos Revelados” (2015), a emocionante aventura “Togo”, sobre um cachorro heroico que enfrenta a natureza implacável para salvar o dono (Willem Dafoe) na tundra ártica nos anos 1920, e o singelo romance adolescente “A Extraordinária Garota Chamada Estrela”, que lança como atriz a jovem Grace VanderWall, uma estrela verdadeira de 16 anos que venceu o concurso de calouros “America’s Got Talent” como cantora e instrumentista em 2016 – e cujo sorriso é um verdadeiro efeito visual! Confira a seguir os trailers do Top 10 dos filmes originais da Disney+ (Disney Plus). Black Is King | EUA | 2020 Hamilton | EUA | 2020 A Extraordinária Garota Chamada Estrela | EUA | 2020 Timmy Fracasso | EUA | 2020 Togo | EUA | 2020 A Dama e o Vagabundo | EUA | 2019 Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais | EUA | 2020 LEGO Star Wars: Especial de Festas | EUA | 2020 Phineas e Ferb, O Filme: Candace Contra o Universo | EUA | 2020 Toy Story: Aventuras de Betty | EUA | 2020 Tudo disponível na Disney+ (Disney Plus)
Miley Cyrus e Dua Lipa cantam coladinhas em clipe de “rock” com groselha
Miley Cyrus lançou mais um registro da sua transformação em roqueira. A música “Prisioner” é um dueto com a inglesa Dua Lipa, fortemente inspirada pelo pop rock dos anos 1980. E o clipe, dirigido pela própria Miley em parceria com a fotógrafa de moda Alana O’Herlihy, reflete o clima com imagens desbotadas de VHS, efeitos antigos de chroma key e formato de tela de TV de tubo. As imagens registram cenas de um pequeno show e a road trip de Miley Cyrus e Dua Lipa, a bordo de um ônibus particular, para chegar ao local: cenas implícitas de rock. No climax, elas cantam bem juntinhas, coladinhas e molhadinhas, após Miley se dar um banho de groselha sabor cereja para ganhar lambidas homoeróticas. A música fala da sensação de prisão causada pelo amor e o vídeo termina com uma dedicatória, “Em memória de todos os meus exes”, só para completar, dentro de um coração de arame farpado: “Comam merd*”. E tome referência. A cena “pós-créditos” é do filme “Problemas Femininos” (1974), de John Waters, em que a falecida Divine diz a frase antológica: “Eu sou uma mulher livre agora e minha vida está pronta para começar”. Divine, claro, famosamente comeu merd* no trash anterior de Waters, “Pink Flamingos” (1972). “Prisioner” faz parte de “Plastic Hearts”, sétimo álbum de estúdio de Miley Cyrus, que será lançado em uma semana – na sexta, 27 de novembro.
Shawn Mendes comenta o trailer de seu documentário
A Netflix divulgou um vídeo “de reação” de Shawn Mendes ao trailer de “Shawn Mendes: In Wonder”, documentário sobre ele mesmo. O momento “meta” materializa comentários do cantor sobre imagens que mostram desde sua nudez no chuveiro até a adoração dos fãs em um estádio, ponto alto de sua recente turnê, que aconteceu em Toronto, próximo do local em que cresceu no Canadá. O resultado é um tanto gélido e, de forma curiosa, mostra que o cantor sabe de cor algumas frases do documentário, que são narradas no trailer como se fossem seus “pensamentos”. Ele confessa que o tom edificante foi derivado do fato de ter visto “muitos filmes de Matthew McConaughey”. O artista também assume a ambição por trás das filmagens, dizendo que não queria que o filme fosse apenas “sobre como é incrível ser um popstar”. “Tem uma profundidade genuína”, ele defende. Mendes, de 22 anos, estourou aos 17, quando lançou o seu álbum de estreia e se tornou um fenômeno mundial com o hit “Stitches” – quando passou a ser considerado “o novo Justin Bieber”. O documentário pretende mostrar como ele lida com a fama precoce, com o próprio ego e até com a saúde vocal, ao mesmo tempo em que também apresenta seu relacionamento com outra grande estrela pop juvenil, a cantora Camila Cabello. O filme estreia na segunda (23/11) e faz parte da promoção do quarto álbum do cantor, batizado de “Wonder”, que chega às lojas digitais em 4 de dezembro. O título também é o mesmo do primeiro single, que embala todo o vídeo.
Nova série de Anitta ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Anitta: Made in Honório”, segunda série documental da plataforma dedicada à cantora Anitta. A prévia acompanha a frenética rotina profissional da estrela, com várias cenas do show (gratuito no Parque de Madureira) que batiza a produção e de seus bastidores, mas também traz um olhar mais íntimo sobre a vida pessoal de Anitta, com cenas de arquivo e flagras do impacto causado pela pressão do sucesso sobre a jovem Larissa – que muitas vezes se mostra menos poderosa que a cantora dos clipes e apresentações fabulosas. “Anitta: Made in Honório” tem direção do cineasta Andrucha Waddington (do filme e da série “Sob Pressão”) e de seus sobrinho Pedro (também da série “Sob Pressão”), e a estreia está marcada para 16 de dezembro.
Mundo em Caos: Sci-fi com Tom Holland e Daisy Ridley ganha trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “Mundo em Caos” (Chaos Walking), sci-fi distópica estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”). Junto com os pôsteres e fotos revelados pelo estúdio americano Lionsgate, o vídeo marca o começo da campanha promocional da produção, após mais de três anos das filmagens originais – a primeira foto oficial veio à tona em 2017! A grande ironia é que, diante do quadro atual, o melhor para o filme seria um atraso maior. Afinal, os planos de estreia – marcada para janeiro – podem ser revistos a qualquer momento, diante do aumento crescente de casos de covid-19. Com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), o filme adapta o primeiro volume da franquia literária homônima de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”) e pode originar uma trilogia cinematográfica. A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, exterminando as mulheres e fazendo com que os pensamentos de todos os homens sejam externados sem controle, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) tomar o poder. É neste lugar distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. Considerada uma ameaça para os homens, que não conseguem saber o que ela pensa, a jovem tem ajuda de um adolescente (Holland) que nunca viu uma mulher na vida para escapar da política de genocídio. Ao mesmo tempo, sua presença também é sinal de que outras mulheres podem existir além das fronteiras conhecidas. O grande elenco de “Mundo em Caos” ainda inclui David Oyelowo (“Selma”), Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), Ray McKinnon (“Mayans FC”), Kurt Sutter (criador de “Sons of Anarchy”), Cynthia Erivo (“The Outsider”), Demián Bichir (“A Freira”) e Óscar Jaenada (“Rambo: Até o Fim”). Até segunda ordem, a estreia deve acontecer em 28 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento do filme nos EUA.
Mulher-Maravilha 1984 tem estreia antecipada no Brasil
A Warner Bros. Pictures Brasil anunciou que “Mulher-Maravilha 1984” vai chegar mais cedo aos cinemas brasileiros. Previsto para a véspera do Natal, o longa agora vai estrear uma semana antes, em 17 de dezembro, e com sessões de pré-estreia no dia 17. A mudança foi divulgada um dia depois da Warner definir o lançamento simultâneo do filme nos cinemas e na plataforma de streaming HBO Max nos EUA, no dia 25 de dezembro. Como a HBO Max ainda não chegou ao Brasil, a estreia por aqui será exclusiva do circuito exibidor. Assim como a estreia simultânea nos EUA, a antecipação no Brasil faz parte de uma estratégia de prevenção contra uma segunda onda de coronavírus. Até as maiores redes exibidoras da América do Norte desistiram de protestar contra as decisões políticas que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados desde março passado, diante da disparada da pandemia e a percepção de que os fechamentos podem ser retomados a qualquer momento nos locais reabertos, como já acontece na Europa. Os cinemas mal reabriram no Brasil e também correm risco de voltar a fechar, se o quadro de avanço notável da contaminação por covid-19 não for revertido. Os casos de coronavírus voltaram a apresentar alta em 13 estados, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, o que não é um bom indicativo para o futuro.
Documentário conta história da primeira transexual das Forças Armadas brasileiras
Os cinemas de São Paulo recebem nesta quinta (19/11) o documentário “Maria Luiza”, antes de ser exibido no resto do país. O filme do diretor Marcelo Díaz conta a história primeira militar reconhecida como transexual pelas Forças Armadas brasileiras. Nascida em Ceres, Goiás, como José Carlos, ela prestou o serviço militar, entrou para Força Aérea Brasileira e lá permaneceu por 22 anos. Também casou-se e teve uma filha. Até revelar seu desejo pela mudança de gênero, quando passou por psicólogos, médicos e, dois anos depois, em 2000, viu-se obrigada a se aposentar por invalidez. Só que Maria Luiza não aceitou. Militar boa de briga, acionou o Ministério Público em busca de seus diretos. Levou sete anos, mas ela conseguiu o que até então era inédito no país: uma nova identidade militar como Cabo Maria Luiza. Hoje com 59 anos, ela só não conseguiu realizar um desejo: vestir a farda feminina. O filme investiga as motivações para impedi-la de vestir o sonhado uniforme e a sua trajetória de afirmação como mulher trans, militar e católica. Veja o trailer e o pôster do documentário abaixo (e saiba mais sobre as estreias da semana aqui).
Ex-marido de Naya Rivera processa condado de Ventura pela morte da atriz
O ex-marido da atriz Naya Rivera, estrela de “Glee” que morreu afogada em julho num lago da Califórnia, decidiu processar o condado de Ventura, onde o acidente aconteceu. Também ator, Ryan Dorsey (da série “Yellowstone”) abriu um processo em nome do filho dos dois na quarta-feira (18/11), responsabilizando as autoridades locais pela morte, após Naya alugar um barco em local público, que não seguia normas mínimas de segurança. O filho do casal, Josey, de quatro anos, estava com a mãe no barco na hora do acidente e chegou a presenciar o momento exato em que a atriz sumiu na água. A investigação do afogamento revelou que a atriz usou seu último fôlego para colocar a criança a salvo no barco, após enfrentarem problemas enquanto nadavam. O processo tenta provar que a morte de Rivera poderia ser evitada e que foi consequência de negligência do condado, uma vez que o barco que ela e a criança alugaram no Lago Piru não estava em conformidade com os padrões de segurança da Guarda Costeira dos Estados Unidos. De acordo com a ação aberta pelo advogado do ator, “o barco não estava equipado com uma escada acessível, cordas adequadas, âncora, rádio ou quaisquer mecanismos de segurança para evitar que nadadores se separem do barco, nem equipamentos salva-vidas ou de flutuação.” Além disso, o documento alega que não havia sinalização mostrando que o lago não era seguro para banhistas, apesar de 26 pessoas terem se afogado nele desde a abertura ao público. “Não há uma única placa em lugar algum – nem na entrada, nem no cais, na área mais popular de natação da Enseada do Diablo, nem em lugar nenhum – alertando sobre as fortes correntes do lago, baixa visibilidade, ventos fortes, mudanças profundas de água, cavernas subaquáticas, saliências e declives, ou as árvores, arbustos e outros detritos que congestionam suas águas devido à grande mudança dos níveis de água e ventos”, detalha o documento.
As Five: Cena quente entre Dira Paes e Manoela Aliperti viraliza nas redes sociais
A atriz Dira Paes teve seu nome incluído nos assuntos mais tuitados desta quinta-feira (19/11) graças à sua participação na série “As Five”, spin-off de “Malhação: Viva a Diferença”, disponibilizada na Globoplay. O motivo foram cenas quentes com a personagem de Manoela Aliperti, a Lica, que viralizaram na internet. Para quem não lembra, Manoela Aliperti interpretou a primeira protagonista LGBTQIA+ da novela adolescente e também protagonizou o primeiro beijo entre pessoas do mesmo sexo na programação diurna da TV brasileira. “As Five” reencontra Lica e suas quatro amigas de “Viva a Diferença” já adultas. Com isso, ela faz mais que beijar. E as redes sociais ficaram lotadas de prints e vídeos das cenas recém-liberadas em streaming. Na série, Dira Paes interpreta uma jornalista mais velha que Lica admira e por quem fica apaixonadinha. Mas a diferença de idade acaba sendo um estímulo quando a timidez é confrontada pela experiência, numa cena em que a personagem de Dira não só seduz, como domina completamente a jovem admiradora. Em entrevista nas mídias da Globo, Dira contou ter ficado contente com a repercussão. “Está me deixando feliz porque as pessoas estão falando da química entre nós. Sabia que as cenas eram delicadas e difíceis de construir”, ela comentou. “Graças à direção e ao talento da Manu, tudo fluiu. Sabia que tínhamos que fazer tudo com delicadeza para que o telespectador embarcasse na história”, acrescentou. Vale lembrar que “Malhação: Viva a Diferença” venceu um dos mais importantes prêmios da TV mundial, o Emmy Internacional, por sua abertura para temas de inclusão e representatividade. Mas aquela era uma série para menores. Embora acompanhe as mesmas personagens, “As Five” é uma série adulta. Mesmo assim, teve gente reclamando que queria ver mais. Assista abaixo a repercussão com direito à reproduções da cena que esquentou as redes sociais. Até Ana Hikari, uma das Five, comentou. Sim galera, APENAS Dira Paes em #AsFive ❤️ Alice perfeitaaaaa me beija tb 🗣🗣🗣🗣🗣 (Sou solinica desde criança depois dessa cena kkkkkkkkkkk como uma boa madrinha limanther, eu posso me dar ao luxo de enaltecer esse semi-casal aqui hahaha) https://t.co/BSwvQMrhuq — Ana Hikari (@_anahikari) November 19, 2020 Então isso que é pegar uma mulher mais velha?? 🥵🥵 EU QUERO A DIRA PAES #AsFive pic.twitter.com/cneA7JCV0X — jordana (@Imjsecret) November 19, 2020 Dira Paes amada, me pega assim pra ver se eu guento pic.twitter.com/ojKJtratbf — 𝐿𝒾𝒶𝓃𝒶 (@fitzstark) November 19, 2020 me senti representada pq ficaria sem ar se a dira paes me pegasse https://t.co/oxhgVMfiSQ pic.twitter.com/D5p0Iqq9Mq — 『⋆ Anne é seven stan ⋆』 (@annyawon) November 19, 2020 Surtei tanto quando a dira paes pegou nos peito da lica que meu pai achou que eu tava passando mal — sufia ama #Asfive (@outroanavit) November 19, 2020 pic.twitter.com/0EvNo6OFzk — As Five Gifs (@asfivegifs) November 19, 2020 a lica tentando falar coisas inteligentes e a solineuza olhando pra ela com essa cara #AsFive pic.twitter.com/B8CN7Kte2K — bonellinhaᴬ⁵ (@limanthwr) November 19, 2020 dira paes dando chave de perna em manoela aliperte fui eu quem pedi sim — poppins (@lunizax) November 19, 2020 O CLIMA MEU DEUS N TO PRONTA PRA VER DIRA PAES BEIJANDO MULHER #AsFive pic.twitter.com/g2rYmwblYy — jordana (@Imjsecret) November 19, 2020 Eu morrir com a partir da apapalda na teta pic.twitter.com/7Mr6MZ05rY — e como tá minha princesonar ? (@AghataMoreira19) November 19, 2020 a cena da dira paes com a manu aliperti em #AsFive pic.twitter.com/2lSoPAyehU — millena (@millenatomalz) November 18, 2020 lica eu te entendo eu tbm perderia as estribeiras com a dira paes — cadelinha da selena gomez (@sos_lolatinha) November 19, 2020 A Lica com a Dira Paes eu to exatamente assim pic.twitter.com/9k3KfRAf9z — luis galves (@luisgalves_) November 19, 2020 formada na escola sarah paulson sedução de véia (não julgo pois queria… é a dira paes cara) #AsFive pic.twitter.com/jimYYO5pVn — Lica desempregada (@Limantha10) November 19, 2020
Pequenos Grandes Heróis: Sucessores de Sharkboy e Lavagirl ganham primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Pequenos Grandes Heróis” (We Can Be Heroes), filme de super-heróis mirins criado pelo cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Na trama, alienígenas sequestraram os super-heróis da Terra, mas seus filhos poderosos se juntam pra salvar seus pais e o planeta. Se a premissa soa familiar, é porque se trata de uma variação de trabalhos anteriores de Rodriguez, como a franquia “Pequenos Espiões” (Spy Kids, 2001). Além disso, o longa se passa no mesmo universo de “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” (2005), primeiro filme estrelado por Taylor Lautner (da franquia “Crepúsculo”). Lautner não repete seu papel, mas sua colega Taylor Dooley vai reaparecer como Lavagirl. Os personagens de 2005 também são pais da menor protagonista da produção, vivida por Vivien Lyra Blair (“Bird Box”). Os demais intérpretes dos heróis mirins são Hala Finley (da série “O Chefe da Casa/Man with a Plan”), Akira Akbar (“Capitã Marvel”), YaYa Gosselin (“FBI: Most Wanted”), Dylan Henry Lau (“Here and Now”), Lotus Blossom (“Hotel Du Loone”) e Isaiah Russell-Bailey (“Family Reunion/Reunião de Família”), todos “veteranos” para a idade. Já o elenco adulto destaca Pedro Pascal (o “The Mandalorian”), Christian Slater (o “Mr. Robot”), Boyd Holbrook (“Logan”), a cantora Haley Reinhart (“F Is for Family”), Priyanka Chopra-Jonas (“Quantico”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Christopher McDonald (“Ballers”) e Adriana Barraza (“Penny Dreadful: City of Angels”). Com roteiro e direção de Robert Rodriguez, “Pequenos Grandes Heróis” tem estreia marcada para 1 de janeiro de 2021.
Teasers introduzem Javicia Leslie como a nova Batwoman
A rede The CW divulgou os primeiros teasers que mostram Javicia Leslie como a nova Batwoman. A versão anterior da protagonista da série, Katy Kane, era vivida por Ruby Rose. Javicia Leslie interpretará Ryan Wilder, uma personagem que foi criada pela showrunner Caroline Dries e até então era inédita nos quadrinhos (situação que já começa a mudar). Ela será introduzida no primeiro capítulo da 2ª temporada de “Batwoman”, como uma fã das ações da vigilante de Gotham City que o destino acaba colocando no lugar da heroína. Apesar da mudança, a produção ainda não deu pistas de como vai resolver o problema causado pela ausência de Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. A temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição, mas Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate Kane na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando a série voltar ao ar em 17 de janeiro nos EUA.
Um Maluco no Pedaço: Will Smith faz as pazes com a primeira Tia Vivian no reencontro do elenco
O astro Will Smith e a atriz Janet Hubert, primeira intérprete da Tia Vivian em “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), encerraram quase três décadas de brigas durante a reunião do elenco da série, num momento de desabafo, emoção e muitas verdades. Acompanhada por lágrimas e tensão, a conversa entre Smith e Hubert foi o ponto alto do especial exibido na plataforma americana HBO Max na noite de quarta (18/11), com direito a pedido de desculpas do protagonista da série. “Nunca falamos publicamente sobre Janet e o que aconteceu”, disse Smith aos outros membros do elenco. “E, para mim, parecia que não poderia comemorar 30 anos de ‘Um Maluco no Pedaço’ sem encontrar uma maneira de celebrar Janet. Então ela concordou em ter uma conversa comigo. E Janet e eu nos vimos pela primeira vez em 27 anos”, contou o ator. Hubert foi substituída por Daphne Maxwell Reid após três temporadas de “Um Maluco no Pedaço”. Desde sua saída da série em 1993, ela tem acusado Will Smith e os colegas pela demissão. A troca de ofensas continuou ao longo dos anos e sua presença no especial chegou a surpreender os demais – que, pela reação, não foram informados da participação. Hubert aproveitou a oportunidade para explicar seu comportamento na época, que a levou a entrar em choque com o ator a ponto de precisar ser substituída. “Durante a 3ª temporada, quando engravidei, muitas coisas aconteceram na minha vida e na vida de Will também. A vida em casa não era nada boa. Eu não estava mais rindo, brincando, porque havia coisas acontecendo que ninguém sabia”, disse a atriz. Smith reconheceu que foi insensível. “Durante aquele período da gravidez dela, eu não fui sensível. Agora que tive três filhos, aprendi algumas coisas que não sabia na época. Eu faria as coisas muito diferente. Eu vejo como tornei o set muito difícil para Janet”, disse o ator, desculpando-se. A atriz ainda contou que a experiência a levou a se sentir “rejeitada” em Hollywood. “Você tirou tudo isso de mim com suas palavras. Palavras podem matar. Eu perdi tudo. Reputação. Tudo, tudo. Eu entendo que você foi capaz de seguir em frente. Você conhece essas palavras – chamar uma mulher negra de ‘difícil’ em Hollywood é o beijo da morte”, considerou. O ator agradeceu Hubert por compartilhar sua história e disse que estava feliz em celebrar sua contribuição para a série. Ele ainda publicou um momento do especial com as duas atrizes que interpretaram a Tia Vivian em seu Instagram, chamando-as de “rainhas”. Veja abaixo. O especial não tem previsão de exibição no Brasil, uma vez que o país ainda não tem acesso à HBO Max. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Will Smith (@willsmith)












