Elliot Page revela ter feito cirurgia para retirar os seios
O ator Elliot Page, antigamente conhecido como Ellen Page, deu sua primeira entrevista após revelar-se transgênero, tornando-se o segundo transexual (após Laverne Cox em 2014) a aparecer na capa da revista Time. O artigo trouxe algumas revelações, como o fato de que ele passou por uma cirurgia nos últimos meses para retirar seus seios. Na entrevista, Elliot enfatizou que ser trans não significa ter que fazer uma operação. Mas ele tinha condições financeiras e a cirurgia permitiu que finalmente pudesse se reconhecer diante do espelho. “Isso transformou completamente a minha vida”. Por ser branco e bem-sucedido, Elliot diz que quer usar seu privilégio para ajudar outras pessoas trans. “Meu privilégio me permitiu ter recursos para passar e estar onde estou hoje, e é claro que quero usar esse privilégio para ajudar da maneira que puder.” “Eu simplesmente nunca me reconheci. Por muito tempo eu não conseguia nem olhar uma foto minha”, acrescentou, explicando que também tem dificuldade em assistir a seus filmes antigos, especialmente aqueles em que desempenha papéis mais femininos. Isto é um problema porque Page ainda é muito lembrado pelo papel de uma adolescente grávida em “Juno”, filme que lhe rendeu indicações ao BAFTA e ao Globo de Ouro. Mas ele afirma que já naquela época, aos 21 anos, tinha dificuldades em parecer feminina. “Como explicar às pessoas que, embora [eu fosse] um ator, colocar uma camiseta com corte feminino me deixaria tão mal?”. Em 2014, Page se assumiu como homossexual. Em um discurso emocionado em uma conferência da Campanha de Direitos Humanos, ele questionou a indústria do entretenimento “que impõe padrões esmagadores” aos atores e também aos espectadores. “Existem estereótipos generalizados sobre masculinidade e feminilidade que definem como todos devemos agir, nos vestir e falar. E eles não servem a ninguém”, discursou na época. A partir disso, sentiu-se mais livre e passou a usar ternos no tapete vermelho. Também se casou com a coreógrafa Emma Portner em 2018 e produziu seus próprios filmes com atores LGBTQIA+ como “Freeheld” e “My Days of Mercy”. “A diferença em como eu me sentia antes de assumir que era gay para depois foi enorme”, frisou Page. “Mas o desconforto com meu corpo alguma vez foi embora? Não não não não.” Ele contou que a percepção da transexualidade aconteceu durante o isolamento forçado pela pandemia. Ele e a esposa se separaram no verão passado e se divorciaram no início de 2021, fazendo Eliott refletir. “Tive muito tempo sozinho para realmente focar nas coisas que penso, de muitas maneiras, que inconscientemente estava evitando”, diz. “Finalmente pude me tornar quem eu sou” Page diz que foi inspirado por ícones trans pioneiros como Janet Mock e Laverne Cox. E os escritores trans o ajudaram a entender seus sentimentos. Ele se viu refletido nas memórias de P. Carl, em “Becoming a Man: The Story of a Transition”. Por fim, “vergonha e desconforto” deram lugar à revelação. “Eu finalmente fui capaz de aceitar ser transgênero”, comemorou Page, “e me permitir tornar-me totalmente quem eu sou”. Isso levou a uma série de decisões, como mudar seu nome para Elliot, usar o pronome ele para se identificar, criar novas contas nas redes sociais e retirar os seios. Sobre o nome Elliot, ele revelou que sempre foi grande fã de “E.T. – O Extraterrestre”, de Steven Spielberg, e até tem as palavras “E.T. PHONE HOME” tatuadas, por isso decidiu adotar o nome do protagonista do filme, vivido por Henry Thomas no clássico. “Eu amava ‘E.T.’ quando era criança, e sempre quis me parecer com os garotos do filme.” Agora de volta às gravações de “The Umbrella” como Elliot, Page revela que os colegas de trabalho ainda usam os pronomes errados, acidentalmente. “Vai ser um ajuste”. Ele espera que a mudança não afete sua carreira e se mostra entusiasmado em desempenhar novos papéis. “Estou muito animado para atuar, agora que sou totalmente quem sou, neste corpo”, diz Page. “Não importam os desafios e momentos difíceis, nada equivale a sentir como me sinto agora.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @elliotpage
Yaphet Kotto (1939 – 2021)
O ator Yaphet Kotto, que marcou época com suas atuações em “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979), “Com 007 Viva e Deixa e Viver” (1973) e na série “Homicídio”, morreu no domingo (14/3), aos 81 anos. O falecimento foi anunciado por sua esposa, Tessie Sinahon, no Facebook na noite de segunda-feira. “Estou triste e ainda chocada com o falecimento do meu marido de 24 anos”, ela escreveu. “Você interpretou um vilão em alguns de seus filmes, mas para mim e muitas pessoas sempre foi um verdadeiro herói. Um bom homem, um bom pai, um bom marido e um ser humano decente, muito raro de encontrar. Um dos melhores atores de Hollywood, uma Lenda. Descanse em paz, querido, vou sentir sua falta todos os dias, meu melhor amigo, minha rocha. ” Kotto nasceu na cidade de Nova York em 15 de novembro de 1939 e começou a estudar atuação aos 16 anos no Actors Mobile Theatre Studio. Aos 19, fez sua estreia profissional numa montagem de “Othello” e logo em seguida entrou na Broadway em “The Great White Hope”. Sua estreia no cinema aconteceu em 1964, com o drama racial “Nothing But a Man”, mas só voltou às telas quatro depois com o thriller “Crown, o Magnífico” (1968). Ele intercalou aparições em episódios de muitas séries (de “Tarzan” a “Havaí 5-0”) antes de finalmente se destacar em “A Máfia Nunca Perdoa” (1972), um clássico da era blaxpoitation. No ano seguinte, conquistou ainda mais destaque como antagonista em “Com 007 Viva e Deixa e Viver” (1973). No filme que introduziu Roger Moore como o agente secreto James Bond, Kotto desempenhou um papel duplo, retratando o corrupto ditador caribenho Dr. Kananga e também seu alter ego defensor das drogas, Mr. Big. Descrito no romance como um chefão monstruosamente obeso com olhos amarelos, pele cinza e uma cabeça com o dobro do tamanho de um homem normal, a versão elegante de Kotto dispensou as grotescas físicas e adicionou uma dose carismática de vilania estilosa. Após seu primeiro blockbuster, ele viveu o ditador de Uganda, Idi Amin, no telefilme “Resgate Fantástico” (1976), sobre o famoso sequestro de um avião israelense por terroristas muçulmanos, e contracenou com Rychard Pryor na comédia “Vivendo na Corda Bamba” (1978). Seu personagem mais conhecido surgiu logo em seguida, onde – o cartaz anunciava – ninguém podia ouvi-lo gritar: no espaço, a bordo de uma nave chamada Nostromo, onde também foi parar a criatura de “Alien”. O papel de Parker, um dos últimos tripulantes a morrer nas garras do monstro sanguinário, virou até “action figure” colecionável após o sucesso do filme, que redefiniu o subgênero sci-fi de terror em 1979. Impulsionada por “Alien”, sua filmografia ganhou volume nos anos 1980, passando a incluir várias outras produções icônicas. Kotto estrelou uma versão cinematográfica de “Othello” (1980), foi o braço direito de Robert Redford no drama prisional “Brubaker” (1980), o policial que denunciou “O Esquadrão da Justiça” (1983) de Michael Douglas, o parceiro de Arnold Schwarzenegger na sci-fi distópica “O Sobrevivente” (1987) e o agente do FBI no encalço de Robert De Niro e Charles Grodin em “Fuga à Meia-Noite” (1988). Até que uma nova fase começou na década seguinte, quando entrou na série “Homicídio” (Homicide: Life on the Street). Kotto interpretou o tenente Al Giardello, chefe dos detetives da série da NBC, por sete temporadas, de 1993 a 1999. A atração revolucionou o formato dos dramas policiais, ganhou vários prêmios e foi considerada uma das melhores séries de todos os tempos num balanço da revista Time, publicado em 2007. Além de estrelar a série, Kotto também foi um dos seus roteiristas. Ele ainda protagonizou o telefilme derivado, “Homicide: The Movie” em 2000, onde seu personagem foi assassinado. E, na véspera de encerrar a carreira, retomou outro papel célebre, dublando Parker no videogame “Alien: Isolation” (2014). Yaphet Kotto deixa sua esposa e seis filhos.
Crise no Globo de Ouro: Hollywood ameaça acabar com prêmio
Denunciado por corrupção e racismo, o Globo de Ouro atravessa uma crise sem precedentes. Após uma reportagem do Los Angeles Times trazer à tona o histórico de subornos e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros, a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) tem recebido pressão da imprensa e entidades sociais para realizar uma reformulação completa em sua premiação. Mas o que era ruim ficou pior. Dependente da participação de celebridades para justificar o acordo milionário de transmissão de seu evento na rede NBC, a HFPA foi surpreendida na segunda-feira (15/3) por uma carta assinada pelas 100 maiores agências de talentos de Hollywood e da Europa, que ao ser aberta revelou um ultimato. Se não houverem mudanças e se elas não forem significativas, as agências sugerem que não permitirão que seus contratados – basicamente, todas as estrelas de cinema e TV – participem de atividades da HFPA. Isto inclui o Globo de Ouro 2022. Em resumo: ou HFPA muda já ou o Globo de Ouro não será transmitido no ano que vem. Para apressar as mudanças, as agências anunciaram que seus clientes foram desautorizados de realizar entrevistas com integrantes da HFPA. Muitos membros da associação usam a influência do Globo de Ouro para conseguir acesso a estrelas para entrevistas exclusivas. Com a proibição, o trabalho dessas pessoas como correspondentes estrangeiros passa a ficar em risco. Veja abaixo o que diz a carta bombástica. “Representamos coletivamente a grande maioria dos artistas da indústria do entretenimento e apelamos à Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood para manifestar rapidamente mudanças profundas e duradouras para erradicar seu ethos excludente de longa data e a prática generalizada de comportamento discriminatório, não-profissional, eticamente inapropriado e a suposta corrupção financeira endêmica da HFPA, financiada pela Dick Clark Productions, MRC, NBCUniversal e Comcast. Na última década, nossa indústria enfrentou um acerto de contas sísmico e começou a abordar seu fracasso em refletir e honrar a diversidade de nossa comunidade, mas não testemunhamos nenhuma esforço de responsabilidade, prestação de contas ou ação da HFPA, que continuou a autorizar a desigualdade sistêmica e mau comportamento flagrante. Concordamos coletiva e inequivocamente que a mudança transformadora em sua organização e em suas práticas históricas é essencial e totalmente realizável. Queremos fazer parte da solução. Para refletir o quão urgente e necessário consideramos este trabalho, não podemos aceitar que nossos clientes participem de eventos ou entrevistas do HFPA enquanto aguardamos seus planos explícitos e cronograma para mudanças transformacionais. Embora estejamos prontos para apoiar seus esforços de boa fé, saibam que qualquer mudança menos transparente e significativa que respeite e honre a diversidade e dignidade de nossos clientes, seus colegas e nosso público global resultará em danos imediatos e irreparáveis ao relacionamento entre nossas agências, nossos clientes e aqueles que permitem a inquietação institucional e a cultura insular que define a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood atualmente. Os olhos da indústria e daqueles que a apoiam estão abertos”.
Pedro Sampaio responde preconceito contra funk com remix dos Mamomas Assassinas
A inclusão de um trecho do remix funk de “Wap”, produzido por Pedro Sampaio, na apresentação de Cardi B e Megan Thee Stallion no Grammy 2021 despertou o preconceito do veterano produtor Rick Bonadio, até hoje lembrado por ter trabalhado com Mamonas Assassinas. Ele lançou um ataque gratuito ao funk em suas redes sociais. “Já exportamos Bossa Nova, já exportamos Samba Rock, Jobim, Ben Jor. Até Roberto Carlos. Mas o barulho que fazem por causa de 15 segundos de funk na apresentação da Cardi B me deixa com vergonha. Precisamos exportar música boa e não esse ‘fica de quatro'”, ele escreveu no Twitter na segunda-feira (15/3), citando uma frase em português do remix de Pedro Sampaio, que chamou atenção no Grammy. Bonadio exercitou ainda mais preconceito em outros comentários, gerando uma revolta nas redes sociais. Várias estrelas do funk se insurgiram contra o produtor, com Anitta à frente, disparando uma saraivada de tuítes. À noite, Sampaio apresentou sua resposta. Em formato musical. Postou um remix funk de “Pelados em Santos”, dos Mamonas Assassinas. E fez questão de incluir “fica de quatro” em sua versão, deixando sua mensagem bem clara. Na legenda, ele escreveu: “Na minha opinião, Mamonas combina muito com funk. #FicaDeQuatro”. Ouça abaixo a versão funk dos Mamonas Assassinas. // na minha opinião, mamonas combina muito com funk #FicaDeQuatro pic.twitter.com/tRkLAkvzGT — Pedro Sampaio (@DjPedroSampaio) March 16, 2021
Oscar 2021 será evento presencial com indicados e apresentadores
Após revelar os indicados ao Oscar 2021, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou os primeiros detalhes da cerimônia de premiação. Em um comunicado dirigido aos membros da Academia, obtido pela imprensa americana, a entidade demonstrou que o evento deve refletir uma tendência já vista neste fim de semana no Grammy, com uma participação presencial limitada, restrita aos indicados, seus “plus one” e aos apresentadores das categorias – que ainda não foram anunciados. O presidente da Academia, Dan Ruby, confirmou também o cancelamento de todos os eventos pré-Oscar, como o almoço dos indicados e o coquetel em homenagem aos filmes internacionais. Confira o comunicado completo abaixo. “Caros membros da Academia, me junto a vocês para parabenizar todos os indicados ao Oscar. Agora estamos a menos de dois meses de uma cerimônia do Oscar nos icônicos monumentos de Los Angeles Union Station e Dolby Theater. Uma cerimônia que com certeza será única e memorável. Embora tenhamos acreditado que a pandemia estaria no nosso retrovisor em abril, a saúde e a segurança dos nossos caros membros e indicados é nossa prioridade, então precisamos tomar algumas decisões em relação aos nossos aguardados eventos de semana do Oscar. Este ano, irão pessoalmente ao evento os indicados, seus convidados e os apresentadores – junto a um público de milhões de pessoas do mundo todo. Por isso, não poderemos realizar nosso sorteio de ingressos para membros. Também não teremos nenhum evento presencial, incluindo exibição dos filmes, o almoço dos indicados e outros eventos da nossa adorada semana do Oscar, como o coquetel de recepção aos filmes internacionais e a programação dos indicados a melhor curta, melhor documentário, melhor filme animado, melhor longa internacional e melhor cabelo e maquiagem. Também não sediaremos nosso baile pós-Oscar, ou as watch parties em Londres e Nova York. Em um ano cheio de incertezas, uma coisa é certa: convocamos o trio ideal de produtores – Jesse Collins, Stacey Sher e Steven Soderbergh – para criar um Oscar único para homenagear os filmes extraordinários, performances memoráveis e façanhas cinematográficas do ano passado. Agradecemos seu apoio e estamos animados para uma grande cerimônia no dia 25 de abril”
Diretor celebra indicação ao Oscar de Vanessa Kirby com foto de Missão: Impossível 7
O diretor Christopher McQuarrie celebrou a indicação de Vanessa Kirby ao Oscar 2021, por sua performance em “Pieces of a Woman”, com a divulgação de uma imagem inédita da atriz nos bastidores de “Missão: Impossível 7”. “Vanessa, os mais sinceros parabéns da sua família de ‘Missão’ por sua merecida indicação”, escreveu o cineasta como legenda da foto. A atriz entrou na franquia no filme passado, “Missão Impossível: Efeito Fallout”, e vai repetir seu papel como a vilã “Viúva Branca” na continuação. Além dela, também retornam Tom Cruise, Rebecca Ferguson, Simon Pegg, Angela Bassett, Ving Rhames e até Henry Czerny, sumido desde o primeiro filme de 1996. A produção ainda acrescentou ao elenco os atores Hayley Atwell (“Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Esai Morales (“Titãs”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rob Delaney (“Catastrophe”), Charles Parnell (“The Last Ship”) e Mark Gatiss (“Sherlock”). Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para 19 de novembro de 2021 e deve concluir sua pós-produção a tempo – uma façanha notável, considerando os desafios que enfrentou, com várias paralisações por contaminação de covid-19 e acidente de dublês. O filme será seguido por uma continuação já agendada: “Missão: Impossível 8”, com lançamento marcado para 4 de novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)
Emma Stone vira Cruella punk em novo trailer legendado da Disney
A Disney divulgou um novo trailer legendado de “Cruella”, filme em que Emma Stone encarna a vilã Cruella De Vil, conhecida por querer transformar os cãezinhos de “101 Dálmatas” em casaco de peles. Ao som de “These Boots Are Made for Walkin’”, de Nancy Sinatra, a prévia apresenta a personagem como uma infant terrible da moda punk. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia está marcada para 28 de maio nos cinemas. Veja abaixo o novo vídeo.
BBB 21 coloca música de Israel & Rodolffo no topo das paradas digitais
Sucesso de audiência, o “BBB 21” também está se revelando um fenômeno musical. Incansável na divulgação de “Batom de Cereja” nas festas e outros momentos do programa, Rodolffo emplacou sua nova música com o parceiro Israel no topo das paradas digitais. De fato, a música não sai da cabeça de quem assiste ao reality show da Globo e, no último final de semana, se tornou a mais ouvida do país no Spotify, com mais de 1,1 streamings num único dia. Também lidera o Deezer e, de forma ainda mais impressionante, entrou até no Top 50 Global do Spotify. No YouTube Music, “Batom de Cereja” está em 6º lugar no “Top 100” brasileiro. Confinado, Rodolffo não tem a menor noção do sucesso. Mas, do lado de fora da casa, seu parceiro comemora o sucesso: “Minha ficha ainda não caiu. Nós sempre sonhamos e trabalhamos para que esse dia chegasse, mas está sendo muito além do que imaginávamos”, afirmou Israel. “Saber que somos a música mais ouvida do país já é maravilhoso, mas, saber também que qualquer cidadão do mundo que ouça a playlist TOP 50 global vai ter a oportunidade de ouvir o nosso som, é indescritível”, completou. Veja o vídeo oficial da canção abaixo.
Falcão e o Soldado Invernal ganha último trailer legendado antes da estreia
A Disney Plus Brasil divulgou o último trailer legendado da série “Falcão e o Soldado Invernal” (The Falcon and the Winter Soldier). Repleta de ação, brigas e explosões, a prévia destaca a importância do legado (e do escudo) do Capitão América para a trama, além de explorar a dinâmica dos dois personagens do título. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também destaca personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear na sexta-feira (19/3) na Disney+ (Disney Plus) com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.
Documentário sobre Chorão, do Charlie Brown Jr., ganha trailer
A O2 Play divulgou o pôster e o trailer do documentário “Chorão: Marginal Alado”. O filme reúne registros da vida e da arte de Alexandre Magno Abrão, o skatista de “Santos Beach” que ficou conhecido como o cantor Chorão da banda Charlie Brown Jr. O diretor Felipe Novaes pesquisou mais de 1,2 mil horas de material audiovisual, e também incluiu uma entrevista com Champignon, o baixista da Charlie Brown Jr. que foi encontrado morto em seu apartamento em setembro de 2013 — seis meses depois de Chorão ter encerrado sua trajetória com o mesmo destino. “Chorão: Marginal Alado” estreia no dia 8 de abril simultaneamente nos cinemas e nas plataformas NOW, Google Play, Apple TV, Vivo Play, Looke e Youtube.
Henry Darrow (1933 – 2021)
O ator Henry Darrow, que estrelou a série clássica “Chaparral”, morreu no domingo (14/3) em sua casa na Carolina do Norte, EUA, aos 87 anos. Nascido Enrique Tomás Delgado Jr., o ator nova-iorquino era filho de imigrantes porto-riquenhos. Seus pais, Gloria e Enrique, administravam uma pousada/restaurante em Bedford Village, frequentada por gente como Humphrey Bogart e Tallulah Bankhead. Mas quando ele fez 13 anos, decidiram mudar a família para sua terra natal, Porto Rico. Ele estudou ciência política e atuação na Universidade de Porto Rico e, logo em seguida, ganhou uma bolsa para o Pasadena Playhouse em 1954, onde teve aulas de música, dança, sapateado, esgrima e fonética, antes de iniciar a carreira em Hollywood. Em 1957, ele fez um teste para a série “Zorro”, produzida pela Disney para a rede ABC. Ele perdeu o papel principal para Guy Williams, mas disse que aprendeu muito com a experiência. “Eu exagerei e lembro do diretor anunciar ao resto do elenco e da equipe: ‘Parece que temos um Barrymore espanhol em nossas mãos'”, contou em uma entrevista de 2016, dizendo que passou a se conter mais. Sua estreia no cinema foi uma figuração no terror B “Sanha Diabólica” em 1959, seguida por um desempenho de vilão em “Vingança das Virgens” (1959), escrito por Ed Wood. Depois de muitas participações como “mexicano” em séries passadas no Velho Oeste (de “Bonanza” a “Gunsmoke”), Darrow emplacou seu primeiro grande personagem, o charmoso Manolito Montoya, filho de um rico barão de terras mexicano (Frank Silvera) e irmão de Linda Cristal em “Chaparral”, série do produtor David Dortort, que havia criado o fenômeno “Bonanza”. “Chaparral” foi a primeira série a apresentar uma família latina em pé de igualdade com um clã branco, uma raridade na época. E Darrow logo passou a roubar as cenas, interpretando uma variedade de facetas impressionantes, como um jogador de pôquer ousado, como conquistador de mulheres, herói de cenas de ação e até filósofo do interior. A série durou quatro temporadas, de 1967 a 1971. Com o fim da atração, ele entrou na comédia “The New Dick Van Dyke Show” (1973) e no policial “Harry O” (1974). Darrow também alternou muitos “episódios da semana” em produções como “Galeria do Terror”, “San Francisco Urgente”, “Missão: Impossível”, “Havaí 5-0”, “Kung Fu”, “Kojak!”, “Baretta”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “O Homem Invisível”, “Os Waltons”, “Mulher-Maravilha”, “O Incrível Hulk”, “Casal 20” e “Dallas”, além de integrar filmes como “Ruge o Ódio” (1973), ao lado de Robert Duvall, e “A Morte Pede Carona” (1986), com C. Thomas Howell e Jennifer Jason Leigh. Em 1981, ele finalmente conseguiu viver Zorro, dando voz ao herói na série animada “As Novas Aventuras de Zorro”. Uma década mais tarde, ainda interpretou o pai do personagem na série “Zorro”, que teve quatro temporadas a partir de 1990. No mesmo ano, venceu seu primeiro e único Emmy, como Ator Coadjuvante em “Santa Barbara”, uma novela diurna com mais de 2 mil episódios. Entre seus últimos papéis, estão os filmes “O Júri” (2003), “Primo” (2008) e “Soda Springs” (2012), premiado em três festivais americanos, que marcou sua aposentadoria. Em seu último ano de atividade, o ator também lançou seu livro de memórias, “Henry Darrow: Lightning in the Bottle”, e recebeu o prêmio Ricardo Montalban pelo conjunto de sua obra no ALMA Awards (o Oscar latino). Um prêmio mais que adequado, já que Darrow ajudou Montalban a lançar em 1970 a Nosotros Organization, que visava ajudar atores latinos a se estabelecer na indústria do entretenimento dos EUA.
Crítica internacional se divide sobre a nova Liga da Justiça
A crítica internacional já viu a versão de Zack Snyder da “Liga da Justiça” e, embora as opiniões sejam muito diferentes entre si, o longa, que chega em VOD no Brasil nesta quinta-feira (18/3), atingiu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Trata-se de uma grande evolução em relação à versão de Joss Whedon. O filme exibido em 2017 teve apenas 40% de aprovação. Longe de revelar uma obra-prima, muitos críticos afirmaram que a trama continua rasa, cansativa pela longa duração e dispersiva pela inclusão de cada take filmado. Pior: nem mesmo as quatro horas de duração mudam a impressão de que “Liga da Justiça” não passa de preparação para uma sequência que nunca vai existir. O arco do Ciborgue, interpretado pelo ator Ray Fisher, foi o mais elogiado. Segundo Joshua Rivera, do Polygon, o personagem “às vezes, até parece o protagonista”. A performance do ator também foi aclamada. Um contraste com a versão de Whedon, que diminuiu consideravelmente o papel do Ciborgue no cinema. Após a estreia, Fisher denunciou Whedon por abusos nos bastidores da produção. A inclusão de inúmeras cenas paralelas, que servem basicamente apenas como easter eggs, teria deixado o filme com problemas de ritmo, coerência e causado até repetições, como dois acidentes de carros parecidos, além de reprisar desnecessariamente elementos de “O Homem de Aço”. Em compensação, o tom foi considerado consistente e uma grande evolução em relação ao desastre cinematográfico. Também não faltou reconhecimento à sacada de apresentar os super-heróis como deuses. Tom Jorgensen, do IGN, considerou que “ainda que nem todas as adições sejam totalmente necessárias e que alguns novos efeitos visuais se destacam por sua falta de polimento, é difícil exagerar o quanto esta versão de Liga da Justiça é mais agradável” em comparação à que foi para os cinemas em 2017. Já crítico da Entertainment Weekly, Darren Franlch, preferiu concluiu que “esta versão não é pior do que a anterior, mas certamente é mais longa.” A longa duração também foi abordada por Matt Singer, do Screen Crush: “O filme parece incluir cada pedacinho de cena gravado por Snyder, não importa o quão supérflua seja para a história. Isso vai deliciar os fãs mais hardcore de Snyder. Mas não sei como os espectadores mais casuais vão reagir a uma versão mais longa e mais sombria de um filme que eles já viram e não gostaram”. Matt Zoller, do RogerEbert.com, concordou que o filme “é um pouco exagerado” até para o padrão dos fãs de quadrinhos. E que ele “deve tanto a shows de rock, videogames e instalações multimídia quanto deve ao cinema narrativo comercial”. Alonso Duralde, do The Wrap, concluiu que isso representa “o estilo particular de Snyder de contar histórias. Seu design de som, edição e sensibilidade visual impregnam todo o filme.” “O filme é tanto uma ‘versão dos fãs’ quanto é uma ‘versão do diretor’, com toda a indulgência que essa noção presume”, acrescentou Rodrigo Perez, do site The Playlist. Salientando que “‘Liga da Justiça’ de Snyder é consistente em seu tom, enquanto o de Whedon não era”, Mae Abdulbaki, do Screen Rant considerou que “o filme se esforça para contar uma história coesa, e o esforço funciona.” “O filme de Snyder pode ser exaustivo, mas é cativante”, acredita Peter Bradshaw, do The Guardian Os críticos também se dividiram entre elogios à nova trilha sonora, que foi completamente trocada, e reclamações sobre a resolução 4:3. Pensada para as telas de formato IMAX, o formato quadrado acabou impactando a exibição em telas widescreen e evocando um vídeo do Instagram. Veja o trailer final da produção abaixo.
Malcolm X de “Uma Noite em Miami” será vilão da Marvel
O ator Kingsley Ben-Adir, que viveu Malcolm X em “Uma Noite em Miami”, foi escalado como o principal vilão de “Invasão Secreta” (Secret Invasion), uma das próximas séries da Marvel na Disney+ (Disney Plus). Ele vai se juntar a Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Ben Mendelsohn (Talos), anteriormente anunciados na produção. Ainda sem sinopse nem data de estreia definida, “Invasão Secreta” compartilha o título de uma popular saga dos quadrinhos, em que uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose que apareceu em “Capitã Marvel”) tentam se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra. A próxima série da Marvel na Disney+ é “Falcão e o Soldado Invernal”, que estreia nesta sexta (19/7).











