HBO Max mostra cenas inéditas de suas próximas atrações
A HBO Max divulgou um vídeo para apresentar suas estreias de 2022, revelando as primeiras cenas da 4ª temporada de “Westworld” e de várias séries inéditas, como “The Time Traveler’s Wife”, “Pretty Little Liars: Original Sin”, “Julia”, “DMZ”, “Love & Death”, “Gremlins”, “The Staircase”, “The White House Plumbers”, “Our Flag Means Death”, “Pacificador” (Peacemaker) e “House of the Dragon”, o spin-off de “Game of Thrones”. A coleção de prévias ainda inclui trechos das novas temporadas de “The Flight Attendant”, “His Dark Materials”, “The Nevers”, “Raised by Wolves”, “Euphoria”, “Hacks”, “Gossip Girl” e “Barry”. E não esquece do reencontro do elenco de “Harry Potter” no especial “De Volta a Hogwarts”. Nenhuma das cenas revela algo significativo. Mas a amplitude da amostragem fortalece a campanha de assinaturas da plataforma. Confira abaixo.
Netflix revela cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”
A Netflix revelou uma cena deletada da 2ª temporada de “The Witcher”, em que Triss (Anna Shaffer) compartilha sua visão apocalíptica sobre Ciri (Freya Allan) para Geralt (Henry Cavill). A série mostrou a visão no quinto episódio, fazendo Triss acreditar que Ciri é uma ameaça que precisa ser destruída. Mas não tinha exibido a cena em que a feiticeira compartilha sua descoberta com Geralt, que de todo modo não lhe dá ouvidos. Isto faz com que Triss retorne à ilha de Thanedd para contar sua descoberta à Tissaia (MyAnna Buring). As consequências serão conhecidas na 3ª temporada da série baseada nos livros de Andrzej Sapkowski, já confirmada, mas que ainda não tem previsão de estreia. just what did Ciri do to Triss?! check out this deleted scene from THE WITCHER Season 2 pic.twitter.com/m6fDvmz5Vk — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) December 22, 2021
Vídeo traz jornada de Bobba Fett, dos filmes de “Star Wars” a sua própria série
A Disney divulgou um novo vídeo de “O Livro de Boba Fett” centrado na jornada do personagem-título desde os primeiros filmes da franquia, sua volta em “The Mandalorian” e a conquista de sua própria série. Com depoimentos dos produtores e atores principais, a prévia ainda promete muita ação, drama e “todo tipo de coisa cool” nos episódios da nova produção. “O Livro de Boba Fett” é continuação da 2ª temporada de “The Mandalorian” e se passa após o mercenário e Fennec Shand (Ming-Na Wen) tomarem o castelo de Jabba, o Hutt, em Tatooine. A série foi desenvolvida pelo criador e o showrunner de “The Mandalorian”, respectivamente o cineasta Jon Favreau e o produtor-roteirista Dave Filoni, em parceria com o diretor Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), que entrou na equipe após dirigir um episódio daquela série. O trio deu liga durante as filmagens do episódio “The Tragedy”, que foi justamente o capítulo responsável por reintroduzir Boba Fett no universo “Star Wars” no ano passado. A estreia da atração está marcada para a próxima quarta-feira, dia 29 de dezembro, na plataforma Disney+.
Vilão de “O Homem de Aço” é confirmado no filme do Flash
A Warner confirmou a volta de Zod. O vilão do filme “O Homem de Aço” (2013), interpretado por Michael Shannon, estará presente em “The Flash”, próximo lançamento a explorar o multiverso, desta vez da DC Comics. Além de Shannon, o elenco de The Flash também contará com Antje Traue como a poderosa Faora-Ul, braço direito do general Zod em “O Homem de Aço”. Para enfrentar esta turma, o Flash vivido por Ezra Miller contará com a volta de Michael Keaton ao papel de Batman, 30 anos após pendurar a capa em “Batman: O Retorno” (1992). Além dele, Ben Affleck também vai aparecer como o herói, retomando o papel que desempenhou pela última vez em “Liga da Justiça”. A presença de dois Batman se deve ao tema do multiverso. A versão mais recente do roteiro é assinado por Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e adaptará a premissa do famoso arco “Flashpoint”, em que Flash volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe – um ato que tem consequências radicais na linha do tempo. O elenco também destaca Kiersey Clemons (que aparece na versão “Liga da Justiça de Zack Snyder”) como Iris West, Sasha Calle (“The Young and the Restless”) como uma variante de Supergirl, a atriz mexicana Maribel Verdú (“E sua Mãe Também”) como Nora Allen, a mãe de Barry/Flash, e Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como Henry Allen, substituindo Billy Cudrup (também visto em “Liga da Justiça”) como pai do super-herói. Dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”), “The Flash” tem estreia marcada para 3 novembro de 2022 no Brasil.
Veja o trailer de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”
A Marvel divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, em versões legendada e dublada em português. A prévia é a mesma que foi exibida nos cinemas como cena pós-créditos de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” e explora as consequências da intromissão do mago da Marvel no multiverso para ajudar o Homem-Aranha. O trailer destaca a participação de Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), contatada pelo Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) para ajudá-lo a lidar com as ameaças de realidades alternativas, inclusive uma versão maligna dele mesmo – não necessariamente a mesma vista na série “What If…?”. Mas a história é bem diferente do que o vídeo dá a entender. Também há cenas com Wong (Benedict Wong), Mordo (Chiwetel Ejiofor) e a Dra. Christine Palmer (Rachel McAdams), personagens introduzidos no primeiro filme do herói, além de America Chavez, uma heroína de outro universo vivida por Xochitl Gomez (“O Clube das Babás”), que é mais uma personagem do futuro time dos Jovens Vingadores. A produção marca a volta do diretor Sam Raimi aos personagens da Marvel, após comandar a trilogia original do Homem-Aranha. O roteiro é de Michael Waldron (criador de “Loki”). E a estreia está marcada para 5 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
James Franco aborda denúncias de assédio e revela vício em sexo
O ator James Franco falou pela primeira vez sobre as acusações de assédio envolvendo seu nome. Em janeiro de 2018, cinco mulheres o acusaram de assédio sexual durante aulas de atuação de um curso que ele ministrava. Ele negou as alegações por meio de seu advogado e, desde então, vinha mantendo silêncio. A polêmica, porém, virou o centro de uma entrevista do ator ao programa de rádio “The Jess Cagle Show” nesta semana, onde ele abordou as acusações. “Em 2018, apareceram algumas reclamações e um artigo sobre mim, e naquele momento eu só pensei: ‘Vou ficar quieto, vou pausar’. Não parecia o momento certo para dizer algo. Existiam pessoas bravas comigo, e eu precisava ouvir”, disse o ator, falando de seu silêncio sobre o assunto. “Eu li um livro que dizia que, quando coisas assim acontecem, o instinto humano natural é fazer com que isso pare. Quer tirar isso da frente e fazer o que tiver que fazer, se desculpar, o que seja. Mas isso não permite com que você faça o trabalho de olhar para o que está dentro”, continuou ele, justificando seu sumiço. Ao abordar as denúncias, ele revelou que é viciado em sexo desde os 20 anos, quando superou o vício em álcool para trabalhar em sua primeira série, “Freaks & Geeks”, em 1999. “Quando eu não podia mais usar o álcool para preencher aquele vazio, o vício virou o sucesso e a atenção. E era ótimo. Fiquei viciado em validação e sucesso. Sucesso e atenção de mulheres viraram grandes formas de validação para mim”, disse o ator. “É uma droga muito poderosa. Eu fiquei viciado nela por mais de 20 anos. E a parte mais confusa disso é que eu continuei sóbrio de álcool nesse período. Eu ia às reuniões, e até tentei ajudar outras pessoas nesse sentido. Então na minha cabeça, eu estava sóbrio, quando na realidade eu estava agindo mal de todas essas outras formas e não estava vendo”, continuou ele num desabafo. O ator de 43 anos admitiu que traiu todas as namoradas anteriores à atual (Isabel Pakdaz). “Não conseguia ser fiel à ninguém”, admitiu James, dizendo que utilizou uma fala de seu mentor de sobriedade para justificar inúmeros casos com mulheres. “Estava completamente cego para as dinâmicas de poder que aconteciam, mas também cego para os sentimentos das pessoas. Eu não queria machucar as pessoas. Eu nem era um cara de ficar apenas uma noite. As pessoas com quem me relacionei, eu as vi por muito tempo, por anos. Mas eu não conseguia estar presente para nenhuma delas. Chegou a um ponto onde eu estava machucando todo mundo”, desabafou Franco. James também admitiu ter dormido com estudantes. “Durante o tempo em que lecionei, eu dormi com estudantes, e isso foi errado. Mas foi como eu disse, não foi por isso que comecei a ensinar e não era eu quem selecionava as pessoas que estariam nas aulas. Então não era um plano da minha parte. Porém, existiram certas instâncias onde sim, eu estava em relações consensuais com estudantes e não deveria ter acontecido. Na época, eu não era esclarecido, como eu disse. Então meu critério era: ‘Se isso é consensual, então tudo bem. Somos adultos'”, disse ele. No início deste ano, James fechou um acordo financeiro com duas das ex-alunas que fizeram acusações, o que impediu que o processo aberto pelas denunciantes fosse à julgamento.
Ícaro Silva rebate Tiago Leifert após polêmica sobre “Big Brother Brasil”
O fogo se alastrou no parquinho. Depois de ter chamado o “Big Brother Brasil” de “entretenimento medíocre” e virar alvo de um textão de Tiago Leifert, Ícaro Silva respondeu ao ex-apresentador do reality show da TV Globo. Em seu Instagram, o ator disse que respeita “profundamente a trajetória de quem esteve em reality shows”, cobrou de Leifert o mesmo posicionamento duro em polêmicas que marcaram o programa e deu a entender que o apresentador só entrou na Globo por conta do sobrenome. O pai de Tiago, Gilberto Leifert, foi diretor de Relações com o Mercado na Globo entre 1988 e 2018. Confira a reposta de Ícaro a Tiago Leifert na íntegra: “Oi, Tiago! Li sua cartinha e fiquei positivamente tocado pela contemplação do teu tempo. Imagino que para ter escrito um textão desse (o que não ocorreu nos casos de racismo, intolerância religiosa, misoginia, homofobia e abuso sexual no programa que você apresentava) é porque de fato te atravessei, o que sinceramente me envaidece como artista. Minha vaidade esmaece um pouco, no entanto, quando vejo que sua réplica é baseada no fetiche monetário dos meninos comuns. Eu conheci muitos garotos da minha vida que pautavam suas opiniões na lógica sistemática do dinheiro. Garotos sem nada especial. Nem talento, nem beleza, nem nada, mas que tinham a aparência e a submissão adequadas, além de um parente no lugar certo, sabe? Acho que você sabe. Vamos então aos pontos da sua carta? Primeiro: eu nunca falei de realities, no plural. Amo e consumo vários deles, então aprofunde sua interpretação de texto, para não generalizar a minha opinião. Segundo: “ser adulto” e artista no meio midiático é justamente estar a par das deficiências culturais do país e contribuir de alguma forma para saná-las. Se trabalho na emissora de onde você saiu é porque esta é tão plural quanto o Estado brasileiro e abriga (me impressiona que você não tenha percebido) de certa forma, tanto quem está no corre, quanto quem nasceu com sobrenome “correto”. E o terceiro e mais importante ponto a ser treplicado em sua cartinha: possivelmente você nunca vai entender isso, mas pra uma pessoa preta e queer estar em destaque, contratada ou empregada ela precisa estar realmente excelente. Então não tem como você estar pagando meu salário, Tiago. Não fossem meu talento, minha história, minha trajetória, uma luta filha da p*** diária e essa cara bonita eu acho que nem vivo estaria. É minha entrega que paga meu salário. Imagino que sapatênis sejam confortáveis, mas eu literalmente tive que colocar salto alto, collant, peruca e performar como a maior diva do entretenimento da história para que o país começasse a olhar para mim. E isso porque eu já tinha 22 anos de carreira na época. É que meu pai é funcionário público, sabe? Acho que não sabe. No geral, soube que você está lidando com questões pessoais. Desejo luz e proteção na tua vida, de verdade, e acho que seria prudente focar aí na “interrupção ao seu sossego”. Vai firme e feliz ano novo. Atenciosamente, Ícaro.” Além de se dirigir ao ex-apresentador do “BBB”, ele também comentou a repercussão da polêmica entre seus seguidores, em comentário escrito ao lado da carta aberta para Tiago. “Oi Brasilzão, bom dia!! Aproveito aqui minha resposta à cartinha de Tiago Leifert pra falar com todos vocês. Primeira coisa: obrigado pelas mensagens amorosas de apoio! A retórica do ódio não é nova nesse país e nos últimos anos a gente tem visto do que a polarização é capaz, por isso não me choca o esgoto que flui da discordância alheia. Muito obrigado pelo cuidado. Coisas importantes a serem ditas: Eu respeito profundamente a trajetória de quem esteve em reality shows e soube daí se impulsionar na direção dos seus sonhos. Por mais que eu não seja um entusiasta do entretenimento que os realities desse tipo proporcionam, não tenho nem a capacidade moral de questionar quem, pelos próprios motivos, embarca nessa proposta. Eu já participei de 3 reality shows e um deles, o show dos famosos (entretenimento de altíssima qualidade), foi decisivo para a minha carreira. Se ‘Jogos Vorazes’ ou ‘Round 6’, por exemplo, fossem produtos de entretenimento da vida real e eu dissesse que ambos são um matadouro asqueroso e sub humano eu jamais estaria atacando Katniss Everdeen ou Seong Gi Hun, porque cada um tem seus motivos para estar numa corrida por dinheiro/status. Minha opinião, expressa, confesso, com certa raiva diz respeito à cultura da exposição e exploração humanas ao extremo da qual sobrevivem os realities de confinamento, mas muito também à baixeza moral da ‘imprensa’ de fofoca, que insiste em usar o meu nome para propagar fake news. De uma forma ou de outra, meu objetivo foi alcançado: desmentir os rumores de que eu estaria no BBB. No início do ano eu tenho projetos lindos e especiais que em breve vou dividir com vocês e não quero ser vitima da especulação parasitária desse tipo de veículo, embora haja público para consumi-los. Fui dramático e intenso na minha forma de me expressar e por isso peço desculpas à minha mãe, irmã e aos meus amigos que ficaram extremamente preocupados com a enxurrada de ódio das redes sociais. Concluo agradecendo profundamente aos meus amigos ‘ex-BBBs’ que me ligaram ou mandaram mensagens de apoio e entendimento. Só quem vive o ‘show business’, sabe. Beijo!!”
“Matrix Resurrections” chega aos cinemas nesta quarta
As estreias começam mais cedo na época do Natal, com o lançamento de “Matrix Resurrections” nesta quarta (22/12), simultaneamente com os EUA. Ressurreição é normalmente tema da Páscoa, mas este não é o principal problema com a data escolhida pela Warner. A produção vai encontrar um circuito saturado de cópias de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que chegou em 96% dos cinemas brasileiros na semana passada. Praticamente sem espaço, a programação ainda recebe mais três títulos na quinta (23/12): um “terrir” e duas fantasias alemãs com distribuição bem limitada – uma delas, em busca de vaga no Oscar 2022. Confira abaixo mais detalhes de cada filme. MATRIX RESURRECTIONS Continuação que é mais nostálgica que inovadora, ao mesmo tempo em que critica a própria nostalgia, “Matrix Ressurrections” é definitivamente melhor que as duas sequências do filme original, justificando a retomada da franquia pela cineasta Lana Wachowski com cenas de muita emoção. Cheio de flashbacks e personagens antigos – alguns com rostos novos – , a sci-fi vai fundo na metalinguagem, com citações à Warner, continuações e até a um game chamado Matrix, mas seu coração carregado de efeitos visuais bate mesmo é pela história de amor dos protagonistas. Em tempo, a produção ainda comprova, como foi visto em “Punho de Ferro”, que Jessica Henwick é uma coadjuvante perigosa, capaz de roubar cenas de qualquer protagonista – até de Keanu Reeves. A ÚLTIMA NOITE O filme de Natal mais sombrio deste fim de ano acompanha um casal e seu filho, que se preparam para acolher seus amigos e familiares numa ceia perfeita, onde todos pretendem se confraternizar como se não houvesse amanhã. Porque não haverá. Enquanto na casa decorada o clima assume uma comicidade dramática, do lado de fora é literalmente uma sci-fi apocalíptica. Estreia na direção de Camille Griffin (assistente de câmera de “Star Wars: A Ameaça Fantasma”), traz Keira Knightley (“Colette”) e Matthew Goode (“A Descoberta das Bruxas”) nos papéis principais. UNDINE A programação se completa com dois filmes alemães, que por coincidência tem temas fantasiosos e premiaram suas protagonistas com os troféus de Melhor Atriz em duas edições consecutivas do Festival de Berlim, no ano passado e neste ano. “Undine”, do premiado Christian Petzold (“Em Trânsito”), consagrou o desempenho de Paula Beer (parceira de “Em Trânsito”) também com um troféu da Academia Europeia de Cinema. Ela interpreta a sereia urbana do título, que precisa lidar com o fim de um relacionamento, numa abordagem cheia de referências aquáticas e que não perde de vista a inspiração nas fábulas encantadas. O HOMEM IDEAL Estrelado por Maren Eggert (“Eu Estava em Casa, Mas…”), o longa de Maria Schrader (“Nada Ortodoxa”) acompanha uma cientista que, para obter fundos de pesquisa, aceita participar de uma experiência e viver durante três semanas com um robô humanoide (Dan Stevens, de “Legion”) programado para fazê-la feliz. Instigante, é o lançamento da semana com maior aprovação no Rotten Tomatoes: 96% de críticas positivas. Além disso, entrou na lista dos 15 títulos pré-selecionados pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para disputar vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional.
Diretor de “X-Men” é acusado de abuso sexual por ex-assistente
O diretor Bryan Singer, responsável por vários filmes dos “X-Men” e que foi demitido no meio das filmagens de “Bohemian Rhapsody”, foi acusado na terça (21/12) de abuso sexual por um ex-assistente. Blake Stuerman disse à revista Variety que na época em que os abusos começaram ele tinha 18 anos. Atualmente com 30 anos, ele relatou que conheceu o cineasta de 56 anos em 2009 e só foi perceber que tinha sido vítima de um predador após “receber tratamento específico para abuso e transtorno de estresse pós-traumático”. A partir de então, ele passou a “aceitar o que de fato aconteceu”. “Sou vítima de abuso por parte de um homem muito poderoso, muito rico e muito doente. Sou vítima de Bryan Singer”, ele declarou. Em seu depoimento, ele alegou que logo que conheceu Singer foi incentivado a ingerir bebida alcoólica pelo diretor, ficando embriagado pela primeira vez em sua vida. Disse se recordar que o diretor o convidou para ir até a suíte do hotel. “Você pode imaginar o que aconteceu a seguir”, sugeriu, ressaltando que “não sabia que tinha permissão para dizer não”, além de não possuir maturidade para perceber que o álcool “estava afetando minha capacidade de tomar decisões”. Stuerman disse que passou a manter uma relação pessoal e profissional com o famoso diretor por anos, e que ele era controlador, queria fazer “sexo com frequência” e fazia ameaças ao “balançar meu futuro na minha frente”. “Eu não tinha permissão para namorar. Eu não tinha permissão para fazer sexo com pessoas da minha escolha. Ele me controlava”, contou. Por outro lado, o ex-assistente também declarou que Singer foi um parceiro “generoso” no relacionamento, levando-o para os sets de filmagens, festivais de cinemas, festas e, entre outros, até para um jantar ao lado do cantor Elton John. Ele conta que o relacionamento entre os dois chegou ao fim em 2013, após uma discussão. Na ocasião, ficou depressivo e lutou “para sair da cama todos os dias por quase dois anos”. Esse processo foi acompanhado por seus pais, enquanto ele lidava “com o abuso do álcool e a dependência de medicamentos ansiolíticos”. Bryan Singer negou as acusações feitas por Blake Stuerman, que foram classificadas por seu advogado como “declarações sem nenhum suporte probatório”. Em sua manifestação à Variety, os representantes do diretor ainda apontaram que o ex-assistente “está furioso por não ter recebido os créditos que ele achava que merecia nos filmes de Singer”, além do fato de o diretor ter parado de bancar “o estilo de vida” a que o rapaz ficou acostumado. Esta não é a primeira denúncia de abuso sexual contra Singer, que acumula acusações, embora o primeiro caso midiático tenha implodido por contradições do denunciante. Singer está desempregado desde que foi demitido de “Bohemian Rhapsody” há quatro anos.
Editora de quadrinhos Dark Horse é comprada por empresa sueca de games
O Embracer Group, uma holding sueca de videogames, anunciou a compra da Dark Horse Media, a empresa de quadrinhos e entretenimento fundada em 1986 por Mike Richardson. Com mais de 300 propriedades intelectuais, a Dark Horse lançou diversos quadrinhos que viraram filmes, como “O Máscara”, “O Guardião do Tempo” (Timecop), “Hellboy”, “300” e “Sin City”, e também séries como “The Umbrella Academy”, “Timecop” e “Resident Alien”. A empresa ainda se especializou em publicações na via inversa, com algumas das melhores revistas em quadrinhos e graphic novels baseadas em títulos do cinema e da TV, como “Aliens”, “Predador”, “Buffy: A Caça-Vampiros”, “Avatar, a Lenda de Aang” e “Star Wars”. Na terça (21/12), a Dark Horse anunciou a produção de mais uma obra com relação cinematográfica: “Black Solstice”, criação original de Travon Free e Martin Desmond Roe, vencedores do Oscar 2021 de Melhor Curta por “Dois Estranhos”. Prevista para dezembro de 2022, a publicação gira em torno de um fenômeno que dá superpoderes para todas as pessoas negras dos EUA por 24 horas.
Estreia de “1883” bate recorde de audiência nos EUA
A estreia da série “1883”, western derivado de “Yellowstone”, estabeleceu alguns recordes nos EUA. De acordo com a auditoria de audiência da empresa Nielsen, a atração foi vista por 4,9 milhões de telespectadores em sua estreia no domingo passado (19/12) no canal pago Paramount, tornando-se o maior lançamento de série nova na TV paga americana desde 2015 (ocasião da estreia de “Into the Badlands” no canal AMC). “1883” também teve exibição simultânea no canal pago CMT. Somando o público dos dois canais, mais reprises no mesmo dia, atingiu um total de 6,4 milhões de telespectadores em seu primeiro dia de transmissão. Além disso, teria também estabelecido um novo recorde de audiência na plataforma Paramount+. Esta informação, porém, foi repassada pelo conglomerado ViacomCBS à imprensa sem fornecer quaisquer números ou dados de comparação. “Os resultados da estreia de ‘1883’ são verdadeiramente fenomenais”, disse Tanya Giles, diretora de Programação de Streaming da ViacomCBS sobre o desempenho digital. “Os números de streaming do dia 1, juntamente com os resultados do esforço de amostragem linear e a resposta social do nosso público, mostram a tremenda promessa desta série.” Atualmente, a série mais vista da TV paga americana é “Yellowstone”, sintonizada por 7,5 milhões de pessoas. As duas séries são criações do roteirista e cineasta Taylor Sheridan, indicado ao Oscar por “A Qualquer Custo”. Além dessas, ele também assina “The Mayor Of Kingstown”, vista por 2,6 milhões de telespectadores. Todas as três fazem parte da programação do canal pago Paramount. Um dos diferenciais de “1883” é ser estrelada por dois astros famosos da música country: o casal da vida real Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”). O spin-off é um desdobramento do sucesso contínuo de “Yellowstone”. Mas enquanto a série estrelada por Kevin Costner se passa no Oeste contemporâneo dos EUA, a nova atração é um western autêntico situado no final do século 19, que conta a origem da fortuna da família da atração original. Os novos protagonistas são ancestrais de John Dutton (Costner), que fogem da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida de Montana, através das Grandes Planícies, em meio a índios e foras-da-lei. McGraw vive o primeiro John Dutton, Hill é sua esposa e a família ainda inclui a adolescente Isabel May (“Young Sheldon”) e o menino Audie Rick. Além deles, o elenco destaca Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como guias e seguranças da viagem, e Billy Bob Thornton (“Goliath”) como um famoso ex-xerife texano – Jim Courtright, que em 1883 se transformou em fora-da-lei. A série ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Guitarrista do Radiohead emplaca duas trilhas na pré-seleção do Oscar 2022
Os compositores Hans Zimmer e Jonny Greenwood, guitarrista da banda Radiohead, se destacaram na lista de pré-selecionados do Oscar 2022 de Melhor Trilha Sonora. Cada um deles garantiu duas vagas entre as 15 trilhas anunciadas nesta terça (21/12) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA como remanescentes na disputa ao prêmio da categoria. Zimmer emplacou suas partituras para os blockbusters “Duna” e “007 – Sem Tempo para Morrer”, enquanto Greenwood entrou no páreo com as trilhas dos dramas “Ataque dos Cães” e “Spencer”. O roqueiro já disputou um Oscar por “Trama Fantasma” (2018), enquanto Zimmer teve 11 indicações e venceu pela trilha original de “O Rei Leão” em 1995. O outro único vencedor do Oscar entre os pré-selecionados desta terça é Alexandre Desplat, que assina “A Crônica Francesa”, após vencer duas vezes a categoria com as músicas de “O Grande Hotel Budapeste” e “A Forma da Água”. Os 5 indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 8 de fevereiro. Já a cerimônia de premiação está marcada para 27 de março em Los Angeles, com transmissão ao vivo pelo canal pago TNT e pela plataforma Globoplay. Confira abaixo a lista dos filmes em disputa pelas vagas. Melhor Trilha Sonora Original “Being the Ricardos” “A Lenda de Candyman” “Não Olhe Para Cima” “Duna” “Encanto” “A Crônica Francesa” “A Lenda do Cavaleiro Verde” “Vingança & Castigo” “King Richard: Criando Campeãs” “O Último Duelo” “007 – Sem Tempo Para Morrer” “Madres Paralelas” “Ataque dos Cães” “Spencer” “The Tragedy of Macbeth”
Pré-seleção do Oscar de Melhor Canção inclui de Ariana Grande a U2
A lista dos pré-selecionados na categoria de Melhor Canção do Oscar 2022, divulgada nesta terça (21/12) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, incluiu vários artistas consagrados, indo alfabeticamente de Ariana Grande à U2. A principal curiosidade da relação com 15 títulos é que o Oscar pode apresentar a primeira disputa direta da carreira do casal Beyoncé e Jay-Z, que juntos venceram 51 Grammys. Para isto acontecer, a gravação de “Be Alive”, da trilha de “King Richard: Criando Campeões”, precisa se qualificar junto com “Guns Go Bang”, do western da Netflix “Vingança & Castigo”. Apesar de estar na estrada há mais de 40 anos, a banda U2, que compete pelo desenho “Sing 2”, não é a mais veterana da seleção. Há uma dupla de irmãos com mais de 50 anos de atividade, além de dois artistas com cerca de 60 anos de trajetória que buscam suas primeiras indicações ao Oscar: a banda Sparks, pela trilha de “Annette”, Brian Wilson, por uma gravação inédita de um documentário em sua homenagem, e Van Morrison, pela participação na trilha de “Belfast”, filme favorito a muitos prêmios. Entre os mais jovens, os destaques são Billie Eilish, que já venceu um Grammy pela faixa de “007 – Sem Tempo para Morrer”, a menciona Ariana Grande, na disputa pela comédia “Não Olhe para Cima”, e H.E.R., que retorna com o drama “Ferida” após sagrar-se vencedora do Oscar da categoria em 2021, pela trilha de “Judas e o Messias Negro”. Os 5 indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 8 de fevereiro. Já a cerimônia de premiação está marcada para 27 de março em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT e pela plataforma Globoplay. Confira abaixo as 15 músicas que estão no páreo. ANNETTE | So May We Start? BELFAST | Down To Joy BRIAN WILSON: LONG PROMISED ROAD | Right Where I Belong FERIDA | Automatic Woman CINDERELLA | Dream Girl NO RITMO DO CORAÇÃO | Beyond The Shore QUERIDO EVAN HANSEN | The Anonymous Ones NÃO OLHE PARA CIMA | Just Look Up ENCANTO | Dos Oruguitas FOUR GOOD DAYS | Somehow You Do VINGANÇA & CASTIGO | Guns Go Bang 007 – SEM TEMPO PARA MORRER | No Time To Die RESPECT- A HISTÓRIA DE ARETHA FRANKLIN | Here I Am (Singing My Way Home) KING RICHARD: CRIANDO CAMPEÃS | Be Alive SING 2 | Your Song Saved My Life












