Gina Lollobrigida vai concorrer ao senado italiano aos 95 anos
A atriz Gina Lollobrigida, ícone do cinema italiano e uma das atrizes mais glamourosas da era de ouro de Hollywood, vai concorrer ao cargo de senadora da Itália por um partido de esquerda, aos 95 anos. Apesar da idade, ela mantém toda a sua energia e agora pretende canalizá-la para convencer os italianos a votarem nela na eleição marcada para 25 de setembro. A atriz concorrerá pelo partido Itália Soberana e Popular, uma nova aliança política que se opõe ao envio de armas para a Ucrânia e ao “atlanticismo belicista” e é apoiada, entre outras forças, pelo Partido Comunista e pela Pátria Socialista. Em entrevista recente publicada no jornal Corriere della Sera, Lollobrigida se disse “farta de ouvir os políticos falarem sem chegar a soluções”. “Enquanto tiver energia, vou usá-la para coisas importantes, principalmente para o meu país. A Itália tem problemas, quero fazer algo bom e positivo”, declarou. A protagonista de clássicos como “O Corcunda de Notre Dame” (1956), “Quando Setembro Vier” (1961) e “Amor à Italiana” (1965) disse ter se decidido a concorrer após conversar com seu advogado, Antonio Ingroia, e ser inspirada por Mahatma Gandhi, a quem elogia por “sua maneira de fazer as coisas, a não-violência”. Lollobrigida já tentou a sorte no mundo da política na década de 1990, quando concorreu ao Parlamento Europeu, mas não foi eleita. Ela disse que recorda aquela derrota como “uma experiência” e, nesse sentido, pondera que “na vida você pode perder e pode ganhar”. As pesquisas para as eleições antecipadas de 25 de setembro dão como favoritas a coalizão conservadora formada pelo Força Itália, liderada por Silvio Berlusconi. Berlusconi, que completará 86 anos quatro dias depois dessas eleições, disse recentemente que também pensa em concorrer a senador, após ter sido expulso do Senado em 2013 devido à condenação por fraude. Este veredito o impediu de ocupar cargos gerenciais e concorrer a eleições por vários anos.
ONG de Brad Pitt terá que indenizar vítimas do furacão Katrina
A Make It Right Foundation, ONG fundada por Brad Pitt em 2007, foi condenada pela justiça americana a pagar uma indenização milionária para 109 vítimas do furacão Katrina. Na época do desastre natural, que destruiu a cidade de Nova Orleans, a organização fez grande propaganda da construção de casas ecologicamente sustentáveis de baixo custo para os desabrigados. Entretanto, desde então as vítimas reclamam de defeitos estruturais, goteiras, cupins e mofos nas construções, entre outros problemas. Os primeiros problemas com as casas começaram a aparecer em 2013, mas só foram levados à justiça pelos moradores em 2018, quando entraram com uma ação coletiva contra a organização. O acordo judicial, anunciado na última terça-feira (9/8), prevê o pagamento de US$ 25 mil para cada um dos moradores, o que dá cerca de US$ 20,5 milhões no total (mais de R$ 100 milhões em moeda nacional). O representante legal do grupo alegou que todo o dinheiro da indenização será revertido para a manutenção das residências. Brad Pitt e representantes de sua ONG não deram declarações sobre o acordo.
Netflix apresenta primeiras fotos de “O Clube da Meia-Noite”
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “O Clube da Meia-Noite”, série de terror juvenil desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”. As fotos mostram os personagens principais, um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite para contar histórias de terror. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Mas assim que a morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A trama adapta o livro homônimo de Christopher Pike e o elenco destaca vários atores de “Missa da Meia-Noite”, como Igby Rigney, Zach Gilford, Samantha Sloyan, Matt Biedel e Annarah Shephard, além de Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”). A estreia está marcada para 7 de outubro, mês do Halloween. O pai tá de volta! Mike Flanagan é o criador de O Clube da Meia-Noite, minha nova série sobre um grupo de jovens em estado terminal que se reune todas as noites pra contar histórias assustadoras e desvendar mistérios. Estreia dia 7 de outubro. pic.twitter.com/Hg5CV0SoKG — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 18, 2022
“The Chi” é renovada para 6ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”, para sua 6ª temporada. A renovação vem duas semanas antes do final do quinto ano da produção, que se mantém com uma maiores audiências da história do canal. “The Chi” tem sido um destaque do Showtime desde a estreia em janeiro de 2018, com 87% de aprovação da crítica. Cinco temporadas depois, o drama de amadurecimento ambientado no lado sul de Chicago continua exercendo forte presença na TV paga americana, ao estabelecer um novo recorde de audiência, com um aumento de público de mais de 20% em relação à temporada passada. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jacob Latimore (“Sleight”), Birgundi Baker (“Black Lightning”), Yolanda Ross (“The Get Down”), Curtiss Cook (“House of Cards”), Luke James (“Star”) e os estreantes Michael V. Epps e Shamon Brown Jr. Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, a atração também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Atores de “Gilmore Girls” e “Mad Men” se divorciam
O casal de atores Alexis Bledel (a Rory Gilmore de “Gilmore Girls”) e Vincent Kartheiser (o Pete Campbell de “Mad Men”) estão se divorciando após oito anos de casamento. Kartheiser deu entrada nos papéis em 10 de agosto, confirmou sua equipe ao site da revista The Hollywood Reporter. As duas estrelas, que sempre mantiveram seu relacionamento discreto, casaram-se em 2014 e tiveram um filho no ano seguinte. Eles se conheceram em 2012 no set de “Mad Men”, a série vencedora do Emmy em que Kartheiser vivia o mesquinho Campbell. Bledel teve uma pequena participação como Beth Dawes, amante do personagem de seu futuro marido em três episódios da 5ª temporada. Em maio passado, a atriz anunciou que estava se afastando de “The Handmaid’s Tale”, série que lhe rendeu o Emmy. Ela não deu justificativas, explicando apenas que a decisão foi tomada “depois de muito pensar”. A atriz também não se manifestou sobre a notícia do divórcio. Já Kartheiser teve problemas nos bastidores de sua recente participação como o vilão Espantalho na 3ª temporada da série “Titãs”. Ele chegou a ser investigado mais de uma vez por comportamento inadequado pela Warner. A primeira vez teria sido motivada por comentários e explosões de raiva durante as gravações, que aconteceram em Toronto, no Canadá. Na ocasião, o RH do estúdio concluiu que as ações de Kartheiser eram passíveis de correção, mas não justificavam uma demissão. Mesmo assim, ele foi repreendido oficialmente. A segunda reprimenda veio semanas depois, já na reta final das gravações. Na ocasião, o estúdio decidiu designar uma pessoa para monitorar o comportamento de Kartheiser presencialmente no set.
Leo Lins é condenado por ofensa à mãe de criança autista
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou o humorista Leo Lins a pagar R$ 44 mil de indenização por danos morais a Adriana Cristina da Costa Gonzaga, mãe de um menino autista. A juíza Marcela Filus Coelho, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível, entendeu que a “brincadeira” envolvendo a criança autista não se trata de um caso isolado na trajetória de Leo Lins. Recentemente, o comediante foi demitido do SBT, onde atuava no programa “The Noite” com Danilo Gentili, por conta da repercussão de piada sobre uma criança com hidrocefalia. “No caso, o réu ofendeu a autora e demonstrou desprezo por uma parte da sociedade, revelando (sem nenhuma justificativa) ser contra quem enfrenta algum tipo de enfermidade. Mais do que isso: com o seu comportamento, instiga outras pessoas agirem da mesma maneira, isto é, de modo deselegante e sem demonstração de conhecimento. Não se trata de caso isolado na vida do réu. Uma rápida busca na internet revela que ele é dado a agir contra quem é portador de enfermidades ou dificuldades”, diz um trecho do documento, divulgado pelo jornal O Globo. O humorista ainda não se posicionou sobre o caso, mas ainda cabe recurso à sentença. A ação foi movida em 2020, após a publicação de um vídeo no perfil de Aline Mineiro, namorada de Leo Lins. Na ocasião, a ex-“A Fazenda” disse: “Como em todas as festas, ele não fala nada, é um pouco autista.” Adriana Cristina enviou um pedido a Lins para que Aline não usasse o autismo de forma leviana. “Aconselhe sua namorada a se retratar. Autismo não é adjetivo”, ela escreveu. Longe de se sensibilizar, Lins respondeu com um texto obsceno. “Eu já tentei. Juro que falei pra ela responder todas as pessoas que estão indignadas como você. Aconselhei ela a mandar vocês enfiarem uma rola gigantesca no cu. Um pau bem veiúdo, mais vascularizado que seu cérebro (se bem que pra isso não precisa muito). A ideia era socar essa rola até a cabeça sair na boca, empalando o corpo. Depois remover a piroca (que aliás, estaria de máscara, pois não quero que pegue Covid), remover cuidadosamente, o que deixaria um buraco cilíndrico, ai jogaria milho para o corpo se tornar um abrigo de pombas brancas da paz. Essa foi minha sugestão, mas ela achou absurdo. Prometo que vou seguir tentando”, escreveu o humorista. Ele ainda zombou, acrescentando as hashtags #autismonãoéadjetivo, #autismonãoésujeito, #autismonãoéverbo e #autismonãoépredicado Apesar de reconhecer que, de fato, enviou a mensagem, Lins argumentou que ela seria direcionada para uma pessoa específica, não para a comunidade autista. Mas a juíza Marcela Filus Coelho entendeu que o comentário foi ofensivo: “Instado, então, pela autora a pedir a retratação da namorada, ao invés de refletir sobre o tema, reconhecer o erro e demonstrar que pode se sensibilizar por quem enfrenta dificuldade, o demandado se valeu de agressão verbal.” De acordo com a Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência nº 13.146/15, induzir ou incitar a discriminação de uma pessoa em razão de sua deficiência pode render de um a três anos de prisão. A sentença, porém, se restringiu à indenização por danos morais.
“Mulher-Hulk” faz Chris Evans rir com virgindade do Capitão América
O ator Chris Evans, intérprete do Capitão América nos filmes da Marvel, rolou de rir da estreia da série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” nesta quinta (18/8) na Disney+. Ele postou três emojis de chorar de rir e outro com um zíper na boca, indicando que não podia comentar a revelação da série. É que Jennifer Walters (Tatiana Maslany), a Mulher-Hulk, ficou enchendo seu primo Bruce Banner (Mark Ruffalo), o Hulk, para saber se o Capitão América era virgem. Ela tem teorias mirabolantes, com datas e eventos, que comprovariam que Steve Rogers (Evans), o Capitão América, não teria transado nunca. Banner fica incomodado, mas só revela o segredo sobre a primeira transa do Capitão na cena pós-créditos, quando acredita que a prima está bêbada. Ele afirma que Rogers perdeu a virgindade em 1943, ao transar com uma garota antes de ser congelado por várias décadas. E ao ter a resposta, Walters revela que estava só se fingindo de bêbeda, festejando a informação com um palavrão. Apesar da revelação vir de Banner, o cientista poderia estar tentando proteger um segredo do amigo, porque sua prima crê que o herói morreu durante a batalha contra Thanos (Josh Brolin). Na realidade, Rogers voltou ao passado ao final de “Vingadores: Ultimato” para viver com o grande amor de sua vida, Peggy Carter (Hayley Atwell). Então, pode ser que a garota aleatória citada por Banner tenha sido apenas uma manobra para encobrir a informação de que Rogers viveu décadas ao lado da amada. Mas Jessica Gao (“Rick and Morty”), criadora da série, garante que a revelação é canônica. A questão da virgindade de Steve Rogers “tem sido uma discussão há anos”, disse Gao ao site TVLine. “Mas vou dizer que a resposta que demos na série vem direto do próprio Kevin Feige [chefe da Marvel Studios], então é absolutamente canônica.” Gao também disse que os espectadores de “Mulher-Hulk” podem esperar mais cenas pós-créditos nos próximos episódios, mas nenhuma será capaz de superar um grito de que “Capitão América fod—!”, que ela considera um marco na Marvel. Novos episódios serão disponibilizados às quintas-feiras na Disney+. 😂😂😂🤐#SheHulk — Chris Evans (@ChrisEvans) August 18, 2022
Clipe do Coldplay traz cenas de show para 260 mil fãs
A banda britânica Coldplay lançou o clipe de “Humankind”, mais uma faixa do álbum “Music Of The Spheres” de 2021, que combina efeitos visuais e estética de documentário. As imagens foram captadas durante a passagem da banda pela Cidade do México, quando os artistas tocaram para cerca de 260 mil fãs dentro do Foro Sol. Bastante animada, a apresentação inclui fogos de artifício, pulos de alegria e muitos registros do público – incluindo por drones. Com clima de superprodução, o vídeo foi dirigido pela dupla Stevie Rae Gibbs e James Marcus Haney, que costuma trabalhar com Coldplay. Haney, inclusive, já tinha gravado um clipe da banda no México, “A Head Full of Dreams”, de 2016. Coldplay vai trazer essa turnê ao Brasil em outubro, com shows marcados para o Rio e São Paulo. “Humankind” é a sétima faixa promovida do repertório de “Music Of The Spheres”, após “Higher Power”, “Biyutiful”, “People Of The Pride”, “Coloratura”, “Let Somebody Go”, em parceria com Selena Gomez, e o mega hit “My Universe”, com o BTS, que liderou as paradas de sucesso dos EUA.
Série de Percy Jackson ganha foto oficial de bastidores
A Disney+ divulgou a primeira foto oficial do set da série “Percy Jackson e os Olimpianos”, que reúne os protagonistas da atração: Walker Scobbell (“O Projeto Adam”), intérprete do personagem-título, Leah Sava Jeffries (“Empire”) como Annabeth Chase e Aryan Simhadri (“Doze é Demais”) no papel de Grover Underwood. Como tem sido praxe, a escalação alterou características raciais de uma das personagens literárias e gerou fúria de fãs nas redes sociais, com direito a ataques racistas. Autor dos livros, o escritor Rick Riordan é um dos produtores da atração e defendeu as mudanças, afirmando estar pessoalmente envolvido “em todos os aspectos da série” com o objetivo de levar ao streaming os cinco livros de Percy Jackson, começando com “O Ladrão de Raios” na 1ª temporada. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, que descobre ser filho do deus grego Poseidon. Ele conhece seus dois companheiros de aventuras no Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses. Filha da deusa da sabedoria Atena, Annabeth se revela uma caçadora e estrategista que acaba se envolvendo com o recém-chegado, enquanto Grover é um jovem meio-sátiro, meio-humano, que se torna o melhor amigo e protetor de Percy dentro e fora do Acampamento. O elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”) e Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e a direção é de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. It’s a very special day for a very special demigod. ⚡️ We’re celebrating Percy Jackson’s birthday with a gift just for you… #PercyPreview#PercyJackson and the Olympians is coming soon to #DisneyPlus. pic.twitter.com/FUGykTCpyM — Disney+ (@disneyplus) August 18, 2022
Disney+ revela primeiras fotos da série com Xuxa e Angélica
A Disney+ divulgou nas redes sociais as primeiras fotos oficiais de “Tarã”, série que volta a juntar Xuxa e Angélica 13 anos após “Xuxa em O Mistério de Feiurinha”. As duas compartilham uma das fotos, indicando que suas personagens serão próximas. Em seu retorno à atuação, após uma pausa de quase uma década, Xuxa viverá uma farmacêutica que trabalha na indústria de remédios fitoterápicos, além de ser a mãe da protagonista, uma menina de 14 anos descendente do povo originário da Amazônia, que recebe um chamado do seu povo para retornar à tribo e encontrar um portal dentro de um lugar sagrado na Amazônia. É a partir daí que a história se desenrola. O papel de Angélica não tem maiores detalhes além do nome: Niara. O elenco também conta com a jovem Ywyzar Guajajara como protagonista, Bruno Garcia (“Sob Pressão”) como fazendeiro vilão, Gleici Damasceno (do “BBB 19”) como guerreira e até a cantora Fafá de Belém, entre outros. Apesar de muitos elementos de fantasia, “Tarã” também tratará de queimadas, devastação das florestas e invasão de terras indígenas. Os roteiros são de Anna Lee (“Ilha de Ferro”) e a direção dos oito episódios será compartilhada por dois especialistas em terror, Marco Dutra e Juliana Rojas (parceiros em “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras”). As gravações começaram em julho no Acre e a expectativa de lançamento é para o segundo semestre de 2023. Começaram as gravações de #Tarã, uma Série Original de ficção do #DisneyPlus com uma história emocionante. Confira as primeiras imagens e prepare-se para embarcar nessa aventura em 2023. 🌛⛅ (2/2) pic.twitter.com/fx142pSHB6 — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) August 18, 2022
Anitta lança clipe luxuoso com Missy Elliott
Anitta lançou o clipe de mais uma parceria internacional nesta quinta-feira (18/8). “Lobby” traz a cantora adentrando um grande hotel luxuoso e também o concorrido gênero do R&B americano, acompanhada pela rapper Missy Elliott. Em comunicado, a brasileira definiu a gravação de R&B como “uma mistura de pop com rap” e acrescentou: “Acho que meus fãs vão amar”. Cantada em inglês, a faixa tem batida e refrão contagiantes, que evocam a música negra americana dos anos 1990 (TLC, Tony! Toni! Toné!), embora Anitta busque um vocal entre o yodel e Ariana Grande em outra parte da canção. Sobre a parceria, a brasileira falou que deixou a concepção do videoclipe nas mãos da convidada de honra: “Deixei o controle criativo nas mãos da Missy. Imagina, ela é a mente por trás de vários videoclipes históricos, que marcaram época pela criatividade… Óbvio que eu ia querer ela comandando esse projeto. Foi uma honra acompanhar o processo criativo dela, a Missy é uma gênia”. A direção coube a Arrad (Arrad Rahgoshay), um dos diretores mais valorizados dos clipes de rap atuais (Tyga, Polo G, YG, DaBaby).
Crise do cinema brasileiro tem semana emblemática com quatro estreias sufocadas
Na ausência de blockbusters, a programação de cinema da semana coloca o novo desenho da franquia televisiva “Dragon Ball” em quase mil salas. Trata-se da maior distribuição de um anime no Brasil em todos os tempos. Enquanto isso, quatro estreias nacionais precisam brigar por espaço na concorrida programação. Com maior distribuição, “45 do Segundo Tempo” chega a 230 cinemas. Mas todos enfrentam a falta de proteção ao cinema brasileiro no mercado. A falta de regulamentação e critério é tanta que permite até um desenho japonês sufocar a produção nacional. O Brasil sempre teve problemas para distribuir, mas com o governo Bolsonaro acabaram-se os mecanismos de proteção e os lançamentos acontecem em circuito cada vez mais limitado, impedindo a possibilidade de sucessos comerciais. A crise está escancarada, fruto de uma política anticultural fomentada por ódio político e ideológico, que culminou em veto do presidente à lei que incentiva a abertura de novos cinemas e na cumplicidade da Câmara, que trava a lei das cotas de telas aprovada desde setembro passado na Comissão de Cultura. Pois o resultado está aí, claro como o dia, para todo mundo não ver, exatamente na falta de destaques nacionais em cartaz. Confira abaixo as 10 estreias desta quinta (18/8), que incluem ainda o novo filme do mestre Zhang Yimou e outros títulos, que disputam os cinemas de arte com as produções brasileiras que mereciam maior destaque. | MEU ÁLBUM DE AMORES | O diretor Rafael Gomes (“Música para Morrer de Amor”) completa uma trilogia sentimental com esta comédia sobre um jovem que descobre ser filho de um famoso cantor popular dos anos 1970 no mesmo dia em que é dispensado pela namorada. A notícia é dada por um meio-irmão que não conhecia e com quem vai compartilhar uma missão: deixar as cinzas do ídolo brega com o grande amor de sua vida. Só que, mulherengo, o cantor deixou muitos amores e não será fácil achar o maior deles. O filme destaca Gabriel Leone (“Dom”) em papel duplo, encarnando o cantor e seu filho, além de uma trilha sonora original de Odair José e Arnaldo Antunes, que acrescentam muito à trama. O elenco também inclui Felipe Frazão (“Todxs Nós”), Carla Salle (“Onisciente”), Maria Luísa Mendonça (“Verdades Secretas”), Lorena Comparato (“Rensga Hits!”) e Clarisse Abujamra (“Como Nossos Pais”), entre muitos outros. | 45 DO SEGUNDO TEMPO | Três amigos de colégio se reencontram após 40 anos para recriar uma foto tirada no dia da inauguração do metrô de São Paulo. A reunião é, na realidade, o pretexto de um deles, dono de um restaurante com problemas financeiros, para avisar aos demais que pretende se matar. Mas não antes de ver o Palmeiras ser campeão. A comédia sombria de Luiz Villaça (“O Contador de Histórias”) é estrelada por Tony Ramos (“Se Eu Fosse Você”), Cassio Gabus Mendes (“Justiça”) e Ary França (“Samantha!”) e usa o expediente do reencontro para confrontar a nostalgia de um passado irreal, embelezado por lembranças distantes, e um presente de desencanto com os rumos das vidas. Os três viraram pessoas completamente diferentes de quem eram. E embora um deles tenha tomado a decisão de encerrar sua história assim, os outros dois passam a ponderar a opção da ressignificação. O resultado é um belo filme que, como o título indica, reforça a fé na esperança até o apito final. | MAIOR QUE O MUNDO | A adaptação do livro homônimo de Reinaldo Moraes traz Eriberto Leão (“Ilha de Ferro”) como um escritor que assinou apenas uma obra e sofre com bloqueio criativo. Ao encontrar um diário perdido, ele fica entusiasmado com a história do anão Altair e decide transcrevê-la como se fosse sua criação. Vira o maior sucesso, mas também desperta a fúria do autor original, um criminoso perigoso, criando consequências inesperadas. A comédia besteirol chama mais atenção por incluir a primeira cena de nudez de Luana Piovani (“A Mulher Invisível”) no cinema. Com visual diferente e moderno, ela vive uma bissexual amiga do protagonista e tem uma cena de sexo a três. O elenco do longa de Roberto Marquez também destaca Maria Flor (“Pequeno Segredo”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Giovanni Venturini (“Veneza”) como Altair, além de Fernanda Young (criadora de “Os Normais”) em seu último trabalho, filmado em 2018, meses antes de morrer – sim, o filme levou quatro anos para chegar às telas. | PAIXÕES RECORRENTES | A cineasta Ana Carolina retorna ao cinema após oito anos – estava ausente desde “A Primeira Missa” (2014) – com uma premissa de piada. Um comunista brasileiro, um capitalista português, um fascista argentino e uma trotskista francesa se encontram num bar… A alegoria se passa numa praia remota onde, de forma teatralizada, todos defendem suas ideologias no dia em que estoura a 2ª Guerra Mundial. | A TEORIA DOS VIDROS QUEBRADOS | A comédia uruguaia acompanha um empregado de uma companhia de seguros designado a trabalhar em uma longínqua e pequena cidade. Após sua chegada, vários carros começam a aparecer incendiados durante a noite sem motivo aparente, e ele deverá resolver o mistério para impedir que a escalada de cobertura de seguros impeça sua progressão dentro da empresa. Tudo isso, enquanto administra uma crise em seu casamento. Escrito e dirigido por Diego Fernández (“Rincón de Darwin”), foi o candidato do Uruguai a uma vaga na categoria de Filme Internacional do Oscar 2022. | LUTA PELA LIBERDADE | O primeiro filme de espionagem do mestre Zhang Yimou (“Herói”) se passa na década de 1930 e segue quatro agentes especiais do Partido Comunista que retornam à China depois de receber treinamento na União Soviética. Mas ao embarcarem em sua primeira missão, são traídos e se veem cercados por perigos de todos os lados. A fotografia é deslumbrante – praxe nos filmes de Yimou – e foi reconhecida com alguns dos 19 troféus conquistados pelo filme em festivais e premiações da indústria cinematográfica chinesa. | UM PEQUENO GRANDE PLANO | O astro Louis Garrel (“O Formidável”) dirige e estrela essa comédia francesa sobre pais de uma criança sensível, que decide vender vários objetos de valor da família para salvar o planeta. Vendo que a determinação do garoto é séria, sua mãe (Laetitia Casta, de “O Que as Mulheres Querem”) resolve acompanhá-lo em sua missão na África. | DE VOLTA À BORGONHA | O novo filme do francês Cédric Klapisch (de “Albergue Espanhol”) acompanha o reencontro de três irmãos na fazenda da família, após o pai adoecer de forma terminal. Um deles não voltava há 10 anos e tudo o que quer da herança é vender sua parte e desaparecer. Mas os outros querem convencê-lo a dar continuidade à vinícola da família. | LOS CONDUCTOS | O drama do colombiano Camilo Restrepo foi premiado como Melhor Filme de Estreia no Festival de 2020. A trama acompanha um homem com a vida despedaçada e assombrado por um único desejo: assassinar o líder da seita da qual fez parte por muitos anos. | DRAGON BALL SUPER – SUPER HERO | O novo filme da franquia animada coloca os Saiyajins contra androides poderosos num enredo que pode ser resumido como uma batalha de super-heróis. Mesmo com o exército Red Ribbon destruído por Son Goku, seus remanescentes decidem levar adiante sua missão e criaram os androides supremos Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan, dando início ao conflito da produção.
Atriz de “Sandman” vai estrelar série de Fernando Meirelles na Apple TV+
A atriz Kirby Howell-Baptiste, intérprete da Morte em “Sandman”, entrou no elenco de “Sugar”, nova série da Apple TV+, que contará com a direção do brasileiro Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”, “Dois Papas”). Criada pelo roteirista Mark Protosevich (“Thor”, “Eu Sou a Lenda”), “Sugar” tem como estrela principal o ator Colin Farrell (o Pinguim de “Batman”), que também atua como produtor executivo. A série é uma história de detetive particular ambientada em Los Angeles, mas outros detalhes permanecem em sigilo. O projeto é da produtora Genre Films, do cineasta Simon Kinberg (“X-Men: Fênix Negra”), e o acordo com a Apple marca a segunda série da empresa na plataforma. A primeira foi a sci-fi “Invasion”, lançada no ano passado e renovada para sua 2ª temporada.












