“Pretty Little Liars: Um Novo Pecado” é renovada para 2ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Pretty Little Liars: Um Novo Pecado” para sua 2ª temporada. A série agradou a crítica, atingindo 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com um reinvenção considerada até melhor que a “Pretty Little Liars” original, graças à elementos de terror slasher introduzidos pelo criador de “Riverdale”, Roberto Aguirre-Sacasa, e sua parceira de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, Lindsay Calhoon Bring. A trama gira em torno de um grupo de garotas adolescentes atormentado por um agressor desconhecido por culpa de segredos de suas mães. Refletindo a tendência dos últimos anos, o elenco é mais diversificado que o da série de 2010, destacando Bailee Madison (da série “A Bruxa do Bem”), Chandler Kinney (Riana Murtaugh na série “Máquina Mortífera”/Lethal Weapon), Maia Reficco (estrela da série infantil argentina “Kally’s Mashup”), Zaria Simone (vista em “Black-ish”) e Malia Pyles (de “Baskets” e “Batwoman”), além de Mallory Bechtel (“Hereditário”) no papel de gêmeas malvadinhas da escola. Com personalidades bastante distintas, as personagens envolvem rapidamente o espectador, especialmente Tabby (Kinney), a cinéfila, que encaixa inúmeras citações a diretores e filmes em suas frases – o que alinha a atração ao estilo referencial de “Pânico” – enquanto as protagonistas tentam descobrir quem é o misterioso A. “Estamos muito orgulhosos da incrível resposta da crítica e dos fãs recebida por ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’”, disse Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max. “Os espectadores abraçaram nossa nova geração de Liars, além de Roberto e Lindsay, brilhantemente sombrios e cheios de terror, nesta franquia icônica. Junto com [as produtoras] Alloy e Warner Bros. Television, estamos entusiasmados em continuar o legado de ‘Pretty Little Liars’.” Com a renovação, “Um Novo Pecado” se tornou o primeiro derivado da série original a ir além da temporada inaugural. Adaptação de best-seller de Sarah Shepard, “Pretty Little Liars” durou sete temporadas, de 2010 a 2017, período em que ajudou a popularizar o antigo canal ABC Family e servir de ponte para sua transformação no Freeform – além de deslanchar a carreira dos principais membros de seu elenco, especialmente do quarteto formado por Lucy Hale, Troian Bellisario, Ashley Benson e Shay Mitchell, intérpretes das belas mentirosinhas originais. Apesar do sucesso, a produtora da atração, I. Marlene King, não conseguiu o mesmo resultado com o lançamento de dois spin-offs, “Ravenswood” (2013) e “The Perfectionists” (2019), que foram cancelados na 1ª temporada, sem público. Por isso, a HBO Max decidiu buscar outros criadores para comandar o terceiro spin-off. Roberto Aguirre-Sacasa e Lindsay Calhoon Bring comemoram com entusiasmo a renovação. “Estamos muito animados para continuar contando histórias com nosso incrível grupo de pequenas mentirosas – explorando suas amizades, seus romances, seus segredos e seus status de supremas rainhas do grito!”, disseram em comunicado conjunto. “Agradecimentos eternos aos fãs que abraçaram esta nova versão de terror de ‘Pretty Little Liars’ – que continuaremos, é claro – bem como aos nossos parceiros da HBO Max, Warner Bros. Television e Alloy Entertainment. Como Tabby diria, ‘há uma sequência a caminho!’” Só não há previsão de estreia para os novos episódios. Veja abaixo um vídeo com alguns dos momentos assustadores da 1ª temporada, divulgado junto do anúncio da renovação nas redes sociais. Foi aqui que pediram renov🅰️ção de #PLLUmNovoPecado? Pois fiquem calmos, porque nossas meninas vão voltar pra segunda temporada 🖤 https://t.co/El2n3gWGKA — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) September 7, 2022
Criador de “The Boys” se une a Erin Moriarty contra trolls: “Não assistam a série”
Eric Kripke, o criador de “The Boys”, se solidarizou com a atriz Erin Moriarty, intérprete da heroína Starlight na série, após ela desabafar sobre o ódio que vem sofrendo nas redes sociais. O produtor publicou uma mensagem forte contra os trolls que têm assediado Moriarty com mensagens “misóginas”. “Olá trolls! Primeiro, isso [misoginia] é literalmente o oposto da mensagem do programa”, Kripke twittou. “Dois, você está causando dor a pessoas reais com sentimentos reais. Seja amável. Se vocês não podem ser gentis, então vão comer um saco de caralh*s, vão se f*der e não assistan ‘The Boys’, nós não queremos você.” Na última terça (6/9), Moriarty compartilhou no seu Instagram uma postagem que abordava essa questão. Escrito pela usuária @butcherscanary, o post tinha o seguinte título: “#EuEstouComStarlight?: A traição de Erin Moriarty pelos ‘fãs’ de ‘The Boys'”. Em seguida, a usuária apresentou um problema comum entre fãs da cultura geek: a incapacidade de enxergar o subtexto daquele material que eles tanto amam. “Como se pode ver, você pode dedicar uma temporada inteira de uma série para explorar como a toxicidade da masculinidade esmaga e controla as mulheres, e aparentemente a maioria do público ainda não empregará as lições aprendidas – ou pior, não reconhecerá que sequer havia uma mensagem.” Na legenda do post, @butcherscanary também falou que “o tratamento de Erin Moriarty realmente me irritou. É um reflexo de como a misoginia na ‘cultura do fandom’ está sendo normalizada, o que só vai piorar se a negligenciarmos, se não protegermos ela e uns aos outros.” A postagem de @butcherscanary servia para divulgar um artigo que ela escreveu para o site Medium, no qual expôs melhor essa problemática da maneira como o público tem tratado a atriz Erin Moriarty. Segundo a autora, “o assédio é ainda pior devido ao contexto de seu papel como Starlight na série, uma mulher silenciada e sexualizada, tratada como uma tela de celebridade para os outros se projetarem, em vez de um ser humano com seus próprios pensamentos e sentimentos”, diz o artigo. “Mas Annie é fictícia e Erin não. O tormento não termina para ela após os créditos da série, porque não há desligamento.” Além de compartilhar a postagem, Moriarty também inseriu a sua própria opinião na legenda, falando de como ela já se sentiu “silenciada” e “desumanizada” por causa das muitas críticas relacionadas à sua personagem e à sua aparência. “Eu me sinto silenciada. Eu me sinto desumanizada. Eu me sinto paralisada. Eu coloquei sangue, suor e lágrimas nesse papel (repetidas e repetidas vezes)”, disse Moriarty. “Então, com isso eu digo: a) obrigada a @butcherscanary b) isso parte meu coração – eu abri uma veia para esse papel e esse tipo de trollagem é exatamente contra o que essa personagem (Annie) se posicionaria, e c) todos estão passando por suas próprias batalhas; não vamos adicionar ódio a isso. Eu nunca iria intencionalmente (e ESPECIALMENTE) adicionar ódio publicamente à sua batalha.” A postagem da atriz rendeu comentários de alguns dos seus colegas de elenco. Antony Starr, intérprete do vilão Capitão Pátria (Homelander), comentou: “Apoio você e o que você disse aqui 100%. Bem colocado. Seu trabalho na série é e sempre foi estelar e você é linda por dentro e por fora. Continue brilhando.” O protagonista Jack Quaid também postou um comentário. “Amo você Erin. Estamos todos aqui para você. Você é uma força da natureza incrível e talentosa e me considero incrivelmente sortudo por conhecê-la. Continue brilhando. Deixe os trolls conosco. Nós te protegemos”, disse ele. As três primeiras temporadas de “The Boys” estão disponíveis no serviço de streaming Prime Video, da Amazon. A 4ª está atualmente em produção. Hi trolls! One, this is literally the opposite of the show's fucking message. Two, you're causing pain to real people with real feelings. Be kind. If you can't be kind, then eat a bag of dicks, fuck off to the sun & don't watch #TheBoys, we don't want you. #TheBoysTV https://t.co/ZQmRlljyS6 — Eric Kripke (@therealKripke) September 7, 2022
Kate Walsh estará na 19ª temporada de “Grey’s Anatomy”
A atriz Kate Walsh foi confirmada na 19ª temporada de “Grey’s Anatomy”, retomando seu papel como a Dra. Addison Montgomery, que ela interpretou pela primeira vez em 2005. Para quem não lembra, Addison Montgomery é a ex-esposa de Derek Shepherd (Patrick Dempsey) e tem uma história complicada com Meredith Grey (Ellen Pompeo). A personagem foi introduzida no final da 1ª temporada, numa das cenas de cair o queixo mais famosas do programa. Inicialmente definido como recorrente, o papel acabou se expandindo e se tornou fixo até a 3ª temporada, quando a produtora Shonda Rhimes criou um spin-off centrado em Addison, “Private Practice”. Esta série viu a personagem se mudar para Los Angeles para iniciar uma nova história – que durou seis temporadas. Mas mesmo enquanto estava em “Private Practice”, Walsh ainda aparecia na série principal em crossovers e como atriz convidada. Após o cancelamento do spin-off, ela simplesmente sumiu e até o resgate do ano passado não era vista desde a 8ª temporada. Walsh retornou à “Grey’s Anatomay” na última temporada em um arco de vários episódios, em que repercutiu a morte de seu ex-marido Derek junto à sua ex-cunhada Amelia (Caterina Scorsone) e à viúva Meredith, aparando diferenças do passado. Em uma entrevista da época, Walsh revelou ter adorado voltar a viver Addison após o final de “Private Practice”. “Fiquei muito satisfeito e encantada”, disse, deixando a porta aberta para novas participações. “Ninguém sabe o que o futuro reserva”, apontou. Ela terá uma participação ainda maior na 19ª temporada, começando no terceiro episódio. A 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” será uma espécie de reboot, com a introdução de vários integrantes novos ao elenco, na forma de novos residentes no hospital da trama. Isto vai acontecer para compensar a redução da participação de Ellen Pompeo, que acertou aparecer em apenas oito episódios nesta temporada para poder estrelar uma minissérie (ainda sem título) na plataforma Hulu. A 19ª temporada de “Grey’s Anatomy” estreia em 6 de outubro no canal americano ABC. No Brasil, a série é exibida no canal Sony. Temporadas anteriores de “Grey’s Anatomy” também podem ser vistas nos serviços de streaming Prime Video, Globoplay e Star+.
Hobbits de “O Senhor dos Anéis” apoiam elfos, anões e pés-peludos de todas as cores
Os intérpretes originais dos hobbits da trilogia “O Senhor dos Anéis” uniram-se numa manifestação de apoio à série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” baseada na franquia. Elijah Wood, Dominic Monaghan e Billy Boyd posaram juntos com camisetas iguais, ilustradas com estampas de orelhas de várias criaturas mágicas da obra de JRR Tolkien, todas apresentando cores diferentes, enquanto Sean Astin apareceu numa foto individual com um boné com o mesmo desenho. Publicadas nas redes sociais dos atores, as fotos foram acompanhadas por uma legenda curta e significativa: “Vocês são todos bem vindos”. A mensagem é uma reação contra o racismo de um grupo de geeks estridentes, que chegou a lançar uma campanha para sabotar a nota da série nos sites de avaliação aberta ao público. No Metacritic, a nota do público chegou a 1,9 (de 10) contra 71% de aprovação da crítica, enquanto no Rotten Tomatoes a diferença bateu em 37% de aprovação do público contra 84% da crítica. Sem a preocupação de esconder sua motivação, os inconformados com a série deixam claro como suas peles os comentários carregados de menções pesadas à raça de alguns personagens (negros e latinos) e à decisão de dar protagonismo para uma mulher (Galadriel, interpretada por Morfydd Clark). Os comentários chamam Galadriel de “Karen”, apelido criado por homens de perfil “incel” para mulheres “reclamonas”, e reclamam da inclusão de “todas as minorias” na trama, afirmando que não existiam elfos negros e latinos na obra de Tolkien nem nos filmes que adaptaram “O Senhor dos Anéis”. Para estes, a Terra Média da fantasia é baseada na Europa medieval, onde a população era majoritariamente branca, e a série peca por incluir outras raças na história. A Europa também não tinha dragões, elfos ou orcs, mas isso é detalhe no argumento racista. Além de um elfo negro e latino (Ismael Cruz Cordova), há um hobbit/”pé-peludo” negro (Lenny Henry), uma princesa negra (Sophia Nomvete) e uma rainha negra (Cynthia Addai-Robinson), entre outros personagens não brancos na produção bilionária da Amazon. Além da foto, os hobbits originais estão apoiando uma loja online onde os fãs podem comprar suas próprias camisetas com o design de suas camisetas., além de moletons e mais peças de vestuário com o mesmo grafismo, com 50% de todos os rendimentos revertidos para uma instituição de caridade que apoia “pessoas de cor”. “Os Anéis do Poder” estreou logo após “A Casa do Dragão” também sofrer críticas por destacar atores negros, e a atriz Moses Ingram ser alvo de ódio por sua participação na série “Obi-Wan Kenobi”. O que esses ataques demonstram é que o racismo virou um problema grave na comunidade geek, que não pode mais ser ignorado nem tolerado. You Are All Welcome Here @LOTRonPrime @DonMarshall72 #RingsOfPower https://t.co/8txOhlHa2f pic.twitter.com/nWytILT0zG — Elijah Wood (@elijahwood) September 7, 2022 You are all welcome here.#RingsOfPower @LOTRonPrime #MiddleEarth #Samwise @ElijahWood @BillyBoydActor @DomsWildThings @DonMarshall72 https://t.co/w2tdZ4nFwN pic.twitter.com/f4RsBKE9an — Sean Astin (@SeanAstin) September 7, 2022
Animação “Abominável” vira série. Veja o trailer
A Dreamworks Animation divulgou o pôster e o trailer da nova série “Abominable and the Invisible City”, que é uma continuação do filme “Abominável”, animação sobre o Abominável Homem das Neves. A prévia mostra a volta do Yeti aos EUA, após todo o trabalho da garotinha Yi e seus amigos para levá-lo, numa aventura ao redor do mundo, à segurança do Himalaia. A explicação para seu retorno também é a missão que serve de premissa da série: ajudar outras criaturas mágicas a encontrar segurança longe das ameaças da civilização. Os personagens foram criados por Jill Culton, que escreveu a história original de “Monstros S.A.” (2001) e dirigiu “O Bicho Vai Pegar” (2006), e a adaptação está a cargo de Tiffany Lo e Ethel Lung, roteiristas da série de aventuras “Blood & Treasure”. Já o elenco de dubladores mantém as vozes do filme original, com destaque para Chloe Bennet (a Tremor da série “Agents of SHIELD”), que dubla a menina Yi. “Abominable and the Invisible City” será lançado nos EUA nas plataformas Hulu e Peacock no dia 5 de outubro, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Tulsa King: Veja o trailer da primeira série estrelada por Sylvester Stallone
A Paramount+ divulgou o trailer legendado de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. A estreia da nova série está marcada para 13 de novembro em streaming.
Eddie Redmayne é serial killer no trailer de “O Enfermeiro da Noite”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “O Enfermeiro da Noite” (The Good Nurse), suspense estrelado por Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”) e Jessica Chastain (“A Grande Jogada”). O filme gira em torno da história real do assassino Charlie Cullen (personagem de Redmayne), um enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Chastain vive uma enfermeira com quem ele trabalhava e que, confrontada com a verdade pela polícia, arriscou tudo para conseguir provas e incriminá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marcará a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. O elenco ainda conta com Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Noah Emmerich (“The Americans”) e Nnamdi Asomugha (“When the Street Lights Go On”). A produção é do cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”). A estreia está marcada para 26 de outubro na Netflix.
Harry Styles vive triângulo bissexual no trailer de “My Policeman”
A Amazon Prime Video divulgou o trailer legendado de “My Policeman”, em que o cantor Harry Styles vive seu primeiro personagem gay. Além de Styles, a prévia também destaca Emma Corrin (a princesa Diana de “The Crown”) e David Dawson (o rei Alfred de “The Last Kingdom”), que formam o triângulo romântico da trama. Adaptação do romance homônimo de Bethan Roberts, o filme se passa no final dos anos 1990, quando a chegada do idoso inválido Patrick na casa do casal Marion e Tom desencadeia uma exploração de eventos de 40 anos atrás: a relação apaixonada entre Tom e Patrick em um momento em que a homossexualidade era ilegal no Reino Unido. Styles e Corrin vivem as versões jovens de Tom e Marion, enquanto Dawson interpreta Patrick. Curiosamente, o cantor é o mais experiente dos três em trabalhos de longa-metragem. “My Policeman” será o terceiro longa de Styles, após a estreia em “Dunkirk” (2017) e o ainda inédito “Não Se Preocupe, Querida”, de Olivia Wilde, enquanto Corrin só atuou num filme anterior, “Miss Revolução” (2020), e Dawson é estreante no formato. O elenco ainda inclui Linus Roache (“Homeland”) e Gina McKee (“Os Bórgias”) como as versões mais velhas de Tom e Marion, além de Rupert Everett (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”) como o Patrick idoso. A adaptação foi escrita por Ron Nyswaner (“Amor Por Direito”), a direção é de Michael Grandage (“O Mestre dos Gênios”) e a equipe ainda inclui o produtor Greg Berlanti (diretor de “Com Amor, Simon” e criador do “Arrowverso” televisivo) e sua sócia Sarah Schechter. O vídeo também revela a data de estreia da produção. “My Policeman” será lançado na plataforma Prime Video, da Amazon, em 4 de novembro.
Cineworld, segunda maior rede de cinema do mundo, decreta falência nos EUA
A rede britânica Cineworld, segunda maior cadeia de cinemas do mundo, anunciou nesta quarta (7/9) que está pedindo falência nos Estados Unidos. “A Cineworld e algumas de suas afiliadas iniciaram um processo de proteção contra falência (Capítulo 11) no tribunal federal de falências do Distrito Sul do Texas”, disse o grupo em comunicado. O objetivo é reestruturar sua dívida e tentar encontrar nova liquidez em meio à crise dos cinemas. Com o pedido, a Cineworld ganha tempo para, “com o apoio esperado dos seus credores garantidos, tentar implementar operações para reforçar as suas contas”, segundo a nota. A Cineworld tem mais de US$ 5 bilhões em dívidas e enfrenta um processo legal de cerca de US$ 1 bilhão decorrente de uma fusão complicada com a rede de cinema canadense Cineplex. A empresa foi uma das mais afetadas pela pandemia. Após autorização do governo para reabrir, ao fim das quarentenas, a Cineworld decidiu fechar 128 de seus cinemas no Reino Unido e na Irlanda pela falta de lançamentos cinematográficos, impactando 5,5 mil empregos na região. Mesmo com a volta das pessoas aos cinemas, à medida que os temores da covid-19 diminuem, as vendas de ingressos ainda estão atrás de seus níveis pré-pandêmicos. Passado o verão norte-americano, onde blockbusters transmitiram impressão de normalidade, os grandes estúdios pararam de lançar títulos de apelo comercial e as salas de exibição viram o público encolher drasticamente. Em franco contraste, o streaming retomou seu crescimento, indicando uma tendência aparentemente irreversível de troca de hábitos. O próximo grande lançamento cinematográfico é “Adão Negro”, apenas no final de outubro.
Nada de Novo no Front: Netflix apresenta nova versão do clássico de guerra
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Nada de Novo no Front”, nova versão do clássico de guerra escrito por Erich Maria Remarque, sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial. A trama original foi criada a partir da própria experiência vivida por Remarque na guerra. A história gira em torno de um jovem idealista alemão que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. O livro já tinha sido adaptado para o cinema em 1930, com direção de Lewis Milestone, e ganhou o Oscar de Melhor Filme. Esta é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). A première mundial vai acontecer em 12 de setembro no Festival de Toronto. Já o lançamento em streaming está marcado para 28 de outubro.
House of Hammer: Público flagra “fake news” e série decide deletar foto polêmica
O público descobriu que uma foto exibida na série documental “House of Hammer: Segredos de Família”, apontada como marca de uma suposta mordida de Armie Hammer no corpo de Courtney Vucekovich, é na verdade a imagem de uma tatuagem aleatória encontrada na rede social Pinterest. Vucekovich é uma das ex-parceiras que acusa o ator de comportamento sexual violento, com tendências de psicopatia canibal. Foi ela própria quem forneceu a imagem para a produção da série, disponibilizada na plataforma Discovery+. Após a repercussão, ela se justificou dizendo que foi levada pelo ator a acreditar que se tratava do registro de um hematoma sobre seu corpo. “A marca de mordida mostrada era uma foto enviada por Armie em nosso tópico de texto arquivado e, mais de um ano depois, acreditei que fosse uma foto minha, já que tenho dezenas de fotos retratando seu abuso em meu corpo”, alegou a jovem em comunicado. Após a confirmação de que estaria corroborando “fake news”, a produtora Talos Films, responsável pela série documental, decidiu remover o trecho da série. “Levamos a sério a responsabilidade de representar as histórias das vítimas. Quando novas informações surgiram sobre esta série, começamos imediatamente a investigá-la e faremos as alterações apropriadas o mais rápido possível”, afirmou a produtora, também por meio de comunicado. Esta é a segunda polêmica envolvendo “House of Hammer: Segredos de Família”. A mulher identificada como Effie, que está processando o ator Armie Hammer na Justiça por abuso sexual, acusou os responsável pela produção, Elli Hakami e Julian Hobbs, de “explorar seu trauma e sua dor” na série, e que o material, ao invés de servir de alerta, é nocivo para ela e outras sobreviventes. “A forma como eles estão explorando meu trauma é nojenta. Quando eu grito que ‘não’ e eles continuam, dizendo que não precisam da minha permissão, eles me lembram de Armie”, ela declarou. A série, com três episódios, foi lançada na sexta-feira (2/9) na plataforma Discovery+. Veja o trailer.
Mila Kunis vive “Uma Garota de Muita Sorte” em trailer dramático
A Netflix divulgou o pôster e o trailer nacionais de “Uma Garota de Muita Sorte” (Luckiest Girl Alive), drama estrelado pela atriz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”). A prévia mostra a protagonista vivendo uma vida de sonhos, até que segredos de seu passado começam a desmantelar essa ilusão. Adaptação do best-seller de Jessica Knoll, a trama gira em torno de Ani FaNelli, uma nova-iorquina de língua afiada que parece ter de tudo: uma posição importante em uma revista sofisticada, um guarda-roupa matador e um casamento dos sonhos no horizonte. Mas quando o diretor de um documentário de true crime a convida a revelar um chocante incidente que aconteceu quando ela era adolescente numa escola prestigiosa, ela é forçada a enfrentar uma verdade sombria que ameaça desmontar sua vida meticulosamente elaborada. A própria escritora, que usou sua experiência como ex-editora da revista Cosmopolitan como inspiração para a história, assina o roteiro. Já a direção está a cargo de Mike Barker, que volta a filmar longa-metragens após 14 anos dedicados a séries como “The Handmaid’s Tale” e “Fargo”. Além de Kunis, o elenco destaca Finn Wittrock (“American Horror Story”), Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”), Connie Britton (“The White Lotus”), Jennifer Beals (“The L Word: Generation Q”), Justine Lupe (“Maravilhosa Sra. Maisel”) e Chiara Aurelia (“Cruel Summer”). A estreia está marcada para 7 de outubro.
Armageddon Time: Drama com Anthony Hopkins e Anne Hathaway ganha trailer
A Universal divulgou o pôster e o trailer nacionais de “Armageddon Time”, drama semi-autobiográfico baseado na infância do diretor James Gray (“Ad Astra”). Acompanhada por música dramática, a prévia se passa nos anos 1980 e mostra um menino branco sendo empurrado para o racismo por sua mãe, escola de elite e colegas, enquanto seu avô lembra que sua família também sofreu isso… de nazistas. O vídeo ainda destaca o elenco excepcional, formado por Anthony Hopkins (“Meu Pai”) como o avô, Jeremy Strong (“Succession”) e Anne Hathaway (“Convenção das Bruxas”) como os pais, Jessica Chastain (“Os Olhos de Tammy Faye”) como a diretora da escola e o menino Banks Repeta (“O Telefone Preto”) como o jovem protagonista. O filme tem coprodução da RT Features, empresa do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produziu a sci-fi “Ad Astra”, filme anterior de Gray. Já exibido nos festivais de Cannes, na França, e Telluride, nos EUA, “Armageddon Time” atingiu 90% de aprovação da crítica no portal Rotten Tomatoes. A estreia brasileira está marcada para 10 de novembro, duas semanas após o lançamento comercial nos EUA.












