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  • Filme

    “Os Fabelmans”, de Spielberg, vence Festival de Toronto

    18 de setembro de 2022 /

    O filme semi-autobiográfico de Steven Spielberg, “Os Fabelmans”, levou o prêmio principal do Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês). De forma diferente de outros festivais, o vencedor do festival canadense é escolhido pelo público, em votação após as sessões. E o drama de Spielberg era favorito por ter sido o filme mais aplaudido do evento. Foi também a primeira vez que o cineasta incluiu uma obra num festival. “Esse filme é tão pessoal que eu queria mostrá-lo para pessoas que amam cinema. Elas deveriam vê-lo primeiro”, Spielberg explicou durante a sessão de perguntas e respostas após a première. E o público correspondeu com a consagração da produção. Em manifestação após o anúncio de sua vitória, ele voltou a ressaltar como o filme representa seu trabalho mais autoral. “Este é o filme mais pessoal que já fiz, e a recepção calorosa de todos em Toronto tornou minha primeira visita ao TIFF tão íntima e pessoal para mim e toda a minha família Fabelman”, disse o diretor em comunicado após o anúncio de sua vitória. “Os Fabelmans” é uma dramatização das memórias de infância e adolescência do diretor, que se inspirou em sua vida para contar uma história de amor pela família e pelo próprio cinema. Narrado pelos olhos de uma criança – e posteriormente adolescente – , a trama mostra o impacto dos filmes na imaginação do pequeno ‘Fabelman’ e o incentivo de sua mãe e tio favorito para que virasse um cineasta. Também há cenas sobre as amizades e o preconceito que o jovem sofreu por ser judeu, além de uma fotografia linda de época. Spielberg co-escreveu o roteiro com Tony Kushner, com quem já trabalhou em “Munique”, “Lincoln” e no remake de “Amor, Sublime Amor”, e o elenco destaca Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Paul Dano (“Batman”) como os pais do protagonista. Além de “Os Fabelmans”, o público de Toronto premiou a comédia “Weird: The Al Yankovic Story”, de Eric Appel, falsa cinebiografia que traz Daniel Radcliffe como o comediante “Weird” Al Yankovic, como melhor filme da Midnight Madness, prestigiada sessão da meia-noite onde passam filmes mais extremos ou inusitados. Para completar, “Black Ice”, de Hubert Davis, sobre racismo no hockey, foi eleito o melhor documentário, e “Riceboy Sleeps”, de Anthony Shim, sobre as dificuldades de adaptação de uma família sul-coreana ao Canadá, venceu o prêmio da sessão Plataforma – a única mostra com júri no festival. O vencedor do Prêmio do Público em Toronto costuma largar como favorito ao Oscar de Melhor Filme. “Green Book” e “Nomadland” venceram as edições de 2018 e 2020 antes de conquistarem o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Aplaudidíssimo, premiado e com impressionantes 98% de aprovação no Rotten Tomatoes após a première em Toronto, “Os Fabelmans” só vai estrear no Brasil em 9 de fevereiro, três meses após o lançamento comercial nos EUA. Veja abaixo o belo trailer da produção.

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  • Série

    Alexandre Borges e Larissa Góes entram na 3ª temporada de “Cine Holliúdy”

    17 de setembro de 2022 /

    O ator Alexandre Borges entrou no elenco da 3ª temporada de “Cine Holliúdy”. De acordo com a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, ele viverá o Capiroto e aparecerá em cenas com Francis (Edmilson Filho). Além dele, Larissa Góes também está confirmada na atração. Ela será o novo par de Francisgleydisson (Edimilson Filho), depois que Francisca (Luisa Arraes) for embora de Pitombas. A nova personagem é uma cantora e bailarina de forró cearense que abrirá mão da carreira por amor. Larissa Góes viverá o terceiro par consecutivo de Francis, que a cada temporada tem sofrido por um amor diferente. Ele também se envolveu com a divertida Marylin, interpretada por Letícia Colin, na 1ª temporada. Até aqui, todas deixaram o “cinemista” ao sair da cidadezinha de Pitombas, onde a trama transcorre. O elenco já está gravando a 3ª leva de episódios, que ainda não tem previsão de estreia. Disponível desde o final de agosto completa em streaming, a 2ª temporada ainda está sendo exibida semanalmente na TV Globo.

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  • Música

    Artistas lançam o “Hino ao Inominável”, música feita com as piores frases de Bolsonaro

    17 de setembro de 2022 /

    Os atores Wagner Moura, Bruno Gagliasso, o Professor Pasquale e vários cantores e músicos lançaram o “Hino ao Inominável”, uma música que relembra diversas frases e atitudes polêmicas do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro. O hino, que é na verdade um manifesto musical de 13 minutos, ganhou um clipe publicado no YouTube neste sábado (17/9). A letra, escrita por Carlos Rennó, resgata frases horripilantes, desde a negação de que houve ditadura no Brasil, a preferência por ter um filho morto a um filho homossexual, falas racistas, a favor do assassinato de “bandidos”, ataques à imprensa e a recusa de dados científicos sobre a pandemia e o desmatamento na Amazônia. “Ao som raivoso de uma voz inconfiável que diz e mente, e se desmente e se desdiz”, como ressalta o trecho cantado por Wagner Moura. “Os versos citam literalmente ou se baseiam em declarações dadas pelo ‘inominável’ e encontradas na internet e em jornais”, descreveu Rennó.  A música foi composta por Chico Brown e Pedro Luís e seus múltiplos intérpretes incluem André Abujamra, Arrigo Barnabé, Bruno Gagliasso, Caio Prado, Cida Moreira, Chico Brown, Chico César, Chico Chico, Dexter, Dora Morelenbaum, Héloa, Hodari, Jorge Du Peixe, José Miguel Wisnik, Leci Brandão, Lenine, Luana Carvalho, Marina Íris, Marina Lima, Monica Salmaso, Paulinho Moska, Pedro Luís, Péricles Cavalcanti, Preta Ferreira, Professor Pasquale, Ricardo Aleixo, Thaline Karajá, Vitor da Trindade, Wagner Moura e Zélia Duncan. Numa das passagens mais polêmicas, os cantores Caio Prado e Marina Íris relembram quando Bolsonaro disse que as pessoas negras de um quilombo pesavam “sete arrobas” e não serviam para procriar: “Como se fôssemos, nós negros, animais. E ainda insiste que não é racista e que racismo não existe no país”, acrescentam. No Youtube, a descrição do vídeo diz: “Feito pra lembrar, pra sempre, esses anos sob a gestão do mais tosco dos toscos, o mais perverso dos perversos, o mais baixo dos baixos, o pior dos piores mandatários da nossa história. E pra contribuir, no presente, pra não reeleição do inominável”.

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  • Etc,  TV

    IBGE revela que quase metade dos lares brasileiros tem Smart TVs

    17 de setembro de 2022 /

    Um estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apresentado na sexta (16/9) revelou que quase metade dos lares brasileiros já assiste suas séries e programas favoritos na tela grande de uma Smart TV. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada no quarto trimestre de 2021, 44,4% dos domicílios do país estão usando televisores para se conectar à internet e assistir streaming, superando pela primeira vez os computadores, que caíram de 45,2% para 42,2%. Ambos, porém, perdem para os celulares, preferência em 99,5% dos lares. Os números não são excludentes, uma vez que quem acessa pelo celular, também pode acessar pela TV ou o computador. Ao assumir a vice-liderança entre os dispositivos que os brasileiros mais usam para acessar a internet, as TVs registraram um crescimento de 12,1% em relação ao levantamento anterior, realizado em 2019, e deram um salto gigantesco em relação à primeira pesquisa do tópico – representavam 11,7% dos acessos à internet em 2016. Além disso, os domicílios com internet somaram 90% na nova pesquisa, 6% a mais do que em 2019. Ou seja, apenas 10% dos lares brasileiros não tem acesso à internet. Ainda assim, a maior parte desse acesso se deve à telefonia. Outra revelação do estudo foi que, de 2019 para 2021, o número de lares com TV no Brasil subiu de 68,4 milhões para 69,6 milhões e 91% desses aparelhos recebem os sinais de TV digital aberta, que fez sua estreia no Brasil há 15 anos. Ainda segundo a pesquisa, 96,2% das moradias urbanas e 90,8% das rurais tem televisor no país. O aumento de acesso à internet na TV já estaria impactando outras tecnologias. O número de domicílios com antena parabólica caiu de aproximadamente 27% para cerca de 22,6%, totalizando 15,7 milhões de lares – 56,1% concentrados em área rural. Mas onde há maior impacto é na queda no número de assinaturas de TV paga. De 2019 a 2021, o percentual de domicílios brasileiros com TV por assinatura caiu de 30,3% para 27,8%. Para 43,5% dos entrevistados que não tem acesso à TV paga, o serviço é caro, outros 45,6% não têm interesse, e 8,7% substituíram os pacotes de televisão por serviços de streaming. O estudo é abrangente, mas mais antigo que o realizado pela empresa Nielsen, em parceria com a MetaX, que revelou há duas semanas um número maior de lares com Smart TVs: 61% dos domicílios brasileiros. A diferença pode ser atestada pelo crescimento das vendas dos aparelhos em períodos promocionais, como Black Friday e Natal, que não teriam sido aferidos na pesquisa do IBGE. Além disso, a Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) apontou uma expectativa de crescimento ainda maior para televisores mais modernos neste segundo semestre, especialmente entre os modelos de 50 a 65 polegadas, para a Copa do Mundo.

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  • Filme

    Heroína israelense gera polêmica em “Capitão América 4”

    17 de setembro de 2022 /

    O anúncio de que “Capitão América: Nova Ordem Mundial” marcará a estreia de Sabra, heroína israelense da Marvel, está causando polêmica entre palestinos e israelenses. A personagem, que será interpretada pela israelense Shira Haas (“Nada Ortodoxa”), tem um passado complicado nos quadrinhos, que muitos preferiam não ver nas telas. Um dos protestos que chamou atenção aconteceu nos próprios EUA. O Institute for Middle East Understanding, uma organização pró-palestina sediada na Califórnia, criticou a inclusão da heroína no filme por ela “glorificar o exército e a polícia israelenses”. Mas até um cartunista israelense, Uri Fink, fez um alerta para a atriz que vai interpretá-la em uma entrevista desta semana ao site Ynet. “Eu não prevejo que sua atuação na Marvel seja positiva em dias de vigília como esses”, disse ele. “Aqueles que trabalham na Marvel hoje são todos progressistas. Não tenho nada contra eles, mas não teremos a descrição mais precisa do conflito Israel-Palestina.” E acrescentou: “Sugiro que Shira leia cuidadosamente [o roteiro], para que a personagem não seja retratada de uma maneira muito problemática”. Até o produtor israelense Avi Arad, cofundador e ex-chefe da Marvel Studios, disse em 2012 que jamais esperaria ver Sabra num filme do estúdio. Diante da repercussão da escalação, anunciada durante a D23 Expo, na semana passada, o Marvel Studios emitiu um comunicado, afirmando que Sabra será reinventada para o filme, visando evitar suas maiores controvérsias. “Enquanto nossos personagens e histórias são inspirados nos quadrinhos, eles são sempre reimaginados para a tela e o público de hoje, e os cineastas estão adotando uma nova abordagem com a personagem Sabra, que foi introduzida nos quadrinhos há mais de 40 anos”, diz a nota oficial do estúdio. Sabra apareceu pela primeira vez no começo dos 1980 nos quadrinhos de “O Incrível Hulk”. Criada por Bill Mantlo e Sal Buscema, ela é uma mutante com superforça e supervelocidade, que trabalha com o Mossad (serviço secreto israelense), e sua introdução levou para as publicações da Marvel o conflito israelense-palestino. Na história de 1981 que a introduziu, Sabra não demonstra nenhum sentimento pela morte de um menino palestino. Nos quadrinhos, o Hulk acaba por engano em Tel Aviv, onde faz amizade com o menino que é morto num ataque de terroristas – identificados como árabes. Sabra – nome real Ruth Bat-Seraph – testemunha o ataque e assume que Hulk está em conluio com os terroristas, iniciando uma briga sem ligar para o menino, até que o Hulk lhe ensina sobre valores humanos. Para complicar, os inimigos da personagem costumavam representar os estereótipos árabes mais ofensivos. O próprio nome da heroína é motivo de controvérsia. Sabra pode significar simplesmente uma pessoa nascida em Israel. Mas também foi o nome de um campo de refugiados no Líbano, onde uma milícia da extrema direita massacrou centenas de palestinos nos anos 1980, enquanto as tropas israelenses que guardavam o local fingiram não ver. Um inquérito israelense descobriu que Ariel Sharon, na qualidade de ministro da Defesa, tinha “responsabilidade pessoal” por não tomar medidas para evitar o massacre. O Marvel Studios já demonstrou saber lidar com personagens controversos antes. Um dos maiores exemplos aconteceu no filme “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. Nos quadrinhos, o pai vilão de Shang-Chi era um estereótipo racista chamado Fu Manchu, mas o personagem foi trocado no filme por Xu Wenwu, o Mandarim, que graças ao desempenho de Tony Leung foi amplamente celebrado como um dos melhores dinâmicos vilões do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Shira Haas vai estrelar “Capitão América: Nova Ordem Mundial” ao lado de Anthony Mackie como o herói do título. Uma curiosidade da produção é que ela não será a única personagem dos quadrinhos do Hulk a aparecer na trama. O vilão será ninguém menos que o Líder, principal antagonista do Hulk no começo de suas publicações, que voltará a ser vivido por Tim Blake Nelson (“Watchmen”), 14 anos aparecer na origem cinematográfica do personagem no filme “O Incrível Hulk”. Vale observar que, embora Sabra seja a primeira heroína israelense do Marvel Studios, o MCU já tem um herói judeu: Cavaleiro da Lua, que estreou em março na Disney+. O quarto filme do “Capitão América” vai estrear em 2 de maio de 2024 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Galã de “365 Dias” participa de filme brasileiro. Veja o trailer

    17 de setembro de 2022 /

    O galã italiano Michele Morrone, conhecido por estrelar a trilogia “365 Dias”, da Netflix, está num filme brasileiro. Ele integra o elenco de “Duetto”, ao lado de Marieta Severo, Luisa Arraes, Gabriel Leone, Maeve Jinkings e Rodrigo Lombardi. Confira o pôster e o trailer abaixo. O longa se passa na Itália, no ano de 1965, e Michele dá vida a um famoso e controverso cantor italiano, Marcello Bianchini, que acaba conhecendo Cora (Luisa Arraes), uma adolescente brasileira que viaja à Itália com a avó (Severo), após perder o pai tragicamente. “Duetto” teve cenas gravadas no Brasil e na Itália. Para a produção, Luisa Arraes, Gabriel Leone e Maeve Jinkings precisaram ter aulas de italiano. Já Marieta dispensou, por ter vivido na Itália durante o exílio dela e de seu ex-marido, o cantor Chico Buarque, no final dos anos 1960. Com direção de Vicente Amorim (“A Princesa da Yakusa”, “Santo”), o filme chega aos cinemas em 29 de setembro.

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  • TV

    Prisão de José Dumont choca artistas da Globo: “Tão perto da gente”

    17 de setembro de 2022 /

    A prisão de José Dumont na quinta (15/9) por posse de pornografia infantil e suspeita de pedofilia chocou seus colegas de trabalho. Vários artistas da Globo foram às redes sociais manifestar surpresa e recriminar o comportamento do ator. Alice Wegmann, que atuou com Dumont na minissérie “Onde Nascem Os Fortes”, foi uma das primeiras e a mais eloquente a expressar o impacto causado pela notícia. “Um sonho perdido, uma desilusão. Não posso deixar de me posicionar, trabalhei com o Zé, que foi um ótimo ator no set de ‘Onde Nascem os Fortes’. Mas ler o que lemos ontem e hoje deixa qualquer um fora do eixo, desapontada e preocupada com o fato de que atos tão terríveis sejam praticados por gente tão perto da gente”, ela escreveu no Instagram. A atriz aproveitou para defender a educação sexual nas escolas, como forma de prevenir as crianças contra predadores, e pediu solidariedade às vítimas. “Que essas crianças e famílias sejam acolhidas e possam ter tratamento e acompanhamento. A educação sexual nas escolas é de extrema importância porque ajuda a evitar esse tipo de coisa, crianças e adolescentes encontram uma rede para denunciar esses crimes com mais facilidade”, apontou a atriz. Nos comentários da publicação, outros atores se mostraram surpresos e abalados com o caso. Lúcia Veríssimo, que trabalhou com Alice na série do Globoplay “Rensga Hits!” e contracenou com Dumont em várias ocasiões, disse estar absolutamente chocada. “Jamais passou pela minha cabeça, em nenhum momento, que ele pudesse praticar esses atos”, escreveu. “Isso é que na verdade o mais me chocou de toda essa história. O fato de que realmente podemos conviver com as maiores patologias ao nosso lado sem nos darmos conta.” A atriz Alexandra Richter também se disse em choque com o caso. “Sim, Alice, muito chocante e revoltante”, concordou Malu Galli. “Que absurdo”, comentou Tatá Werneck. “Horrível”, descreveu Pathy de Jesus. “Um baque. Que horror! Que triste. Sem palavras”, acrescentou Bárbara Reis. “Muito triste tudo, mana”, disse o ator Ernani Moraes, sentimento refletido também por Myrian Rios (“Tristeza”), Lucy Alves (“Muito triste”) e Carol Castro, que postou emojis com cara de choro e soltou: “Ai, ai”. Daphne Bozaski, que interpretou a filha de Dumont em “Nos Tempos do Imperador”, último trabalho do ator exibido na Globo, compartilhou uma publicação defendendo a educação sexual na infância. “Precisamos estar abertos e conversar com nossas crianças sobre educação sexual. Eu, mãe de um menino, preciso dizer para ele o limite, preciso ensinar que o corpo do outro deve ser respeitado, preciso ensiná-lo a se respeitar também”, ela escreveu nos stories do Instagram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alicewegmann)

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  • Etc

    José Dumont é investigado por abuso de segundo menor no Rio

    17 de setembro de 2022 /

    Além de ser investigado pelo envolvimento com uma criança de 12 anos, José Dumont, preso em flagrante na quinta-feira (15/9) com conteúdo de pornografia infantil, é suspeito em outro caso envolvendo criança da mesma idade. O jornal Extra teve acesso ao pedido de busca e apreensão do ator, onde o juiz Daniel Werneck Cotta indica que haveria uma outra potencial vítima de abuso. Em um trecho da decisão, Cotta cita duas observações feitas pelos agentes investigadores: “Em sua representação, justifica a autoridade policial que a prisão temporária seria necessária ‘à identificação de uma outra criança de idade semelhante à de X. (nome da criança), vítima em potencial do investigado’ e que ‘É importante investigá-lo, já que diversas outras crianças já podem ter sido alvo do suspeito. Importante frisar que, caso seja detido, outras crianças podem aparecer imputado ao ator fato semelhante'”. Durante o cumprimento do mandato, a polícia encontrou mais de 240 fotos e vídeos impróprios de crianças e adolescente no celular e computador do ator, realizando sua prisão em flagrante. Em sua defesa, José Dumont alega que o conteúdo seria objeto de estudos para o papel de explorador de menores que faria na novela do Globoplay, “Todas as Flores”. Após a prisão, ele foi demitido da novela. Dumont também é investigado por pedofilia na Paraíba desde 2013. Responsável pela denúncia, o Ministério Público Estadual pretende retomar a investigação após a prisão do artista no Rio de Janeiro. O crime teria acontecido em 2009 em Cabedelo, onde Dumont tinha um apartamento. Os documentos que chegaram à imprensa trazem depoimentos de duas testemunhas, que alegam ter presenciado abusos por parte do ator contra um grupo de meninos. Na ação que corre na 1ª Vara Mista de Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa, Dumont é indiciado pelo crime de estupro de vulnerável.

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  • Etc

    Larissa Manoela comemora 47 milhões de seguidores com novo visual

    17 de setembro de 2022 /

    A atriz Larissa Manoela comemorou neste sábado (17/9) a marca de 47 milhões de seguidores conquistados no Instagram. E celebrou o feito publicando as primeiras fotos de seu novo visual, com cabelos curtos. “Felizinha com o novo visual e os 47 milhões. Brigada por estarem aqui, me seguindo, acompanhando e me apoiando! Minha família virtual, valeeeeeu!”, ela escreveu na legenda, acompanhando as fotos. Larissa tinha cortado o cabelo um dia antes. Ela publicou um vídeo no Instagram mostrando a ida ao cabelereiro e explicou no Twitter que precisava cuidar do couro cabeludo após usar mega-hair por muito tempo. “Agora que vocês já viram, tenho que confessar. Eu estava com muito receio desse novo visual. Até porque ele é meu próprio. Não é para personagem, não é para trabalho! Foi para minha saúde capilar. Eu precisava dessa mudança e desse respiro”, afirmou. “Meu cabelo, há anos, é meu instrumento de trabalho. Comecei as mudanças muito cedo. E eu amo mudar em prol da minha profissão, das minhas personagens, eu tenho zero pudor e zero apego com meus fios com relação ao trabalho”, continuou. Entretanto, essas mudanças artificiais de cor e tamanho deixaram a saúde do couro cabeludo ficou ameaçada. “Por recomendação, conselhos de quem me ama e quer meu bem, e depois de um processo de aceitação, eu decidi que o melhor a se fazer era tirar meu mega, deixar meu couro cabeludo descansar e mergulhar num corte descolado e moderno. Não foi fácil desapegar”, comentou. “Eu amo meu cabelo comprido. Mas de verdade fazia um tempo que ele não era meu mesmo. Era meu porque eu comprei, mas digo desde a raiz. Acho que agora é a chance dele crescer saudável e com volume. Minha sorte é que meu cabelo é meu melhor amigo”, declarou. Ao final, ela ainda agradeceu aos fãs. “Eu aceitei e mudei. Foi um tiquinho dolorido? Foi. Quase me arrependi e pensei em desistir. Por pouco não fiz? Sim. Mas, no fim, amei essa nova versão do meu fiel amigo. E estou amando ainda mais esse feedback que vocês estão me dando. Obrigada por me amarem e me apoiarem”, encerrou ela. Nos comentários das fotos do Instagram, os seguidores de Larissa Manoela a tranquilizaram, dizendo que ela ficou linda. “Perfeita”, escreveu um. “Parabéns, lindona”, disse outro. “Maravilhosa demais”, e assim por diante. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Larissa Manoela (@larissamanoela)

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  • Música,  Série

    Ator de “Rensga Hits” descobriu tumor em exame para cantar na série: “Salvou minha vida”

    17 de setembro de 2022 /

    O ator Alejandro Claveaux, que está nas séries “Maldivas”, da Netflix, e “Rensga Hits!”, da Globoplay, descobriu um tumor na laringe durante a preparação para o segundo trabalho, em que deu vida ao cantor sertanejo Deivid Cafajeste. Todos os atores envolvidos em números musicais tiveram que passar por um exame, a laringoscopia, para verificar a situação das cordas vocais, e o laudo de Alejandro detectou que ele tinha um tumor na região. O artista conta que foi orientado a fazer uma cirurgia o mais rápido possível para tirar a massa, que poderia ser maligna. Mas diante da recuperação difícil do procedimento, que o impediria de falar e cantar por algum tempo, optou por adiar a cirurgia até terminar as gravações da série. “Eu ia começar a fazer as aulas de canto e, se fizesse essa cirurgia, teria que ficar um tempo sem falar ou cantar, e eu disse que iria terminar o trabalho primeiro. Assumi o risco”, contou ao jornal O Globo. Apesar disso, ele afirmou que a série salvou sua vida, já que o diagnóstico precoce de tumores na região da garganta é raro. “Mesmo se a série fosse ruim, ela salvou minha vida, porque eu nunca iria fazer esse exame, e o médico disse que esse tipo de tumor não dá sinal. Quando você vê, já foi”, explicou. O ator aguardou os quatro meses de gravação de “Rensga” para fazer a retirada do tumor, que era benigno. Apesar do alívio após o breve tratamento, ele destaca que viveu um “momento horrível” durante a espera para a cirurgia, temendo perder a voz por causa do problema de saúde. “Foi um momento horrível, estranho. Assisti ao documentário do Val Kilmer (ator de 62 anos, diagnosticado com um câncer na garganta em 2014 e que atualmente precisa de um aparelho para auxiliar a fala) e surtei, mas não deixei transparecer. Imagina a tragédia que é para um ator não poder falar?”, concluiu.

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  • Etc

    André Gonçalves faz acordo sobre pensão alimentícia e se retrata: “Dever de um pai”

    17 de setembro de 2022 /

    O ator André Gonçalves chegou a um acordo sobre as dívidas de pensão alimentícia com a filha mais velha, Manuela, de 23 anos, e a mãe dela, a atriz Tereza Seiblitz. Ficou acertado um prazo de três anos para que ele possa se recuperar financeiramente – ele se encontra desempregado – e retomar a quitação. Neste período, a dívida, que atualmente é de R$ 136.018,34, ficará congelada. O acordo também inclui um vídeo divulgado na sexta (16/9), no qual o artista admite não ter cumprido compromissos assumidos anteriormente e ter sido um pai ausente. André começa o vídeo em tom de retratação por “declarações injustas” sobre Manuela. “Declaro ainda que Manuela nunca tentou me prender, como eu disse em uma entrevista no YouTube em dezembro de 2021. Manuela inclusive propôs um acordo para que eu não fosse preso em 2020. Eu aceitei mas acabei não cumprindo”, diz o ator. O artista também apontou que sua filha só assumiu o processo judicial para o pagamento da dívida, aberto por sua mãe, porque havia completado 18 anos, tornando-se maior de idade. “Venho desde muitos anos lidando com o assunto por meio de advogados por iniciativa minha. Dentro deste período deixei de pagar o combinado diversas vezes e hoje eu percebo que quando eu deixei de pagar os alimentos, a mãe dela teve que se responsabilizar por isso sozinha”, continuou. “A situação em que me encontro agora não é por culpa dos meus filhos e sim consequência das minhas escolhas. Eu não fui presente na criação da Manuela, faltei a compromissos e fiz com que Manuela me esperasse diversas vezes e, em muitas delas, não compareci. Pensão não é favor. Pensão é obrigação, é o dever de um pai e o direito de um filho”, finalizou. Recentemente, Manuela produziu um filme sobre o tema. “ausência paterna”, baseado em suas vivências pessoais. O média-metragem será apresentado como trabalho de conclusão do curso Comunicação Social/Cinema na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). “Chorei muito editando esse filme, durante todo o processo”, desabafou a jovem, em publicação nos Stories do Instagram. “O filme é sobre ausência paterna e seus desdobramentos”, contou ela, em outro post, alegando que não disponibilizará o filme nas redes, “porque tem assuntos bem delicados”. Além da dívida com Manuela, André Gonçalves também deve pensão alimentícia de sua outra filha, Valentina, em processo movido por sua ex-mulher, a jornalista e atriz Cynthia Benini. Foi este processo que o levou a cumprir 60 dias de prisão domiciliar. O ator retirou a tornozeleira eletrônica no dia 6 de setembro. Por conta disso, ele teve encerrada sua participação na série “Impuros”, seu único trabalho.

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  • Série

    Streaming de “Grey’s Anatomy” será exclusivo da Star+ no Brasil

    17 de setembro de 2022 /

    A 18º temporada de “Grey’s Anatomy” chegará ao Brasil exclusivamente pela plataforma Star+. A informação foi revelada na sexta (16/9) nas redes sociais do serviço de streaming. Além disso, as temporadas anteriores também deixarão a plataforma Amazon Prime Video em duas semanas, acabando com a divisão de sua propriedade no país. Apesar de ter sido lançada em 2005, “Grey’s Anatomy” segue como a série mais vista entre o público adulto da TV americana, empatada com “This Is Us”, que se despediu em 2022. A temporada mais recente marcou a exibição do 400º episódio da atração médica e a despedida de três atores do elenco fixo: Richard Flood, intérprete do Dr. Cormac Hayes, Greg Germann, intérprete do Dr. Tom Koracick, e Jesse Williams, que viveu o cirurgião Jackson Avery por 12 temporadas. A estreia da 18º temporada está marcada para 5 de outubro na Star+. A série vai voltar para seu 19º ano de produção em 19 de outubro na TV dos EUA. Meredith Grey está pronta para enfrentar novos dramas, dentro e fora do centro cirúrgico.#GreysAnatomy, temporada 18. Estreia em 5 de outubro, só no #StarPlusBr. pic.twitter.com/VOGQAzMKL9 — Star+ Brasil (@StarPlusBR) September 16, 2022

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  • Filme

    Henry Silva, famoso por viver vilões, morre aos 95 anos

    17 de setembro de 2022 /

    O ator Henry Silva, que marcou época com uma sucessão de vilões famosos, morreu na quarta (14/9) de causas naturais num hospital para veteranos de Hollywood em Woodland Hills, Califórnia, aos 95 anos. Com mais de 130 papéis em filmes e séries, ele raramente viveu mocinhos, mas sempre roubou a cena dos heróis. O nova-iorquino treinado no Actors Studio fez sua estreia na tela grande em 1952, como um bandoleiro de “Viva Zapata!”, western de Elia Kazan estrelado por seu colega de curso Marlon Brando. E seguiu sendo pistoleiro em vários outros westerns clássicos da década, como “Resgate de Bandoleiros” (1956), “Duelo na Cidade Fantasma” (1958), “Na Rota dos Proscritos” (1958), “Estigma da Crueldade” (1958) e “Na Encruzilhada dos Facínoras” (1959). Sua transição para o papel de gângster aconteceu na versão original de “Onze Homens e um Segredo” (1960), onde interpretou um dos ladrões da turma de Frank Sinatra. Dois anos depois, os dois acabaram em lados opostos na comédia “Os Três Sargentos” e no thriller “Sob o Domínio do Mal”, um dos melhores filmes de espionagem já feitos, sobre um complô para assassinar um político e estabelecer uma ditadura nos EUA – liderada, claro, por Silva. Ele ainda foi um irmão postiço malvado de Jerry Lewis na comédia “Cinderelo sem Sapato” (1960) e fez vários papéis que hoje lhe renderiam cancelamento, incluindo um indígena caricato em “Os Três Sargentos” (1962), um asiático de “yellow face” em “The Return of Mr. Moto” (1964) e um terrorista árabe em “O Homem com a Lente Mortal” (1982). Mas também foi estereotipado como mafioso. O motivo foi o sucesso de seu papel como Johnny Cool no filme homônimo de William Asher, traduzido no Brasil como “O Mensageiro da Vingança” (1963). O personagem era um gângster americano que faz amizade com um mafioso e recebe a missão de eliminar seu inimigos em Nova York. Com muita matança, o filme ficou famoso pela glamourização da violência, sem poupar nem a co-protagonista Elizabeth Montgomery (antes de virar “A Feiticeira”). Depois disso, Silva fez vários filmes de máfia na Itália, transformando-se, inclusive, num poderoso “O Chefão” (1972). O ator ficou quase toda a década de 1970 trabalhando no cinema italiano, voltado aos EUA apenas para viver Kane, o antagonista do herói espacial Buck Rogers no piloto da série de 1979. Mas após algumas séries e longas, como o visionário “O Homem com a Lente Mortal”, que basicamente previu o atentado de 11 de setembro e o falso pretexto para a invasão do Iraque, voltou à Itália. Desta vez, para viver vilões de filmes de ação tão ruins que se tornaram cultuados, com destaque para a sci-fi “Fuga do Bronx” (1983) – “inspirada” em “Fuga de Nova York” (1981). Esta experiência trash lhe rendeu o convite para interpretar a si mesmo na comédia “As Amazonas da Lua” (1986), de John Dante. Ele ainda se divertiu em papéis pequenos nas comédias “Um Rally Muito Louco” (1984), estrelado por Burt Reynolds, e “A Louca Corrida do Ouro” (1984), com a drag queen Divine, antes de retomar os papéis de vilão tradicional, enfrentando Chuck Norris em “Código do Silêncio” (1985), Steven Seagal em “Nico, Acima da Lei” (1986) e o detetive de quadrinhos “Dick Tracy” (1990). Silva também dublou o vilão Bane nos desenhos animados de Batman dos anos 1990, e se despediu com filmes bem famosos na reta final da carreira: “O Fim da Violência” (1997), de Win Wenders, e “Ghost Dog: Matador Implacável” (1999), de Jim Jarmusch. Sua última aparição nas telas foi há 21 anos, numa pequena figuração-homenagem no remake de “Onze Homens e um Segredo” em 2001, dirigido por Steven Soderbergh. No Twitter, a cantora Deana Martin, filha de Dean Martin, com quem Silva também trabalhou no “Onze Homens e um Segredo” original, chamou o ator de “um dos homens mais legais, gentis e talentosos que tive o prazer de chamar de meu amigo”. Silva foi casado de 1966 a 1987 com Ruth Earl – uma atriz-dançarina que apareceu com sua irmã gêmea idêntica, Jane, em shows de Las Vegas e em filmes como “Irma la Douce” e “O Parceiro de Satanás” – e eles tiveram dois filhos, Michael e Scott.

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