“A Diplomata” lidera ranking de séries mais vistas na Netflix
Pela segunda semana consecutiva, “A Diplomata” foi a série mais assistida da Netflix. Estrelada por Keri Russel (“The Americans”), a produção lidera o ranking com 66,4 milhões de horas exibidas. O número representa um aumento significativo em relação a sua semana de estreia (20/4), que marcou 57,5 milhões de horas exibidas. A 2ª temporada de “Sweet Tooth” é outro grande sucesso na Netflix, ficando em 2º lugar com 48,34 milhões de horas exibidas. A estreia da nova temporada, que chegou à plataforma em 27 de abril, também levou a primeira temporada de volta ao Top 10 geral do streaming, ocupando a 6ª posição. Em 3º lugar está a 2ª temporada de “Amigas Para Sempre”, que trouxe os sete episódios finais da série, marcando o 43,49 milhões horas. Enquanto isso, “O Agente Noturno” caiu para o 4º lugar, com mais de 37,6 milhões de horas exibidas, ainda bastante impressionante depois de mais de um mês de sua estreia. Com Gabriel Basso (“Super 8”) no papel principal, a produção surpreendeu como um dos maiores sucessos recentes do streaming, tornando-se a 5ª série em inglês mais vista da Netflix em todos os tempos. Abaixo de “Agente Noturno”, a série “Treta” marca a 5ª posição, com 24,48 milhões de horas exibidas. Outros retornos a lista os mais assistidos incluem as novas temporadas de “Casamento às Cegas” e “Casamento à Indiana”, ambos reality shows de relacionamentos. Confira os trailers das séries em inglês mais vistas da Netflix na última semana. 1 | A DIPLOMATA | NETFLIX 2 | SWEET TOOTH | NETFLIX 3 | TRETA | NETFLIX 4 | AMIGAS PARA SEMPRE | NETFLIX 5 | TRETA | NETFLIX
Orçamento de “The Flash” é divulgado e surpreende
A Warner Bros. enfrenta um momento turbulento com o universo compartilhado de filmes da DC Studios, mas a nova direção comandada por James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e Peter Safran (“O Esquadrão Suicida”) promete trazer novos ares para o estúdio. “The Flash” é o longa que encerra a fase iniciada pelos filmes de Zack Snyder e, apesar de muitas participações especiais e refilmagens, surpreendeu por ter um orçamento “modesto”. Em um perfil sobre Paul Austerberry, o designer de produção vencedor do Oscar que trabalhou em “The Flash”, o canal canadense CBC relatou que o filme foi todo produzido por “cerca de US$ 220 milhões”. Apesar de ser bastante elevado, o valor é bem mais abaixo do que a suposição de US$ 300 milhões que circulou no ano passado. Este foi o valor que custou “Liga da Justiça” em 2017. Também tem um custo bem menor que o fracassado “Adão Negro”. O filme estrelado por Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos”) estreou nos cinemas em outubro com um rendimento muito abaixo do esperado – apenas US$ 393,2 milhões em todo o mundo. Inicialmente, o orçamento aprovado para sua filmagem era de US$ 190 milhões, que foi posteriormente aumentado para US$ 260 milhões. Gerando expectativa entre os fãs de super-heróis, “The Flash” foi exibido na íntegra na CinemaCom, evento para donos de cinema dos EUA, e a recepção foi bastante positiva. Dentre vários pontos atrativos, o longa protagonizado por Ezra Miller (“Liga da Justiça”) aposta no multiverso, trazendo atores como Michael Keaton (“Birdman”) e Ben Affleck (“Garota Exemplar”) de volta ao papel de Batman. Na reportagem da CBC, Austerberry explicou que uma boa parte do orçamento de design do filme foi destinada à recriação de elementos dos filmes do Batman de Tim Burton, como a Batcaverna de “Batman Returns” (1992), que acabou sendo praticamente reconstruída para a produção. Outra criação que recebeu destaque foi o icônico Batwing, avião em formato de morcego, que passou por modificações e atualizações para se adequar ao universo de The Flash. “O truque era garantir que parecesse mais moderno do que o original, mas ainda tinha que seguir algumas dicas de design do original”, explicou Austerberry. “The Flash” chega aos cinemas brasileiros em 15 de junho, um dia antes do lançamento nos EUA.
Emma Watson revela motivo da pausa na carreira: “Não estava muito feliz”
Emma Watson explicou a razão pela qual decidiu se afastar da atuação. A última vez que a atriz apareceu nas telas foi no filme “Adoráveis Mulheres”, dirigido por Greta Gerwig (“Barbie”). O longa foi lançado em 2019 e recebeu seis indicações ao Oscar, incluindo para Melhor Filme, a principal categoria da premiação. Desde então, a atriz não aceitou participar de mais projetos. “Não estava muito feliz, para ser sincera, acho que me senti um pouco enjaulada”, revelou. “A única coisa que achei realmente difícil foi que eu tinha que sair e vender algo sobre o qual eu realmente não tinha muito controle. Ficar na frente de um filme e fazer com que todos os jornalistas perguntassem: ‘Como isso se alinha com o seu ponto de vista?’ Foi muito difícil ter que ser o rosto e porta-voz de coisas em que não consegui me envolver no processo”. “Fui responsabilizada de uma forma que comecei a achar realmente frustrante, porque não tinha voz, não tinha voz. E comecei a perceber que só queria ficar na frente de coisas onde, se alguém fosse me criticar, eu poderia dizer, de uma forma que não me fizesse me odiar: ‘Sim, eu estraguei tudo, foi minha decisão, eu deveria ter feito melhor.’”, continuou. Apesar de “Adoráveis Mulheres” ter sido o projeto mais recente de Watson como atriz, ela também participou do especial “Harry Potter: De Volta a Hogwarts”, como ela mesma. A comemoração celebrou os 20 anos da estreia de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, responsável por lançar sua carreira como atriz com a personagem Hermione Granger. Durante seu afastamento, Watson se aventurou como escritora e diretora. Como resultado, ela produziu e estreou uma campanha da Prada no ano passado. “As pessoas sempre me disseram que eu deveria dirigir e produzir, mesmo quando estava em Harry Potter”, disse ela. “Eu estava preocupada que fosse apenas técnico, não criativo e não pudesse trazer o que acho que é provavelmente o meu conjunto de habilidades. Ser diretor parecia inatingível. Acho que não tinha confiança nisso. Eu sei que parece estranho. Quero dizer, eu cresci em um set de filmagem”, disse ela. No momento, Watson não descarta um retorno como atriz. “Sim, com certeza. Mas estou feliz em sentar e esperar pela próxima coisa certa. Eu amo o que eu faço. É encontrar uma maneira de fazer isso sem ter que me dividir em rostos e pessoas diferentes. E eu simplesmente não quero mais mudar para o modo robô. Isso faz sentido?” Além dos longas citados, a atriz também é conhecida pelos seus trabalhos em “As Vantagens de Ser Invisível” (2012) e “Bela e a Fera” (2017).
Spin-off de “Bosch” é renovado para 3ª temporada
A série “Bosch: Legacy” foi renovada para 3ª temporada pela Freevee, plataforma gratuita de streaming da Amazon Prime Video. Spin-off da série de sucesso “Bosch”, a produção ganhou o sinal verde para seu 3º ano antes mesmo da 2ª temporada estrear. As histórias são baseadas na saga literária “Bosch”, escrita por Michael Conelly. “Que presente e alegria poder mergulhar nesses personagens novamente e levar suas histórias ainda mais longe”, disse Connelly. “Dez anos atrás, começamos esta jornada incrível, em parceria com o Prime Video e agora com o Amazon Freevee, e eu não poderia estar mais feliz com o que fizemos e faremos.” Criada por Eric Ellis Overmyer (“Treme”), “Bosch: Legacy” acompanha Harry Bosch, um detetive linha dura de Los Angeles. A série principal teve sete temporadas, exibidas na Amazon Prime Video. Após a conclusão, o personagem-título, vivido por Titus Welliver, continuou sua história no spin-off “Bosch: Legacy”. Além disso, outras duas séries derivadas também foram anunciadas pelo streaming neste ano e enfatizam o desejo da Amazon em explorar o universo de “Bosch”. Uma das produções dará foco ao detetive Jerry Edgar (interpretado por Jamie Hector na série original), enquanto a outra será sobre a detetive Renee Ballard, uma personagem frequente nos livros de Michael Connelly. Ainda não há previsão de estreia para ambas. “Bosch: Legacy” é protagonizada por Titus Welliver, Anthony Gonzales e Mimi Rogers, dando continuidade ao sucesso da série original. Com uma 1ª temporada aclamada pela crítica e sucesso entre o público, a série estreou em maio de 2022. A 2ª temporada deve ser lançado ainda em 2023. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Amazon Prime Video.
Netflix anuncia nova comédia dramática com Vera Farmiga
A Netflix encomendou uma nova série de comédia dramática com Vera Farmiga, de “Bates Motel” e “Invocação do Mal”. Inspirada na obra “The Pink Marine”, um livro de memórias do fuzileiro naval americano Greg Cope White, a série foi intitulada “The Corps” e terá 10 episódios na temporada de estreia. De acordo com o Deadline, a trama se passa nos anos 1990 e acompanha Cameron, um estudante gay vítima de bullying no Ensino Médio, que se junta ao Corpo de Fuzileiros Navais com seu melhor amigo hétero, Ray – um movimento perigoso quando ser gay e participar do exército significava prisão ou pior. Enquanto os dois amigos embarcam no campo de treinamento do Corpo de Fulizeiros Navais, onde as minas terrestres são literais e metafóricas, eles se juntam a um pelotão de jovens em uma jornada angustiante e transformadora. Farmiga interpreta a mãe do protagonista, uma mulher narcisista que fica sem entender quando o filho decide se tornar um “homem de verdade” e virar militar. O protagonista será interpretado pelo ator Miles Heizer (“13 Reasons Why”) e seu melhor amigo será vivido por Liam Oh (“The Thing About Harry”). A série é criação de Andy Parker (“Amor e Trapaças”), enquanto o veterano da comédia Norman Lear (“All in the Family”) e Scott Hornbacher (“Mad Men”) atuam na produção executiva. O autor da obra que inspira a série, Greg Cope White, também colabora como roteirista e produtor. “The Corps” ainda não tem previsão de estreia divulgada pela Netflix.




