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    Quarto filme da franquia Sobrenatural ganha trailer centrado na infância da médium Elise

    6 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer legendado de “Sobrenatural: A Última Chave”, quarto filme da franquia de terror criada por James Wan e Leigh Whannell (mesma dupla responsável por “Jogos Mortais”). A prévia revela uma espécie de história de origem, apesar de o filme anterior ter se apresentado justamente como isso, tendo o título de “Supernatural: A Origem” (2015). Ao atender uma nova vítima de assombração, a trama de “Sobrenatural: A Última Chave” leva a médium Elise Rainier (Lin Shaye) de volta à casa de sua família, onde testemunhou na infância sua primeira atividade paranormal. O vídeo é repleto de flashbacks, que realça a evolução da personagem, enquanto ela enfrenta os terrores do presente. Elise era apenas coadjuvante no filme de 2010, mas virou o elemento constante da franquia, junto com seus dois assistentes, vividos por Angus Sampson e o próprio Leigh Whannell. Além de coestrelar, ele continua como roteirista e produtor, mas, após estrear como diretor em “Supernatural: A Origem”, deixou a direção do novo longa com Adam Robitel (“A Possessão de Deborah Logan”). Por sua vez, o cineasta James Wan só aparece como produtor. O elenco da nova história inclui Kirk Acevedo (séries “Fringe” e “13 Monkeys”), Josh Stewart (série “Shooter”), Bruce Davison (“X-Men”), Spencer Locke (“Resident Evil 4: Recomeço”), Caitlin Gerard (“Magic Mike”), Hana Hayes (série “The Grinder”), Tessa Ferrer (série “Grey’s Anatomy”) e Marcus Henderson (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 18 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Aquarius vence o irrelevante Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

    6 de setembro de 2017 /

    “Aquarius” venceu seu Oscar, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, versão nacional da cerimônia da Academia americana, realizada pela Academia Brasileira de Cinema. O evento do “Oscarito”, ou melhor, Grande Otelo, como se chama o troféu, aconteceu na noite de terça (5/9) no Teatro Municipal, numa cerimônia confusa, que deu mais atenção ao tapete vermelho, repleto de celebridades e paparazzi, do que à transmissão televisiva do Canal Brasil, graças à cenografia pensada apenas para o público do teatro. Além de Melhor Filme, “Aquarius” também recebeu o prêmio de Direção, mas Kleber Mendonça Filho não compareceu à festa do “Oscar nacional”. Quem discursou foi a produtora Emilie Lesclaux, que disse que a equipe gostaria de “dedicar o prêmio a todos que no Brasil trabalham com cultura”. Ironicamente, Sonia Braga, responsável pelo sucesso internacional do longa, não foi premiada. Quem recebeu o troféu de Melhor Atriz foi Andréia Horta, pela cinebiografia de “Elis”. Foi o prêmio mais importante da produção, que dominou as categorias técnicas – com vitórias em Fotografia, Montagem, Direção de Arte, Trilha Sonora Original, Som, Maquiagem e Figurino. Por sinal, o domínio de “Elis”, com oito troféus, não reflete, de forma alguma, como o filme de Hugo Prata foi considerado em sua passagem diante de outros júris – o Festival de Gramado lhe concedeu apenas vitórias de Atriz e Montagem contra somente outros cinco filmes. As qualidades até então ocultas de “Elis” poderiam se beneficiar de uma redescoberta, caso o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro fosse relevante. Como premia em setembro filmes exibidos no ano anterior, o “Oscar nacional” é tão útil quanto um tapinha nas costas. Nada acrescenta às produções, que já encerraram seu ciclo comercial, inclusive com exibições na TV, lançamentos em DVD (cadê os blu-rays nacionais?) e streaming. A cada ano que passa, mais e mais críticos do troféu do parceiro do Oscarito chamam atenção para o problema de calendário do evento. Mas a falta de iniciativa mantém a premiação no fim da fila, de modo que os dois Kikitos em Gramado continuam a valer cem vezes mais que os oito Grandes Otelos de “Elis”. A falta de relevância do evento em relação ao mundo real é tanta que parte da cerimônia foi ocupada por depoimentos de cineastas sobre a importância do cinema. Sério: um evento que premia cinema, com uma plateia formada por gente que faz cinema, transmitido num canal de cinema, fez questão de reafirmar que cinema é… importante. Mas importante mesmo era o troféu valer alguma coisa. Para isso, precisaria se valorizar. Dicas: antecipar para o começo do ano, fazer uma cerimônia para a TV e não para os amigos presentes, não filosofar sobre o óbvio, não dividir as já inúmeras categorias entre dois premiados e não dar um troféu de melhor roteiro para “Minha Mãe É uma Peça 2”. Vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2017 Melhor Filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho Melhor Direção Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) Melhor Ator Juliano Cazarré (“Boi Neon”) Melhor Atriz Andréia Horta (“Elis”) Melhor Ator Coadjuvante Flavio Bauraqui (“Nise – O Coração da Loucura”) Melhor Atriz Coadjuvante Laura Cardoso (“De Onde Eu Te Vejo”) Melhor Roteiro Original Domingos Oliveira (“BR716”) e Gabriel Mascaro (“Boi Neon”) Melhor Roteiro Adaptado Fil Braz e Paulo Gustavo (“Minha Mãe É uma Peça 2”) e Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco (“Big Jato”) Melhor Montagem de Documentário Renato Vallone, “Cinema Novo” Melhor Montagem de Ficção Tiago Feliciano (“Elis”) Melhor Direção de Fotografia Adrian Teijido (“Elis”) e Diego Garcia (“Boi Neon”) Melhor Direção de Arte Frederico Pinto (“Elis”) Melhor Trilha Sonora Mateus Alves (“Aquarius”) Melhor Trilha Sonora Original Otavio de Moraes (“Elis”) Melhor Som Jorge Rezende, Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Eduardo Virmond Lima (“Elis”) Melhores Efeitos Visuais Marcelo Siqueira (“Pequeno Segredo”) Melhor Maquiagem Anna Van Steen (“Elis”) Melhor Figurino Cristina Camargo (“Elis”) Melhor Comédia “O Shaolin do Sertão”, de Halder Gomes Melhor Documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, e “Menino 23 — Infâncias Perdidas no Brasil”, de Belisario Franca. Melhor Filme Estrangeiro “A Chegada”, de Denis Villeneuve Melhor Curta de Ficção “O Melhor Som do Mundo” de Pedro Paulo de Andrade Melhor Curta de Animação “Vida de Boneco”, de Flávio Gomes Melhor Curta de Documentário “Buscando Helena”, de Ana Amélia Macedo e Roberto Berliner

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  • Filme

    Dan Stevens vive Charles Dickens em imagens e trailer de fantasia natalina

    6 de setembro de 2017 /

    A Bleeker Street divulgou duas fotos, o pôster e o primeiro trailer de “The Man Who Invented Christmas”, em que Dan Stevens (“A Bela e a Fera”) dá vida ao escritor Charles Dickens. A prévia gira em torno da gênese do clássico “Um Conto de Natal”, mostrando a inspiração para a história natalina mais famosa de todos os tempos. Com tom fantasioso, os personagens ganham vida e conversam com o escritor, enquanto ele corre para terminar a história dentro do prazo de seus editores. A trama é uma adaptação do livro “O Homem que Inventou o Natal”, de Les Standiford, que encontra Dickens em outubro de 1873, desacreditado após o fracasso de seus três últimos livros. Rejeitado pelos editores, ele começou a escrever a história que se tornaria sua obra mais conhecida, “Um Conto de Natal”. O elenco também destaca Christopher Plummer (“Toda Forma de Amor”) como Scrooge e Jonathan Pryce (o Alto Pardal da série “Game of Thrones”) como o pai de Dickens. A direção é de Bharat Nalluri (“Spooks: O Mestre Espião”) e o roteiro foi escrito por Susan Coyne (roteirista da série brasileira “Som & Fúria”). “The Man Who Invented Christmas” estreia no dia 22 de novembro nos cinemas americanos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Boneco de Neve: Suspense com Michael Fassbender ganha novo trailer legendado e repleto de spoilers

    6 de setembro de 2017 /

    A Universal divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Boneco de Neve”. A prévia é tensa e gélida, mas revela demais, desde mortes de personagens até uma reviravolta muito importante. Mistério costumava ser crucial para filmes de suspense, mas hoje em dia o próprio estúdio faz spoiler oficial em sua divulgação. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Jo Nesbø (“Headhunters”), considerado o grande mestre do suspense nórdico. Trata-se da sétima publicação de uma série literária dedicada ao detetive Harry Hole, papel interpretado no filme por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”). Na trama, ele investiga o desaparecimento da mãe de um menino, que acaba revelando a atividade mórbida de um serial killer obcecado por degolar mulheres e usá-las em bonecos de neve mórbidos. O projeto esteve em desenvolvimento durante anos no estúdio Universal e quase foi dirigido por Martin Scorsese, após “A Invenção de Hugo Cabret” (2011). O roteiro é o mesmo desta época, escrito por Matthew Michael Carnahan (“Guerra Mundial Z”) e revisado por Hossein Amini (“Drive”). Curiosamente, a Universal acabou optando por um cineasta escandinavo. A direção ficou a cargo do sueco Tomas Alfredson (de “Deixa Ela Entrar” e “O Espião que Sabia Demais”). Além dele, a principal personagem feminina também é vivida por uma atriz sueca, Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Nação Secreta”). Sem esquecer que entre os coadjuvantes está a estrela da série nórdica “Bron/Broen”, a sueca Sofia Helin. O elenco ainda inclui Val Kilmer (“Tom Sawyer & Huckleberry Finn”), Chloë Sevigny (série “Bloodline”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Jamie Clayton (série “Sense8”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”) e os ingleses James D’Arcy (série “Agent Carter”) e Toby Jones (série “Wayward Pines”). A estreia está marcada para 2 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Mayor: Nova série de comédia com Lea Michele ganha pôsteres e comerciais

    6 de setembro de 2017 /

    A rede ABC divulgou dois pôsteres e dois comerciais da nova série de comédia “The Mayor”. A prévia gira em torno da eleição de um rapper negro da periferia para a prefeitura – uma ideia parecida à vista no filme “Ali G Indahouse” (2002). Criada por Jeremy Bronson (roteirista de “The Mindy Project”), a série gira em torno de um jovem rapper iniciante que resolve se candidatar a prefeito para tornar seu nome conhecido e conseguir um contrato com uma gravadora. Mas, como mostram os vídeos, ele se sai muito melhor que o esperado e acaba sendo eleito. O elenco destaca Brandon Micheal Hall (série “Search Party”) como o prefeito rapper, Yvette Nicole Brown (série “The Odd Couple”) como sua mãe e Lea Michele (série “Scream Queens”), ex-funcionária do candidato rival, que vira chefe do gabinete do jovem inexperiente. David Spade (“Gente Grande”) também participa como o adversário político. O piloto foi dirigido por James Griffith (série “Episodes”) e a estreia vai acontecer em 3 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Star Wars: Episódio IX perde o diretor

    5 de setembro de 2017 /

    Colin Trevorrow (“Jurassic World”) não é mais o diretor de “Star Wars: Episódio IX”, o filme que encerra a terceira trilogia espacial da Lucasfilm. O anúncio foi feito pelo estúdio nesta terça-feira (5/9). “Colin tem sido um colaborador maravilhoso ao longo do processo de desenvolvimento, mas todos chegamos à conclusão de que nossas visões para o projeto diferem. Desejamos o melhor para Colin e compartilharemos mais informações sobre o filme em breve”, disse a Lucasfilm em comunicado distribuído à imprensa. Ele é o terceiro diretor da franquia dispensado neste ano pela produtora. Em junho, Phil Lord e Chris Miller foram demitidos do spin-off que tem Han Solo como protagonista, e substituídos por Ron Howard. Mas até Gareth Edwards foi substituído, embora sem perder os créditos, durante refilmagens e pós-produção de “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). O diretor e roteirista Tony Gilroy (“O Legado Bourne”) refez diversas cenas daquele filme. E não se pode esquecer de Josh Trank, que foi dispensado antes de iniciar qualquer trabalho, baseado apenas nos problemas de bastidores de “Quarteto Fantástico” (2015). Segundo o site The Hollywood Reporter, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, tentou evitar ao máximo a saída de Trevorrow, pouco tempo após a demissão de Lord e Miller, mas o clima entre ela e o diretor do “Episódio IX” era insustentável. Ao final, adiou apenas o anúncio de sua decisão. O THR apurou que Trevorrow teria saído do filme em junho, mesmo mês da demissão de Lord e Miller, quando seu novo filme “The Book of Henry” fracassou nas bilheterias e foi destruído pela crítica norte-americana. A produção nem chegou ao Brasil. Trevorrow deveria escrever e dirigir “Star Wars: Episódio IX”, mas nenhuma das versões da história que ele apresentou agradaram Kathleen Kennedy, que no mês passado decidiu contratar um novo roteirista, o britânico Jack Thorne (“Extraordinário”). Isto teria sido a gota d’água para afastar o cineasta. “Star Wars: Episódio IX” ainda não tem previsão para começar a ser filmado, mas a estreia está marcada para 24 de maio de 2019. Já o próximo capítulo da saga espacial, “Star Wars: Os Últimos Jedi”, com roteiro e direção de Rian Johnson, estreia em 14 de dezembro no Brasil.

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  • Música

    Trailer da 4ª temporada de Empire destaca estreia de Forest Whitaker e influência de Dinastia

    5 de setembro de 2017 /

    A Fox divulgou o novo trailer da 4ª temporada de “Empire“, que destaca a nova rivalidade da trama. Dando sequência aos eventos do final da temporada anterior – e pegando a dica noveleira de “Dinastia” – , os produtores aumentaram o papel de Phylicia Rashad na trama para explorar rivalidades femininas. O resultado são duas famílias em pé de guerra, lideradas por suas matriarcas: Diana DuBois (Rashad) versus Cookie Lyon (Taraji P. Henson). A prévia também destaca a estreia do ator Forest Whitaker (“Rogue One: Uma História Star Wars”) na trama. Ele terá um papel recorrente, como um ícone musical e mentor de Lucious (Terrence Howard). A participação marcará o reencontro do ator com o cineasta Lee Daniels e o roteirista Danny Strong, criadores de “Empire”, com quem ele trabalhou anteriormente no filme “O Mordomo da Casa Branca” (2013). Além disso, “Empire” vai retornar em ritmo de crossover, num episódio com participação de integrantes de “Star”. Ambas as séries foram criadas e são produzidas por Lee Daniels em parceria com a 20th Century Fox TV. Os novos episódios dos dois programas estreiam em 27 de setembro nos Estados Unidos, com exibição sequencial.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Rogéria (1943 – 2017)

    4 de setembro de 2017 /

    Morreu a atriz Rogéria, o primeiro travesti a fazer sucesso na TV nacional, que se definia como “o travesti da família brasileira”. Ela vinha lutando contra uma infecção desde julho, sendo internada algumas vezes. Voltou ao hospital nesta segunda (4/9) no Rio de Janeiro, onde veio a falecer poucos horas após a internação, aos 74 anos. Seu nome artístico surgiu em um concurso de fantasias de Carnaval onde se apresentou como Rogério em 1964. Ao final do show, a plateia a ovacionou aos gritos de Rogéria. A partir daí, nunca mais usou o nome de batismo, Astolfo Barroso Pinto, a não ser como piada. E era realmente engraçado que Rogéria fosse Astolfo e ainda tivesse Pinto. Ela não tinha papas na língua. Costumava dizer que a cidade em que nasceu em 1943, Cantagalo, no interior do Rio de Janeiro, tinha sido o lar do maior macho do Brasil, Euclides da Conha, e da “maior bicha do Brasil: eu”. Desde sua infância tinha consciência da homossexualidade e na já adolescência virou transformista, buscando uma carreira de maquiadora, enquanto se descabelava aos gritos no auditório da Rádio Nacional, nos programas estrelados pela cantora Emilinha Borba, de quem era fã incondicional. Antes de se tornar famosa, Rogéria trabalhou como maquiadora na TV Rio. Lá, foi incentivada a ingressar no universo das artes cênicas, encontrando sua verdadeira vocação como atriz. Virou vedete de teatro de revista no notório reduto gay de Copacabana, a Galeria Alaska. Mas não se contentou em virar apenas um ícone LGBT+ do Rio. Chegou, inclusive, a ter carreira internacional. Viajou para Angola, Moçambique e seguiu para a Europa. Em Paris, virou estrela de renome graças a sua temporada na boate Carrousel entre os anos de 1971 e 1973. Ao voltar para o Brasil, emplacou filmes da Boca do Lixo, como “O Sexualista” (1975) e “Gugu, o Bom de Cama” (1979), ao mesmo tempo em que ganhou o Troféu Mambembe, conferido pelo Ministério da Cultura aos destaques teatrais do Rio e São Paulo, pelo espetáculo que fez em 1979 ao lado de Grande Otelo. Logo, começou a aparecer na TV. A princípio, como jurada de programas de calouro do Chacrinha. Seus comentários provocantes repercutiram com enorme sucesso entre o público, e assim ela se perpetuou nos programas de auditório por várias décadas, incluindo os comandados por Gilberto Barros e Luciano Huck. Rogéria também fez pequenas participações em novelas e séries de comédia da Globo, aparecendo em “Tieta”, “Sai de Baixo”, “Desejo de Mulher”, “Duas Caras”, “Babilônia”, “A Grande Família” e “Zorra Total”, além de fazer papéis bissextos no cinema, em filmes de diretores importantes e tão diferentes como Eduardo Coutinho (“O Homem que Comprou o Mundo”, 1968), Julio Bressane (“O Gigante da América”, 1978), José Joffily (“A Maldição do Sanpaku”, 1991) e Carla Camurati (“Copacabana”, 2001). No ano passado, ela lançou uma autobiografia intitulada “Rogéria — Uma Mulher e Mais um Pouco”, que comemorou os 50 anos de sua carreira, e participou do documentário “Divinas Divas, sobre as primeiras transformistas famosas do Brasil. Dirigido por Leandra Leal, o filme venceu o prêmio do público do Festival do Rio e do Festival SXSW, nos Estados Unidos. “Rogéria era uma artista maravilhosa. Era mais fácil trabalhar com ela do que com qualquer pessoa. Era só acender a luz que ela brilhava. Ela se dizia a travesti da família brasileira. Ela levava a família brasileira pra ver seus shows. Era sensacional”, lamentou o cartunista Chico Caruso, em depoimento ao jornal O Globo. “Ela abriu as portas para uma geração, ela desde sempre foi vanguarda, revolucionária e acho que é uma perda muito grande”, disse Leandra Leal. “Ela fazia a diferença, ela tinha voz, talento, força. Ela dizia: ‘Eu não levanto bandeira, eu sou a bandeira’. A maior mensagem que ela deixa é viver de acordo com a sua potência”.

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  • Música

    Playlist: 10 clipes de bandas de rock indie lideradas por mulheres

    3 de setembro de 2017 /

    A banda de Lydia Night, a adolescente mais cool dos Estados Unidos, abre a playlist abaixo, puxando com seu rock feminista uma coleção de vozes femininas e distorções da cena indie atual. A impressionante líder das Regrettes tem apenas 16 anos e começou a carreira com 12, tocando numa banda com Ryan Reynolds (ele mesmo, do filme “La La Land”). A inglesa Marika Hackman também possui conexões cinematográficas, já que seus pais são animadores e ela teve uma banda com Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade de Mil Planetas”) antes de virar artista solo. No clipe de “Boyfriend”, Marika é acompanhada pela banda londrina The Big Moon, que aparece logo em seguida com o primeiro single de seu álbum de estreia. Quem acompanha mais atentamente a cena indie pode reconhecer as irmãs Clavin do Bleached de sua banda anterior, Mika Miko, de Los Angeles, famosa por suas performances frenéticas. Já o trio Hiccup é um spin-off televisivo. A cantora Hallie Bulleit (do Unlovables) conheceu seu parceiro Alex Clute quando os dois foram contratados para integrar um banda de TV, para fazer a trilha ao vivo do talk show nova-iorquino “The Chris Gethard Show”. Decidiram formar sua própria banda de verdade. The Coathangers vem de Atlanta e apresenta seu feminismo já no nome, que é um método abortivo. A lista ainda inclui o trio canadense The Courtneys, a dupla escocesa Honeyblood, a holandesa Pip Blom e a banda inglesa Milk Teeth. Ao apertar o play, reparem que os artistas têm uma sonoridade em comum, que evoca o rock alternativo que vigorou com mais força entre o final dos anos 1980 e o começo dos 1990, com notável influência de Nirvana, Hole, L7, Breeders, Blake Babes, Throwing Muses, etc. Dá até para supor, pela idade da turma, que cresceram ouvindo a coleção de discos de seus pais. A tracklist: The Regrettes – “Seashore” (EUA) Marika Hackman – “Boyfriend” (Inglaterra) The Big Moon – “Cupid” (Inglaterra) The Courtneys – “Silver Velvet” (Canadá) Honeyblood – “Babes Never Die” (Escócia) Pip Blom – “Truth” (Holanda) Bleached – “Wednesday Night Melody” (EUA) Hiccup – “Lady Macbeth & Miss Havisham” (EUA) The Coathangers – “Perfume” (EUA) Milk Teeth – “Owning Your Okayness” (Inglaterra)

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    Dupla Explosiva completa três semanas na liderança das bilheterias da América do Norte

    3 de setembro de 2017 /

    “Dupla Explosiva” manteve o 1º lugar pelo terceiro fim de semana consecutivo na América do Norte, surpreendendo seu próprio estúdio, graças à falta de grandes estreias de Hollywood. A ausência de blockbusters resultou na pior arrecadação deste século no feriado do Dia do Trabalho norte-americano. Na verdade, desde 1990 o feriadão não rendia tão pouco para a indústria cinematográfica, segundo levantamento do site Box Office Mojo. A comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds já soma US$ 54,9 milhões no mercado doméstico, um grande resultado para a Lionsgate, que investiu US$ 29 milhões em sua produção. Com um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”) e história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988), o filme foi rejeitado pela crítica (40% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas, desde que entrou em cartaz, seus concorrentes conseguiram ser ainda mais fracos. A maior estreia da semana foi o relançamento do clássico sci-fi “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977). Distribuído em 900 cinemas, fez US$ 1,8 milhões e abriu em 13º lugar. Um desempenho bem melhor que o romance de época “Amor e Tulipas”, segunda maior estreia, que chegou em 765 salas e rendeu US$ 1,2 milhões. O desapontador 23º lugar ainda refletiu críticas extremamente negativas (só 11% de aprovação), que já viraram tendência na coleção de fiascos recentes estrelados por Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”). Para se ter ideia, até o piloto da série “Inhumans”, exibido em 393 telas de IMAX, rendeu mais: US$ 1,5 milhão e um 18º lugar. Ainda sem índice de aprovação, a atração também está rendendo críticas pesadas. Diante deste cenário árido, o Top 5 se manteve quase inalterado, com “Annabelle 2 – A Criação do Mal” inclusive repetindo a mesma arrecadação da semana anterior: US$ 7,3 milhões, em 2º lugar. A maior novidade no ranking foi o crescimento do thriller indie “Terra Selvagem”, que ampliou seu circuito para 2,6 mil telas e pulou para o 3º lugar. Escrito e dirigido por Taylor Sheridan, o filme recebeu o prêmio de Melhor Direção na mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2017, poucos meses após Sheridan ser indicado ao Oscar como Roteirista, por “A Qualquer Custo”. O elenco é liderado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen (ambos de “Vingadores: Era de Ultron”), como um caçador local e uma agente do FBI, que se unem para investigar o assassinato de uma jovem numa reserva indígena. Tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas, infelizmente, só vai chegar ao Brasil daqui a dois meses, em 2 de novembro. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes de maior bilheteria neste fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 54,9 milhões Total Mundo: US$ 54,9 milhões 2. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 88,9 milhões Total Mundo: US$ 253,3 milhões 3. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 18,2 milhões Total Mundo: US$ 18,2 milhões 4. A Bailarina Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 11,3 milhão Total Mundo: US$ 94,4 milhões 5. Roubo em Família Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 21,4 milhões Total Mundo: US$ 24,6 milhões 6. Dunkirk Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 178,7 milhões Total Mundo: US$ 458,7 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 324 milhões Total Mundo: US$ 746,1 milhões 8. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 80,3 milhões Total Mundo: US$ 159,5 milhões 9. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 257,8 milhões Total Mundo: US$ 993,9 milhões 10. 6. Girls Trip Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 111,5 milhões Total Mundo: US$ 125,8 milhões

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    Trailer de terror com atriz de Fear the Walking Dead revela maldição do Facebook

    3 de setembro de 2017 /

    A Warner britânica divulgou o trailer e o pôster de “Friend Request”, terror sobre o Facebook estrelado pela australiana Alycia Debnam-Carey (série “Fear the Walking Dead”). A prévia mostra como desfazer uma amizade no Facebook desperta uma maldição. Após brigar com uma colega gótica de faculdade, a jovem estudante Laura (Debnam-Carey) decide acabar com a amizade virtual. Mas a garota acaba cometendo suicídio. O choque é logo substituído pela percepção de que sua morte pode ter sido parte de um ritual, pois mensagens ameaçadoras passam a assombrar Laura nas redes sociais. Além de atacar sua reputação, não demora para o terror visar seus amigos, com o objetivo de matar todos que ficarem a seu lado. Tudo para cumprir a maldição de torná-la completamente sozinha. Originalmente chamado de “Unfriend”, o filme é uma produção alemã falada em inglês, com roteiro e direção de Simon Verhoeven, cujo filme posterior (sim, mais recente), “Welcome to Germany”, venceu diversos prêmios como Melhor Filme Alemão de 2016. Ele é filho do diretor Michael Verhoeven (“A Rosa Branca”) e da atriz Senta Berger (“A Cruz de Ferro”). Além de Debnam-Carey, o elenco inclui outros atores conhecidos das séries americanas, como Connor Paolo (série “Revenge”), William Moseley (série “The Royals”), Brit Morgan (série “Supergirl”) e Sean Marquette (série “The Goldbergs”). “Friend Request” foi lançado em janeiro de 2016 na Alemanha, mas só agora está sendo divulgado nos Estados Unidos, onde estreia em 22 de setembro. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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    2ª temporada de Designated Survivor ganha comercial e pôster

    3 de setembro de 2017 /

    A rede americana ABC divulgou o pôster e um comercial da 2ª temporada de “Designated Survivor”. O vídeo relembra brevemente a trama da série, mostra cenas inéditas e ainda e faz um comentário político, ao exaltar que o presidente da ficção tem alto índice de aprovação. A atração é um dínamo de audiência digital. Em sua exibição ao vivo, a 1ª temporada atraiu respeitáveis 5,8 milhões de telespectadores em média, mas quando somadas todas as plataformas o número simplesmente dobra, passando dos 11 milhões. As críticas também são bastante favoráveis, com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e há um consenso de que ela captou o zeitgeist (o espírito de seu tempo) como nenhuma outra, ao antecipar a situação de um presidente inexperiente na Casa Branca. É a segunda vez que uma série estrelada por Kiefer Sutherland se conecta com o público americano ao refletir a realidade contemporânea como um thriller de ação. A primeira vez aconteceu na clássica série “24 Horas”, sobre repressão ao terrorismo, levada ao ar apenas dois meses após a queda das Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. O título da série, “Designated Survivor”, é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo norte-americano, que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Pois, na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise e lidar com a situação de emergência. A série foi criada por David Guggenheim, roteirista do ótimo filme de ação “Protegendo o Inimigo” (2011), que divide a produção com Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). O bom elenco ainda inclui Natasha McElhone (série “Californication”), Maggie Q (série “Nikita” e franquia “Divergente”), Kal Penn (série “House”), Italia Ricci (série “Supergirl”), Adan Canto (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), LaMonica Garrett (série “The Last Ship”) e Tanner Buchanan (série “The Fosters”). A 2ª temporada estreia no dia 27 de setembro nos Estados Unidos. A série é distribuída pela Netflix no Brasil.

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    23 filmes disputam indicação do Brasil à vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro

    2 de setembro de 2017 /

    O Ministério da Cultura (MinC) divulgou a lista dos filmes brasileiros que disputarão a indicação do Brasil a uma vaga na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Oscar 2018. As inscrições, abertas no dia 9 de agosto pelo MinC, se encerraram na quinta-feira (31/9). Ao todo, 23 filmes foram inscritos para a vaga, número bem maior do que no ano passado, quando apenas 16 longas se habilitaram, num processo marcado por desistências e politização. A lista deste ano inclui filmes premiados em festivais, como “Gabriel e a Montanha”, dirigido por Felipe Barbosa, que venceu o prêmio Revelação na Semana da Crítica em Cannes e o prêmio da Fundação Gan. Também se inscreveram “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, que venceu o prêmio do público no Festival de Cinema Brasileiro de Paris e seis troféus, inclusive o de Melhor Filme, no Festival de Gramado, e “Era o Hotel Cambridge”, de Eliane Caffé, vencedor do prêmio do público no Festival de San Sebastián (Espanha), 40ª Mostra Internacional de Cinema e no Festival do Rio. Outros títulos passaram por festivais internacionais sem conquistar prêmios, como “Joaquim”, de Marcelo Gomes, selecionado para a mostra competitiva do Festival de Berlim, e “Vazante”, de Daniela Thomas, projetado na mostra Panorama do Festival de Berlim. Mas, curiosamente, “Pendular”, de Julia Murat, que foi premiado pela crítica na Panorama, não se inscreveu. Há também bons filmes que optaram pelo lançamento direto no circuito comercial, como “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello, diretor do filme escolhido para representar o Brasil no Oscar de 2013, “O Palhaço”, “Bingo – O Rei das Manhãs”, de Daniel Rezende, que estreia como diretor, mas já concorreu ao Oscar em 2004, pela Edição de “Cidade de Deus”, além de “Polícia Federal – A Lei É para Todos”, que estreia na quinta-feira (7/9). Ainda há cinebiografias, filmes políticos, documentários e outras produções bem fraquinhas, que fazem apenas número na relação. Uma comissão da Academia Brasileira de Cinema será responsável por definir o escolhido, que será divulgado dia 15 de setembro. Confira abaixo a relação completa. A Família Dionti Direção: Alan Minas A Glória e a Graça Direção: Flávio Ramos Tambellini Bingo – O rei das Manhãs Direção:Daniel Rezende Café – Um dedo de prosa Direção: Maurício Squarisi Cidades Fantasmas Direção: Tyrell Spencer Como Nossos Pais Direção: Laís Bodanzky Corpo Elétrico Direção: Marcelo Caetano Divinas Divas Direção: Leandra Leal Elis Direção: Hugo Prata Era O Hotel Cambridge Direção: Eliane Caffé Fala Comigo Direção:Felipe Sholl Gabriel e a Montanha Direção: Fellipe Barbosa História Antes da História Direção: Wilson Lazaretti Joaquim Direção: Marcelo Gomes João, o Maestro Direção: Mauro Lima La Vingança Direção: Fernando Fraiha e Jiddu Pinheiro Malasartes e o Duelo com a Morte Direção: Paulo Morelli O Filme da Minha Vida Direção: Selton Mello Polícia Federal – A Lei É para Todos Direção:Marcelo Antunez Por Trás do Céu Direção: Caio Sóh Quem É Primavera das Neves Direção: Ana Luiza Azevedo, Jorge Furtado Real – O Plano por Trás da História Direção:Rodrigo Bittencourt Vazante Direção: Fernando Fraiha e Jiddu Pinheiro

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