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  • Série

    Mosaic: Série interativa de Steven Soderbergh ganha novo trailer

    15 de novembro de 2017 /

    A HBO divulgou um novo trailer de “Mosaic”, uma série interativa criada pelo cineasta Steven Soderbergh (criador também de “The Knick”), que terá duas versões: em aplicativo e na televisão. A prévia não é muito eficaz em apresentar o funcionamento da interatividade ou a novidade da iniciativa, já que mostra basicamente uma estrutura de videogame de aventura dos primórdios dos jogos de PC, em que o jogador escolhia se queria ouvir um personagem ou outro. Para reforçar, os personagens ainda aparecem em cena perguntando “o que acontece agora”. A trama existente em “Mosaic” gira em torno da morte da celebridade Oliva Lake, vivida por Sharon Stone (“Instinto Fatal”), um caso aparentemente resolvido. Mas ao se observar melhor detalhes de quatro anos atrás, surgem novas evidências. Segundo Soderbergh, o público poderá “voltar e avançar dependendo de quem você quer acompanhar”. “Parece ser o tipo de história que se beneficia de perspectivas múltiplas”, ele disse, em comunicado. “Mas escrever e editar isso foi complicado.” O elenco de “Mosaic” ainda conta com Garrett Hedlund (“Na Estrada”), Beau Bridges (“Os Descendentes”) e Paul Reubens (série “Gotham”). O aplicativo, que permitirá analisar pistas e escolher a ordem de abordagem, sai ainda em novembro. Mas a trama também será mostrada como uma série de TV, com seis capítulos com formato de narrativa linear. A atração será lançada em janeiro de 2018 pela HBO nos Estados Unidos. O projeto é a terceira série de Soderbergh, após “The Knick”, cancelada na 2ª temporada no canal pago Cinemax, e “Girlfriend Experience”, atualmente na 2ª temporada no canal pago Starz.

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  • Filme

    Guy Pearce e Kyle Minogue fazem swing no trailer da nova comédia do diretor de Priscilla, a Rainha do Deserto

    15 de novembro de 2017 /

    A Becker Film divulgou o trailer e o pôster da comédia australiana “Swinging Safari”, novo filme de Stephan Elliott, diretor do cultuado “Priscilla, a Rainha do Deserto” (1994). Há seis anos sem filmar, ele retorna a temas de seu filme mais famoso, com uma nova produção sobre personagens extravagantes, que gostam de sexo não convencional e Abba. Até o ator Guy Pearce está de volta. A diferença é que, em vez de uma jornada pelo outback, os personagens fazem safari sem ir muito longe de suas casas. Passada nos anos 1970, a comédia acompanha três famílias de vizinhos, pais de adolescentes, que além de roupas espalhafatosas e hábitos inapropriados, resolvem espantar o tédio de suas vidas suburbanas com uma das modas da época: o swing, também conhecido como “troca de casais”. Pearce forma um dos casais com a cantora Kyle Minogue (“Holy Motors”) e o elenco também inclui Julian McMahon (“Quarteto Fantástico”), Radha Mitchell (“Invasão à Londres”), Jeremy Sims (“A Vítima Perfeita”) e Asher Keddie (“X-Men Origens: Wolverine”). A estreia está marcada para 18 de janeiro na Austrália e ainda não há previsão de lançamento em outros países.

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  • Filme

    Terror Corra! vai disputar Globo de Ouro como comédia

    14 de novembro de 2017 /

    O prêmio que ninguém leva a sério pode ficar ainda mais engraçado neste ano. Após premiar o “hilário” “Perdido em Marte” como Melhor Comédia de 2015, o Globo de Ouro pode consagrar o “leve e romântico” “Corra!” na mesma categoria. Na verdade, “Corra!” não é nada leve. Tenso do começo ao fim, costumava ser considerado um filme de terror, até a Associação dos Críticos Estrangeiros de Hollywood se reunir para reclassificá-lo como uma comédia – possivelmente romântica, sim, já que sua trama não deixa de evocar “Adivinhe Quem Vem para Jantar” (1967). A revelação foi feita por Kristopher Tapley, jornalista da revista Variety, em seu Twitter. Segundo Tapley, se não entrasse como comédia, o filme de Jordan Peele, que lidera as indicações do Gotham Awards 2017, corria risco de ficar de fora da “importante” premiação. Veja abaixo. Os indicados ao Globo de Ouro serão revelados no dia 11 de dezembro e a cerimônia de premiação está marcada para 8 de janeiro, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT. The HFPA met today to determine categories. “Get Out” seemed most in danger of being overruled, but while there was disagreement, it’s officially in comedy. — Kristopher Tapley (@kristapley) November 14, 2017

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  • Música

    Johnny Depp estrela novo clipe quente de Marilyn Manson

    14 de novembro de 2017 /

    Johnny Depp voltou a atuar num clipe infernal de Marilyn Manson. Após aparecer em “Say10”, ele protagoniza “Kill4Me”. Se o clipe anterior tinha cenas quentes, o novo pega fogo, com o ator passando de voyeur a ativo em cenas com duas modelos nuas – Jocelyn Binder e Bailee Cowperthwaite – num quarto de motel. O clipe é assinado pelo mesmo diretor de “Say10”, Bill Yukich, e não é para menores. “Kill4Me” faz parte de “Heaven Upside Down”, o segundo álbum de Manson produzido e composto em parceria com Tyler Bates, autor de várias trilhas de cinema (“Guardiões da Galáxia”, “Atômica”, “John Wick”, etc), com quem o cantor também gravou o tema da série “Salem”. Com batida dançante e inspiração do pop gótico dos anos 1980, a música lembra a fase de “Antichrist Superstar” (1996), além de Peter Murphy e Lords of the New Church.

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  • Série

    Vídeo anuncia estreia da 2ª temporada de The Handmaid’s Tale em abril

    14 de novembro de 2017 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que informa que a Melhor Série de Drama do Emmy 2017 volta com episódios inéditos em abril de 2018. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a série se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de Offred, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta. Na história, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que passa pelo mesmo tipo de treinamento e serve como conexão de Offred com sua vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”), premiado com o Emmy de Melhor de Roteiro de Série Drama. Diretora do piloto e de mais dois episódios, Reed Morano também venceu seu Emmy, na categoria de Melhor Direção de Série de Drama. Ainda inédita no Brasil, a produção foi adquirida pelo canal pago Paramount, que só deve começar a exibi-la no início de 2018.

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  • Etc

    Pesquisa revela que 77% dos brasileiros veem Netflix em público

    14 de novembro de 2017 /

    Uma pesquisa realizada pela empresa SurveyMonkey, sob encomenda da Netflix, revelou que a maioria das pessoas assistem as séries da Netflix na rua. O relatório joga por terra os esforços da Nielsen de medir a audiência do serviço de streaming a partir de equipamentos colocados em TVs. “Netflix em público virou uma norma social, com 60% dos norte-americanos assistindo mais filmes e séries em público do que ano passado. A introdução do download na Netflix deu liberdade aos usuários para assistir seus filmes e séries favoritas onde bem entenderem”, disse em comunicado Eddy Wu, diretor de inovação de produção da gigante do streaming. O estudo não ficou restrito apenas aos Estados Unidos. Ao todo, foram pesquisados mais de 37 mil usuários da plataforma de streaming em 22 países diferentes. E o resultado foi que dois em cada três assinantes da Netflix usam o serviço em ambiente público – como ônibus, metrô, restaurante, cafeteria. Os dados ainda apontam que 44% das pessoas que viajam de avião em todo o mundo estão ligadas na Netflix. De acordo com a pesquisa, o Brasil está acima da média quando se trata de assistir conteúdo em local público. Brasileiros vem mais Netflix na rua que os americanos: 77% dos assinantes. O hábito é mais comum em aviões (49%), no ônibus (45%), no trajeto diário (50%), em cafés (47%), em filas (39%), na academia (24%) e no carro (33%). Mas os brasileiros não são nem de longe os que mais fazem isso, ficando atrás dos assinantes do México (89%), Colômbia (84%), Chile (82%) e Argentina (78%) só entre os países da América da Latina. Quase metade (45%) das pessoas que assistem a filmes e séries em transporte público já foram surpreendidos por curiosos espiando sua tela. No Brasil, é onde isso mais acontece: 61% dos entrevistados confessaram dar uma olhadinha no que o vizinho está assistindo. Só 18% se sentiram constrangidos pelo conteúdo visto e 77% continuaram a ver sua série ou filme. O problema disso é que os curiosos acabam tomando spoilers. No Brasil, 17% dos assinantes do serviço ficaram sabendo sem querer o que ia acontecer num episódio que ainda não visto ao olhar a tela do vizinho. O uso em público da Netflix também cria situações curiosas. 22% dos assinantes admitem que choram diante de estranhos enquanto assistem a alguma produção, a maioria (65%) não tem constrangimento para gargalhar alto, e uma em cada dez dessas pessoas perde o ponto no ônibus pela distração. Apesar de curiosa, a pesquisa tem o objetivo comercial de alardear o uso da Netflix em público. Ao mesmo tempo em que divulga a marca e estimula o público a aderir à prática, o estudo desacredita as medições de audiência da plataforma por métodos convencionais, mostrando que a relação do público com a Netflix é diferente de todos os canais tradicionais de TV. Em outras palavras, medições como a da Nielsen refletem uma amostragem muito pequena (em torno de 30%) do suposto público real do streaming.

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  • Filme

    Morbius: Vilão do Homem-Aranha pode ganhar filme próprio

    13 de novembro de 2017 /

    O vilão do Homem-Aranha Morbius pode ganhar um filme, com os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless (dos fracos “Drácula – A História Nunca Contada”, “O Último Caçador de Bruxas” e “Deuses do Egito”). Segundo o site The Hollywood Reporter, a dupla está negociando com a Sony para escrever a adaptação. O filme se juntaria aos projetos atualmente em desenvolvimento na Sony: “Venom” e “Silver & Black”, sobre o universo do Homem-Aranha. E também abriria a possibilidade de explorar histórias de terror da Marvel, algo que “Novos Mutantes” já pretende fazer. Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, ao contrário dos demais, que só viram criaturas da noite após a morte. Além das aparições como vilão do Homem-Aranha, ele chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, tornando-o um anti-herói. Caso o projeto realmente vá em frente, será a segunda vez que Morbius é considerado para um filme. Em 2000, a Marvel quase cedeu o personagem para o estúdio Artisan, especializado em terrores baratos.

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  • Série

    Trailer da midseason de Star Trek: Discovery aponta tramas clássicas de Jornada nas Estrelas

    13 de novembro de 2017 /

    O serviço de streaming americano CBS All Access divulgou o trailer da segunda metade de “Star Trek: Discovery”, que encerrou seu arco inicial no domingo (12/11) nos EUA. O episódio do midseason finale chegou nesta segunda na Netflix do Brasil e a parte final da 1ª temporada será exibida a partir de janeiro. Após um curto-circuito interromper seu salto de volta à Terra, a nave Discovery se encontra num lugar desconhecido, sem conseguir identificar as estrelas ou os destroços espaciais a sua volta, enquanto o Tenente Stamets (Anthony Rapp) sofre uma contaminação por esporos e fica com os olhos embranquecidos. Fãs da série original dos anos 1960 devem ligar os eventos a dois episódios clássicos da “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. A referência mais óbvia remete ao famoso piloto “Where No Man Has Gone Before”, de 1966. Para quem não lembra, o Tenente Gary Mitchell (personagem de Gary Lockwood) ganha poderes psíquicos quando a Enterprise penetra uma barreira espacial e fica com os olhos embranquecidos-prateados. O final é trágico. Para ressaltar a citação, o roteiro do último episódio, “Into the Forest I Go”, fez até o Capitão Lorca (Jason Isaacs) dizer a frase daquele título, “Onde nenhum homem jamais esteve”, que também reverberava na narração da abertura dos episódios de meio século atrás. A segunda referência veio em meio a esse mesmo diálogo, registrado durante uma conversa entre Lorca e Stamets, diante de um mapa dos saltos da Discovery por meio da tecnologia dos esporos, que apontariam universos paralelos. A chegada num lugar desconhecido, em pleno salto, evoca o acidente com o teletransporte de “Mirror, Mirror”, episódio de 1967 que mostrava um universo paralelo, em que a Federação era mais selvagem que os klingons. “Where No Man Has Gone Before” e “Mirror, Mirror” são duas das melhores histórias dos mais de 50 anos de roteiros da franquia. Se “Star Trek: Discovery” for realmente revisitá-las, os fãs vão querer se teleportar em massa para o CBS All Access, a plataforma que exibe a série com exclusividade nos EUA. As pistas da prévia abaixa apontam nesta direção. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro na Netflix do Brasil. Aproveite e reveja abaixo cenas dos episódios clássicos mencionados.

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  • Série

    Felicia Day entra na série The Magicians

    13 de novembro de 2017 /

    A atriz Felicia Day, que viveu a saudosa Charlie Bradbury em “Supernatural”, entrou no elenco da série “The Magicians”. Ela vai interpretar Poppy, personagem importante dos livros de Lev Grossman, em que a série se baseia. Poppy é uma especialista em dragões, que ajuda os protagonistas num momento de extrema necessidade na trama da 3ª temporada. “Estou entusiasmada por me juntar aos ‘Magicians’ nesta temporada”, disse Felicia em um comunicado publicado no site do canal pago SyFy. “A série é uma das minhas favoritas, o elenco é incrível e a showrunner, Sera Gamble, é uma das minhas heroínas de Hollywood. Mal consigo esperar para que os fãs conheçam Poppy!” Sera Gamble era showrunner de “Supernatural” quando Felicia Day foi introduzida na série, como “A garota das tatuagens de dungeons and dragons”. Uma das atrizes mais geeks da TV americana, além de participar de séries sobrenaturais/sci-fi – ela também teve papéis importantes na clássica “Buffy” e “Eureka” – , Felicia Day é a atriz que mais vezes interpretou personagens ligados ao universo dos jogos de RPG, além de produzir webséries do gênero, como “Co-optitude”, “LARPs”, “The Guild”, “Titansgrave: The Ashes of Valkana”, “TableTop” e “Dragon Age: Redemption”, entre outras. Ela também pode ser vista em “Mystery Science Theatre 3000: The Return” na Netflix.

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  • Série

    Trailer da série There’s… Johnny recria bastidores do famoso talk show de Johnny Carson

    12 de novembro de 2017 /

    A plataforma Hulu divulgou 12 fotos e o trailer de “There’s… Johnny!”, série de comédia dramática passada nos bastidores do programa “The Tonight Show”, de Johnny Carson, principal talk show americano dos anos 1970. A recriação de época vai muito além dos detalhes cenográficos e figurinos, como se pode ver pelos tópicos abordados na prévia, e não é exatamente um retrato reverente, mostrando a desigualdade salarial entre homens e mulheres, ao mesmo tempo em que aponta a inclinação dos redatores para abordar temas controversos da época, como a Guerra do Vietnã. A narrativa é centrada num jovem estagiário, que começa a trabalhar na produção em 1972, quando o programa já é um dos mais vistos da TV americana. Ele sofre trotes dos roteiristas, apaixona-se pela produtora e se encanta com os bastidores televisivos. Mas o detalhe mais interessante é que, embora seja um relato fictício, nenhum ator interpreta o apresentador Johnny Carson, que dá título à série. Lenda da TV americana, ele aparece em imagens reais de arquivo, muitas vezes em monitores de TV. “There’s… Johnny!” foi originalmente concebida para o Seeso, serviço de streaming da NBCUniversal, que foi abandonado no começo do ano, ainda em fase de testes. Mas acabou resgatada pelo Hulu, graças aos talentos envolvidos. A série foi criada pelo ator Paul Reiser (que está na 2ª temporada de “Stranger Things”) e pelo veterano roteirista David Steven Simon (criador de “Dupla do Barulho”), que trabalharam juntos na série clássica dos anos 1990 “Mad About You” (Louco por Você). Além deles, a produção inclui o diretor David Gordon Green (“Especialista em Crise”), que comanda os dois primeiros episódios. O elenco destaca Ian Nelson (“O Garoto da Casa ao Lado”), Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), T’Keyah Crystal Keymáh (série “In Living Colour”), David Hoffman (série “I Live with Models”), Nate Smith (série “Red Oaks”), Roger Bart (série “Revenge”) e um irreconhecível Tony Danza (da série clássica “Who’s the Boss”). A 1ª temporada terá sete episódios com estreia marcada para quinta-feira, 16 de novembro, nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Batman enfrenta Jack, o Estripador no primeiro trailer da animação Gotham by Gaslight

    12 de novembro de 2017 /

    A DC Entertainment divulgou o trailer de “Batman: Gotham by Gaslight”, nova adaptação de quadrinhos clássicos da DC Comics. A prévia mostra Batman no século 19, numa Gotham City com ares da Londres vitoriana, para enfrentar o perigoso serial killer Jack, o Estripador. A animação adapta os quadrinhos homônimos de 1989, concebidos por Brian Augustyn e Mike Mignola (o criador de “Hellboy”), que foram lançados no Brasil com o título “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, mas também insere elementos da continuação, “Batman: Mestre do Futuro”, publicada dois anos depois com roteiro do mesmo Augustyn e desenhos do já falecido artista uruguaio Eduardo Barreto. A adaptação de quadrinhos clássicos, especialmente da década de 1980, já é uma tradição das animações da Warner/DC, como visto em “Batman: Ano Um” (2011), “Batman: A Piada Mortal” (2016) e “Jovens Titans: O Contrato de Judas” (2017), entre outras. A direção é de Sam Liu (o mesmo diretor de “Ano Um” e “A Piada Mortal”) e o elenco de vozes destaca Bruce Greenwood (“Star Trek”), retomando o papel de Batman/Bruce Wayne que desempenha na série “Young Justice” (Justiça Jovem), Jennifer Carpenter (séries “Dexter” e “Limitless”) como Selina Kyle/Mulher-Gato e Anthony Head (séries “Buffy” e “Merlin”) como Alfred. O lançamento é previsto para 2018 em streaming e Blu-ray.

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    Série Dynasty ganha sobrevida, enquanto Valor é praticamente cancelada

    12 de novembro de 2017 /

    A rede americana CW resolveu apostar em “Dynasty”, apesar da baixa audiência, ao mesmo tempo em que praticamente sentenciou “Valor” ao cancelamento. Em decisões opostas, a rede deu sinal verde para o melodrama produzir o chamado “back-9”, encomendado mais 9 episódios para a temporada inicial da série, mas não fez o mesmo com a atração militar. Com isso, o primeiro ano de “Dynasty” terá 22 episódios, o tamanho regular de uma série da TV aberta americana, enquanto “Valor” vai encerrar sua 1ª temporada com os 13 capítulos produzidos por conta de seu contrato inicial. Embora a CW não tenha anunciado o cancelamento desta atração, o mesmo aconteceu no ano passado com as séries “Frequency” e “No Tomorrow”, que saíram do ar após o 13º episódio e aguardaram meses até o anúncio de seu cancelamento oficial. A ironia é que “Valor” atrai mais público. O programa registra em média 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio. Entretanto, sofre com uma pontuação horrível na demo (a faixa demográfica de 18 a 49 anos, público-alvo dos anunciantes), onde marca apenas 0,24. “Dynasty” não se sai muito melhor, com 0,25 na demo, mas naufraga de vez na sintonia total, com uma média de 800 mil telespectadores, – público de TV paga. A diferença entre as duas séries é que “Dynasty” é negociada com a Netflix, que exibe a série fora dos Estados Unidos, e especificidades do contrato podem pesar na hora de ponderar um cancelamento súbito. As duas séries nunca decolaram, tendo audiências de cancelamento desde a estreia. Entre as séries atualmente em exibição na rede CW, apenas as comédias “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend” tem menos público. Mas elas não são canceladas porque rendem prestígio – respectivamente, duas indicações e uma vitória no Globo de Ouro de Melhor Atriz de Comédia. Em contraste, as duas novas séries foram destruídas pela crítica. “Valor” teve apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, com avaliação negativa para sua mistura de melodrama e ação militar, enquanto “Dynasty” conseguiu ser apenas medíocre com 54% e considerada uma imitação pálida em relação à “Dinastia” original dos anos 1980. A série militar foi criada pelo roteirista e músico Kyle Jarrow (da banda Sky-Pony) e repercute as consequências de uma missão de resgate em território inimigo que dá errada. Enquanto os dois sobreviventes mantém segredo sobre o que realmente aconteceu, surge a notícia de que os soldados desaparecidos de sua unidade foram capturados por terroristas. Para salvá-los, será necessário uma nova missão, mas além de enfrentar os inimigos, os protagonistas também precisam contornar segredos cada vez mais perigosos. O elenco destaca Christina Ochoa (estrela da série “Blood Drive”) e Matt Barr (série “Sleepy Hollow”). Já o novelão foi desenvolvido por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Exibida entre 1981 e 1989, a atração original acompanhou a rivalidade entre duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys. O remake, porém, concentra-se apenas nos Carringtons e introduz os Flores, acrescentando latinidade na revisão. Na série original, Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente.

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    Academia entrega primeiros Oscars da temporada sem citar escândalos de Hollywood

    12 de novembro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas ignorou o elefante na sala durante a entrega dos primeiros Oscars da temporada, durante o Governors Awards, realizado na noite de sábado (11/11) em Los Angeles. Durante a cerimônia, o conselho diretor da Academia homenageou quatro artistas pelas contribuições de suas carreiras sem que nenhum discurso abordasse os escândalos sexuais de Hollywood, nem no roteiro dos responsáveis pelo evento nem nos agradecimentos dos premiados. Os homenageados foram o veterano ator Donald Sutherland, que faz sucesso desde anos 1960 e continua até hoje eletrizando as novas gerações (via franquia “Jogos Vorazes”), a diretora belga Agnes Varda, que iniciou a carreira na nouvelle vague e conquistou o Leão de Ouro por “Os Renegados” (1985), o cineasta Charles Burnett, um dos mais antigos diretores afro-americanos em atividade, que conquistou o Spirit Awards (o “Oscar indie”) por “Não Durma Nervoso” (1990), e o diretor de fotografia Owen Roizman, indicado cinco vezes ao Oscar e responsável por algumas das imagens mais impressionantes do cinema, como as dos clássicos “Conexão Francesa” (1971), “O Exorcista” (1973), “As Esposas de Stepford” (1975), “Três Dias do Condor” (1975), “Rede de Intrigas” (1976) e até o “recente” “A Família Addams” (1991). Além deles, o cineasta mexicano Alejandro G. Iñárritu, que já tem dois Oscars de Melhor Direção na estante por “Birdman” (2014) e “O Regresso” (2015), foi homenageado com mais um troféu por conquistas tecnológicas de seu um documentário em curta-metragem “Carne y Arena”, sobre imigrantes mexicanos numa jornada para os Estados Unidos, todo feito em Realidade Virtual. O trabalho é tido como um dos mais sensacionais do ano. Para se ter noção é o primeiro Oscar para um projeto “visionário” desde o reconhecimento da revolução digital promovida pelo primeiro “Toy Story”, em 1996. Os cinco homenageados também participarão de um segmento da cerimônia do Oscar 2018. A seleção é um belo cartão de visitas do novo presidente da Academia. John Bailey, que é diretor de fotografia, homenageou um ídolo e projetou um Oscar em que há espaço para a demografia dos homens brancos velhos, mas também para mulheres, negros e latinos, além de inovação cinematográfica com temática social. Entretanto, o silêncio sobre o escândalo pode ter falado mais alto.

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