Veja teasers de quatro animações diferentes dos personagens da Turma da Mônica
A Mauricio de Sousa Produções divulgou teasers de quatro séries animadas de personagens da Turma da Mônica, atualmente em desenvolvimento. “Bairro do Limoeiro” tem estreia prevista para 2018 no Cartoon Network e apresentará todos os personagens clássicos dos quadrinhos de Mauricio de Sousa, com um visual mais moderno e estilizado – ao estilo de “DuckTales”. “Vamos Brincar com a Turma da Mônica” é uma série voltada para crianças pequenas e, ao contrário das outras produções, será realizada com animação 3D, o que resulta num visual um pouco diferente, mas também muito bonito. Além disso, focará em um conteúdo educacional. “Biduzidos” será uma websérie, que tem como protagonistas os animais de estimação da Turminha, como Bidu, Floquinho, Mingau, Chovinista e Giselda. Por fim, o teaser de “Astronauta” já tinha sido adiantado durante a Comic-Con Experience, mas volta a ser incluído aqui para o material ficar completo. Trata-se de uma minissérie de seis episódios, baseada nas recentes graphic novels de Danilo Beyruth sobre o personagem-título, e mantém um estilo mais adulto, com o ritmo de aventura sci-fi das publicações. A direção é de José Márcio Nicolosi (de “Turma da Mônica em Cinegibi, O Filme”).
Katy Perry vai de Maria Antonieta a Joana D’Arc em clipe que ataca a cultura do assédio
Katy Perry lançou seu novo clipe, “Hey Hey Hey”, em que acorda na França pré-revolucionária do século 18 para viver um pesadelo das mulheres do século 21. Encarnando uma Maria Antonieta pós-moderna, com uma peruca gigante, muito poá, camareiras solícitas, espartilho e a respectiva dieta para caber no modelito, Katy se arruma toda para ser assediada por um príncipe nada encantado. E enquanto não usa o smartphone para se distanciar de seu destino, imagina-se como Joana D’Arc enfrentando injustiças, da dieta opressora ao homem-porco que irá decapitá-la se ela não se sujeitar a seus desejos. O visual de glacê pop evoca o filme “Maria Antonieta”, mas o intertexto é puro Harvey Weinstein, com um refrão que provoca a cultura do assédio: “Você pensa que eu estou rachando, mas você não pode me quebrar”. A direção é de Isaac Rentz, responsável por vários clipes da boy band australiana 5 Seconds of Summer, e que este ano estreou no cinema com a comédia “Noite de Abertura”.
Novo trailer de Todo o Dinheiro do Mundo destaca elogios da crítica e atuação de Christopher Plummer
A Sony divulgou um novo trailer de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), que destaca os elogios da crítica ao trabalho do diretor Ridley Scott. Repleto de cenas inéditas, o vídeo também explora a tensão da trama e a interpretação de Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”), que substituiu Kevin Spacey após o filme já estar pronto. Plummer entrou no filme na pós-produção, após Spacey se envolver num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil acontece em 25 de janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.
Disney atinge US$ 6 bilhões em bilheteria mundial pela segundo ano consecutivo
A Disney ultrapassou na sexta (22/12) a impressionante marca de US$ 6 bilhões em bilheteria mundial. O estúdio é o único da história de Hollywood a ter faturado mais de US$ 6 bilhões num único ano. E não fez isso apenas uma vez. A marca foi atingida pelo segundo ano consecutivo, após a Disney bater o recorde de arrecadação em 2016. O estúdio somou mais de US$ 1 bilhão apenas em dezembro, com os lançamentos de “Viva – A Vida é uma Festa” (US$ 456 milhões) e “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 650 milhões antes de seu segundo fim de semana em cartaz). Apesar disso, não deve bater seu próprio recorde de arrecadação: US$ 7,6 bilhões em 2016. Este valor só foi atingido com a soma total da bilheteria de “Rogue One: Uma História Star Wars”, que foi lançado em dezembro do ano passado e continuou faturando até março. O mesmo vai acontecer com “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que só estreia na China em 2018, gerando valores que ainda serão considerados como faturamento de 2017. Isto significa que a Disney ainda pode chegar a US$ 7 bilhões pelo segundo ano consecutivo. Entre os demais estúdios, os que conseguiram maiores bilheterias foram Warner e Universal. Ambos atingiram US$ 5 bilhões neste ano, pela segunda vez em suas contabilidades.
Jimmy Kimmel ganha um jet pack em comercial do Oscar 2018
Tudo o que Jimmy Kimmel quer para o Natal é que todos o vejam apresentar o 90º prêmio anual da Academia – e um jet pack. E no novo comercial do Oscar 2018, produzido pela rede americana ABC, ele consegue pelo menos um desses presentes. Será o segundo ano consecutivo de Kimmel como anfitrião da maior festa de premiação de Hollywood. Ele recebeu elogios por sua estreia no ano passado, e conseguiu sobreviver até ao maior desastre da história do Oscar, quando “La La Land” foi anunciado por engano como Melhor Filme, em vez do vencedor real “Moonlight”. Em 2018, se o problema acontecer de novo, ele já tem um jet pack para sumir de cena. A 90ª edição do prêmio mais importante da indústria americana de cinema acontecerá em 4 de março e será transmitida para 225 países, incluindo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.
Evaristo Costa é preso por Will Smith em novo comercial de Bright
A Netflix divulgou um segundo vídeo promocional de “Bright” com Evaristo Costa. Desta vez, ele aparece preso no camburão de Will Smith, e tenta argumentar em português – e espanhol – que não soltou spoiler e não merece ser preso. Mas Will Smith não entende português e acha que ele está falando a língua dos orcs. O vídeo foi divulgado após Evaristo voltar à bancada de um telejornal num “plantão” para noticiar tiros e explosões na cidade, que iniciou a campanha de marketing brasileira do filme. Apesar de ter se afastado do “Jornal Hoje” em julho, o contrato de Evaristo só foi oficialmente encerrado com a Globo no dia 31 de outubro. Até então, ele não podia fazer campanhas publicitárias ou fornecer conteúdo patrocinado nas redes sociais, mas fortaleceu a presença no meio digital, sobretudo no Instagram, na qual seu perfil acumula quase 6 milhões de seguidores. O jornalista, inclusive, usou suas redes sociais como parte da ação de marketing da Netflix, ao postar uma imagem na bancada de um telejornal como teaser, deixando os fãs curiosos. “Plantão de Natal. De volta para a bancada”, escreveu ele, antecipando o primeiro comercial. “Bright”, a primeira superprodução da Netflix, chegou nesta sexta-feira (22/12) na plataforma de streaming. E a crítica odiou.
Vídeo de Arquivo X aborda os rumos e segredos da nova temporada
A rede Fox divulgou um novo vídeo de bastidores de “Arquivo X” com quase 5 minutos de duração, que traz os protagonistas e o criador da série abordando os segredos dos novos episódios, a começar pelo cliffhanger do final da temporada anterior, que mostrava Mulder (David Duchovny) contaminado por um vírus mortal e Scully (Gillian Anderson) observando luzes no espaço. “Estas são as grandes questões que precisam ser respondidas, e acho que temos uma solução dramática realmente interessante”, diz o produtor Chris Carter, revelando que a trama vai continuar a partir desses eventos. Além disso, a 11ª temporada terá mais aliens, disco voadores, conspirações e visões apocalípticas, com o retorno do Canceroso (William B. Davis), a busca pelo filho desaparecido de Mulder e Scully, a desconfiança em relação a Skinner (Mitch Pileggi), o ressurgimento do agente Doggett (Robert Patrick) e até uma mensagem perdida de um dos Pistoleiros Solitários (Richard Langly). A principal novidade será a participação de Barbara Hershey (“Sobrenatural”), que viverá a vilã Erika Price, descrita como uma “figura poderosa que representa uma organização misteriosa”. A atriz terá papel recorrente na série. Produzida como sempre por Chris Carter, a 11ª temporada estreia em 3 de janeiro nos Estados Unidos e uma semana depois no Brasil, pelo canal pago Fox.
Mark Hamill volta atrás em sua crítica a Os Últimos Jedi: “Eu estava errado”
Uma coisa se pode afirmar com certeza sobre “Star Wars: Os Últimos Jedi”: está dando muito mais o que falar que “Star Wars: O Despertar da Força”. E um dos responsáveis por alimentar controvérsias tem sido ninguém menos que Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker. Ao criticar as decisões do diretor e roteirista Rian Johnson sobre os rumos de seu personagem, Hamill chegou a afirmar: “não é meu Luke Skywalker”. Mas isto foi antes que ele pudesse ter visto o filme. Agora, o ator voltou atrás. Em entrevista ao site IMDb, Hamill afirma ter mudado de ideia e aprovado as mudanças. “Eu tive dificuldade em aceitar o que ele pensou para Luke, mas tenho que dizer, depois de ter visto o filme… eu estava errado. Acho que ser tirado de sua zona de conforto é uma boa coisa, porque se eu fosse só mais um Jedi benevolente, treinando jovens padawans, seria apenas mais do mesmo. E ninguém fez isso melhor que Alec Guinness [ator que interpretou Obi-Wan Kenobi na trilogia clássica], o que eu nunca nem sequer deveria tentar”, ele apontou. A declaração ecoa o que o próprio diretor disse a respeito do filme. Ele refletiu sobre a polarização despertada pela produção com um post no Twitter, em que argumentou: “O objetivo é nunca dividir ou deixar as pessoas chateadas, mas acho que as conversas que estão ocorrendo teriam que acontecer em algum momento, se ‘Star Wars’ pretendesse crescer, seguir em frente e permanecer vital”. Ou seja, sair da sua zona de conforto e fazer algo diferente, que não fosse mais do mesmo. “Star Wars: Os Últimos Jedi” registra a pior avaliação de um filme da franquia entre os usuários do Rotten Tomatoes, com 54% de aprovação, mas há controvérsias sobre a veracidade desses dados, após um grupo de extrema direita reivindicar ter manipulado a votação em protesto contra o excesso de mulheres e emasculação dos protagonistas. A crítica apoiou positivamente os rumos do filme, que detém 93% de aprovação nas resenhas pesquisadas pelo mesmo Rotten Tomatoes. Além disso, o novo “Star Wars” recebeu nota A do CinemaScore, a pesquisa de opinião pública mais confiável sobre cinema nos Estados Unidos. Mas a avaliação de público que realmente conta é a sua bilheteria. “Star Wars: Os Últimos Jedi” já atingiu US$ 600 milhões de arrecadação mundial, desde seu lançamento há uma semana.
Em Ritmo de Fuga deve ganhar continuação
Uma das melhores surpresas do ano, o thriller musical “Em Ritmo de Fuga” deve ganhar continuação. A revelação foi feita por Eric Fellner, um dos proprietários do estúdio Working Title, responsável pela produção. Em meio a uma longa entrevista com o site Deadline sobre o estado atual da indústria cinematográfica, Fellner revelou que o diretor Edgar Wright já sabe como continuar a história e deve decidir se este será seu próximo roteiro em poucos dias. “Edgar definitivamente tem mais idéias e acho que, no Ano Novo, ele vai se sentar e decidir se vai escrever esse roteiro”, disse o produtor. “Eu certamente acho que seria ótimo ver Ansel Elgort e Lily James de volta. Eles foram brilhantes juntos”, completou. Orçado em US$ 34 milhões, “Em Ritmo de Fuga” acabou faturando mais de US$ 100 milhões só nos Estados Unidos, atingindo US$ 226 milhões em todo o mundo. O filme também conquistou a crítica, registrando 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com sua história sobre o anti-herói silencioso vivido por Ansel Elgort, um motorista com cara de bebê, que é um ás dos volantes. Capaz de escapar de qualquer perseguição, ele é utilizado por um chefão do crime (papel de Kevin Spacey) para uma série de fugas espetaculares de assaltos. O problema é que se mostra tão eficiente que o bandido decide não cumprir o acordo estabelecido para liberá-lo após um último golpe, ameaçando sua namoradinha (Lily James) para mantê-lo a seu serviço. O elenco também inclui Jamie Foxx, Jon Hamm, Jon Bernthal e Eiza González como os criminosos que ele conduz durante os roubos. E a filmagem marcou a volta de Edgar Wright à direção, quatro anos após “Heróis de Ressaca” (2013) e o tempo perdido na pré-produção de “Homem-Formiga”, que o cineasta abandonou por conflitos criativos com a Marvel.
Trailer legendado de Artista do Desastre traz James Franco como pior ator e diretor do mundo
A Warner divulgou a primeira versão legendada do trailer de “Artista do Desastre” (The Disaster Artist), em que James Franco (“Tinha que Ser Ele?”) vive o pior ator e diretor do mundo, Tommy Wiseau, incapaz de decorar um diálogo simples ou falar de forma inteligível, e que mesmo assim resolveu criar uma “obra-prima”. A história é real e o filme recria os bastidores daquele que é conhecido como o “Cidadão Kane dos filmes ruins”, cultuado por ser ruim de morrer de rir: “The Room”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pelo megalomaníaco Tommy Wiseau em 2005. Franco quase repete a mesma façanha em “O Artista do Desastre” acumulando as funções de estrela, diretor e produtor. Ele só não assina o roteiro, que ficou a cargo da dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (ambos de “A Culpa É das Estrelas”). Ironicamente, Franco vem ganhando diversos prêmios por interpretar o pior ator do mundo, como o Gotham Awards 2017 e o Festival Internacional de San Sebastián. Ele também está indicado ao Globo de Ouro, Critics Choice e ao Spirit Awards, e pode aparecer na disputa do Oscar 2018. O elenco ainda inclui seu irmão Dave Franco (“Vizinhos”), Seth Rogen (“A Entrevista”), Zac Efron (“Vizinhos”), Alison Brie (“O Durão”), Josh Hutcherson (franquia “Jogos Vorazes”), Kate Upton (“Mulheres ao Ataque”), Zoey Deutch (“Tinha que Ser Ele?”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”), Sharon Stone (série “Agent X”), Christopher Mintz-Plasse (“Vizinhos”), além de Lizzy Caplan (“A Entrevista”), Adam Scott (série “Parks and Recreation”) e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”), que interpretam a si mesmos. A estreia está marcada para 25 de janeiro no Brasil.
Planet Hemp disponibiliza documentário sobre os 20 anos de sua prisão
A banda Planet Hemp disponibilizou nessa sexta-feira (22/12) um documentário em curta-metragem para marcar os 20 anos de prisão de seus integrantes, que aconteceu em novembro de 1997, após um show para 7 mil pessoas em Brasília. Com direção e roteiro por Matias Maxx (cinematógrafo de “Sou Feia Mas Tô na Moda”) e direção de arte e edição a cargo de Felipe Benoliel (“Ouro Negro”), o curta monta uma linha do tempo com imagens de reportagens e shows, contando a repressão sofrida pelo grupo, acusado de fazer apologia às drogas, ao cantar músicas em favor da descriminalização da maconha no Brasil. Além da prisão, que durou cinco dias, a banda teve vários shows cancelados e CDs recolhidos, alimentando um debate sobre a liberdade de expressão e a política de drogas em um país recém-saído da ditadura. A repercussão do caso acabou servindo de combustível para o surgimento das chamadas Marchas da Maconha, passeatas que pedem a legalização da droga. Elas também foram proibidas e violentamente reprimidas, até a discussão chegar ao STF, que declarou sua legitimidade em 2011, em uma audiência histórica, na qual a prisão do Planet Hemp foi citada como uma “interferência brutal do processo de produção intelectual e artística”. Planet Hemp também ganhou um filme em longa-metragem, “Legalize já”, de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que dramatiza com atores a origem da banda. A produção foi premiada na Mostra de São Paulo 2017 e estreia em fevereiro nos cinemas do Brasil. Por enquanto, fique com o curta que recorda o momento mais polêmico da trajetória da banda.
Evaristo Costa volta a “telejornal” para noticiar explosões e tiroteios de filme com Will Smith
A Netflix divulgou um comercial brasileiro do filme “Bright”, que usa o formato de um plantão de telejornal para anunciar explosões pela cidade e um tiroteio entre o policial vivido por Will Smith e gangues de orcs. O apresentador é Evaristo Costa, que volta a uma bancada de telejornal após sair do “Jornal Hoje”, em julho. Claro que funcionaria melhor se “Bright” se passasse em São Paulo e não em Los Angeles, e os nomes dos personagens fossem mais fáceis de pronunciar. E também se o filme não tivesse sido destruído pela crítica na véspera. Mas serve para lembrar que a primeira superprodução da Netflix chegou nesta sexta-feira (22/12) na plataforma de streaming. Apesar de ter se afastado da televisão, anunciando um ano sabático, o contrato de Evaristo só foi oficialmente encerrado com a Globo no dia 31 de outubro. Até então, ele não podia fazer campanhas publicitárias ou fornecer conteúdo patrocinado nas redes sociais, mas fortaleceu a presença no meio digital, sobretudo no Instagram, na qual seu perfil acumula quase 6 milhões de seguidores. O jornalista, inclusive, usou suas redes sociais como parte da ação de marketing da Netflix, ao postar uma imagem na bancada de um telejornal como teaser, deixando os fãs curiosos. “Plantão de Natal. De volta para a bancada”, escreveu ele. Veja abaixo. Plantão de Natal. De volta para a bancada. Uma publicação compartilhada por Evaristo Costa (@evaristocostaoficial) em 21 de Dez, 2017 às 11:31 PST
Campanha de difamação contra Meryl Streep é ataque da direita americana
Os cartazes espalhados em Los Angeles contra Meryl Streep nesta semana foram um ataque de direita, sem nenhuma ligação com empoderamento feminino. O artista responsável pela façanha assumiu ter feito o ato em retaliação às declarações da atriz contra o presidente americano Donald Trump. “Ela nos atacou, agora nós a atacamos”, disse ele, em entrevista ao jornal The Guardian. Na última terça-feira (19/12), diversos pôsteres foram colocados em pontos estratégicos da cidade, trazendo uma foto da atriz ao lado do produtor Harvey Weinstein, envolvido num escândalo sexual gigantesco, acompanhada pela inscrição “Ela sabia” sobre seus olhos. A mensagem implícita era a de que Meryl tinha conhecimento sobre os casos de assédio sexual perpetrados pelo produtor, o que ela nega. O homem por trás da intervenção é um artista chamado Sabo, que o Guardian definiu como um “Banksy de direita”. Ele pegou carona nas alegações de Rose McGowan, uma das vítimas de Weinstein, que acusou Meryl de saber dos casos de abuso do produtor e não fazer nada. A atriz negou esta acusação na segunda (18/12). “É doloroso ter sido atacada por Rose McGowan nessa semana, mas eu gostaria que ela soubesse que eu não tinha conhecimento sobre os crimes de Weinstein, nem nos anos 1990, quando ele a atacou, nem nas décadas seguintes, quando ele atacou outras. Eu não fiquei deliberadamente em silêncio. Eu não sabia. Não aprovo o estupro em silêncio. Eu não sabia. Eu não gosto que mulheres jovens sejam estupradas. Eu não sabia que isso estava acontecendo”, escreveu Meryl enfaticamente em um comunicado. Leia a íntegra aqui. Meryl Streep tem sido alvo de campanhas de difamação desde que atacou Donald Trump em discurso, ao receber um prêmio por sua carreira no Globo de Ouro 2017. Trump retrucou que ela era “superestimada” e “lacaia de Hilary Clinton”. A atriz volta ao Globo de Ouro em 2018, indicada a novo prêmio pelo filme “The Post”.












